Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Fez um trabalho incr�vel na casa, Maddie.
Ainda n�o terminei, mas j� parece um lar.
Quando o tempo melhorar,
pensei em irmos naquela feira no centro,
comprar algumas coisas para a casa, plantas, talvez.
N�o sei se viveriam muito aqui, mas vale a pena tentar.
Jee ama flores. Qualquer coisa colorida e bonita.
Que bom.
N�o queria passar do limite. S� quero ajudar.
N�o que voc� precise, mas...
mudan�a � estressante. Para qualquer um.
M�e, tudo bem.
Eu estou bem.
Mudar foi bom para n�s.
Depois de tudo que voc� passou...
S� quero v�-la feliz.
Eu estou.
Mas ficaria mais feliz se ela voltasse a dormir a noite toda.
Eu atendo a porta.
- Sr. Urso devia estar dormir... - Maddie!
Qual dos dois?
Chim, assuma!
Homem, 30 anos, atingido por raio.
Parada card�aca. Inconsciente 3 minutos antes da compress�o.
Raio entrou pelas m�os e saiu pelos joelhos.
Poss�vel dano aos �rg�os.
- Est� com taquicardia. - Afastem-se!
Temos pulso.
Tem hist�rico de coagula��o sangu�nea.
N�o toma medica��o, mas tem alergia a Naproxeno!
Entendido. Faremos o melhor!
Fa�am mais!
9-1-1 S06E11 | In Another Life
Mrs. Bennet | LaisRosas� TatiSaaresto | Sossa
Mr.Henderson Mikae | DX404
Revis�o: Lais Rosas
Que bom que est� acordado.
O que houve?
Caiu da escada, bateu a cabe�a. Por sorte, nada s�rio.
Nada quebrado. Sua resson�ncia estava boa.
- Boas not�cias. - Mas quando for subir escada...
melhor ter algu�m ajudando.
Tudo bem, caub�i, vai l�.
- Eu tinha. - Foi uma decis�o idiota.
Fala com seus pacientes assim?
Ele fala com todos assim. At� com o irm�o mais novo.
- Maddie, o que... - Daniel,
por que est� olhando a ficha dele?
Vai questionar as instru��es do Pullman?
- Por que se importa? - Porque me afeta.
Sempre que o irrita, ele desconta nas enfermeiras.
De todos os hospitais, voc� tinha que trabalhar aqui.
Com licen�a, eu cheguei primeiro.
Voc� me seguiu, lembra? Passe essa ficha.
- O que est� acontecendo? - Voc� vai para casa.
- Est� bem mesmo? - Ele bateu a cabe�a.
S� estou um pouco confuso.
E os exames est�o bons?
Sim, �timo. � s� drama.
V� trabalhar. Eu levo ele.
Bem, se precisar de algo, Evan, me ligue.
Ou ent�o, vejo voc�s amanh�.
- Amanh�? - Jantar em fam�lia.
S�rio, que batida na cabe�a foi essa?
Fam�lia de quem?
Meu beb�.
Deixe-me ver voc�.
Como se sente?
N�o tenho certeza.
Nos deixou preocupados, filho.
Quando seu irm�o avisou, n�o sab�amos o que pensar.
Isso mesmo. O irm�o dele.
N�o percebi que se lembravam que ele tem um.
Fala s�rio, querido.
N�o seja t�o carente.
Evan acabou de sair do hospital.
Devemos mim�-lo um pouco.
Gente, eu estou bem.
N�o precisavam viajar at� aqui.
Quer dizer, atravessar a cidade?
Est� com fome?
As pessoas est�o trazendo comida o dia todo.
E as suas crian�as,
elas mandaram flores e cartas maravilhosas.
Calma, minhas crian�as?
Bem, seus alunos.
�, ajuda ele ter a mesma maturidade que eles, n�o?
PROFESSOR #1
N�o sou bombeiro?
- N�o. - Por que diria isso?
Tem certeza que ele est� bem?
Sim, por que fica duvidando?
Nem parece que sou m�dico.
- Qual o placar? - Penn ganhando de dois.
Um brinde a isso.
Tomara que Evan n�o d� azar.
Talvez voc� deva subir e descansar.
O que � isso?
N�o fa�o ideia. N�o combina com nada que escolhi.
Se voc� gosta,
eu amo.
Certo, vou buscar uns petiscos.
Evan, venha.
Vai perder o jogo.
Por que essa cara?
Nada.
Absolutamente nada.
Aqui est�o eles!
Finalmente est�o todos aqui!
Quando arranjaram aquilo?
Aquilo sempre esteve ali.
Ele n�o sabe porque nunca visita. Oi.
N�o pegue no p� do seu irm�o.
O jantar est� cheiroso.
- Precisa que provem? - N�o precisa.
N�o.
Isso parece diferente.
Voc�s redecoraram?
N�o. Isso foi uma sugest�o?
N�o. S� parece diferente. Onde est� a Jee?
Isso � um apelido?
- Cad� minha princesa? - N�o.
J� tem 20 minutos, e ainda n�o a vi.
- Valeu. - Est� se arrumando com o pai.
Oi!
- Oi! - A� est� ela.
Princesa Genevieve!
Ou agora � s� "G"?
N�o, nada de s� "G".
Vejam s�.
Vejam quem finalmente decidiu aparecer.
Doug.
Quem mais voc� esperava?
- Obrigado. - Aqui est�.
- Estou com fome. - Estou faminta!
- O que sabemos? - Pouco.
Ele est� vivo.
Estado critico.
Precisaram colocar ele em coma induzido
para o corpo dele descansar e se recuperar.
Ser�o 24 horas cruciais.
Meu Deus, Evan.
- Coma? Significa... - Ele est� no suporte de vida.
Respirando com ajuda do respirador.
O raio foi como um choque no sistema dele.
Causou uma parada card�aca nele.
Aquela � a m�dica dele. Ela vai informar mais.
Vou apresentar voc�s.
Maddie, voc� vem?
Eu j� vou.
Como voc� esta?
Estou preocupada com o Buck.
E com voc�.
O que houve?
Eu ia subir a escada...
ele me impediu e foi no meu lugar.
E depois...
Eu realmente preciso que ele acorde.
Esse cara
n�o fazia ideia do que estava falando.
Mas, enfim,
eu que sou o especialista, certo?
Vai confiar em mim ou na internet?
Afinal, eu j� fiz milhares de cirurgias.
Falei pro cara, "Est� pensando demais."
�tima conduta m�dica.
Seu paciente deve ter amado ouvir isso.
N�o recebi reclama��es.
Pra isso voc� teria que ouvir seus pacientes.
Ou qualquer um.
Seu assado estava delicioso, Maddie.
- Voc� se superou. - Sim.
Fabuloso, querida.
- Obrigada. - Estava bom. Salgou um pouco.
Eu... Quer saber? Desculpa.
N�o.
- Caf�? - Sim, por favor.
- Aceito. - Adoraria.
- Obrigada. - O que acha, amor?
- Quer jogar cartas? Vamos. - Sim.
- Vamos todos jogar. - Sim.
Boa ideia.
- South Bay. - Vamos ganhar deles.
� que...
est� complicado, em casa.
Ele...
amea�ou me matar.
- Buck?! - Maddie!
Buck?
Maddie.
Droga.
Quer caf� ou ch�?
- Tem... - Maddie, pare.
O que est� fazendo?
Fazendo as bebidas p�s jantar.
N�o, por que est� com ele? Ele n�o � bom.
Do que est� falando? Est� tudo bem.
Isso n�o est� certo, Maddie.
Foi no trabalho.
Eu bati em uma maca...
S�rio? Desde quando macas tem dedos?
Foi um acidente.
N�o.
N�o, isso � o que voc� dizia antes.
Perdi os sinais da ultima vez. N�o vai se repetir.
Como assim "repetir"?
Eu sei...
que voc� quer largar ele,
mas tem muito medo de tentar.
Que n�o se acha forte o bastante.
Mas n�o � verdade, Maddie. Voc� �.
� mais forte do que pensa, e posso te ajudar.
Maddie. Aonde voc� est� indo?
Vou pegar uma aspirina,
porque essa conversa est� me dando dor de cabe�a.
Se ele continuar falando, minha cabe�a vai explodir.
Qual � o problema com eles?
Notou alguma coisa...
estranha, ultimamente? Algum tipo de problema?
Com Maddie e o Doug?
N�o sei. Tento n�o me meter.
Talvez deva tentar.
�. N�o posso ficar por aqui.
Come�o a sentir que estou vivendo um pesadelo.
A vida parecia um sonho antes?
Se...
algu�m estivesse...
se algu�m estivesse em coma,
ela poderia ter sonhos? Teoricamente.
N�o sei.
Nunca estive em coma.
Precisa de carona para casa?
Na verdade,
pode me levar em outro lugar?
Chimney!
- Pois n�o? - Quando estava em coma,
ap�s o acidente de carro, se lembra de ter algum sonho?
Perd�o, quem � voc�?
Verdade. Aqui, voc� n�o me conhece.
Oi, me chamo Buck. N�s somos amigos.
E, no entanto, nunca te vi antes.
Olha, eu sei que posso parecer louco.
Acho que me feri em servi�o,
e agora estou preso em algum tipo de coma
do universo alternativo.
- E preciso da sua ajuda. - Certo.
Por que voc� n�o espera aqui, e eu vou chamar algu�m.
- Tipo a pol�cia. - Espera!
Posso provar que te conhe�o.
Como?
Sei porque te chamam de Chimney.
A �ltima coisa que me lembro
� que est�vamos no inc�ndio de um apartamento.
Estava chovendo.
Eu subi a escada
e houve um clar�o gigante.
Foi atingido por um raio.
Sim, mas acho que n�o estou morto.
Parece algum tipo de sonho de coma.
� "A Felicidade N�o se Compra".
�. N�o tenho certeza disso.
Isso soa meio for�ado.
N�o. O filme. "A Felicidade N�o se Compra".
Parece que sou o Clarence.
Certo. No filme, ele volta para sua outra vida?
Eventualmente.
Ele tem que aprender uma li��o, descobrir algo antes de voltar.
Certo.
Espera, voc� acha que se eu morrer nesta vida,
morrerei na minha vida real?
Esse � outro filme.
Quando voc� estava em coma,
do que voc� se lembra?
Nada.
H� quanto tempo est� em coma?
- Aproximadamente. - N�o sei.
O tempo � estranho.
Talvez dois dias?
Espere, est� andando por um universo alternativo
h� dois dias e s� agora come�ou a fazer perguntas?
Bem, foi legal no come�o,
at� a quest�o da minha irm�.
Talvez seja isso.
Talvez eu precise resolver isso.
O casamento dela, � um problema na sua vida real?
N�o.
Ele est� morto. Na verdade, ela est� com voc�.
- Espera, casei com sua irm�? - N�o s�o casados.
Mas deveriam ser.
Voc�s t�m uma filha, t�m uma casa.
O que mais est�o esperando?
Olha, Garoto do Coma, eu nem conhe�o sua irm�.
E isso foi divertido, mas acho que � hora
de voc� levar seu show para a estrada.
�, acho que tem raz�o.
Isso n�o foi �til.
Devia ter ido ao Cap. Ele saber� o que fazer.
Cap?
Sim, o Bobby.
Capit�o Bobby Nash.
Sinto muito,
mas tenho m�s not�cias.
O Capit�o Bobby Nash morreu h� cinco anos.
O qu�?
Sim.
Bobby Nash morreu.
Voc� est� bem?
Tente se acalmar! Tente respirar!
Ele n�o consegue respirar!
Posso passar no hospital depois da aula.
- Levar o jantar. - Sim, todos agradeceriam.
Est�o praticamente vivendo na sala de espera.
Como est� o Bobby?
Nada bem.
Tenho certeza que ele se culpa.
Pelo qu�?
Buck foi atingido por um raio.
Foi um ato aleat�rio da natureza.
Uma chance em um milh�o.
Estava fora do controle do Bobby.
Tente dizer isso a ele.
Ele ainda n�o vai acreditar.
Ele sempre se sentir� respons�vel pela equipe dele.
Principalmente pelo Buck.
Eu s�...
queria que houvesse uma forma de eu ajudar mais.
Tenho certeza de que ver voc�, j� ser� suficiente.
Ele � sempre o ombro amigo das outras pessoas,
mas mesmo os mais fortes colapsam, �s vezes.
Acha que o Buck ficar� bem?
Quer dizer, depois de tudo que aconteceu com o Wendall,
n�o sei se o Bobby aguentar� outra perda.
Buck
ficar� bem.
Ele precisa.
Precisamos de algu�m aqui!
A satura��o dele est� caindo.
Vou chamar o Dr. Becker.
Ele n�o est� respondendo!
O que tem de errado com ele?
Por que n�o chamou o socorro?
Ele n�o quis, ent�o te liguei.
Mesmo com o respirador, o oxig�nio est� baixo.
A satura��o mal chega � 90%.
Pode ser um ataque de p�nico.
A press�o est� muito alta.
Mal ou�o a respira��o.
Vou ter que entub�-lo.
Quase l�. Vamos entub�-lo.
Amigo, est� me ouvindo?
O cora��o parou de novo?
N�o, s�o os pulm�es. � insufici�ncia respirat�ria.
Buck n�o consegue respirar.
A respira��o come�ou a estabilizar.
A respira��o estabilizou.
Bom trabalho, pessoal.
Ou ele est� nos enganando. Ele est� bem.
Desculpa, n�o sei o que houve.
Parecia que meus pulm�es tinham parado de funcionar.
E agora?
N�o.
Estou melhor.
Colocaram ele no ECMO.
Para os pulm�es poderem sarar.
O perigo n�o era ter danificado o cora��o?
Est�o preocupados com o pulm�o.
Disseram que a for�a do raio causou uma contus�o pulmonar.
Isso parece bem s�rio.
Quanto tempo ele ficar� assim?
Pelo menos uns dias.
Espera-se que os n�veis de satura��o
subam o suficiente para tir�-lo da seda��o.
A� ele ficar� bem?
N�o saberemos at� eles tirarem ele disso.
Para ver se ele respira sozinho.
A Maddie...
- levou os pais dela pra casa? - Sim.
Ela e Philip tiveram que arrastar a Margaret daqui.
Achei que iam ter que sed�-la.
Deve ser dif�cil para eles.
- Ver o Buck assim... - Sim.
Ver o filho quase morrendo,
deve ser mais f�cil de aguentar quando se est� bem distante.
Howie, eles est�o tentando.
O papai tamb�m.
Sabe, as pessoas sempre me diziam,
Vai entender seus pais melhor, quando tiver filhos.
Agora eu sou pai.
E entendo at� menos.
N�o h� nada que eu n�o faria para ver a Jee-Yun feliz.
Acabou o leite de aveia.
Chim, v� para casa.
N�o ir� ajudar ao Buck se acabar em uma cama ao lado dele.
V� se cuidar.
Quem ir� dizer isso a ele?
Ele perguntou pelo Capit�o Nash.
- Foi o que desencadeou. - O que aconteceu?
Foi em servi�o?
Foi o �lcool.
N�o, n�o � poss�vel. Ele estava reabilitado.
Levava muito � s�rio.
Talvez ele estivesse, antes,
mas depois houve uma queda do avi�o.
Voo LB46.
- Te falei. - No dia seguinte,
ele n�o foi trabalhar,
ent�o voc� foi atr�s dele.
Eu estava com voc�s na minha outra vida.
N�o,
em nenhuma vida.
Capit�o Nash era um cara quieto.
Ficava na dele. S� descobri seus problemas quando j� era tarde.
Por que estou conversando com essa pessoa?
Viu?
O maluco te suga.
Espere a�, no dia do acidente,
o Bobby meio que surtou.
Como assim?
- Surtou como? - Bem,
eu deixei ele zangado.
E ele me prensou na parede.
O Capit�o Nash te prensou?
Certo, se eu tivesse visto isso,
saberia que tinha algo errado.
Eu n�o estar na 118, foi a gota d'�gua dele.
Ou � s� um efeito borboleta aleat�rio,
e o mundo n�o gira em torno de voc�.
Eddie Diaz.
Veterano do exercito,
veio do Texas, entrou na 118
- pouco antes do terremoto. - Um cara bravo.
Tamb�m ficaria, se perdesse seu filho.
Precisaria deixar de ser crian�a, para ter uma, mas...
Como assim "perdeu"? O que houve com o Christopher?
Os av�s dele o levaram para o Texas.
Depois de uma batalha judicial bem feia.
Disseram que o Diaz era incapaz.
Que ele n�o poderia ser bombeiro
e pai solteiro.
Ele tentou lev�-lo ao batalh�o algumas vezes,
mas o Capit�o Righetti negou.
Eddie! Essa � a minha amiga.
- Carla. - Prazer, Eddie.
Carla.
Ele nunca conheceu a Carla.
Desculpe, mas ele insistiu em vir.
Preciso ver o Buck.
Tenho que falar com ele.
Sabe que n�o deixam crian�a entrar na UTI.
N�o estou nem a�.
Talvez possamos dar um jeito.
Com licen�a.
Tudo bem?
Por acaso voc�s t�m vaga de trabalho aqui?
Eu sou cuidadora domiciliar
e estou pensando em voltar para a �rea.
Christopher?
N�o consegui dizer n�o.
Ele est� dormindo?
Algo assim.
Ele est� descansando.
As m�quinas est�o trabalhando.
Deixando ele melhor.
O que s�o todos esses tubos?
S�o...
parte da m�quina de ECMO.
Pega o sangue dele e p�e oxig�nio extra.
E depois, esse sangue volta para o corpo dele.
Ele consegue me ouvir?
Aposto que sim.
Oi, Buck.
� o Christopher.
Sei que voc� est� doente,
mas vai passar.
Voc� vai ficar bom.
� o que as m�quinas est�o fazendo.
Est�o deixando voc� melhor.
Mas seja l� onde voc� estiver,
voc� tem que voltar.
Onde quer que esteja agora,
voc� tem que voltar.
- De novo, por que estamos aqui? - N�o sei.
Achei que eu deveria voltar aonde tudo come�ou.
Acho que faz sentido nas regras desse universo alternativo.
Estou sentindo que meu tempo est� acabando.
Tempo esgotando. Reviravolta.
N�o estava conseguindo respirar, certo?
- Sim. - E se
n�o foi uma crise de p�nico?
Voc�s chamaram esse lugar de realidade alternativa.
Mas n�o �.
Se voc� est� em coma,
ent�o isso tudo est� na sua cabe�a.
Ent�o esse lugar ainda est� ligado �quele corpo.
Se ele n�o respira, voc� tamb�m n�o.
Se ele sente ficar sem tempo...
� porque o meu corpo est�.
Coma.
May, n�o estou com fome.
Se me disser quando comeu algo al�m de barrinha de cereal,
deixo voc� em paz.
Sabe com quem voc� est� parecendo?
N�o fale.
Obrigado.
Alguma atualiza��o m�dica?
N�o, ainda nada.
Ele ainda est� no ECMO. V�o reavaliar esta noite, mas...
por enquanto, � s� esperar.
Sei que deve ser dif�cil pra voc�.
N�o poder fazer algo.
Ainda mais por ser o Buck.
� s�rio.
Mam�e casou tendo dois filhos.
Voc� casou tendo um.
�, acho que sim.
Ele � um bom garoto.
Voc� sempre fala como ele � teimoso.
Que ele nunca sabe quando parar.
Ele achar� um meio de voltar pra n�s.
Vai.
Ele vai ficar bem.
E voc� vai ficar bem.
Eu te amo.
Tamb�m te amo, May.
Parece que o ECMO funcionou.
O n�vel de oxig�nio aumentou o bastante pra retir�-lo.
� uma boa not�cia, certo?
Ele ainda corre risco.
Ainda temos que ver se ele consegue respirar sem aux�lio.
Ent�o, e agora?
Vamos diminuir a seda��o e tir�-lo do respirador.
O que acontece se ele n�o conseguir respirar sozinho?
Vamos ver como ele reage, antes de pensar nisso.
A m�quina fez a parte dela.
Agora o resto depende dele.
N�o achei nada.
N�s tamb�m n�o.
Talvez porque a gente n�o saiba o que buscar.
Acho que talvez
a gente deva procurar algo que n�o se encaixa.
Quer dizer tipo aquilo.
N�o sei porque aquilo est� ali.
Voc� est� procurando respostas.
Talvez seja uma pista de onde ach�-las.
E se o avi�o n�o for s� um avi�o?
E se representa alguma coisa?
- Bobby! - Mandei voc� sair daqui.
- Buck, volta! - Sou um p�ssimo ouvinte.
Ou algu�m.
Obrigado, gente. Preciso ir.
Espere!
Oi, garoto. Engra�ado te encontrar aqui.
Pensei que estava morto.
O que faz aqui?
Voc� que me diz. O sonho � seu.
Eu s� vivo nele.
Vivendo uma boa vida ap�s a morte.
Ent�o eu estou morto.
Quase, mas n�o exatamente.
O que acha que isso faz?
Este lugar � muito esquisito para ser o para�so,
mas eu n�o acredito no inferno.
Estou no purgat�rio.
Eu nunca entendi o conceito disso.
Isso � uma sala de espera?
Tenho que esperar aqui at� meu n�mero ser chamado
ou � tipo, uma puni��o, um castigo...
Tenho que fazer penit�ncia antes de seguir em frente?
Ou�a, garoto.
Voc� precisa relaxar.
Nada disso � real.
Essa � a boa not�cia.
Por�m, � real o bastante para te manter aqui,
se voc� permitir.
O que voc� quer dizer?
Olha, voc� est� vivo.
E l� estou eu.
Eu peguei as contas do ros�rio. Deve ser s�rio.
Como estou l�
e aqui?
Bem, Evan, esse � o seu profundo e obscuro subconsciente.
Aqui est�, querido.
Est� me dizendo que aquela � a minha esposa?
Quer dizer, ao menos algo deu certo para mim, n�?
O que est� acontecendo comigo, l� dentro?
Depende de como voc� encara.
Voc� pode estar morrendo, ou estar lutando pela sua vida.
Depende de voc�.
Como voc� v�?
N�o sei.
Isso foi �timo no come�o, mas...
aquilo com o Doug, e agora com voc�...
N�o ache que pode me trazer de volta a vida, mesmo aqui.
Mas...
Pode consertar a quest�o do Doug.
S� precisa apresentar Maddie a Chimney
e deixar a natureza agir.
- Isso funcionaria? - N�o sei.
N�o estou sujeito �s leis da f�sica e da l�gica.
Eu s� sei o que voc� sabe.
Sabe, � engra�ado...
toda a minha vida, meus pais nunca me enxergaram
porque estavam presos no luto deles.
Eu parecia um fardo que eles precisavam lidar. Mas aqui...
Eles finalmente me veem
do jeito que eu sempre quis ser visto.
Sou importante aqui.
N�o, garoto.
Se o que mais te importa � como as pessoas te veem,
ent�o voc� n�o aprendeu absolutamente nada.
Bobby, est� na hora.
V� fazer uma pausa.
N�o sei se voc� pode me ouvir, Evan Buckley.
Mas eu sei que voc� nunca desiste.
Portanto, n�o comece agora.
Aquele homem perdeu
dois filhos.
Ele n�o vai aguentar a sua perda.
Ent�o acorde, droga.
- Acorde. - Sim, estou tentando.
S� preciso descobrir
o que preciso consertar.
Talvez devesse desistir.
Sabia que esteve morto por tr�s minutos?
N�o � nada bom para voc�.
Como pode ser t�o idiota aqui?
Porque estou perdendo a paci�ncia.
Quando vai aprender? Irm�os morrem, filhos
e esposas morrem, irm�s apanham de seus maridos.
- N�o pode consertar tudo. - Quer saber, eu consertei voc�.
S�rio? Como?
Quando eu entrei para o 118.
Bem-vindo ao 118, Buck.
Obrigado.
E eu te deixei bravo.
E eu fiz voc� chorar.
E fiz voc� rir �s vezes, sabe?
Eu te deixei doido, mas eu acho que voc� gastou tanto tempo
tentando se certificar de que eu n�o morresse
que te fez lembrar o que � viver.
Ent�o, basicamente,
voc� era voc� mesmo.
Sim.
Eu era eu mesmo.
E isso � o suficiente?
Eu acho que �.
Parece que algu�m acabou de descobrir as respostas.
V�.
Bom garoto.
Acabei de conhecer a sua irm�.
- Ela � incr�vel. - �timo.
Porque n�o vem comigo? Vamos faz�-la deixar o Doug.
Talvez mais tarde!
Me ajuda a achar o meu pai?
Perd�o, mas voc� n�o � real e eu preciso ir.
Sempre me sentirei culpado por essa.
Qual �, de novo n�o.
Aonde acha que est� indo?
Para casa.
N�o posso ficar aqui.
Evan,
por favor, n�o v�.
Sabemos que nem sempre estivemos ao seu lado,
mas estamos aqui agora.
Deixe a gente te compensar.
Passaremos o resto dessa vida
compensando por tudo que n�o fizemos na outra.
Voc� n�o precisa fazer isso.
Eu sei
que fizeram o que podiam.
E eu sempre vou amar voc�s, n�o importa o que aconte�a.
Mas eu n�o perten�o aqui.
Voc� n�o vai embora, vai?
Eu preciso.
Minha vida n�o � aqui, � l�.
E quanto a mim?
Voc� n�o pode me deixar aqui.
Sozinho.
Daniel, isso � dif�cil para mim.
N�o dificulte ainda mais.
Eu finalmente sei como seria ter um irm�o mais velho e eu...
Eu te amo.
Mas voc� n�o � real, nada disso �.
O mundo real � uma merda.
Essa � a beleza deste lugar.
Voc� pode ser aquilo que quiser.
Voc� pode ter tudo aqui.
Como a fam�lia que voc� nunca teve.
Eu tenho uma fam�lia.
Diferente da que tenho aqui.
Uma que precisa de mim.
Precisam mesmo?
Daniel, pare de fazer isso.
Preciso voltar, antes que seja tarde.
J� � tarde.
A fam�lia do mundo real... eles est�o desistindo de voc�.
Est�o desligando as m�quinas.
N�o, n�o, isso...
N�o � o que est� acontecendo.
Est�o esperando voc� morrer
para seguirem com suas vidas, sem voc�.
Eles n�o fariam isso.
No entanto...
E agora, esperamos.
Vejamos se ele respira sozinho.
N�o ligam para voc�.
Por que eles iriam?
Voc� nunca foi bom o suficiente.
Voc� s� nasceu pra servir de reposi��o,
e ainda veio com defeito.
N�o foi minha culpa.
N�s dois sabemos que voc� n�o acredita nisso.
Qual o problema?
A satura��o est� caindo.
Se ele n�o respirar nos pr�ximos segundos,
teremos que reconect�-lo ao respirador.
Isso tudo est� acontecendo
dentro da minha cabe�a,
ent�o tenho falado comigo mesmo esse tempo todo.
Ao menos...
n�o preciso me culpar por parar de te ouvir.
O que est� fazendo?
Tenho que voltar. Estou ficando sem tempo!
� imposs�vel.
N�o tem como entrar l�.
Voc� est� preso aqui comigo.
N�o � imposs�vel!
N�o h� um quarto trancado, que com a ferramenta,
e tempo suficiente, n�o se consiga invadir.
Porque sou bombeiro.
N�o h� nada para voc� naquele quarto.
Ningu�m l� precisa de voc�.
N�o vou voltar por eles.
Estou voltando por mim mesmo.
Primeira coisa que farei ao sair daqui
� pedir pizza.
Cansei da comida de hospital.
Jogue na loteria.
Voc� teve muita sorte.
Duas pizzas.
Voc� passou por um evento muito traum�tico.
Precisa deixar seu cora��o e pulm�es se curarem.
- Por quanto tempo? - Poucas semanas.
Nenhuma atividade extenuante e nenhum trabalho pesado.
Voc� quer dizer a ela ou eu digo? Est� bem.
N�o sou...
do tipo que "pega leve".
Ela foi avisada. N�o por mim.
Voc� tem visitantes do lado de fora.
Espere, espere, espere.
Gentilmente.
- Desculpe. - Tudo bem.
Me d� um abra�o.
Tenho umas coisas para contar pra voc�s.
Obrigado, obrigado.
�. Cedo demais.
- Professor? - Sim.
- Qual mat�ria? - N�o sei.
N�o cheguei a entrar numa sala de aula.
O que meio que faz sentido.
Sim, faz sentido.
Ajudar as pessoas, servir ao bem maior.
Seguindo os passos dos pais.
Caramba, os meus pais... Eles estavam...
bem diferentes.
Eles eram felizes.
Tinham orgulho de mim.
Preciso dizer,
foi bom ter eles se importando.
Eles tamb�m pareceram se importar aqui.
Estavam apreensivos. Todos n�s.
Eu sei, voc� at� pegou as contas do ros�rio.
Como voc� sabe disso?
N�o sei.
Simplesmente sei.
Parece que foi uma grande viagem.
Foi uma loucura...
Todo mundo estava bem diferente.
Exceto a Hen.
Ela estava...
exatamente igual.
E eu? O qu�o diferente eu estava?
Voc� estava...
Sabe, voc� estava igual, na verdade.
Voc� me ajudou a resolver umas coisas,
e a voltar para casa.
Que bom.
Ainda � dif�cil de acreditar que escolheu
deixar um mundo onde podia consertar tudo.
Nem tudo.
N�o.
Acredite em mim,
aqui � melhor.
Tudo bem.
Vejam s� isso.
Ganhei.
Toda vez.
Quer ajuda com o jantar?
Obrigado, mas n�o precisa.
V�o vir mais pessoas?
Parece estar cozinhando para um exercito.
N�o cozinhei nada disso.
As pessoas trouxeram comidas
desde o ocorrido com o Buck.
Pensei em termos tipo uma festa americana.
Bem, parece estar delicioso.
Lamento pela demora.
Reaquecer � mais complicado do que eu achava.
Tudo bem. Seu pai est� aproveitando
esse momento com a Jee-Yun.
Sim, e acho que ela est� aproveitando
ser mimada pelos av�s.
Ele sente muito.
O seu pai.
Myung, aprecio o que est� fazendo, mas n�o precisa.
Ele se afastar, n�o tinha nada a ver com voc�.
S�rio? Porque eu senti que tinha.
Ele estava envergonhado.
Se sentia um fracasso.
Por isso ele nunca conseguiu vir at� aqui.
Como assim fracasso?
Comanda uma grande empresa de tecnologia de Seoul.
Na Coreia n�o.
Aqui.
Tudo...
nesse pa�s representa
- um fracasso para ele. - Certo.
N�o conseguiu ter sucesso no neg�cio dele.
N�o salvou o casamento,
e n�o conseguiu te convencer a voltar para a Coreia com ele
ap�s a morte da sua m�e.
Eu n�o sabia disso.
Seu pai n�o � um homem malvado,
� um homem orgulhoso.
E muitas vezes,
o orgulho atrapalha as coisas importantes.
Eu acho
que voc�s podem ter isso em comum.
Pop� � divertido.
Ela acabou de te chamar de Pop�.
O mais importante...
Ela me acha divertido.
Sim, acho que av�s s�o para isso.
Espero que estejam com fome. Tem muita comida.
N�o precisava disso tudo, Howard,
s� porque � nossa ultima noite.
Tentei falar isso para ele.
Ent�o, quanto a isso.
N�o ficamos muito com voc�s desde que chegaram,
pelo acidente do Buck e tal,
ent�o, queria saber se voc�s n�o...
poderiam ficar mais uns dias?
N�o queremos abusar da nossa estadia.
N�o v�o.
Eu acabei de te convidar.
Nunca estive t�o feliz em ver esse lugar.
Nossa, s�o muitos desejos de "melhoras".
Sim, e tem muito mais no posto dos bombeiros.
Por que n�o se senta e relaxa?
Descanse esses p�s.
Sim, vamos te acomodar no sof�,
pra voc� n�o precisar subir e descer escadas.
Voc� n�o tem sof�.
Por que voc� n�o tem sof�?
Essa hist�ria � muito longa para se contar de p�.
- Voc� planeja arranjar um? - Sim.
Eventualmente. Por enquanto eu fico bem em uma cadeira.
N�o, n�o pode se recuperar em uma poltrona.
Eu vou te dar um sof�.
Talvez um belo transversal,
ou um sof�-cama para as suas visitas.
Quem ficar� comigo?
N�o achou que se livraria f�cil assim da gente, n�?
Soube que tem jogo essa tarde.
E voc� n�o pode assisti-lo sem sof�.
Est� bem, m�e, � s�rio, estou bem com a poltrona.
N�o discuta comigo.
Phillip?
Me ajude a achar a fita m�trica.
Gaveta da cozinha.
Superior do canto esquerdo.
Tamb�m podemos arranjar alguns carpetes.
� bom ter algo para trazer harmonia.
Esquentar um pouco.
Ela vai redecorar o seu apartamento todo.
- Sabe disso, certo? - Tudo bem, n�o me importo.
� at� agrad�vel.
AH, O MENINO BUCK... ELE S� TINHA UM RAIO E UM SONHO.
MAKE A DIFFERENCE. BE FAST. BE CHULOS.
QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL | loschulosteam@gmail.com
LET'S BE FRIENDS! @loschulosteam | FB.IG.PI.TT.YT.TK.SP.SN |
www.facebook.com/loschulosteam
www.instagram.com/loschulosteam
www.youtube.com/loschulosteam
www.twitter.com/loschulosteam
www.spotify.com/loschulosteam
www.tiktok.com/loschulosteam
www.pinterest.com/loschulosteam
story.snapchat.com/loschulosteam
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.