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-Treinador, que tal uma cerveja? -Esque�a, Harry.
Sam disse que n�o devo servi-lo. Voc� � conversa fiada.
N�o, n�o � para mim. Estou esperando um amigo.
Um amigo?
Ele me pediu para fazer o pedido.
Ele pediu. Pediu. Ali�s, ele at� anotou.
-"Uma cerveja." -Espere a�. Espere, espere.
Um instante. Um instante, Harry. Deixe-me ver isso.
�, uma cerveja.
Eu precisava ter certeza.
Est� bem.
� um d�lar.
Um d�lar. Vamos ver. Puxa, eu tinha um d�lar.
Bem, tenho uma de 10. Tem troco?
Claro, com certeza.
Tome. Uma de 5 e quatro de 1, Harry.
Ora, veja s� isso. Achei a nota de um.
N�o preciso de trocado, Treinador. Por que n�o me devolve meus 10?
Est� bem.
Est� bem.
-Tome. -A� est�... Espere, espere. N�o.
Treinador, n�o quero andar com todas estas notas.
Ou�a, d�-me uma de 20 por tudo. O que me diz?
Combinado.
Ningu�m se mexa.
Ora, Treinador, n�o v� o que ele est� fazendo?
Ele est� enganando voc� com o troco.
N�o, n�o, Sam, ele j� me passou a perna, mas desta vez, n�o.
N�o mesmo. Pode crer.
Treinador, quanto dinheiro vai dar a ele?
-Vinte d�lares. -Quanto ele est� lhe dando?
Harry, seu miser�vel.
Sam, s� estou mantendo a pr�tica.
Ent�o, eu lhe dou uma nota de US$ 30.
-Ficamos quites. Est� bem? -O que acha, Sam?
N�o existe nota de US$ 30.
Quer apostar?
Saia do meu bar, Harry. Vamos, agora, fora.
Espere a�. Voc� me deve 10 d�lares. O que � isto? Uma espelunca?
Desculpe. Tome. Agora, v�.
Sabe, Sam... Sabe, voc� faz uma id�ia errada sobre mim.
N�o, n�o fa�o. E, Harry, voc� tem dez segundos para sair do meu bar.
E devolva o meu rel�gio, Harry.
S� estou tentando ajudar voc�s.
Se quiser dar uma melhorada...
-Fora. -Estou indo. Estou indo.
Cheers S01E04 "Sam at Eleven"
Resync Web-DL Evilkinder
-Boa tarde, pessoal. -Oi, Norm!
Pode me dar uma cerveja?
Como a vida est� lhe tratando?
Como se eu tivesse atropelado o c�o dela.
Est� meio atrasado, Norm. Por qu�?
Vera me arrastou para a ag�ncia funer�ria.
Tinha de providenciar nosso enterro.
Est� pretendendo morrer, Norm?
N�o marcamos nenhuma data, ainda...
mas voc� conhece Vera, ela gosta de tudo planejado.
�, vamos ser cremados.
Est� brincando? E o que v�o fazer com as cinzas?
Sabe, eu queria jogar na cara da m�e dela...
mas acho que vamos espalhar sobre as Adirondacks.
-Ol� para todos. -Oi, Diane.
Desculpe o atraso, mas ficar�o encantados quando souberem por qu�.
J� est�vamos encantados porque estava atrasada.
Tive a mais fant�stica discuss�o depois da aula...
-com o professor de hist�ria da arte. -Ah, �?
�. E sinto, sem sombra de d�vida, que entendo tudo de lmpressionismo.
-Ah, �? -�.
lmite Kirk Douglas.
Sam, desculpe ter me atrasado.
Posso fazer algo para compensar?
Pode, mas n�o faria.
Cheers.
Treinador, seu amigo, Walt.
Oh, Walt. Walt.
Walt, meu Deus, � t�o bom ter not�cias suas.
Estou t�o feliz que a opera��o acabou, Walt.
Ou�a, eu n�o queria dizer nada, antes...
mas suas chances ali n�o eram muito boas.
� amanh�?
Bem, ou�a, n�o se preocupe, Walt, voc� vai passar direto.
� super f�cil.
-Ol� para todos. -Dave!
O famoso comentarista.
-Oi, Treinador. -Bata aqui, amigo.
Dave, assistimos a seu programa toda noite.
-Que �timo. -� a melhor reportagem esportiva.
Ora, ora, o que temos aqui?
Oi. Dave Richards. Sou um velho colega de time de Sam.
Diane Chambers. Sou a nova gar�onete de Sam.
-Sam j� p�s a marca dele em voc�? -Dificilmente.
Bem, �timo, ent�o, este � o seu dia de sorte.
N�o s� sou incrivelmente boa-pinta...
mas sou incrivelmente rico e incrivelmente simp�tico.
E incrivelmente casado.
Bem, lamento saber.
Lamenta?
Claro. Eu esperava rejeit�-lo s� com base em sua personalidade.
Magra demais.
O Treinador pode lhe pagar uma cerveja?
-N�o, Sam, estou aqui a servi�o. -�, notei.
O que acha de ser meu entrevistado no programa de hoje, �s 18h?
lsso � fant�stico! Sam!
Quer me entrevistar? Estou longe do beisebol h� anos.
Entendo perfeitamente.
Voc� � um dos melhores substitutos que o Red Sox j� teve.
Carla tem raz�o. Voc� ainda tem um grande nome nesta cidade, Sam.
Poder�amos fazer a entrevista aqui mesmo, no bar.
N�o d� para pedir mais, Sam.
Al�m disso, voc� me deve um favor.
Devo?
Lembra-se daquela noite em Chicago, em 73? Duas jovens...
Os d�lares que peguei emprestado? Ah, �.
Dois jovens d�lares?
�, detesto quando ficam amassados.
N�o tenho mais pr�tica. Faz anos que n�o dou entrevistas.
Qual �, Sam? � uma boa publicidade.
-Ajudaria os neg�cios. -Certo, Carla.
E podemos aparecer todos na TV. Eu gostaria de me ver na TV.
N�o, n�o gostaria. Pode crer.
Acredite em mim.
Vamos l�, Sam, n�o tenho o dia todo.
-�, vamos, vamos! -Vamos l�, Sam!
-Aceite! -Vamos l�!
Sam, todos neste bar querem que voc� fa�a a entrevista.
Quase todos.
-Como assim? -Ora, deixe para l�.
Pode me dar licen�a um instante?
Diane, posso lhe falar l� nos fundos, um minuto?
-Claro. -Obrigado.
J� volto.
Tenho de corrigir uma funcion�ria.
-Posso assistir? -N�o.
Certo, qual � o problema?
O que o faz pensar que h� um problema?
Porque est� com cara de "Sam � um idiota...
que n�o entenderia nem se eu desenhasse."
Eu fico assim, �s vezes.
Sam, a quest�o � que voc� � um ex-prepotente.
-Ex-preparador. -Voc�...
� ex-preparador. Quantas vezes tenho de lhe dizer isso?
Ora, qual � a origem da palavra "preparador"?
Eu... Vem do franc�s, "prepare".
Sam, essas entrevistas de TV tipo "onde est�o eles agora"...
-Sim? -S�o deprimentes.
Sabe, toda vez que se usa "ex" na frente do nome de algu�m...
at� o cara mais atraente, brilhante, bem-sucedido...
Com licen�a, com licen�a. "Atraente"?
�. At� esses, sabe...
N�o sabia que pensava que eu fosse atraente.
Bem... Quando a luz reflete em voc� de certo jeito...
e seu cabelo est� bem penteado, e eu estou de costas...
�s vezes, voc� � meio n�o-repugnante.
�, � como as mulheres me chamam. " Alto, moreno e n�o-repugnante."
A tese que estou tentando demonstrar aqui...
� que, quando vejo um velho atleta revivendo seus dias de gl�ria na TV...
n�o posso evitar de sentir pena dele. E n�o quero sentir pena de voc�.
Espere a�. Sentir pena de mim?
Ou�a, isso me ofende. N�o precisa sentir pena de mim.
Sabe de quem deveria sentir pena? Eu lhe digo de quem.
Deveria sentir pena dos Flintstones.
Como �?
Bem, eles concorrem com o notici�rio das seis da tarde...
e, quando todo o mundo descobrir que "Mayday" Malone estar� no ar...
Bedrock vai se tornar uma cidadezinha bem solit�ria.
Martina Navra...
N�o. Martina Navra-mama-jama. N�o.
-Martina... -Dave, eu topo.
-Boa! -lsso!
Que �timo, Sam.
D�-me 20 minutos, eu j� trago a equipe.
Combinado. lsso me d� tempo para pegar o xale e o cobertor.
Dave, foi uma id�ia muito boa.
�, muito boa mesmo, n�o �?
Sim, j� era hora de voc� apoiar "Mayday".
Bem, na verdade, estou entusiasmado que ele tenha aceitado fazer isso.
Sabe, John McEnroe cancelou.
E Sam era sua segunda op��o?
N�o, Gerry Cheevers tinha viajado com os cavalos.
-Terceira? -M.L. Carr est� com laringite.
Quarta?
Jim Rice viajou, Robert Parish foi na semana passada...
e Becky Bannerman, o ginasta do colegial, est� fazendo excurs�o.
Mas Sam foi o primeiro cara aposentado em quem pensou?
-N�o. Bem... -Eu disse...
Sam foi o primeiro cara aposentado em quem pensou.
-O primeiro. -Ele se sente honrado.
Os Celtics est�o levando super bem, n�o �?
Desculpe, eu n�o estava ouvindo.
Estou praticando meu truque da moeda flutuante.
Como �?
� uma coisinha que eu fa�o.
Ent�o, � uma moeda preparada?
N�o, � uma moeda de meio d�lar.
D� uma olhada.
-Um truque, coisa assim? -N�o, sem truque.
-Fios e cabos, coisas assim? -N�o, sem fios, sem cabos.
Eu pego a moeda, seguro no ar, mais ou menos assim...
e, a�, solto bem devagarinho...
e ela fica ali.
Flutua.
Fica flutuando ali.
O que pensa que sou, pateta?
N�o pode fazer uma moeda flutuar no ar. De jeito nenhum!
-Cinco paus, se eu n�o conseguir? -Sim, eu... Dez! Dez pratas!
N�o, espere. Espere a�. Estou caindo em um golpe?
Voc� vai me dar 10 pratas se eu n�o conseguir?
Est� valendo, cara. Vamos l�.
-N�o consegui. -N�o, n�o conseguiu.
-N�o sei o que aconteceu. -Vou lhe dizer o que aconteceu.
Voc� acabou com os dez paus na m�o.
Treinador! Treinador!
-Quem � esse palha�o? -Que palha�o?
Harry! Harry, por favor.
-Harry. -Sam, estou indo, estou indo.
Eu s� estava brincando, est� bem?
Mas, a quem tiver um Honda, obrigado pela carona.
Ele tirou algo de voc�, Norm?
O que disse, Treinador?
N�o ouvi. Estou praticando manter esta moeda suspensa no ar.
Venha c�, venha c�.
-N�o, Carla, n�o, tudo bem. -Est� bem, est� bem.
Sabe, ele vai lhe perguntar: "Qual � sua maior lembran�a do beisebol?"
E vou lhe dizer qual �.
Tem de ser a dobradinha contra os Orioles, em 72.
Ele salvou as duas partidas, com sete lan�amentos.
-Sete lan�amentos. -N�o, n�o, espere a�.
Espere um instante, por favor. Espere a�.
Querem falar de emo��o?
Sam, conte sobre o dia da abertura, em Nova York.
Voc� veio do aquecimento, no s�timo...
as bases estavam carregadas de jogadores,
Bobby Murcer no centro...
Ele bateu um home run de 120 metros em cima de mim, Treinador.
Meu Deus, foi a coisa mais emocionante que j� vi.
Treinador, esta entrevista � de Sam.
Por que ele falaria de algo ruim que aconteceu com ele?
Tem raz�o, Carla. N�o sei o que � isso.
�s vezes, penso nas coisas mais brilhantes para dizer...
e, quando sai, � uma idiotice.
N�o faz sentido.
Bem, deveria ter ouvido antes de eu dizer.
-Todos prontos? -Sim.
Bem, "Mayday"...
-arrase. -Obrigado.
-Preparado, Sammy? -J�, j�.
Certo, pronto. Dave, eu gostaria de fazer assim, se n�o se importa.
Primeiro, podemos comentar qual foi minha maior emo��o no esporte...
depois, quero falar de minha vit�ria sobre o alcoolismo.
-�timo. Muito bom. -�, pode ser poderoso.
-�. -Muito poderoso.
-�. -Depois, podemos falar do Cheers...
do que estou fazendo hoje. E, se ainda houver tempo...
podemos falar do que eu faria sobre a crise no Oriente M�dio.
�, os Cubs acertaram aquilo em tr�s jogos e meio, n�o foi?
Vai ser uma noite animadora.
Pronto, Dave.
Muito bem, um pouco mais para a esquerda, pessoal.
-Gravar. -Gravando.
A��o.
Estou aqui, em um popular boteco de Boston chamado Cheers.
Qual � o problema com a voz dele?
-Ora, Diane, isso � televis�o. -Corte a fita, Ernie.
-Tenha d�, Sam. -Desculpe, desculpe.
-S�rio, agora, tenho de recome�ar. -Eu sei. Vai dar tudo certo.
Caramba!
-Gravar, Ernie. -Gravando.
Estou aqui, em um popular boteco chamado Cheers.
A maioria de voc�s, provavelmente, reconhece o homem ao meu lado.
Ou talvez n�o, se ele n�o estiver com seu uniforme do Red Sox.
Mas este � Sam "Mayday" Malone...
ex-grande lan�ador substituto do Boston Red Sox...
e hoje propriet�rio e barman aqui, no Cheers.
-Como vai, Sam? -Estou bem, Dave. Obrigado.
Que �timo.
Est� longe do beisebol h�... J� faz cinco anos?
-Sim. -Sente saudades?
Bem, sabe, sinto saudade dos f�s.
O povo de Boston era muito bom comigo.
�.
Conte-nos alguns dos grandes momentos que viveu aqui, Sam.
Bem, eu teria de dizer que foi um dia, em Baltimore.
Oh, legal. Quer nos contar o que aconteceu?
Bem, era... Eu estava cobrindo as duas pontas, em uma dobradinha.
Foi a velha hist�ria. Primeiro jogo, come�o do nono...
estou chegando com um homem na segunda e na terceira.
Est�vamos mantendo a lideran�a por um ponto, contra os Birds.
E Boog Powell ia entrar.
Dava para sentir o vento dos lances que ele fazia, se aquecendo.
O cara tinha o bast�o mais pesado da liga.
Os jornais s� falavam dele.
Ent�o, imaginei que o �nico jeito de pegar o cara...
j� que era t�o bom, era desafiando-o no primeiro lan�amento.
Se eu tentasse ser bacana, ele ia me matar.
E resolvi fazer com que ele esperasse, para suar um pouquinho.
Ajustei meu bon� umas duas vezes...
passei a m�o na resina algumas vezes...
dei duas ou tr�s voltas no monte.
Quando achei que ele estava preparado e ansioso, eu...
Dave, John McEnroe acaba de ligar.
Ele disse que tem de se abrir e contar uma coisa.
McEnroe.
Ei, Dave, o qu�...
Sam, obrigado. N�s nos vemos por a�.
O que houve?
Bem, acho que ele conseguiu uma entrevista melhor.
N�o, n�o, o que houve com o tal Boog?
Ele alcan�ou a terceira base.
Vamos l�, Treinador, vamos servir umas bebidas.
�, certo, Sam.
T�nis � jogo de maricas.
Vamos, h� pessoas com sede aqui, certo?
-Que pena Sammy. -N�o. Tudo bem, tudo bem.
Ou�a, vou l� para tr�s, fazer uma faxina.
-Esse � nosso trabalho, Sam. -� meu bar, Carla.
Ou�a, Carla, pode atender meus clientes...
enquanto eu estiver fora, por favor?
Claro. Assumo, banco a esquisita, sirvo as bebidas erradas.
-N�o v�o nem notar que voc� saiu. -Obrigada.
Sam, este pode ser um momento crucial em sua vida.
� fundamentalmente importante que administre bem as suas emo��es.
A pior coisa que algu�m, em uma situa��o assim...
poderia fazer, agora, seria reprimir o que sente.
Diane, d� o fora, por favor.
Voc� precisa p�r para fora.
Liberar-se.
Gritar.
-Saia! -Maravilha.
Muito bem, ent�o.
Agora, precisamos passar dessa brutal libera��o emocional...
para algo mais cerebral.
Diga-me o que sente, em uma senten�a...
que � seu problema, no momento.
Voc� n�o sai.
Vamos voltar a isso.
Outros j� passaram pelo que est� sentindo.
De um modo ligeiramente diferente, at� eu.
Gostaria que eu partilhasse com voc� uma experi�ncia de minha vida...
em que fui terrivelmente derrotada e humilhada?
Diane, n�o quero ouvir a hist�ria da protagonista de pe�a do colegial.
N�o � hist�ria de protagonista de pe�a do colegial.
Nem a hist�ria do "n�o me convidaram para o baile de formatura".
N�o � esse tipo de hist�ria.
Com certeza, n�o quero saber a da "n�o fui eleita animadora de torcida".
Est� bem, se vai fazer piada disso.
Acertei, n�o acertei?
-Vamos, eu acertei. -Ah, Sam, eu era �tima.
Ou�a, o que aconteceu comigo hoje p�s ponto final em minha carreira.
A �ltima coisa de que preciso � de uma animadora de torcida.
Ora, � do que mais precisa.
Sabe...
estava olhando para voc�, naquela entrevista, hoje.
N�o vi um "j� foi, ex, antigo, j� era".
N�o. Vi um homem com um passado digno de muito orgulho.
E com um futuro que d� muita esperan�a.
-�? -�.
Claro, ajudou muito o fato de estar ao lado de um Cro-Magnon.
Mas, Sam, a quest�o � a seguinte.
Voc� tem de deixar o passado para tr�s.
Tem de se virar e enfrentar o futuro. Olhar para ele.
Tem de abrir os olhos e ver o que est� � sua frente.
Voc� � jovem, est� vivo. Sinta isso. Sinta isso no corpo todo.
Aprecie o que tem. Viva o dia de hoje.
V� em frente, Sam. Estou dizendo, v� em frente!
Voc� est� bem?
Estou, estou.
Estou... Estou bem, bem.
Ei, veja.
Uma das luzes queimou.
� um reflexo, Sam, sabia?
Aprendi isso em uma aula. Feminismo Pr�tico.
Qual foi a prova final? Aleijar um Buick?
Ou�a, sinto muito ter feito isso...
mas entrei aqui com inten��es bastante honradas...
de tentar ajudar voc�.
N�o, sinto muito, tem raz�o. Obrigado.
Ou�a, agrade�o muito que tenha vindo aqui.
Foi o ponto alto do meu dia.
H� quanto tempo voc� queria fazer isso?
Fazer o qu�?
Beijar-me.
H� quanto tempo voc� nega esse desejo ardente?
Foi de repente. Um impulso.
�timo.
Porque, se estava pensando em algo entre n�s...
est� fora de quest�o.
N�o, n�o pensei.
�timo.
Ou�a, Diane...
obrigado.
Vou deixar o passado para tr�s...
e, amanh�, vou me sentir melhor. Mas hoje vou me sentir mal.
Est� bem?
Est� bem.
Sam, pode me fazer um favor?
Quer que eu tente pegar sua bolsa, n�o �?
Est� bem, eu mere�o isso.
N�o, estou intrigada. Quero saber do tal Boog.
-Do qu�? -O cara de Baltimore.
Ou�a, Diane, eu vejo quando algu�m � condescendente.
N�o me formei em 80 coisas, mas vejo quando algu�m � condescendente.
Segundo jogo, come�o do nono. Boog entra de novo.
De novo?
Estou vendo o palha�o dos meus sonhos.
Se mandar uma bola baixa, estamos a cinco jogos do primeiro lugar...
faltando oito para jogar.
S� h� um cara na base, mas acontece que ele � Don Buford.
Ele est� l�, na primeira base, dan�ando.
Eu tinha de ir l� vinte vezes.
Para falar com ele sobre a dan�a?
N�o, n�o, sabe, primeiro, voc� tem de lan�ar a bola...
para manter o corredor mais perto..
-Se n�o, o que acontece... -Espere, espere.
Voc� n�o lan�a a bola para o batedor?
Ou�a, esta hist�ria n�o vai dar em nada. Vamos deixar para l�.
�timo, agora, temos tempo para a hist�ria de animadora de torcida.
Est� bem, est� bem. Buford est� na primeira.
-Onde? -Bem aqui.
Bem ali. Largue, largue, Engano comum, senhores.
Engano comum.
Vou lhe dar outra chance. Vou lhe dar outra chance.
De novo. Qualquer um pode cometer esse erro. De novo.
-De novo. Uma vez, duas, tr�s. -Quero dobrar.
Vou lhe dar uma m�o. Qual?
-Quero dobrar. -Bem aqui.
Bem ali. Senhores, senhores... De novo, de novo.
Por favor, por favor, por favor.
Estou dando uma chance de empate. Eu me sinto p�ssimo.
De novo.
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