Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
REVOLTZ TEAM APRESENTA:
Tradu��o: LuB | anag Lecter | mamaris | d4rkh34rt
Revis�o: daewolz
HAYWIRE (A TODA PROVA)
NORTE DE NOVA IORQUE
Droga!
Que diabos est� fazendo aqui?
Dirigi a noite toda.
Estou de ressaca.
E est� come�ando a atrapalhar minhas f�rias, ent�o, podemos ir?
Vamos no meu carro.
Acho que n�o.
Por que est� tornando isso dif�cil?
Dif�cil? Ele se entrega, e depois � f�cil.
Se entregar? Por que ele faria isso?
O que ele disse que fiz?
Nada, s� pediu para eu vir busc�-la.
Nada mesmo? Sobre Barcelona?
-N�o. -Nada sobre Dublin ou Paul?
-Oi, quer algo? -Tem cerveja?
-N�o temos, quem dera. -Um caf� preto, ent�o.
-Se quer falar algo, fale. -Aaron...
J� encontrou com ele?
N�o.
-N�o vai entrar mesmo no carro? -N�o.
-Obrigado. -Tem alguma...
Vamos, Mallory!
-Voc� tem carro? Tem?! -O qu�?
-Qual? -Aquele.
N�o, voc� vai de carona. D�-me as chaves.
-Aqui. -As chaves!
O que est� acontecendo? Onde est� me levando?
Coloque o cinto!
Droga.
-Qual seu nome? -Scott.
-O meu � Mallory. -Oi.
Far� um curativo no meu bra�o enquanto dirijo, tudo bem, Scott?
Certo.
Certo. Aqui, pronta?
-Pronto. -Pegue dois curativos.
Coloque no lugar do ferimento.
-Pronto? -Pegue a fita
e enrole sobre a gaze para fixar o curativo.
-Aperte. -Tudo bem.
-Desculpe. -Passe em volta.
-Cuidado com o bra�o. -Certo.
Muito bem, agora corte a fita com a tesoura.
Est� bom, por ora.
Jesus Cristo!
-Estou em p�nico! -Scott.
Obrigada.
Tudo bem.
Ent�o, quem...
Quem era o cara?
-S�rio. -Aaron?
Algu�m com quem j� trabalhei.
-Era seu... Voc� sabe. -N�o.
-Onde j� trabalhou com ele? -Barcelona.
Eu...
N�o quero ser intrometido, mas...
-Voc� � traficante? -N�o.
� do governo?
Contrataram a firma que trabalho.
Firma privada.
Nossa, � s�rio?
-Sim. -Faz sentido.
Ent�o, o que faz? Qual seu trabalho?
Barcelona. Separatistas?
N�o, est� tudo limpo.
As negocia��es acabaram,
s� precisamos que algu�m v� buscar o cara.
Certo, que seja.
Em quatro pontos,
melhor linguagem de imunidade, mais acessos � informa��es,
esses honor�rios s�o inaceit�veis.
Informa��es?
Isso, preciso de igualdade com o Rodrigo e seu pessoal.
"Todos".
� do Estado, certo?
Isso.
Gosta?
Gosto da ideia de eu fazer meu trabalho,
mais do que a ideia de ter outro o fazendo.
Certo, a linguagem de imunidade � a melhor que temos.
Honor�rios... Um n�mero?
Isso, temos que ajustar o pagamento
para que consigamos acertar coisas como imprevistos.
Farei uma lista. Mas tamb�m como as parcelas ser�o espa�adas?
Menos passos.
-Oi. -Oi.
E a�, sou o primeiro?
Sim, Victor vai chegar �s 16h30 e a Jamie vai se atrasar.
Ent�o, o fluxos de dinheiro � um problema?
O tempo � curto, Kenneth, tenho que me estressar?
Se te deixar melhor,
pode usar o pessoal do trabalho no M�xico, Alex.
Olha, sei que seria melhor esperar todos chegarem,
mas quer come�ar logo? Tenho algumas ideias.
Tem raz�o. � melhor se esperarmos todos chegarem.
Vai ser divertido.
Seu pacote est� sob sua cama.
-O seu confere? -Est� pronto.
Vou checar depois, obrigado.
Sem fumar aqui dentro.
Tudo bem.
� um telefone.
Fale-me de Kenneth.
O que tem ele?
Por quanto tempo trabalharam juntos?
Por 3 anos.
N�o muito.
Neste ramo, �.
Voc� disse "quatro pontos".
Voc� tem Mallory Kane como elemento essencial.
-Algum problema? -N�o � um bom hist�rico
-para mim ou meu neg�cio. -N�o funciona para n�s
-se ela n�o estiver envolvida. -Ela n�o est� dispon�vel.
Se importa se eu opinar nisso?
N�o sabia que seu interesse se estendia ao pessoal.
Quando algu�m � bom, eu percebo.
Tamb�m percebi que voc� est� em muitos projetos.
Kenneth, n�o quero qualquer um, ela � muito boa.
Por isso viemos a voc�.
Certo. Eu libero-a. Desisto do custo de imprevistos
se tirar a cl�usula do elemento essencial.
-� importante mesmo? -N�o a quer em Barcelona?
BANDIDO N� 1
INTERVALO: DE 3,5 A 4 MINUTOS
Ent�o, explique-me.
Para que eu entenda.
Como n�o estamos em desvantagem?
Ent�o, temos um cara na porta e um no carro.
Voc�s dois usam a brecha.
Voc� quer sair atirando em um resgate?
H� dois quartos l� dentro.
Ent�o, como vejo...
Ou tem dois homens a menos em um quarto
ou um a menos em cada quarto.
Algu�m mais pensa que estamos desvantagem?
N�s?
Sem chance.
Pronto para ir.
Pronto para ir.
Filha da m�e.
-Est� acompanhando os nomes? -Sim.
Repita-os.
Mallory, Kenneth, Aaron...
Jamie, Victor, Rodrigo...
Barcelona...
Nome do ref�m?
-Iang. -Jiang.
Isso, Jiang. Jiang.
N�o fale. Ande na minha frente.
Se eu toc�-lo, fique de joelhos.
Entendeu?
Pronto.
Todos se foram?
Sim.
Quando aquele cara escapou, por que o perseguiu?
J� t�nhamos Jiang no carro.
N�o gosto de pontas soltas.
� isso que considera relaxar?
Vinho e manuten��o armas?
Tem outro copo na cozinha.
Vai me deixar seu nome e telefone depois?
Por qu�? Voc� quer?
Vai deixar o Kenneth?
Deixei-o h� 6 meses.
Quis dizer a firma dele.
-Deixar� a firma? -Deixei h� 1h.
Como assim?
Porque n�o quero me afundar.
Voc� quer?
Se ele pegar, eu fico.
Se voc� ficar...
N�o sei, talvez...
MALLORY, COMO DE COSTUME, SEMPRE FIEL, COM AMOR, PAI
-Ol�. -O que faz aqui?
-Queria testar a chave. -S� eu troquei a fechadura.
-Vim pois n�o atende o telefone. -Acabei de chegar.
-H� 2h. -Estive fora por 9 semanas
com meu 3� trabalho consecutivo. Deixe-me descansar.
-Voc� n�o sabe descansar. -Acha que me conhece?
Se conhe�o.
-Ele deve ser como os livros. -O qu�?
Aposto que seu pai � como os personagens dos livros dele.
Como sabe? Nunca leu os livros dele, nem o conheceu.
Pela foto.
O que quer?
O de sempre. Tenho uma miss�o.
Tem uma p�ssima precis�o. Ainda nem desfiz as malas.
Este � r�pido. � como f�rias pagas.
-� r�pido come�ando quando? -Bem...
Hoje � noite. Voc� teria que ir esta noite.
Se s�o f�rias pagas, n�o precisa ser eu.
Sou qualificada demais.
O cliente fez quest�o que seja voc�.
� o MI6, Mallory. Pode abrir portas para mim.
Parece ser bom... para voc�.
Deixe-me te abrir os olhos.
-Deve ter ouvido falar no Paul. -Paul? N�o me lembro.
O Paul � dos nossos, mas trabalha por conta pr�pria.
Gostaria que o convencesse a se juntar a n�s, mas isso � depois.
O Paul conseguiu aproximar-se de um cara chamado Studer,
e o nosso cliente quer se aproveitar disso.
Studer � franc�s, vive Irlanda.
� trai�oeiro. Eles querem algu�m sutil.
-Tem o Paul. -Sim, tenho o Paul.
Mas ele se apresentou como metade de um casal poderoso.
Essa � a proposta? Quer que eu seja uma isca?
-MI6 quer isso? -Mallory, � voc� vai espionar.
N�o sei como fazer isso. N�o me disfar�o.
-O Paul vai disfar�ar? -Eu pergunto.
Faz isso e depois vamos embora. Para Maiorca.
-Maiorca? -Como amigos. Para descansar.
S�o dois dias!
Esse � Paul.
Voc�s far�o um par perfeito.
Isso � para ele te reconhecer.
Preciso que isso aconte�a.
-Ol�. -Ol�.
Minha alma g�mea. Est� fant�stica.
Se importa se eu tomar banho primeiro?
Teoricamente, voc� precisa de mais tempo.
V� em frente.
PERMITIR RASTREIO ATRAV�S DE GPS?
Todo seu.
Est� fant�stica.
Pode fechar o z�per?
-Vou deixar a arma. -Eu tamb�m.
Pronta?
-Lembre de Russborough. -Russborough?
-Quem �? -N�o � algu�m, � um lugar.
� onde encontrar�amos Studer.
N�o est� muito � vontade, n�o �?
Problem�tico. Sempre arranjando brigas.
Futuro ruim.
Kenneth sempre soube como cuidar de quem se metia em encrenca.
Meu copo est� vazio.
-Tem fam�lia? -Os dois pais. Firmes e fortes.
S�o professores. Dois irm�os e uma sobrinha ador�vel.
Um u�sque.
-Eles sabem o que voc� faz? -N�o.
-Eu n�o mentiria para meu pai. -Ele se preocupa com voc�?
Digo para ele n�o o fazer.
-Mant�m contato? -Ocasionalmente.
-Aquele cara me reconheceu. -Qual?
Camisa e gravata cinzenta. Com cavanhaque.
Tem certeza? Por que ele te conheceria?
Porque da �ltima vez que o vi estava no meu Hotel em Bagd�.
Muito bem. Aqui vem um amigo.
Percebi que s�o rec�m-casados. N�o t�m sociabilizado.
-Lamento, isso � grosseiro? -N�o.
-Katie, este � o Eric Studer. -Ol�.
Acabo de ter uma ideia. O que far�o depois?
N�o sei... Precisa descansar, n�o �?
-Desculpe, quis dizer amanh�. -N�o temos planos.
Voltar�amos a Londres.
Londres? Tenho uma ideia melhor.
-Vamos para St. Moritz. -"Vamos"?
Sim. Alguns amigos. Ser� divertido.
Vamos de jato. Ficaremos no Suvretta.
-Costuma esquiar? -Snowboard.
L� tem uns alpes fant�sticos.
-Temos que falar no pre�o. -Nada disso. Vamos l�.
Envio o itiner�rio para o Hotel de voc�s. Sa�mos �s 11h.
Encontre o do cavanhaque. Eu cuido do Studer.
Eu e uns amigos vamos dar uma sa�da.
Talvez possam juntar-se a n�s.
-Gostei. -�?
Aposto que fica bem de branco, coelhinha.
Talvez domingo.
Domingo?
Talvez, s�bado.
Se tivermos sorte.
Ent�o vamos ter sorte.
-Mrs. Hilliard! -Katie.
-Prometa que vem esquiar. -At� aqui me perco.
Richard est� na outra sala, acabei de deix�-lo l�.
Na verdade, procuro o...
Est� atr�s da biblioteca.
Bebi muito vinho... H� muito a ver aqui!
S� viu por dentro. Vou te mostrar o labirinto!
N�o est� um pouco escuro l�?
-� a hora perfeita. -Sou clautrof�bica at� de dia.
A ideia � relaxar e se sentir� melhor.
-Deixa para outra hora. -� a Irlanda, n�o demore.
E para voltar, s� refa�a seus passos.
Droga!
-Oi! -Onde est�?
No banheiro. Bebi muito. Meu amigo de Bagd�
tem um encontro, v�rios. � do tipo que paga. Onde est�?
Na sal�o. Falei r�pido com Studer,
me desculpei e discutiremos o assunto pela manh�.
Acho que deveriamos voltar ao hotel e falar com Kenneth.
Licen�a, tenho que atender.
Paulie?
Finalizou o div�rcio?
Paul, est� a�?
Mallory!
NOVO M�XICO
Pai, � Mal. A situa��o � ruim e preciso ir para casa.
Pode levar dois dias, dependendo do que acontece.
-N�o importa, venha r�pido. -Tentarei.
-Fique de olhos abertos! -N�o os fecho desde que nasceu.
Tenha cuidado e se proteja.
Pode deixar. Te vejo em casa.
-Pode pegar esse celular? -� $42,50.
Aqui est�.
Vamos, vamos.
-Rodrigo, � a Mallory Kane. -Kane...
Espero que n�o seja tarde. Cheguei em Nova Iorque.
Podemos conversar? Tive que ligar.
Li o relat�rio de novo e percebi que n�o te agradeci pela ajuda.
N�o � necess�rio.
Deveria ser. Queria checar algo antes de entregar o relat�rio.
Foi Kenneth ou voc� que vendeu a miss�o ao Studer?
Rodrigo, o que �? Por que trabalha at� t�o tarde?
Escuta, Mallory Kane me ligou.
Achei que queria saber.
-Ele ligou na sua casa? -Sim.
Foi uma conversa agrad�vel?
Sim, curta, mas agrad�vel.
Queria me agradecer pela a ajuda.
-Ela ligou de Dublin? -Disse estar em Nova Iorque.
Certo. Fique em casa
e n�o saia at� eu te ligar de volta.
-Nem voc� nem sua fam�lia. -Obrigado.
-Rodrigo, se cuida, certo? -Sim, claro.
Tyler, os registros de n�meros que te mandei...
Ache a �ltima chamada recebida.
-Quem �? -Mallory, sou Alex Coblenz.
Eu estava com Kenneth e Rodrigo
quando o acordo de Barcelona aconteceu.
Quem al�m de voc� sabe disso?
S� os que devem saber, para resolv�-lo.
-Quem planejou Barcelona? -N�o era para ter sido assim.
N�o, voc� s� ajudou.
-Pode me levar de volta? -Sim, mas gostaria
que continuasse o que est� fazendo.
Tem que gastar a verba de Kenneth, ver a rea��o dele.
-Ver qual � a dele. -O acha que �?
O que for, Kenneth n�o est� no comando. N�o � poss�vel.
Gostamos de Studer. Achamos que tem algo l�.
-Me tire da lista de procurados. -Mallory, n�o posso.
N�o sob vigia de Kenneth. Ele saber�.
Prometo fazer o que puder para ele te encontrar.
Mas precisa descobrir o que queremos saber. O porqu�.
Tive uma falsa identidade em Londres, pelo Canad�,
e atrav�s da fronteira.
Coblenz marcou um encontro com Kenneth, mas Aaron apareceu.
Ent�o, te conheci.
Na minha mochila tem �gua. Beba.
Pode deixar. Obrigado.
-Quer? -Sim, por favor. Me d�.
-Tomou? -Sim.
-O que est� acontecendo aqui? -Blitz aleat�ria.
Certo. Segure-se.
Jesus!
-Eu acabei de pegar esse carro. -Bem...
-Mais OLs. -O que s�o OLs?
S�o oficiais da lei.
Merda! Olhe o carro.
Boa, essa foi boa.
Por um momento, achei que ia dar merda.
Voc� � �tima motorista!
-Est� bem? -Sim, voc�?
-Temos um veado morto no carro. -Sim, eu sei.
-Fugimos? -N�o, j� fizemos o suficiente.
M�o ao alto! N�o se mova! Voc�, no carro, para frente!
M�o ao alto! Vire, delinquente!
Unidade 3.
Unidade 3.
Leve os suspeitos at� a Clearview 2345.
Repito. Clearview 2345 e espere.
Agentes Federais a caminho.
Unidade 3, entendido.
-Achamos algo. -Sim.
Desculpe, Oficial Cross. Oi. Esteve na guerra, certo?
Eu fui fuzileira.
Pode parecer estranho, mas sou uma contrata��o privada
em uma opera��o 10-24.
E os caras que conhecer� n�o s�o agentes federais.
Siga o protocolo, mas mantenham dist�ncia.
Usem o r�dio e os megafones para confirmar as identidades.
N�o estou brincando. Investigue. Licen�a de Mallory Kane.
Posso confirmar o registro.
Tem que se acalmar.
Um civil morrer� se n�o ouvir.
Mulher Maravilha, disse o que queria, agora cale-se!
-Deus, voc�... -Abaixe-se!
Fique a� que isso logo acaba.
Beleza. Mas como voc� escapar�?
Desovarei o carro. Acharei uma carona ou um �nibus.
Boa sorte!
Mas posso esperar para ouvir Coblenz.
Como �?
Ap�s nos separarmos, te darei um n�mero para ligar.
Eu ia dormir tarde hoje, n�o roubar carros.
-Scott! Est� comigo? -Sim, sim. Um n�mero.
Conte a pol�cia. Tudo que te contei, certo?
Voc� foi bem. Tudo vai dar certo.
Esse � o problema com o setor privado, Kenneth.
H� toda aquela pancadaria, mas onde est� o cuidado?
Onde est� o acompanhamento?
Agora temos uma verdadeira bagun�a.
E por oito d�gitos, n�o aceito desculpas,
explica��es ou racionalidades.
N�o entendo porque est� aqui.
Deveria estar na sala do pai dela, explicando-o
que a filha est� fugindo e tem v�nculo com terroristas.
Que ela matou um homem e 4 policiais em Dublin.
Diga-lhe e mostre-lhe.
Ir� atr�s de voc� como governo, transformando-me em um monstro.
Finja que est� chocado.
O garoto com o bra�o quebrado, Aaron, manipule-o.
Fique falando de Barcelona.
Fa�a-o discutir com Kenneth.
Kenneth?
� minha culpa. Devia saber. Voc� sabia.
Espere. Vamos ver as op��es.
Pode ir agora, sumir.
Pode estar em Buenos Aires a esta hora, amanh�.
N�o quero fugir.
Sr. Kane, as imagens s�o feitas pela pol�cia e s�o bem claras.
As digitais dela est�o por todo o quarto.
O v�deo de seguran�a mostra eles entrando juntos
e ela saindo sozinha.
Os h�spedes de baixo reclamaram do barulho.
Paul respondeu, mas ela o surpreendeu.
Ela o estrangulou. E atirou na cabe�a.
Se cont�-lo, s�o 5 mortos em 3 dias.
Onde foi vista pela �ltima vez?
Norte de Nova York, h� 36h.
-Estava sozinha? -N�o, com um garoto de 19 anos.
Sequestrado com uma arma.
Usou-o como carona e escudo, ent�o podemos adicionar
sequestro qualificado �s acusa��es de assassinato.
Me desculpe. N�o parece a minha filha.
-Ela falou o nome Kenneth? -N�o.
S�rio? Ele � o cabe�a da empresa onde ela trabalha.
Tiveram um relacionamento por um ano.
Ela nunca falou sobre ele?
Sabe alguma coisa? S�rio.
Eu a criei.
Nega��o � uma �tima ferramenta para os pais.
Ela foi fuzileira. Se faz algo, deve ter motivo.
Ela n�o � mais fuzileira. � uma assassina.
� uma amea�a p�blica. Est� em uma miss�o assassina.
Voc� � o �nico em quem ela confia.
Nos ajudar� a encontr�-la antes que ela mate novamente.
Sem voc�, n�o vou sobreviver.
Recebi not�cias dela... h� dez dias.
Ele me mandou uma mensagem. Estava indo para Barcelona.
O que ela disse, exatamente?
"Vou a Barcelona, te ligo depois."
-Seis palavras? -Bem, foi o bastante.
-E disse alguma coisa de Dublin? -N�o.
-Quem era ele? -Um agente do MI6.
Se um foi crime encomendado ou passional, n�o sei.
Nunca matou por dinheiro. Deve ter alguma explica��o.
Isso n�o come�ou depois de Barcelona?
Teve ter a ver com o motivo de ela fugir.
Alguma coisa aconteceu l�.
-Aaron! -Pode deixar.
� do exterior. Pr�-pago. Deve ser ela.
Espere eu rastrear.
Vamos. Fale com ela.
Mallory!
Pai, n�o diga nada e d� o telefone ao Kenneth.
Tenha cuidado.
Espero que escolha se render.
Pode dizer agora por que me traiu
e seu plano com Studer, ou daqui 10 minutos,
quando eu tiver minhas m�os no seu pesco�o.
Precisa parar e pensar, e parar de fingir.
Pode conseguir algo bom desta situa��o
e se entregar. Pense no seu pai.
-Renda-se agora, se quer viver. -Mallory, desculpe, n�o posso.
Tudo bem Kenneth, faremos do seu jeito.
Ela... Ela... est� aqui.
-Aqui, onde? -O sinal veio dessa casa.
-V�. Voc� fica aqui. -Voc� sabia que ele estava aqui?
N�o, eu te falei. N�o sei dela desde a mensagem.
Precisamos falar sobre Barcelona?
Voc� estava l�, sabe o que resgatamos um cara.
-Resgatamos mesmo? -Aaron, deve focar-se agora.
Voc� estava em Barcelona?
Estou confuso. Ela trabalha para uma firma privada.
Ela cortou a luz. Prepare-se. Feche as portas.
-E se ela estiver aqui dentro? -Ent�o vamos cerc�-la.
N�o quero te ensinar,
mas n�o deveria chamar ajuda? Outros oficiais da lei?
Podemos cuidar disso.
-Vai! -Deixa comigo! Fique com ele.
Ouviu isso? Investigue.
Thomas j� era. Explosivo na caixa de for�a.
-Vamos para o carro. -N�o sei se ajudaria.
-Ela n�o supera um carro. -S� se n�o estiver correndo.
Vamos descobrir. -Fique � vontade para tentar.
Deveria ver isto.
Veja isto.
Ela?
-Talvez. Por isto estamos aqui. -N�o faz sentido.
-N�o falemos disto agora. -Quero falar disso.
-Acalme-se. -N�o pe�a isso. O que voc� fez?
-O que fui contratado para fazer. Que era resgatar algu�m.
Voc� parece que leiloou o cara e quis queim�-la.
N�o foi isso o que aconteceu. Posso explicar.
Explique e fa�a direito.
N�o me d� motivo.
V� e ajude-a.
-Kenneth!? -Se foi.
Melhor correr.
Sou t�o burro.
Acredita que... n�s te conheci h� uma semana?
Oito dias.
Est�vamos em Barcelona h� 8 dias?
Tentei focar na respira��o.
Mal...
Mal?
Querida.
Nos leil�es, h� uma express�o: "Efeito Halo".
Sabe o que significa?
Um objeto ou obra de arte � mais desejado
devido ao seu antigo dono.
� muito raro quando acontece. Uma vez na vida, talvez.
Voc� precisa por suas m�os nele quando puder.
Tenho problemas suficientes no meu escrit�rio.
Voc� era o contato dele.
N�o, eu era o empregador. H� uma grande diferen�a.
-Acredite. -S� confio em uma pessoa.
Em seu pai, certo? Ele est� bem?
Sim. Obrigada pelo esclarecimento.
Eu te disse que poderia ter Kenneth sozinho em casa.
Eu prometi.
O que me faria um colega, se n�o, um amigo.
-E se alguma coisa te acontecer? -Ent�o, voc� fica na merda.
-Um amigo n�o � muito. -Depende de quem �.
-E o garoto que me ajudou? -Arrumaremos o carro.
Bem, vou comprar um carro novo.
O que � isso, um incentivo?
Pode ser.
Deve reconhecer que essa vida exija um certo tipo de pessoa.
N�o chama aten��o. N�o responde a ningu�m.
Sempre olhando por cima do ombro...
E tem o Kenneth, com todos os contatos dele.
Te deixa vulner�vel.
Onde ele est�?
Mallory, � uma informa��o importante, certo?
Acho que ele cruzou a fronteira, pr�ximo a Veracruz.
Mas seria interessante saber pelo que ele largou tudo.
-Voltamos a op��o do governo? -Paga menos, muitas taxas.
Mas limpar� seu nome.
Eu te informo.
-Quando? -Depois de peg�-lo.
Sim?
Kenneth...
N�o est� no momento.
Tudo bem. S� darei uma caminhada.
-Quem extra� em Barcelona? -Quer dizer quem matou em Dublin?
Mar� est� subindo.
Era um jornalista, dissidente.
Dissidente, jornalista, cientista. O que isso importa?
Importa para algu�m. Quem era?
Voc� estava animado ao telefone. O que tem?
N�s temos algumas condi��es.
Sei que Jiang � um problema para voc�.
Vazando suas informa��es e tudo mais.
Restringir seus movimentos.
Sei da Kane, que largar� o empregador atual
e levar o neg�cio com ela.
Ao que ele n�o vai sobreviver.
Quando soube que Jiang estava escondido em Barcelona.
Foi uma oportunidade para todos...
Superarem as circunst�ncias.
Contratar a garota para salvar Jiang?
E eu o dou a voc�.
Dizemos que ela vendeu a miss�o de Barcelona a outros.
E matou o cara em Russborough por dinheiro.
-Ele resistiu? -Ele n�o conseguir�.
Mate-o.
Plante o broche nele e a mata ao retornar ao hotel.
-Autodefesa. -� claro.
Espero que o motivo envolvido de todos seja profissional.
Paul, o motivo � dinheiro. Sempre � por dinheiro.
-E Kenneth, garante a entrega? -� um acordo de 2 para 1.
Voc� pega Jiang e Kenneth se livra de Kane.
Assim, o c�rculo se fecha. Sem deixar vest�gios.
Voc� est� certo.
-Ela parece perfeita. -Basta olhar para ela.
-Mas e a menina? -O que tem?
-Como ela se comportar�? -Aposto que voc� a ajuda.
Eu nunca matei uma mulher antes.
N�o considere-a uma mulher. Seria um erro.
E o que h� nisso para voc�? Al�m do meu dinheiro.
Uma nova vida...
E uma nova esposa.
Isso � tudo que eu sei. � isso.
Mallory!
Mallory!
-Para voc�, um morango �nico. -Que perigoso.
Mas n�o tenho tanta certeza...
Que merece.
Mais?
-Sua vez. -Minha? Por qu�?
-� a sua vez. -Aqui!
Voc� � mau!
Mau.
Diana, n�o coloque a��car no ch�.
E n�o triture o gelo.
Diana?
Merda!
@revoltzT revoltzteam@gmail.com
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.