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- Prontos, homens? - Sim, senhor!
- Estão prontos? - Sim!
Saiam.
Saiam!
- As SA vão assumir o controlo. - Saiam da frente.
As SA assumem o controlo.
- O que se passa? - Afastem-se das mesas.
As SA assumem o controlo. Aguardem ordens.
Assumimos o controlo!
Juntem-se a nós!
- Assumimos o controlo! - Sentem-se.
- O que foi? - Estão doidos?
- Sente-se. - Fiquem sentados.
Deixe esse homem em paz!
Irão todos a julgamento no tribunal do partido.
É responsável pela edição desta tarde?
Sim e aviso-o que isto terá consequências.
- A edição da tarde será alterada. - Já está impressa.
Onde?
- Onde está a edição? - Aqui. Comissário Rath.
São as primeiras impressões.
Esquadra da polícia? Conselheiro Wendt, por favor, rápido.
Bom dia, cavalheiros.
Quem temos aqui?
Daqui fala Wendt. Quem fala? Estou?
Diga adeus à fama repentina, Conde Helldorff.
Sieg Heil, cavalheiros. Estamos a assumir a liderança.
Podem juntar-se a nós ou recusar a renovação do partido.
HITLER APLAUDIDO EM GERA
Vamos mudar a primeira página por esta.
- Vão imprimir isto. Agora. - Não vão, não.
- Metam-no na cave. - Levante-se, vamos lá!
Camaradas, isto não é um golpe.
Isto é uma revolta das SA contra os vassalos de Hitler em Munique.
Juntem-se a nós! O futuro é nosso.
Agora, temos de nos juntar ao Oberführer Stennes.
Muito bem.
- Vocês os dois... - Mas o Hitler está...
Ele foi embora, Sr. Jacoby.
- Mas isso é bom. - Sim, claro.
HITLER DEPOSTO! STENNES RECEBE APOIO DA MAIORIA
Camaradas, estão a trair o movimento!
Irão a julgamento no tribunal do partido!
Está a abusar da sua posição e poder se não puser fim a este golpe.
- Qual golpe? - Será responsabilizado.
- Por quê? - Por não confrontar os saqueadores!
Elucide-me, conselheiro.
Onde estão os saqueadores?
O edifício de um partido foi ocupado
e a polícia não intervém?
Tanto quanto sei, estamos a falar da sede de um partido
que está a ter uma disputa interna com o seu próprio corpo executivo.
Posso ligar ao presidente do Reich. Gostava de saber a opinião dele.
Nesta matéria, não há ninguém acima de mim.
Eu decido se intervimos ou não.
Mas, conselheiro, como seu superior, ordeno-lhe que não faça nada.
Este é o seu plano.
Quer que se matem uns aos outros. Quer que o Stennes assuma o controlo.
Porque ele não mobiliza as massas como o Hitler.
Não quer ser elegível a todo o custo.
Porque não tornará o partido grande
e porque acha que consegue mantê-lo à distância.
Não sei do que está a falar.
Foi sempre sobre isso. Você não é um polícia.
Não age de acordo com o interesse do estado,
dos cidadãos ou da segurança da cidade.
É apenas um servo do seu partido e nada mais.
Quantos homens temos?
- Não mais de 12. Não o suficiente... - Trate disso.
- Mas não... - Faça como lhe mando, Sebald.
E ligue ao líder das SS de Berlim.
Ele armará as suas tropas com armas da polícia.
Os nossos 12 homens mais uma centúria das SS será suficiente.
E o Grzesinski?
Ele pode confrontá-los se tiver coragem para isso.
Aqui está ele.
A redação correu bem.
- A nossa edição está a ser impressa? - Sim.
Ótimo. Este traidor tentou informar a polícia e o velho Wendt.
Cala-te, Stennes.
- E o Goebbels? - Está com o Quandt.
A divertir-se com a esposa de um fabricante. Se ele souber...
Vocês vão todos dentro por isto.
Trataremos disso, obrigado.
Vai ficar furioso. Mas, depois, será tarde demais.
Já teremos o partido à nossa mercê.
Vocês vão perder.
Já chega.
Sim?
O que deveremos fazer a traidores como ele?
Castigá-los.
- Pena de morte? - Se necessário, sim.
Mostra-lhe como tratamos a corja dele.
És o pior de todos. Judas.
Levem-no para a cave. Deixem o porco sangrar até guinchar.
Não conhecemos o sangue, só convicções.
Levem-no para a cave também. Trato dele pessoalmente.
Vamos, rápido. Vão buscar as vossas armas e assinem.
Muito bem, homens, vamos a isto.
Partiremos assim que estivermos todos.
Rápido! Assinem e peguem na vossa arma, rápido.
Rápido. Despachem-se.
- Telefonista. - Operações internas.
Imediatamente!
- Como é isto possível? - O Wendt mobilizou-os.
Estão a caminho.
As SS vêm aí. Vão e vençam, homens.
Fora daqui! Fora!
Não!
Camaradas! Cada um de vocês está prestes a atingir algo grandioso!
O partido não é o líder do movimento!
Não, somos nós! As SA!
Foi-me dito...
...que o soldado Hitler se demitiu.
Aquele arrivista austríaco passou à história!
O líder distrital Goebbels e os seus homens apoiam-nos em uníssono.
À nossa vitória!
Avancem!
Nós somos as tropas de assalto
Estamos prontos para tudo
Somos as filas da frente
Atacamos com coragem
As tropas de assalto estão de pé
Disparem à minha ordem.
Estamos prontos para a luta
- Só quando os judeus sangrarem - Fogo.
- Então? - Estão doidos?
- Traidores! Estão doidos? - Fogo.
Estão doidos?
- Não podem fazer isto! - Sturmabteilung!
Rendam-se ou morrem!
Então? Somos camaradas!
Pousem os bastões!
No chão!
Bastões no chão!
- Agora ou nunca! - Vamos lá.
Mãos ao alto!
- Levem-nos. - Vamos lá.
- Toca a andar. - Tomem o edifício.
As SS assumem o controlo!
Armas no chão.
Todos lá para fora!
Para o canto!
Oberführer Helldorff, consegue ouvir-me?
Uma revolta praticamente sem armas.
Tinha-o em melhor conta, Stennes.
Os alemães não matam alemães.
Levem-no daqui.
O infiltrado, afinal de contas.
Não queria isto. Mesmo que sejas um traidor.
Moritz. A minha ordem restrita foi ninguém poder saber sobre isto.
Absolutamente ninguém. Nem mesmo tu.
As SA, o partido, seja o Stennes o ou Helldorff,
seja o Goebbels ou o Hitler, todos têm o mesmo objetivo.
Não importa quanto lutem internamente.
- Sim? - Sim.
Querem subjugar o nosso estado e levar-nos para uma nova guerra.
Moritz...
O Stennes ter-me-ia matado sem pestanejar.
Queres viver num país liderado por gente dessa?
Moritz!
Moritz!
Esta hora de sofrimento requer discernimento e confiança no futuro.
Os meus pêsames, senhora.
Alfred, posso apresentar-te o Sr. Blank? Já te falei sobre ele.
Porque não traz o Sr. Hitler da próxima?
Adoraríamos organizar um jantar em sua honra. Não é verdade, Alfred?
Absolutamente. Sem dúvida.
De certeza que isso pode ser combinado.
Os nossos pêsames.
Abraham. Qual é a tua palavra final?
Adeus.
Obrigado.
Olha por ti e boa viagem.
Tio...
Faz a gentileza de ir até ao túmulo dele de vez em quando.
Porque estavam todos a ouvir o Wendt?
Como conseguiu ele dar armas da polícia a uma centúria das SS?
Ele usou-os para uma operação ilegal. E ninguém daqui o impediu.
Como foi isso possível, senhor?
Posso abrir um processo disciplinar contra ele,
mas o apoio que tem aqui é maior do que pensamos.
Conselheiro Wendt, senhor.
Isto é uma reunião do clube de conspiradores
"Polícia de Berlim contra associações e partidos indesejados?"
O seu sarcasmo não limpa a sua ficha.
O que fiz eu de errado, se é que posso saber?
Armou unidades de combate ilegais
para resolver um conflito dentro de um partido.
Não tinha autoridade.
Dirijo a divisão política da polícia de cá.
Intervir em assuntos do partido,
se estes interessam ou restringem o interesse do público em geral,
é a tarefa chave desta divisão.
Usou as SS para apoiar a liderança de Munique de Aldolf Hitler.
Não fez nada a não ser impor os seus objetivos políticos à força.
E você?
Infiltra-se numa organização legal como se esta fosse criminosa.
Quem lhe dá a autoridade
para destabilizar um dos muitos partidos na nossa democracia liberal?
Desde quando é essa a tarefa desta instituição?
Não vou entrar numa disputa ideológica
com demagogos categóricos como você.
Estou ciente disso.
Mas desta forma, vai perder a maré da mudança da sociedade.
Contra vocês e as vossas políticas de estagnação ultrapassadas.
Foi um prazer, cavalheiros.
Dia do juízo final para os rebeldes.
O motim do capitão da polícia Stennes.
Nenhum SA obedece às ordens de um traidor desleal.
Não foi nada mais do que uma tentativa de golpe
contra a liderança de um partido legal.
Predomina a lealdade a Hitler.
Tomamos medidas drásticas para restabelecer a ordem.
O NSDAP continua inabalável, porque este é o nosso slogan.
A nossa honra é...
...lealdade.
Jacoby!
Fred!
- Telefonista, qual é o número? - Wilmersdorf 31-10, por favor.
Helfers.
- Fala Charlotte Ritter. - Mna. Ritter.
- Conseguiu alguma coisa? - Sim e tenho boas notícias.
Há um lugar para sua irmã. Ela está comigo agora.
Vou acompanhá-la até à Insel Scharfenberg neste momento.
Ótimo, fico muito feliz.
- Obrigada! Adeus. - Adeus.
Venha comigo, por favor, Antonie.
Aqui estás tu.
Vamos?
Sim.
- Para onde? - Para leste.
Subam.
- Olá. - Olá.
- Vens comigo? - Sim. Para onde?
A um combate de boxe.
Tem a certeza?
O Kulanin, sim. Vai deixar o país.
- Para onde? - Para os EUA, Nova Iorque.
- Quando é que parte - Daqui a uma hora.
Detenha-o, custe o que custar.
- Já tratei disso. - Ótimo. Estou a caminho.
Documentos, por favor.
- Mna. Korda, um autógrafo. - Claro.
Mna. Korda, quais são os planos para o futuro?
- Oskar Kulanin? - O que se passa?
- Controlo de passaporte. - Outra vez?
- Temos de verificar os documentos. - Claro.
Vou ligar ao meu superior.
Venha comigo.
- Parece-se contigo? - Na verdade, não.
- E como é que ele é? - Na verdade, até é muito simpático.
É mais dançarino do que pugilista.
- Ai sim? - Este é ele.
Johann "Rukeli" Trollmann.
BOLZE CONTRA TROLLMANN
Estou um pouco empolgada.
Bem, fazemos uma aposta?
- No Rukeli, certo? - Claro.
- Três marcos. - Três marcos.
- E 50. - Três marcos e noventa.
Na vitória do Trollmann.
Não aposto num provinciano só porque tu pedes.
Apostamos o último centavo que ganhaste do Der Angriff
para que o dinheiro possa ser usado por uma boa causa.
- Que é? - A compra de discos,
bebidas alcoólicas, tabaco.
- Reinhold. - Charlotte.
- O canhoto. - Obrigado. As odds?
Cinco para um. O seu tipo não é o favorito.
- Em quem apostaram? - No cigano.
- Nós também! - Nós?
- Comissário. - Sr. Gräf. Sr. Jacoby.
Ouvi dizer que deixou o outro emprego.
Ouvi dizer o mesmo de si.
Muita coisa ao mesmo tempo confunde-me o metabolismo.
Graças ao Reinhold, espero que uma boa aposta salve a minha existência.
- Percebe de boxe? - Não.
Será este o anúncio público de uma relação romântica secreta
à qual iremos brindar?
É confidencial ou para a imprensa?
O jornalista presente está desempregado.
Caros amigos do boxe, podem sentar-se...
- A entrevista fica adiada. - Quais são os vossos lugares?
- No fosso, bloco um, fila dois. - Alta sociedade. Como?
- Conhecimentos. - Os nossos são em pé.
- No círculo, bloco 14. - Isso mesmo. Até logo.
Até logo.
- É ele? - A quem devo a honra?
Wendt, Conselheiro.
A aeronave vai descolar. Deixem-me embarcar.
Não vai seguir neste dirigível.
Temos umas perguntas que não irá responder neste átrio.
Sou acusado de quê?
Confisquem a mala.
- Dê-me a chave. - Não é possível.
- Cavalheiros. - Quem são os senhores?
Mc Farland, adido militar da embaixada americana.
O que se passa?
Este homem não pode sair do país por agora.
Não acho que o possam impedir.
Está a viajar em nome do governo americano.
O quê?
Certamente que não quer violar a minha imunidade diplomática.
Só se quiser provocar uma crise internacional.
Obrigado, general.
Se me dão licença agora...
Adeus, major.
Senhoras e senhores, tomem os vossos lugares.
O grande combate começa dentro de minutos.
Alemanha aos alemães, Alemanha aos alemães...
Conhece-los?
Na frente, à esquerda, perto do ringue
plantaram-se lá, os canalhas.
- Mais uma. - Quantos?
Uns 60, 70, talvez mais. Estão a jogar a cartada dos ciganos.
Vou convertê-los.
- É isso que imaginas? - Espera e verás.
Vamos lá.
Dá cabo dele.
Senhoras e senhores, caros amigos do boxe.
Bem-vindos ao Sportspalast em Berlim para o grande combate desta noite.
Deem as boas-vindas aos pugilistas.
Temos 15 assaltos de pesos pesados esta noite.
Alemanha aos alemães...
É ele!
Alemanha aos alemães...
Concentra-te. Não te distraias e nada de tretas, certo? Muito bem.
Primeiro, vou apresentar o pugilista de calções brancos.
O nosso herói de cá de Berlim, Willy Bolze.
O seu adversário, de calções pretos,
vindo de Hanover, Johann Trollmann.
O árbitro deste combate é Joseph Krause de Berlim.
Ciganos! Roubar é a vossa mestria! Ciganos, fora da nossa pátria!
- Silêncio! - Amigos dos ciganos ou quê?
Eu vou aí!
Já sabem as regras. Quero um combate justo e limpo.
Cumprimentem-se e vão para os vossos cantos.
Os atletas enfrentaram-se há dois anos. Na altura, houve um empate
no Spichernsälen no combate entre Willy Bolze e Johann Trollmann.
- Todos fora do ringue! - E começa o primeiro assalto.
Willy Bolze, o aríete de Rixdorf,
o rufia de Berlim com uma técnica muito rústica
e do outro lado está Johann Trollmann. Dança e salta,
é conhecido pela técnica pouco usual, jab de esquerda, jab de direita,
muda a mão principal a cada segundo, senhoras e senhores.
Dança à volta de Bolze.
Bolze está a tentar acertar-lhe e usa a sua força para sua vantagem.
E cá está um golpe. Trollmann vai para cima.
- Ele é agressivo no primeiro duelo. - Boa, Rukeli!
Bravo! Bravo!
Bolze vai ao tapete. Um golpe em cheio de Trollmann.
- Um, dois, três, quatro... - Bolze está a levantar-se de novo
com um olhar fixo e coração na mão,
volta ao combate. Trollmann está à sua espera.
Estão novamente a dançar à volta um do outro. Trollmann, claro...
Este lugar está livre?
Claro. Será um prazer.
- Um brinde. - Um brinde.
Vai deixar Berlim durante muito tempo?
Talvez.
Mas há algo que a prende aqui.
Assuntos familiares.
Comigo passava-se o mesmo.
Madame Korda, a sua mesa está pronta.
- Foi um prazer, senhor... - Goldstein.
- Abe Goldstein. - Esther.
Então, somos nós os dois outra vez.
- Posso sentar-me? - Faça favor.
- E agora para Moscovo, camarada? - A embaixada é suficiente para já.
Restam poucos segundos do quarto assalto e se continuar assim,
Bolze não vai sair do ringue pelo próprio pé esta noite.
A campainha salva o herói local. Mas aos poucos, gera-se entusiasmo
pela agilidade, flexibilidade e velocidade do lutador de pele escura.
- Entendeste? - Baixa a guarda e aplica um gancho.
Bolze, Bolze, Bolze...
É isso, Willy! Já o apanhaste!
- Boa! - Sai do canto!
É uma troca de golpes. Mas Trollmann não baixa os braços.
Cigano!
Trollmann vai aplicando golpes consecutivos, alimentado pela raiva.
E Bolze vai ao tapete pela segunda vez.
Aquele foi em cheio. O berlinense ainda não se levantou.
Quem estava no comando foi responsabilizado?
Tiveram o que mereciam, sim.
E você? Porque é que vai para Nova Iorque?
- Vou para casa. - Casa? Não disse que era russo?
É verdade, mas não sou pelos comunistas.
Sr. Kulanin a sua mesa está pronta. Número quatro.
A minha mesa? Não reservei mesa para hoje.
Sim, o jovem está à sua espera.
Algum conselho útil, meu amigo?
Nunca acredite nas suas próprias mentiras.
Começou o oitavo assalto no Sportpalast, senhoras e senhores.
O herói local está a vacilar, a cambalear.
Tenta esconder o torpor, mas só um milagre o salvará.
- O que se passa contigo? - É injusto.
Desaparece, porco cigano! Vai para casa!
Cigano, cigano...
Lutem!
Trollmann em dificuldades no tapete. O árbitro está a fazer a contagem.
Um momento de confusão pode roubar a vitória que ele pensava ser sua.
Trollmann está de pé, mas abana como um barco no lago,
mas está determinado a continuar a lutar.
Dirige-se a Bolze novamente, tenta atingi-lo.
E soou a campainha, interrompendo este furioso contra-ataque.
Foi um soco muito forte, senhoras e senhores,
atingindo-o com força de forma inesperada.
Cigano, cigano, cigano...
O que se passa? Trollmann parece um padeiro,
todo branco como um fantasma.
Será que caiu a um balde...
O público está entusiasmado. Trollmann vai desferindo socos.
Aparentemente, carregado de raiva.
Sim. Há algo acumulado em Johann "Rukeli" Trollmann.
Agora, ele vai até ao fim.
Um, dois, três, quatro...
- Levanta-te! - ...senhoras e senhores...
...oito, nove, dez! Acabou!
Trollmann!
- Rukeli, Rukeli, Rukeli... - O que querem?
Agora querem coroar o fedelho?
- Rukeli, Rukeli, Rukeli... - Gereon. Gereon!
Volto já.
Tire a sua gente daqui, porra!
Se manipula os combates em favor desta ralé antissocial,
não se pode surpreender com esta confusão!
Fora daqui! Já!
O bando todo.
Homens! Camaradas! Vamos embora!
Em frente, marchar! É uma ordem!
Senhoras e senhores, temos um vencedor
por KO ao nono assalto.
Johann "Rukeli" Trollmann!
- Está tudo bem? - Rukeli, Rukeli, Rukeli.
Rukeli, Rukeli, Rukeli...
- Quanto ganhámos? - Não sei.
- Mas vamos estourá-lo todo. - Está bem. Vamos lá.
Olha. É o Emil!
- É ele. - Emil Engels.
Dois schnapps.
Quase me esquecia.
Um anel?
Cumprimentos do Gennat. Uma segunda hipótese. Se quiseres.
Amanhã é amanhã. Agora é agora.
- E agora, quero dançar. - Está bem.
Uma dança?
A vida é apenas um sonho?
Seria bom, duvido
Isso é verdade
Tem cuidado, esquece-se facilmente
A verdade é muito simples
Nada continua como está
Um dia como ouro Tens tudo o que queres
Uma noite Não poderia ser melhor
Cumprimentos a Moscovo Paris e Viena
Acenamos-vos Vêm todos para Berlim
Tudo é estridente, todos o querem Eles sabiam que éramos doidos
Um dia como outro O que resta será declarado
Um brilho, o que importam os balanços Vamos dançar
Bravo!
Está pronto?
Eu trato disto. Sozinho.
Ouvi dizer que me queres morto.
Não.
Não foi para isso que cá vieste, Gereon? Para me ver morrer?
Não. Já não.
Acabou.
O nosso pacto... acaba aqui.
Já não tenho medo.
A fonte do meu medo... secou.
Atingiste o teu objetivo.
Anda cá ver.
Olha para isto.
Eles estão à espera. As massas maltratadas.
Agora, estás pronto para as liderar.
Gereon!
Legendas: Joel Amorim Iyuno
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