All language subtitles for Mare.of.Easttown.S01E05.Illusions.1080p.AMZN.WEBRip.DDP5.1.x264-TEPES

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

- Vov�? - Drew?

- Vov�? - Espere.

- Drew, venha aqui. - J� vou sair.

- Est� escuro demais. - Est� tudo bem.

- Cheguei. - A vov� est� aqui.

Vamos l�. Pronto, segure em mim.

- Temos alguma lanterna? - Temos. Perto da pia.

- S� uma funciona. - E velas?

- Sim. Temos algumas. - Minha tartaruga!

- O que foi? - Eu deixei no ch�o.

Caramba! Ela deve estar cagando em tudo.

Tudo bem. V� com a bisa, pegue o meu celular.

A vov� n�o quis dizer "cagando". Obrigada, querida.

Est� todo mundo bem? Tenho umas pilhas extras.

Oi, pai!

- � o vov�. Ele trouxe pilhas. - Fala, cara.

Vamos l� ver a Lua, acender umas velas...

- Quer uma no seu quarto? - Obrigada.

Vai ficar tudo bem, Ryan.

Este � o nosso segredo.

S� nosso.

QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL | loschulosteam@gmail.com

QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL | loschulosteam@gmail.com

Meu Deus...

7522 para Central. Ambul�ncia urgente.

Estou no local do acidente na Panel Road.

A v�tima � Betty Carroll. Ela est� sem pulsa��o.

Como est�o as coisas com a Faye?

N�o muito bem no momento.

Sinto muito.

N�o sinta. Vamos dar um jeito.

J� passei por coisa pior, vou superar.

Como voc� est�?

N�o tenho perguntado muito isso ultimamente.

Tudo bem, pai. De verdade.

N�o est� bem, n�o, querida.

Por muito tempo,

sua m�e e eu nos envolvemos tanto nos nossos problemas

e nas quest�es do Kevin,

que nos esquecemos de perguntar de voc�.

Acabo deduzindo que voc� est� bem, e n�o � justo, Siobhan.

N�o vou mais fazer isso, est� bem?

Conheci uma pessoa.

Voc� conheceu uma pessoa?

Maldita tartaruga!

Que dia � hoje, Kev?

Hoje �...

s�bado!

- Dia 14... - Dia 14...

- De agosto. - De agosto!

- O que tem de especial hoje? - � o meu anivers�rio!

Uma brisa gostosa, a �gua tamb�m.

Voc�s est�o vendo o lago atr�s de n�s.

Vem comigo, m�e. Vamos pular juntos.

- Um, dois, tr�s! - Dois. Tr�s.

O Kevin era uma crian�a bem normal.

Engra�ado, bobo, ativo.

O diagn�stico de Tourette veio quando ele tinha oito anos.

Logo depois, veio o transtorno de humor.

Ele batia na irm� e em mim,

tinha ataques violentos pelas m�nimas coisas.

O comportamento dele j� assustou voc�?

Algumas vezes.

Voc�s tentaram terapia, talvez algum rem�dio?

Meu Deus!

O que n�o tentamos?

Adderall, Ritalina, Epitol, Loxitane...

A Olanzapina foi a pior.

Ele engordou muito e todo dia implorava

para n�o o for�armos a tomar aquilo.

Os rem�dios o ajudaram?

Um pouco.

Existe algum hist�rico de transtorno de humor

na sua fam�lia, al�m do Kevin?

Meu pai era depressivo.

Ele nunca foi oficialmente diagnosticado,

mas minha m�e o mandava sair quando via que ele estava mal.

Ele ficava na casa do irm�o por... algumas semanas

e voltava quando se sentia mais forte.

E voc�?

Algum per�odo de depress�o?

Sim... em alguns momentos.

Pensando agora,

provavelmente tive, sim.

Houve um per�odo ap�s o nascimento da Siobhan,

quando o Kevin tinha come�ado a dar trabalho...

Sim.

Mas minha m�e nunca teve paci�ncia para nada disso.

Ela estava sobrecarregada com o meu pai,

e eu n�o queria levar mais problemas para ela,

ent�o, fui me virando.

E como o seu pai se virava?

Ele se matou com um tiro.

Eu tinha 13 anos.

Sinto muito, Mare.

Deve ter sido dif�cil para uma crian�a.

O que voc� sentiu?

Que eu n�o era suficiente para ele.

Voc� acha que pode ser

heredit�rio?

O qu�?

Suic�dio, transtornos mentais...

Li v�rios artigos sobre cientistas que acham

que isso � passado de gera��o para gera��o.

Voc� acha que talvez...?

O que voc� busca quando l� esses artigos?

Acho que esperan�a.

- De que o seu neto n�o acabe... - Como o meu pai.

Ou como o Kevin.

Voc� se preocupa com isso?

Meu Deus! Sim.

Morro de medo.

Coitada da Betty Carroll.

Ela s� foi comprar cereal,

mas teve um infarto e bateu naquele poste.

- Os cereais a mataram. - N�o exatamente, m�e.

A Sra. Carroll ia ter um infarto com ou sem os cereais.

N�o necessariamente. E se ela viu um animal na rua

que a assustou e fez o cora��o dela explodir?

- Drew, vai p�r o pijama. - S� um minuto.

Voc� disse isso 10 minutos atr�s.

Vai p�r o pijama agora. Agora. Vai!

Anda. Vai.

- Passa essa maldita bola! - Passa!

- Voc� gosta deste? - Gosto.

- Que bonito! - Ficou lindo.

Pulseira?

Assisti ao seu document�rio.

� mesmo?

Achei lindo, Siobhan. Fiquei emocionada.

Foi bem corajoso.

Obrigada.

Tive uma professora de m�dia no primeiro ano,

uma mulher inspiradora chamada Meg Frawley,

e ela chefia o Departamento de M�dia da Cal Berkley

desde o ano passado.

Voc� deveria falar com ela. Voc�s se entenderiam bem.

Cal Berkley? Na Calif�rnia?

Sim, meu amor. Na Calif�rnia.

- J� mandei as minhas fichas. - Mas s� converse com ela.

Se voc� n�o gostar do que ela disser,

terei feito voc� perder 20 minutos e vou compensar isso.

- Como? - Vou pensar em alguma coisa.

Ela est� t�o feliz!

Ficou louca para experimentar os vestidos a semana toda.

N�o conte a ela, mas chamamos uma limusine

para levar a Moira e o amigo dela ao baile.

Que demais!

Que maravilha! Ela vai adorar.

Muito bem. Hora de dormir.

Diga boa noite.

- Diga boa noite. - Boa noite, Ryan.

- Tchau, querido. Durma bem. - Escove os dentes.

- Boa noite. - Mais cerveja?

- Eu quero. - Pra mim, n�o.

- A Lor contou a novidade, Mare? - Que novidade?

Fomos visitar o Kenny na cadeia, e ele perguntou

se poder�amos cuidar do DJ, o filho da Erin.

Cuidar dele?

Tipo... adot�-lo?

O que voc�s disseram?

Que �amos pensar.

O Kenny vai falar com o advogado.

O DJ continua com o Dylan e os pais dele.

Voc� acha que o Kenny batia nela, John?

- Na Erin? - Por favor! Sabemos como ele �.

�s vezes, ach�vamos que as coisas n�o iam bem,

mas a Erin era forte como a m�e dela.

A Rachel n�o contou a ningu�m que estava com leucemia

at� estar em fase terminal.

A Erin era bem assim.

Ela n�o falava de nada.

N�o, mas sab�amos que ele n�o a tratava bem.

Claro. Por isso cuid�vamos dela.

A Erin at� morou com o Billy um tempo.

Quando ela morou com voc�, Bill?

Nossa! Foi h�...

Foi h� uns tr�s anos. Pelo menos isso.

Por que ela foi para l�?

A m�e dela tinha morrido,

o Kenny estava bebendo muito, eu acho.

N�o a quer�amos perto daquilo tudo.

Ent�o, eu a chamei para morar comigo

e fiz um quarto no por�o.

Quanto tempo ela ficou l�?

- Umas tr�s semanas, talvez... - Foi um pouco mais, n�o foi?

Acho que foram pelo menos uns dois meses.

N�o lembro mesmo. J� faz muito tempo.

- Preciso ir. - Aonde voc� vai?

Ao evento beneficente pra filha do Matty no Duffers.

Eu disse que passaria l�.

- Boa noite. - At� mais.

- Tchau, Bill. Divirta-se. - Obrigado.

Tchau.

Voc� j� deve saber do DJ.

O que vai ser dele agora?

Meus pais e eu conversamos com a assistente social ontem.

Seus pais querem ficar com ele?

E o que voc� acha disso?

Vai ter que v�-lo todo dia, sabendo de tudo?

N�o sei... � muito estranho, sabe?

Como est� a sua situa��o?

Meu advogado acha que posso fazer um acordo.

Vamos ver.

Seja como for, nada de faculdade no ano que vem.

Vou me matricular na escola de est�tica Hopkins, na 352.

Minha amiga estudou l�

e trabalha em um sal�o bom em Bryn Mawr,

arrumando o cabelo das riquinhas.

Toda hora penso que vou acordar e ver que era um pesadelo.

Voc� deve ter ficado com medo.

Fiquei.

Escute...

Sabe, Dylan...

se voc� quiser conversar

ou quiser algu�m al�m dos seus pais...

Tenho outros amigos.

Olha...

N�s namoramos quanto? Uns dois meses

antes de tudo acontecer?

S� quero dizer

que voc� n�o precisa mais vir aqui se n�o quiser.

Tem algumas coisas sobre aquela noite...

Quando acordei, voc� n�o estava na cama.

- Eu devia estar no escrit�rio... - Voc� n�o estava, n�o.

- Ent�o eu estava aqui fumando. - Tamb�m n�o estava.

Dylan, andei pela casa toda, e voc� n�o estava.

Aonde voc� foi, Dylan?

� melhor voc� ir embora.

D� o fora daqui agora.

H� quanto tempo voc� est� aqui?

Acho que talvez um ano.

Nos primeiros meses, fiquei como voc�, confusa.

Tinha uma outra menina aqui, a Hillary.

Ela cuidou de mim enquanto sofri de abstin�ncia.

Aonde ela foi?

Ela ficou gr�vida.

Dele.

E ele n�o gostou.

Um dia acordei, e ela tinha sumido.

N�o se preocupe, ele n�o vem hoje.

Sexta-feira � dia de p�quer.

Se vem algu�m, ele nos amarra para ficarmos quietas.

A� est� ela!

Pedi um caf� para voc�.

- Era para eu pagar hoje. - Que pena! Cheguei antes.

Voc� est� �tima.

Como vai indo, Tam?

- Sou av� agora. - N�o brinca!

Que bom!

Voc� ainda trabalha?

Tenho uma clientela pequena ainda.

Uns velhinhos que visito uma vez por semana

pra fazer c�cegas no saco deles.

Mas paga o aluguel.

Posso ficar mais tempo com meu neto.

- � isso a�. - Como posso ajudar, Mare?

Lembra que falamos dela no ano passado?

- Claro. - � a Katie Bailey.

Desde ent�o, mais duas meninas sumiram.

Ela est� desaparecida.

- Esta aqui est� morta. - Nossa!

N�o conhe�o esta aqui.

Esta aqui eu j� vi.

- Certo. - L� no Harrah's, � beira do rio.

�s vezes, na esquina da Belmont com a Coldwell.

Voc� � desenhista agora, Mare?

N�o. Ele � s� um cara que fica por a�...

- No Harrah's, voc� disse? - Isso.

N�o fico mais l�, mas �s vezes dou uma passada

e falo com algumas meninas.

Eu a vi l� algumas vezes.

Voc� poderia perguntar por a�

se algu�m suspeito tentou sair com elas?

Com certeza. Vou perguntar e ver o que descubro.

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL

Acertei!

Caramba! As coisas dela.

Ela deixou tudo cair. Olhe pra ela voltando.

Olhe s� pra ela. Meu Deus!

- Meu Deus! - Jogue de novo.

Acertei!

Lamba os dedos, retardada!

N�o acredito.

Sai da�!

- Sai! - Me solta!

Ele mereceu.

Voc� quer me dizer o que houve?

Tem a ver com o seu pai?

Vi voc� com ele no quarto.

Ele pediu

para voc� guardar algum segredo?

Ele est� fazendo de novo?

Ryan. Ryan.

Ryan!

Seu pai est� fazendo aquilo de novo?

Ryan, pode olhar para mim?

� com a mesma mulher de antes?

- Obrigada por virem. - Foi tudo t�o r�pido!

Sinto muito.

Voc� acha que, em parte, o Sr. Carroll est� aliviado?

- Sei l�... - Meu Deus, Mare!

Ela o deixava louco. Voc� mesma j� disse.

Voc� pode dizer isso de algu�m vivo.

Ap�s a morte, todos s�o santos.

A Betty era uma senhora simp�tica.

Obrigado.

Voc� falou com o Frank recentemente?

N�o. Por qu�?

A filha da Karen Cominsky trabalha no Springton Inn.

Era para a Faye ter ido ver o sal�o de festas,

mas ela n�o apareceu.

Sei l�...

- � dif�cil. - Com licen�a.

- Com licen�a. - Claro.

Ol�, pessoal.

Ol�, pessoal.

Ol� a todos.

Aten��o!

Primeiro, quero agradecer a todos

por terem vindo homenagear a minha querida Betty,

mas tem uma coisa que quero dizer e tenho que desabafar.

Eu ia contar � Betty, mas agora n�o d� mais

e n�o consigo mais viver com isso.

N�o consigo viver com a culpa.

Eu tive um caso

com a Helen Fahey.

Preste aten��o. "Caso" � um exagero. E dos grandes.

Foram duas vezes.

Tr�s vezes, no m�ximo.

O fato de eu nem lembrar quantas vezes

j� mostra o quanto significou para mim.

Que idiota anuncia isso no vel�rio da esposa, caramba?

- M�e. O que voc� acha? - Voc� n�o ia com o vermelho?

- Tentei, mas n�o ficou legal. - N�o, n�o.

Volte e ponha o vestido vermelho.

Ele est� na porta, m�e.

Nesse caso, voc� est� �tima.

Destruidora de lares.

- Minha nossa! - Vamos.

Vamos. Tchau!

Recebemos as informa��es do Sidedoor?

Sim. O Hauser e eu interrogamos os tr�s que contataram a Erin.

E a�?

Todos tinham �libis.

�libis s�lidos?

Sim.

- Merda! - Pois �.

E o laudo de bal�stica da bala do Parque Brandywine?

Mare, posso ser suspenso

por discutir uma investiga��o em andamento com voc�.

Qual �?

O laudo chega na segunda. Podemos falar de outra coisa?

Sim, claro. Tudo bem.

Isto aqui �...

um encontro, certo?

Certo.

Drew! Obrigada por me chamar.

Claro.

Achei que ajudaria a entender a rotina dele.

Certo.

Sempre tenha uma toalhinha quando lavar o cabelo dele.

Ele grita se o olho arder,

mesmo com o xampu que n�o arde.

� bom saber.

- E nunca o deixe sozinho. - Certo.

Ele � bem agitado

e pode escorregar e bater a cabe�a.

Sim, � claro.

N�o. Vou pegar o seu xampu para lavarmos o seu cabelo.

Por que voc� est� me ajudando?

Por ego�smo, querida.

� medo de voc� ganhar a guarda e nos eliminar da vida dele.

E n�o posso perder mais um.

Certo...

Ent�o, voc� est� pronto?

Voc� n�o gosta de xampu no olho, n�o �?

- Como est� a sua comida? - Boa.

Eu tamb�m estava de olho no tortellini.

- �? - Parecia ser bom,

mas desisti na �ltima hora por causa da abobrinha.

Nem d� pra sentir o gosto.

Viu s�? Eu deveria ter pedido.

Eu tento comer coisas diferentes, mas � dif�cil.

Eu estava vendo um programa de culin�ria,

e o cara estava comendo uma coisa l�

e era tipo um marisco. Era nojento. Eu fiquei...

- O nome era abalone ou... - Acabei de pensar numa coisa.

Foi o mesmo que eu pensei?

O qu�?

S� uma garfada. Eu ia pedir uma garfada.

N�o, Zabel. � sobre o caso.

Tem uma menina de Nova Jersey

que sumiu h� alguns anos em Melville.

O nome dela era Hillary Cassell. Ela...

A hist�ria dela era parecida

com a da Missy e a da Katie. Drogas, prostitui��o...

Achei que f�ssemos falar de outra coisa esta noite.

Passamos meia hora falando da sua gagueira na inf�ncia.

Ent�o... Escute.

Tem um investigador em Melville chamado Jimmy Miller.

Diga a ele que mandei ligar e pe�a os arquivos...

Mare...

Por que voc� n�o me contou

que foi � par�quia anterior do di�cono Mark?

Voc� foi l� e fez perguntas sobre o di�cono Mark.

N�o contei porque ele n�o disse nada de novo.

N�o foi nada de mais.

Ele foi interrogado pela diocese e...

Eu sei o que ele disse, porque tamb�m fui at� l�.

Como um idiota. Mas a quest�o n�o � essa.

A quest�o � que estou mostrando todas as minhas cartas,

e voc� n�o est� me mostrando as suas.

Seja adulto. Estou tentando ajudar voc�.

Me ajudar?

Ou se ajudar?

Desculpe.

Desculpe, Mare. Estou meio confuso.

Sabe o que minha m�e me disse quando sa� para pegar voc�?

"A Mare s� vai sair com voc� para ficar perto do caso."

� agora que voc� me diz que ela estava errada.

Boa noite.

Ryan... � culpa minha, e vou resolver tudo.

Vou resolver.

Prometo.

Voc� s� tem que ficar firme.

Ryan?

Ryan?

O que voc� disse � investigadora?

Que os di�rios estavam no esconderijo antigo.

Ela ligou ontem perguntando de um colar.

E o que voc� disse?

Nada. Como voc� mandou.

Tome.

Isso n�o morde, n�o.

Onde est�o?

Est�o aqui.

DINHEIRO PRA CIRURGIA DO DJ

Vamos. Dissemos que n�o ir�amos ler.

Que merda!

- Merda! - Dennis? O que aconteceu?

- Ele vomitou. - Um pedido para a St. Michael.

- Foi desse padre que eu falei. - O esquisit�o?

Que esquisit�o?

A minha m�e � bem envolvida na igreja, voc� sabe.

Ela me mandou ficar longe dele.

Ele supostamente estuprou uma menina de 14 anos.

Obrigado.

- Que merda! - Pois �. Horr�vel.

Que depravado!

Padre!

Soube que voc� pegou uma coroinha.

Que palha�o!

- Ficou surdo, padre? - Falei com voc�, tarado!

- Responda! - Tarado!

Seu ped�filo!

Quer uma toalha pra se limpar?

- Vamos. - Vai se ferrar.

Por que voc� est� lendo? Traga aqui.

Sinto muito por isso.

Voc� deve saber das meninas desaparecidas.

Meu marido tem 77 anos.

Ele tem dem�ncia.

Algumas noites, ele escapa depois que eu durmo

e esquece qual � a nossa casa.

Que idiota acharia que ele � o assassino?

- Onde voc� estava com a cabe�a? - Ele estava olhando pela janela.

- Achei que... - Achou o qu�?

Que ele tinha sequestrado as meninas

e matado Erin McMenamin?

Ele nem lembra qual � a casa dele.

O que eu falei sobre ficar longe?

- Eu esqueci. - N�o me venha com essa.

N�o.

V� para casa.

Mark?

Est� tudo bem?

Me deixe em paz, Dan.

Meu Deus!

- Voc� est� bem? O que houve? - Me deixe em paz.

- Me deixe ver isso a�. - Saia daqui!

Por favor.

- N�o aguento... - Calma.

N�o aguento mais.

Me deixe ver o seu rosto.

- Quem fez isto? - Por favor.

N�o importa.

- Precisamos chamar a pol�cia. - N�o, Dan.

Estive com a Erin na noite em que ela morreu.

Com ela?

Voc� disse que tinha sido por telefone.

Ela me ligou chateada e pediu para ir busc�-la.

Fui at� Sharp's Woods

e pus a bicicleta dela no meu porta-malas.

Eu s� ia lev�-la para casa, mas ela recebeu uma mensagem

de algu�m pedindo que ela fosse at� o Parque Brandywine.

Ela me pediu para lev�-la, e eu disse que sim.

Eu fui. Tentei convenc�-la a ir para casa,

mas ela estava hist�rica. Hist�rica mesmo.

E ela saiu correndo.

Por que n�o procurou a pol�cia?

Por que n�o contou isso?

Tenho uma acusa��o pr�via,

e a bicicleta dela estava no meu porta-malas.

Fiquei com medo.

E eu a joguei no rio.

Joguei no rio.

Voc�...?

O qu�? Matei a Erin?

Se eu disser que n�o, voc� acredita?

N�o entendo por que ela vem aqui.

- Ela n�o estava fora do caso? - Ela est�.

E voc� acha uma boa ideia sair com ela?

Sei que voc� gosta dela, Colin.

- Como voc� sabe? - Vejo como voc� olha para ela.

E conhe�o voc� melhor do que ningu�m.

Sei l�.

Tome cuidado. S� isso.

Tomei cuidado a minha vida toda.

Veja aonde cheguei.

Tchau.

Obrigado por ir comigo.

Sou o investigador do caso.

Claro.

Foi em abril.

Eu estava perto do rio. Geralmente, n�o trabalho l�,

mas meus clientes cancelaram, e eu precisava de dinheiro.

Certo.

Um cara parou, ele parecia normal.

Eu entrei, ele estacionou perto do est�dio,

fui para o banco de tr�s

para tirar a roupa

e, antes de qualquer coisa, ele me agarrou pelo pesco�o.

Achei que meus olhos fossem saltar, tudo ficou escuro,

comecei a chutar, me debater...

Qualquer coisa para sobreviver.

Acho que acertei o cara,

porque abri os olhos, e ele estava com a m�o no rosto.

Pulei pra fora do carro e corri.

O que voc� consegue falar dele?

- Ele era branco? Negro? - Ele era branco,

tinha barba,

fumava...

Winstons.

S� notei isso porque a minha av�

era a �nica pessoa que eu tinha visto fumar Winstons.

Voc� se lembra de algum detalhe do carro?

Era um furg�o.

Que tipo de furg�o?

Um furg�o comercial, talvez.

Era azul.

Anotei uma parte da placa.

Fiquei com medo de ele voltar

pra me procurar.

- Placa da Pensilv�nia? - Isso.

Jos�? � o Zabel. Preciso que fa�a uma busca

de uma placa parcial por todo o condado.

Um furg�o comercial azul, placa GHD.

Em quanto tempo?

Tudo bem. Obrigado.

E a�?

Meu contato vai fazer a busca em at� duas horas.

Me desculpe por ontem.

N�o precisa se desculpar, Mare.

Voc� s� foi sincera quanto ao que sente.

N�o consigo fazer tudo isso.

Tudo o qu�?

O que voc� quer.

Como voc� sabe o que eu quero?

Minha vida � um show de horrores.

Vou perder a guarda do meu neto,

ainda estou lidando com quest�es de um filho que se matou,

e o meu ex-marido basicamente mora no meu quintal.

Voc� est� certo. N�o sei o que voc� quer,

mas sei que n�o � isso.

- Voc� poderia ter dito antes. - Eu sei. Deveria ter dito.

Mas mesmo tendo sido expulsa, o caso ainda � meu.

Voc� sabe como � quando um caso domina voc� assim.

N�o d� pra desligar como um interruptor.

N�o solucionei aquele caso.

O qu�?

O da menina de Upper Darby.

Os pais chamaram um detetive, porque est�vamos demorando.

Um ex-policial b�bado querendo ganhar dinheiro.

Ele me ligou um dia do nada querendo trocar figurinhas,

ele achava que tinha uma pista.

Eu ignorei.

Semanas depois, eu estava na �rea

e passei na casa dele.

A irm� dele estava l�, empacotando tudo.

Ela disse que ele estava internado por causa do f�gado,

mas que eu podia pegar os arquivos.

Ent�o...

achei um escrito Zabel.

Levei para casa,

e o filho da m�e tinha decifrado tudo.

O vizinho tinha um �libi que n�o batia.

Ele pegou.

Eu n�o percebi.

Pedi um mandado de busca,

fomos � casa do suspeito,

achamos o sapato da menina, e o cara confessou.

Caso encerrado.

- Por que voc� fez isso? - Sei l�.

Acho que quis fazer uma coisa grandiosa uma vez na vida.

Se servir de consolo, coloquei drogas no carro da minha nora.

Por isso fui suspensa.

� s�rio?

Cacete!

Fazer coisas grandiosas n�o � l� essas coisas.

Depois as pessoas v�o esperar isso de voc�

o tempo todo.

Elas n�o percebem que voc� � t�o ferrado quanto elas.

Espere a�.

Zabel.

Certo. Tchau.

Sete furg�es azuis na �rea do assassinato da Erin.

Peguei os endere�os.

Vamos bater em algumas portas.

Pra que isso?

Como voc� sabe o que eu quero?

Aquele furg�o ali � seu?

�, sim.

- H� quanto tempo? - Uns quatro anos.

Uso para minha empresa de limpeza.

Algu�m mais o dirige?

S� eu e a minha irm�.

Aquele furg�o ali � seu?

- Era do meu marido. - Ele est� em casa?

Ele faleceu h� dois anos. Do que se trata?

- Estou em apuros? - N�o est�, Sr. Potts.

- S� precisamos de uns detalhes. - Detalhes do qu�?

Seria mais f�cil se entr�ssemos. S� uns minutos.

BAR DO BENNIE BEBIDA BOA - COMIDA BOA

Como posso ajudar?

- Aquele furg�o l� fora � seu? - �, mas queria que n�o fosse.

S� me d� dor de cabe�a.

- Voc� � o �nico que o dirige? - S� eu.

Pode abaixar o volume?

Claro.

Mare.

Zabel.

Sem arma.

Desculpem.

Tudo bem.

- Voc� tem um bar a� atr�s? - Tenho. Era do meu tio.

Foi dele por 20 anos. Ele queria passar para o filho,

mas o filho dele n�o quis saber.

Ele passou para mim em 2016.

- Voc� trabalha com qu�? - Fa�o entregas para a Ryerson

tr�s dias por semana. Nos outros, fico aqui no bar.

- O que foi? - Tem gente aqui.

Ele n�o nos acorrentou, ent�o, n�o estava esperando.

Voc�s n�o falaram do que se trata.

Aquecedor quebrado.

Est� na lista. Tem um cano frouxo l� em cima.

- N�o est� se mexendo. - Bata mais forte.

Para que essa c�mera?

Meu tio instalou para vigiar o caixa.

Voc� mora sozinho,

Sr. Potts?

Sim, sou s� eu. Totalmente s�.

Zabel.

Socorro!

- Aqui! - Solte a gente. Socorro!

- Abra a porta, por favor. - Por favor.

Emerg�ncia. Rua Monroe, 45. Policial ferido.

Que droga!

Venham! Precisamos de refor�os.

Tem algu�m no ch�o.

Tem mais algu�m na casa? Senhora? Este sangue � seu?

- O que tem de especial hoje? - � o meu anivers�rio!

Uma brisa gostosa, a �gua tamb�m.

Voc�s est�o vendo...

Vem comigo, m�e. Vamos pular juntos.

Um, dois, tr�s!

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.