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Original subtitles

Bibliotec�rios, falem comigo! O que est� acontecendo?

Sem resposta nos sinais militares.

S�o links seguros por cabos enterrados ou torres de celular.

Deviam funcionar at� numa guerra nuclear.

Certo, sem comunica��o militar.

- O que mais? - Sem Internet.

Podemos enviar sinais pelas redes,

mas os n�s n�o respondem.

Nada de Internet. Bem vindos a 1995.

Espero que n�o.

Escolhi bermudas horr�veis em 95.

N�o tem mesmo boas escolhas.

Entrei nos conduites na rua.

N�o tem eletricidade. Nada mesmo.

Vou voltar. Tentarei achar

correntes alternadas e cont�nuas.

Talvez uma bateria que segure carga.

Isso n�o � 1995. � 1859.

O evento Carrington.

A terr�vel tempestade solar que sobrecarregou

o campo eletromagn�tico da terra,

fritando qualquer coisa que fosse el�trica.

Tel�grafos pegaram fogo, fa�scas nas linhas telef�nicas.

Agora � uma vers�o moderna, fritar chips de PCs.

Sim, mas afeta os eletr�nicos, n�o devia afetar a eletricidade.

N�o, n�o, n�o, � um evento Carrington m�gico.

Em vez de energia eletromagn�tica,

Prospero irradiou na atmosfera

energia "eletrom�gica", reescrevendo as leis da f�sica.

Agora, nada eletr�nico funciona.

Se isso continuar, talvez nunca funcionem de novo.

A tecnologia vai acabar. Para sempre.

Ele est� reconstruindo o mundo.

Em qu�?

Uma floresta.

Cassandra conseguiu um link para uns sat�lites

acima da ionosfera,

fora do efeito das Linhas Ley.

Eles podem enviar ou receber sinais,

e sat�lites novos com transmiss�o tem buffer de v�deo.

Eles ret�m um pouco dos dados antes de envi�-los.

E podemos ver as not�cias antes de serem cortadas.

Boa informa��o.

Como vemos, uma floresta gigante est� crescendo no centro.

- Floresta gigante? - Sim.

E nesta taxa de crescimento,

ele far� o mundo virar um para�so de �rvores em poucos dias.

Talvez em horas.

Estamos com sorte...

- Perigoso? - N�o.

� sorte ele usar apenas o Cetro de Zaratustra

para ajudar no feiti�o.

Se tivesse o Cetro do Poder original, seria muito pior.

Espera! Poder�amos reverter isso com o Cetro do Poder?

Sim. Talvez seria o �nico artefato forte o suficiente,

mas como sabe, est� quebrado desde 1611.

Na verdade, vou fazer uma lista de todos os artefatos

que t�m for�a suficiente. Vai levar um segundo.

� a sua letra de canhoto?

�.

Cad� a nota que achamos, Jenkins? Do Cetro quebrado?

Gaveta superior direita, Coronel.

Escreva isso com sua m�o esquerda.

"Ainda n�o..."

- "Ainda n�o," - "Ainda n�o,"

- "mas logo," - "mas logo,"

"e tempos atr�s rezo por sua jornada."

"Rezo por sua jornada"

- "n�o terminar" - "n�o terminar"

"em lamentos."

Nossa!

- Nossa. - � a sua caligrafia.

- Minha caligrafia canhota. - Canhota, isso mesmo.

Eu n�o a reconheci.

Escrevi isso para eu mesmo no passado?

Sei aonde est�o as partes do Cetro.

- Onde? - Onde n�o. Quando.

Que diabos voc� est� fazendo?

A floresta eterna,

onde homens e mulheres encontram alegria,

e simplicidade. Sua real natureza.

Um final feliz para toda a humanidade.

Um presente meu.

Sou um vil�o da cidade, n�o um caipira do interior.

Voc� pediu ref�gio e eu lhe dei.

Perdoei os Bibliotec�rios como pediu.

Se n�o consegue manter feiti�os, n�o � minha culpa.

Essa n�o � a sua hist�ria.

Como?

N�o h� nada na pe�a "A Tempestade"

que diga que isso � o que voc� quer,

o que Prospero quer.

N�o. Isso?

Isso � o sonho de outra pessoa.

Voc� n�o conhece a minha mente!

Patife arrogante!

Eu o conjurei e eu o destruirei!

Voc� ver�.

Voc�s todos ver�o...

Com tempo.

Aqui fica a m�quina do tempo?

Claro. � a c�mara da m�quina do tempo.

A Biblioteca deve ter um lugar para a m�quina do tempo.

S�o todas m�quinas do tempo?

Todas trancadas e desmontadas

para assegurar que nunca funcionem de novo.

Todos os seus donos tentaram mudar a hist�ria,

e ficaram presos em curvas temporais, pois n�o se deve

nunca, nunca, violar a casualidade.

O primeiro viajante do tempo aprendeu

que ao alterar algum evento do passado,

algum evento significativo, sua linha do tempo desaba,

sua hist�ria inteira � apagada.

Por isso voc� deixou o recado vago.

O eu do futuro sabia que o eu do passado iria para John Dee,

mas n�o podia contar ao outro eu,

pois violaria os eventos que fizeram

eu saber que no futuro eu iria para o passado.

- Vou odiar viagem no tempo? - Muito.

Aqui vamos n�s. � esse.

Temos algumas op��es, no entanto,

porque sabemos que o cetro est� quebrado.

Mas n�o sabemos como ele foi quebrado.

E apenas vagamente o quando.

Portanto, temos muitas incertezas na hist�ria.

Ent�o, pegamos o cetro, trazemos ao presente,

derrotamos Prospero, e o quebramos sem ningu�m saber.

N�o violaremos as regras. � o Gato de Schroedinger!

N�o, ele est� na ala de animais te�ricos.

- Ele est� vivo? - E se errarmos?

Pegue a base. Ent�o sofreremos o destino

do primeiro viajante no tempo.

Dr. Pinkerton Chantasaur.

O mundo era governado por dinossauros falantes, Flynn?

- �ramos dinossauros? - Nem pense nisso.

- Tinha um eu dinossauro? - Disse para n�o pensar.

Lembre, em 1611, n�o...

Sabe, n�o fa�a nada que mudaria a hist�ria.

N�o diga nada para ningu�m que violaria

a causa e efeito, contar �s pessoas o qu� acontecer�.

Certo, causa e efeito. Certo, certo.

Ei, voc� vai estar na Biblioteca em 1611,

- certo, Jenkins? - N�o.

N�o, tive uma crise de meia idade durante a era de Elizabeth.

Eu estava mal.

�, bem, n�o vamos na Biblioteca.

Estou ajustando isso para a apari��o inicial de Prospero.

Se conseguirmos saber como Shakespeare cria Prospero,

e pegar o Cetro...

Isso deve nos trazer de volta.

Ou em 1611, nos impedimos Prospero de...

N�o, porque sen�o n�o ter�amos que voltar

para impedir Prospero, ent�o ter�amos que voltar

e nunca o impedir�amos. E voltamos e n�o o impedimos.

A boa not�cia � que n�o importa o tempo

ficarmos no passado, n�s retornaremos para esse instante.

Da perspectiva de voc�s, nem sairemos daqui.

S� 5 segundos. Voltaremos em 5 segundos, no m�ximo.

E se n�o voltarem?

Por isso est�o ficando.

Se n�o voltarmos, de algum jeito voc�s t�m que parar o Prospero.

Tenho f� em voc�s.

Voc�s treinaram para isso.

Como eles voltar�o?

- Um segundo. - Eles n�o v�o.

Dois.

- Tem outro jeito, certo? - Tr�s.

Cada m�quina faz sua pr�pria via pelo tempo.

- Quatro. - Deve-se usar

a mesma m�quina ao voltar.

E cinco.

A esfera, est� destru�da.

Eles nunca mais voltar�o.

Legendas Em S�rie Apresenta:

2x10 - 27/12/15 - SEASON FINALE And the Final Curtain

Alliard | reptarop jluizsd | andre102

AnaLaura | AlineMarin Gabim | TSBDEO

Revis�o: jluizsd

Est� vendo isso?

Fantasmas do passado.

Fantasmas n�o. Vemos o pr�prio passado.

Como?

Esse lugar � a funda��o do meu poder,

� onde me tornei real.

Algu�m conectou aquele momento com isso.

Algu�m viajou pelo tempo.

Algu�m pode te derrotar no passado?

Sim.

Tem uma �ltima miss�o, vil�o.

Certo, certo, certo.

Digamos que n�o voltar�o.

Mas voltar�o.

O qu� a Coronel Baird faria?

Ela observaria.

Organizaria os fatos.

N�o h� fatos.

N�s pesquisamos Prospero e Ficcionais h� meses,

e n�o achamos nada.

S� aprendemos que n�o podem ser mortos, apenas banidos.

Prospero tem cerca de 500 anos.

Precisar�amos de um elo pessoal incrivelmente poderoso.

Temos uma pista, o recado.

O bilhete que o Flynn mandou do futuro.

Ele deve ter mais de um significado, certo?

� s� um pergaminho.

De linho. De alta qualidade.

Olha s�. � uma crista, marca d'�gua.

Por que n�o escrever, "Ei, pessoal, estou no passado"?

E como vencer o Prospero?

Bem, se o Sr. Carsen, por algum azar,

tivesse achado esse bilhete antes daquele dia,

se tivesse identificado Prospero antes,

se aquele dia fosse diferente em qualquer maneira...

Paradoxo.

Temos que descobrir por n�s mesmos.

Tudo bem.

O conde e a condessa Pembroke.

Pembroke.

Por que esse nome me � familiar?

Mary Sidney.

O Wilton House.

Prepare a porta dos fundos. Temos nossa primeira pista.

- Estamos em algum lugar. - Ou quando?

Nem tente fazer aquilo.

Quem seriam voc�s?

Seus trajes s�o estranhos.

E por que o garoto alto usa o cabelo assim?

"Garoto"?

A altura m�dia dos homens em 1611 � 1,65m.

Para mulheres � 1,5m. Deixe que eu falo.

Sou mestre em dialetos.

Ol�, somos apenas viajantes

pelas suas estradas vindos diretamente de Londres,

onde compramos estas vestes estrangeiras.

Espi�es. S�o espi�es, certo?

- Certo. - Espi�es estrangeiros!

Dialeto de mestre. Dialogue a sa�da disso.

Deus, este homem fede muito!

N�o o machuque muito. Ele pode ser um ancestral.

Ajuda! Ajuda!

Est� em mim! O cheiro est� em mim!

Como, como um presunto estragado que bebeu caf� queimado

e correu 8 quil�metros usando cuecas sujas,

que ele nunca as tira!

Eles nunca falam sobre isso

nos velhos filmes sobre viagem no tempo.

O passado fede!

E tamb�m ver� uma surpreendente quantidade de pus.

Agora, vista as roupas desse homem.

N�o, n�o. De jeito nenhum.

- N�o, n�o e n�o. - Eve, sua pele � linda.

E � 45cm mais alta que qualquer mulher por aqui,

e est� de cal�as. N�o vai se misturar.

Venham comigo se quiserem viver.

N�o me diga que � um rob� do futuro.

N�o conseguiria processar isso agora.

DIAS ATUAIS WILTON HOUSE

Prospero.

Onde est� o Moriarty?

Aposto que foi mandado ao passado para parar Flynn e a Baird.

N�o temos como avis�-los.

S� podemos mandar mensagens por uma via.

Para o futuro, de forma bem longa.

A Coronel Baird e o Sr. Carsen podem se defender.

Precisamos entrar na Wilton House.

Claro, a Wilton House.

A condessa Pembroke, Mary Sidney,

era uma das patronas de Shakespeare.

A trupe dele vinha de Londres no ver�o.

Londres. Muito obrigado.

Londres no ver�o podia ter pragas.

E isso aqui � rato.

Muito, muito rato.

A 1� apresenta��o de A Tempestade de Shakespeare

ser� aqui, hoje.

O momento em que Prospero magicamente emerge da p�gina.

Por que est� t�o �ntimo?

Enganei Prospero para me mandar aqui como espi�o.

Quero que me ajudem a destruir ele.

J� nos traiu no passado.

O passado futuro. Nossa, odeio viagem no tempo.

N�o achava que tinham chance,

mas deduzi que vieram aqui atr�s do Cetro do Poder.

- Tenho um plano. - Eu tamb�m tenho.

Achamos o Shakespeare,

descobrimos como ele criou Prospero,

pegamos o Cetro do Poder,

voltamos ao futuro e derrotamos Prospero l�,

voltamos aqui com o Cetro e com sorte n�o violamos a casualidade.

Tenho um plano bem mais simples.

E com sotaque brit�nico muito mais convincente.

Dois a dois.

Ainda precisamos de pessoas para o novo trabalho,

e o autor precisa ouvir a leitura.

Meu Deus.

Ouviu isso, Eve? Temos um teste para atores.

Eu garanto que consigo um papel,

e isso me d� acesso � Shakespeare.

E n�o devemos s� impedir o Prospero?

Algu�m precisa. Ele ficou sem poder por s�culos.

N�o podemos arriscar que outro pegue seu lugar.

O que prefere? Esse ou esse?

Esse.

Esperamos Prospero aparecer,

pegamos o Cetro e o levamos ao futuro.

E definitivamente n�o matamos Shakespeare.

N�o, claro que n�o.

- Ele salvou Shakespeare. - Certamente, esperem.

O garoto fala a verdade.

Esse desajeitado poupou o meu sangue

de um s�rdido assassino.

Uma bebida para ele. Aqui.

Vamos violar causa e efeito se falarmos com Shakespeare?

Preciso ser honesto, meu plano est� bem confuso agora.

Ele est� vindo! Ele est� vindo!

Ele est� vindo.

Est�s bem?

Ele n�o me atingiu com a flecha.

Eu sofri um espasmo alguns meses atr�s.

Mas a minha intelig�ncia, apesar do que dizem,

ainda � bem afiada para detectar seu sotaque estranho.

Achei que meu sotaque era muito bom.

N�o.

N�s somos flamengos. De Flandres.

N�s somos holandeses!

Sim, reconhe�o o sotaque agora.

Um brinde aos nossos amigos de Flandres.

Sa�de!

O vinho � um camarada bondoso, quando tomado com sabedoria.

"Otelo".

Voc� conhece mesmo o meu trabalho.

Voc� n�o faz ideia.

Assassino, por qu� se expor antes do rei chegar?

O Rei James est� vindo?

De fato. Para ver a primeira apresenta��o da minha pe�a.

- Isso vai prov�-lo... - Absolutamente, William.

Solte-me! N�o sou t�o fraco.

Voc�s solicitaram uma audi��o comigo.

Venham. Voc�s a conseguiram.

Por que n�o me disse que seu plano era matar Shakespeare?

Achei que era �bvio.

Olha, Carsen � um idiota.

"Que n�o fui moldado para jogos amorosos,

nem feito para cortejar um espelho enamorado..."

Voc� precisa matar Shakespeare na primeira chance que tiver.

E condenar o futuro?

Prefiro arriscar um futuro onde eu possa servir a outro.

As letras t�m tamanhos diferentes.

- � complicado. - Tinha de ser.

O esquema inteiro dependia do Sr. Carsen

n�o entender suas pr�prias pistas.

Primeira letra, segunda letra...

N�o h� varia��o do c�digo alfanum�rico.

� diferente de qualquer idioma que eu conhe�a.

A Cole��o Fleveh.

Flandres, a maior cole��o

de objetos Shakespearianos em exibi��o permanente.

"Fleve". Flynn e Eve.

Estamos no caminho certo.

Sabem o que significa se eles enviaram

esta mensagem pelo tempo.

Significa que sabiam que n�o poderiam lev�-la com eles.

Eles n�o v�o voltar.

Ent�o faremos com que conte.

Eu morro, Hor�cio!

O poderoso veneno domina o meu esp�rito.

N�o vou viver para ouvir not�cias da Inglaterra.

Bl�, bl�, bl�, Fortinbr�s.

N�o sei porque t�m tudo isso l�.

Muito importante, na verdade.

Mais ou menos,

que me impulsionaram a...

O resto �

sil�ncio!

- Eu acho... - Agora

estoura um nobre cora��o.

Boa noite, amado Pr�ncipe.

Revoadas de anjos cantando te acompanhem ao teu repouso!

Por qu�? Por qu�?

Por qu�?

Fim.

Seu trabalho com a espada � impec�vel.

Seu dom�nio do texto, honestamente sem precedentes.

- Meu Deus, n�o acredito. - Sua atua��o...

Temo que � muito �bvio que ingl�s � sua segunda l�ngua.

Sinto muito.

Mas voc�, meu garoto, se tivesse vindo a mim

antes de sua puberdade.

Esta pele, estes tra�os.

Voc� teria sido uma �tima Julieta ou Portia.

� t�o dif�cil encontrar mulheres convincentes.

Ou voc� poderia contratar atrizes.

Este flamengo!

Voc� � corajoso e jovial.

Preciso colocar um mo�o flamengo em minha pr�xima pe�a.

Onde conseguiu essa pena?

Um presente do meu amigo John Dee.

O mago John Dee?

Mago? Os contos que ele conta.

Essa mesma pena, ele jura ser da antiga Ar�bia,

entalhada de um ramo da �rvore do Conhecimento.

Baboseira.

Mas � meu amuleto da sorte. Escrevi cada pe�a com ela.

Agora sabemos por que � o maior escritor.

Trapaceia com caneta m�gica.

N�o � suficiente. Teria que j� ser g�nio.

S� aumenta o n�vel da escrita. Poder, efeito, foco.

- Poder, foco, efeito. - Isso mesmo.

Prospero disse que conseguiu o Cetro do Poder

- da �rvore do Conhecimento. - Tenho um mau pressentimento.

William, senhor. Seria poss�vel se fossemos

talvez atores extras na produ��o desta noite?

Temo que n�o, rapaz. Esta noite � muito importante.

Encenamos para manter o favor do rei.

- Claro, claro. - O futuro da trupe.

O meu futuro depende disso.

Tenho certeza que ele amar� A Tempestade.

"A Tempestade"? N�o � o nome.

� "O Triunfo de Prospero".

Um pressentimento muito ruim sobre isso.

Ei.

A lenda afirma que quando a Inglaterra

estiver na hora de maior necessidade,

Arthur retornar�.

"Ele que empunhou a Excalibur antes

dever� empunh�-la de novo, e salvar toda a Inglaterra."

A ideia de ver o meu amigo de novo,

depois de todo esse tempo...

Mas Arthur morreu h� muito tempo.

E como coronel Baird disse, estamos por nossa conta.

S� ladr�es escondem coisas � vista.

Confiram as superf�cies, tem que haver um tipo de...

Ei, aqui!

Flynn, ele n�o tem o Cetro do Poder nas vestes.

Tem uma caneta m�gica de John Dee.

O que mais pegou no ferro velho?

Londres � a cidade mais m�gica do mundo.

Artefato m�gico l� � como torradeira em brech�.

- "E a Mil�o devo retornar, - Ou�a isso.

com arte horrenda e magia medonha.

Para reclamar o meu trono e tornar o mundo meu".

N�o � "A Tempestade" que lembro.

Nessa vers�o, Prospero conquista o mundo.

Ele explora a quest�o de ser for�ado a se aposentar.

- Como se tentasse se tornar... - Fod�o m�gico.

"Sei que achas que estou velho e d�bil,

fraco dos bra�os e enfermo da mente.

Mas ainda sou aquele que governa.

Sou o homem cuja sagacidade conquistou conhecimento arcano,

e cujas palavras governaram cortes e reis."

Poder.

Raiva por ser descartado e esquecido.

Desejo de poder para ferir os inimigos.

- Foco. - A pena m�gica

que torna os pensamentos em realidade,

- da �rvore do Conhecimento. - Efeito.

"Ainda sou o homem cujas palavras

refazem esse mundo diante dos seus olhos.

Eu retorno triunfante! Prospero!"

- Eve. - O qu�, Flynn?

Quando eu disser para correr do mago maligno...

Correndo do mago maligno!

Bruxas e punhal flutuante. "MacBeth".

Cabe�a de burro. "Sonho de Uma Noite".

Virar est�tua. � do "Conto de Inverno".

Prospero s� faz a magia vinda das pe�as.

Prospero � a manifesta��o de Shakespeare.

Ele usa a imagina��o do Shakespeare.

Ent�o n�o � uma transforma��o, � uma possess�o.

Est� possu�do por uma das pr�prias cria��es.

William, que loucura � essa?

N�o � loucura, � clareza. Minha mente e vis�o libertas.

Rei James chegar� a qualquer momento,

com o ex�rcito atr�s em marcha. Os soldados dele te derrubar�o!

Ent�o o rei vir� aqui buscando um santu�rio.

Matarei James e virarei governante de toda a Inglaterra.

- E depois do mundo. - N�o assistirei a isso!

Concedo o seu desejo.

Assassinar ao rei James n�o � parte da Hist�ria.

Precisaremos de ajuda. De toda ajuda que conseguirmos.

Maravilhoso.

� o primeiro esbo�o completo de "A Tempestade", manuscrito.

E essa pena. Conhe�o a madeira.

� a �rvore do Conhecimento.

Tudo isso escondido aqui? Todo esse tempo? Incr�vel.

N�o entendo o que n�s... Dever�amos usar isso?

Prospero recuperou o poder dele

com elementos da hist�ria dele.

E Sr. Carsen nos deu outra hist�ria.

O manuscrito, a pena, eles representam...

Shakespeare.

A cabe�a de burro.

Al�m disso, "Sonho de uma Noite de Ver�o".

Bloke foi transformado em um cara com cabe�a de burro.

Isso era um filme.

- Sim. - Deveria ser, certo?

Parece que essa seria a raz�o.

Transforma��o.

Agora a capa m�gica est� sendo usada por Prospero.

Cravos?

Isso � estranho. N�o � um enfeite comum.

Em "Conto do Inverno",

tem uma mulher que reclama sobre eles

porque n�o parecem naturais.

N�o naturais. Como?

Porque s�o duas coisas que est�o juntas.

Autor transformado por magia, m�gico, coisas juntas.

Aquilo l� fora? N�o � Prospero.

Ele � Shakespeare.

O que temos aqui s�o os elementos

de um ritual de exorcismo.

Acho que temos uma chance.

N�o temos nenhuma chance.

Voc� n�o ter� mesmo,

se continuar tumultuando assim.

Espero que voc� veja, Eve, que ele n�o � t�o bom assim.

O cara est� preso, e eu estou livre.

Ele nem pode se mover e eu posso at� voar se quiser.

- S� estou dizendo. - Shakespeare convocou Prospero.

Deveriam ter deixado eu mat�-lo.

Na verdade, Shakespeare se tornou Prospero.

Isso � inesperado.

Mas meu plano ainda teria funcionado.

- Que tal me tirar daqui? - Estou quase l�.

Shakespeare � Prospero. Quais as op��es?

Isso explica o plano de Shakespeare no futuro.

Shakespeare era obcecado por florestas,

a pureza delas, a felicidade.

Eu estava quase l�.

Isso n�o mudou nada. Continuamos com o meu plano.

Pegamos o Cetro do Poder, usamos para voltar

para o futuro, e paramos Prospero l�.

Se atacarmos agora, ainda podemos mat�-lo.

Mat�-lo, mat�-lo, disse o futuro vil�o.

Posso lidar com voc� agora. N�o aceito tal linguagem.

Se o matarmos aqui, nunca o encontraremos l�.

- Se voc�... Parar! - O qu�?

- Pare. Pare. - O tempo todo. O dia todo.

- O dia inteiro! - Parem!

Parem! Parem j�!

Trabalhem juntos ou morram sozinhos.

Est� bem.

Qual o seu plano?

A hist�ria de Prospero termina com o Cetro dele quebrado

- e o livro submerso, certo? - Certo.

Ent�o � isso que faremos.

- Voc� confia nele? - Bem...

- Voc� confia em mim? - Confio sim.

Vou ser honesto. Acho que mesmo se pegarmos o livro,

n�o conseguiremos quebrar o Cetro.

Ser� necess�rio algo muito mais poderoso.

- Qu�o poderoso? - A primeira coisa que penso

seria a Excalibur, mas sumiu faz tempo.

Tem uma hist�ria sobre a Inglaterra,

- que quando mais precisa... - Quem est� a�?

Sou eu.

Seu autor me conhecia.

N�o consigo lembrar o que o autor fez...

Minhas mem�rias est�o confusas.

Eu te ofere�o uma ben��o.

Sou o mago mais poderoso dessa terra.

O que voc� pode me oferecer?

Sou do futuro, fui enviado por voc�.

Posso te revelar seus inimigos. Mostrar o seu destino.

- Seu grande destino. - Mostre-me.

Eve!

Trai��o!

Voc� quer voar?

Com a pena e o livro que um dia foram seus,

eu invoco aqui o grande Prospero.

Trai��o!

Cavaleiro est�pido.

Acha que eu n�o sentiria suas magias fracas?

Voc� quer me impedir agora que me deu o meu verdadeiro poder?

N�o te impedir. Expulsar voc�.

O que � isso?

O que temos aqui s�o elementos de um ritual de exorcismo.

O mundo inteiro � um palco,

homens e mulheres s�o meros atores.

Se quer afogar meu livro, fa�a isso direito!

Eve!

N�o! N�o!

Voc� � s� uma hist�ria.

Eu o desfa�o!

N�o se preocupe, sua hist�ria n�o termina assim.

Flynn, o Cetro dele � a caneta.

Quebre-o e poder� reescrever a hist�ria.

Vai quebrar o meu Cetro?

O que voc� tem? A�o? Punhos?

- Excalibur. - Voc� n�o � o Arthur.

S� ele pode empunhar a Excalibur.

Flynn!

Cal, venha!

"Das maravilhas que eu ouvi, a coisa mais estranha

� dos homens terem medo mesmo sabendo que a morte,

um fim necess�rio, vir� quando tem que vir."

� rejeitar o poder da morte. Ela n�o tem poder sobre mim.

"Posso seguir o conselho honesto, montar um cavalo, correr,

estragar um conto interessante ao cont�-lo,

e dizer diretamente uma mensagem.

Tudo o que um homem comum pode fazer eu tamb�m posso,

sendo a dilig�ncia, o melhor de mim."

� conhecer a si mesmo, ser voc� mesmo.

"Ofenderei, para tornar a ofensa uma habilidade

me redimindo no tempo quando pensarem que n�o irei."

� sobre como se tornar um her�i quando ningu�m espera.

J� empunhou a Excalibur antes. Quando?

No futuro, mas n�o se preocupe, ningu�m entende viagem no tempo.

As palavras... S�o as palavras dele.

N�o! N�o!

Que tipo de feiti�aria � essa?

A caneta transformou voc� uma vez,

enquanto contava a hist�ria do Prospero.

Agora segura a caneta e o livro, e escuta as palavras dele.

Essa � a hist�ria de Shakespeare.

Sr. Shakespeare, presumo.

- Cal! - Ele est� a� em algum lugar.

Mas acabou de nascer, ou acabou de renascer.

Vai demorar um tempo para voltar a for�a total.

� um portal de paradoxo.

- Voc�s est�o vivos. - Mais ou menos.

Sauda��es, da grande dist�ncia de cinco s�culos.

H� um buraco na linha do tempo e est� tentando se consertar.

Shakespeare precisa viver aqui, como a hist�ria lembra.

�timo, Will, voc� vem para o seu tempo,

- n�s para o nosso, tudo certo. - Temo que n�o.

Quando Shakespeare voltar para 1611,

o paradoxo prim�rio fechar�.

A linha do tempo requer que ele viva no passado,

mas n�o permitir� que voc�s retornem.

- Isso n�o � justo. - Ningu�m disse que seria.

- Ent�o o que faremos? - Eles j� sabem.

Fiquem em seguran�a.

Cuide da sua retaguarda.

- Cuidem um do outro. - N�o.

Roubem algo brilhante.

Deixem em um lugar interessante para que eu encontre.

Nunca mude, Jones.

Por que mudaria?

Eu...

Eu ainda n�o gosto de voc�.

Igualmente.

- N�o. - Eu descobrirei...

- N�o. N�o. - Vou encontrar...

N�o viva sua vida por outra pessoa.

V� viver sua pr�pria aventura.

Quem empunhou a Excalibur antes empunhar� novamente

e salvar� toda a Inglaterra.

Sr. Carsen, voc� empunhou a Excalibur antes.

Muito bem feito, senhor.

Foi um prazer, Coronel.

Cada momento.

Muito obrigado por me auxiliar nesse projeto.

� importante sabermos se a Biblioteca retornou completa.

� bom estar ocupado. Mant�m minha mente distra�da.

E os outros?

Os outros?

Jones est� fingindo estar bem.

E Cassandra nem est� fingindo.

Quando a Biblioteca voltou, estava bem ferrada.

Haviam salas de cabe�a para baixo.

Tr�s salas mudaram de cor.

Uma sala estava do avesso.

- Eu... - N�o pergunte.

Voc� tem a chave da sala trancada?

N�o h� chave. Sempre esteve trancada.

Sr. Carsen e eu tentamos acessar muitas vezes.

Mas h� um sinal na porta que diz que voc� tem a chave.

N�o h� sinal naquela porta.

V�?

Isso n�o estava vis�vel antes.

� um tipo de liga de cobre.

A oxida��o torna o cobre verde.

A Est�tua da Liberdade era brilhante, e depois oxidou.

Se voc� escondesse a mensagem na liga

que se misturasse com os metais ao redor,

voc� n�o a acharia at� que oxidasse.

�timo truque!

Criptografia metal�rgica de tempo retardado.

Mas � muito tempo. A Est�tua levou duas d�cadas

para ficar verde. Isso levaria...

S�culos?

Mensagem do passado, escondida.

Invis�vel at� agora. Soa familiar?

"Jenkins, a chave est� no nome do seu guardi�o."

Voc� n�o tem um guardi�o.

Claro que tenho.

Eve Baird.

Quem iria...

Sentiram nossa falta?

Voc�s viajaram no tempo pelo caminho mais longo.

Inspirador, senhor.

Preciso dar os cr�ditos a Eve por essa.

Sinto muito por estarem presos no meu tempo.

Veja o lado bom. Salvamos o mundo.

Devem estar colocando uma est�tua nossa na Biblioteca.

"Um Conto de Inverno."

Voc� transformou a Hermione em est�tua.

E Prospero fez o mesmo com a pena e os funcion�rios.

Podemos viajar no tempo?

Qualquer um pode em s� uma dire��o.

Precisarei que use sua caneta uma �ltima vez.

Criamos o feiti�o para abrir a porta,

preparamos a placa como nosso despertador alqu�mico,

embalamos as pistas necess�rias para voc�s exorcizarem Prospero.

E o "eu" do passado escreveu para o "eu" do futuro a carta

que eu sabia que descobriria no futuro. Ou agora no passado.

Eu odeio mesmo viagem no tempo.

Shakespeare usou sua caneta m�gica pela �ltima vez

escrevendo a hist�ria de como um audaz Bibliotec�rio

e uma linda guardi� foram transformados em est�tua

para serem acordados pelo som da voz de Cassandra.

E ent�o ele nos enviou para a Biblioteca

como artefatos perigosos,

e com uma carta explicando como nos selar com magia.

Apenas a sua fatia de bolo incrivelmente complexo.

Perdemos algo al�m dos 400 anos?

Os dinossauros voltaram.

Espere, s�rio?

Jones, crime m�gico.

Stone, lendas, hist�ria ganhando vida, coisas caindo � noite.

Cassandra, como matem�tica e ci�ncia interagem com magia.

- "Matem�gica". - Nunca vai pegar.

Deem-me um quadro te�rico.

Quero planos de a��o, not�cias, atualiza��es e refer�ncias.

Voc�s sabem que conseguem.

Vamos fazer isso.

Ainda h� muitos c�modos que n�o checamos.

Ent�o fazemos a instala��o aqui, e meu laborat�rio vai aqui.

Finalmente, permiss�o para roubar o que quisermos.

Isso � tudo o que aprendeu com o discurso?

Subentendido, amigo.

Vamos, vamos, � isso a�.

Isso a�.

Ai est� voc�.

O dobro da dist�ncia de ontem.

Demorou apenas um pouco.

Como a maioria das coisas.

O qu�? Um beijo de 400 anos n�o foi o suficiente?

Estava me perguntando o que voc� lembrava disso.

Estava pensando que se eles nunca nos encontrassem,

beijar voc� era o que eu queria fazer pela eternidade.

Voc� n�o precisa mais fugir.

N�o. A menos que esteja sendo perseguido.

Pelas coisas que tentam nos matar.

Muitas criaturas assassinas e mitos.

Nesse caso, deve fugir. Mas, ao inv�s disso,

fique um pouco.

Nossa Biblioteca.

- O qu�? - Eu s� estava pensando.

Aquela mesa deveria ser redonda?

Cal. Ele se sente melhor.

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