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A caseira estava habituada a pegadas de lama.
Aparentemente, algumas vezes por ano, come�ava os dias com uma esfregona.
Sempre o mesmo caminho. Da porta � ala proibida e de volta.
A porta encravou.
Encravou, n�o consegu�amos abrir.
A s�rio.
E o corredor sujo?
� s� um bocadinho de lama.
Eu perdoo-vos.
Mas receio que...
.... n�o acredito em voc�s.
O problema � esse.
Miles!
Miles, acabei de lavar essa parte!
D�-me isso, por favor?
- O que vai... - N�o sou eu.
�s tu.
O que fizeste � totalmente inaceit�vel e agora vais acabar de lavar.
Mas n�o � justo!
� s� um bocadinho de lama.
Vais acabar de lavar, enquanto eu e a Flora vamos buscar a boneca.
Partindo do princ�pio
de que n�o se importa, Sra. Grose.
N�o, n�o me importo.
Ali�s, j� tivemos esta conversa, n�o foi, Miles?
A cada duas semanas, estes dois saem � noite,
e aqui a palerma � que limpa a porcaria.
Bom dia.
D�-nos licen�a, Owen.
- Ol�, Owen. - Flora.
Anda.
N�o gosto da cave.
� perfeitamente horr�vel.
Posso ficar a beber sumo de laranja com o Owen, por favor?
Desculpa, n�o estou a ser atrevida.
Eu odeio mesmo a cave.
� perfeitamente terr�vel.
Pode ser?
N�o demoro.
O irm�o de certa pessoa atirou a boneca pela conduta da roupa suja.
Claro.
Obrigada.
Os irm�os podem ser perfeitamente terr�veis �s vezes, n�o �?
Mas ele n�o �.
N�o � mesmo.
Tens um cora��o de ouro, pequenina.
Olha quem encontrei.
Como se chama?
Ela n�o se lembra.
Vais p�r no teu quarto?
Para prote��o?
N�o, eu tirei-a.
- Porqu�? - Porque n�o funciona.
Miles!
Podes vestir-te.
Miles?
Miles?
Miles, est�s bem?
SEIS MESES ANTES
Muito bem, rapazes, pouco barulho.
Sentem-se, sim?
Ol�.
Bem-vindos.
Bom dia, cavalheiros.
- Bom dia, padre Stack. - Bom dia, padre Stack.
Espero que todos tenham tido um Natal muito festivo.
- Sim. - Sim.
Excelente.
Acho que temos maioria.
Muito bem.
Segundo per�odo. Parab�ns, parece que sobreviveram ao inverno,
ainda que haja algumas baixas.
O Brian Duncan estar� ausente algum tempo.
- Sim? - Est� doente?
N�o, Sr. Hooper. Nada t�o s�rio.
Ele deu uma queda.
Est� a recuperar e, em breve, juntar-se-� a n�s.
Ora bem,
vamos come�ar?
B�blias.
"Ora, ali na encosta, andava uma grande vara de porcos a pastar.
E os esp�ritos impuros rogaram-Lhe que os enviasse para os porcos.
'Deixai-nos entrar neles.' E Ele deu-lhes permiss�o.
E os esp�ritos impuros sa�ram e entraram nos porcos.
E a vara correu a encosta �ngreme abaixo,
caiu no lago e afogou-se l�."
Pronto.
Aqui est�.
Tr�s Evangelhos, tr�s relatos ligeiramente diferentes do mesmo evento.
Tr�s locais diferentes onde pode ter acontecido.
Mas os pontos gerais s�o os mesmos.
Jesus passou os dem�nios, designados Legi�o em Lucas e Marcos,
sem nome em Mateus,
de um homem, segundo Lucas e Marcos,
dois homens, segundo Mateus, para... E, quanto a isto, todos concordam,
uma vara de porcos.
Que se atiram ao lago.
Que se atiram ao lago, isso mesmo.
- Mas porque � Mateus antag�nico? - O que � isso?
Significa que estava a ser imbecil.
Tento na l�ngua, Obermann. N�o volto a avisar.
Miller, excelente pergunta.
Porque diferem os relatos dos Evangelhos? Bem...
... porque o Homem � fal�vel.
At� os homens que escreveram estes Evangelhos.
At� eu, facto que terei de explicar a alguns dos vossos pais,
quando souberem desta conversa.
Precisavam de permiss�o? Os dem�nios.
- Permiss�o para... - Entrar nos porcos.
Sim, precisavam.
E precisavam da permiss�o dele?
Para entrar no homem?
Excelente pergunta, Wingrave.
E essa � a grande li��o, por isso, obrigado por perguntares.
Todos n�s somos livres para fazermos as nossas escolhas.
� uma das d�divas mais importantes que Deus nos deu.
Uma d�diva que nem os dem�nios desta hist�ria usurpariam.
Sabem, o mal existe,
e n�s somos tentados.
Mas n�o somos obrigados.
Por isso, sim.
Precisavam de permiss�o.
E precisam da nossa!
Muito bem, senhores.
Wingrave.
Uma palavrinha.
O diretor deu-me isto esta manh�.
N�o � frequente um aluno receber correio no primeiro dia de aulas.
- E a julgar pela letra, deduzo... - � da minha irm�.
Foi muito atencioso da parte dela fazer isto.
Certamente, foi para te sentires mais em casa.
Fizeste perguntas excelentes hoje.
Obrigado, padre.
De nada.
E, Wingrave,
quero que saibas que esta sala � um lugar seguro para fazer perguntas.
N�o s� sobre a mat�ria.
Sobre o que quiseres.
Estou aqui, tal como os outros membros do pessoal,
por isso, se sentires necessidade de falar,
n�s ouvimos.
Quero dizer que n�o est�s sozinho.
Obrigado, padre.
Bom, n�o te empato mais.
Jo�o, cap�tulo 16, vers�culo 22.
� breve, prometo, mas ajudou-me mais do que uma vez.
Jo�o, cap�tulo 16, vers�culo 22.
"Agora, tamb�m v�s sentis tristeza,
mas voltarei a ver-vos,
e o vosso cora��o regozijar�.
E homem nenhum vos tirar� a vossa alegria."
Wingrave!
Wingrave!
Est� quase na hora!
Descemos?
Wingrave!
Wingrave!
Os problemas come�aram como � costume.
Com um acidente.
Ou assim seria chamado.
Wingrave!
Miles!
Wingrave!
Wingrave!
Fica com a cama de baixo.
Obrigado.
- Fico feliz por estares bem. - Sim.
Porque o fizeste?
O qu�?
Porque saltaste?
Procurava a chave certa.
O que disseste?
N�o saltei.
Ca�.
- Vi-te saltar. - Ca�.
Sim, bom...
Se precisares de alguma coisa, conta comigo, amigo. Est� bem?
Boa noite, Miles.
Padre Stack!
O que �, Sr. Banks?
- Luta! - Luta!
Parem com isso!
Wingrave!
Wingrave!
Hooper!
Hooper!
Hooper!
Aqui.
- Consegues respirar? - Sim.
Eu ajudo-te a levantar.
Gra�as a Deus.
Solta a gravata.
Isso mesmo.
V�, voltem todos para a aula. V�o l�.
Foste tu que come�aste?
Ele ofendeu-te de alguma forma?
Disse-te algo? Algo que te irritou?
Ouve, Miles...
Quero ajudar-te, mas preciso que me ajudes, para compreender isto.
E n�o s� eu, os pais do Hooper tamb�m.
Podem pedir a tua suspens�o.
E o diretor vai querer acalm�-los.
Mas...
... j� me adiantei.
O diretor e eu j� fal�mos,
e deixei claro que o teu bem-estar � responsabilidade minha
e prioridade tamb�m,
de agora em diante.
Mas, Wingrave,
isto n�o � solu��o.
Entendo o que est�s a passar.
Sabes que mais? Talvez n�o entenda. Por isso...
Por isso, diz-me.
S� o meu professor.
Todos fazemos coisas terr�veis.
� expect�vel, j� nasce connosco.
Mas � esse sentimento de remorsos,
essa culpa,
essa culpa terr�vel,
a arder no peito, isso �...
� isso que nos distingue aos olhos de Deus.
Nenhum de n�s � irrepreens�vel.
Exceto a alma por conceber e os animais.
Como ali o Pidge.
S�o os �nicos inocentes.
Ent�o, n�o foi justo, pois n�o?
O qu�?
O que Jesus fez aos porcos.
Na hist�ria dos dem�nios.
Talvez n�o.
O Senhor escreve certo por linhas tortas. � um clich�, eu sei,
mas � verdade.
E a morte � algo que devemos lamentar, mas n�o temer.
Tiveste de lidar com a morte
muito mais do que deveria uma crian�a da tua idade.
Muito mais.
Est�o num s�tio melhor, Miles.
N�o sei tudo, mas...
... isso sei.
Est�o num s�tio melhor.
N�o v�o voltar?
Receio que n�o.
Isso tamb�m n�o � justo.
N�o, n�o �.
Porque � que os maus voltam,
mas eles n�o?
Menino Wingrave,
quer dizer alguma coisa?
Seja o que for.
Apetece-me expuls�-lo, meu caro jovem. Apetece mesmo.
Mas o padre Stack...
Bem, padre, deixo que o diga.
Wingrave...
Miles.
O que fizeste n�o pode ser minimizado...
N�o pode ser evitado escamoteando o assunto ou mandando-te para casa.
Acompanha-te.
Entendes?
Permanece.
Mas o remorso, ou a demonstra��o de remorsos,
n�o far� isto desaparecer.
N�o te vou mentir, mas � o primeiro passo para se alcan�ar algum tipo de absolvi��o.
Para alcan�ar a gra�a.
- Sei que passaste por muito. - N�o tenha pena de mim.
Os teus pais
e a tua au pair.
- Mais do que algum dia compreender�amos. - N�o.
O peso de tudo isso pode levar qualquer um a fazer coisas terr�veis,
mesmo sem inten��o.
Pode levar uma pessoa a cometer atos...
N�s n�o somos obrigados.
O que o capel�o est� a dizer � que vamos come�ar
com um pedido de desculpas.
Ele tem raz�o quanto �s suas circunst�ncias especiais,
mas tenho de insistir num pedido de desculpa, pelo menos.
Por amor de Deus, isso � o m�nimo.
Fale!
Um animal morreu por sua causa, Wingrave.
N�o significa que partiu de vez.
O que disse?
Estou arrependido.
Sei que est�s, Miles.
Sei isso e tamb�m sei que, juntos, tu e eu...
Estou arrependido de n�o ter feito pior.
Cortar-lhe a cabe�a, tirar-lhe as tripas ou queim�-lo.
Arrependo-me de n�o ter feito pior.
Muito bem.
Ligue ao tio do menino Wingrave, por favor.
GABINETE DO DIRETOR
Desculpe, padre.
Eu...
Tinha de encontrar a sua chave.
S� isso.
E, assim, o motivo da expuls�o de Miles foi dif�cil de determinar.
Parece que foi expulso devido a um ferimento,
um acidente, um crime,
uma luta
e, por �ltimo,
uma afronta.
Ningu�m entenderia porque fez estas coisas.
S� a carta da Flora,
entregue quando ele chegou, esquecida no dormit�rio,
ofereceria uma pista poss�vel
para o motivo que o levou a esfor�ar-se tanto para ser expulso.
VEM PARA CASA
"Vem para casa."
J� acabei.
Est� bem, j� vou ter contigo.
- Vais p�-las na casinha delas? - Mais tarde.
Est� bem.
Isto est� um brinco!
- Imagino que aprendeste... - No col�gio.
Sim. Est� uma arruma��o profissional.
Porque n�o ensinas � tua irm�?
Ela vai achar espl�ndido.
- Mas... - Simplesmente espl�ndido.
O que est�o a fazer?
A Hannah tem o dia de folga.
- A patroa p�s os mi�dos a trabalhar. - Sim.
A s�rio?
Boa.
Como se est�o a sair?
Na perfei��o.
Habituava-me a isto.
N�o sei, sinto-me pregui�osa. Como se fosse uma pregui�osa in�til.
- V� l�, admite. Est�s a adorar a pausa. - Acho que sim.
S� n�o gosto que os castiguem.
Toda a gente suja o ch�o. E tu n�o podes falar.
Sempre que te vejo vir em dire��o � casa, dou por mim a ir buscar a esfregona.
Primeiro... limpo sempre os p�s, fica sabendo.
E, segundo, n�o a trancaram no guarda-fatos?
Sabes que a culpa n�o foi deles.
Dado o que perderam, � natural que estejam estranhos.
N�o podes perdoar tudo.
Tu limpas o que eles sujam, o Owen d�-lhes comida, a Rebecca...
A Rebecca mimava-os.
Mas esta... p�-los a fazer trabalhos for�ados.
- Ora, sinceramente. - O que foi?
Esta merda funciona.
Funcionou comigo.
Olha para mim agora, sou um modelo de reforma.
Gra�as a Deus! �s uma joia.
- Sim. - Hannah?
- Gin t�nico? - N�o.
N�o, obrigada. Para mim, n�o.
O gin � uma bebida pat�tica.
Ent�o, Owen... o que achas da nova au pair?
- Bisbilhoteira. - O que foi?
� uma preocupa��o crist�. Est� bem.
Numa escala de zero a americana, como a classificarias?
- Americana. - Americana.
Ora a� est�.
Talvez seja demasiado bonita.
Acha-la bonita, Owen?
Jamie!
Olha para ele!
Ficou encavacado! N�o consegue responder.
Os romances correm mal em Bly, n�o �?
- Estamos s� na brincadeira. - Eu sei, mas � assim que come�a.
Descansa. S� tenho olhos para ti, Hannah.
Boa pausa, senhoras.
Quase me esquecia.
H� uma fenda no teto da cozinha. Podes dar uma olhadela nisso?
Onde exatamente?
Na parede do fog�o, junto ao teto. V�-se bem.
Eu trato disso.
Bom trabalho, pessoal! Continuem!
Flora, limpaste o quarto!
Que querida.
De nada.
Pus as suas coisas no guarda-fatos e na c�moda.
Est� zangada comigo?
Tamb�m encontrei isto.
N�o os parti. Juro.
- J� estavam assim. - N�o faz mal.
Est� tudo bem.
D�-me licen�a.
Est�s bem?
Crian�as.
Estafam-nos.
Pois.
Bom, as pessoas estafam-nos.
Todas elas.
Por isso, prefiro plantas.
� mais f�cil lidar com elas.
E, se perceber que n�o gosto duma, se uma delas me olhar de lado,
posso sempre...
Sabes...
Se queres conselhos para educar crian�as, eu...
... come�aria por a�.
Pronto.
N�o � assim t�o mau.
Pois.
Choro tr�s, talvez quatro vezes por dia.
Cinco, na verdade.
Como achas que rego as putas das plantas?
Com o meu po�o sem fundo de l�grimas profundas e inconsol�veis.
� assim.
Foi por isso que fui contratada.
Est�s a sair-te bem.
Est�s a sair-te bem.
Obrigada.
Sempre �s ordens.
Certo. Pronto, voltemos ao trabalho.
�nimo, Poppins.
Aonde vais?
Para o jardim, falta-me arrancar algumas ervas.
Queres safar-te por bom comportamento?
Tem uma �tima tarde, Jamie, querida.
Querida?
N�o, n�o ponhas muito, sen�o eles v�m buscar-te.
- Quem? - A pol�cia da comida.
Por "tentativa de estrugido".
Meu Deus.
�s um homem ador�vel, Owen. Porque abres a boca?
Mna. Clayton?
Posso falar consigo?
Sim, claro.
Em privado.
N�s fazemos isto.
Certo.
Resid�ncia Wingrave.
Estou?
Estou?
E ent�o?
Queria pedir-lhe desculpa.
Por tudo.
Por tranc�-la no guarda-fatos, por sujar o corredor.
Por tudo.
Mas, acima de tudo, por ser t�o infantil.
� influ�ncia da Flora. �s vezes, exagero.
Isso...
Acho que a Flora sente falta da Mna. Jessel.
Por isso, fazemos brincadeiras para ela n�o se sentir triste.
Que coisa t�o cansativa.
Lidar com crian�as.
Sacaninha.
Ent�o?
- Sacaninha de merda. - Ent�o? � s� uma crian�a.
Vou mat�-lo.
- Juro por Deus... - N�o. S�o s� umas flores.
Claro! Ent�o, est� bem.
- Um mi�do cortou umas flores. E ent�o? - N�o estavam prontas para serem cortadas!
Ouve, eu s�...
Fa�o as coisas ao meu jeito e n�o gosto que mexam no meu jardim.
N�o, tens raz�o.
Tens raz�o.
Eu falo com ele.
Claro.
Ouve, podemos voltar � parte em que estavas descontrolada
e eu tive de te acalmar?
Dez minutos, est� bem?
Quero ver dentes lavados, m�os lavadas e pijama vestido!
- O dia foi bom? - Foi �timo.
Bom...
Tenho uma surpresa preparada para os meninos, se quiser participar.
N�o, n�o posso.
- Est� bem? - Sim, �tima.
Eu s� n�o tenho dormido muito bem. Acho que me vou deitar.
- Est� bem. - Boa noite.
- Boa noite! - Boa noite.
Voc�s os dois, preparem-se!
O pijama parece estar em ordem.
Mostrem as m�os!
�timo.
Est� bom. Dentes!
Portaram-se t�o bem
que, como recompensa,
podemos fazer um jogo.
Qualquer um que queiram.
N�o demoramos a ir para a cama, pois n�o?
- N�o podemos sair do quarto � noite. - N�o demoramos.
�s escondidas!
Est� bem, brincamos �s escondidas.
- Pode ser, Miles? - Por favor?
Dez,
nove,
oito,
sete,
seis,
cinco,
quatro,
tr�s,
dois, um!
Prontos ou n�o, aqui vou eu!
N�o est�o aqui, pois n�o?
Esta ala est� interdita, mesmo para brincar.
Est� bem?
- Apanhei-te! - Chi�a, Miles!
- Apanhei-te. - Eu � que te procuro...
Vou come�ar a contar e, depois, � a tua vez de te esconderes.
- Eu encontro-te. - N�o apertes tanto!
N�o apertes tanto!
Um!
Dois! Tr�s!
- Quatro! - Miles!
- Cinco! - N�o, acabou o jogo!
- Sete! Oito! - Miles!
Nove!
Miles!
Flora!
Rebenta a bolha!
Merda.
Vou chamar a pol�cia.
Vou chamar o caralho da pol�cia!
Dani.
N�o me sinto muito bem.
- Meu Deus. - Eu vi-o.
Juro por Deus.
Na janela.
� o mesmo tipo de ontem.
Vou trancar as portas.
Est� tudo bem! Est�s bem! Ele acordou!
- Gra�as a Deus. - Ele acordou.
- Santo Deus. - Ele acordou.
Ele acordou.
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