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O que �?
Camarada tenente-general.
Um camarada deseja falar consigo. � de Berlim.
Quem � este?
Subtenente Mittig, camarada tenente-general.
Fal�mos ao telefone.
- Disse-lhe que a contrarrevolu��o... - E ent�o?
Desligou. Tinha outra coisa a dizer.
V� direto ao assunto.
Louvor e honra ao glorioso KGB, � o que digo sempre.
E, agora que a camarada ministra morreu, uma amiga do desporto e dos jovens...
Bom, pensei
vir c� oferecer os meus servi�os.
E propor-me para...
Bom, para algo maior.
A Kleo
continua por a� � solta.
Podia livrar-me dela,
se, em troca, eu...
Percebe?
O camarada percebe.
Anja? O que fazes aqui?
A camarada Ramona est� a tratar disso.
O qu�?
�s a Ramona?
A famosa Ramona?
Parece que sim.
Podem ir.
- Puta. - Cretino.
AEROPORTO MOSCOVO
Moscovo.
- Parece estranho, n�o? - O qu�?
At� agora, ningu�m nos tentou matar, o que � um milagre,
quando vou a algum lado contigo, mas o Nikolai sabe que vimos.
Porque n�o estamos pendurados de um helic�ptero? O que anda a tramar?
STRAUB
Vamos j� descobrir.
STRAUB
- Straub? - Sou eu.
Venha comigo, por favor.
- Queres perguntar-lhe aonde vamos? - Para qu�?
Como assim, para qu�?
Obrigada.
Desculpe, aonde vamos?
Sente-se.
Est� bem. Obrigado.
AEROPORTO INTERNACIONAL DE MOSCOVO
O que � aquilo?
Kleo?
Deixa-me ver-te.
Est�s t�o...
Tu...
Est�s t�o crescida!
N�o te lembras de mim?
N�o.
Sou a Akulina. A tua av�!
Estou t�o feliz por te ver.
Vem beber um ch�!
Conheces a velhota? Achas que � perigosa?
� a minha av�.
A tua... Est� bem.
Estarei aqui, se precisares de algo, sim?
A M�e P�tria.
� o meu trabalho mais recente. Gostas?
Vamos.
Prova. Era o teu favorito.
Ou tamb�m te esqueceste disso?
- J� estive aqui. - Muitas vezes, na verdade.
Passavas quase todos os ver�es aqui.
Adoravas brincar no jardim.
Acho isto estranho. Durante anos, n�o vos vi nem soube nada de voc�s.
N�o existiam, e agora devemos brincar �s fam�lias felizes?
O que aconteceu naquele tempo foi tr�gico.
O facto de a tua m�e ter deixado o Nikolai.
Ele � um bom pai e voc�s eram uma boa fam�lia.
E a tua m�e destruiu tudo.
� uma defini��o interessante de "um bom pai".
Toma, v�.
KLEO
Ele esteve sempre ao teu lado. Ia contigo a todo o lado.
O que pretendes com isto?
Quero que honres o Nikolai pelo que ele �.
Teu pai.
Achas que o vou deixar continuar assim?
Para poder espalhar o seu "amor" pelo mundo inteiro?
N�o o posso permitir.
Tens mais em comum com ele do que imaginas.
A teimosia com que persegues os teus objetivos,
a tua determina��o e for�a... Herdaste tudo isso do teu pai.
E tamb�m tens os teus olhos do teu pai.
� pena os nossos objetivos serem t�o diferentes.
N�o estou preocupada com ele.
� contigo
que estou preocupada.
Se n�o fosse eu, j� estarias morta.
Ele � um pai amoroso, mas um lutador implac�vel.
N�o te poupar� s� por seres filha dele.
Poupar-me a qu�?
Ele j� me tirou tudo.
- Mas n�o deixarei que volte a acontecer. - Ent�o, morrer�s.
� tarde.
Lamento.
Eu tamb�m.
Kleo!
Adeus.
Para ti tamb�m, av�.
- Sim? - A rapariga esteve aqui.
Mas n�o quis ouvir.
Eu disse-te,
mam�.
� uma crian�a teimosa como tu foste!
Sim.
Sim, �.
Sei que o deves odiar ainda mais do que posso imaginar, mas...
... n�o sei.
N�o dev�amos pensar no que a tua av� disse?
Haver� hip�tese de uma solu��o pac�fica?
- N�o. - Como vamos fazer isto?
N�s dois contra o KGB inteiro.
N�o somos s� n�s.
O qu�?
- Kleo! - Natasha!
Que bom ver-te!
Fiquei t�o feliz por ter not�cias tuas.
Quem �?
Broderova, Natasha.
Petzold, Sven.
Entra! Fiz o jantar.
- Borscht? - Sim, claro, borscht.
Sa�de.
Um brinde a Cuba.
� amizade.
Cuba?
Foi onde nos conhecemos. Ela n�o te disse?
A Kleo tem muitos talentos, mas a comunica��o n�o � um deles.
A Kleo era a mais bonita na Brigada da Amizade.
Toda a ilha de Cuba estava apaixonada por esta mulher. Toda.
- Toda? - Sim. Ela era muito selvagem.
Tens sorte em estar com ela.
N�o estamos juntos. S� trabalhamos juntos.
S� porque ela n�o quer.
Porque n�o?
Ele parece bastante aceit�vel.
Despacha-te.
Sen�o, fico com ele para mim!
Est� l�?
� para ti.
Sim?
Kleo.
A av� ligou-me.
Ficou desiludida.
Eu disse-lhe que n�o valia a pena falar contigo.
Correto.
N�o tentarei fazer-te mudar de ideias.
Ent�o, porque est�s a ligar?
Kleo...
Quando nasceste,
queria chamar-te Nadeshda.
"Esperan�a".
Como a segunda mulher do nosso s�bio l�der, Jos� Estaline.
A tua m�e op�s-se.
Nadeshda?
Ela n�o se matou? E Estaline mandou a irm� dela para o gulag.
Minha pequena Kleo.
Quero que entendas.
�s minha filha
e orgulho-me de ti.
� horr�vel que n�o tenha podido estar l� para ti.
Foi por isso que ligaste? Para me contares a tua vers�o da hist�ria?
Sabes que mais? Estou-me nas tintas!
- Sou o teu pai. - N�o �s meu pai.
O meu pai era o Fabian e mataste-o.
O Fabian!
Ele tirou-me tudo.
A mulher que eu amava
e a ti, a minha filha.
Merecia morrer.
E a m�e tamb�m merecia morrer?
Achas que gostei de o fazer?
A morte da tua m�e d�i-me tanto como a ti.
Mas n�o podia permitir que ela nos desafiasse.
E, se me desafiares, Kleo,
terei de te destruir e �s tuas ideias contrarrevolucion�rias.
E se eu te destruir e �s tuas ideias?
J� tiveste essa oportunidade.
N�o o fizeste.
N�o consegues matar o teu pai.
N�o �s meu pai, Nikolai.
�s um monstro.
E vou matar este monstro.
Est�s bem?
Era o Nikolai.
Em Maiorca, disseste que nunca desisto porque sou assim.
� verdade?
Estava enganado.
Podes mudar, e mudaste.
- Muito, na verdade. - Sim?
Sim.
Sempre pensei que n�o podia.
Mas posso.
Podemos mudar.
- Tamb�m podemos mudar o rumo das coisas. - Sim.
E, se tivermos muita sorte, tamb�m podemos mudar o mundo. Certo?
Se algu�m consegue fazer isso,
�s tu.
Obrigada.
Vemo-nos debaixo da mesa!
N�o sei o que isso significa, mas conta comigo.
O voo ia de Tallinn para Lviv.
O avi�o encontra-se na URSS. Todos os passageiros est�o bem...
- Bom dia! - Bom dia.
- Ch�? - Sim, por favor.
... foram detidos pela Pol�cia finlandesa.
O chanceler alem�o Helmut Kohl falou � imprensa em Bona
e, para surpresa dos jornalistas, anunciou que n�o haver� uni�o monet�ria.
D�vidas por parte dos EUA s�o apontadas como a raz�o.
O que est�o a dizer?
A vossa uni�o monet�ria foi cancelada.
O qu�? Significa que o Nikolai tem o pacto.
Sim, mas n�o por muito mais tempo. Vamos recuper�-lo hoje.
Toma. O pai dela vai a uma estreia no Teatro Estatal.
Bal�.
E n�s iremos atuar no KGB.
A m�e da Natasha trabalha l�. Ela vai ajudar-nos.
- Sim. - E depois?
Revistamos o edif�cio dos maiores servi�os secretos do mundo em busca de um pacto?
- Sim. Que mais? - Pod�amos...
Vamos, camarada.
Hoje, na capital da Alemanha, Berlim, houve um desfile de tecno.
Os jovens tocaram m�sica tecno em enormes colunas de som.
Muitos f�s dan�aram pela cidade ocidental.
- Espero que ela consiga. Tem de ser. - Vai conseguir.
- Cuidado. Est� bem? - Claro.
Correio! A Maria est� doente. Estou a substitu�-la hoje.
Correio. Venham buscar o vosso correio!
Leve o seu correio, camarada! Bom dia!
Aten��o!
Aten��o, camaradas, foi detetado um ataque com g�s na nossa sede.
Pobre coitado.
Vamos.
Ol�.
Vamos.
Vamos l�.
Sim. Est� bem.
Caramba!
Pr�tico.
O senhor?
- Pensava que estava no... - Bal�?
Sim.
Odeio bal�.
- Isso est� feio. Devia ir ao m�dico. - N�o tenho seguro de sa�de de viagem.
Ent�o, v� para casa.
Irei.
Com a Kleo.
A Kleo est� morta.
E o senhor ser� o pr�ximo, Sr. Petzold.
Sabe quais eram os planos dela para o funeral?
Talvez espalhemos as cinzas dela por todo o lado.
O que acha?
Acho...
... que n�o faz ideia de qu�o boa a sua filha �.
Sabe quantas vezes pensei: "A Kleo est� morta"?
"� imposs�vel que tenha sobrevivido a isto." Mas sobrevivia. Sempre.
Porque a Kleo � muito mais forte, dura e corajosa
do que possa imaginar, Nikolai.
N�o estou preocupado com a Kleo.
Estou preocupado contigo.
Porque a Kleo vem a�
e vai matar-te.
E agora vou-me embora.
- Devo faz�-lo? - Espera, aqui n�o.
Sabemos onde est� escondido. Trataremos dele mais tarde.
Ramona.
- Sabes como � quando o dever chama. - Onde est� o teu filho?
Com a minha mulher. Ela est� t�o feliz.
Ficou incrivelmente feliz por se tornar m�e.
O que se passa?
Tenho ordens para te matar.
Mas, sabes,
o que aconteceu no Chile p�s-me a pensar.
Perguntei a mim mesma:
"O que � forte e o que � fraco?"
Sempre achei que eras fraca por teres tra�do os teus ideais.
E eu era forte porque era leal.
Mas isso estava errado.
N�o me mataste na altura.
Decidiste por ti pr�pria o que estava certo e o que estava errado.
Isso � for�a! E eu?
Sou fraca porque fa�o o que me mandam.
Adoro-te.
Merece-la mais do que eu.
A tua maneira � a certa, Kleo.
Aprendi contigo.
N�o vou acatar mais ordens.
Foda-se. N�s, as mulheres, podemos mudar o mundo, se...
Ol�, camaradas.
Bl�, bl�, bl�. Que conversa era aquela?
- O que fizeste? - Eliminei a suposta melhor agente da RDA.
Sacana est�pido!
Vou apanh�-lo.
Uwe!
Uwe.
V� l�!
Merda!
Uwe!
Um, dois, tr�s, quatro, cinco...
Uwe?
Vamos falar!
De que queres falar? De repente, ela quer falar!
De matem�tica, por exemplo?
Nunca foste muito bom nisso.
Temos oito balas. Gast�mo-las todas.
Quantas restam?
O teu carregador est� vazio.
Ouve-me, Uwe.
Percebes que estavam a brincar sobre lutar pelos trabalhadores, certo?
A Margot, o Nikolai...
S� querem saber de poder, dinheiro, influ�ncia.
E tu �s apenas o brinquedo deles.
Caramba!
Um pe�o est�pido para ser sacrificado.
Est�o a usar-te!
N�o acredito.
Entra!
Est�s viva! Meu Deus, est�s viva.
- Preciso de vodca. - Vodca, por favor.
- N�o queres ir ao hospital, de certeza? - Sim!
- P�e isso no meio. - Assim?
- O que aconteceu? - O pacto n�o estava no KGB.
- Mas sei onde est�. - Sim?
Obrigada.
- Aqui. - �s tu?
Sim, e esta torre � o Monumento aos Conquistadores do Espa�o.
Porque achas que est� l�?
Sempre que sonho com o passado, vejo um pequeno cosmonauta.
N�o � coincid�ncia.
Sonhos. Est�s a brincar? Queres ir l� por causa de cosmonautas nos teus sonhos?
Sven, o Nikolai tinha um foguet�o em miniatura na secret�ria.
A foto, o foguet�o, a torre! O pacto est� l�! Tenho a certeza.
Mesmo assim.
Nenhum de n�s vai a lado nenhum sem um plano perfeito.
O que se passa agora?
Aqui t�m.
Camarada major Dunya Broderova.
� assim que entramos. Natasha, �s a maior.
Isto n�o � um plano. � um disfarce.
- Segura. - E quando entrarmos? Meu Deus!
Est�s por este meio nomeado
her�i da Uni�o Sovi�tica
e concedo-te esta medalha
por bravura excecional.
Tamb�m tenho medo.
Eu...
... confio em ti.
Vai correr tudo bem.
Tenham cuidado.
Sa�de!
Dei ouvidos a mim mesmo por causa de S�rio B. Aqui dentro.
Sim, meu.
- O que ouviste? - Nada.
Sim, mas isso � bom.
Onde n�o h� nada, Dopi, tudo pode crescer.
Uma flor?
Sim. Por exemplo, Dopi.
Por exemplo.
Fixe!
- Podes substituir-me? - Claro.
Como fizeste isso?
Quero pedir-te desculpa, Thilo. Desculpa n�o ter dito a verdade.
Desculpa, porque percebi que �s a melhor pessoa que j� conheci.
- Ciana. - Quero mostrar-te uma coisa, Thilo.
Ciana?
De alguma forma, j� n�o acho t�o mau n�o existirem �vnis.
Deixa-me mostrar-te algo.
O que � isto?
- Uma rutura no cont�nuo espa�o-tempo. - Isto � o Nevada?
A �rea 51?
Espetacular.
Talvez eu afinal seja do espa�o? Sou de um planeta oce�nico extrassolar?
De Gliese 1214.
- Camarada. - Camaradas.
- Isto � do major Zhukov? - General Zhukov.
Voc�! Est� louco?
Qual � o seu problema? Esta � a camarada major-general.
Deixe-a passar, bandalho!
Desculpe, camarada major-general.
O cofre est� na cave, na sala de controlo.
Obrigada.
Obrigado tamb�m.
Porque falas russo t�o bem?
Sim, isso...
A Natasha ensinou-me aquela frase, por via das d�vidas.
N�o achaste sexy? Eu achei.
Aqui est�.
Agora s� temos de o abrir.
O qu�? Espera, como?
- Sim, "como?" A quest�o � essa. - N�o.
"Como? N�o sabes a combina��o." � essa a quest�o.
- Claro que n�o. - A s�rio?
Organizas isto tudo e n�o sabes a combina��o?
Como ia saber que os documentos est�o num cofre?
S�o documentos dos servi�os secretos! Onde mais estariam, sen�o num cofre?
- Para de choramingar e ajuda-me. - D�s comigo em doido.
Se fosses o Nikolai, qual seria o teu c�digo?
N�o fa�o ideia. Est� bem.
25-10-1917, o dia da Revolu��o de Outubro.
Nada mau para um ocidental.
Mas receio que esteja errado. � 7-11-1917, no calend�rio russo.
Est� bem.
Foda-se! Teria sido bom demais para ser verdade.
Tenho outra ideia.
- Est� bem. Qual �? - O anivers�rio de Estaline.
Isso � bom. Isso � muito bom. Muito bem.
Um, oito, sete, oito...
- Raios! - Merda!
Raios!
Est� bem, Nikolai. Que mais � o Nikolai?
� o teu pai.
- O teu anivers�rio. - O meu anivers�rio.
Por favor.
Meu Deus!
Sim!
Caramba!
Meu Deus!
Meu Deus!
Beijamo-nos?
- N�o. - Est� bem.
Merda!
O que �?
Merda!
Ol�, Kleo.
N�o! Vamos manter a calma, por favor.
Acho que isso � o que procuro. Certo?
Suponhamos que seja. E depois?
Deixem-me pensar.
V�o � R�ssia e roubam
o que � atualmente o documento mais importante do mundo.
E depois?
Rose, acha mesmo que nos colocar�amos nesta situa��o
sem um bom plano de fuga?
N�o temos? Kleo!
O meu avi�o est� � espera.
Est� bem.
E, para apanhar boleia, tenho de entregar o meu �nico trunfo?
Para voc�s reconstru�rem o mundo como querem?
Isso n�o vai acontecer. Ter�s de me matar primeiro.
Podia disparar.
Assim, teria o que quero.
Mas...
... tenho algo para oferecer.
O que �?
Digamos que � uma oferta de boa vontade.
Uma informa��o que mudar� a tua vida.
Esta carta em troca do pacto.
Obrigada. Mas j� recebi informa��es suficientes que mudar�o a minha vida.
- N�o dev�amos?... - Confia em mim.
Est� bem.
Se queres o pacto, ter�s de me alvejar.
Que porra est�s a fazer?
Est� bem.
Pai...
Boa noite, Kleo!
Bom trabalho.
Agora d�s-me uma medalha?
Que ideia era a tua?
Ias simplesmente matar o monstro?
Prime o gatilho.
Matar o pr�prio pai n�o � assim t�o simples?
Mesmo que seja um monstro.
D�-me o pacto.
Tens raz�o.
N�o te posso alvejar.
Mas e tu?
Consegues alvejar a tua pr�pria filha?
N�o!
O qu�?
Merda, acho que mordi a l�ngua.
Est�s vivo?
Sim.
O qu�? A medalha?
Caramba, �s um idiota!
Eu disse-te para me deixares tratar disto!
- Olha. - Espera.
Deves estar a brincar. � um colete � prova de balas?
- Sim! - Porque tens um e eu n�o?
S� tinha um.
Est� bem. Porque n�o me disseste isso?
Ele alvejou-me. Podia ter morrido.
N�o jogas em equipa. Sinceramente!
Obrigada.
De nada.
Ele est� morto?
Sim. Est� morto.
E o pacto tamb�m desapareceu, certo?
Talvez at� seja melhor assim.
N�o desapareceu.
Trocaste-o sem mais nem menos?
- Est� bem, o que fazemos a seguir? - Mudamos o mundo?
Mudar o mundo juntos?
- Vem. - Uau.
De m�os dadas? A s�rio?
Est� bem.
Mas s� porque queres.
Camarada Harald, temos uma mensagem importante para si.
Entendido.
Lamento inform�-lo de que o seu pai foi morto com um tiro.
Foi a minha irm� g�mea?
Sim.
Vou voltar.
H. STRAUB
Gatinho.
Gato. Bichano.
Legendas: Florinda Lopes
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