All language subtitles for The.Proud.And.Damned.1972

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Original subtitles

AM�RICA DO SUL, 1870

ORGULHO E VINGAN�A

Ei, eles desistiram.

E parece que cruzamos uma fronteira.

Aonde estamos, Will?

E quem liga? � tudo parecido.

Aquilo n�o � um pote de ouro.

Voc�s n�o acertariam nem de perto.

Mesmo assim, vamos em frente.

Eu estava seco como um deserto.

Dormimos aqui e continuamos de manh�.

Droga, Will, este lugar seria bom por uns dois dias.

E a cerveja � gelada.

Um bichinho no meu ouvido me diz para irmos embora.

N�o � um bichinho, Will, e s� uma comich�o...

de uma de suas alegres senhoritas.

Um pouco de cerveja nunca o incomodou, n�o �, Jeb?

Temos companhia.

Calma.

Seus nomes, nacionalidades e neg�cios aqui.

O que ele disse?

Quer saber quem somos e de onde somos.

Sua cerveja � famosa.

Gringos.

Se vamos ter um tiroteio, podemos escolher o local.

Esta n�o � a hora nem o lugar.

Estamos de passagem. Belo lugar.

De onde s�o?

Somos do Texas.

Lanques?

Cuidado com o que diz, amigo.

Voc� fala pelo grupo?

�s vezes.

Ent�o venha comigo agora.

Ele quer conversar. At� a vista.

Se n�o voltar logo, iremos busc�-Io.

Ande.

Diga para que me chamou.

S�o gringos, general.

N�o sou cego, o que mais?

Dizem que v�m de um lugar chamado Texas.

Voc� � um g�nio, pode ir.

Gosta de cavalos, senhor?

Claro que gosto.

Por que voc� e seus amigos est�o em meu pa�s?

S� estamos de passagem.

Entendo.

Voc� � do Texas.

Voc� e seus amigos lutaram na Guerra Civil?

Pelos confederados.

- E como se chama? - Will Hansen.

- E sua patente? - Sargento.

Bem, sargento, eu sou general. General Alejandro Martinez.

N�s dois somos soldados, falemos francamente.

Voc� e seus amigos s�o pistoleiros.

Escute, general...

Voc�s foram perseguidos at� este pa�s.

V�m sendo vigiados desde que cruzaram nossa fronteira.

Vou ser franco. Voc�s n�o s�o bem-vindos.

Meu pr�prio pa�s est� � beira de uma guerra civil...

e homens como voc�s s� complicam guerras.

Al�m disso, seu patriotismo � comprado...

pelo pre�o de suas balas.

Se n�o nos quer aqui, tudo bem por n�s.

Ao amanhecer partiremos de seu pa�s.

Ora, sargento, e como faria isso?

Sair como entrou?

Estou certo de que n�o deseja cruzar a fronteira outra vez.

A prop�sito...

Qual o motivo de sua partida apressada?

Dinheiro?

Nossos homens perderam.

A sorte da guerra. Por�m voc�...

conhece a derrota, n�o?

Ent�o voc� perdeu seu patr�o e seus servi�os est�o � venda.

Sua esp�cie s� tem um destino.

De pa�s em pa�s voc� s� encontrar� um homem...

que pagar� por suas armas.

Acho que � como diz, general.

Excelente. Agora vamos tratar dos detalhes.

A maioria do meu povo j� percebeu as vantagens...

de deixar o futuro do pa�s em minhas m�os.

Veja este mapa aqui.

A cidade de San Carlos e o vale ao redor.

Dentro de dez dias guiarei minhas tropas...

em uma campanha de pacifica��o de San Carlos.

Posso enfrentar resist�ncia.

Preciso saber quantos homens e armas irei enfrentar.

E quer que a gente descubra.

Correto.

Cavalgando por uma hora encontrar� meus homens...

que os guiar�o pelas montanhas at� o vale.

Voc� entrar� com seus homens em San Carlos.

Uma vez l�, voc� dir� que est�...

Como disse? De passagem.

Depois de tr�s dias...

voc� ir� se encontrar com meu guia...

e dar� a ele todas as informa��es necess�rias.

Ele voltar� para c�...

e voc� estar� livre para continuar sua viagem.

Sem tiroteios?

Sim. Voc� receber� metade agora.

O guia lhe pagar� o restante quando receber seu relat�rio.

Parece bem simples.

Ent�o estamos de acordo.

Voc� ver� que n�o sou mesquinho.

E quanto a esse guia?

Ele o encontrar�.

Ap�s cavalgar por uma hora, amanh� de manh�.

Sim, general.

Parece que dan�amos conforme sua m�sica.

Espero que sim, sargento.

Entenda, eu tamb�m sou um homem implac�vel.

Se voc� falhar comigo...

eu o seguirei at� o mar, se necess�rio.

E o encontrarei.

Entende?

- Adeus. - Adeus.

� melhor que levar um banho de alcatr�o e penas.

N�o lhes d� nenhuma id�ia.

Sigam as ordens. Podem ir e n�o voltem.

O que ele disse, Will?

N�o nos querem. Vamos, rapazes.

S� digo que esse seu amigo general...

tem um jeito muito esquisito.

� muito estranho, Will.

Primeiro ele nos paga e depois nos expulsa da cidade...

como se estiv�ssemos fedendo.

Venho querendo lhe falar sobre isso, Ike.

Pode calar o bico, voc� n�o � nenhuma flor.

� como eu disse...

ele acha que assim ningu�m nos ligar� a ele.

De qualquer modo, � o jeito dele.

Eu n�o gosto.

N�s n�o t�nhamos escolha.

Em todo caso, manteremos nossos olhos abertos...

e nossas bocas fechadas.

Ningu�m se fere e ganhamos um dinheiro.

Isso � algo para se pensar.

Parece que o general � um homem muito duro.

N�o � dif�cil entender isso.

Bom dia, senhores.

Bom dia.

Sou Paco, estava esperando.

Venham, eu os levo a San Carlos.

Precisa de ajuda?

- N�o. - Ramon, voc� � muito teimoso.

O que aconteceria se nos perd�ssemos?

Cale-se, mulher.

Por favor, senhor.

Podemos acompanh�-Ios?

Eles est�o perdidos.

Acho que sim.

Acho que temos companhia.

� aqui que eu os deixo. Este � o vale para San Carlos.

Ficarei aqui por tr�s dias. Ent�o precisam voltar.

N�o devem se atrasar.

Entende? N�o posso me demorar mais.

O general est� esperando.

Eu sei.

E eu terei o resto de seu dinheiro...

quando voc� voltar.

Adeus.

Adeus, senhor.

Vamos embora.

Will, sabe de uma coisa?

Eu sei.

S� pensei em mencionar.

Calma.

Calma, sim... o que devemos fazer, assobiar?

Vamos com calma.

Quem s�o voc�s?

Americanos. Estamos de passagem.

Entreguem-nos suas armas.

Entreguem as armas.

Espero que saiba o que faz.

Quem s�o essas pessoas?

S�o gringos, capit�o, dizem que est�o de passagem.

Os de tr�s s�o ciganos.

Devem perdoar esta p�ssima hospitalidade, senhores...

mas precisamos ter cuidado com estranhos.

Disseram que voc�s est�o de passagem por este vale.

Estamos.

E os ciganos?

S� acompanhando. N�s os encontramos pelas montanhas.

Ent�o n�o h� problema. Sou Juan Hernandez...

atualmente capit�o Juan Hernandez.

Will Hansen, capit�o.

Estes s�o Ike, Billy, Hank e Jeb.

Achamos que n�o �ramos bem-vindos.

Primeiro vamos at� meu tio, Don Miguel...

ele � o prefeito.

V�o devolver nossas armas?

Mais tarde.

Agora sigam-me, por favor.

Tio, temos visitas.

Este homem e seus amigos s�o norte-americanos.

Os da carro�a s�o ciganos.

� muito interessante. Voc�s ciganos...

podem ficar algum tempo, mas sem truques.

Se houver problemas, dever�o partir. Entendem?

Obrigado, patr�o, muito obrigado.

Seus criados.

Vamos.

E agora, amigos, vamos entrar e conversar.

Voc�s s�o americanos, est�o muito longe de casa.

Tem raz�o.

A viagem deve ter sido cansativa.

E agora me dir�o por que est�o aqui?

Como eu disse a um de seus homens...

estamos de passagem.

Sim, mas por que exatamente San Carlos?

N�o tivemos muita escolha.

Como assim?

Parecia o caminho mais seguro.

� mesmo?

Depois que o general Martinez nos mandou sair de seu pa�s.

General Alejandro Martinez?

Como eu disse, ap�s nosso encontro com esse general...

soubemos que pod�amos passar por San Carlos...

e seguir nosso caminho.

Ent�o foram deportados pelo general Martinez.

Sim, foi exatamente o que ele disse.

Voc�s trouxeram armas?

Elas foram recolhidas.

Acho que voc�s talvez sejam soldados da sua guerra civil...

e talvez tenham visto outras guerras depois.

Tem raz�o. Se for longe e durar muito...

voc� se acostuma com o cheiro da p�Ivora.

Voc�s e suas armas s�o bem-vindos a San Carlos.

Precisamos de soldados experientes.

Voc�s podem ser �teis.

Muito obrigado, senhor, mas, se n�o se importa...

preferimos ir embora daqui a uns dois dias.

Voc� n�o entende.

O general Martinez � um tirano.

A qualquer momento espero um ataque de seus soldados.

Como homens de consci�ncia, precisamos det�-Ios.

Sim, senhor, entendemos isso...

mas s� queremos cuidar de nossas vidas.

Com todo o respeito.

Talvez se trate de dinheiro.

N�o, senhor, n�o � isso.

� s� que essa guerra n�o � nossa.

� isso.

Claro, este n�o � seu pa�s.

Muito bem, s�o bem-vindos, ter�o suas armas de volta...

e certamente encontraremos um lugar para ficarem.

Que fiquem confort�veis...

mas de maneira alguma possam ir embora.

Sim, senhor.

Amigos, se acompanharem meu sobrinho...

ele providenciar� tudo para sua breve estada.

Muito obrigado, senhor.

Talvez mais tarde, senhor...

Meu nome � Will Hansen.

Sr. Hansen, conversemos a respeito.

Quando quiser, senhor.

Creio que achar�o o lugar confort�vel.

O guarda cuidar� para que n�o sejam perturbados.

O nome dele � Felipe.

Infelizmente, ele n�o fala ingl�s.

� muito hospitaleiro, capit�o.

A liberdade de San Carlos � de voc�s.

Considerem-se nossos h�spedes.

Virei visit�-Ios mais tarde.

Adeus.

Ser� que 'considerem-se nossos h�spedes'...

e 'San Carlos � sua' � para valer?

Vou � cidade procurar uma mulher.

N�o seja t�o impetuoso.

Voc� ouviu o velho, ele disse que somos bem-vindos.

Sim, mas tamb�m disse em espanhol...

ao seu amigo capit�o, para n�o nos deixar ir embora.

E agora temos um carcereiro.

Ent�o procuramos nossas armas e vamos embora...

antes que o tiroteio comece.

Quer calar a boca, seu grande idiota?

O que o faz pensar que ele n�o entende o que est� dizendo?

Vamos descobrir.

Ol�, amigo.

Voc� tem os olhos mais esbugalhados que eu j� vi...

acho que vou chutar seu traseiro...

para fora desta montanha.

Tudo bem?

Sim, senhor.

Mesmo assim, cuidado com o que dizem.

Acreditem, o velho n�o � bobo.

Ele est� planejando algo para n�s.

Diabos, sargento Hansen, preocupe-se voc� com isso...

porque eu vou me lavar, me enfeitar...

e vou fazer uma visitinha amig�vel.

E � melhor que eu encontre algo, meu filho...

porque estou ficando muito ansioso...

e voc� fica mais bonito a cada dia.

Acho que vou andar por a�.

Boa id�ia.

Em que posso ajud�-Io?

Estou s� olhando.

Desculpe.

Desculpe, n�o quis assust�-la.

Senhor?

- Continue. - Eu n�o entendo.

- Eu n�o sou daqui. - O qu�?

Isto �, eu n�o falo espanhol. Desculpe.

Entendo, voc� � ingl�s.

Ingl�s?

- N�o, senhora, americano. - Americano?

Sim, do Texas.

Texas?

- Sim, meu nome � Ike. - Ike?

Sim, Ike, entende?

Entendo, seu nome � Ike.

Sim, e voc� � a senhorita...

Maria Vargas.

Meu Deus, � um nome lindo. Maria Vargas.

Desculpe, senhor, preciso ir.

Espere um pouco, acabamos de nos conhecer.

Desculpe, senhor Ike...

mas n�o posso falar com o senhor aqui.

Por favor.

Isso n�o � educado.

Eu n�o sou daqui, n�o pode falar um pouco comigo?

D�-me um segundo para explicar.

Ora, aconteceu algo?

Por favor, padre, explique a este jovem...

Padre, eu n�o quis ofender, s� estava conversando.

Ele n�o entende.

Paci�ncia, Maria Vargas. Eu falarei com ele.

Parece que voc� n�o fala espanhol.

Sim, senhor.

� norte-americano?

Muito bem.

Ent�o, o que �, Maria?

Padre, sei que este senhor n�o me far� mal.

Conversamos no cemit�rio.

Tentei explicar que n�o podia ficar l� com ele.

Tem raz�o. Pode ir, eu falarei com ele.

Desculpe, espero que entenda.

Adeus.

Venha, meu amigo, calma.

Vamos caminhar e eu explicarei a voc�.

Primeiro, voc� deve saber...

que aqui � diferente do seu pa�s.

Uma mo�a de boa fam�lia � proibida...

de ficar sozinha com um homem...

especialmente um estranho.

Espere, padre, n�o me leve a mal.

� claro, fique tranquilo.

Maria � filha �nica...

de uma fam�lia antiga e respeitada.

Seus pais morreram durante uma epidemia...

h� dois anos. Desde ent�o, cuidamos dela.

Temos freiras aqui que cuidam dela.

Entendeu, at� agora?

Sim, creio que sim.

Isso basta para que voc� n�o fique a s�s com ela.

E devo acrescentar que ela est� prometida a outro.

Outro homem?

Receio que sim.

Ent�o � isso. Eu fiz papel de bobo mesmo.

Absolutamente n�o, voc� n�o podia saber.

Pode dizer algo a ela por mim?

Claro.

O outro sujeito tem muita sorte.

Escute, meu jovem americano. Voc� ainda tem muito tempo...

para descobrir e conhecer o amor.

� muito diferente de conhecer uma mo�a bonita...

no cemit�rio de uma igreja.

Algum dia voc� conhecer� a mo�a certa para voc�.

Eu sei. Acabei de conhecer. Obrigado assim mesmo, padre.

Venha, vamos embora. N�o podemos nos atrasar.

Droga, venha, Ike.

O que h�? Est� doente?

N�o se preocupe comigo. At� logo.

� bom se mexer ou vai ficar com as sobras.

Venha, homem.

� isso a�! Quero pegar uma carne fresca!

At� logo, Ike.

Claro, at� logo, Billy.

Tudo bem?

Eu o conhe�o h� muito tempo e sei quando algo o incomoda.

Que droga, um sujeito n�o pode descansar...

sem que fiquem amolando?

Calma, rapaz, eu s� estava perguntando.

Estou bem. S� estou muito cansado.

� o que todos dever�amos fazer...

descansar antes de seguir em frente.

At� onde, Will?

At� onde precisamos ir?

N�o depende s� de mim, voc� bem sabe.

N�s paramos quando voc� e os rapazes quiserem.

Estou com medo, Will.

Com medo de continuar e com medo de voltar.

�s vezes eu n�o sei para onde estamos correndo...

ou do que estamos fugindo.

Todo aquele lixo ianque no Texas...

foi isso que deixamos para tr�s, voc� sabe.

Essa foi a guerra de ontem, e ela acabou e estou farto.

Farto de lutar as guerras dos outros.

Talvez tenha raz�o.

A viagem de volta pode ser longa demais.

Entendo seu argumento.

Eu sabia que voc� estava esperando.

At� agora n�o falamos, mas dissemos muito.

N�o, espere, eu suplico, por favor.

Eu sou cigana.

J� dancei com homens que entendem de amor.

Mas esta dan�a, eu nunca dancei.

Eu ofere�o a voc�.

- O que foi? - Nada.

- Por que est� chorando? - Eu n�o sei.

Felicidade demais.

- Bom dia. - Bom dia.

Bebi muito ontem.

Voc� parece meio zonzo.

Que noite a de ontem.

E voc�, o que fez?

Deixei o tempo correr.

Devia ter ficado conosco. Precisava ver as pequenas.

Ent�o voc� conseguiu?

O que � isso no seu pesco�o?

- Isso no seu pesco�o... - Nada, s� uns arranh�es.

- Como fez isso? - Ca� do cavalo.

Quem pensa que engana?

N�o sei o que voc� estava montando quando caiu...

mas n�o era um cavalo. Esse tinha garras de le�o.

Conte para o Hank com que gatinha andou se deitando.

Acredite no que quiser.

O que � esse barulho? Voc� ainda est� b�bado?

N�o mesmo.

Macacos me mordam se o velho sargento...

n�o est� em forma.

O que foi isso?

Nada. � melhor chamar Billy e Jeb, h� muito a fazer.

Vamos nos separar. Sejam naturais.

Contem os homens com armas.

E se perguntarem o que estamos fazendo?

Seja vago. Diga que est� admirando a natureza...

ou algo assim.

Acho que vou na dire��o do mosteiro.

Mudou de religi�o, Ike?

Tudo bem, assim cobrimos todo o vale.

E amanh� encontramos Paco, contamos o que sabemos...

pegamos nosso dinheiro e partimos.

� o que queremos, n�o �?

N�o queremos esperar pelos fogos de artif�cio.

Com certeza n�o.

Certo. Hank, Jeb...

Billy, Ike...

Meu Deus, voc� outra vez.

Aqui estou.

Como chegou aqui?

Voc� est� louco, completamente louco.

Eu n�o podia ficar longe, precisava v�-la.

Voc� n�o pode ficar aqui, entende?

Voc� � a mo�a mais bonita que j� vi.

Por favor, ou�a, voc� deve ir embora j�, depressa.

Acho que entendo. Voc� quer que eu v�.

Sim, v� agora, antes que o padre o encontre.

O padre. Certo, mas antes precisa me prometer...

que vai me encontrar no cemit�rio. Entende?

L� fora do cemit�rio.

Sim, no cemit�rio, mas saia imediatamente.

Voc� est� louco.

Voc� est� zangada, n�o est�?

Meu Deus, voc� � mais bonita quando est� irritada.

Senhor, � imposs�vel, entende?

N�o, nada � imposs�vel.

Meu Deus, o que posso fazer para explicar a esse tolo?

Escute. Um momento, por favor, entende?

Senhorita Maria, eu a amo.

Voc� me entende?

Sabe o que estou dizendo?

- Sim, entendo. - Est� irritada? Zangada?

N�o, Sr. Ike, sinto pelo senhor.

Eu n�o a entendo, mas n�o importa.

Acho que n�o vou mais v�-la mesmo.

N�o importa. Amanh� vamos embora.

Entendi, voc� partir� amanh�.

Sim, amanh�. Mas n�o tenho vontade.

Nunca vou esquec�-la. Por Deus, juro que n�o vou.

Posso pegar uma mecha do seu cabelo?

Eu a guardarei para sempre.

Meu pobre americano. S� tenho isto para lhe dar.

Que Deus o acompanhe.

O senhor deve ir j�.

Eu o conhe�o, � o capit�o.

O senhor n�o entende.

Ol�, capit�o. Que surpresa encontr�-Io aqui.

Senhor, Dona Maria.

Est� muito bonita, como sempre.

Obrigada.

Este senhor veio visitar o mosteiro...

nos conhecemos por acaso.

Claro, um acaso.

Gostou do mosteiro, senhor?

� muito bonito.

Estranho, senhor. N�o pensei que fosse...

um homem religioso.

Eu me interesso por muitas coisas, capit�o...

o senhor ficaria surpreso.

Ora, ora, bom dia, Juan.

E ao senhor, meu caro americano.

Conhece este homem, padre?

Claro, ele � bem-vindo aqui.

Por que n�o entramos? Voc�s podem se refrescar.

Creio que n�o, padre.

Acho que nosso amigo j� viu o suficiente.

Estou certo de que h� muitas outras coisas...

que ele quer ver em San Carlos.

N�o � assim?

Isso parece um convite para ir embora, capit�o.

- Como quiser, senhor. - Aceito sua oferta, capit�o.

Certamente vai me mostrar essas coisas interessantes.

Claro. H� muitos outros dias e muito tempo...

para apreciar a beleza do mosteiro.

At� amanh�, Dona Maria.

Adeus, padre.

At� amanh�, Juan.

At� logo, senhor, espero que fa�a uma boa viagem.

Obrigado, padre. At� a vista.

N�o acha que isto pode ser um problema mais tarde?

Pense, Maria.

O padre lhe contou sobre nossos costumes?

Alguns.

Ent�o deve entender. N�o toleramos interfer�ncias...

em nosso modo de vida.

Est� fazendo rodeios, capit�o. V� direto ao ponto.

�timo.

Antes dos pais de Dona Maria morrerem...

estava combinado que no tempo certo...

eu me casaria com sua filha.

Maria pensava assim?

O senhor � tolo. Se entendesse nossos costumes...

saberia que uma filha obedece aos desejos da sua fam�lia.

De onde eu venho � a mo�a que decide com quem se casa.

Escute, meu amigo. Em poucos dias voc� partir�.

Voc� n�o voltar�, este vale ser� s� uma lembran�a.

Eu nasci aqui. Maria nasceu aqui.

N�s nos conhecemos desde que nascemos.

Voc� acha que com esses seus olhos de bezerro doente...

eu deixaria um gringo satisfazer sua paix�o?

Desculpe minhas palavras. Mas diga-me...

o que voc� faria se fosse eu?

O senhor foi claro, capit�o.

Espero que sim.

Nada na vida vale mais que a honra.

Pela honra de Dona Maria eu o matarei, se necess�rio.

N�s achamos que n�o h� mais de 500 homens...

na cidade e em torno do vale.

Sim, e quase todos lavradores.

Eu n�o apostaria neles contra 50 soldados de verdade.

Imagino que o general ter� muito mais que isso, n�o?

Isso n�o � problema nosso.

Se eles s�o duros, tudo que temos a fazer...

� ir embora daqui e cuidar de nossas vidas.

� pena que precisemos partir t�o cedo...

porque comecei a gostar deste lugar.

�, eu tamb�m.

Talvez dev�ssemos decidir agora para onde vamos.

Bem, decidam. Querem voltar para casa?

Se pergunta se quero estar l�, quero...

� a viagem que me preocupa.

Poder�amos ir para a costa e tomar um barco.

Desista, Will, sem dinheiro nunca vamos conseguir.

Ent�o, por enquanto, n�o podemos voltar.

E com certeza n�o podemos ficar aqui.

Ent�o continuamos e cruzamos a montanha.

O que espera achar l�, Will?

Provavelmente s� outra montanha.

Partiremos ao amanhecer, ent�o vamos dormir cedo.

Est� certo, ainda estou com a ressaca de ontem.

Eu tamb�m. Dormir me far� bem.

Eu voltarei cedo.

Escute, Will.

Sabe de algo sobre as pessoas daqui?

Sim.

Uma mo�a de boa fam�lia, uma boa mo�a.

E da�? Uma boa mo�a � uma boa mo�a...

em qualquer lugar, eu acho.

N�o, � diferente. Eles t�m uma por��o de regras.

Acho que t�m mesmo.

Ent�o como se faz para impressionar uma delas?

Faz�-la entender que voc� gosta dela.

Eu imaginei que fosse algo assim.

Com essa cara redonda...

e cacarejando como uma galinha doente...

Droga, Will, n�o comece a ca�oar de mim.

N�o estou ca�oando, garoto. Acho que sei como �.

Acho que a melhor maneira de dar boa impress�o...

� com os pais da garota.

- Seguindo todas as regras. - O que mais?

Como � que eu vou saber? Tente uma serenata.

Serenata?

Sim. Parece que gostam muito por aqui.

Obrigado, Will.

At� logo, garoto.

Billy! Billy!

O que h�?

Esta noite voc� precisa cantar como um p�ssaro.

Estou cansado, Hank, de verdade.

Escute, voc� vai ter a honra de fazer uma serenata...

para a garota mais bonita que j� viu.

Eu precisava ser o �nico que toca viol�o aqui?

Venha.

- Onde estamos, Hank? - Fique calmo.

S� precisamos descobrir qual � a janela.

Ainda gostaria de saber onde estamos.

Estamos num convento ao lado do mosteiro.

Ao menos acho que estamos.

- Ela � freira? - Claro que n�o.

Venha.

Venha, venha.

N�o estou gostando nada.

Voc� � ignorante. Will entende dessas coisas.

Voc� precisa impressionar bem. � do que esses latinos gostam.

Voc� n�o vai dar uma boa impress�o...

jogando pedras na janela de um convento.

Voc� ver�.

Quem est� a�? Quem �?

Estou cansado, vou voltar.

N�o, ser� a pr�xima, voc� vai ver.

L�, est� vendo? Eu disse.

Cante, droga.

Meu Deus, eu n�o acredito.

Boa noite, senhorita.

V� embora, depressa.

Est�o cantando fora do convento.

- Vamos! - Adeus, Maria.

Voc� tinha raz�o numa coisa.

Voc� deu mesmo uma boa impress�o.

Largue-me, largue-me.

Bom dia.

Bom dia.

Hoje � o grande dia.

Vamos comer depressa e ir embora.

Precisa ser hoje?

Parece que voc� ainda n�o se despediu.

Algo assim.

Eu o entendo.

Vou me despedir agora.

� a cigana, n�o?

Eu tinha imaginado.

N�o vou demorar.

Quero falar com Mila.

Mila!

O que �? O que aconteceu?

O que aconteceu, diga.

Talvez ela n�o ou�a muito bem, gringo.

V�, Will, v�.

Voc� entende muito bem, n�o?

Tudo bem, quanto?

Como?

Voc� sabe, cigano. Quanto quer por ela?

Quer compr�-la para voc�.

Quanto quer para deix�-la livre?

Ela n�o est� � venda.

Eu disse quanto?

N�o, senhor, eu lhe dou um presente.

Algo para se lembrar de Mila.

Voc� est� morto.

Entende?

N�o tenho uma arma. Voc� n�o vai me matar.

Vou sim, n�o me importo.

N�o lutarei.

N�o � preciso uma faca para cortar uma orelha.

C�o! Mate-me, mate-me!

Sabe de uma coisa? Voc� acabou de ser comprada.

N�o entende que isso � assassinato?

Desculpe-me por faz�-Io ficar em p�, deve estar fraco.

D�-lhe uma cadeira.

Obrigado.

� terr�vel...

que o cigano tenha cortado a orelha da pobre mo�a...

mas deve entender, senhor, � um crime grave.

O que o senhor teria feito?

Ele era um c�o, claro que o teria matado.

Se pensa assim, por que n�o nos deixa ir embora?

N�o queremos problemas.

� um pouco tarde para isso.

J� se tornou um esc�ndalo em San Carlos.

Temos leis.

Precisamos verificar os fatos e prometo justi�a.

Quanto tempo acha que levar�?

Alguns dias.

Est�vamos de partida, por que n�o pode...

Sinto muito. Voc� e seus amigos...

devem ficar na cabana mas est�o todos presos...

e sob guarda at� que o assunto seja resolvido.

Seja paciente, meu amigo. Logo estar�o a caminho.

Enquanto isso, trataremos de seu ferimento.

E a cigana?

Uma fam�lia est� cuidando de sua mulher.

Ela precisa descansar.

Eu n�o disse que ela era minha mulher.

Entendo.

Mas ela n�o � exatamente uma desconhecida sua.

Um descanso tamb�m far� bem a voc�.

Acompanhe-o.

Espero que entendam. Devem ficar aqui.

Tenho certeza de que logo suas armas ser�o devolvidas...

e voc�s estar�o livres para partir.

J� ouvimos esse discurso antes.

Faremos com que fiquem confort�veis...

mas se tentarem partir os guardas t�m ordens...

para atirar.

Muito amig�vel.

Adeus, senhores.

Will, precisava mat�-Io? N�o podia t�-Io chicoteado?

At� amanh�.

Desculpe, n�o pude evitar.

Ele n�o precisava de uma li��o, precisava morrer.

O que acontece com Paco?

Ele esperar� o dia todo e voltar� para o general.

E o general n�o ficar� muito feliz.

Acho que n�o.

Pelo menos recebemos metade do pagamento.

Sim, e ele n�o recebeu nada em troca.

Se n�o cumprirmos nossa parte do acordo...

ele pensar� que o abandonamos.

E o que vamos fazer?

N�o h� muito que possamos fazer.

N�o preciso dizer o que isso significa.

Com certeza n�o � o 4 de julho.

O que fazemos agora, Will?

Acho que logo vamos descobrir.

O general Martinez e seus soldados...

podem chegar amanh�. � claro que isso muda tudo.

Foi o que imaginei.

Precisamos de todos os homens para defender San Carlos.

Acho que sim.

Voc� e seus amigos s�o soldados treinados, experientes.

O que deseja de n�s?

H� um problema. Sua quest�o com os ciganos...

provoca falat�rio entre meu povo.

E ent�o?

Ent�o estou pronto para libert�-Io...

digamos que eu o deixarei escapar sob uma condi��o.

E qual �?

Que seus quatro amigos fiquem aqui...

e nos ajudem a defender a cidade.

- Suponha que recusemos. - N�o descarte minha oferta.

Sou um homem desesperado, em uma situa��o desesperadora.

N�o hesitarei em executar todos voc�s.

Afinal, isto � uma guerra.

Suponho que eu deva lhe dizer, senhor...

eu e meus rapazes n�o damos a m�nima...

para a sua guerra.

N�o que isso importe muito, j� que planejou tudo.

O senhor n�o nos d� escolha.

Estou feliz que entenda.

S� h� uma coisa.

Se meus amigos ficam, eu tamb�m fico.

Sinto muito, mas � imposs�vel.

Se eu permitir que fique e lute ao lado de meu povo...

o assassinato do cigano cair� sobre minha cabe�a.

Acredita mesmo que tem uma chance...

contra esse general Martinez e seu ex�rcito?

Eles s�o muitos, tudo que tem � um bando de lavradores.

Sou um homem pr�tico.

Se detivermos seu ex�rcito por algum tempo...

talvez ele entre em acordo.

Tudo o que queremos � que nos deixem em paz...

para vivermos nossas vidas.

Sim, sabemos exatamente como se sente.

Providenciaremos para que voc� e a cigana...

partam esta noite.

Espere a�. O que a cigana tem com isso?

Ela precisa ir com voc�.

Quanto antes forem, mais cedo meu povo esquecer�.

Por que ela n�o pode ficar com os outros ciganos?

Porque eles partiram ontem.

Problemas entre eles e sua mulher.

O cigano Ramon era irm�o deles.

Deixe-me ir falar com meus amigos.

Escutem bem.

Vou atravessar esta montanha.

Passando um riacho h� uma vila, Santo Tomas.

Parece que n�o � muito longe, uns 50 quil�metros.

N�s os encontraremos l�.

De manh� bem cedo...

escaparemos daqui e iremos encontr�-Io.

Calma, Jeb, n�o apresse o homem...

afinal ele tem companhia, est� em lua-de-mel.

Quer levar meu viol�o?

E dedicar uma can��o � Sra. Will Hansen?

Esperem a�.

Ningu�m vai p�r uma marca em mim.

S� estou fazendo um favor a uma garota.

J� ouviu maior besteira em sua vida?

� melhor cuidar daquela cigana...

antes que ela fa�a c�cegas em suas costas outra vez.

Cuidado com o general.

Acho que ele n�o gosta muito de n�s.

Tomarei cuidado.

Eu n�o concordo com meu tio.

Esta n�o � sua guerra, ele est� errado.

Mas devo obedecer suas ordens.

Eu entendo.

Pelo menos quando a batalha tiver terminado...

seus homens sair�o de San Carlos como homens livres.

Juro por minha honra.

Isso � suficiente, capit�o. Obrigado.

At� a vista.

- � isso? - Boa sorte, senhor.

A voc� tamb�m, vai precisar.

Eles s�o bons rapazes.

D�-lhes a liberdade, entende?

�s vezes eles s�o como potros selvagens...

mas quando acuados, s�o valentes.

- Est� feito? - Sim, senhor.

Certamente entende meus motivos.

Boa noite, tio.

Est� bem agasalhada?

O que h�?

- Acabou, n�o? - Do que est� falando?

Tudo bem, eu entendo, agora sou feia.

N�o diga bobagens.

N�o, voc� tem pena de mim, eu sei.

Mas voc� n�o pode esquecer isto.

Voc� sabe e eu sei, mas ningu�m perceber�...

com todo esse cabelo escuro.

Seu gringo louco.

Mas eu o amo.

N�o se comporte como uma gata selvagem...

ou vou precisar proteger minhas costas.

Boa noite. Nos encontramos outra vez.

Ent�o � o senhor, sargento.

Mandei meus homens em patrulha e eles o apanharam.

Creio que n�o me deixar� explicar o que aconteceu.

Isto �, por que n�o fomos ao encontro de Paco.

Como eu lhe disse, n�o tolero fracassos...

por nenhum motivo.

Eu imaginava isso.

O que ele quer conosco?

Eu tenho neg�cios com o general.

Corre��o...

n�s t�nhamos neg�cios, mas agora terminaram.

Escute, general...

ainda h� coisas que o senhor deveria saber.

O senhor falhou, sargento.

Eu lhe disse que era um homem implac�vel.

Sinto muito.

Deixem a mulher ir.

Quanto a ele, levem-no e enforquem-no.

N�o! Por favor! Imploro ao senhor, n�o!

Sargento.

Que tipo de homem � voc�?

Voc� sabe que � in�til.

Um general.

Seu porco, voc� � um soldadinho de chumbo.

Adeus, sargento.

N�o, por favor, Meu Deus, por favor.

Mila, voc� n�o quer ficar aqui...

e me ver pendurado. V� embora.

V� embora.

N�o, posso morrer mas n�o vou embora.

N�o fa�a isso. Eu n�o gostaria.

Est� pronto, senhor?

Diga aos rapazes que partam e v�o para casa, ouviu?

Eu nunca lhe disse, mas acho que a amo mesmo, cigana.

Certo, seu filho da m�e.

V� em frente, agora.

Meu amor!

Voc�s entendem?

Seu amigo, sargento Hansen, est� morto...

enforcado pelo general Martinez.

Eu n�o acredito.

Diabos, eu tamb�m n�o. Ele � muito valente.

Nunca o enforcariam.

Essa garota � doida varrida.

Eu n�o sei.

- Vamos. - Voc�s n�o podem.

N�o tenho a autoridade e tamb�m � perigoso demais.

Acha que vamos deix�-Io pendurado l�?

N�o.

Ent�o � melhor entregar nossas armas...

e dar passagem, capit�o.

Traga as armas deles.

Vou com voc�s, mas precisamos ter cuidado.

Maldi��o, Will, ent�o � verdade mesmo.

Por que precisou ser ele?

Por qu�?

Eu ainda n�o acredito.

O que faremos agora?

Will se foi.

Droga, ele era o �nico que sabia o que fazer.

Ele disse: 'Diga para os rapazes irem para casa'.

Sim, ele diria isso.

Mas ele n�o conseguiu.

N�o, voc� est� errado.

Will est� em casa. Will foi para casa.

Eu entendo como isso � triste para voc�s.

Mas n�o podemos ficar aqui.

Vamos levar seu corpo para San Carlos...

e ele ser� enterrado com honra.

Honra? Sabe o que penso...

de sua honra, de sua cidade e de sua guerra?

N�o, n�o ser� em outro lugar, ser� aqui.

Foi aqui que ele morreu.

Povo de San Carlos.

O tirano Martinez...

mandou que nos rend�ssemos Eu disse que n�o o far�amos...

e que se fosse necess�rio lutar�amos at� a morte.

O que ele disse, Ike?

N�o � dif�cil imaginar.

Provavelmente conversa fiada para lhes dar coragem.

Agora lhes pe�o que sigam seus oficiais...

com lealdade e coragem.

� um massacre.

Aqueles pobres diabos n�o podem fazer mais.

Deve ser divertido para o general.

N�o est� sendo divertido para eles.

Talvez dev�ssemos ver se podemos ajud�-Ios mais.

Protejam-se.

Acho que sabe que est�o levando uma surra.

Se quer dizer que estamos perdendo, sim.

Acho que n�o temos nenhuma chance.

Creio que tem raz�o. Talvez possamos fazer algo...

para igualar as coisas um pouco.

- Do que precisa? - P�Ivora e panelas de barro.

Bombas. J� est�o prontas.

D�-lhe as bombas.

� isso que quer?

Uma bomba de verdade.

Vamos levar todas.

Todas.

Adeus, capit�o.

Ol�.

Ol�, amigo.

N�s, amigos. Precisamos de sua carro�a, entende?

Tamb�m precisamos de seus chap�us...

Voc� � um mestre do idioma, n�o pare agora.

Droga, n�o tenho tempo para ser educado.

Vamos, passe para c�.

Ele n�o � jeitoso?

Mande-os avan�ar.

Avancem.

Esperem.

Esperem at� que estejam mais perto.

Fogo!

C�es covardes!

Olhe s� para isso.

Idiotas! Protejam os pai�is, depressa!

Os gringos conseguiram!

Isso n�o � lindo?

Queria que Will tivesse visto.

Estamos sem muni��o.

Quanto tempo os canh�es ainda resistir�o?

Talvez uma hora, n�o mais.

Tenho um ex�rcito de imbecis e idiotas.

Ordene o cessar-fogo.

Cessar-fogo.

� rid�culo derramar mais sangue.

Talvez esteja lamentando a perda de muni��es.

N�s s� queremos a paz.

Seus soldados devem sair de San Carlos.

De acordo.

Ent�o partir�o?

Sim, por�m tenho condi��es.

Eu governarei meu pa�s sem a sua interfer�ncia.

O que mais?

Meus traidores est�o aqui. Em sua cidade.

Quem s�o?

Os jovens gringos. Eu os quero.

Meu povo.

O ex�rcito do general Martinez est� partindo.

A luta terminou. Temos paz.

Temos paz.

A luta terminou.

Somos muito gratos a voc�s.

Capit�o, voc� � legal.

Creio que devemos agradecer-lhes...

mas acabei de saber que estavam a servi�o de Martinez.

Ele lhes pagou para nos espionar.

- Tio. - Sil�ncio.

Voc�s n�o t�m lealdade nem causa.

Voc�s o tra�ram, s�o traidores.

Acho que somos mesmo.

O senhor esquece o que fizeram ao sargento Hansen.

Esta n�o � sua jurisdi��o.

Fiz um acordo com sua excel�ncia...

o general Martinez.

Eu lhe dei minha palavra de que como s�o criminosos...

voc�s ser�o entregues a ele.

� uma quest�o de honra.

J� ouviram tanta bobagem na vida?

Ou�a-me, velho idiota.

O senhor n�o sabe o que � honra?

Calma, capit�o.

N�o importa mesmo.

Talvez o senhor tenha acabado sua guerra...

mas n�s n�o terminamos nosso assunto com o general.

Acho que n�o.

Na verdade estamos indo visit�-Io.

Assim, nada de conversa pretensiosa sobre...

O que foi que ele disse, rapazes?

Ele disse uma palavra bonita. Ele disse honra.

Sim, foi isso. N�o foi?

Eu vou com voc�s.

N�o � mais a sua guerra, capit�o.

Eu fiz com que fosse.

� melhor n�o. Acho que n�o sabe o que o espera.

Sei o que voc�s precisam fazer.

Para voc� e eu, deve ser desta maneira.

Juan, seja prudente.

Voc� � legal, capit�o.

Adeus, sua excel�ncia, e se servir de consolo...

o senhor n�o � pior que Martinez, aquela cobra.

Atirem, matem-nos!

Ike! Ike! N�o me abandone, ouviu?

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