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INSTITUTO NACIONAL DE COMUNICA��O
- Oi, Sra. Noise. - Bom dia, senhoras e senhores.
Bom dia, Sra. Noise.
Seja bem-vindo.
Aqui est� o texto que usaremos.
Muito bem, podem ir! N�o esque�am:
o trabalho sobre o sistema solar � para quarta-feira.
Tudo bem. Vamos jogar bola.
O que voc� est� fazendo, Bruce?
Estou escolhendo um taco. Posso?
Ande logo! N�o temos o dia todo.
� claro.
Voc� pode ir primeiro.
- Por que n�o? - Deixe-o em paz, Bruce.
Ele n�o pode jogar.
D�-me o taco.
N�s temos um rebatedor.
Vamos l�, rebatedor!
Voc� quer uma bola baixa?
Lance a bola logo.
Caramba!
Corra, vamos!
Jogue!
N�o deixem que ele fa�a um home run.
Mike, pegue a bola!
Vamos l�, corra!
- Corra! - Vamos!
- Jogue a bola! - Vamos!
D�-me sua m�o.
Foi uma boa jogada.
Nada mau...
para um deficiente f�sico.
Eu estava preocupada.
Voc� perdeu o �nibus?
Eu estava jogando beisebol.
- As crian�as s�o legais? - N�o.
Com o tempo...
isso mudar�.
Fui aceita naquele curso que falei.
- N�s dois vamos estudar. - �timo.
Eu s� espero completar o curso.
Alguns chegam ao final, mas n�o passam na prova.
M�e, posso ir com voc� de manh�, em vez de pegar o �nibus?
Pode, claro.
Mas e depois da aula? Eu trabalho at� as 17h.
Espero voc� no shopping.
Voc� n�o pode fazer isso, Billy.
Voc� n�o pode andar tanto. � muito longe.
Aprenda que h� certas coisas que voc� n�o pode fazer.
Por que nos mudamos para Vermont? � uma espelunca.
Eu herdei esta casa, certo?
Al�m disso, � mais barato do que pagar aluguel em Boston.
Eu poderei economizar dinheiro mais r�pido.
Al�m disso, � provis�rio.
Papai n�o iria gostar daqui.
N�o, ele gostava da cidade.
Ele era um bom homem, n�o era?
Sim...
ele era um bom homem.
Por isso, sentimos tanta saudade dele.
N�s o am�vamos tanto.
Papai deve estar no c�u agora, olhando para n�s...
e se perguntando por que ainda n�o ajeitamos a casa.
- Se voc� vai fazer algo... - Fa�a direito.
E fa�a logo.
N�o faremos nada agora, pois � hora de ir para a cama.
- Por favor, m�e! - N�o, n�o.
Pode parar a�. N�o se mexa.
- Venha. - Est� bem.
UNIC�RNIOS
- At� mais. - At�, querido.
Caso voc� queira comprar algo no shopping.
Obrigado.
- Tenha um bom dia. - Certo.
Nossa, que luva legal, pai! Obrigado.
Voc� ter� de aprender a us�-la.
Venha, filho. Vamos experiment�-la.
Nada mau.
Voc� � o garoto da cidade?
Como voc� foi na prova de hoje?
Voc� gosta de mountain bike?
Por qu�? Voc� tem uma?
Sim.
N�o. Eu tenho mais o que fazer.
Est� com medo?
N�o.
Ent�o, vamos.
Billy n�o pode por causa da perna.
� verdade.
� uma pena.
Vamos l�.
Carolyn ir� comigo.
At� mais.
Tchau, Billy.
CRIATURAS ESPECIAIS
Dois d�lares.
Voc� pode entrar ali.
Que roubo!
Voc� viu a bolha humana? Ela era t�o esquisita.
MENINO LAGOSTA
Ol�, garota.
Est� com fome?
Aqui est�.
O que voc� acha que est� fazendo?
Eu estava dando feno para ela.
E voc� pagou pelo feno?
- N�o, senhor. - N�o.
Voc� n�o tem esse direito, n�o �?
N�o, senhor.
Mas ela parecia faminta.
Willis!
A quem voc� quer enganar?
Como assim?
Esse animal velho n�o vale um n�quel.
N�s fizemos um trato.
Vinte d�lares. Justo e honesto.
Voc� n�o me disse que o animal estava morto.
Ela n�o est� morta. Est� em plena forma!
Eu pago dez.
Dez d�lares.
� s� o que me pagar�o no matadouro.
N�s t�nhamos um trato!
� pegar ou largar.
Esque�a isso.
Desculpe.
Fa�o picadinho dela, mas n�o vendo por dez d�lares.
Eu pago vinte d�lares, senhor.
O qu�?
Voc� tem vinte d�lares?
Eu n�o tenho vinte d�lares aqui, mas tenho isto.
Tudo bem.
� um sinal.
Sem devolu��o.
- Ol�. - Ol�.
Vou dizer uma coisa, Joe.
Uma mulher que faz um caf� t�o bom merece um aumento.
- Obrigada pela tentativa. - Vou continuar tentando.
Parece que reabriram aquele restaurante na 22.
- Voc� j� foi at� l�, Joe? - N�o.
Voc� j� foi l�, Julie?
- N�o, eu n�o fui l�. - Nem eu.
Ser� que voc� aceitaria ir at� l� uma noite dessas...
para jantar?
Eu?
Bem, eu n�o sei.
- Que tal irmos s�bado � noite? - S�bado � noite?
S�bado � noite.
- � o dia depois de sexta. - Claro. Claro.
Eu n�o posso no s�bado � noite. Eu tenho...
de fazer uma coisa.
- Uma coisa? - Ela fez para mim uma vez.
Bem, fica para outra hora.
� claro.
Quando?
- Como? - Eu perguntei quando.
Quando?
Bem...
- Tem o especial de domingo. - Domingo. Certo. Bem...
Pego voc� �s 19h.
N�o sei se eu posso ir.
�s 19h!
Ele sabe onde voc� mora.
Vi uma p�nei hoje. Ela � muito legal.
Que bom.
O rapaz quer vinte d�lares.
Que tipo de p�nei d� para comprar por $20?
S�o s� vinte d�lares.
E eu j� dei o sinal.
Voc� fez o qu�?
Eu n�o tive escolha.
Voc� comprou uma p�nei que n�o podemos bancar?
Ele ia mat�-la se n�o tivesse os vinte d�lares.
Voc� n�o devia ter dado seu dinheiro.
Voc� sabe disso.
Al�m disso, voc� sabe que n�o pode montar.
Primeiro, o dinheiro. Agora, minha perna. Meu Deus!
Decida-se!
Puxa vida!
Unic�rnio... criatura lend�ria.
� um cavalo com um chifre m�gico saindo da cabe�a.
Um s�mbolo antigo e secreto de esperan�a e sorte.
Voc� sabe...
que unic�rnios n�o existem.
Mas um pouco de sorte n�o faria mal.
Ela � s� uma p�nei.
Ele vai mat�-la.
Eu nem sei quanto custaria...
manter um animal desses. Voc� sabe?
Ela poderia comer grama e tal.
Vai precisar de mais do que grama e tal.
Um pouco de aveia.
Aveia n�o custa praticamente nada.
Ol�, garoto.
Venha c�. Venha!
Voc� n�o quer?
N�o fa�a assim.
Venha c�. Venha!
Tudo bem. Tudo bem, garoto.
Bem, vou lhe ensinar a ter respeito.
Venha c�. Venha!
- Ol�, Joe. - Ol�, pessoal.
Isto � �timo.
- Cinto de seguran�a. - Coloque o cinto.
Algu�m est� bem animado.
Parece que um tornado passou por aqui.
Minha p�nei!
Minha p�nei!
Voc� chegou tarde, garoto.
Ela morreu.
- Voc� a matou! - Cuidado com o que voc� diz!
Tome cuidado voc�, mo�o.
Venha, querido.
N�s n�o podemos fazer nada.
Ela est� bem.
Ela est� viva!
Isso vai lhe custar vinte d�lares.
Menos o que meu filho lhe deu ontem.
Isso foi ontem, senhora. O pre�o subiu.
� pegar ou largar.
Foi um prazer fazer neg�cio com voc�.
N�o sei muito da vida, Sr. Willis.
Mas uma coisa eu sei. N�s colhemos o que plantamos.
Sim, senhora. Isso � verdade.
Um dia, voc� vai desejar que n�o fosse.
Deus ajuda a quem se ajuda, senhora.
Cuide bem do animal, est� ouvindo?
Como voc� est�?
A perna ainda d�i?
Fique quietinha.
Nada mau, n�o �?
Nada mau? Ela � linda!
Como voc� descobriu esse animal debaixo de tanta sujeira?
Lavando com �gua e sab�o.
- Eu queria montar nela. - N�o, senhor.
Voc� ouviu o m�dico. Um tombo feio...
e voc� ficar� numa cadeira de rodas.
O risco n�o vale a pena.
Eu n�o quero me atrasar. Eu preciso ir.
O almo�o est� na geladeira.
- Tchau, m�e. - Tchau!
Bem-vinda � famosa fazenda Hastings.
Voc� dormir� aqui no galp�o.
Voc� poder� correr aqui no curral.
Vou ensinar uns truques.
Quem sabe a gente participe de um rodeio um dia?
Vou ser convidada?
- O que est� fazendo aqui? - Vim ver voc�.
Eu soube que voc� salvou a p�nei.
Todos est�o falando disso.
Aquele homem bateu nela e tentou mat�-la...
mas voc� a salvou.
Bem...
Ela � t�o linda. Por que ele queria mat�-la?
N�o sei. As pessoas fazem coisas assim.
N�o precisa ter motivo.
Ent�o, voc� j� montou nela?
Eu n�o posso, por causa da perna.
�. Desculpe, eu esqueci.
N�o a minha perna, a dela. Eu cavalgaria o dia todo.
Eu estou resfriada. Ent�o...
eu vou andando.
Desculpe se eu...
N�o precisa pedir desculpa.
Ter um problema na perna n�o � o fim do mundo.
- Desculpe. - Voc� pode parar de dizer isso?
Vamos.
Venha.
Eu acho voc� muito corajoso.
Voc� ouviu isso? Ela me acha corajoso.
Vamos.
- Quero o suficiente para um m�s. - Isto vai durar uma semana.
Pague no caixa.
Desculpe, querido, mas n�o podemos sustent�-la.
O que eu comprei hoje s� vai durar uma semana...
e mais nada.
Eu posso trabalhar.
Mesmo assim n�o seria suficiente, querido.
Al�m disso, temos de economizar cada centavo...
para que eu possa estudar.
Voc� n�o pode arranjar outro emprego?
� uma cidade pequena, Billy.
Tenho de aceitar o que aparece.
Estou pensando em nosso futuro, sabe?
Uma esten�grafa ganha muito bem.
Eu vou cuidar bem de voc� e quero que fa�a faculdade.
- N�o podemos pedir emprestado? - Ningu�m me emprestaria.
Mesmo que emprestassem, eu precisaria de dois empregos,
s� para come�ar a pagar o empr�stimo.
Voc� me deixou ficar com ela!
Eu sei, eu sei. Mas n�o vai dar. N�o d�.
- Voc� mentiu! - Eu n�o menti para voc�.
Eu n�o menti.
Eu s� n�o sabia.
Por que isso sempre acontece conosco?
Se o papai estivesse aqui, nada disso aconteceria.
N�s n�o estar�amos no meio do nada e sem nada.
N�o.
Eu acho que n�o.
- Voc� deve ser Billy. - Sim.
- Muito prazer. Eu sou Tom. - Muito prazer.
- Sua m�e est�? - Sim, espere um instante. Entre.
M�e?
Sim. O que foi?
Ol�. Voc� est� �tima, pronta para ir.
Eu gostei.
Domingo �s 19h.
� muito cedo para voc�?
N�o, n�o, n�o.
N�o posso sair com voc�.
Estou rebocando as paredes e tirando o piso.
Voc� precisa espairecer.
Eu tamb�m.
Eu me viro sozinho.
Bem...
Bem, eu vou...
eu vou trocar de roupa.
Se voc� n�o ligar de esperar.
- Eu posso esperar. - Tudo bem.
Tome isto.
Eu soube que voc� tem uma p�nei.
Voc� poderia me mostrar?
- Eu gostaria de v�-la. - Claro.
Ela estava em p�ssimo estado.
Ela ainda n�o est� perfeita, mas est� melhorando.
Ela � uma beleza.
Ela � linda.
N�o entendo de cavalos, mas ela n�o est� prenhe?
Prenhe?
Seria bom pedir lev�-la ao veterin�rio.
Ela me parece bem gorda.
Prenhe.
- A p�nei ficar� bem? - N�o se preocupe.
O n�mero est� ao lado do telefone...
- caso voc� precise. Ligue se... - Pode deixar.
O jantar est� no forno. N�o se esque�a de desligar.
Tinha outra coisa tamb�m.
N�o se esque�a de fazer a tarefa. Voc� tem o n�mero...
M�e, v� se divertir.
Vou ficar bem.
Certo.
Tudo bem. Ent�o, vamos?
Eu esqueci a minha bolsa.
Ela � legal. S� n�o costuma sair muito.
Deu para perceber.
- Billy, foi um prazer. - Igualmente.
- Eu trarei sua m�e cedo. - Tudo bem.
Certo.
- Desculpe. - Tudo bem.
Bem...
- Divirtam-se! - Boa noite.
Aqui est�.
Parece que ele trouxe o rebanho inteiro.
Parece mesmo, n�o �?
Se come�armos j�, at� amanh� cedo terminamos.
Calma.
Calma, calma.
Voc� teve um pesadelo?
Garota...
est� frio aqui.
Talvez isso a ajude.
Est� tudo bem.
Voc� n�o me parece bem.
N�s perdemos a no��o do tempo.
Nossa, como esfriou!
Aqui est�.
- Obrigado. - Obrigada.
Eu me diverti muito.
Eu quero agradecer...
Eu quero agradecer por tudo.
Eu me diverti.
N�s pod�amos sair de novo.
- Eu gostaria disso. - � mesmo?
Boa noite.
Boa noite.
Desculpe.
Tudo bem.
Tudo bem.
- Boa noite. - Boa noite.
Billy?
Billy!
O que est� fazendo aqui neste frio, querido?
Oi, m�e.
- Que horas s�o? - J� passa de meia-noite.
Voc� devia estar na cama.
- Eu estou bem. - N�o � o que parece.
Venha. Ela ficar� bem.
Deixe-a em quietinha.
Venha.
Se precisar, a gente liga para o veterin�rio de manh�.
Voc� n�o est� com febre.
Mas voc� deveria ficar em casa hoje.
- Voc� ficar� bem sozinho? - Sim.
Tudo bem.
Tem bastante comida na geladeira.
- Tudo bem, m�e. - Certo?
Ent�o, tchau.
- Tchau, m�e. - Eu ligo mais tarde.
- Volte para a cama. - Est� bem.
Carolyn, telefone para voc� na secretaria.
Muito bem, pessoal!
N�o quero incomodar, mas...
Eu s� confio em voc�. Minha p�nei est� doente.
Carolyn!
O que a traz aqui hoje?
� um trabalho especial.
Primeiros socorros para cavalos.
Calma, garota.
- Que bom que voc� veio. - Voc� n�o est� bem?
- Eu estou �timo. - O que houve?
Ela vai ter um filhote.
� s�rio?
- Calma, garota. - O que n�s vamos fazer?
Eu n�o sei.
Eu nem sei por onde come�ar.
Vamos chamar algu�m. N�o podemos fazer isso.
N�o podemos chamar ningu�m.
- Por qu�? - Eu sinto isso, certo?
Temos de fazer isso sozinhos.
Est� bem.
- Eu estou com medo. - Eu tamb�m.
Tem toalhas e cobertores na casa.
- Eu vou buscar. - Obrigado.
Isso n�o vai demorar. Calma, garota.
Calma, calma.
Tome.
Obrigado.
Calma.
Aqui est�.
Se estiver virado, vai ter de enfiar a m�o...
Espere a�.
Voc� quer que eu coloque a m�o dentro dela?
Meu pai fez isso uma vez.
Meu Deus!
Talvez ele saia sozinho como deveria ser.
Isso n�o seria �timo?
Ele vai sair sozinho como deveria ser.
Calma, calma.
Calma.
Puxa!
Ele est� nascendo, Carolyn!
Ele � t�o lindo.
� um milagre.
� um milagre.
- Achei que n�o conseguir�amos. - Eu tamb�m.
Espere a�. O que � aquilo?
O qu�?
Veja!
� um chifre.
Cavalos n�o t�m chifres, Billy.
N�o um cavalo comum.
O primeiro unic�rnio apareceu para Ad�o e Eva...
no Jardim do �den. Daquele dia em diante...
somente em raras ocasi�es,
unic�rnios foram vistos pelo homem.
Sim, mas unic�rnios n�o existem.
- Voc� n�o viu aquilo? - � s� uma protuber�ncia.
Escute isso... O unic�rnio n�o pode ser pego � for�a.
Somente os puros de cora��o podem possuir um.
Voc� � puro de cora��o?
Eu n�o sei.
Como eu vou saber?
Jamais vou esquecer este dia.
Eu tamb�m n�o.
Eu gosto de voc�, Billy.
Eu gosto muito.
Vou embora, antes que meu pai mande gente atr�s de mim.
Voc� � a garota mais valente que j� conheci.
� mesmo?
Eu juro. Mas n�o conte a ningu�m, est� bem?
Sobre a possibilidade de ser um unic�rnio.
N�o se preocupe. Eu n�o contarei.
Basta um furo de reportagem.
Voc� conhece aquele jornalista da CNN.
Com a Tempestade no Deserto, ele se deu bem.
N�o diga bobagens, Cecil!
Voc� n�o reconheceria um furo nem se estivesse na sua cara.
Al�m disso, ningu�m l� o Prescott Press.
Exceto n�s.
Quer mais alguma coisa?
- N�o, obrigado. - Caf�?
Oi, Tom! Como vai?
Muito bem, Joe. E voc�?
Eu vou levando.
- Como voc� est�? - Eu estou bem.
- E voc�? - N�o muito bem.
Eu n�o dormi a noite toda e ia ligar para voc�.
Eu n�o teria me importado.
Eu me lembrarei disso.
Pedido saindo!
- Com licen�a. - Claro.
N�o v� embora.
Deus me ajude!
Eu estou apaixonado.
Billy?
M�e. M�e!
- Voc� deveria estar na cama. - Voc� precisa ver uma coisa.
O qu�?
Venha. Venha! Veja!
Minha nossa!
Minha nossa!
Isto n�o � o legal?
Mas...
O que voc� acha?
Alexandre, o Grande, tinha o maior unic�rnio de todos.
Ele ficava no Grande Templo de Rodes...
onde todos os reis prestavam homenagem...
ao mais nobre e especial de todos os animais de Deus.
O que acha, m�e?
Ser� que unic�rnios comem menos do que p�neis?
Talvez eles nem comam.
Isso seria bom.
Quem est� com fome?
Veja como voc� cresceu. Minha nossa!
UNIC�RNIO
N-I-C-O.
Nico!
Carolyn...
- Nico. - O que foi?
Nico.
Muito bom.
Nico.
O estado de Vermont exerceu um papel pequeno, mas de peso...
na guerra entre os estados.
Algu�m sabe outro nome para a guerra entre os estados?
Sim, Billy.
Eu poderia sair? N�o estou me sentindo bem.
Billy...
espere!
Temos que correr. Vamos!
Billy!
- Ela... - Onde est� a sua m�e?
� sangue!
- O que foi? - Minha p�nei.
N�s temos de ach�-la!
Dev�amos seguir caminhos diferentes.
Eu acho que sim.
Meu Deus!
O que houve?
O que houve?
- Minha p�nei est� morta. - O qu�?
O que aconteceu?
Um animal idiota a matou nas colinas.
Meu amor...
- E o filhote? - Ele est� bem.
Ele est� no galp�o.
Querido...
voc� est� bem?
Sim.
N�s podemos ir l� e enterr�-la?
� claro que sim.
� claro que sim.
� duro perder um animal.
�.
Ele est� dormindo?
N�o.
Eu tinha a idade dele, quando Atticus morreu.
- Atticus? - Um velho c�o de ca�a.
Eu jurei que nunca mais teria outro, mas...
Eu n�o queria sofrer de novo.
Mesmo assim, meu pai me deu outro c�o.
Eu disse que n�o queria, mas ele era mais inteligente do que eu.
Demorou uma semana, para eu me apaixonar de novo.
Eu nunca me esqueci daquele c�o de ca�a.
- � mesmo? - �.
Ele me ensinou o que era amizade...
e confian�a...
e que nada morre se tiver algu�m para lembrar.
Eu acho melhor ir andando.
- D� boa noite a Billy. - Pode deixar.
Sabe...
este lugar...
parece mesmo um lar.
- Obrigada. - Julie.
Julie, eu tenho bra�os fortes.
Voc� n�o precisa fazer tudo sozinha, sabia?
Sim, eu preciso.
Pelo menos, neste momento.
Tudo bem.
Boa noite.
Boa noite.
Sabe, m�e, est� escrito aqui.
O puma � o inimigo tradicional do unic�rnio.
Isso explica tudo.
Tem raz�o. Isso explicaria tudo...
se tiv�ssemos um unic�rnio.
- Nico � um unic�rnio. - Nico?
Sim, esse � o nome dele.
Billy!
Meu carro n�o pega.
Vou chamar Joe para ajudar. Voc� est� pronto?
N�o tem aula hoje. Tem reuni�o de pais e mestres.
Joe, � Julie.
Aconteceu de novo. Voc� pode vir me ajudar?
Obrigada.
M�e?
O que houve com o abajur?
O que foi?
O abajur est� quebrado.
� mesmo.
Voc� deu comida para Nico esta manh�?
N�o, por qu�?
Ele deve estar com fome.
Tudo bem.
Oi, Billy.
- Como vai o potro? - Ele est� �timo.
�timo.
Ele n�o est� bem?
�s vezes, quando perdem a m�e cedo, crescem pouco.
N�o.
�s vezes, ele fica meio irritado.
N�o brinque!
- Vou dar uma olhada nele. - Vou busc�-lo para voc�.
Seja bonzinho. Calma.
Ele � bonito, n�o �?
Isso n�o � um potro.
Ele � um pouco crescido para a idade.
Nem me fale!
Por que o chap�u?
O chap�u?
Para proteger os olhos do sol.
Bem...
� melhor voc� entrar.
Voc� est� bem?
Sim.
Acho que o cheiro de tinta n�o est� me fazendo bem.
Bem, isso acontece.
Eu vou logo atr�s...
caso seu carro morra de novo.
Algo est� descarregando a bateria.
� melhor mandar verificar o alternador.
Sim.
Billy...
precisamos conversar...
Mais tarde, quando eu voltar.
Tchau, m�e.
Carolyn!
- Tudo bem? - Tudo.
- Voc� est� ocupada? - N�o.
Ent�o...
- voc� quer vir conosco? - Pare, pare!
- Para onde? - Eu n�o sei.
Faz diferen�a?
Ela tem coisa melhor para fazer. Certo, Carolyn?
Venha, vai legal.
- Tudo bem. - Est� certo.
Vamos l�.
Pessoal, vamos pelo...
Aonde voc� vai, Carolyn? � por aqui.
Billy.
Quero mostrar uma coisa.
Como isso aconteceu?
Nico fez isso.
Como?
Os unic�rnios podem fazer tudo.
- Venha aqui. - Eu n�o acredito nisto!
Parece at� o para�so.
E Nico est� enorme!
- Com certeza. - Billy, voc� vai ficar rico.
- O qu�? - As pessoas v�o pagar para ver.
Que hist�ria � essa? Voc� parece uma adulta idiota.
Eu s� quis dizer, voc� sabe. Voc� e sua m�e...
S� porque n�o temos grana,
acha que vamos deixar o povo vir aqui?
Voc�s podiam cobrar ingresso.
As pessoas viriam ver Nico. Voc� ficaria famoso.
�tima ideia, Carolyn. �tima mesmo.
Uma por��o de estranhos rondando Nico, pulando nele.
Brilhante! Logo, algu�m estaria dizendo...
que ele deveria estar em um laborat�rio...
para ser cortado em peda�os e examinado por dentro.
- Eu s� queria ajudar. - N�o preciso dessa ajuda.
Talvez voc� n�o precise de mim.
Se voc� vier com ideias idiotas, n�o.
- Onde voc� estava, Carolyn? - Em lugar nenhum.
- Ela devia estar com o manco. - Cale a boca.
O que ele est� fazendo? Brincando com o unic�rnio?
- Com o qu�? - Voc� � t�o idiota!
Eu sou idiota? Bill comprou um p�nei surrado...
e deixou um puma comer.
Voc� � um cretino, sabia?
Eu n�o saio por a� dizendo que um cavalo velho � um unic�rnio.
Billy tem mesmo um unic�rnio. Eu vi.
Como assim, voc� viu?
Voc� viu um unic�rnio?
N�o, pessoal. Eu estava brincando.
Um unic�rnio?
Por que n�o vamos ao cinema?
�, por que n�o?
N�s pod�amos ganhar dinheiro...
convencendo todos de que Billy tem um unic�rnio.
- Mas ele n�o tem. - E da�?
Podemos dizer que ele tem e come�ar uma brincadeira.
- N�s sair�amos no jornal. - N�s ficar�amos ricos!
Sem d�vida.
Que legal!
Tchau, Carolyn.
Sabe, Nico, cedo ou tarde algu�m vai descobrir.
N�o sei o que fazer.
Se descobrirem, v�o tirar voc� de mim.
N�o?
Voc� n�o acha?
Voc� entende o que eu digo?
Que legal!
Fundador de Prescott nasceu em Vermont
Seria uma boa mat�ria se fosse verdade.
Mas � verdade.
- Voc� viu o animal ent�o? - Todos n�s vimos.
- N�o �? - Sim...
n�s vimos.
Vamos fazer o seguinte. Me tragam uma foto...
e n�s conversaremos. Est� bem?
Espere, espere.
Quanto vamos ganhar se for mesmo um unic�rnio?
Acho que voc�s podem dar seu pre�o.
Bem, vamos ver.
Que tal...
cem mil d�lares?
- � claro! Por que n�o? - � mesmo?
Eu n�o falei?
Vamos l�. N�s traremos a foto. Providencie o dinheiro.
Um unic�rnio! Voc�s acreditam nisso?
Vamos ficar ricos por causa do manco!
� s� colar um chifre na cabe�a do cavalo.
Como? O que disseram para ele?
Vamos ganhar cem mil d�lares. S� faltam as fotos.
Vou pegar a m�quina do papai. Arrume outra.
Daqui a 25 minutos, iremos � casa de Billy.
- Certo. - Esperem! N�o podem fazer isso.
Carolyn, voc� est� conosco ou com o manco.
O que vai ser?
Somos seus amigos. Escolha.
Francamente, Carolyn, isso n�o � legal.
Billy tinha raz�o. Voc�s s�o uns idiotas.
Vamos!
Sabe de uma coisa, Nico?
Espero que mam�e n�o entre em p�nico.
Vendo tudo isto.
Muitos adultos entrariam.
Veem algo diferente e t�m uma rea��o exagerada.
Quer saber?
S� falta um riacho, e n�s estaremos prontos.
Uau, Nico! Isso � incr�vel!
Que legal!
Billy!
Onde voc� est�?
Eu estou aqui. Venha.
Sinto muito. Por favor, me perdoe.
Tudo bem.
A culpa foi minha. Eu n�o devia ter gritado.
Voc� s� quis ajudar.
Voc� n�o entende. Contei para eles sobre Nico.
Contou para quem?
Bruce e os outros.
O qu�?
Eles ca�oavam de voc�. Quis mostrar que voc� n�o � maluco.
Provavelmente, eles nem acreditaram.
Eles vir�o aqui para tirar fotos de Nico.
Para o jornal.
O que voc� vai fazer?
Vamos pegar nosso dinheiro!
V�o embora daqui!
Saiam daqui!
Saia!
Susie!
Por que n�o somem daqui?
Sua m�e � uma �tima jardineira.
Me d� isso.
Ei, maluco, sorria.
Eu fotografei o garoto do unic�rnio.
Onde ele est�?
N�s vamos fazer parecer real.
Mostre para n�s, e talvez ganhe algum dinheiro.
At� parece!
Diga. Onde est� o cavalinho?
- Por que voc� n�o some? - Saia da frente, manco.
O que voc� fez com o cavalo?
Esque�a. Eu mesmo encontro.
Venha aqui, unic�rnio. Aqui, garoto.
O que foi isso?
Billy! Me salve!
Pare, Nico!
Billy! Ele vai me matar!
- Parem! - Nem pensar.
Nem pensar.
- Me d� isso. - Voltem aqui, idiotas!
- Voc� est� bem? - Conte tudo para minha m�e.
Diga que vou levar Nico para um lugar seguro.
Diga que eu fui para Big Rock.
S� tem montanhas l�, Billy. Voc� vai morrer.
Vou ficar bem.
Diga que vou ficar bem.
O que voc�s querem?
Cem mil d�lares.
- Eu... - N�o, n�o.
- N�s fizemos um trato. - Claro.
Eu s� tenho...
de ligar para meu pessoal. � justo.
� justo.
Joe, � isso! Exatamente o que eu esperava.
- Por que voc� n�o me disse? - O qu�?
Que voc� estava diante da maior mat�ria que eu j� vi.
Eu vi isto...
e as luzes se acenderam.
Tempestade no Deserto.
Joe, esta � minha Tempestade no Deserto.
Meu Deus!
Preciso ir, Joe.
- Billy... - O que foi?
Sra. Hastings!
- � Billy. - Onde ele est�?
Nas montanhas, indo para Big Rock.
Com Nico. Ele mandou dizer que vai ficar tudo bem.
O que vai fazer?
Tom, responda.
Tom falando.
Ligaram da fazenda Hastings. Tem um problema l�.
Um menino desapareceu. C�mbio.
Estou a caminho.
Fique aqui, Carolyn.
Quando Tom chegar, diga a ele que fui atr�s de Billy.
Est� bem.
Em curiosidades, isto acabou de chegar de Prescott.
Parece que o �nico unic�rnio vivo do mundo...
foi descoberto em uma fazenda nos arredores de Prescott.
Billy Hastings, de 12 anos, alega ter o lend�rio animal.
Cecil Dobbs, editor do "Prescott News"...
alega possuir fotos...
Tom, responda. Voc� est� me ouvindo?
Sim, aqui � Tom.
Estou na trilha, a uns 8km da fazenda Hastings.
N�o d� para seguir. Preciso de refor�os. Entendido?
Vou ver o que posso fazer. C�mbio.
Julie!
Julie!
Billy?
Billy!
Isso, garoto.
H� dois carros a caminho, Tom. N�o v�o demorar.
Diga o hor�rio da chegada deles.
Caramba!
Eles v�o nos encontrar.
A menos...
Nem sei se consigo...
me segurar em voc�.
� a �nica sa�da.
Espere um pouco.
Billy?
M�e!
- Billy, n�o! - M�e, eu preciso!
Billy!
Eu preciso, m�e.
Se pegarem o Nico, eles o matam ou prendem numa jaula.
Tenho de lev�-lo para Big Rock.
Se eu conseguir isso, vou poder solt�-lo.
Voc� n�o pode fazer isso sozinho. N�o pode!
Eles n�o podem peg�-lo.
Voc� precisa lev�-los em outra dire��o.
N�o diga a eles para onde eu vou.
Me ajude.
Ele n�o � uma aberra��o, m�e.
Prometo voltar.
Voc� o encontrou?
Espero que sim.
A m�e dele tamb�m est� l�?
Em algum lugar.
Que droga! Era s� o que faltava.
- A� j� est� bom, Dobbs. - Voc� viu?
Como ele �?
- N�o h� nada para ser visto. - � real ou n�o?
Onde ele est�? Voc� deve ter visto alguma coisa.
N�o vi nada. N�o h� mat�ria.
Sei que se preocupam com Billy...
mas � uma opera��o policial. Esta �rea est� restrita.
Quero que todos saiam daqui j�.
Voc� n�o pode afastar a imprensa disso.
Se h� risco de vida, posso fazer qualquer coisa.
- Veja... - Cecil, eu n�o tenho homens...
para encontrar todos que se perderem na mata.
- Espere um pouco a�. - N�o se exalte!
Procure ouvir ao menos uma vez.
Dave, quando voc� levar os garotos de volta...
ponha as bicicletas na caminhonete. Tudo bem?
- E leve Cecil daqui. - Tom...
a Constitui��o me d� o direito de ficar aqui.
Quando Billy e a m�e dele estiverem em seguran�a...
n�s conversamos sobre a Constitui��o.
- V� andando. - Vamos l�, Cecil.
Muito bem.
Precisamos de alguns cavalos.
Um carro n�o pode subir a trilha.
Fale com Luke Appling e arranje v�rios cavalos.
Pode deixar!
Central, aqui � Tom. C�mbio.
Pode falar, Tom.
Ligue para a pol�cia estadual e pe�a um helic�ptero.
J� liguei.
O helic�ptero s� vai chegar daqui uma hora ou mais.
Precisamos j�. Veja o que pode fazer.
Vou tentar.
Parado, garoto.
Parado, garoto. Parado.
Eles ficaram para tr�s.
Isso mesmo. Vamos, vamos.
Tom!
Julie!
Voc� est� bem?
- Sim. - Tem certeza?
Tenho.
- Voc� o viu? - Sim.
Ele est� l� no alto.
N�o pude alcan��-lo.
Vi voc�s aqui...
e os carros.
- N�o fale. - Tome �gua.
Tome um gole.
Muito bem.
Vamos encontr�-lo.
Muito bem.
N�o vamos perder tempo. J� est� esfriando.
Logo vai escurecer.
Voc� estar� no canal dois.
- Aqui est�, Tom. - Trouxe cavalos suficientes?
- Mandou trazer quantos desse. - � verdade.
- Carolyn! - Voc� devia estar na cidade.
Por favor, eu sou a melhor amiga de Billy.
Talvez a �nica.
Ele vai me ouvir.
Voc� sabe cavalgar? Certo, vamos l�.
- Pete, guarde a bicicleta. - Certo.
Venha.
- Voc� o viu l� em cima? - Sim.
Achei que ele iria para Big Rock.
Eu tamb�m achei, mas ele foi por aqui.
N�o � perigoso aqui...
- mas ficar� pior, tome cuidado. - Sim.
Isso, garoto.
"Prescott News".
Ele acabou de chegar. � para voc�.
Al�.
� ele mesmo.
O unic�rnio?
Sei onde ele est�, sim.
Nas montanhas, a norte de Prescott, Vermont,
uma hist�ria de propor��es m�ticas se desenrola.
Os moradores ansiosos aguardam impacientes...
enquanto rezam para n�o serem testemunhas de uma trag�dia.
Parece que o jovem Billy Hastings, de Prescott...
possui um unic�rnio.
Al�m disso, ele o levou para as montanhas...
na tentativa de salvar a criatura dos curiosos...
e da explora��o que ele acredita que acontecer�.
Aleluia!
Sargento Gentry para o helic�ptero.
Est� me ouvindo? C�mbio.
Na escuta. C�mbio.
- Voc� nos localizou? - Sim, senhor, positivo.
�timo.
A m�e do menino o viu na trilha sul...
seguindo para o Pico do Elefante. Sobrevoe a �rea...
e verifique a trilha ao norte de nossa posi��o.
Entendido. C�mbio.
Tom, aqui � Cecil Dobbs.
Dobbs!
� o maldito unic�rnio.
Eu nunca fui a Big Rock. Voc� j�?
Big Rock? Esta trilha n�o vai dar em Big Rock.
Mas Billy me disse que ia para l�.
- O qu�? - Foi o que ele me disse.
Ele disse que ia para l�.
Eu precisava dar uma chance a eles.
A eles?
Billy e Nico.
Julie, Billy � seu filho. Nico � apenas um cavalo.
N�s vamos voltar.
Cuidado, Nico!
Vamos l�, garoto.
Vou atr�s dele.
Pete, depois o pegamos. Temos algo mais urgente.
- Como voc� est�? - Eu j� estive melhor.
Droga! Eles nos cercaram.
Eles v�o nos pegar.
Corra! Ele vai matar voc�!
V�!
Essa n�o!
Caramba!
O que voc� vai fazer?
- L� est� ele. - Billy!
Volte, Billy!
O cavalo n�o est� fugindo de n�s.
Ele est� levando Billy para algum lugar.
- Se n�o o alcan�armos... - Vamos alcan��-lo.
N�o sei aonde os unic�rnios v�o, mas vamos descobrir.
Dobbs! Voc� tem mais alguns passageiros.
Devagar.
O que � isso?
Unic�rnios!
Por que estamos aqui?
O que foi, garoto?
Que lugar legal.
Aqui deve ser sua casa.
Minha perna... Ela est� esquisita.
Eu consigo andar, Nico! Eu consigo correr!
Eu consigo correr!
Olhe para mim. Eu consigo correr!
Eu consigo correr!
Olhe para mim!
Olhe para mim!
Olhe para mim, Nico!
Eu consigo correr!
Eu consigo correr!
Amo voc�.
Para onde voc� est� me levando?
M�e?
Bem...
� melhor eu dizer logo.
Voc� j� deve saber que eu preciso voltar, n�o �?
Mas...
quero que saiba que amo voc�...
e que eu jamais me esquecerei de voc�.
Voc� n�o precisar� mais disso.
Ent�o...
adeus.
Veja!
Billy!
- Billy! - M�e!
Minha nossa! Olhe para voc�!
- Billy, sua perna. - Falei que n�o era nada demais.
Ol�, Billy.
- Onde est� seu cavalo? - Que cavalo?
Onde est� Nico? Onde est� seu unic�rnio?
Unic�rnio?
Todos sabem que unic�rnios n�o existem.
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