All language subtitles for Alfred.Hitchcock.Presents.S01E08.DVDRip.XviD-RLe

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

ALFRED HITCHCOCK APRESENTA: S�RIE I

Boa noite. N�o, n�o estou a beber no trabalho.

E tamb�m n�o bebo por prazer. Sou um provador de vinhos amador.

Um amigo suspeita que algu�m andou a mexer no seu vinho.

Claro que n�o vale a pena mandar amostras para um laborat�rio,

quando qualquergourmet de respeito consegue detectar impurezas.

Nada errado com este.

Diria que um Burgundy muito bom.

Este � um moscatel. Caseiro, suponho.

A mania de "fazer tudo em casa" nunca d� bom resultado.

Alguma subst�ncia estranha foi adicionada.

Em grande quantidade. Qualquer um t�-la-ia detectado.

Mas o qu�, exactamente?

J� percebi! Ars�nico!

Gostaria de poder beber mais. � muito bom, na verdade.

Isso, claro, se gostar de vinhos muito secos.

Enquanto observa que efeito isto possivelmente ter� sobre mim,

pode ver a dramatiza��o de um conto de Dorothy L. Sayers.

A CULPA � DA COZINHEIRA

Bom dia, Sra. Sutton.

A Sra. Montgomery n�o se sente bem hoje.

Ela nunca p�ra, � esse o problema. Se aprendesse a descansar...

Ela tem demasiada energia.

Pode levar-lhe uma ch�vena de chocolate mais tarde.

Ela perde a cabe�a, se fizer isso. � caf� ou nada.

Quais s�o os �ltimos desenvolvimentos no programa de ajuda externa?

Desculpe?

A bolsa de valores est� firme? Ou s�o os resultados das corridas?

Se n�o quer que d� uma vista de olhos no seu jornal, Sr. Montgomery...

Dar uma vista de olhos, l�-lo, memoriz�-lo...

N�o quero que o deixe assim, como embrulho de peixe!

Tenho a certeza de que as not�cias n�o mudam por causa de um vinco!

Mas o meu humor, sim!

N�o sei por que as mulheres n�o entendem

que os homens gostam dos jornais intocados.

- Aqui est� o seu chocolate quente. - N�o pense que me faz esquecer

s� por fazer o melhor chocolate a Leste do Mississipi!

Quer caril de borrego comchutney para o jantar?

Sra. Sutton, vendeu a sua alma ao diabo!

Como sabia que n�o resisto a um bom caril de borrego?

S� por ser nova aqui, n�o quer dizer que n�o sei como s�o as coisas.

- Que coisas? - Querida!

Tinha-te dito para ficares na cama hoje!

Tens de cuidar melhor de ti. N�o � verdade, Sra. Sutton?

N�o ralhes comigo hoje, querido. Fez caf�, Sra. Sutton?

- Estar� pronto num instante. - Espero n�o morrer at� l�.

Ralph, n�o te esque�as de que hoje tenho aula de teatro.

J� andas nisso outra vez?

H� uma semana que te falo nisso! Se prestasses aten��o, Ralph...

� "Summer and Smoke", e vais protagoniz�-la com o Don Welbeck.

Ser�s t�o fant�stica quanto no ano passado. N�o �?

Est�s sempre no gozo!

Santo Deus, atrasado outra vez!

Adeus, querida. Fica bem.

Diz ao Don Welbeck para n�o te virar de costas para o p�blico!

O seu marido � um bom homem.

Por isso casei com ele.

Tens a� um cotovelo agitado.

� este cotovelo que te impede de perder o comboio das 08h13.

Quais s�o os t�tulos?

Se acordasses mais cedo, lias o teu pr�prio jornal.

A Sra. Sutton chega a ele antes de mim.

O tempo que devia passar a l�-lo, passo a p�-lo em ordem.

Earl Kramer apresenta as not�cias. Crise no Governo franc�s...

Conhecidojockey suspenso... Motim em cadeia do Illinois...

A Pol�cia tem novas pistas da Sr. Andrews.

Quem � a Sra. Andrews?

� a empregada dom�stica que anda a envenenar mulheres.

Essa...

J� tem uma marca impressionante. Matou tr�s mulheres seguidas.

Coisa de amadores... ela deve ter confundido o ars�nico com sal.

Muito bem, Ralph. Se ficar com este caso, essa ser� a minha defesa.

Mas lembra-me de nunca comprar nenhum im�vel a ti.

No fundo, �s um trapaceiro, amigo.

Vamos embora, n�o queremos perder o comboio.

"Em resposta � sua pergunta sobre o pr�dio de escrit�rios na... "

- Onde ia? - "O pr�dio de escrit�rios... "

"O pr�dio Harbin... " ponha a morada...

"Informamo-lo de que o valor � de 225 mil d�lares... "

Ponto.

- Algum problema, Sr. Montgomery? - N�o, apenas uma indigest�o.

"Esta ag�ncia compromete-se a...

"... ao empr�stimo da primeira hipoteca... "

Sr. Montgomery!

N�o � nada, eu fico bem.

Deixe-me ajud�-lo. Deite-se por um instante.

Sr. Brooks!

Sr. Brooks, pode vir at� aqui? O Sr. Montgomery sente-se mal...

- Ralph, o que se passa? - Tenho uma c�ibra.

V� chamar o Dr. Griffith.

N�o � nada, � apenas uma indigest�o. Daqui a bocado passa-me.

- N�o ser� o cora��o? - O meu cora��o est� bem.

� apenas uma c�ibra.

N�o custa nada seres visto por um m�dico.

Sentir-me-ia um parvo se chamasse o m�dico por causa de m� digest�o.

Eu fico bem.

Pronto, j� estou melhor.

Est�s melhor, querido?

Estou bem. N�o est� na hora das tuas aulas de teatro?

- N�o irei, hoje. - Por minha causa?

- Claro! Vou ficar a cuidar de ti. - N�o h� nada de errado comigo!

Tu e o George Brooks tratam-me como se fosse inv�lido!

O George ligou enquanto dormias. Est� ralad�ssimo, Ralph.

Disparate! Tu sabes que o George � um exagerado.

Mesmo assim, prefiro ficar contigo.

E o que vai o Don Welbeck fazer? Ensaiar com uma cadeira?

N�o discutas com o teu marido, minha linda.

A Sra. Sutton cuidar� de mim. Vai. Tenho energia para jogar 18 buracos!

N�o te atrevas!

Est� bem... vai andando, eu fico bem. Vou trabalhar na oficina.

ARS�NICO - VENENO

Ralph? Vou sair.

Querida, compraste algum pesticida ultimamente?

Ouspray para as roseiras?

N�o. Estamos a precisar? Posso encomendar.

N�o, n�o, encontrei uma embalagem que n�o me lembro de ter comprado.

Naquelas prateleiras? Est� cheia de lixo h� anos!

Queria muito que a limpasses um dia destes.

Nem imagino as surpresas que posso encontrar l�.

E n�o deixes que o Welbeck vire as tuas costas ao p�blico.

Tonto! Eu trato do Don desta vez!

Ol�, querida. Chegaste cedo.

Esta preocupada contigo. Como est�s a sentir-te?

Como novo. Como correu o ensaio?

Correu bem. Continuas p�lido, Ralph.

- O jantar n�o deve ter ca�do bem. - Tiveste outro ataque?

N�o, n�o... tive de comer o caril da Sra. Sutton para ter alguma paz!

Estava um bocado picante para mim. Estou bem...

- Importas-te que veja o "Late Show"? - N�o, querida.

- N�o esperes por mim. - Est� bem.

Querida, estava a pensar...

A Sra. Sutton completa um m�s de casa amanh�.

A s�rio? Parece mais tempo.

Ser� que estamos inteiramente satisfeitos com ela?

N�o imagino melhor cozinheira. � um verdadeiro achado.

� uma cozinheira excelente, mas...

Pensei que gostasses dela. Ela gosta muito de ti.

N�s damo-nos bem. � s� porque...

N�o sei...

Ainda est�s amuado por causa dos vincos no jornal?

� irritante!

Ralph! N�o tens vergonha? Est�s a ficar rabugento!

Est� bem, est� bem... tens de ver isso?

N�o.

- Ele s� tem garganta... - V� e chora.

O " pato" faz as bebidas.

Ainda bem. N�o me apetece ouvir as tuas gabarolices.

- De onde saiu a primeira carta? - Do desespero, acho eu.

N�o tens o rei, pois n�o, George?

- Isso � apenas sorte... - Prefiro ter sorte a ser bom.

Hora de mostrar as cartas, senhores.

Vamos l� ver as espadas... os ouros...

Esta n�o � a minha semana.

SRA. ANDREWS AINDA A MONTE

Empregado! Onde est�o as bebidas?

A sair!

J� est�, n�o �?

- Voc�s safam-se com homic�dio! - Jogo superior.

Por falar em homic�dio, vi que ainda n�o apanharam a Sra. Andrews.

O Ralph tem uma teoria. Ele diz que os envenenamentos s�o acidentais.

Claro que s�o! A mulher � uma louca, n�o �, doutor?

Sou cl�nico, n�o psiquiatra.

N�o havia nenhum dos motivos cl�ssicos:

gan�ncia, vingan�a, motivo passional.

- Qual � a tua opini�o, doutor? - S� sei o que leio.

Mas a rapariga realmente parece desequilibrada.

As suas v�timas s�o sempre mulheres, todas jovens e bonitas.

� �ltima, envenenou-lhe o marido tamb�m,

embora n�o o tenha morto.

O que n�o percebo � porque ainda n�o a encontraram.

J� se passou um m�s!

Isto j� � um padr�o. Ela deve ter arranjado outro emprego de empregada

e est� a tentar n�o dar nas vistas.

Mas esperemos at� � pr�xima lua cheia, ou o que quer que a atice.

Quem d� as cartas?

N�o h� fotografias dela?

Sim, saiu uma no jornal na altura do �ltimo crime.

Deve ter sido no dia 4 ou 5 do m�s passado.

Vamos jogarbridge ou aos detectives amadores?

Acho que vou ficar por aqui.

Desculpem, a minha mulher n�o est� bem.

� melhor ir para casa.

Mais um partidinha!

N�o d�s ouvidos a este solteir�o, Ralph...

Tens uma mulher jovem e bonita, claro que queres voltar para casa.

N�o sabes a sorte que tens...

Mas posso terminar a minha bebida, n�o posso?

- D� lembran�as � Ethel. - Com certeza.

- Boa noite, senhores. - Boa noite, Ralph.

- Ethel? - Sim, querido?

Est�s bem?

Claro! Apenas n�o consigo adormecer, mais nada.

Vou beber chocolate. N�o queres uma ch�vena?

N�o, obrigada.

Uma bebida quente pode ajudar-te com a ins�nia.

Gostaria de saber se pode fazer um teste r�pido.

N�o posso dizer-lhe quanto tempo demorar�. O que �?

- � apenas chocolate quente. - Chocolate quente?

Sim... fez-se umas misturas, e... penso que pode estar envenenado.

Ganhar�amos tempo se me dissesse de que veneno desconfia.

- Ars�nico. - � s� um minuto.

Ent�o?

N�o acusa nada.

- Ent�o n�o tem ars�nico? - N�o dou essa certeza.

O reagente n�o acusa doses sub-letais.

Vamos ver se percebo... pode conter ars�nico,

mas n�o o suficiente para ser letal? - � uma possibilidade.

Mas, claro, � cumulativo se ingerido por um certo per�odo.

N�o sabia. Quanto tempo demora um teste completo?

N�o mais do que uma hora. Mas n�o consigo faz�-lo j�.

Por favor, fa�a-o logo que possa. Aqui est� o meu cart�o.

Agrade�o que me ligue logo que saiba.

Muito bem... Sr. Montgomery.

Ol�, querida. Queria saber como est�s.

Que bom.

Porque n�o liga a uma das tuas amigas e v�o almo�ar?

Sim, uma mudan�a de ares far-te-� bem.

Muito bem, ent�o diz � Sra. Sutton para te preparar alguma coisa.

Est� bem, adeus, querida.

Aqui est�o os jornais antigos que pediu.

POL�CIA INTENSIFICA BUSCAS POR SRA. ANDREWS

� a mulher que anda a envenenar as pessoas!

Sim, eu queria ver a cara dela.

Curiosidade m�rbida. Pensava que fosse muito mais velha.

- Imagino que seja. - O qu�?

- � uma fotografia antiga. - Porque diz isso?

Veja o chap�u grande com flores. E o vestido.

Ningu�m se veste assim hoje em dia.

- Quanto tempo tem esta fotografia? - Uns 15 anos, talvez mais.

Juntando 15 anos... 15 quilos...

Reconhece-a, Sr. Montgomery?

N�o. Pensei que j� a tinha visto, mas, claro, � um pensamento rid�culo.

Ela assusta-me. O Sr. Brooks diz que envenena mulheres jovens...

Estou?

- Sr. Montgomery? - Sim.

� tudo, para j�. Obrigado pelos jornais.

Estou? Sim, sou eu. V� directo ao assunto.

Estava envenenado?

N�o continha ars�nico em doses fatais. Mas, como lhe disse antes,

o ars�nico � cumulativo.

Diria que, se bebesse aquela quantidade todos os dias,

morreria.

Sim...

Sim? Sim, Sra. Sutton? Quero falar com a minha mulher.

- N�o � poss�vel. - Como, n�o � poss�vel?

Ela n�o est�, Sr. Montgomery. N�o sei onde foi.

Ela saiu logo depois de o senhor ter ligado.

N�o, n�o sei onde foi.

N�o me cabe a mim perguntar!

Sim, Sr. Montgomery?

Diga ao Brooks que tive de sair mais cedo.

Sente-se mal outra vez?

N�o, � a minha mulher. Receio ter-lhe acontecido alguma coisa.

Espero que n�o seja nada s�rio.

Ethel! Ethel!

- Sim, querido? - Est�s bem?

Estou! Des�o j�, estou no duche.

Sra. Sutton, quero que se v� embora.

Mas ia agora fazer o jantar!

N�o quero jantar nenhum! Nem hoje nem nunca! Est� despedida.

Por que motivo? O que fiz de mal?

Acho que sabe melhor do que ningu�m.

Mas n�o � justo! Nem sequer me deu aviso pr�vio!

Vai receber um m�s de ordenado pelo aviso pr�vio.

S� fiz o meu trabalho. N�o pode dizer que n�o cuidei bem de si!

E teria " cuidado" da minha mulher tamb�m, se n�o tivesse descoberto!

Estou a dar-lhe a oportunidade de sair, mas, depois de se ir embora,

n�o garanto que medidas posso tomar.

� a sua mulher... soube no momento em que lhe pus a vista em cima.

Conhe�o o tipo. N�o podemos confiar nelas.

Quero que saia desta casa nos pr�ximos 20 minutos.

N�o quero ficar aqui nem mais um minuto!

- Ethel? - Sim, querido?

O que fazes em casa t�o cedo? N�o te ouvi a entrar.

Querida, est�s bem?

Claro que sim. Decidi dormir a sesta em vez de sair para almo�ar.

Mas o que se passa com a Sra. Sutton?

Ela passou por mim como um furac�o!

- Despedi-a. - Despediste-a? Porqu�?

N�o estava a resultar. Ela n�o � de confian�a.

N�o percebo. O que fez ela?

Para j�, mentiu-me. Disse que tinhas sa�do para almo�ar,

e, afinal, estiveste sempre em casa. - Deve ter entendido mal.

Disse-lhe para n�o fazer o almo�o porque iria sair.

Depois, mudei de ideias. Querido, andas muito nervoso!

Pois estou. Ando com os nervos � flor da pele.

� aquela mulher. Mal posso esperar que se v� embora.

Mas � dif�cil encontrar uma boa empregada.

N�o, mas ela vai sair. O quanto antes, melhor.

SRA. ANDREWS PRESA EM QUEENS

Estou de sa�da.

Lamento, Sra. Sutton. Por favor, acredite em mim.

Tenho andado muito nervoso.

- Pode pagar-me, por favor? - Claro.

Quero pedir-lhe desculpa. Talvez possa considerar continuar c�.

N�o fico onde n�o me querem.

Mas foi um mal entendido. Pensei que fosse...

Agora que falei com a minha mulher, sei que esteve sempre em casa.

Esteve? N�o me cabe a mim dizer-lhe o que se passar nas suas costas.

Como assim, Sra. Sutton?

A sua mulher e aquele jovem amigo com quem entra na pe�a.

Quando me obrigam a mentir por eles... n�o � para isso que c� estou.

Adeus.

Welbeck...

Ethel? Ethel?

Querido, o que � que se passa? Est�s doente outra vez?

N�o, n�o estou doente.

Querido, tens de resolver o teu problema de nervos.

Fiz-te uma boa ch�vena de chocolate quente.

Vai acalmar-te.

Foi um belo toque feminino, n�o acham?

� o tipo de hist�ria que nos atinge... c� dentro.

Sobre a minha prova de vinhos...

Estava completamente enganado sobre a marca Z.

V�o gostar de saber que n�o havia nada de errado com ele.

Nada foi adicionado. Na verdade, n�o era vinho.

Eraspray para mosquitos. O ars�nico entra na sua composi��o.

Aparentemente, os mosquitos gostam dospray muito seco.

Na pr�xima semana, � mesma hora, voltarei a invadir as vossas salas...

...desde que a televis�o esteja inteira. Boa noite.

Tradu��o e Legendagem Maria Carvalho / CRISTBET, Lda.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.