All language subtitles for Kleo.S02E05.1080p.WEB.h264-EDITH

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Original subtitles

Ol�.

Ol�.

F�rias?

Pode dizer-se que sim.

De Berlim?

N�o. Magdeburg.

Conhecemo-nos?

N�o me parece. � a primeira vez que venho para c�.

Ent�o, tenha umas boas f�rias.

Apanh�mo-la. Vou j� avisar a camarada ministra.

�timo.

- Merda! - Mike? Sobe-o mais.

- N�o quero que me caiam peda�os em cima. - N�o sobe mais.

E adeus.

- Sven? - Dispara!

- Dispara! - Fica quieto!

- Filho da m�e est�pido! - Merda!

Sven! Atr�s de ti!

Baixe a arma!

O qu�?

A CIA?

Baixe a arma, Sr. Mittig!

- Uwe! - Apanhamo-lo mais tarde.

- Apanhe-o. - Certo.

- Des�am-nos. - Sim, senhora.

N�o nos desintegr�mos.

Nada mau, Sr. Petzold.

Nada mau.

Sabia que virias. N�o �s boa a mentir.

Deves-me uma.

Conhecem-se?

O que queres saber?

Intercet�mos todas as comunica��es entre a Ludsch e Moscovo.

Sempre que a mala � mencionada,

tu tamb�m �s, Kleo Straub.

O teu nome est� sempre a surgir.

�s a chave. Porqu�?

N�o sei.

V� l�! Diz-me o que sabes.

L� porque deixei a Stasi,

achas mesmo que lutaria ao teu lado pelo capitalismo?

Achas que os documentos

devem ficar nas m�os de uma ideologia apodrecida?

A tua ideologia n�o � melhor.

O que queres, Kleo Straub? N�o te entendo.

Tomar as minhas pr�prias decis�es? Deixar de fazer o que me mandam fazer?

Deixar de acreditar que s� h� bem e mal?

Talvez outro mundo onde ideologias como a tua n�o existam.

Continua a perseguir-me, se quiseres.

Mas n�o conseguir�s nada de mim. Diz isso aos teus cowboys em Washington.

Vamos.

N�o faz mal.

Vai levar-nos aos documentos na mesma. S� temos de a seguir.

E conseguiremos o que queremos.

- Como sabias onde eu estava? - Um velho amigo do ex�rcito russo.

Mas a CIA tamb�m sabia. Isso significa...

Significa que provavelmente h� um informador na Ludsch.

Os vossos agentes tamb�m podem ser comprados?

Correto.

Tens uma chave ou algo para isto?

N�o.

Kleo.

Uma mensagem para ti.

Obrigada.

"Mensagem." Meu, � uma carta. Thilo, porque �s sempre t�o...

Fizeste um �timo trabalho hoje.

Obrigado.

Tamb�m parece fixe.

Querida Kleo.

Tinhas raz�o.

�s quem �s e isso provavelmente n�o serve para mim.

N�o quero uma vida de viol�ncia e morte.

Sei que n�o h� um mundo sem viol�ncia e morte

e que sou um cobarde se enfiar a cabe�a na areia.

Mas nem todos podem ser corajosos. T�o corajosos como tu.

Pessoas como eu, que s� querem ter uma vida feliz,

precisam de pessoas como tu, que lutam por essa felicidade.

A �ltima coisa que quero � que te tornes vulner�vel por minha causa.

E, mesmo que as nossas vidas n�o sejam compat�veis,

quero que saibas que �s �tima tal como �s.

Ainda bem que nos volt�mos a ver

e espero que encontres a felicidade que procuras.

Para sempre teu, Holger.

Est�s triste?

Sim.

Sim, talvez um pouco.

Eu tamb�m.

Porqu�?

Sempre pensei que o vazio fosse simplesmente nada. Mas n�o � verdade.

Algo que magoa pode ser nada?

A Ciana?

Pensava que �ramos feitos um para o outro.

Duas pessoas da mesma estrela, para sempre, sabes?

Agora n�o resta nada.

Apenas um vazio enorme e doloroso.

� melhor ficar sozinho. D�i menos assim.

Sim. Se n�o tens ningu�m, n�o podes perder ningu�m.

Mas isso significaria

ter de estar sozinho para sempre.

Kleo, isso significaria que os humanos n�o s�o seres sociais.

Que � um planeta cheio de ego�stas sem qualquer liga��o,

sem amor, sem amizade.

- Sim. - Mas n�o � o caso.

�s minha amiga, Kleo.

Sinto-o aqui.

Sim. E tu �s meu amigo, Thilo.

Exatamente. Os humanos precisam de acreditar no amor.

E, se nos magoarmos,

podemos sarar, Kleo.

Diz algo.

- Talvez tenhas raz�o. - Sim.

- Sim, n�o... - Tenho.

Sim!

N�o podes abandonar os teus amigos.

Nem aqueles que amas. Nem as tuas esperan�as e sonhos.

� a lei c�smica.

Qual � o teu plano agora?

Tenho de ir ver o Dopi. O amor tem de viver, Kleo.

Feliz Natal, Kleo.

Pai?

Est�s bem?

Kleo, vamos fazer alguma coisa quanto a isto?

Kleo, espera. Kleo!

Tens de falar comigo, sim? Por favor. Vejo que um interruptor se ligou.

Tudo bem, mas tem de haver comunica��o. V� l�.

Recebi esta casa de bonecas no Natal.

Est� bem, � um belo presente de Natal.

E ent�o?

Feliz Natal, Kleo.

- Quem �s tu? - Conhecemo-nos h� muito tempo.

Trouxe-te um presente.

V�.

O nome do alvo � Karl Friedrich Konrad.

Lidera uma unidade de combate nazi na Rep�blica Federal.

Ser� combinado um encontro secreto entre voc�s dois.

Encontrar�s todas as outras informa��es sobre o processo da opera��o aqui.

Obrigada.

� tudo?

N�o propriamente.

- O que � isto? - Abre.

Campeonato da Europa de Patinagem Art�stica em Copenhaga?

� num pa�s n�o socialista.

E, se os aceitares agora, � a tua promessa de um regresso s� e salva.

Isso � uma instru��o?

� uma ordem.

Ent�o, darei o meu melhor.

E se eu voltar s� e salva?

Ent�o, iremos juntos apoiar a nossa Kati em Copenhaga.

Isto...

... talvez seja pouco profissional, mas...

- Muito bem. Tudo de bom, camarada. - Camarada.

Camarada Zhukov?

Ol�.

"Permita-me informar! Altamente secreto.

Opera��o Ludsch, elaborada pelo coronel-general Otto Straub."

Holger, para. E se o av� te ouvir?

Ent�o, n�o devia deixar isto por a�.

"Objetivo: preserva��o de estruturas militares e administrativas

no caso de um colapso."

- D� c�! - O que recebo em troca?

- Um estalo na cara. - Um estalo? Isso n�o chega.

Um ovo estrelado?

Um ovo estrelado.

Quero um beijo teu.

Est� bem.

Kleo, sai da�.

Seca-te depressa.

O pap� voltou?

J� te disse, querida. O pap� n�o vai voltar.

Mas acabei de o ver.

O carro dele avariou-se.

Na autoestrada.

Despistou-se. Os m�dicos chegaram muito depressa.

Mas n�o havia nada que pudessem fazer por ele.

O que fazes aqui, Nikolai? Foi o Otto que te enviou?

S� trouxe presentes.

Nunca mais te quero ver aqui. Nunca!

N�o me podes impedir de trazer presentes.

Podes enfiar os presentes no cu!

Ela tem raz�o. Sai daqui e para de interferir nas nossas vidas.

N�o me fales em interfer�ncia!

O que se passa?

- Sven, temos de ir ver a minha m�e. - Devagar. Onde est�s agora?

O meu pai n�o morreu num acidente de carro. Foi alvejado.

Pelo Nikolai Zhukov, do KGB.

E este Nikolai Zhukov tem-me seguido este tempo todo.

Esteve aqui e devolveu-me o colar de cavalo-marinho que me arrancou

quando matou o meu pai. E a minha m�e conhece-o. Percebes?

Est� bem, eu... Ent�o, agora vamos ver a tua m�e.

- N�o podemos. N�o sabemos onde est�. - E como descobrimos?

- S� a tia Margot pode saber. - Porque?...

Porque o Piotr disse que a Margot est� envolvida na Ludsch.

- Est� bem. - E a gente da Ludsch � da Stasi.

A Firma tinha quase 200 mil informadores. Ningu�m se esconde deles por muito tempo.

- N�o. - E a Ludsch pode ativ�-los quando quiser.

- Quem sabe tudo isto? - Margot Honecker.

- Certo. - Perfeito.

Muito bem. N�o tenho a certeza de ter percebido tudo, mas vamos l�.

Podemos fazer algo quanto a isto? Come�a mesmo a...

O que est�s a fazer? N�o. Kleo, para. N�o...

Deves ter uma serra, porque n�o o vamos fazer assim.

- Para. - Fica quieto.

� que... Est� bem.

- Confio em ti. - V�.

Agora, vamos.

Liberdade!

Dopi, ol�.

Mudei de ideias. Alinho.

Ias deixar-me sozinho?

Claro. A Ciana n�o � uma princesa. Isso arrancou a agulha do meu disco.

Claro, meu.

Mas, se o disco ainda estiver a girar, podemos voltar a p�r a agulha.

E o cora��o pode dan�ar.

- Uau! - Sim.

Amor e m�sica.

- A miss�o � essa! - A tua miss�o.

N�o, Dopi. A nossa miss�o.

Thilo, o teu cora��o est� a dan�ar.

Em sintonia com o teu.

Espetacular!

E agora v� isto.

A nossa m�sica de marca. Diretamente de S�rio B.

Fixe, n�o �?

� mesmo fixe!

Idiota! Devia ter previsto isto.

- Eu sei. Sou um idiota! - Controla-te, Uwe!

- Estamos quase a fazer hist�ria. - Sim, e eu falhei!

Mas que disparate. A Alemanha ser� reunificada dentro do Imp�rio Sovi�tico

e far�s parte dessa vit�ria sobre o capitalismo.

Deixei o inimigo ficar com ela. � motivo para me despromover.

A Kleo nunca trabalhar� com os americanos. J� sabemos onde est� a m�e dela.

- A Kleo far� o que dissermos. - N�o serei despromovido?

- Disparate! Porque serias despromovido? - Bom...

- Porque eu... - Uwe!

A organiza��o precisa de ti.

E eu preciso de ti.

A s�rio?

Claro que sim.

�s o homem mais leal e importante que tenho.

Isso � verdade?

Sim!

Uwe!

O que foi?

Tentaste...

De que te ris? Era a s�rio. Pensei...

� melhor parares de pensar.

N�o te rias de mim.

Erich! Sabes o que este gnomo tentou fazer?

N�o te rias de mim. Dediquei toda a minha vida ao servi�o do socialismo.

Sim, talvez tenhamos confiado nas pessoas erradas. Erich!

Ele tentou beijar-me!

N�o te rias de mim, puta!

Puta!

Margot?

Disseste alguma coisa?

- Merda. Espera, Kleo. N�o! - O que foi?

N�o podes entrar na casa da Honecker com uma Kalashnikov!

- Porque n�o? - A s�rio?

Se algo correr mal e voltares ao modo assassino,

o mundo inteiro vir� atr�s de n�s.

- J� andam atr�s de n�s. - Sim, bem visto.

Mas n�o podemos tentar, s� por uma vez, minimizar os nossos problemas, por favor?

Est� bem. A outra teria causado mais impacto.

Tia Margot?

Raios partam!

Foda-se!

O Erich Honecker est� morto?

Merda. Kleo, ele est�...

Esta merda � grave. Vamos sair daqui. Agora. Por favor.

- Foda-se! - Esconde-te.

O qu�? Onde? Foda-se!

Camarada ministra?

Ol�?

Merda!

Ol�?

Est� aqui algu�m?

Jutta.

Kleo.

O que fizeste?

Nada. J� estavam mortos quando cheguei.

E devo acreditar em ti?

Queres o pacto e pensaste que a Margot o tinha.

Pousa essa coisa.

Vamos conversar, Jutta, como querias fazer no St�bchen.

N�o, vou informar que mataste a camarada ministra

e o camarada presidente do Conselho de Estado.

A quem?

� Pol�cia? E o que lhes vais dizer?

"Ol�, fala a Jutta da Ludsch.

Plane�vamos um golpe de Estado, mas algo est�pido nos atrapalhou."

N�o sou est�pida!

Pousa isso ou premirei o gatilho.

Basta! Para! Por favor, n�o. Ningu�m aqui dispara, est� bem?

O que quer?

Quero que baixe a arma e que tu pares de a provocar.

E quero que conversemos todos como seres humanos civilizados.

Jutta, baixe a arma. Posso testemunhar que estavam ambos mortos quando cheg�mos.

- Sim, claro. � o que eu diria. - Est� bem.

Sou agente especial da CIA.

Baixe a arma.

A CIA? N�o, n�o �.

Claro que sou.

N�o �.

Como sabe?

S� um momento, n�o...

N�o pode saber que n�o trabalho para a CIA, a n�o ser...

Ela trabalha para a CIA!

Foda-se! � ela a informadora. Disse-lhes onde o Uwe estava escondido.

Bom, Jutta.

O que dir�o os teus camaradas da Ludsch quando souberem quem mais te paga?

N�o, Kleo. Certo?

Por favor.

Jutta, para ser sincero, os agentes duplos n�o s�o fixes.

O que aconteceu aqui? A Margot topou-a,

por isso, matou-a e a ele tamb�m. Sim? - O qu�?

- Agora est�s na merda. - At� os joelhos.

N�o podes fazer isto, Kleo, por favor.

Tudo o que te disse � verdade.

Quando soube que te queriam armar uma cilada,

disse logo � CIA para te proteger.

N�o, Jutta, os americanos pagam-te. � por isso.

- Onde est� a minha m�e? - Podemos...

Eu... O qu�?

- De certeza que sabes onde est�. Ent�o? - Porque saberia isso?

Tens todos os pormenores operacionais sobre mim.

- Raios, eu sei como funciona! - N�o te posso dizer.

Ent�o, receio que tenha de informar o KGB

de que h� uma agente dupla na Ludsch e dizer-lhes o que tem andado a fazer.

Para! Espera!

Est� bem.

Sabes onde � o Lago Krewitz?

H� l� uma velha dacha. A tua m�e est� l� escondida.

- Conheces o s�tio? - Sim. Vamos.

Mas...

- N�o podem ir agora. - Podemos, sim.

E isto?

Pensar�s em algo. N�o �s est�pida.

Mas...

Camarada ministra?

Ol�?

Est� aqui algu�m?

Puta traidora.

Sim.

Camarada Zhukov. Uma chamada de Baikonur.

D�-me o telefone.

D�-mo c�.

Est� l�?

Queria desejar-te boa sorte.

Todo o teu pa�s, camarada...

Estamos todos muito orgulhosos de ti, camarada.

Espera-te um futuro brilhante.

Obrigado.

Levar�s a gl�ria e a honra sovi�ticas ao espa�o.

J� o sabia, quando decidiste juntar-te � Roskosmos.

A grandeza da nossa na��o tamb�m se reflete na ci�ncia.

� uma honra.

N�o, a honra � minha, camarada cosmonauta.

A um regresso seguro e triunfante!

Preciso de ti ao meu lado depois disto.

Obrigado. Podes contar comigo.

Camarada ministra...

Sim?

Est� l�?

Sim, quem fala?

Quem fala?

- Camarada Zhukov? - Sim.

Quem fala?

Camarada Uwe Mittig.

Ajudante da camarada Honecker.

Passe � camarada Honecker.

N�o posso fazer isso, camarada.

A Camarada Honecker...

... est� morta.

O camarada presidente do Conselho de Estado tamb�m. Executados.

Por...

Por uma traidora cobarde.

Porque n�o t�m as coisas controladas em Berlim?

Bom,

acho que temos...

A camarada Honecker garantiu-me

que tinha tudo sob controlo.

E o que descubro? N�o t�m nada controlado!

Porque n�o recebi ainda o maldito pacto?

Se os americanos lhe deitarem a m�o,

ser� o nosso fim.

Eu n�o era respons�vel pelos documentos. S� sei que...

O que aconteceu, ao certo?

Estava escondido na casa de banho e ouvi tudo claramente.

A Kleo Straub esteve aqui.

Matou a camarada Honecker

e o camarada presidente do Conselho de Estado sem aviso.

Depois, apareceu a camarada Jutta Zielinski.

Tem trabalhado como informadora da CIA

e disse � Kleo onde est� a m�e dela.

E a Kleo executou-a tamb�m.

� uma trapalhada.

N�o o pude evitar. Tem de acreditar em mim, camarada.

- Onde est� a m�e dela? - Sim, senhor.

No Lago Krewitz. A Kleo vai a caminho.

- Tem a certeza? - Claro.

Camarada?

Idiota.

Camarada Zhukov?

Chamada �s armas para a Estrela da Paz 65.

Opera��o "Da R�ssia Com Amor".

A Estrela 65 est� em modo de combate.

Coordenadas do alvo,

53,28

98

53,

v�rgula,

13,54

50

18.

Pe�o a confirma��o final do comando.

Aniquila��o f�sica.

Entendido.

Dois desconhecidos aproximam-se do alvo.

Entendido.

A Opera��o "Da R�ssia Com Amor"

tem luz verde.

Ataca

ao teu crit�rio.

Entendido.

- Aquela? - Sim.

Aquela era a vossa cabana?

V�nhamos sempre aqui de f�rias. Com o pai.

- Espera aqui, por favor, Sven. - Claro.

- N�o devias estar aqui. - N�o foi um acidente de carro.

O pai foi assassinado pelo KGB no Natal. Pelo Nikolai Zhukov. N�o � verdade?

- Como � que tu... - Porque mentiste?

Fala!

A Opera��o Ludsch diz-te alguma coisa?

Sim. � um plano tra�ado pelo av�.

N�o s� por ele.

O Otto criou a Ludsch com o Nikolai Zhukov.

Ele era o agente do KGB respons�vel pela RDA, na altura.

Depois de o Nikolai matar o Fabian, o Otto encobriu-o.

Talvez para ter algo contra ele.

A Stasi fez crer que o Fabian morrera ao tentar passar a fronteira ilegalmente.

Dois dias depois da morte do Fabian, perguntaste quando o pap� regressaria.

Percebi que tinhas suprimido tudo.

Apesar de ter acontecido diante dos teus olhos.

N�o queria que pensasses que o Fabian nos abandonara.

Ele nunca teria feito isso.

Foi por isso que inventei esta hist�ria.

Para te proteger.

O Nikolai far� tudo o que puder para obter o pacto Reagan-Honecker.

Se � que n�o o tem j�.

Mas porque o matou ele?

E porque sou a �nica que pode conseguir o pacto?

Porque � que a CIA n�o o faz?

Porque n�o podem entrar no KGB e levar os documentos.

Mas tu podes.

Porque o atual chefe do KGB matou o meu pai e me deve algo?

O Nikolai n�o matou o teu pai, Kleo.

O Nikolai � o teu pai.

Kleo!

Merda!

Kleo.

Kleo!

Kleo!

Alvo eliminado.

Pessoas desconhecidas sobreviveram.

E agora?

Agora, vamos a Moscovo.

Sim!

Camarada Zhukov.

Penso que esperavas por isto impacientemente.

Sem d�vida. Finalmente.

Onde o conseguiste?

Isso n�o importa.

O que queres?

Um favor e, em troca, receber�s o pacto.

Um favor?

Seria uma honra e uma grande satisfa��o,

se me deixasses matar a Kleo.

Legendas: Florinda Lopes

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