All language subtitles for Reminder.S01E04.1080p.WEB.h264-EDITH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Salta.

Eu apanho-te.

Lembras-te?

Sim, querida irmã.

Desta vez reataste com o Deniz.

Como sabes que reatámos?

Porque há uma caixa enorme do Deniz Derenoğlu à tua porta.

Isso. Ele esqueceu-se de atualizar a morada.

Perguntaste como sabia que tinham reatado.

Surgiu um imprevisto.

- Estou na Capadócia com o Deniz. - O quê?

O que aconteceu ao Boran?

Querida, está tudo uma confusão. Dá-me um desconto.

Mana. Conta lá. O que aconteceu?

Não há nada para contar. E tu, já te candidataste?

Tenho todos os documentos que pediram, mas…

Temos de pagar, certo?

Sim, mana.

Está bem. Eu trato disso. Qual é o prazo?

Daqui a uma semana.

Está bem. Não te preocupes.

Se tudo correr como planeado, volto amanhã. Depois falamos.

- Está bem. - Um beijo.

Adoro-te.

- Bom dia. - Bom dia.

Aterrei aqui?

Sim.

Trouxe-te aqui para te mostrar a casa, mas aterraste no sofá.

- Estavas bêbedo. - O Fikret embebedou-me.

Quem é o Fikret?

O tipo que me roubou o telemóvel no aeroporto.

Foi por isso que nunca me ligaste?

Liguei-te e mandei-te mensagens, Güneş,

mas tu não respondeste.

Estava a tratar da casa. Desculpa.

Certo, já cá estou.

Vamos tratar disto.

Na verdade, já não é preciso.

Está a ser tratado por um advogado.

A Pervin e o advogado namoram.

A Pervin pode tratar do resto.

Namoram? A sério?

Capadócia, a terra do amor, não é?

Sim.

Boa.

Güneş.

Talvez este sítio também seja bom para nós.

O que dizes?

Espera.

O que estás a fazer?

Como estou?

Não percebo.

Espera.

Eu tinha tudo a postos antes de vir para cá.

O chapéu, os óculos, o cachecol…

Mas estava tão bêbedo que nem sei

como entrei no avião nem como cheguei ao aeroporto.

Ou seja?

Ou seja…

Se me fotografarem contigo como Sr. Alfa, a minha cara deve ficar escondida.

Não te incomodes. O hotel já…

Sim.

Claro. Tens razão.

Aliás, sabes que mais?

Vou sair enquanto esperas aqui.

Vou trazer-te algo, está bem?

- Um chapéu e óculos de sol? - Sim, isso.

Se não nos virem juntos, não há problema.

Não te vão reconhecer se andares sozinho.

Não te preocupes. Eu trato disto.

Nunca diria a ninguém que somos um casal.

LEMBRETE BUSCAR A CARTA DA MESUDE À ADEGA

Mas disseste ao pessoal do hotel ontem.

A sério? Estava tão bêbedo.

Desculpa, Güneş.

Estás zangada comigo?

Não, não estou.

Eu trato disto.

Boran…

Lamento imenso.

Sei que queres ajudar,

mas isto está uma confusão e tenho de ser eu a resolvê-la.

Está bem. Como queiras.

Obrigada por tudo.

De nada. Sempre às ordens.

É melhor ir andando.

- Eu mando-te mensagem. - Está bem.

Certo.

Güneş.

Lembras-te dos óculos que o Tom Cruise usou no Top Gun?

Sim.

Se encontrares uns iguais…

- A sério? - Claro.

Também tenho uma cara quadrada.

Tem cuidado.

Güneş, acabei de ver a tua mensagem. O que se passa?

É tão cedo. Vocês discutiram?

Não, Pervin. Não foi por isso que mandei mensagem.

Aconteceu algo depois da festa.

Precisava de falar contigo.

Não me digas que não consegues cumprir o prazo do artigo.

O artigo…

O artigo está a ir bem. Vai ser uma história sobre a Capadócia.

Ótimo.

E fizeste as pazes com o Deniz.

Ouve. Quero muito amor, sim?

Amor. Que tenha muito amor.

Quero um artigo cheio de amor. Percebeste, querida?

Está bem.

Sabes que mais?

A Mesude também nos deixou cartas.

Recebemos uma em cada paragem. Vou agora para a próxima.

Sensacional. Que bom. Escreve sobre isso. Não te esqueças.

Não te esqueças de incluir isso no artigo.

O que me ias perguntar?

Bom… Conheces o Deniz.

O plano e a agenda deixaram-no um pouco inquieto.

Consegues manter o Mahir ocupado por um tempo?

Ele tem estado muito ocupado convosco.

Está na hora de me dar atenção.

Está bem. Passas a procuração e deixas o resto comigo.

Está bem, querida?

- És a maior. Muito obrigada. - Certo. Estou à espera do artigo.

Amor, muito amor.

Divirtam-se, queridos. Adeus.

Deniz.

Aqui.

ADEGA 1

Onde estiveste?

Em casa da Mesude.

Vieste cedo.

Queria ver a adega para as lojas que estamos a projetar.

- Que lugar sombrio. - E não está cá ninguém.

O que queria ela que fizéssemos aqui tão cedo?

Ela escolheu esta adega por um motivo.

Será que escondeu uma carta algures?

Estou farto destes jogos.

Muito bem.

Vamos levar o Mahir ao notário,

passar-lhe uma procuração e acabar com isto.

Mna. Güneş.

E cumprir o último desejo da Mesude?

Também queres que isto acabe rápido.

Ótimo.

Estou farta de joguinhos.

Ótimo. Eu também. Vamos.

Não abre.

- O quê? - A porta.

- Não abre. - Como assim? Abre a porta.

Abre-a.

Se conseguisse, abria, Güneş. Nem se mexe.

Com licença. Está aí alguém?

Como assim, não abre? Porque a fechaste?

- Foste a última a entrar, Güneş. - Então, fui eu.

Culpada outra vez.

Claro que a culpa é sempre minha. Como…

- Como fiquei assim? - Não exageres, Güneş.

O que te deu?

Consegues abri-la à força?

A sério?

Vamos ligar a alguém para a abrir.

Vês? Não há sinal.

Vá lá! Abre-a! Abre.

O que se passa contigo? Acalma-te.

Temos tanto para resolver e agora estamos aqui presos.

O Mahir está à espera no notário. E se ele for à casa procurar-nos…

- E depois? Qual é o problema? - Não pode.

Porquê? Se não nos vir na casa, vem aqui para assinarmos.

Vão encontrar-nos. Está tudo bem.

Não pode, está bem?

Podem ficar quietos e não fazer nada? Por favor.

Porque estás a olhar para mim? Arromba a porta.

Como queres que faça isso?

O que vamos fazer?

Turistas, talvez. Alguém há de aparecer em breve.

Está aí alguém? Estamos trancados.

Deixa-me tentar. Espera.

Está trancada por fora ou quê?

Parece que as portas novas têm dois ferrolhos.

Interessante.

Não é altura para fazer levantamentos.

Há quem arrombe fechaduras com ganchos. Queres experimentar?

Tens um? Deixa-me tentar.

Não consigo usá-los. Magoam-me a cabeça.

E se tivesses um?

Como abro a fechadura? Achas que sou um ladrão?

Não fales comigo e abre a porta.

- Não és arquiteto? - A arquitetura não é nada disso.

A sério, não é nada disso.

Está frio aqui.

Obrigada.

Vinho?

Não. Já me sinto bêbada.

Porque és assim?

Não me estás a enganar de novo, pois não?

O quê? O que queres dizer com isso?

Há oxigénio suficiente aqui em baixo?

Quantos metros cúbicos tem este sítio? Deves saber.

Serias capaz de calcular a quantidade de oxigénio se eu soubesse?

Temos algo melhor para fazer?

Talvez falar menos para preservar oxigénio.

Senta-te e descansa. Alguém virá em breve.

Bom dia.

Bom dia.

Estavas acordado?

Não, estás a dormir.

Não estou.

Estou a pedir um desejo.

Um desejo? Diz-me.

Qual é o teu desejo?

Qual é?

Está bem. Não me digas.

Dizes-me se se realizar?

Está bem.

Deixa-me ver se se realizou.

Realizou-se mesmo. Foi rápido. Ena.

- É a minha vez de pedir um desejo. - Está bem. Força.

Aqui vou eu.

Estou à espera.

Não acredito.

O que desejaste tão cedo?

Güneş.

- Que desejo é esse? - Não sei.

Não sabes?

O que desejaste não está a teu lado? Não sabes?

Aonde vais? Güneş!

Vá lá.

- Olá. - Têm um gato?

Aqui?

Não, não temos.

Nem nós.

Na verdade, quero um cão.

Deviam ser os melhores amigos do homem.

Gostas de cães?

Sim. Muito.

Dizem que um ano de cão equivale a sete anos humanos.

Tenho sete anos.

Quem és tu?

Sou o Ege.

Muito prazer, Ege. Sou a Güneş.

Ege.

Tudo bem, miúdo? Vieste cedo.

Ela é linda, mano.

O Ege é meu vizinho.

Vem visitar-me de vez em quando. Deus o abençoe.

A Güneş adora cães.

Devias arranjar um.

Eu estarei aqui quando saíres, Deniz. Eu cuido dele.

A sério?

Ege, fugiste de casa?

Os teus pais não se vão preocupar?

Não. Deixei-lhes um bilhete a dizer que tinha saído.

Um bilhete? Rabiscaste a porta da frente com giz outra vez?

O Ege só tem sete anos.

Expressa-se melhor com desenhos.

Nunca tiveste sete anos?

Já adoro a Güneş. Juro que me estou a apaixonar.

Este miúdo é um pateta.

Ege, fecha os olhos e pede um desejo.

Só temos um domingo, um fim de semana. Não. Imploro-te.

- Ege, abre os olhos. - Para.

- Basta. - Não. Quero…

- Abre os olhos. - Deixa-o. Então?

Não o conheces. Confia em mim.

- Abre os olhos. Olha para mim. - Pediste um desejo, Ege?

Ege, não. Não me ouves?

Vamos ao parque todos os dias. É mesmo o teu desejo, Ege?

Vamos ver se chegou o escorrega.

Vês como ele está feliz? Não foi boa ideia?

Só temos o fim de semana para nós. Podemos ser felizes sozinhos.

Estás infeliz?

Não, mas podemos divertir-nos como adultos.

- Vamos lá. - Aonde?

- O que estás a fazer? - Anda.

CABINA FOTOGRÁFICA

O quê? Tu?

E assim?

O que desejaste?

Eu?

- Que estivéssemos sempre juntos, assim. - A sério?

Não estou a dormir. Estou a pedir um desejo.

Lembras-te?

Sim.

Espero que tenhas desejado sair daqui.

Deniz.

Ainda não confias em mim, pois não?

Está tudo bem, tirando estar aqui preso.

Para de brincar. Era uma pergunta séria.

Posso confiar em ti, Güneş?

Podemos ter uma relação sem publicações e sem te importares com os outros?

Posso confiar que não teremos problemas quando a porta se abrir?

Todas as relações têm altos e baixos.

Era esta a tua solução?

Acabar como se nada fosse?

Além disso, alguma vez pensaste em como foi para mim?

O meu namorado de longa data confronta-me por causa de um erro

e repreende-me sobre confiança.

Um erro.

Esperaste meses para que eu desse o primeiro passo?

Estavas tão ocupada a publicar nas redes sociais

que eu nunca fui a tua prioridade.

Será assim tão difícil?

Devias ter feito algo por nós.

Nunca arriscaste.

O que achas que estou a tentar fazer?

- Porque estou aqui? - Bem…

É isso que te pergunto. Porque vieste, Deniz?

Porque estás aqui?

Para te ajudar.

Precisavas do Sr. Alfa para ter a casa. Aqui estou eu.

Nunca quiseste ser o Sr. Alfa. Foi essa a tua desculpa o tempo todo?

Diz-me a verdade.

O que queres?

Porque estás aqui?

O que queres?

O que quero?

Diz-me, o que queres?

A sério?

Olá.

Olá.

- Olá. - Olá. Bem-vindo.

Olá. Podem entregar isto no quarto da Güneş Güner?

Claro. Quer deixar bilhete?

Está aí.

- Ela não atendeu. - Certo.

- Obrigado. - Obrigada.

Entrega para o quarto 203.

Venham buscá-la à receção, por favor. Obrigada.

Tenho a toalha. Não é preciso limpar. Obrigada.

Özgen?

Onde estás, querida?

Vejamos. Também não está aqui.

Onde está a Özgen?

Özgen?

Não acredito.

Quem é este tipo?

- Como hei de saber? - Meu.

O que fazes ao lado da minha miúda?

Estás a falar comigo?

Tenta explicar-me isto, Özgen.

Fala baixo. Estão todos a olhar.

Peço imensa desculpa. O coitado quer atenção e adora fantasias.

Para. Não fales com ele.

Volta para mim, Özgen.

Essa porta fechou-se há muito, querido.

Vai divertir-te com namoradas falsas.

Não era falso entre nós.

As mulheres com quem me apanhaste na cama não nos aproximaram?

- Não é nada disso, senhora. - Senhora?

Vê, irmã? Aí tem. Ele é a desonestidade em pessoa.

Até a mim me enganou e fez-me ajudá-lo a despachar as raparigas que ele traía.

- Acredita? - Infiel.

E só para não as levar a jantar. Vejam como ele é generoso.

Eu não as queria levar a jantar.

- Quero levar-te a ti. - Estou farta de truques.

Deixa-me em paz.

Não é um truque. É real.

Posso levar-te a jantar?

Não caio nisso.

Além disso, de que falaria ao jantar contigo?

Dos teus novos métodos de sedução?

Podemos falar dos romances que te trouxe do estrangeiro.

Li-os todos nos meus voos de regresso.

A sério?

Porque achas que te estou a mentir?

Porque será que acho isso?

Será porque usas nomes falsos com todas com quem queres dormir?

Mna. Parla?

Mna. Parla?

- Ele está a chamar-te? - Não.

- Mna. Parla, o seu macchiato de caramelo. - Detesto macchiato de caramelo.

Está bem.

- Porque está a gritar? - Aqui tem.

Raios.

Por aqui, Mna. Parla. Por aqui.

Não recebemos uma carta da Mesude na adega? Esquecemo-nos de a procurar.

Se a porta continuasse fechada, saberíamos o que tu querias.

Encontrámos outra coisa, e era o que a Mesude também quereria.

O que mais temos de fazer? O que quer a Mesude?

Salta.

Cavalos…

Ela quer que vejamos cavalos.

Cavalos.

Queres ir vê-los?

Sim.

Então, vamos.

Vamos ver cavalos.

Deniz, como estás na Capadócia,

quisemos discutir os pormenores

do projeto da adega dos clientes que têm a vinha.

Deniz, informei o Sr. Rauf da nossa ideia, mas ele queria ouvi-la de ti.

Sim.

Para além das ideias do Hakan, visitei uma adega hoje, Sr. Rauf.

Foto.

Posso dizer que o design da disposição da entrada

pode ser alterado para ter portas maiores.

Tudo bem, desde que os custos não aumentem.

Vês algum problema nesta projeção, Deniz?

Não, não vejo.

Não vejo qualquer problema.

E o projeto em Londres?

O projeto em Londres. O Deniz está a tratar disso, Sr. Rauf.

Como disse, está tudo bem.

Tenho tudo sob controlo.

Bom dia. Bolas.

- Deniz? - Fiquem bem. Adeus.

Aquilo era um cavalo?

- Onde está a Güneş? - Ali.

Güneş.

Estás bem?

Não sei porque faço sempre o mesmo.

O quê?

Se não entregar o artigo em dois dias, posso ser despedida.

E aqui estou eu, a tentar resolver um enigma de amor.

Estou a tentar conseguir a casa.

Tinhas razão.

Sabes o que estava escrito na carta?

A Mesude conheceu o amor dela aqui.

Tens razão.

Jogamos um jogo em que uma mulher nos conta sobre a nossa relação.

Estamos aqui à procura de uma solução para a tua irmã.

Não, é mais do que isso. Estamos a jogar um jogo.

Tu é que tens tudo planeado e não baixas a guarda.

E porque não baixo a guarda? Será para proteger a minha honra?

Publicaste uma foto com outro tipo e perguntas-me se confio em ti.

Estou a imaginar isto?

Sou eu.

Sim, sou eu.

Fui eu que vi outra mulher a viver a minha vida, com o meu capacete.

- Eu não lho dei. - Basta.

Porque lhe daria o capacete?

Ela deve seguir os teus artigos e testou-me usando-o.

Que posso fazer?

Bem, é óbvio que chumbaste no teste.

Há anos que tento inventar histórias cativantes todos os meses.

Mas não sei consigo a minha história.

Queres escrever a tua história ou queres que tenhamos uma juntos?

Decide-te, Güneş.

Vamos assinar a procuração. As pessoas estão à espera.

Espera.

Podemos assinar na quinta?

Sim, vamos fazer isso.

Özgen?

Ouve, isto…

Ena!

- Hakan? - Beren.

Bem-vinda. Como estás?

Estou confusa. Confusa.

O que fazes aqui?

A Güneş e o Deniz separaram-se e continuámos a ver-nos.

Não estou interessada.

Beren?

Querida, bem-vinda. Entra.

Não… Tenho de ir.

É noite de cinema.

Desculpa, querida. Esqueci-me completamente.

Estou a ver que sim.

Queres entrar? Não fiques à porta.

Não, vou-me embora. Falamos depois, está bem?

Não, por favor, entra.

Parece que o Hakan gosta mesmo de romances e filmes de amor clássicos.

- Dá para acreditar? - A sério? Ótimo.

Ouve.

Não sei o que andas a tramar, mas vais contar-me tudo, está bem?

- Eu ligo-te. - Está bem.

Agora vai e diverte-te.

Maluca.

Tem cuidado.

Querido, são lindas.

Que fofo.

Estarei à tua espera na tua casa nova, esta noite.

Há leitores que gostam de histórias de amor misteriosas,

enquanto outros se interessam mais pela jornada do amor.

Eu gosto de partilhar a jornada misteriosa da minha história de amor.

A Capadócia foi o início de uma história que prometia deixar todos felizes.

A cada paragem, adquiri memórias que durarão para sempre.

Uma mulher apaixonada pela vida acolheu-nos.

Li uma história de vida apaixonada escrita por ela.

Fiquei a conhecer a sua fé e crença persistente no amor.

Que isto seja a minha carta de amor para ti.

Esta procuração foi assinada de livre vontade e sem coação

autorizando o advogado Mahir Temiz

a tratar em meu nome todos os assuntos referidos.

Está bem?

Tomem.

O que se passa? Há algum problema?

Saímos até tarde, ontem à noite.

Estamos todos cansados.

Vocês também estão exaustos?

Um pouco.

Conheci uma mulher única na Capadócia.

Que inspira e encoraja os outros.

Uma mulher que nos faz apreciar o amor, que nos guia com as suas histórias.

Ela fez-me perceber que escrever a minha própria história

só seria possível com alguém com quem pudesse construir uma vida.

Se estão desconfortáveis com alguma coisa,

podemos adiar a procuração.

Não há necessidade disso. Vamos assinar os papéis.

- Por favor, inicie o processo de venda. - Está bem.

Então, também preciso que assine aqui, por favor.

Sim, vamos fazer isso.

Agora sei que o teu coração é a tua casa.

E tal como uma casa,

podes escolher abrir completamente a porta ou mantê-la fechada.

E, como em tudo o resto,

tens de saber que podes ir embora quando quiseres, quando se trata de amor.

Pronto.

Agora assino eu…

Já agora, como se vão embora amanhã,

sugiro que nos encontremos no hotel para jantar.

O que acham?

- Tenho coisas para fazer. - Deniz, ouve.

Nem pensar.

Acho que o Sr. Mahir tem uma última surpresa para vocês.

- Não é? - Sim.

Muito bem.

Vamos jantar.

Ótimo.

Agora sei que o amor é, por vezes, uma recordação que nos toca o coração.

Às vezes, temos de fazer tudo pelo amor.

Perdermo-nos em caminhos que nem sabíamos que existiam.

Na Capadócia, por vezes, o amor era como o barro que moldávamos nas nossas mãos.

O amor era um esforço que precisava de atenção pessoal.

Se o amor é uma arte em que decidimos o que fazer com ele e como o moldar,

não o devíamos proteger a todo o custo?

A sério?

Sei que não gostas de surpresas.

Gostas de planear tudo.

Porque estás aqui, Umay?

Vim falar contigo, Deniz.

Podias ter ligado.

Não quero interromper as tuas férias.

Estás elegante.

Tens planos com a Güneş?

E se tiver, Umay?

Não percebo.

Sim, convidaram-me a mim e à Güneş para jantar.

Não te quero perturbar, mas sou livre de fazer o que quiser.

Não sou?

És livre.

Claro, faz como quiseres.

Não devia estragar-te os planos.

Falamos noutra altura.

Diverte-te.

Obrigado.

Céus.

O namorado da Güneş também vai?

O quê?

Contudo, tens de ter cuidado no que toca ao amor,

porque o mais pequeno erro pode deitar tudo a perder.

Pode torná-lo algo muito diferente.

Ele veio até aqui.

A decisão é tua.

Podes voltar a amassar

e a moldar o barro

ou levantar-te e sair.

Deniz.

Deniz, querido, diz-me, como correu?

Cavalos, balões de ar quente.

Sabemos tudo pelas publicações.

Sim. Foi a nossa primeira vez cá.

Tentámos fazer tudo o que este lugar oferece.

Mas foi bom. Ótimo.

Deve ter sido um pouco cansativo.

Estou cansado, é cansativo. Quero dizer, ficamos cansados.

Sim, claro.

Mas não fomos andar a cavalo. Quero ir para a próxima.

- Com licença. - Claro.

Queres andar a cavalo?

Adoro.

Güneş, podemos falar…

Esse vestido?

Não estou bem?

Obrigada.

Viemos a combinar.

É difícil arranjar um sem o provar primeiro.

Umay.

Güneş, dás-me licença um segundo? Volto já.

Umay, desta vez, foste mesmo…

O que fizeste?

O que fiz?

Compraste um vestido igual ao que eu te dei e mandaste-o à Güneş. Ela…

Ela acha que lho comprei.

Então, lembras-te do vestido que me compraste.

Afinal, consegues lembrar-te de coisas sem os lembretes da Güneş.

Umay, em que estavas a pensar?

O que queres?

Desta vez, quero que entendas o que sinto, Deniz.

Talvez quisesses comprar aquele vestido para a Güneş?

Umay, estás a ser ainda mais patética. Tens de parar já com isto.

Vim tratar de um assunto com a Güneş.

E tu estás a perseguir-me.

Eu não te persegui.

A Güneş marca as fotos em todos os locais.

- Vim falar contigo, Deniz. - Então, liga-me.

Se queres falar, usa o telemóvel. Percebeste?

Não uses truques para provares o que queres, Umay!

O teu problema é comigo, porque a incomodas?

O que tem a Güneş que ver com isto? Diz-me.

Não quero saber da Güneş.

Basta! Não quero saber da Güneş.

Não quero saber, Deniz.

Achas mesmo que vim até aqui para falar sobre isto?

És um homem de palavra, não és?

Cumpre a tua palavra.

Achei que ias querer saber.

Também temos coisas para resolver, Deniz, quer queiras, quer não.

O que estás a dizer? A sério.

Estou grávida.

A Mna. Pervin vai-se embora.

Quem sabe quando voltas?

Espero ver-te em Istambul, Dr. Mahir.

Porque não? Não vou a Istambul há algum tempo.

Mas é muito movimentada.

- Há gente por todo o lado. Eu perco-me. - Conheço sítios muito sossegados.

Adorava mostrar-tos, um dia.

Claro. Seria ótimo.

Contigo, é sempre tudo ótimo.

Güneş? Aonde vais?

É o meu estômago. Com licença.

Compramos-lhe medicação?

Eu já lhe ligo.

O amor é orgulho para uns e coragem para outros.

No amor, tememos muitas vezes ir atrás do desconhecido.

Conhecer o amor, aceitá-lo e vivê-lo.

Saíram antes de ouvirem as notícias.

Estou em pulgas por saber. Diz-me, Mahir.

- Quem comprou a casa? - Está bem, acalma-te. Eu digo-te.

Um jovem comprou-a e pagou o sinal.

Quer pedir a amada dele em casamento naquela casa.

O amor era a coragem de saltar por um limiar

e enfrentar o que nos espera.

O amor era a memória do fogo sobre o qual só os corajosos podiam saltar.

Adeus, Capadócia.

Parto com lindas recordações.

Vou ter saudades tuas.

Tradução: Nuno Oliveira

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.