All language subtitles for Delirium.AKA.Delirio.Caldo.1972.DVDrip.x264-AC3-ITA

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Original subtitles

Oi. Sou Enry! Estou aqui no lugar onde se dan�a.

Somos todos uma gangue. Os rapazes s�o �timos!

Eu te alcan�aria, mas n�o sei onde fica a boate.

Eu sei.

Talvez eu te alcance, tchau.

� longe?

N�o, s� uns minutos. Moro no bairro.

Voc� � muito gentil.

N�o quero te incomodar.

Na boate est� meu namorado. Vou lhe fazer uma surpresa.

� claro.

Para onde vamos?

Para onde vamos?

Para a boate.

N�o! Pare com isso!

O que est� fazendo?

Pare!

Volte. Deixe-me sair. Esta n�o � a estrada para a boate!

Volte. Deixe-me sair. Voc� � louco?

Pare!

Aqui. Eu parei.

Voc� � louco. Me deixe ir!

Socorro!

Socorro!

Socorro!

Socorro!

Este � o s�timo assassinato do ano. Sempre a mesma t�cnica.

E n�o conseguimos descobrir. � mais um desses malditos casos.

Al�?

O endere�o exato.

Bom.

Ela me fez crer que telefonava para um clube de dan�a.

Era linda!

Deve ser f�cil encontrar um homem para acompanh�-la.

Ele tinha um carro ...

Esqueci uma coisa.

Tchau.

Quem �?

Deixei meus cigarros na mesa do escrit�rio.

Encontrou os cigarros?

Claro querida. At� mais tarde.

Eu vou dormir. Precisa de alguma coisa, senhora?

N�o, obrigada. Pode ir.

Boa noite, senhora.

De nada. Pode ir.

Eu a conhe�o. Claro, que conhe�o.

N�o lembro de onde e como.

Force sua mem�ria, Dr. Lyutak. Pode ajudar com uma pequena pista.

Por que n�o d� elementos?

Me usou centenas de vezes para consultas psicol�gicas...

...sobre a natureza de certos crimes.

Eu ficaria feliz em ajud�-lo a chegar ao fundo deste caso.

� ele. Sim, sim, eu o reconhe�o. Eu o reconhe�o muito bem.

Olhava pra ela com aten��o. Eu o reconhe�o. � ele!

Eu, o qu�?

Dr. Lyutak. O senhor disse que na noite do crime

...saiu acompanhado pela v�tima do seu bar.

Ah, sim, � verdade. Agora lembro muito bem.

Uma garota que estava ao telefone. Dei uma carona at� a boate.

Moro naquela �rea.

Al�?

Estarei em casa de manh�. Houve um atraso, porque conheci...

A garota, assassinada no riacho?

Sim, a garota, assassinada no riacho.

Te espero acordada.

Te espero.

Depressa. Me ajude! Algu�m me segue. Tenho medo.

Preciso do local, senhorita. Aqui � uma reda��o.

O local n�o conhe�o bem, mas � a caminho do lago.

Chame a pol�cia.

Estou com medo.

Me ajuda! Me ajuda! Por favor!

Fique na linha! Fique na linha!

Chame a pol�cia no outro aparelho. Podem rastrear o telefone.

Estou com medo.

Fa�a alguma coisa!

Mande ajuda...

Est� no caminho do lago.

Estou desesperada!

Me ajuda. Chame a pol�cia!

Me ajuda!

Tente assust�-lo, senhorita! Tente assust�-lo.

Diga que est� chegando a pol�cia.

N�o! N�o! N�o! N�o! Oh!

Al�? Al�? Responda, senhorita!

Responda, senhorita!

A pol�cia localizou a cabine telef�nica.

Espero que cheguem a tempo.

Sempre pelas mesmas m�os, doutor?

Que estranho.

Todas s�o do mesmo tipo.

Um tipo que a natureza ou doen�a gravou no c�rebro humano.

Todos os quatro estavam na �rea do assassinato.

Todos os quatro, sem uma raz�o v�lida. E sem documentos.

Eu te disse. Vou repetir. Estava no escuro me aliviando.

Se nenhum de voc�s fez isso...

...devem ter ouvido alguma coisa, o barulho, os gritos.

Eu ouvi as sirenes. Ent�o levei um soco na cara.

E vi que estava fugindo...

...quando me levantei.

A Prova ainda est� l� na grama, se ainda n�o a procurou.

Mas este sangue n�o � do seu nariz.

� sangue do nariz.

E o nariz pode pingar aqui?

Sim, � claro...

Me enganei ou voc� � o atendente sem licen�a da boate?

O local onde acompanhou a garota assassinada 5 dias atr�s?

Sim, de fato.

Outro crime.

Justo quando estava com o Inspetor Edwards. � desconcertante.

Estava preocupada com voc�.

O fato de ter dado carona para a garota me deixou preocupada e impaciente.

Querida, sou o Dr. Herbert Lyutak. Um homem que serve � pol�cia.

Te amo loucamente...

...sempre loucamente. Ardentemente.

E onde fica esse amor, Marzia?

Herbert, Herbert.

Aqui?

Ou aqui?

Eu te amo, Herbert.

Ou ser� aqui...

...ou aqui.

Queria abrir?

Ah vai...

H� bastante provas para det�-lo?

Claro. Estamos seguindo-o para ter provas definitivas, n�o ind�cios.

Esses indiv�duos se repetem. A doen�a deles est� aqui!

Acabei de ter um pesadelo. Terr�vel.

N�o. Voc� n�o!

Te amo. N�o posso te fazer mal.

� imposs�vel! � imposs�vel!

Eu sou sua.

Pode fazer comigo, o que quiser.

Marzia, te escrevi um bilhete...

...pelo anivers�rio do nosso casamento.

Ontem, esqueci de te dar.

Aqui est�.

Voc� � minha mulher. Eu te amo. Voc� me ama.

Mas sou um tolo impotente. Vamos nos separar, Marzia.

N�o quero sua infelicidade. N�o posso te fazer mal.

Voc� pode reconstruir sua vida. Eu, como homem, n�o sirvo.

Sou um cientista, mas como homem tenho uma mulher ainda virgem.

Com grande pesar te digo:

Vamos nos separar. N�o quero te fazer mal. Te amo.

Ficarei com voc�. Te amo do jeito que �.

N�o sabe como eu sou. N�o posso te explicar tudo, Marzia.

A cada dia � mais perigoso para voc�.

Fa�a comigo o que quiser.

Mas ficarei com voc�.

Talvez sonhei a sua realidade.

Mas, eu te amo como voc� �.

Te amo.

Herbert! Te amo, Herbert.

N�o vou me separar de voc�, Herbert.

Te amo como voc� �.

Do que tem medo? Te amo. Sou sua.

Sou sua.

Herbert, isso n�o. N�o!

N�o!

Hiena! Chega de voc�, Herbert!

Hiena! Voc� � uma hiena!

Chega! Chega, Herbert! Hiena, hiena!

Inspetor Edwards, sou Herbert Lyutak.

Penso que nessa noite poder� pegar no ato...

...o assassino que procura.

Um homem meu o segue dia e noite.

Quem?

O estacionador da boate.

Oh sim. Mas fiz minha pr�pria investiga��o...

...de car�ter Meteoro-Ps�quico.

Creio que localizei o momento e o lugar do pr�ximo crime.

Se a previs�o estiver certa em uma hora ele vai atacar...

...na piscina do parque.

Estar� l� tamb�m, Herbert?

Sim. Tinha me iludido com o poder... com o poder de curar este indiv�duo...

...que eu conhe�o, como uma pesquisa de ordem...

...bioqu�mica, cromoss�mica e de outro g�nero.

Mas, n�o pude faz�-lo.

� melhor terminar, acho.

Herbert, deixe a pol�cia cuidar disso. Fique comigo.

N�o posso perder esse encontro Marzia.

Aquele homem pode matar a pessoa que ama.

Ele poderia ser t�o covarde e tratar de desmentir suas confiss�es.

Essa noite vou induzi-lo a confessar.

Pego em flagrante, n�o haver�...

... possibilidade de voltar atr�s.

Parece falar de si mesmo, Herbert.

N�o, digamos que falo...

... de um amigo querido que se concede certas liberdades.

Fique comigo, Herbert. Sou sua.

Fa�a comigo o que quiser, mas fique aqui.

O que fazer com um marido que como homem n�o vale nada?

� o Inspetor Edwards. Quero quatro homens em dois carros civis.

Confirme comigo que a garota j� est� no local. C�mbio e desligo.

Voc� cuida da piscina. Fique em contato com os outros agentes.

Como sinal, tr�s assobios de coruja.

� o Dr. Lyutak. Um de n�s.

V� embora! V� embora!

Oh, � voc�, Dr. Lyutak.

Esperava algu�m mais?

Aquele que voc� indicou.

Lamento que a pol�cia tenha escolhido voc�.

� t�o jovem.

N�o estou com medo. S� um pouco tensa.

Sabendo que est� aqui me sinto mais tranquila.

Tem raz�o.

� mais divertido trabalhar com algu�m que conhece.

O que?!

O que est� acontecendo?

� de l� que vem o grito.

S�o os carros da pol�cia. N�o ficou nenhum.

N�o me deixe sozinha, doutor.

L�! Pare!

N�o a deixarei sozinha.

O medo, o medo deixa sair dos olhos um desejo curioso.

Esse grito ficou preso no meu c�rebro. Tenho vontade de gritar.

N�o � este o momento. Ele vir�.

Voc� tem um olhar t�o extraordin�rio que encanta.

Doutor, o chefe precisa de voc� l�.

N�o quero ficar sozinha.

Venha tamb�m.

N�o sou ningu�m. N�o vi nada. N�o tenho nada a ver com isso.

Eu me apresentei. Coloque no depoimento.

Quero todos os detalhes do lugar, entendeu?

Estou esperando o laudo cient�fico para as conclus�es.

Todos os agentes est�o vasculhando a �rea.

Eu me apresentei voluntariamente, n�o �?

Eu previ tudo. Local e hora.

Mas � a segunda vez que me escapa um detalhe...o assassino.

� a segunda vez que n�o ataca quem eu havia previsto.

Algu�m se antecipa.

Mas o que faz aqui? Justamente nesse parque que tinha que estar?

Por que, � proibido? Al�m disso, estava te seguindo.

Posso dizer quantos cigarros fumou. Eu a conhe�o da boate.

Ela � linda. Tem belas pernas, Inspetor.

Linda e viva.

Eu a segui. Est� viva!

Foda-se!

Essa � a verdade!

At� quando ficar� viva se continuar a segui-la?

O doutor, extraordinariamente intuiu tudo.

O erro, se puder chamar de erro, foi de 500 a 600 metros.

Mas, o que atraia sua aten��o? Ter� em mente um indiv�duo, um nome?

Talvez ele. Talvez ele, porque estranhamente, est� sempre presente.

E por acaso, voc� est� sempre l� tamb�m, hein?

Isso � estranho, hein?

A busca foi em v�o.

Estava no parque somente n�s e aquela desgra�ada.

A arma do crime n�o existe.

Existe! Existe!

Se ela foi apunhalada o punhal existe.

Como sabe que foi apunhalada...

...se quando chegou as feridas estavam cobertas?

Outro mist�rio de sua personalidade.

Al�? Sim, resid�ncia Lyutak. Eu sou a Sra. Lyutak.

Gostaria de falar com o professor Lyutak. � urgent�ssimo.

Herbert n�o est� em casa. Se deixar seu n�mero de telefone...

893... desculpe, o que devo dizer?

� a Srta. Heyndrich. � urgent�ssimo que me ligue.

Eu estava no parque. Diga que vi algo muito interessante...

...algo que eu j� sabia. E que reconheci imediatamente.

Pertence ao professor Lyutak.

Preferi n�o contar � pol�cia.

Quero falar primeiro com ele. Ent�o ele pode revelar a pol�cia.

Gosto muito do professor Herbert. Prefiro falar primeiro com ele.

Eu entendo. Farei que ligue para voc�.

Tenho uma absurda convic��o, Willy...

...o estacionador nos conduzir� diretamente para o assassino.

Para n�o cometer erro, quebraria sua cara para faz�-lo cantar.

� um rosto que nos serve saud�vel, no entanto.

Vamos tomar alguma coisa na casa da Srta. Heyndrich.

Mas a esta hora? N�o seria melhor dormir um dia destes?

Voc� dorme mais do que precisa. Willy,

Por acaso notou que a Sra. Heyndrich pegou algo que est� escondendo de n�s?

De onde?

Perto do cad�ver daquela pobre mulher.

N�o intervi porque queria verificar at� que ponto a Srta. Heyndrich...

...que � uma colaboradora da pol�cia, queria esconder...

...uma poss�vel pista. Inclusive a arma do crime.

Isso � incr�vel.

O mais incr�vel n�o � tanto o que ela escondeu de n�s...

mas "por que" ela manteve escondido.

H� um bar aberto, chefe? � contra o regulamento se tomarmos um caf�?

Gostaria de acordar.

� uma boa ideia.

Mas o qu�?

Quem �?

O que quer de mim?

Mas quem � voc�? O que quer?

O que quer?

Vai embora! Vai embora!

N�o! N�o!

- Est� tudo aberto. - Senhorita Heyndrich!?

Al�? N�o, n�o sou Heyndrich.

Ela tinha me telefonado. Sou o Dr. Lyutak.

Ela disse que era urgente.

Mas estive ocupado por um tempo.

N�s, por outro lado, encontramos tudo livre e aberto.

Mas da Heyndrich, nenhum rastro. Vamos mant�-lo informado, doutor.

A �gua est� quente.

Deve ter tomado banho e sa�do.

Deixando tudo aberto?

Ali, Inspetor!

N�o, pare! Pare!

Meu Deus! Deus! Eu a matei!

J� estava morta, Willy.

O cad�ver s� esperava que algu�m abrisse a janela para cair.

Se quiser vir, senhor, o ch� est� servido.

Eu te amo, Herbert.

Pensei que estivesse dormindo, querida.

Estas luvas come�am a ser um fato.

Tamb�m alguns fios de cabelo e manchas de sangue.

Com tudo analisado, poder� haver uma conex�o com a morte da Heyndrich.

O assassino tentou o suic�dio perfeito.

Todas as portas abertas, teriam causado uma leve corrente de ar.

Bastaria um leve movimento na janela para...

...precipitar o cad�ver, na beira do peitoril.

Por que n�o a jogou diretamente?

Um corpo que cai do 8� andar faz barulho...

...e pode chamar a aten��o, principalmente � noite.

O assassino desejava uma sa�da tranquila.

E havia pensado bem. O �nico inconveniente para ele...

...foi que a leve corrente de ar...

...fechou a porta do banheiro antes de faz�-lo com a janela.

� um mist�rio "o que" procurava o assassino da Heyndrich.

Deve ser aquela coisa que ela pegou.

E sobretudo o "por que" estava escondendo de n�s.

Pode ser essas luvas.

� muito improv�vel.

Um assassino n�o perde tempo tirando as luvas diante da v�tima.

O oposto, Willy. As luvas poderiam ser aquelas

... usadas pelo assassino da Heyndrich.

Ol�, Willy. Bom dia chefe.

Salve, Richard.

E o estacionador?

Depois que saiu do seu escrit�rio, correu para casa...

...como se tivesse pressa. Sim, muita pressa.

- Encontrou as luvas seguindo ele? - N�o.

Pelo menos 3 horas depois que o estacionador voltou. Por volta das 14h30...

...eu as peguei ali, no cruzamento.

A senhorita Heyndrich morreu entre o telefonema para a senhora Lyutak...

...e nossa chegada. Cerca de 2 horas atr�s...

...pelo menos na mesma hora que voc� encontrou as luvas.

E a casa da Heyndrich n�o � distante daqui.

Vamos bater um papo com o estacionador de carros.

Algu�m quis fazer uma piada com aquelas luvas.

Desde que sejam as usadas pelo assassino da Heyndrich.

S�o essas.

Quem sabe o estacionador possa indicar algu�m...

...que odeie ele?

� imposs�vel que n�o ou�a.

D� um empurr�o!

A cama nem foi tocada.

H� outra sa�da para o terra�o.

Pule esse muro, Richard.

Vamos descer por onde viemos.

L� certamente encontrar� outra sa�da. Te vejo l� embaixo.

E agora?

Me ferrou! H� uma sa�da na outra rua.

Volte e espere por ele. Ponha as algemas e traga-o para mim.

Estou encurralado, shit face!

O cabelo e o sangue pertencem a garota assassinada no riacho.

A mesma que o Dr. Lyutak acompanhou at� a boate.

Para ser claro.

No entanto o estacionador da boate n�o p�de ser encontrado.

N�o direi nada! Juro que n�o direi nada.

N�o... n�o direi nada!

N�o! Juro que n�o direi nada!

N�o! N�o!

Deixe-me!

Boa tarde, Sra. Lyutak. Agrade�o por vir.

Pe�o desculpas por este curioso encontro....

...mas queria mant�-la longe da curiosidade dos jornalistas.

Agrade�o pela aten��o Inspetor.

A senhora foi a �ltima pessoa a falar com a Srta. Heyndrich...

...e acredito, de coisas bastante delicadas.

E meus respeitos, senhora. Obrigado.

Boa tarde, senhora.

Boa tarde.

Te amo.

Te amo! Te amo, Marzia.

Mas, sou um tolo impotente.

Sou um cientista, mas como homem...

...tenho uma mulher ainda virgem.

Sou o professor John Barton.

Estudo as rela��es psicol�gicas entre alunos e professores.

E as confid�ncias feitas assim na hora...

...d�o a possibilidade de entender melhor os problemas das garotas...

... e tamb�m lan�ar luz e validade �s suas respostas.

Espero que possa colaborar comigo.

Fuck it!

Um momento.

Eu entendo. Estou ouvindo.

Good morning, Inspetor Edwards. Sou eu o Crocchetta.

Tenho no meu bolso a arma do crime. Ou pelo menos dois assassinatos.

Por que com essa arma foi assassinada tamb�m a Srta. Heyndrich.

Sim, a encontrei onde ningu�m poderia supor que estava, exceto eu...

...que j� tinha visto algo.

O resto, a raiva me fez ver!

Vou prolongar a conversa. Localizem de onde fala.

Sim, sim, escuto. Nem quero saber onde est�...

...porque confio em voc�. Que j� liberei duas vezes.

Sou eu o Crocchetta que n�o confio em voc�.

Por isso n�o disse que a garota assassinada na cabine telef�nica...

...era minha garota, a pobre Luisette.

Sim, voc� teria me detido para averigua��es e etc.

Mas, eu vi uma coisa.

Se dissesse agora, n�o acreditaria.

Tenho que ver ainda um par de detalhinhos.

Maldita, vou te pegar.

Al�. N�o, era com a mosca. Ainda est� viva.

Deveria me dar cr�dito por umas horas.

Meu nariz se meteu em um vazamento de g�s.

Um pouco de paci�ncia e te coloco em contato com o assassino.

Uma candidata assassinada ...

Com a m�o acabo com voc�!

Al�! Al�! Al�!?

Caiu a liga��o. Al�? Al�?

Al�? Que se dane! Al�?

N�o, a escola � perto do lago.

Te pego essa noite ou amanh� � noite.

Enquanto isso, escreva todas as coisas que possam vir na mente como respostas.

E tamb�m pergunte aos seus colegas, sem deixar saber que suas respostas...

...me servir�o para uma pesquisa. Seriam menos verdadeiros.

A tarefa me entusiasma. Ver� que ser� muito boa.

At� a noite, atr�s da escola, para que ningu�m nos veja. Tchau.

Tchau, Florence.

Eu te deixaria mais confort�vel.

Mas tenho que deix�-la assim.

Tem que encontr�-la como te deixaram.

Aposto que n�o me ouve.

Te "morfinizaram" muito bem, hein? Mas lhe faremos uma surpresa.

Em vez de um morto, encontrar�o dois vivos! Mesmo que nos tenham trancado aqui dentro!

J� solicitei sete vezes.

Veja de onde ligou, inspetor.

Imposs�vel!

Marzia! Espere!

Marzia, tem que vir imediatamente!

- Por que?! - Venha!

H� um homem na casa. Eu o tranquei no por�o.

Sa� para procur�-los.

Quem quer que seja n�o vou me arriscar a mat�-lo.

Melhor descarreg�-la.

Sinto muito, doutor.

Quem � voc�?

Mas est� viva!

M�os para o alto ou atiro!

N�o atire, doutor. As m�os est�o pra cima!

E agora fique parado e me escute! Na verdade, fique quieto e me escute!

Porque te quero dar!

Eu fa�o o m�dico e voc� a carni�a. Porque voc� � uma carni�a!

E j� que n�o sou m�dico, mas um estacionador de carros, tome isso!

A garota da boate. Voc� a matou.

Te vi passar com seu carro, mas n�o � verdade que tenha parado.

E se contou uma mentira para os policiais quer dizer que tem a consci�ncia suja.

Son of bitch! N�o se mova! Caso contr�rio, pode se machucar.

Sabe quando entendi tudo?

Quando matou a garota na cabine telef�nica.

Era minha garota! E voc� a conhecia. Voc� lembra?

Voc� lembra?

Mas eu estava na pol�cia quando mataram a Luisette.

Vi que lembra inclusive do nome.

E por que n�o disse � pol�cia? Queria me mandar para a cadeia?

Mas, aquele policial me liberou, e eu te segui passo a passo.

E contei os cabelos, que est�o sujos!

Queria matar essa...

A casa est� cercada! Crocchetta saia. Fique vivo!

Inspetor, uma agress�o.

Vivo ou morto, levem-no!

Por sorte, voc� chegou.

Mas, por que est� aqui?

Ele fugiu do nosso controle. Ent�o me ligou.

Quis fazer uma piada no telefone.

Depois desligou, mas o telefonema foi localizado.

Tinha aprisionado a Laurel.

Este bilhete me levou diretamente ao por�o.

Parab�ns, senhorita. Agiu com sangue frio excepcional.

Recebi a confirma��o por telefone. O estacionador de carros est� morto.

Parece que morreu batendo a nuca.

Enquanto tentava fugir, escorregou e caiu.

Dr. Lyutak, me ligue quando estiver calmo...

...e disposto para uma conversa...

...e quando sua empregada estiver em condi��es de ser interrogada.

Far�o um efeito imediato?

Far�o um efeito imediato?

Espero que sim.

Vou � pol�cia. Fique de olho nela.

Acordar� a qualquer momento.

Voc�, Joaquine, fique aqui e fa�a companhia � sua tia.

Certo. Essa era minha inten��o.

Isso encontramos no bolso do estacionador.

Voc�, Dr. Lyutak, o reconhece?

Claro, eu reconhe�o.

Sempre esteve no meu escrit�rio.

Me foi presenteado pela Srta. Heyndrich quando frequentava o curso de psicologia...

...que dei na pol�cia.

Voc� se lembra, inspetor, n�o �?

Eu lembro, de fato.

Algu�m para recuperar o punhal matou a Heyndrich.

E se... E se as conclus�es um pouco apressadas n�o tiverem me enganado...

... esse punhal � o mesmo que matou a garota do telefone e a prostituta do parque.

Isso poderia justificar a presen�a do estacionador de carros ...

...na minha propriedade. Ele roubou essa arma...

...e para disfar�ar... escolheu a maneira mais dif�cil.

Queria colocar na minha casa para desviar as suspeitas.

E tendo se dado conta, como eu me dei conta...

...que Heyndrich recolheu a arma que ele havia perdido...

...a matou, para recuper�-la.

E sim, na noite que Heyndrich foi morta eu tive que soltar o estacionador.

E n�s, Dr. Lyutak, ficamos juntos por algumas horas, para tentar uma solu��o.

Precisamente nessas horas que foi assassinada a Heyndrich.

Willy! A� est� a solu��o. Pena que ele morreu.

Seria divertido v�-lo confessar.

Mas o estacionador do parque era seguido por Richard.

Como ficou de olho no estacionador quando entrava em casa...

... podemos realmente confiar.

Depois, em um parque no escuro � f�cil se perder de vista.

Estava escuro naquela noite.

Mas tudo se encaixa perfeitamente. Uma t�bua pitag�rica.

Faltam s� umas v�rgulas. Mas, vou coloc�-las no lugar.

Salve!

Oi!

Estou desorientada Joaquine. Por mim, por Herbert. Tenho medo de tudo...

...inclusive pela Laurel. O que lhe fizeram?

Meus nervos est�o despeda�ados. Tenho at� medo...

... do que poder� dizer Laurel quando acordar.

Dir�: "Estou feliz por estar viva."

Tenho medo do Herbert.

� extraordin�rio como pode entender na medida certa, todos os nossos problemas.

Fala como um de n�s.

Desculpe, estou com uma terr�vel dor de cabe�a. Preciso de ar.

Florence.

Eu entendo. Por um tempo, n�o devo falar.

� um sil�ncio enorme. N�o cantam nem os grilos.

Mam�e se divertiria muito aqui.

Diz sempre que est� obcecada por ru�dos.

Fuja daqui.

Saia. Florence, v� para longe.

Mas, eu... mas...

V� embora!

Florence...

V� para longe.

Florence.

Vai!

Florence!

Florence!

Entre nossos amigos, se diz que uma vez drogado...

... basta deixar sair tr�s gotas de sangue para anular o efeito da droga.

Laurel. Laurel!

� estranho.

Que com a medica��o que lhe deu Herbert, ainda n�o acordou.

Tem respira��o e cor normal mas n�o acorda.

Acorda, acorda, acorda!

O Telefone, Marzia.

Vou atender.

Al�?

Al�? Al�?

Al�?

N�o h� ningu�m.

Se trata de um telefonema para nada. Acontece em todos os lugares.

Talvez minha voz seja antip�tica. Atenda voc�.

Al�. Al�! Al�!?

Al�. Al�!

� algu�m que se diverte.

Al�?

Por aqui!

Basta! Pare! O que est� fazendo? Assassinos! N�o!

Venha!

N�o, voc� est� me empurrando!

Quem apagou a luz?! Joaquine!

A luz! Quem apagou? Joaquine?

N�o! N�o!

Quem �? O que quer?

Socorro! Socorro!

Marzia! Marzia, socorro! Marzia!

Deixe-me ir!

Oh n�o! Me deixe!

Socorro! Socorro! Socorro!

O que nos fizeram? O que nos fizeram, Marzia?

Meu Deus. Me ajuda!

Chame a pol�cia! Chame a pol�cia!

Mas quem est� gritando?

Quem est� gritando?

N�o sei. N�o sei!

Ou�a. Est� me deixando louca.

� um gravador. S� um gravador.

Parece que n�o gostam de me ver.

N�o, Herbert. O que est� dizendo? Sinto muito. Tem sido um dia louco.

Acordou a Laurel?

Talvez sim.

Agora explicar�, qualquer coisa sobre este dia.

Eu tenho medo. Tenho medo do seu despertar.

Laurel � o menos importante.

Bem. Comecemos pelo menos importante.

Tenho medo.

Marzia!

A� vem Herbert.

Marzia, Laurel n�o est�. Aonde foi?

N�o! N�o!!

N�o!

Marzia! Marzia!

Marzia!

Herbert! Me ajuda!

Herbert! Me ajuda!

Marzia! Calma, Marzia!

Marzia!

Marzia, Marzia!

Marzia.

Oh, Marzia.

Onde est� Laurel? Onde est�?

Feche todas as portas, Herbert! Parafuse as janelas.

N�o deixe ningu�m entrar, n�o deixe ningu�m entrar!

� o fim, � o fim!

Marzia, n�o entendo. Por que, Marzia?

Marzia!

N�o podemos deix�-la sozinha, Herbert!

Explique que quem sair deve ser seguido no ato e que ningu�m entra a partir deste momento.

Est� bem. Eu farei.

Sinto muito por voc�, chefe.

Mas os fatos s�o mais importantes que nossos sentimentos.

N�o atenda. N�o atenda!

Vou atender.

Agora n�o, eu, n�o voc�!

Voc� n�o!

Al�? Al�?

N�o me importo se est� com a pol�cia.

Onde quer que esteja n�o quero falar com voc�!

Foi levada pela pol�cia.

A pol�cia a levou daqui. Est� com a pol�cia.

Bom, � melhor assim.

Ser� outra acusa��o contra o guardador de carros morto.

Sim. Certamente.

� melhor.

Marzia! Marzia!

Marzia!

Marzia! Marzia!

Marzia! Marzia!

N�o!

N�o!

Pare!

Marzia!

Me deixe! Me deixe!

Por que, Marzia?!

Por qu�? Por qu�?

Porque foi ela quem trancou a Lolel no por�o.

Foi ela quem a p�s para dormir com morfina...

...e tentou mat�-la com o g�s.

N�o!

Voc�! Marzia! Voc�!

Por qu�? Por qu�?

N�o, Joaquine.

N�o, n�o. N�o, Joaquine.

Herbert n�o precisava saber. N�o precisava saber.

Louca! A pol�cia sabe. Todos v�o saber tudo.

Herbert n�o. Herbert n�o precisava saber. Eu o amo!

Fiz tudo por ele. N�o precisava saber.

Queria morrer antes que ele soubesse.

Dr. Lyutak! Dr. Lyutak!

Estou aqui, inspetor.

Abra r�pido!

Sim, inspetor. Dois minutos e eu des�o para abrir.

Agrade�o, doutor.

Sabemos que podemos contar com sua colabora��o.

� a pol�cia, meu amigo, Edwards...

...junto com os outros.

Se Laurel disse tudo que sabia, restar� s� voc�.

Herbert estar� livre. Voc� n�o o ver� mais.

Eu te amei loucamente, sempre. Mas voc� nunca quis trair Herbert.

Em vez disso, o tio Herbert te traia.

Te entregar� � pol�cia, ficando livre.

Eu teria morrido com voc�, em vez de deixar que te levem.

N�o posso pensar que algu�m me tire a possibilidade de te ver...

...melhor morrermos juntas.

Herbert, em vez disso, te entregar� a pol�cia.

Te entregar� a eles para se livrar de qualquer suspeita.

Ele vai rir do seu amor, porque � um louco s�dico!

N�o!

� um louco criminoso!

N�o... n�o...

Herbert est� te entregando � pol�cia.

E n�o tem for�a para jogar na cara seu desprezo.

Por ele voc� matou, fazendo-me sua c�mplice.

Herbert!

Herbert!

Eu matei por voc�.

Luisette no parque do lago.

A Heyndrich para tirar de voc� qualquer suspeita...

...para evitar que se entregasse � pol�cia...

...porque sabia que queria fazer.

Eu teria morrido se tivesse te perdido.

N�o queria te perder. N�o queria te perder!

E Laurel sabe tudo. Sabe o que voc� fez.

Sim, ela suspeitava. Ent�o entendeu.

Depois viu minhas roupas ensanguentadas.

O punhal que a Heydrich pegou...

N�o... N�o!!!

Marzia! Voc� desperdi�ou sua vida.

N�o posso endossar seus crimes. E nem aceit�-los como presente.

Sou o Dr. Herbert Lyutak. Sempre lutei contra o crime.

Voc� � um covarde.

Um louco bastardo. N�o pode insultar seu amor.

Covarde! Covarde!

Covarde! Covarde!

Covarde! Covarde!

Covarde! Covarde!

Me solta! Me solta!

Herbert! Herbert!

Mova-se, tente abrir. Vou procurar outra entrada.

Ele n�o. Herbert, n�o!

Louco!

Pare, Joaquine!

Assassino!

Criminoso, criminoso!

S�dico, covarde! Covarde!

N�o, n�o.

Salve-se, Herbert!

N�o! N�o Joaquine!

Covarde!

- N�o te deixarei. - Herbert, socorro!

A pol�cia n�o vai te prender.

N�o vai te prender. N�o vai!

Professor!

N�o te levar�o.

Ningu�m poder� te tocar.

N�o, Herbert! Herbert!!

A pol�cia n�o vai te pegar.

N�o te levar� � pris�o!

Herbert!

Inspetor!

Edwards!

Edwards!

Siga o Crocchetta, Inspetor.

Inspetor!

Por ali n�o pode passar. Venha comigo.

Herbert!

� ele o louco. � um s�dico. � ele!

N�o! N�o!

Herbert!

Ajudem a Marzia...Ajudem...

Por ali!

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