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Original subtitles

- Cassandra, est� a�? - Desculpe.

Certo.

Estamos bem aqui.

Se puder me escutar, eu posso te escutar.

Entendido, Cassandra. Estamos bem.

J� que est� a� dentro, procure por

uma pedra.

Algo redondo com cristais,

ou um globo de cristal incrustado com pedras.

Seria �timo se voc� desse uma descri��o de verdade.

Seria �timo se os Bibliotec�rios da Era do Bronze

n�o fossem t�o po�ticos.

"O olho de Zaratustra � a chave

para a porta do conhecimento perdido,

o cajado invocado pelo sol e pelo pesar."

- Eu entendo. - Voc�s j� est�o dentro?

Na maior parte.

Na maior parte dentro. Eu acho.

Algu�m disse que ele podia quebrar

o sistema de seguran�a mais caro do mundo

em o qu�? Um segundo?

Eu n�o sei.

Eu acho que o sotaque dele est� ficando pior.

Tr�s segundos. S� temos dois.

"Obrigado, Ezekiel. Voc� � um g�nio, Ezekiel",

voc�s nunca disseram.

Voc� tem algo melhor que "coisa redonda cristalina"?

N�o.

N�o � cristal.

� vidro.

Sr. Jenkins, voc� voltou.

Sim, da aventura emocionante

do subsolo secund�rio da Biblioteca.

A asa de Xenobia est� l�, o que � muito estranho

considerando que nos �ltimos cinco s�culos,

a asa de Xenobia esteve no s�t�o.

Como uma sala se move do s�t�o para o por�o?

Isso, uma sala deve ficar em um lugar.

Como est� o pingente de comunica��o?

Est� bom, s� um pouco de ru�do, mas...

Ol�! Invadindo e entrando aqui!

"Objeto de areias sem fim."

Vidro � feito de areia.

O Olho de Zaratustra � um globo de vidro.

Tornando-o oficialmente

a 73� coisa a desaparecer dessa Biblioteca.

Ent�o como um bilion�rio louco

com um gosto interessante termina com essa coisa?

Os emails ao advogado dele dizem que algu�m apareceu

e doou para a cole��o dele.

Por seguran�a.

Sim, eu hackeei o email dele.

- E voc� acredita? - � a chave para o conhecimento.

Se Prospero roubou,

passamos por muita coisa s� para desistir.

Talvez seja um tipo de jogo profundo.

Alguma informa��o do dono?

N�o achei nada ainda.

Flynn.

- Como chegou aqui? - Eu entrei como objeto de arte.

Por que est� aqui?

Para ter acesso ao Olho de Zaratustra, claro.

Jenkins est� tentando ligar as pedras de comunica��o.

Cobre, uma escolha muito interessante.

O que est� fazendo aqui?

N�s decidimos que voc� descobriria o plano de Prospero

e eu buscaria os artefatos que ele n�o pode pegar.

N�o decidimos, e � um objetivo, n�o um plano.

Isso geralmente envolve mais bater do que discutir,

o que n�s fazemos.

Mas estamos aqui, discutindo.

Eu sei que para voc� � dif�cil trabalhar...

Estar com outras pessoas. Sei que esteve sozinho.

Mas n�o podemos chegar dando ordens

- e esperar que sigam. - Achei!

Eles s�o Bibliotec�rios tanto quanto voc�.

Deixei cair.

Deixei cair!

Muito improv�vel.

Pegue, cara.

Vamos come�ar de novo. Oi, senti sua falta,

ainda � minha favorita.

Minha coisa favorita, seus olhos parecem um oceano

durante uma tempestade quando est� com raiva.

Ent�o voc� foi um idiota e me deixou com raiva pelos...

Olhos de tempestade.

Eu tento.

Eu tento confiar. Eu tento ser aberto.

E estou tentando abrir minha barreira emocional.

Viu o que eu fiz?

Significa que eu confio que voc� pode ir

e fazer as suas coisas, eu fa�o as minhas,

e cobrimos o dobro de lugares e n�o temos que nos ver sempre.

E aqui estamos, no mesmo lugar, porque...

N�o nos comunicamos.

Eu vi o que voc� fez.

Ponha na sua cabe�a, esse � o time agora.

N�o � s� voc�.

Eu n�o estava escutando.

- � um time, n�o s� voc�. - N�o s� eu, entendi.

O que est� fazendo, Jones? Pegue para n�s...

O que tem de errado com a Biblioteca,

salas trocando, portas vazias, s� fica pior.

� o primeiro artefato a aparecer em p�blico.

- O Olho de Zaratustra. - E Jenkins quer saber o porqu�.

- Voc� est� aqui... - Porque o Olho

� um mapa para o Cajado de Zaratustra.

Pare de mostrar que voc� sabe pronunciar

- Zara... - Zaratustra.

- Zara-TU-stra. - Tustra.

Cajado antigo poderoso do conhecimento.

E j� que Prospero quer reconstruir o cajado m�gico...

- Como demonstrado. - A explica��o mais prov�vel

para a apari��o do �nico artefato

que colocaria n�s dois no mesmo lugar e tempo...

- Isso � uma armadilha. - Armadilha total.

Jones, vamos embora!

As Flautas M�gicas de Pan!

- O qu�? - As Flautas M�gicas de Pan!

- O qu�? - As Flautas M�gicas de Pan,

fazem voc� dormir!

O 74�.

As Flautas de Pan deveriam estar na Biblioteca.

S�...

- Cuidado! - N�o!

Legendas Em S�rie Apresenta:

2x05 - 22/11/15 And the Hollow Men

Bibliotec�rios:

Maislane | AnaLaura Brunobrb� | jluizsd | RoBs

Guardi�o: jluizsd

O que est� fazendo, Jones?

Stone? Jones?

Onde est� o Flynn?

- Onde est� o Olho? - Estou procurando.

Flynn?

Baird, por que n�o est� usando o seu pendente?

Jenkins, o pendente se foi. E o Flynn tamb�m.

E o Olho de Zaratustra. Essa miss�o foi para o buraco.

Bem, a situa��o est� pior do que imagina.

A porta de tr�s est� inst�vel. A n�o ser que voltem agora...

- O que aconteceu? - Olhem isso. E o Flynn sumiu?

- � coisa do Prospero. - Prospero. N�o o Prospero.

- Precisamos achar o Flynn. - Como?

N�o v�o dar a ele o direito a um telefonema.

Acho que � ele ligando.

Flynn?

Flynn?

Flynn? � a Eve. Pode me ouvir?

Se est� me ouvindo e n�o est� sozinho,

fa�a algum barulho. O pendente est� ativo,

- deve conseguir... - Estou ouvindo!

- Estou aqui, e bem. - Gra�as a Deus.

Flynn, faz 2h que levaram voc�. Sabe quem s�o?

Sabe onde est�? Alguma refer�ncia?

- Est� machucado? - N�o, n�o, n�o e n�o.

Estou em uma sala de metal, sem janelas.

Acho que ou�o �gua.

E h� uma surpreendente quantidade

de Trivia dos Bibliotec�rios nas paredes.

E tamb�m, os artefatos da Biblioteca est�o aqui.

O jogo de xadrez da Terra dos Espelhos.

O primeiro Caduceu e...

Sim.

O Olho de Zaratustra.

N�o! N�o, n�o, n�o!

Devolva isso! Fique sentado! Sentado!

Sol e arruda. Dois de Seis. Sol e arruda. Dois de Seis.

N�s come�amos com o p� errado. Meu nome � Flynn Carsen.

Agora n�o � hora para nomes. Exatamente agora, eu catalogo...

E voc� fica sentado!

- Quem � esse cara? - Algu�m muito poderoso.

Um drag�o trapaceiro ou deus menor.

Podemos usar o pendente para rastre�-lo?

Acho que tem interfer�ncia m�gica

- dos artefatos de l�... - Esperem! Ou�am.

� c�digo Morse.

Esses n�meros n�o fazem nenhum sentido.

Espere. � c�digo telegr�fico chin�s.

Flynn! A l�ngua chinesa � pictogr�fica.

Com cada sinal,

temos mais informa��es, com menos pontos e linhas.

Certo.

Certo. Agora � a hora dos nomes.

Eu sou o Ray, Ray Glasney. E voc�...

- Voc� � Flynn, Flynn Carsen. - Quem � voc�?

- Isso! Diga-me voc�! - Eu n�o sei

- do que est� falando. - N�o, voc� tem que saber.

Voc� tem que saber! � o Flynn! � de quem preciso!

Dois de Seis, o sol e a arruda.

A orbe � o olho que acha o cajado.

Voc� est� procurando o Cajado de Zaratustra?

�timo. Bem, ningu�m conseguiu encontr�-lo...

N�o! N�o!

- Jenkins, preciso da porta. - N�o!

Stone, mapa das Linhas Ley da Am�rica do Norte.

Cassandra, saindo de Washington. At� onde podem ter ido em 2h?

De carro, um pouco acima do limite de velocidade: 160km.

- N�o! - Quantas cidades no per�metro,

- perto de rios? - S�o 37 cidades perto de rios.

Prefeito. Esse tem os pontos de magia

e as Linhas Ley.

Flynn disse que Glasney tem objetos poderosos desprotegidos.

Estava falando com algu�m? Usava telegrafia chinesa.

- Por que falava com os chineses? - Aqui. Easton, Maryland.

- Perto da �gua. - Posso abrir a porta usando

a maior fonte de magia local. Posso envi�-los l�.

Mas se v�o, precisam ir r�pido. Est� tudo ligado � Biblioteca,

- que est�... - Mantenha a porta aberta.

Primeira prioridade: encontrar Flynn.

Acho que est� com dificuldades cognitivas,

- e acho que posso ajud�-lo... - N�o, n�o, n�o. Vai fugir.

Voc� � um fuj�o. � como aquele biscoito fuj�o.

Mas n�o desta vez.

N�o desta vez.

Afastem-se!

Nossa, escapou delas r�pido.

� s� apertar o pino dentro da trava e pronto.

� uma aventura!

Vai ser �timo. S� voc� e eu, Flynn.

D� para algu�m ser mais perseguidor que este aqui?

N�o, h� um padr�o aqui. Eu s� n�o estou vendo,

mas h� uma mente organizada no trabalho.

Jenkins, � a casa de Glasney. Sem Flynn, mas muitos artefatos.

Por isso a porta os enviou a�. Um sinal forte de magia.

Pegue quantos artefatos der. N�o podemos deix�-los

para que Prospero os encontre.

Peguem o que der, tudo o que for m�gico.

Alguma ideia de como Glasney est� fazendo isso?

N�o. Nenhuma.

Obviamente, o que ele fez requer um poder fenomenal.

Estamos lidando com um ser extremamente perigoso.

Voc� quer me dizer

por que me trouxe, e o Olho de Zaratustra

para um restaurante no meio do nada?

V� nossa gar�onete ali?

Eu a observei e posso afirmar que ela certamente

� casada, tem 3 filhos,

criada no delta do Mississipi,

trabalhou e viveu aqui por 5 anos

e toca violoncelo.

Eu observo voc�

e n�o vejo nada. Nadinha. Coisa alguma.

Por isso preciso que voc� e o bast�o

me ajudem a descobrir quem sou.

Recuperar as minhas mem�rias.

Tudo o que eu sei

� que tem magia solta no mundo.

Est� nas �rvores, nos esgotos,

nos ber�os e nos necrot�rios.

E est�, est� por a�. Est� solta!

Precisa estar contida.

Estamos chegando a algum lugar,

porque concordo completamente.

Precisa voltar � Biblioteca.

Tudo o que eu sei � que

eu me sentia mal antes de estarmos juntos

e agora me sinto bem.

Eu me sinto bem.

Sistema decimal de Dewey!

Foi como Glasney organizou isso.

Quem pensa em decimal de Dewey?

Quem, de fato, minha querida?

Moriarty.

Voc� est� por tr�s disso.

Fui designado a encontrar objetos m�gicos para Prospero.

Mas, convenhamos, "Magia" � s� uma palavra bonita

para um campo desconhecido que altera

as propriedades qu�nticas da mat�ria.

� o que penso.

Talvez a intrus�o extradimensional...

Cassandra, n�o aja como uma f� do arqui-inimigo.

- Desculpe. - Duquesa.

N�o sejamos chatos, sim?

Vejo que o Sr. Carsen n�o est� aqui.

Como n�o estamos com ele, devo concluir

que ele est� em perigo por uma terceira parte?

Voc� � bem inteligente.

Mas ser� voc� astuto o bastante para aceitar minha oferta?

Entregue-me o objeto m�gico e saia do meu caminho.

Talvez eu leve a Duquesa para dan�ar qualquer hora.

Sou s� um garoto do campo,

mas sou esperto o bastante para saber

que esses containers t�m duas portas!

Ariel.

Seu servi�o � necess�rio.

N�s esbarramos em algo, n�o � mesmo, esp�rito?

Vai, vai, vai!

Baird, vamos!

Baird, se apresse! A Porta est� fechando!

Isso melhora o sabor?

Melhora o sabor?

Quem diabos � voc�, Ray?

Por que voc� parece t�o familiar?

Sum�rio.

� um cristal Acadiano?

O material �...

Extrato de palma da Judeia

extinto desde 500 a. C.

"No encontro do Sol e da arruda,

ser� revelado o Templo de Zaratustra."

Encontro, Sol, arruda...

Senhor, voc� precisa vir r�pido.

H� algo errado com o seu amigo.

Ray? O que aconteceu?

N�o sei. Eu estava falando,

e quando vi, estava no ch�o.

Acontece �s vezes.

Ai!

Minha cabe�a!

Parece que vai explodir.

Est� acontecendo cada vez mais.

Quando foi a primeira vez?

H� 4 meses. Est� piorando.

E quanto a antes disso?

Eu n�o lembro de nada.

Est� dizendo que s� lembra dos �ltimos 4 meses?

Ray. Ray. Ray. Ray! Foco. Foco.

Voc� est� dizendo

que sua mem�ria s� volta at� 4 meses atr�s?

E que voc� pega nos bolsos

e tira artefatos da Biblioteca?

Eu n�o sei de onde eles v�m.

Voc� est� ligado � Biblioteca de alguma forma.

Uma Biblioteca que se muda constantemente, aleatoriamente,

como se n�o tivesse

raz�o.

Voc� � a Biblioteca.

- Eu sou o qu�? - Voc� � a Biblioteca.

Jenkins disse que a Biblioteca age com inten��o.

Inten��o � intelig�ncia. � voc�.

Voc� � a intelig�ncia, mas est� separado,

transformado em uma pessoa.

Posso falar com voc�, eles podem falar comigo.

Pode tirar d�vidas.

H� tanto que eu quero saber.

Eu n�o sei do que est� falando.

Milhares de anos de hist�ria, todos os mist�rios nunca...

Judson?

Eu n�o lembro de nada disso.

Est� bem, tudo bem. Comigo.

Os anos que passamos juntos

11 anos. Passamos por muito juntos.

Ai! Olha,

eu n�o lembro de Judson. N�o lembro de n�s.

Apenas d�i. Minha cabe�a, est� bem?

Por isso precisa do Bast�o do Conhecimento,

para recuperar a sua mem�ria. E quanto mais esperamos,

quanto mais estamos separados, pior �...

N�o, n�o. Vou te ajudar.

Acharemos o bast�o.

- Voc� vai? - Vamos. Juntos.

Queremos a conta.

- E um milkshake. - N�o, voc� comeu bem.

- Apenas a conta. - Qual �.

E um milkshake.

O que est� fazendo, Jenkins?

Temos que voltar e achar a Baird.

Onde ela estiver � mais seguro que aqui.

Temos um problema maior. A Biblioteca est� morrendo.

A Biblioteca n�o pode morrer. N�o � um ser vivo.

S�rio, Sr. Jones?

Depois de tanto tempo aqui,

voc� n�o aprendeu nada sobre a Biblioteca?

� um origami.

Dobras dentro de dobras, dentro de dobras.

Todas somando duas partes.

O infinito espa�o dobr�vel, o corpo da Biblioteca.

A outra parte � o qu�? O sistema?

Intelig�ncia, sim,

organiza o espa�o, o defende.

O Esp�rito da Biblioteca, por falta de um termo melhor.

Ent�o voc� est� dizendo que quando a Biblioteca voltou,

seu esp�rito foi extra�do por Glasney?

Bem, ou isso ou o trauma ao retornar do v�cuo

deixou-a vulner�vel a um predador poderoso.

Onde quer que Ray Glasney esteja,

ele deixou a Biblioteca sem nutri��o.

A Biblioteca agora come tamb�m?

Sim, Sr. Jones,

e est� comendo a si pr�pria.

� isso que essas sombras... � o que elas s�o.

E quando tudo ficar escuro a Biblioteca estar� morta.

O que nos leva

�s luzes fantasma.

Linda e interessada por mec�nica.

Prefiro voc� como mulher moderna.

Duquesa, j� passamos disso.

- N�o pode me matar com isso. - Cinco segundos.

Fale logo, ou adeus joelhos.

Aritm�tica b�sica.

Voc� quer achar o Sr. Carsen,

eu quero encontrar o bast�o para o meu chefe.

Estamos indo na mesma dire��o.

De novo com isso?

Posso ach�-lo sozinha.

Sim. Mas aposto que Ariel

pode ach�-lo mais r�pido.

Voc� precisa de um guia, Duquesa,

e eu, de transporte.

Eu ainda n�o aprendi a dirigir.

Por que eu deveria confiar em voc�?

Porque estou sendo controlado.

Voc� sabe que fui invocado

para servir Prospero contra a minha vontade.

Encontramos seu Sr. Carsen e o Bast�o do Conhecimento,

e usamos do conhecimento

para quebrar o feiti�o de Prospero sobre mim,

e me tornar um homem livre.

Voc� o trair�?

Se n�o confia na minha virtude, confie no meu ego�smo.

Fant�stico.

E podemos passar um tempo juntos.

Voc� n�o � t�o charmoso quanto pensa.

Sou precisamente t�o charmoso quanto penso.

Nos m�nimos detalhes.

Voc� parece melhor.

Quero dizer, voc� parece...

Isso � bom.

Tenho que te dizer. Tenho tantas perguntas.

Sabe o que aconteceu aos 10 Bibliotec�rios desaparecidos?

E a sala trancada no subsolo. O que tem l�?

Pensei em um Kraken. Jenkins diz que � um Grendel.

N�o lembro nada disso! N�o lembro de nada.

Por isso estamos aqui. Bem, n�o aqui,

mas perto.

L�!

N�o. Para l�!

- Aqui embaixo! - Ray!

A� embaixo?

Perto daqui.

Ainda n�o acredito.

A Biblioteca em forma humana.

Acredito ser o �nico Bibliotec�rio na hist�ria

a ter uma chance de falar com a Biblioteca em pessoa.

Ray, olhe para mim

e me diga que se lembra de algo.

Nada mesmo?

N�o lembro de nada.

Est� bem. Isso � bom.

S� me diga, por que estamos parados?

N�o sei.

O que eu sei �

que aqui � onde dever�amos estar.

O qu�? N�o.

Por aqui.

As luzes fantasma ficam em teatros do mundo ocidental.

Elas absorvem emo��es, tudo o que a vida expressa.

Quando ficam cheias de vida, elas v�m para c�.

Ativando essas l�mpadas,

a Biblioteca se alimentar� da energia vital delas

e ficar� viva o suficiente para o Sr. Carsen e a Coronel Baird

acharem e pararem Glasney.

O que voc� n�o est� contando, Sr. Jenkins?

Bastante coisa, acredito.

Depois do pr�ximo monte, pelo menos.

Vamos l�, Duquesa.

N�o precisa ser t�o r�gida.

Aposto que vai gostar de mim assim que me conhecer melhor.

Bem.

Primeiro,

estou meio que saindo com algu�m.

"Meio que"?

Estou saindo com algu�m que n�o � ficcional.

Segundo, n�o curto muito essa coisa de cara mau.

"Cara mau"? Termo relativo.

Holmes e eu quase fomos parceiros, sabia?

Ele te rejeitou?

N�o.

Eu n�o quis trabalhar com ele.

Voc� leu as hist�rias,

nunca satisfeito, trocando de casos.

Sempre correndo.

Correndo de si mesmo, fugindo do t�dio.

N�o, eu queria construir algo.

Voc� construiu um imp�rio do crime.

Porque foi tudo o que me permitiram construir.

Pergunto a voc�,

o que faria se n�o lhe permitissem respirar?

Se n�o lhe deixassem abrir qualquer porta?

Voc� faria a sua pr�pria.

Exatamente.

Em ambos nossos mundos

h� aqueles que correm e h� aqueles que constroem.

N�s?

Somos planejadores. Estrategistas.

Somos construtores, fazemos o que � preciso.

Qual � o tipo do Sr. Carsen, me diga?

� isso!

Deveria estar aqui.

O Templo deveria estar aqui. Onde est�?

�, estou imaginando

que caminhar pelas �rvores da Pensilv�nia

n�o � a melhor forma de achar um templo Sum�rio.

Por que n�o est� aqui? Tem que estar por aqui.

H� apenas �rvores, pedras, musgo e...

N�o preciso da floresta. Preciso do bast�o. Onde est�?

Acalme-se. Talvez voc� tenha que se concentrar?

Eu n�o sei onde estou! � tudo o que sei.

� o que eu preciso saber.

Ray! Ray, vamos l�.

Sobe aqui!

Vou resolver isso.

Vou resolver agora.

Vou resolver sozinho.

Aqui vou eu!

Arruda e sol.

Aqui vamos n�s.

Ray, olha, est� funcionando.

Ray, olha. Isso.

L� vem o Sol.

Sim, sim!

N�o est� funcionando.

Por que n�o est� funcionando?

Sol e arruda.

Se sentir triste?

Ser� t�o simples?

Esses Sum�rios bastardos!

Vamos! Suba aqui.

N�o importa, fomos derrotados.

� uma met�fora, os sum�rios eram poetas.

Para eles, o sol era esperan�a.

Eu sinto esperan�a, por isso est� brilhando.

"Rue" significa triste, e � o que voc� sente.

Isto � um olho. Como o olho mostra tristeza?

O Templo de Zaratustra.

O Bast�o do Conhecimento est� l� dentro.

Sempre soube que voc� o acharia.

Vamos.

Um quebra cabe�as.

- Terra acima, �gua abaixo. - N�o devemos ir mais r�pido?

"Pressa sem motivo � a estrada para o erro."

Judson costumava dizer isso. Certo.

Certo. S� existe um caminho.

Por ele estamos seguros.

Ou n�o.

Daedalus construiu algo assim.

Ouviu isso? � o intervalo para se rearmar.

Armadilha Sumeriana desleixada.

Certo, faremos o seguinte.

Vou pular para frente e para tr�s para fugir da flecha,

e novamente para frente quando ele se rearmar.

Voc� faz exatamente a mesma coisa,

e n�o daremos chance para ele se rearmar.

- Depois da primeira. Pronto? - N�o.

Certo. Vamos.

- Voc�! - Certo.

E eu.

E voc�.

Est� vendo?

- N�o � divertido? - N�o!

� aterrorizante!

Ainda est� quente. N�o est�o longe.

Aprecio o seu cuidado, Duquesa.

Deixe o pequeno Ariel apontar para onde.

Fique de boa, ingl�s. Foram por aqui.

Fique por perto.

� o que mais quero, Duquesa.

Meu cora��o bate muito r�pido e minha pele est� molhada.

- O que � isso? - Est� com medo, Ray.

S� respire fundo.

Certo. Elementos, elementos.

- Qual o pr�ximo? - Olhe s� voc�.

Parece que est� se divertindo muito.

Pare�o? Bem, amo templos antigos.

� que o que se precisa em templos

� meio que se entregar

ao esp�rito de se divertir com tudo.

S� relaxe e aproveite.

Tudo bem.

Voc� foi primeiro antes, agora � minha vez.

Espere! Ray! Ray!

Essa foi a �ltima. E agora?

Por enquanto, nada.

Sr. Stone.

Terminado.

Na velocidade que v�o, s� temos alguns minutos.

E ent�o?

Jenkins? Diga que tem um plano "B."

Sim, Sr. Stone.

Eu tenho.

Fogo! Claro que seria o pr�ximo elemento.

Ray, pode parar de gritar para eu pensar um pouco?

Deixe-me pensar um pouco.

Armadilhas s�o coisas do Flynn.

Deve ter um intervalo para se rearmar.

Bem, vou te fazer algumas perguntas.

N�o! N�o tenho as respostas, estou sem nada!

Por isso preciso de ajuda. Por isso preciso de voc�!

E eu preciso de voc�! N�s temos que sair daqui!

Ray, voc� v� algum c�rculo nas paredes?

Sim, dois. N�o, quatro.

Certo, s�o as chaves.

Quando eu disser, gire o bot�o dois,

duas vezes para a esquerda, est� bem?

- Sim. - Pronto? Agora!

Bom. Agora os dois de cima.

Pronto? Agora!

- Conseguimos! - Conseguimos?

Sim, somos uma equipe!

Biblioteca, Bibliotec�rio!

� assim que se faz.

- Vamos pegar o bast�o. - Certo.

Caramba, aquilo foi assustador.

� isso?

- Achei que seria... - Maior.

Talvez dever�amos toc�-lo?

- Sim, talvez. - Espere, espere.

S� para garantir

que n�o temos armadilhas nesta sala.

Acho que n�o tem.

E est� certo sobre isso.

- As armadilhas est�o atr�s. - Moriarty.

Eve, cuidado! Moriarty!

- Eu sei, ele est� comigo. - Espere, o qu�?

Como voc�s? Espere, o qu�?

Voc� se juntou a esse cara?

Eu tinha que achar e avisar voc�

que o Ray n�o est� tirando as coisas da Biblioteca.

- Ele... - Ele � a Biblioteca.

Com certeza eu ia dizer que ele a estava destruindo.

Ele, ele � a Biblioteca?

O esp�rito dela.

Acho que ele foi solto

quando trouxemos a Biblioteca do v�cuo.

Sim, aquele cara am�vel � a Biblioteca.

Espere, voc� se juntou a este cara?

Ent�o voc� n�o corre risco algum?

N�o, s� precisamos trazer a mem�ria dele de volta

- ent�o... - Chama isso de tudo bem?

Parece horr�vel.

N�o poderia ser pior.

Flynn, est� voltando!

Cada lei, cada teorema.

Todas as l�nguas perdidas,

e as m�sicas da Sum�ria,

cada poema e hist�ria,

e os livros de todas as l�nguas j� escritos!

Mas � muita coisa! Machuca!

O que est� acontecendo?

Est� sobrecarregando! � muito poder!

Muitas mem�rias est�o voltando!

Acho que um de n�s precisa ir l�.

Um de voc�s precisa ir l�.

Precisa voltar para a Biblioteca, Ray.

Solte o bast�o!

N�o, � muito poderoso!

Vai repercutir nas Linhas Ley!

Algu�m precisa peg�-lo!

Est� mais r�pido.

Srt.� Cillian, todos voc�s, � hora de ir.

Quando a �ltima l�mpada fantasma apagar,

a Biblioteca vai se agarrar � maior fonte de vida que puder,

e esse sou eu.

Esse � o plano "B"? Deixar esse lugar sugar voc�?

Se acha que o deixaremos aqui sozinho, no escuro, est�...

N�o sei o que voc� �, mas n�o faremos isso.

Cassandra, � a matem�tica. Eu sou imortal. Semi.

Voc� n�o �. Minha vida pode manter isso por mais tempo...

- Cara, n�o faremos isso. - De fato, estou considerando.

Est� ficando muito escuro aqui.

Entregue para mim! Eu a seguro!

N�o! Vai mat�-lo!

A Biblioteca n�o pode matar um Bibliotec�rio.

Ent�o d� para mim.

� o meu trabalho, Flynn.

Um sacrif�cio nobre, duquesa.

Mais uma vez, voc� se eleva em minha estima.

Ainda est� aqui? Voc� � vil�o.

Voc� n�o devia estar fugindo?

Toda essa informa��o, todo esse poder?

For�ando a queimar qualquer mortal que lidar com isso.

Voc� ainda n�o v� a solu��o?

Moriarty, quer...

Por Deus, acho que ele finalmente entendeu.

� o �nico jeito.

Ray...

D� o bast�o ao Moriarty.

N�o! � o que ele quer!

Ele � imortal. Ele � ficcional. � o �nico jeito.

- Ele planejou isso, voc� sabe. - N�o importa.

Ray, sou o Bibliotec�rio. D� ao Moriarty o bast�o.

N�o posso morrer como outros homens.

N�o significa que n�o d�i.

Quis dizer cada palavra que eu disse, duquesa.

N�o se esque�a disso.

Ray, diga algo.

Eu me lembro.

Voc� se lembra da Biblioteca?

Lembro-me do Judson.

O s�bio, corajoso e gentil Judson.

Seu verdadeiro pai.

E eu me lembro da Charlene.

A engra�ada, durona e amorosa Charlene.

Voc�...

Voc� se lembra de mim?

Claro que lembro, Flynn.

Voc� � meu melhor amigo.

Temos que lev�-lo de volta � Biblioteca.

Vamos.

- � a �ltima. - Sim, mas isso � estupidez.

- N�o podem ficar. - Eu me ofereci para ir.

Problema com voc� � muito...

Jenkins, o que est� acontecendo?

N�o fa�o ideia. Dev�amos todos...

Mas...

De quem foi a ideia das l�mpadas fantasma? Isso...

- Flynn! - Coronel Baird!

- Ei, pessoal. - Pessoal.

- Ol�, Jenkins. - Fico feliz de v�-los vivos.

Tivemos uma ajudinha.

Ray?

Gostaria que todos conhecessem...

Ray, o Esp�rito da Biblioteca.

Ray, esses s�o os Bibliotec�rios.

- Ol�. - Desculpe-me. Como...

Como isso � poss�vel?

- Meio que uma longa hist�ria. - Cuja qual n�o temos tempo.

Ela est� certa. Temos que fazer isso agora.

Tudo bem.

� bom ter a equipe de volta junta.

Voc� parece triste.

S� sinto que realmente n�o tivemos chance de conversar.

Quero dizer, realmente conversar.

Voc� � o �nico que tem um quadro como refer�ncia para minha vida

e s� quero que voc� saiba o que significou para mim.

Eu j� sei.

Tem que parar o Prospero.

Ele est� mais perigoso do que nunca.

Mas eu tenho tantas perguntas.

Eu n�o posso responder tudo para voc�.

Al�m disso...

A jornada � mais importante que o destino.

E voc�, meu amigo, est� prestes a ir numa aventura incr�vel.

Tudo bem.

Sem perguntas.

Ser� que vou falar com voc� de novo?

Voc� fala comigo o tempo todo.

E voc� n�o precisa gritar. Eu posso ouvir voc�.

Eu n�o sei como dizer adeus.

N�o precisa.

Eu estarei aqui,

onde eu sempre estive,

onde eu sempre estarei.

- Voc� est� bem? - Estou.

Estou, eu apenas... Sim.

Temos cem acres de Biblioteca para limpar,

ent�o vamos come�ar.

- Ent�o ache uma vassoura. - Sabe onde est�o.

N�o sei onde elas est�o.

Fugindo de novo.

A Biblioteca quer que eu v� atr�s do Prospero,

e garantir que ele n�o pegue de novo os artefatos.

Ele disse para parar o Prospero. Fugir � escolha sua.

Eu sou o Bibliotec�rio. Essa � a �nica maneira que eu sei...

De ser eu.

Sem beijo dessa vez.

Eu acho.

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