All language subtitles for Reminder.S01E05.1080p.WEB.h264-EDITH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Olá. Bem-vinda a bordo.

Muito obrigada.

É tão fofo.

Que companhia adorável. Posso fazer-lhe festas?

Não posso dizer o mesmo da sua companhia.

Desculpe?

Ela está zangada?

Olá, querida.

Ele revelou a cara.

E também revelou quem realmente é.

Sabes que mais? Não fiques triste, querida.

És uma beleza. Vais encontrar alguém num instante.

Desculpem, passa-se alguma coisa?

Meu Deus. Não acredito.

Desvia o olhar, querida. Não olhes!

A confiança guia as nossas vidas.

Desde que estamos no útero, somos protegidos e cuidados.

A confiança é como a alma.

É invisível. Mas define as nossas escolhas e as nossas vidas.

Lembras-te?

De trogloditas a reis em castelos, as pessoas sempre quiseram confiar.

É por isso que construímos mais do que espaços de lazer.

Construímos confiança.

Gostaria de explicar o que nos torna relevantes global e localmente,

as vantagens de trabalhar connosco em vez do nosso rival em Londres

e os nossos métodos de fomentar confiança.

Sr. Deniz?

A empresa de Londres contactou-o para negociar o corte de preço?

Nunca falámos porque nunca atendi as chamadas deles.

Então, já se estabeleceu confiança.

Continue, Sr. Deniz.

O relatório inclui tudo o que precisam,

incluindo detalhes técnicos e estruturais.

Temos uma visão definida, que acrescenta valor.

Creio que já disse isto. Queremos uma estrutura sustentável.

Seguimos uma estratégia clara para alcançar isso.

Talvez o Boran… não te fosse pedir em casamento.

- Ia, sim, Beren. - Obrigada, querida.

Sem dúvida.

Devias ver o ambiente na casa.

Como te safaste?

Empatei-o. Depois fui dormir.

Onde é que ela dormiu?

O que fez o Deniz?

Não sei. Devia estar com a outra.

Incrível.

Foram à Capadócia juntos e voltaram com outros parceiros.

- Sabes o que me irrita? - O quê?

O tipo que não queria tirar uma foto comigo

tirou uma foto com ela.

Literalmente.

Pensei que estava a enlouquecer quando os vi.

Sabes uma coisa?

- Essa Umay é muito calculista. - Sim.

Abriu a conta por um motivo. Até te enviou o mesmo vestido.

É forreta, é o que ela é.

O Deniz não vai ficar com ela muito tempo.

Acho que o Deniz não quer saber do que ela publica naquela conta.

Pois. Também acho.

O Deniz pode não saber da publicação dela.

- Sim. - Sem dúvida.

É a nova coleção?

Sim.

Espera, ouve. O Deniz…

Olá.

Olá.

Ela está sempre aqui.

O que fez o Deniz quando viu o Boran?

Não sei. Ele nem sequer olhou para mim.

Aquela rapariga enfeitiçou-o, acreditem.

- Concordo. - O que fez o Boran?

Ele não sabe do Deniz.

Certo.

Já agora, acho que o Boran não se importa.

Pensem. Ele esperou por mim a noite toda.

Até eu voltar de manhã. Esperava-se que estivesse chateado, não?

- Sim. - Ele não disse nada.

Nem o mencionou.

- Nem pensar. - A sério?

Poupem-me. Deixa-me ver se percebi.

Estás chateada por o Boran não ter reagido?

Ou é por o Deniz ter passado a noite com a Umay?

- Este. - Responde.

Não sei, está bem? Não sei.

Estou tão confusa. Não sei o que sentir. Sinto-me dormente.

Ainda estás em choque.

- Em choque. - Estás em estado de choque.

Então? Tudo bem?

Conseguimos o trabalho. O cliente está feliz. Nós estamos felizes.

Ótimo.

Estás feliz?

O que foi?

De que estás a falar?

Da tua viagem à Capadócia.

Estás a dizer que tanto esforço foi em vão?

Porque voltei com a Umay?

Sim, mano. Como é que isso aconteceu?

- Não há muito para dizer. - Como assim?

Fomos lá assinar os papéis para a casa. Assinámos e voltámos.

E precisaram de andar de balão e de cavalo para isso?

Como sabes isso tudo?

Calma. Todos os que seguem a Güneş sabem.

Estou farto das redes sociais dela. Não para.

Se já não estiveres em choque…

- O que foi? - Tenho outra coisa para te contar.

Podes falar-nos da Pervin?

Estou muito feliz por ela.

Não vão acreditar, meninas. Ela estava tão feliz.

A sério?

Deviam tê-la visto a dançar.

Os movimentos, a voz.

- Deviam tê-la visto. - Ena!

Inacreditável.

Quem me dera ter visto. Raios.

- Consigo imaginá-la. - Foi tão bom.

Porque o Eros também passou por aqui na tua ausência.

- Aqui? Como assim? - Sim, é verdade.

Só falas do romance da Pervin, Özgen? Mais alguma coisa?

- Não, nada, querida. - Pensa bem.

Já pensei e não há.

- O que aconteceu? - A Özgen apaixonou-se.

O quê?

O quê? Quem disse que estou apaixonada?

- Mas estás. - Vá lá. Para.

Querida, ignora-a. Alguém se apaixonou por mim.

Diz-me. Quero saber.

Porquê a surpresa? Não percebo.

Não estou surpreendida.

Tu é que lês aqueles romances todos

e viste inúmeros filmes românticos, não é?

Sim. Poderias escrever o livro do amor,

por isso adorava ouvir a tua história.

Muito obrigada.

Todos sabem que os homens se apaixonam facilmente por mim. Obrigada.

Não sabias que és uma mulher incrível?

Precisavas de um homem para isso?

Quem é esse homem?

Esta é a parte mais confusa, mas também a mais empolgante, Güneş.

Quem é? A sério.

Para. Basta.

Nós conhecemo-lo? É alguém familiar?

Não é essa a sensação do amor? O amor sempre me pareceu muito familiar, Güneş.

Que está ela a dizer?

Não faço ideia.

Ela está mesmo apaixonada. Olha para ela.

Ouve. Tu não percebes.

A partir de agora, só conto coisas à Güneş.

Sabes porque lhe conto a ela e não a ti?

Porque quem está apaixonado fala a mesma língua. Sim, querida.

Estou a falar da sensação que ele me dá.

Estás numa praia, deitada em areia quente.

Um homem sai da água e aproxima-se lentamente de si.

Ele abana o lindo cabelo,

Ombros largos. E olhamos lentamente para baixo.

Até ao cinto de Adónis. Está bem?

É o amigo do Deniz, o Hakan.

- És nojenta. - O quê?

- Sim. - Não acredito.

A sério? O Hakan, quem tu salvas das miúdas que ele leva para a cama?

Mais ou menos…

És uma desmancha-prazeres. Vais pagar por isto.

Pensa assim, querida.

Agora salvei-o de todas as raparigas, para sempre.

É verdade. Acho ótimo.

Sim, claro. Bravo!

Se já acabaram de aplaudir e já superaram o choque,

lembrem-se de que vamos jantar para celebrar.

Claro que estão todos convidados.

- Já? - Sim, meu amor.

É rápido? É só… Vocês vêm, certo?

Claro que sim, querida. Claro.

Claro. Mas a questão é esta.

Sabes que o Deniz vem.

- Não quero saber. - Não queres saber?

Sim, não quero saber. Credo. É o teu jantar.

Na verdade, ele que se preocupe

com o que fará quando me vir lá.

- Não é, Beren? - Sim.

Exatamente.

Mas, ainda assim, quero ver a lista de convidados.

Porquê? Não percebo.

Talvez haja pessoas no teu círculo que eu gostaria de evitar, Özgen.

Querida, estás no círculo mais próximo. Não sei quem queres evitar.

- Özgen, já chega. - O que foi?

- É o Ozan. O Ozan. - Quem é o Ozan?

Meu Deus, esqueci-me dele.

Nem me ocorreu. Posso dizer ao Hakan…

Não há problema, mas…

Não há problema.

Quer dizer…

Se a Güneş aguenta ver o Deniz no teu jantar,

eu não tenho motivos para me queixar.

Está bem. Então, problema resolvido.

Venham deslumbrantes. Estou tão feliz.

Exato.

Estou em pulgas.

Passa-se algo com ela!

Juro.

Estás a esconder-nos alguma coisa?

Está.

Estou mortinha por vos olhar nos olhos e dizer-vos.

Mas prometi ao Hakan. Terão de esperar pelo jantar de hoje.

- Adoro-vos tanto. - Ela está apaixonada.

- Está caidinha por ele. - Claramente.

Como estava o vale do amor, alteza?

A mulher que nos deu a casa queria que visitássemos uns lugares.

E visitámos.

O que queres?

Como assim?

Voltaste com a Umay. O teu fim está próximo.

Hakan, não estou com disposição.

Leste as cartas?

- As cartas da testadora? - Quem mais seria?

A Güneş publicou excertos das cartas.

Ótimo.

E se a coitada odiasse as redes sociais como eu? Como pode ela fazer isto?

Duvido que ela vos deixasse a casa

e jogasse aquele jogo se fosse tímida, Deniz.

Às vezes, fazemos as coisas só porque tem de ser, Hakan.

Como assim?

A Umay está grávida.

Merda!

A sério?

Entendo. Nunca reatarias com a Umay.

Não reatei com ela.

Ela tem de processar isto. Não a vou pressionar, mas vamos falar.

E se ela quiser ter a criança?

- Pode querer. - O que queres?

Na Capadócia, eu sabia o que queria.

Mas não posso deixar a Umay assim. Tu sabes disso.

Claro, meu. Nem pensar.

- É certo? - A minha decisão?

Não, a Umay está mesmo grávida?

Porque mentiria?

Não sei. Cá para mim, ela quer reconquistar-te.

Ela não pensa noutra coisa. Estou errado, mano?

Vou explicar-te em jargão arquitetónico.

Ou em termos médicos. Vai a uma farmácia e compra um teste de gravidez.

Hakan, eu entendo. A sério.

Eu entendo.

- Toma. - O que é isto?

O artigo da Capadócia da Güneş.

Eu li-o. É comovente.

Fiquei impressionado. Lê também, meu.

Lê-o.

Longa vida ao amor

Cara Güneş…

Então…

Pervin. O que achaste da reação ao artigo?

Muito boa.

Estás bem?

Porquê? Pareço assim tão mal?

Estou um pouco pálida, não estou?

Não foi isso que quis dizer.

Estou muito curiosa. Fora isso, não tens nada de errado.

Olha para o Chico. Vês?

- O que tem? - Está muito chateado.

Porque achas que ele não liga ao Chico?

- Quem? - Mahir.

A única palavra que o Chico dizia era "amor".

Agora só diz "Mahir". Mahir isto, Mahir aquilo.

O Chico tem tantas saudades do Mahir.

Chico, o Mahir deve estar muito ocupado.

Deve ser por isso que não liga. Não fiques triste, por favor.

Não lhe dês esperanças, Güneş.

O Mahir sempre negligenciou o meu Chico.

Sempre.

Pensei que estavas em contacto com o Mahir.

Ele não ligou desde que voltámos.

Sei que ele viu as fotos do Chico.

Mas ele não carrega em "gostar". Ele vê-as, mas não gosta delas.

Ninguém pode fazer isto ao meu Chico!

- Ele ligou-te? - Não.

Será que ligou ao Deniz?

Talvez esteja a tratar da venda da casa?

É possível. Espero que sim.

Deve estar.

Talvez eu fosse apenas uma distração para ele esquecer outra.

Não. O Mahir não faria isso.

Nunca confies nos homens.

Vigia sempre o Deniz. Sempre.

Entendido. Vou fazer isso com o Deniz.

Pervin, podemos falar do meu artigo da Capadócia, por favor?

É magnífico.

É lindo, é amor.

Este artigo vai ser um sucesso.

Graças a ti, esta revista vai vender sem precisar de oferecer brindes, Güneş.

Obrigada.

Pergunta ao Deniz se o Mahir lhe ligou.

Há um jantar esta noite. Eu falo com o Deniz sobre isso.

Fala com ele.

Está bem.

Depois diz-me.

- Está bem. - Fico à espera.

Vais jantar com o Deniz?

Não vamos jantar juntos.

É o evento da Özgen e do Hakan. O Deniz não deve vir.

Porquê? Ele foi à Capadócia contigo.

Não foram férias, Ayça.

Tive de tratar de um assunto. Ele ajudou-me.

Está bem. Mas fizeram as pazes, certo?

Sim, mas já me conheces.

Consegui estragar tudo.

Acho que estás enganada.

Li o teu artigo.

É óbvio que o Deniz voltou a ser uma grande inspiração.

Sim. Pode dizer-se que sim.

Que mais queres?

Às vezes és impossível, mana.

Escreves sobre o amor e dizes que já não estão juntos.

Não me digas que inventas tudo.

Claro, Ayça.

Se escrever artigos falsos, as pessoas deixam de ler e eu perco o emprego.

Estás a esconder-me algo. Eu sei.

Não tenho nada a esconder.

Muito bem. Fala comigo. Porque foste à Capadócia?

Esquece isso. Diz-me, já te matriculaste?

O dinheiro estará na tua conta esta semana.

Muito obrigada, mana.

Estou a pôr-te numa situação difícil?

O quê? Nem pensar. Estou tão orgulhosa de ti.

Prometo que te pago.

Daqui a uns anos, claro.

E com juros, prometo.

- Estarei à espera. - Claro.

Não me distraias. Ainda tenho de me arranjar.

- Já estou atrasada. - O que te impede?

Estás sempre a olhar para a porta. Estás a ver se o Deniz vem?

O quê?

Não estou a olhar para lado nenhum. Céus!

"O quê? Não estou a olhar para lado nenhum."

Claro. Não acredito em ti. Pelo menos, sê sincera comigo.

Beren, nem a mim própria consigo admitir. Como queres que te diga?

Meninas!

Özgen, estás um espanto.

Estás linda.

Eu tentei.

- Deixa-me ver. - Vê.

É lindo. Estás incrível.

- Sejam sinceras. - Branco!

Não me elogiem por sermos amigas. Olhem bem.

Pareço muito ansiosa? Como uma noiva?

Fica-te muito bem.

Uma escolha perfeita.

É perfeito.

Noiva? Nunca me teria passado pela cabeça. De todo.

- Sim. Concordo. - Perfeito.

- Perfeito. - Perfeito.

Não é perfeito? Eu adorei e sabia que iam gostar.

Mas tenho uma pergunta.

Estou tão entusiasmada. Esperem. Estava a pensar se devia usar isto.

- Não, querida. Não é preciso. - Não.

Seria um exagero.

Sim, um exagero.

Mas são verdadeiras.

- São flores a mais. - Também tens flores aqui.

Sim, mas queria que combinassem.

Já estás bonita, querida.

- Talvez tenha exagerado. - Onde está o Hakan?

O Hakan estava com o Deniz à entrada. Estão a conversar.

Com o Deniz.

Não me faças isso.

Isso. Não olhes assim para mim.

Vamos?

Claro. Porquê esperar por eles?

Sim, vamos.

- Esqueci-me de alguma coisa? - Não. Anda, querida. Vamos.

Diz-me. Tiro o casaco?

Foi rápido.

Hakan, nunca levaste uma rapariga a jantar fora.

Olha para ti, a organizar um evento para ela.

Também estou surpreendido.

Quem diria?

Para ser sincero, a Özgen viu o meu verdadeiro eu.

Ela é a única mulher de quem eu não quis fugir.

E gosto disso.

É o início de um novo capítulo na tua vida.

Sim, mano.

Bem, é tudo muito estranho.

Eu andava enrolado com outras mulheres,

mas estava sempre à espera que a Özgen aparecesse.

Não me interpretes mal. Isto não tem que ver contigo e com a Umay.

Não pensei nisso. Anda, vamos entrar.

Anda.

Güneş? Sou a Sezin.

- Olá. Güneş. - Olá.

E tu?

- Como te chamas? - Beren.

Muito gosto.

Igualmente.

Özgen,

deixa-me felicitar-te novamente.

Muito obrigada. Obrigada por teres vindo.

Então? Já pediram? O que vamos beber?

- Boa noite. - Boa noite.

Boa noite.

Güneş? Li o teu artigo. Excelente trabalho.

És muito amável. Obrigada. Ainda bem que gostaste.

Sim, claro.

Essas histórias são inventadas, não são, Güneş?

- Ozan! - O que foi?

Como assim, Ozan?

Porque inventaria histórias?

Então, diz-me. Onde está o Sr. Alfa?

Porque é que o Sr. Alfa não veio à festa da tua melhor amiga, Güneş?

Não queria perguntar isto e deixar-te desconfortável, mas…

Sim. Que pergunta ridícula, não é? Como podes perguntar isso?

E o ferry? A história do ferry foi excelente.

Por favor, querida. É tudo mentira.

- Amor. - Eu próprio te apanharia.

- Acham que é uma história inventada? - Sim.

Sabes que mais, Ozan?

Sei porque te sentes assim.

Eu percebo.

Estavas loucamente apaixonado, mas perdeste o ferry, a tua oportunidade.

E agora perdeste a fé nisso tudo.

No ferry. No amor.

Pronto, não é mentira, mas embelezaste a história.

Admite e pronto. A sério.

Por falar em amor. Nós…

- Sim. Amamo-nos… - É óbvio.

Ouviste? As minhas histórias são mentira.

Vamos casar!

Vamos casar.

- O quê? - Parabéns.

- Foi demasiado. Tinha de lhes dizer. - Bem…

Podíamos ter dito mais tarde, mas…

Não. Acho que foi na altura certa.

Estão a falar a sério.

Parabéns, Özgen.

- Não acredito. - Foi difícil guardar segredo.

- Por isso andavas stressada. - Sim, não quis dizer, mas…

- Queríamos que fosse surpresa. - Eu suspeitava.

Não sabias de nada. Não fazias ideia.

- Parabéns, Özgen. - Querido.

Obrigada.

- Ótimas notícias. - Parabéns, mano.

Não percas tempo, senão esmorece.

Ozan.

É verdade, querida. Vejam. Também estamos noivos.

- Parabéns, Hakan. - Obrigado e boa sorte.

- Muito obrigado. - Não digas isso.

Parabéns, Hakan.

Obrigado.

- Ótimas notícias. - Que grande surpresa, não é?

- Sem dúvida. - Foi uma surpresa.

Na verdade, íamos abrir champanhe e contar-vos, mas…

Estraguei a surpresa. Abre tu.

Sim, vamos casar.

Porque vieste sozinho?

Ninguém te vem buscar?

Porque não partilhas a tua localização para ele não te procurar na Capadócia?

O Mahir ligou-te por causa da casa?

Não.

Também não ligou à Pervin.

Ela está chateada.

O Mahir é uma peça.

Em breve saberá com quem se meteu.

Tens razão. A Pervin vai fazê-lo passar um mau bocado.

Mas ela está muito séria em relação ao Mahir.

É séria?

A relação com o tipo no avião.

O que estás a dizer?

Estou a perguntar-te.

A perguntar-me o quê? Como se tivesses esse direito.

Não fui a única. Tu também não estavas sozinho, Deniz.

Como me podes perguntar isso quando tens outra pessoa na tua vida?

Não me podes perguntar sobre uma possível relação.

O velho Deniz já era.

Vamos conhecer o novo Deniz.

Chega de enigmas.

O que se passa? Como assim?

Sempre te dei sermões sobre confiança, Güneş.

Digamos que vou manter a promessa que fiz à Umay.

Certo.

Não cumprimos as promessas que fizemos um ao outro. Tens razão.

Esperas que eu cumpra a promessa que lhe fiz?

Vai à merda.

Estou a dizer-te para fazeres o que entenderes.

Estamos falados?

E esta desistente não é a Güneş.

Culpei-te por desistires da nossa relação.

Acho que é o preço que tenho de pagar.

Tenho de pagar.

Eu e a Umay…

Oxalá pudesse contar-te tudo, mas acho que não devo.

Não tens de me contar nada.

Mas eu quero contar-te tudo, Güneş.

Oxalá estivéssemos na Capadócia.

Quero voltar a estar naquele ferry.

Se te pedisse para me dares a mão de novo, davas-ma, Güneş?

Saltavas comigo?

Acho que o ferry já partiu, Deniz.

Boa noite.

Boa noite.

Na noite em que fizemos uma cena no bar…

Foi nessa altura que nos divertimos mais?

É a última vez que nos veremos?

O Ozan é insuportável.

O idiota continua a dizer o mesmo.

O que se passa?

É má altura?

Não, Hakan. De todo.

Íamos contar-vos ao jantar, mas decidimos manter segredo.

- O quê? - Escusado será dizer

que serão as nossas testemunhas.

Sem vocês, nenhum de nós pode dizer que sim e beber até ao fim da noite.

Está bem, mano?

Claro que sim. Sem problema.

Claro.

Ótimo.

Mais uma coisa.

Acho que a Beren bebeu demasiado. Ela não está bem.

A Beren? A Beren está bêbeda e não se sente bem?

Sim.

O que se passa?

Nada.

Algo de bom, espero.

Claro, coisas boas acontecem. Sem dúvida.

Espero que sim.

Quantos bebeste, miúda?

Bebemos todos o mesmo.

Em que estavas a pensar?

Não estava a pensar, Güneş.

Porque é que não me dou valor?

Olha para mim.

Três anos…

Güneş, dei-lhe três anos da minha vida. Porquê?

Para o preparar para aquela rapariga?

Não digas isso. Acalma-te.

Não… É verdade. É mesmo.

As coisas que ele disse à mesa…

As palavras caras…

Ele ouviu tudo de mim.

Ele não tem cérebro.

Ele não percebe destas coisas.

Tens razão. A última coisa de que precisavas era de ver isto.

Ouve…

Sabes o que dói mais?

Ele convence-a daquilo enquanto me olha nos olhos.

Cretino.

Tens toda a razão. Mas tínhamos de vir.

Diz-me uma coisa.

Viste o anel no dedo dela?

Corte de princesa.

Um estilo que me ficava bem.

Sim. Toma.

O anel!

Beren, não te disse.

Perdi o anel do Boran.

O quê?

Bom, está algures na casa.

Espero encontrá-lo. Achas que o Boran vai perguntar por ele?

Talvez não, mas tens de encontrar o anel.

Sinto-me tão mal.

Espera. Vou fazer-te um café.

E, Güneş…

Ouve. As coisas que ele disse.

Aquele idiota percebeu tudo mal.

O Ozan nunca fez nada daquilo.

Fui sempre eu.

O que é isto?

Güneş!

O que aconteceu?

- Güneş! - O que foi?

Encontrei-o.

Encontrei o anel!

Não é o anel que o Deniz te deu?

- Sim, é. - Ainda o tens?

Guardas isto no armário dos medicamentos?

Não é um armário.

Guarda-lo no estojo de primeiros socorros, Güneş?

É muito importante.

Beren…

Isto fica entre nós, está bem?

O quê?

Isto fica entre nós. Não vais contar a ninguém.

- O que fica entre nós? - Isto.

Não sabes onde está o anel caríssimo do Boran,

mas aqui estás, agarrada à tampa da cerveja.

Güneş, são sentimentos fortes.

Porque não posso contar isto à Özgen?

Peço-te para não contares. Levanta-te. Bebeste demasiado.

Vai dormir.

Sabes que mais? Também está na hora de beberes.

Embebeda-te e ganha juízo.

Vai atrás do Deniz. Já chega.

O que significa isso?

Achas mesmo isso?

Eu estraguei a minha relação com o Deniz? Eu perdi o Deniz?

Diz lá, Beren. Sê sincera.

Vá lá. Diz-me.

O que vamos beber? Vamos beber.

Que mais vais beber?

Cerveja.

Estão geladas. A sério.

- Queres que abra? - Sim.

Não bebeste tanto como eu. Porquê?

Ainda não sabes? Parto coisas quando bebo.

Eu sei.

Pensei em beber para ganhar coragem, mas…

… as coisas descontrolaram-se.

Precisas de coragem? A sério?

- Coragem é o teu nome do meio. - É?

- Sim. - Lembras-te da vidente?

A vidente?

Aquela a que fomos no primeiro encontro?

Ela é médium, não é vidente.

Lembra-te de que ela disse que íamos fazer uma viagem.

Uma viagem que mudaria as nossas vidas. Foi o que ela disse.

Eu lembro-me.

Vamos nessa viagem, Güneş?

- Já estamos numa viagem, Deniz. - Não foi isso que quis dizer.

Saímo-nos bem até agora.

Estou tão feliz que nem sei o que dizer.

Estou a falar da nossa viagem daqui em diante.

Estás a falar a sério?

Sim. Muito a sério.

Nunca tive tanta certeza na vida.

E nunca bebi tanto para arranjar coragem.

E isto…

Para ser sincero, também é a primeira vez

que sinto algo que não consigo definir.

A sério, o que é?

Como exprimo o que sinto?

Apaixonei-me por ti.

Também me apaixonei por ti, Güneş.

Sim.

Primeiro, põe-te sóbrio. Falamos quando dormires.

- Não. Não é nada disso. - Falamos quando estivermos sóbrios.

Estou sóbrio, Güneş. Juro. Estou mais esclarecido do que nunca.

Tenho a mente clara. Juro.

Pensei nisto a semana toda.

E devo dizer que fiz planos. Eu queria…

… pedir-te em casamento da melhor forma possível. Eu queria o melhor.

Foi por isso que jantámos fora a semana toda?

Sim. Por isso é que andei sempre de fato.

Não estava a vir do escritório.

Foi tudo encenado. Inventei tudo.

Não acredito.

Ia pedir-te em casamento no restaurante.

Mas lembras-te daquele figurão

que sacou de um anel com uma pedra do tamanho do meu punho?

Qual foi a dele? Eu queria que fosse especial. Estragou tudo.

Depois, no karaoke.

Achei que era um bom sítio, mas o segurança reconheceu-nos.

Tinham acabado de renovar o sítio. Nunca nos deixaria entrar.

- Não deixou. É o que estou a dizer. - Não deixou.

Depois, eu disse…

O nosso ferry. Lembrei-me.

O ferry que perdemos ontem foi onde nos conhecemos.

Estava tão entusiasmado que me esqueci de trazer o anel.

Foi isso, esqueci-me.

Quero que seja especial. Foi por isso que isto aconteceu.

Cada momento contigo é especial para mim.

- A sério? - A sério.

- Juras? - Juro.

Espera.

Tem paciência.

No dia em que te vi no ferry…

… soube que este momento chegaria. Juro-te. Eu sabia. A sério.

Depois, estendi-te a mão.

Tu pegaste na minha mão. Com força.

Ainda bem que o fizeste.

Mas, naquele momento, fiquei tão encantado como tu, Güneş.

E depois disso, desejei que aquela viagem de ferry…

… e todas as nossas viagens durassem para sempre. Juro.

Güneş…

… casas comigo?

Sim.

Sim.

Amo-te tanto.

Pronta para o pôr? Será que vai servir?

Está ótimo.

Os teus pais saíram outra vez? Corre. Rápido. Despacha-te.

Vai para aquele banco e lava as mãos, Ege!

Olá, é o Deniz. Deniz Derenoglu?

Como está? Bem, obrigado.

Já lhe falaram do trabalho em Londres? Sim.

Surgiu algo urgente. Podemos remarcar a reunião?

Para daqui a dois dias? Se possível.

Eu espero.

A minha tensão deve estar altíssima.

Senta-te.

Estou farto de bater. Ninguém abre a porta, Deniz.

Não, pode ser à mesma hora. Não há problema.

Obrigado. É muito amável. Adeus.

Ege.

Ege.

Ege!

Céus!

- Ele está aqui? - Não.

Como chegaria aqui?

Como da última vez?

No autocarro escolar.

Estou a enlouquecer. Onde estará?

Falaste com os pais dele?

A mãe dele vai falar com os amigos dele. O pai dele ainda não está sóbrio.

Terá ido a pé?

Viste as câmaras de segurança?

Vê-se o Ege a descer a rua. Também vão ver as câmaras da polícia.

Vocês discutiram?

Estava ao telefone. Ele entrou e saiu pouco depois. Não percebo.

Ele não disse nada? O Ege deve ter dito algo, Deniz.

Sim, disse.

Ele ficou zangado porque não lhe dei ouvidos?

E desapareceu num instante. Assim.

Deve ser isso, Deniz.

O miúdo disse algo e tu não ouviste.

Então, a culpa é minha?

Eu é que ignoro toda a gente. É isso que estás a dizer?

Não te zangues comigo.

Não estou. Estou zangado comigo.

O que se passa?

Sabes que mudaste desde a viagem à Capadócia?

Não consegui vigiar um miúdo de sete anos.

O Ege não esteve ao teu cuidado.

Ele precisava de mim.

Não te censures. Ele é inteligente.

Ele há de aparecer.

Não. Eu perdi a criança.

Deniz, o Ege não é teu filho.

Ele tem família. São responsáveis por ele.

Nem consigo cuidar de um miúdo de sete anos.

Como vou cuidar do meu filho?

O que queres dizer com isso?

Ele estava a tentar juntar-nos de novo?

Não me parece.

Ele é inteligente. Mas isso é demasiado inteligente para ele.

E se pensarmos como crianças?

Pensemos como o Ege. Para onde iria ele?

Para um salão de jogos ou para um parque de diversões.

O parque. Ele deve estar lá. Vamos. Depressa.

Ege…

Há aqui tantas crianças. Como vou encontrá-lo?

Confia em mim, por uma vez. O Ege está aqui. Sinto-o.

Não consigo lidar com isso agora.

Ege!

Nem parece dele.

Aquele não é o Ege?

- Meu Deus. - Sim!

Ege, onde estiveste? Como chegaste aqui sozinho?

Estás bem, Ege?

Vieste de carro, Deniz?

Andei demasiado. Não me apetece escorregar.

Santo Deus. Este miúdo dá comigo em doido. A sério.

Também é uma desculpa para se encontrarem.

Basta. Fazes ideia de como ficámos aterrorizados?

Achas que os meus pais também estão?

Para com isso. Claro que estão.

Desapareceste para ver se os teus pais se preocupavam contigo, Ege?

Será que se aperceberam?

De quê?

De que me amam.

Ege, a tua família ama-te muito.

Como sabes?

Que te amam?

Sim, como sabes que eles me amam? Não os defendas.

Sabemos quando alguém nos ama, Ege.

Sim.

Amas a Güneş?

Ege.

Mas não o dizes em voz alta.

Não precisas de desaparecer para saber se te amam, Ege.

- O Deniz disse o contrário. - O quê?

O que disse eu?

Disseste.

O que disse eu, miúdo?

Disseste que perdeste a Güneş.

Disseste que perdê-la fez-te perceber o quanto a amavas.

Então?

Anda para o carro. Falamos pelo caminho.

A tua mãe deve estar ralada. Devíamos avisá-la.

Anda.

Ainda falta muito? Onde estacionaste? Não vamos chegar a tempo.

Hoje não te podes queixar. Está bem?

Olá. Encontrámo-lo, Beren. Encontrámos o Ege, não te preocupes.

Graças a Deus. Onde estava ele?

Estava escondido.

Queria chamar a atenção da família.

Quem pode culpar uma criança?

Céus.

Güneş, liguei porque não deves ter visto enquanto procuravas o Ege.

O quê? O que aconteceu?

O Sr. Alfa foi exposto.

O quê?

Desculpa. Foste fotografada na Capadócia.

Com o Deniz?

Güneş. Não vens?

Já vou.

Vai ao telemóvel.

Um minuto.

SR. ALFA REVELADO É ESTE O SR. ALFA?

Acham que o Boran é Sr. Alfa, Güneş.

- É tão branco. - As histórias são falsas?

De certeza que ele é Alfa?

Ele é estrangeiro?

Adeus, Güneş! Ninguém te vai voltar a ler.

É tudo encenado!

Há algo de errado nele…

Nunca mais vou lê-la nem segui-la.

Dá graças por eu sair. Adeus.

"Fingir" é com a Güneş.

Güneş, estás aí?

Güneş?

Decide-te, sim?

O que vais fazer?

O que vou fazer?

Tradução: Nuno Oliveira

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.