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Extra! Guerra entre gangues eclode em Berlim!
- Berlim inundada em sangue! - Tiros em toda a Berlim!
Últimas: Homicídios brutais em Kreuzberg!
- Extra! Extra! - Massacre na ponte Jannowitz!
- Leiam tudo no Der Angriff! - Frenesim sangrento em Berlim!
- Troca de tiros nas ruas! - Imprensa.
- Comissário... - Estava à vossa espera.
- Agora eles fazem o que querem? - Sem comentários.
- Como vai lidar com os Ringvereins? - A polícia desistiu de Berlim?
- Eles mandam? - Quem são os cabeças?
- Quem vai ser responsável? - Neste momento,
a nossa investigação não nos permite divulgar o nosso foco.
- O que acha... - Senhores e senhoras!
Trabalhamos a toda a velocidade. Neste instante, não daremos palpites
sobre os atos potenciais de vingança dos Ringvereins afetados.
Mas, certamente, há pistas que se aproximam dos culpados.
Digam aos leitores que a polícia de Berlim estabelecerá a ordem.
Obrigado.
BABYLON BERLIN
- Bom dia, Coronel. Pequeno-almoço. - Só chá, por favor.
Depois sirva à Miss Seegers o que ela quiser.
- Muito bem, Coronel. - Obrigado.
Senhora, conecte-me com o ministério de defesa do Reich.
Sim. Escritório do general Seegers, por favor.
Olá. Nem sabe o que me caiu nas mãos ontem.
Foi encontrado na rua, num criminoso comum
Segredos de Estado ultraconfidenciais.
Tenho o negativo de uma película na minha frente.
Se for impresso, eu mandei imprimir ontem,
obtém-se dados detalhados do número não-oficial de tropas
e dos planos de armamento do Comando do Reichwehr.
Como explica isto? Absolutamente. Sim, claro.
Sim.
E eu estou contente por ajudá-lo a descobrir a fuga, General.
Primeiramente, destruirei os negativos na totalidade.
Sim, agora mesmo. Imediatamente. Sem demora.
Sim. Esperemos que não existam outras fotografias.
Manter-me-ei em contacto.
Guiado pelo medo, o teu querido papá.
- Café? - Chá.
- Açúcar? - Leite.
Não há leite.
- Posso oferecer compota de ameixa. - Frios?
Estarás cá logo? Apesar da hospitalidade indecente?
Mas posso voltar quando quiseres.
- Imploro-te. - Queres que volte?
INTERNATO PARA CRIANÇAS E JOVENS CASA SONNENBORN
Saiam todos.
Meninas por aqui.
Rapazes para o bloco A.
Tu és a Ernestine e tu a Renate, certo?
Não. Ao contrário.
Certo.
Bem-vindas ao Sonnenborn. Aqui vocês vão curar-se.
O corpo e a mente.
Ide.
- Charlotte. - Volta a dormir. Desculpa.
- Onde andaste? - Por aí.
- Então é sério, não é? - Tenho de me despachar.
Ainda tens de pagar a renda.
Espera.
- Tenho algum dinheiro algures. - Deixa lá, fica com ele.
Eu pago este mês.
- O que faria sem ti? - Não, por favor. Não o digas.
Obrigada.
Até logo.
Estava lá pousado de manhã.
- Aqui nas escadas? - Sim, quer dizer, ali.
- Olá. - Algo faz barulho, definitivamente.
- Porque ainda não abriu? - É endereçada a si.
ESQUADRA DETETIVE RATH
Há algo vivo lá dentro.
Abram.
É o Robert-Rato a dizer olá.
Deixamos isto aqui e levamos os quadros.
Essas coisas vão para a frente da mala.
E as revistas e fotografias vão para ali para serem empacotadas.
- O que é suposto ser isto? - Vou embora. Vamos embora.
- Esther, eu consigo resolver isto. - Queres matá-los a todos?
Vai ser resolvido. Terás proteção e os miúdos também.
- Já fiquei aqui por muito tempo. - Queres ir para onde?
Não podes sair sem proteção. Viste isso ontem.
Com o Edgar, sempre me senti segura.
Eras absolutamente miserável com ele. Já te esqueceste?
Tu odiava-lo. Resmungavas. E agora não o queres esquecer.
- Sim, porque tu não és substituto. - O quê?
Não consegues substituí-lo.
Queria ambos, ou nenhum.
Sem ele, não és nada.
Não és o homem que queria. És aquele que sobrou.
Se achas que pisas em qualquer outra porta nesta cidade,
pensa melhor.
Eu já era alguém enquanto só engraxavas as botas do Edgar.
Ai sim? Onde está ele agora?
Está morto. Enterrado.
E porquê?
Porque se desleixou apenas uma vez.
Não! Porque se queria livrar do seu melhor amigo.
Porque foi incapaz de partilhar com os outros.
Devo ir?
- O que queres dizer com isso? - Ele queria fuzilar-me.
E tu? O que fizeste?
Porque estás aqui e ele não?
Diz-me. Diz-me!
Vai.
Obrigada.
Diretor geral? Porque não me avisou?
Ter-lhe-ia dito que fazemos renovações. Agora temos o imbecil.
- O que posso fazer por si? - Ouça, Grün.
Preciso que me arranje algo. Um diamante.
Contacte a sua gente em Amesterdão e diga que precisamos um diamante.
Um parecido com o azul rothschild.
Uma cópia que seja indistinguível da original.
E eu preciso dessa pedra agora.
Posso perguntar o porquê do interesse?
- Fomos vítimas de um crime. - Desculpe?
- Um rapto. - Percebi.
Por favor, Grün. Dinheiro é imaterial. Só quero uma cópia.
A pedra é uma obra de arte, única.
- A pureza, o corte... - Então falsifique-a.
Uma falsificação seria aparente imediatamente.
- Já foi à polícia? - Deus me livre, não.
Grün, entenda, a vida da minha mãe
e da minha esposa estão nas suas mãos. Diga o seu preço, eu pago.
Posso tentar saber quem tem a pedra.
Mas tentar falsificá-la está fora de questão.
- Por favor! - Peço imensa desculpa, Mr. Nyssen.
- Olá. Sim. - Avrum?
Preciso de falar consigo. Agora. Quando podemos encontrar-nos?
- Venha cá. Estou no hotel. - Aí não.
Sei de um café.
Ninguém nos perturbará lá. Tem onde escrever?
- Mrs. Ahlrichs? - Sim.
Bom dia. Sou da polícia. Os teus país estão?
Tem distintivo e arma?
Não preciso. Isso é só nos filmes.
É sobre a Albertine.
Queria questioná-la sobre as circunstâncias da morte dela.
Tinha más companhias.
Não vinha a casa dias a fio, devia dormir debaixo da ponte.
- Tornou-se um criminoso? - Acabou em furto qualificado.
Prenderam e meteram-no num internato.
Mandaram-no para um asilo, a certa altura.
Ele fugiu logo, claro.
Quem foi o juiz que o mandou para o internato? O Dr. Voss?
Sim. Um homem cruel.
Como é que a sua filha faleceu?
Disseram que foi um acidente. Pouco depois de ela fugir de casa.
- O nome era Sonnenborn. - Não sabe o que aconteceu?
Deve se ter zangado com o guarda.
- O Beppo tinha 13, certo? - Sim, 13.
Ameaçou três agentes adultos de tal forma
que tiveram de disparar? - Ele ameaçou-os?
- Está no relatório, sim. - Mas ele era tão pequeno.
Era fina como um lápis.
Mas ela ameaçou a polícia de tal forma
que a tiveram de atirar da varanda?
Eu não estive lá.
Como é que soube da morte dele Mrs. Kleinenmann?
O internato avisou-me e depois isto chegou pelo correio.
- Confirmei tudo e assinei. - Foi só isso?
- Um aviso por correio? - Sim.
Dr. Schwarz... Empresta-me isto?
Claro, pode ficar com ele. Já não o necessito.
Vai acontecer mais alguma coisa? Vai seguir com isto?
Sim.
HUGO WANNENMACHER HUGO-VERMELHO
Else-Aço. Ede-Faca.
Robert-Rato.
ASSASSINATO DE RINGVEREIN! ROBERT-RATO
Robert-Rato.
Quem está ai?
Alguém?
Pare imediatamente! Para imediatamente!
Detetive, ainda bem que aceitou o meu convite.
- Você? - Poderia...
- O que quer de mim? - Quero propor algo.
Esta guerra tem de acabar.
Há muitos problemas no negócio. Desconfiança, discórdia...
A confiança tem de ser reestabelecida agora.
- Está a gozar comigo. - Precisamos de ajuda, Detetive.
Precisamos de um mediador em que todos confiem e que junte todos.
Todos os líderes dos Ringvereins de Berlim e dos sindicatos.
Se convidasse os meus estimados colegas, viriam eles?
Dificilmente. Quem dá ouvidos a um homem morto?
Mas se garantir a segurança do evento,
poderia funcionar. - Eu?
Tanta arrogância?
O seu império está em ruínas e agora quer usar-me?
Uma marioneta da sua vingança?
- Por quem me toma? - Não é vingança.
- Não é? - É o oposto. Quero paz.
O ódio irá crescer. Cada morte cria ondas
que trazem ainda mais complicações. - Matou o Oelschläger.
O Hugo-Vermelho, o Robert-Rato e sabe Deus quem mais. Estou errado?
O que o faz crer nesta ideia absurda de que eu o ajudaria? Logo quem.
Mexa-se. Toca a andar.
Não vim de mãos vazias, Detetive. Proponho uma troca.
Não negoceio com assassinos e criminosos.
Libertá-lo-ei da sua dor. Da origem do seu medo.
- Libertá-lo-ei da sua angústia. - Do que está a falar?
Matarei o Dr. Schmidt.
Sei o que ele fez e continua a fazer-lhe.
O nosso amigo é, afinal, nosso inimigo. Tornou-nos em marionetas.
Escravos submissos à sua gestão. Está na hora de cortar as amarras.
Se me ajudar a organizar o encontro com os Ringvereins,
Cumprirei com a minha parte. Tem a minha palavra.
Quem sabe que está vivo?
Só o mestre e você, agora.
Quero estar lá. Preciso de ver.
Assim seja. Mas ninguém deve saber que estou vivo.
Diz-lhes que a polícia quer mediar e acabar com esta guerra.
Num local à sua escolha, sem armamento. Em breve.
E você? Estará lá?
Não. Sou só um homem morto que procura a paz.
- Vai. Vai. - Sim.
- Nada mal. - Obrigado.
Bom dia. Tenho um encontro marcado, mesa reservada, o meu nome é Grün.
Não temos cá disso.
Telefonei e reservei uma mesa.
- Com o nome Grün, não. - Goldstein, talvez?
Com esse nome ainda menos.
Para mim, verde sempre foi uma cor.
E é isso que é senhor.
O verde é originário das cores da bandeira de Simeon.
Uma das 12 tribos de Israel.
Também não temos uma tribo de Simeon aqui.
Ouça, tenho um encontro importante aqui.
- Então, por favor, dê-me uma mesa... - Judeu!
Este café não é verde nem dourado, é alemão.
Não falei consigo.
Então pare de poluir o ar puro de que viemos desfrutar hoje.
Quem polui o ar é você com o seu ódio e as suas provocações.
Não toque no que não lhe pertence, Itzak!
- O que fazem aqui? - O que tem a ver com isso?
Perguntei o que estão aqui a fazer?
Os meus alunos estavam a ensinar a etiqueta deste país ao judeu.
Parece que não quer aprender.
Mais alguém quer ser espancado por um Judeu?
Não? De certeza?
Não é um bom sítio para conversar, tio. Vamos para casa.
Qual era o assunto urgente que precisava de falar?
Ouve. Raptar pessoas é um crime.
Estás a envergonhar toda a nossa comunidade.
- Deixa as mulheres irem embora. - Aquela é a sua casa?
- Reconhece-la? - Sim.
- Nunca trocou de casa? - Não.
A minha filha cresceu aqui, o meu filho esteve naquela escola.
Como poderia sair daqui?
Entras? Liwi adoraria ver-te.
Hoje não.
Então vem Sexta às 20h. Passar o sabat, ninguém deve passá-lo sozinho.
- Veremos. Está bem? - Não é nada.
Avrum, nada bom virá do mal.
Liberta as mulheres.
- Cuide-se. - Vai com Deus.
Terias a amabilidade de parar?
- Porquê? - Estás a irritar-me.
Temos de tentar alguma coisa.
Não podemos estar sentados sem fazer nada, como você.
Mas a tua tentativa não tem a mínima hipótese, rapariga.
- Tem um ideia melhor? - Sim.
Mas não sei se devo partilhá-la com uma subnormal como tu.
Não consigo fazer nada. É...
Mas não era o que sempre desejou?
A morte da minha mãe e esposa?
A independência.
Mas não a este custo.
Ele ameaçou matá-las se não obtiver a pedra.
Sente-se muito fraco.
Sou fraco. Não consigo fazer nada.
É uma situação desesperadora, um dilema.
- Sim, pode fazer alguma coisa. - Não!
O que posso fazer?
Deixe ir. Apenas deixe ir.
E o medo perderá todo o seu pavor, o seu poder.
Enfrente os seus medos, Mr. Nyssen.
O medo que o paralisa e que o torna impotente.
Como?
Aceite esse pavor, que não pode mudar.
E ele desaparecerá.
Devo deixá-las ir?
Nos textos do Bodidarma é dito: "Deixa ir
e se for importante, voltará para ti."
Sim.
Eu percebo a sua preocupação. É arriscado.
Mas eu vejo uma oportunidade única de acabar com a guerra do submundo.
MORTES BRUTAIS EM INÚMEROS DISTRITOS DE BERLIM
Com um trabalho policial correto e apresentável.
Todos eles sofreram perdas.
- Atacamos uma porta aberta. - Rejeito.
- Sem acordos por baixo da mesa. - Seria uma tentativa.
- Ninguém saberia deste encontro. - Rath, imploro-lhe!
A imprensa sabe de tudo.
E está a contar com a fiabilidade dos Ringvereins?
Chefe, Comissário...
Nunca controlaremos o crime organizado na nossa cidade.
Mas qualquer ato que aumente o nosso controlo é um progresso.
Se este encontro resultasse em um cessar-fogo, seria um grande sucesso.
Para nós, a polícia. Para Berlim.
Não devemos associar-nos com esta gente. Continuo a rejeitar.
Interroga cada um deles.
Encontra provas e prende-os.
É o trabalho da equipa de homicídios, nada mais.
- Acredita no caráter da polícia. - Sim.
Direto, crente nos princípios
e eu concordo consigo. - Obrigado.
Contudo, devemos ver o lado político nisto
e esse é exatamente o meu trabalho.
Descrição total, Detetive.
Ninguém deverá saber que apoiamos este encontro.
Escolha um Domingo e despache-se, antes que isto gere ondas gigantes.
CRIMINOSOS DE BERLIM NUM FRENESIM
Sem distrações, continua. Vais meter-te em sarilhos.
- Não ficarei muito tempo. - Todos dizem isso.
- O que há naquele edifício? - O bloco três. São os prisioneiros.
Mas são todos crescidos.
- Porque estão cá? - Estão à espera da sentença.
De quem?
Da mão branca. Uma sentença curta e depois...
- Internato Sonnerborn. - Olá, Müller,
Tribunal Juvenil. Contacto a administração.
Um momento, por favor.
Internato Sonnerborn, fala a Voss. Olá?
- Telefonista, número? - Registo civil, por favor.
"Começa a conferência de Defesa em Berlim."
Anselm?
Major-general von Seegers com von Schleicher e Dr. Gregorius.
Anselm de Breslau.
Quem diria.
- Telefonista, número? - Norte de Berlim, 26-54.
- Escritório Litten, fala Seegers. - Miss Seegers, fala a Behnke.
- Há notícias sobre o WH 808. - Ai sim?
- Quando podemos encontrar-nos? - Agora mesmo.
- Boa. Sim. - Café Schwaneke?
- Olá? - É o Rath? Detetive Rath?
- Sim, é. - Ele está aí?
De momento não.
- Falo com quem, por favor? - Eu sou... Era...
Charlotte Ritter, eu era assistente criminal.
Ai és tu. Bem, boa noite. O meu nome é Behnke.
Trabalho com o Mr. Litten, o advogado. Conhecê-lo, certo?
- Sim, claro. - Precisamos da vossa ajuda.
Um dia como o ouro 100,000 volts nas tuas veias
Uma noite como veludo e seda
Dois passos à esquerda Para trás, direita
Agora ou nunca, nascemos para dançar Tudo treme, está vivo
Junta os braços Seremos loucos?
Um dia como o ouro 100,000 volts nas tuas veias
Uma noite...
- Ainda me deves aquela dança. - Foi no ano passado.
- Foi? - Prescreveu.
Bem, então...
Será a vida apenas um sonho?
Seria bom, duvido...
que é verdade.
Cuidado, é facilmente esquecida
Nada permanece como é
Gereon.
Sabes quem manda no internato Sonnenborn?
Helene Voss. A mulher do juiz Voss.
Ai é?
Ele julga menores e manda-os para a sua mulher por ordem judicial.
Retificação especial e exercício. Que casal maravilhoso, não é?
Soa agradável.
Vimos os ficheiros dos arquivos da polícia.
O Voss mandou mais de meia dúzia de miúdos para lá via ordem judicial.
E eles fogem imediatamente.
- E depois? - Todos contactam com a esquadra 14.
Eles negam tudo.
Culpam tudo no falecido Naumman, o vigilante sénior.
- Não acredito numa palavra disso. - Nem eu.
O Voss é o juiz e os polícias são os carrascos.
Temos de os deixar. Não há provas.
Precisamos encontrá-las.
Entre.
Temo que não haja notícias da sua mãe nem da sua esposa.
Não há necessidade. Estou livre.
Totalmente calmo e livre.
Posso perguntar o que quer dizer com isso?
Wegener, sabe o que pode fazer numa situação sem solução?
E acho que concordamos ser uma situação sem solução.
- Um dilema. Um problema. - Sim, concordo.
O que podemos fazer? Exato. Nada, Wegener.
Absolutamente nada.
É exatamente isso que pretendo fazer agora.
Deixar ir é o lema.
Mas isso é impossível. Não pode abandoná-las.
Porque não?
Veremos.
Dou-lhe para quê, rendição?
Incondicional?
Com quem fala? Sou um bandido?
Diga ao seu capitão, como sempre, que respeito a Sua Majestade.
Ele, contudo... Diga-lhe.
Pode lamber-me o cu.
Gonçalo Correia Iyuno-SDI Group
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