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Original subtitles

Sim, mas, ai... ai...

Porra! É merda por todo o lado.

Roro! Roro!

- Que é que foi? - Pode apanhar o estrume?

- Essa área é tua. - Já recolhi 10 montes de estrume.

- Apanhei 20 ontem e não me ajudou. - Vou ter que fazer, então.

Claro! E seja rápido!

Não pare no meio da estrada. Mexa-se. Tire isso da frente.

- Olá. - Olá.

- Como está? - B... bem.

- Que quer dizer? - Sinto-me cada vez melhor.

Quando entro no teu campo energético, sinto tudo vibrar.

- Sim, sim. - Verdade! Apalpa aqui!

Estou esquisito. Não tenho sensações.

É fantástico vir aqui. Apalpa-me o braço!

- Sente a pele de galinha? - Não.

- Tem que sentir. - Sim.

- Toca aqui. Começa a sentir? - Agora sinto.

- É maluco, Roro. - Não, só estou apaixonado, Lisa.

Oh Deus, que pena tenho de ti, pois eu não estou apaixonada.

- Levanta, vem aí um cliente. - Não, estou morto.

- Olá. - Olá.

Um pedaço de "Grov".

- Olá. - Olá.

Não deve me conhecer. Moro no último andar.

Esta noite tenho convidados e acabou o café.

- Será que podia me emprestar um pouco? - Sim, claro.

- Devolvo amanhã. - Está bem.

- Assim, chega? - Sim, sim, chega.

- Quer mais alguma coisa, ou...? - Não, estava pensando...

- Talvez queira entrar e foder? - Agora?!

- Sim. - Oh, claro, seria fantástico.

- Belo. - Entra.

- Onde posso...? - Eu guardo.

Espera um segundo.

- Hei, espera! - Está frouxo. Não está dentro.

Como "frouxo"? Não pode agarrá-lo?

Tenta agarrá-lo... Ai! Cuidado com as unhas, raios!

- Tem que relaxar! - Estou relaxado. Não é isso.

- Chega mais para cima. - Estou tentando enfiá-lo.

Merda!

- Mas continua frouxo. - Raios, não funciona. Esqueçamos isto!

- Não entendo. - Tem que se acalmar!

- Não posso. Ele não quer. - Isso passa.

- Não, não passa. - Provavelmente é só um período.

Que porra de período? Sinto-me assim há semanas.

Merda! Não entendo o que aconteceu. Completamente fodido.

Måns...

- Podemos tentar de novo? - Não.

- Desta vez poderei fazer eu de vizinha. - Não me agrada esta farsa de vizinhos.

Também você estragou tudo. Disse logo "foder".

Não, fui buscar o café e depois é que disse.

Sim, mas não me deu tempo para reagir.

Deixa estar!

Mais depressa! Tem que puxar agora! Está quase...

Perdi. Dá-Ihe duas vezes na cabeça.

- Fora com este estúpido videojogo! - Vem cá!

Não, não responde!

Tenho que ver quem é.

É o meu pai.

- Onde está? - Volto logo.

Saio agora. Estou na casa de um amigo, mas chego logo.

Desgraçado! É uma moça?

Sim, mais, mais!

- Olá? - Não, é o Måns.

- Mente, é uma moça. - É a namorada do Måns.

- Volta para casa! - Vou já.

- Tenho que ir embora. - Vai embora agora?

Sim...

Raios, Roro, já não é uma criança. Você cresceu, não?

Há quanto tempo estamos juntos? Até tenho medo de dizer.

- Está na hora de se emancipar. - Sabe como somos...

- Ou talvez se envergonhe de mim. - Não, não é verdade.

Não! Não até conhecer os seus pais.

- Impossível. - "Impossível"?! Tu já conheceu os meus.

- Sim, mas os meus não... - Eu sei, não é a mesma coisa.

Mas estamos juntos. Quero conhecer os teus pais.

- Vai conhecê-los em breve. - Quanto "breve"?

- Não amanhã, mas breve. - Amanhã?

- Posso conhecê-los amanhã? - Amanhã.

- Sabe se tem piroca? - Os patos?

- Não, têm só 2 buracos. - Como raio fazem, então?

Quando fodem? Encostam os buracos e vibram.

Como?

Vi num documentário. Tinham dois buracos.

- E não havia nenhuma "alavanca"? - Pensa que são carros?

- Então não têm piroca? - Não.

- Deve ser fácil. - "Fácil" como?

Aha, não importa.

- Carolina! Vem comer! - Não quero!

- Quer, sim. - Não!

Olá, rapazes!

Eh, Roro!

Olá, Carro!

Roro, vem jantar!

A tua mãe está sempre aqui? Mora aqui, ou...?

Não quer estar sozinha em casa, porque pensa...

Recolhe o lixo!

- Precisa me atirar na cabeça? - Às vezes acontece. Joga-o fora.

Olá, Nisse, então que tal?

Cale-se você também. Olha como é erudito!

Nisse, diz "badinika". "Badinika!"

- "Badinika. " - Significa "Quero dar uma foda".

- Nisse, diz "kol khara". - "Kol khara. "

- Que é? "Quero foder-te a família"? - Não, "Come merda".

- É simpático. - Sim, tu e o seu pássaro árabe!

- Pode se dizer que ainda são parentes. - Não "Pássaro Árabe", "Pássaro Libanês"

- Diz "em guarda" antes de me bater. - Em guarda!

Em guarda você também!

- Olá, Måns. - Vovozinha.

- Bem? - Sim, estou bem.

- Como vai o ombro? - Bem.

- Roro, chamei a Yasmin. - Que Yasmin?

- Uma bela moça que encontrei para ti. - Não a chame. Não quero casar-me.

- Queremos te ver casado. - Por favor, não quero, não a chame.

- Vai casar. - Não quero.

Falei-Ihe ao telefone. Vem visitar-nos.

Por favor, pare de me chatear.

Por quê? Casam, têm 4 filhos e todos ficamos contentes.

- Só me caso aos 50 anos. -50?! O que restará de ti então?

Basta, deixe-me em paz!

- O careca não é casado? - Não sei. Pergunte-Ihe.

- Casado? Você é casado? - Que é que diz?

- Você é casado? - Sim, daqui a um par de anos, talvez.

Deve deixar crescer o cabelo primeiro.

- O que faço com esta? - Coma.

- Como "coma"? - Coma, dá-Ihe uma dentada.

- Inteira? É enorme. - Coma aos pedaços.

- Como? Crua? Assim? - Coma já!

É "Basal akhdar". Tem um sabor ótimo.

Traz o teu pai contigo para almoçar!

- Agora? - Sim, agora.

Tenho que levar o almoço ao meu pai.

- Olá, precisa de ajuda? - Estou dando uma olhada.

Ok, seja bem-vindo.

Guarde-o!

É um belo prato. Lindíssimo. Pintado à mão. Lindo!

Em ouro! Isto é ouro, vê! 50 coroas, muito barato, veja aqui.

-50 coroas... - É muito caro para mim.

-45... -20 coroas.

20, raios! Pode levá-lo por 20! Pássaros... fica com isto por 20.

- Não, isto, mas 50 é muito caro. -45, ok, posso...

Disse 45. 40? Ok, está bem.

-40 coroas? - Calma, fica alerta.

Não, 40 não é possível. É um prato antigo.

-50 coroas? - Não, não posso. Não, não.

-60 coroas? -60? Ok, lá vamos nós.

-60! - Que é que eu disse?

Baba...

- Olá,Moms, como vai? - Måns!

"Moms, Måns". O mesmo... É o mesmo.

- Como vai a barriga? Cresceu? - Poupe dinheiro aqui...

Quer provar?

Quer mais? Venha, venha!

Tenho que ir trabalhar agora. Tenho que trabalhar.

- Vem trabalhar aqui comigo. - Não, não, não.

Sim, vem! Yasmin e o irmão querem conhecê-lo.

Não a quero conhecer. Já disse... não acho graça nisto.

- Tem que te casar. - Não posso ser eu a escolher?

- Por quê? Por que não quer? - Agora tenho que ir trabalhar.

- Mas podemos falar logo mais. - Diz sempre "Não quero. "

- Por quê? - Agora vou trabalhar.

Belo dia.

Roro...

Måns, tem aí dentifrício?

Eh, Benson?

É para ele.

- Que há? Parece triste. - Não, só me sinto um pouco...

- Anda assim há uns dias. Aconteceu alguma coisa?

- Promete não dizer a ninguém? - Prometo.

- Certeza? - Juro! Aconteceu alguma coisa?

Falamos lá fora.

Que há?

- Que aconteceu? - É tão louco. Não sei.

Nunca se sentiu como... como se, por exemplo, você e a Lisa estivessem...

Quando está bêbado e quer foder, e não consegue...

Entende... Como se não o conseguisse usar...? Sabe o que quero dizer!

- Não consegue entesar? - Não.

- Fica pendurado como uma corda? - Não,... é mais como...

Imagina um balão que enche de água.

À medida que fica cheio, ele começa...

fica muito pesado, e depois fica pendurado.

- Fica flácido. Já foi ao médico? - Não. Raios, médicos, não.

- Ir para a porra de um hospital e... - Tem que ir ao médico.

Sei que sim, mas isso parece...

- Não conte a ninguém. - Não, claro.

- Promete? - Sim.

- Seja você mesmo e tudo correrá bem. - Sim, claro. Ops!

- Ok, está pronta? - Roro, acalme-se.

- Estou calmo. - Vê-se.

Tenho que me controlar, senão chego e digo:

- "Olá. A minha namorada!" Entende? - Sim. Anda.

- Venho já. Não saia daqui. - Não.

- Olá, Roro! - Vem, olha a Yasmin e o irmão.

Olá, Roro, há quanto tempo não nos vemos.

Este é o Paul e a Yasmin.

- Olá. Paul. - Olá, olá.

- Yasmin. - Olá.

Vou guardar a bicicleta. Volto já.

- Anda de bicicleta?! Não tem carro? - Não, vou Ihe comprar um.

- Os jovens de hoje andam de carro. - Vou comprar-Ihe uma máquina.

- Não pode subir agora. - O quê?

- Não pode porque eles... - Mas me prometa...

Sim, eu sei, mas chegou imensa família.

- Posso conhecê-los também. - Não é possível.

- É a minha avó, os meus tios e... - Há sempre qualquer coisa.

Garanto, Lisa, quero fazê-lo. Lisa, tem que esperar! Lisa! Lisa!

- Por favor... - Lisa, espera!

Vou me deitar.

Ei...

Não acha que esta na hora de ir a um médico?

Podem inserir-me na uretra um formidável bastão de madeira.

- Posso ir contigo, se quiser. - Mas não quero.

Ok.

- Não é preciso, tenho dinheiro. - Eu também tenho dinheiro.

Tenho um restaurante, entra muito dinheiro, sabe.

Traz a tua família, pago um jantar e podemos conversar.

E a Yasmin pode cantar para nós. - Canta a canção que canta sempre.

- Agora não. - Talvez seja tímida.

Sim, mas em breve será da família.

Canta da próxima vez. Pode cantar no restaurante.

Que faz aqui sentado? Ponha-se a andar. Compra qualquer coisa à Yasmin.

- Espera, quer dinheiro, Roro? - Não, não quer. Ele tem dinheiro.

Parece ser uma pessoa simpática. Mas eu não quero me casar.

Também não quero me casar. Foi o meu irmão que me trouxe aqui.

Estou meio confuso, com os parentes e tudo...

Paul!

O meu pai e especialmente a minha avó passam o tempo a dizer:"Deve casar".

- Para mim ainda é pior. - Pior como?

Os meus pais estão no Líbano, e disseram ao meu irmão que me

fizesse regressar, se não casasse antes do verão acabar.

- Por quê? - Não querem que eu fique solteira.

- Sei, mas que vai fazer? - Não sei.

Não podemos casar? Não podemos só dizer que vamos casar?

- Não sei, tenho uma namorada. - Dizemos que o fazemos...

e depois mudamos de idéia.

Se nem tu nem eu o queremos, por que dizer que vamos casar?

Fico com tempo para pensar em qualquer coisa.

Seria estupendo não ter o pai e a mãe a pressionar...

Não sei. Quero dizer... O teu irmão não pode te obrigar.

Pode sim.

Ninguém precisa saber, Ok?

- Já de volta? Podem passear mais! - Não é necessário.

Vá lá, tem a nossa autorização.

Tomamos uma decisão que provavelmente vai funcionar.

- Pensamos em casar. - Que é que disse?

- Pensamos em casar. - Bem! Muito bem!

Parabéns! Parabéns! Parabéns!

É a minha vez agora, você já bateu 3 vezes, eu só 2.

Ok, joga.

Afaste-se...

Ok, vê como se joga.

- Precisa disto? - Mmm...

Compre este, é 2 vezes melhor. Tem um pouco de aroma, cheira bem.

- Pode levar este como reserva. - Está bem assim.

Um destes também. Agora só custam 30 coroas.

- Pode levá-lo. - Como, de graça?

Sim, se comprar isto. Um pouco de látex...

- Não... - Levo isto e isto.

E aí? Aconteceu alguma coisa?

Não, a sunga está muito apertada. Porra, alguns pelos...

- Você quer... - Espere, diabo!

Põe a tua mão aqui e o pé ali, assim eu posso chegar.

- Sinto-me espremido aqui dentro. - Sim, sim, está bem.

- Desce. - Devagar.

- Como te sentes? - Não funciona. Sinto-me ridículo.

- Devíamos tentar. Esta idéia foi sua! - Eu sei, mas...

Bate com força pra ver se levanto esta maldita piroca.

Ai!

Desculpa!

Porra. Desta vez doeu!

Olá.

- Que aconteceu, Roro? - Caiu da bicicleta e quebrou o nariz.

- Olá. - Olá, amiguinha.

- Onde está a mãe? - Ainda não me deu de comer hoje.

- Como está? - Bem.

Está pronto para lutar? Sim!

Ok, lá vou eu...

Não estava preparado para isto.

- Você está bem? - Meu Deus, está fingindo.

- Está em forma para lutar? - Sim.

Ok. O bastão é teu.. Pode recolher...

Alô?

- Olá, sou a Yasmin. - Sim, olá.

O meu irmão quer que vamos ver um apartamento.

- Um apartamento? - Um que ele arranjou.

Mas... acabamos de nos conhecer. Por que já vamos ver um apartamento?

Ele quer que a gente se encontre. Devemos ir ver. Senão ele desconfia.

Estou com a Lisa agora. Que é que Ihe digo?

Nada, não vamos demorar, talvez meia hora... Não precisa dizer nada.

- Penso o mesmo. Até já. - Ok, adeus.

- Vou mudar de roupa. - Já volto!

- Lisa! - Sim?

Yasmin, se apresse! Vamos chegar atrasados.

- O que é que há? - Por que anda tudo tão rápido?

- Roro é um ótimo rapaz. - Ainda não o conheço bem.

Tem toda a vida para se conhecerem.

- Não tenho vestido de noiva. - Leva o da mãe.

- Não quero, é feio. - Não, vai ficar lindo em você.

- Não podemos esperar pelo apartamento? - É perfeito.

Bem em cima do meu restaurante, assim pode descer e jantar quando quiser.

- Espaçoso, branco, iluminado e fresco! - Não, é tão escuro.

Olha para isto, e não é grande.

Eu e o meu marido passamos aqui bons momentos.

- Já aluguei um belo salão para a festa. - Um salão?

Sim e já falei com o Jamil. Ele faz o bolo, com 10 andares!

Ele precisa de algumas fotos para o modelo. Podíamos tirar hoje.

Olha para esta câmara! Paguei 700, mas vale mais de 4.000...

3, 2, 1. Não se mexam, que raios fazem? Vamos embora daqui.

- Paul, as pessoas estão olhando! - Preciso de um bom enquadramento.

- Chove também. - Não importa.

A super-lente remove a chuva. Fiquem aqui, junto ao carro.

- Onde você quer? Em frente ou dentro? - Fiquem quietos.

- Quer por um carro no bolo? - Não, calma. O carro é para a foto.

E um grande sorriso, quero ver alguns dentes.

Boa! É isso mesmo!

Olha! Hoje em dia todos têm um cachorro.

- Sabe porque ele tem um daqueles? - Talvez porque goste dele.

Não, não é por isso. É porque tem uma piroca pequena.

Olha os ovos, vê!

Pensa no esperma que há ali dentro.

Agora está cagando. Olhe.

- O que come, aquela besta? - Merda, provavelmente.

- Ele não vai limpar? - Calma! Não se preocupe com ele!

- O que está fazendo? - Sente-se...

- Não vai recolher a bosta? - Por acaso, fui eu que caguei isso?

- Não, seu cão. Você é idiota? - O problema não é meu. Fique com ela.

- Eu estou limpando o lugar... - Então limpa isso também!

Afaste-se, imbecil! Não me toque!

- Måns. - Mmm...

- Você tem que ir ao médico. - Mmm...

Sim, sim, vou.

Eu te amo tanto... mas estou com tesão, quero foder.

Não podemos fazer outra coisa? Ir ao cinema ou assim?

Não quero ver nenhum filme. Quero foder.

Sim, mas eu...

Não quis dizer isso. Só que me sinto como...

- É para aumentar o tamanho. - Não quere entrar comigo?

Não quero, já estive aqui. O cara me deixa nervoso.

- Pergunte-Ihe por uma bomba. - Uma bomba?

- Bomba, uma bomba para a piroca. - Bomba para a piroca? Ok.

Desculpe. Olá.

Aquilo... a bomba que...

- Para aumentar o pênis. - Bomba de vácuo.

Qual você quer? Há de 2 tipos. Uma é forte e a outra confortável.

- Tanto faz, compre qualquer uma. - Então compre a confortável.

Espere! Deixe-me pensar, talvez deva levar a forte.

Tem certeza? Esta inclui um anel púbico.

- Um anel púbico? Leva essa então. - Ok.

Måns?

- Måns? - Sim.

- O jantar está pronto. - Sim, já vou.

- Ai! - Que está fazendo?

Eh... estou cagando.

Olá, Simon Pramsten. Vendo aspirador a vácuo altamente sofisticado.

O seu vizinho comprou um e está muito satisfeito com ele.

Posso demonstrar-Ihe o revolucionário sistema de aspiração

que ultrapassa todos os anteriores com o novo sistema "tripleflexapplexes".

Ok.

O sistema tem um filtro especial, totalmente inovador. Sinta-o.

Sente-o, mãe!

O que é isso? Um carro ou um vídeo cassete?

- Não, é um aspirador de pó. - É muito pequeno.

Ela achou que é muito pequeno, não deve aspirar bem.

É compacto, mas é bem forte. É um pequeno gigante.

A propósito, o "INMETRO" (de lá) fez um teste.

O teste mostrou que o nosso aspirador tem a sucção mais forte da sua classe.

- Posso demonstrar e comprovar isso. - Sim, agradeço.

As pessoas usam e com tempo obtêm um bom resultado.

Mas é incrível quando o resultado depende da máquina.

- O que ele está fazendo?

Deixamos ele limpar um pouco. Depois o mandamos embora.

Prazer, Simon Pramsten, vendedor de aspiradores e...

- Você esteve com a Yasmin? - Já está na hora de casarem.

- Tivemos apenas um encontro. - Não há tempo a perder.

- Mal decorei o nome dela. - Claro que sabe o nome dela.

- Não podemos esperar mais um pouco? - Não.

- Agora, quero ficar sozinho. - Deixe ele ir.

Falamos com ele mais tarde.

- Posso continuar, ou...? - Sim, pode continuar, por favor.

Chatearam-se durante todo o tempo de casados. Como uma dor no cu.

E Paul é o pior.

- Quem é? - O irmão dela. Está sempre em cima.

- Diga pra eles que você não quer! - A coisa não é fácil assim.

Os parentes também estão em cima. Minha avó e o meu pai estão obcecados.

- Você não disse nada à Lisa? - Não.

- Por que não? - Não sei como dizer pra ela.

- A piroca melhorou com...? - Não, sempre o mesmo.

Na minha família há um homem que sabe usar a medicina natural.

- Que significa "Medicina Natural"? - Usam de tudo. Ele é o "Voodooman".

- Acha que tenho um espírito maligno na piroca?

É uma coisa a considerar.

Pode ser útil falar com ele.

Devo ligar pra ele?

Vou ligar pra ele!

Pensei numa coisa, vindo pra cá. Talvez tenha se transformado em gay

- Mas que merda... corta essa! - Pode acordar um dia sendo um gay.

- Que merda... gay? Sou teu amigo. - Claro, também eu sou teu amigo...

Esquece! Era só um pensamento!

Olá!

- Como está? - Bem, e você?

- Quem é ele? - Um amigo meu.

- Aconteceu assim, de repente. - Há quanto tempo?

- Há quanto tempo está assim? -2, 3 semanas talvez 4...

- Cerca de 2 ou 3 semanas. - Estranho.

- Ele acha que é estranho. - Sim.

- Sim. - Já consultou um médico?

- Ele quer saber se já foi a um médico. - Não.

Não.

- Então ele deve ser gay. - Sim, é estranho.

- Posso examiná-lo? - Ele quer te examinar.

Está bem, sem problema.

Agora vou examiná-lo. Chega mais perto, não tenha medo.

Vamos tentar alguma coisa. Vai ficar bem.

- Devo girar para a esquerda ou direita? - Deve girar para a esquerda ou direita?

1º direita, depois para a esquerda, depois girar 2 voltas.

É como... pega nos ovos e mexa-os, não, não os mex..

Deve fechar os olhos, e puxar com força.

Algumas sugestões sobre a mobília. Troque a cama!

- Você vai comprar uma cama? - Não, é para ti, para o apartamento.

Podemos comprar uma cômoda, uma TV e um som com controle remoto.

- Está bem. - Já falei com um padre.

O padre pode esperar. Apenas o conheci.

Não foi melhor tê-lo conhecido? Vi o bolo, é belíssimo.

Aonde vamos?

Ok, Paul, já vai saber.

- Roro, pegue o carro! - Não, não é necessário.

Vamos, dê uma volta, mas tenha cuidado! Acabei de polir.

Você tem que falar com o Paul. Tratou do apartamento e da mobília.

Não entendo como arranjou tempo para fazer... mas vou tentar!

- Fale abertamente com ele. - Ele não me ouve.

Íamos fingir. Agora ele já tem o padre, arrendou um salão e tudo o resto.

- Vou falar com ele. - Fale mesmo, então!

Falo, falo.

- Vou ver a Lisa. Pegue as chaves. - Mas eu não posso ir lá sozinha.

- Não pode ir sozinha? - Não sozinha e com as chaves.

Quer que te deixe em algum lugar?

Fazemos assim: vamos falar com a Lisa. Podemos dizer-Ihe que é minha prima.

- Minha prima. - Tua prima?!

- Mas fala ao Paul. - Sim, vou falar-Ihe.

- Lembre que agora é minha prima. - Sou tua prima.

- Os cães não podem entrar. - Grande puta! Vamos, raios!

Tire o cachorro daqui!

Não é perigoso. Puta, puta de merda!

Vamos embora!

- Ei, você! Desculpe, chegue aqui. - Eu? O que há?

Poderia segurar meu cão por favor? Aquela puta não o deixa entrar.

- Tenho que ir lá para... - São só 5 minutos.

- Não é brabo? - Ele é muito manso!

- Como devo segurá-lo? - Por baixo das patas.

- Não tem uma trela? - Já teve algum cão?

- Não. - Logo vi, mas não o solte!

- Tudo bem, Rambo, agora fique quietinho. - Chama-se Rambo, ou...?

Cuidado, hein? Cuide dele! Se se queixar, diga apenas "skall".

Deitará sobre as patas. Prometo! Ok, confio em você. Até já!

- Pode...? - O que está fazendo?

- Só quero colocá-lo numa posição melhor. - Segure aqui, assim...

Assim está bem Tenha cuidado com a pata.

- Cinco minutos. - Cinco!

Céus, vejam só estes ovos!

Não, Rambo!

Rambo!

Rambo! Rambo, volta!

Não, raios! Rambo!

Não, Rambo!

Rambo! Rambo!

Rambo!

Rambo!

Rambo! Hei, vem aqui!

Mas que diabo...?

Filho de um corno! Mato aquele desgraçado! Merda!

É um dos meus amigos.

- Olá, Måns. - Olá.

- Como está? - Normal.

- Onde você esteve? - Aqui e ali.

- Olá. - Esta é a Yasmin.

- Olá. Måns. - Yasmin.

Pensamos em ir ver a Lisa e na volta fazer qualquer coisa.

- Quer vir? - Está bem.

- Que carro é aquele? - É da minha prima Yasmin.

O Måns também está lá. Podemos ir junto com eles.

- Você tem uma prima? - Sim, é uma moça simpática.

- Olá. - Olá.

- Lisa. - Lisa.

- Yasmin, olá. - Olá. Olá, Måns.

Entrem.

- Obrigado. Então é prima do Roro. - Mmm...

- Estranho não nos termos visto antes. - Sim. Bem, sabe...

- Vai casar com o Roro? - Quem te disse isso?

- Ele disse qualquer coisa no trabalho. - Sim, eles pensam nisso.

- Eles quem? - A família dele, a minha, todos.

- Basta dizer que não quer. - Não é assim fácil.

Que pode acontecer?

Eles me empacotam, congelam e me mandam direto de volta para o Líbano!

- Merda! Verdade? - Verdade.

- O quê, assim mesmo... e adeus. - Sim.

Mas isso é coisa de loucos! É insano!

Quase como "iide-Mosaik-tv" ou outra coisa do gênero.

Não pode casar com outro? O Roro é tão magro, um verdadeiro esqueleto...

- Ou pior... - Que bobinho.

- Deve haver outro qualquer. - Sim, há outros.

- Você é bem popular, não é? - Não.

- Vamos, admita. - Pessoas vão lá em casa e propõem.

Verdade, e quantos? Um, dois, ou...?

- Hei, as salchichas! - Merda.

- Olha! Você pode ver? - O quê?

- Uma cara. - E daí...?

Um homem latino.

- É verdade. - É como um pequeno dr. Alban.

- O que é que há hoje? - Nada.

- E você? - Não aconteceu nada de especial.

Quem são eles?

- Seu porco safado! Onde está o Rambo? - Lamento, tentei segurá-lo.

- Não consigo te ouvir. - Chegou uma poodle rebolando e...

- Você o machucou? - Calma! Eu não disse isso.

Peguem este desgraçado!

- Por que corremos? - Culpa do Rambo!

- Quem é o Rambo? - Um cachorro!

- Quem fodeu o Rambo? - Por aqui.

Vai morrer, desgraçado! Vai morrer! Ouviu, seu porco safado?

Foda-se, foda-se!

Peguem o desgraçado!

Foda-se!

Hei, mas que diabo é isto? Quem é você?

- Que está fazendo? Me largue. - Pensa que é alguém?

Pensa que é grande, porque tem uma piroca grande. Merda de piroca. Grande? Ah?

É grande como? E deve ser grossa. Grossa! Grande e grossa, ah?

- Experimente isso, bichona! - Idiota!

- Parem! O que vocês querem? - Onde diabos está o Rambo?

Que Rambo? Ai, ai, ai! Não conheço nenhum Rambo. Ai, ai!

Roro?!

- Não conheço nenhum Rambo. - O que estão fazendo?

- Ele roubou o nosso Rambo. - Que Rambo?

- O nosso cachorro. - Que cachorro? Vamos!

Rambo?

Vão pro inferno! Tomem, malditos!

- Você está bem? - Sim.

Ok.

O que estão olhando? Também tenho uma piroca. Você não?

Você tem uma. Você tem e você também.

- Querem que eu fale da minha?

Houve um tempo em que ela era... como uma parte de mim.

Algo de que tinha orgulho, para a qual podia... olhar, até falar com ele...

Merda!

Raios! Larguem-me! Raios!

- Por que você estava brigando? - Tudo por causa do Mans.

- Da próxima vez não se meta. - Foram eles que nos perseguiram.

Você vai se casar. A família, os filhos... você sabe!

Os meus irmãos vão se tornar tios. Logo eu me vou tornar avô.

Não gosto da Yasmin. É bonita, mas não estou apaixonado por ela.

- Não estou apaixonado por ela. - Que quer dizer "apaixonado"?

- Não estava apaixonado pela mãe? - Não.

Não somos iguais. Eu quero amor.

Todos os jovens repetem "amor,amor". Não entendo o que querem dizer!

Måns! Måns!

Olá.

- Que aconteceu? - Nada de importante.

- Roro, onde está a Yasmin? - Não sei.

- Não iam se encontrar? - Sim, mas... tive uns problemas.

- Está brincando? Vamos procurá-la. Ora! Passei o dia ligando pra ela.

- Quero foder a tua irmã. - O que você disse?

Foi o meu papagaio, não eu.

- Depressa! - Já vou.

Merda, está me atrasando, idiota!

- Quero foder a sua mãe. - Que está dizendo?

- É uma ferida. - Sim, aqui.

- Consegue ver alguma coisa? Onde? - Ali na borda.

Tem sangue no nariz. Aqui.

- Lá. - Aqui.

- Tenho sangue na outra narina? - Não.

- Onde você esteve? - Num café no centro.

- Dê-me isto. - Sangue por todo o lado.

Vem, vem. - Fique quieto.

Ahhh!

Encoste-se! Assim. Levante a cabeça.

Espere... Não, venha cá. Deite-se aqui.

Tenha cuidado com o pescoço.

- Põe a cabeça aqui. - Espere, espere...

Desculpe.

- O que tem no olho? - Não toque aí com a unha.

- Uma coisa preta, como uma mosca. - Espere, é difícil.

Já desapareceu.

- Levante, levante! - O que foi?

- Estava sangrando, agora... - Vá para o carro.

- Yasmin, esp... - Que está fazendo com a minha irmã?

- Não te devo nada. - Tem a ver comigo, não com ela. Panaca!

Desaparece daqui. Vá se foder, bichona.

Ai! Ai!

Estou cansado desta merda! O que diabos está fazendo, idiota?

Viado de merda! Onde você está?...

Caralho!

Não escapa. Vai casar com a minha irmã.

- Mas, Paul, eu disse... - Não existe nenhum "Mas, Paul" agora.

Trabalhei para vocês como um louco. Arrumei o apartamento, mobília e o bolo.

Esperava algo como "Obrigado,Paul, você foi ótimo"! Nada! Foi o que recebi.

Vão-se casar! Não vou deixar que "porcaria" nenhuma estrague isso.

- Não me chame disso. - Chamo do que eu quiser, "porcaria"!

Você, cale-se! Não quero ouvir nada de você.

Quem raios pensa que você é, para decidir por mim?

O que você disse? Não te escuto.

Tento ser simpático, mas você só fala do seu restaurante e de dinheiro.

Lamento, Yasmin, o idiota ultrapassou os limites.

Casa-se você, se acha que é tão importante. Eu não caso!

Pegue o bolo e sente-se em cima. Vai se sentir melhor.

Julga-se tão esperto, mas hoje falei com a puta com quem você anda.

Lisa, ou algo assim. Não sou idiota. Ela sabe que você vai se casar.

- Não a chame de puta! - Chamo-a do jeito que quiser!

Estou cagando pra ti. E você vai se casar!

Depois pode ficar com ela, mas primeiro vai se casar.

Merda!

Lisa! Lisa, abra, preciso falar contigo.

Lisa!

Lisa!

- Lisa! - Polícia Criminal, boa tarde.

- É por causa de um assalto. - Em que área?

Merda! Porra!

Acompanhe-me.

- Como é que isso aconteceu? - Aconteceu o quê?

- A mobília embaixo da sua varanda. - Deixei-as cair por acidente.

Sim, como?

Estava mudando de lugar e então aconteceu de cair...

- Para fora da varanda? - Sim, exatamente, foi assim.

Uma cômoda, uma televisão e um aquário?

Ok, honestamente...

tudo começou com o "pistolim".

- Desculpe? - "pistolim".

- Quem é o "pistolim"? - Sabe... o "pistolim" é o meu pênis.

- O seu pênis? - Sim.

Oh.

P... e... n... i... s.

Tudo começou há cerca de 3, 4 semanas...

- Juro, a minha namorada mora ali. - Mmm...

- Eu esqueci das chaves. - Mmm...

Podia bater e chamar.

Os sapatos.

É a minha namorada que mora ali.

O relógio.

- O cinto. - Não uso.

- Você... - O fio.

Quanto tempo vou ficar aqui?

Pense, um policial sem piroca.

E todos o olham e pensam "o polícia sem piroca".

Exagerei no apartamento e perdi o meu auto-controle.

Siiim...

Sim, lamento muito.

Visto que o detivemos, vai ter que passar a noite aqui.

Mas posso isentar da multa. Fica entre nós os dois.

Ok, então fica assim. Boa sorte, agora.

- Olá. - Olá.

O quê? Como conseguiu entrar aqui?

Conheço um policial. Ele me deixou entrar.

Não, sente-se!

- Como está? - Bem.

- Estranho, estava pensando em você! - Mmm... eu sei.

- Sabe como? - E no que pensava?

Quando estávamos sentados no banco, no parque. Senti-me assim.

Agradável?

- Eu também. - Verdade?

Você tem bastante pelos. Estão todos nos braços, nenhum na cabeça.

- Mas o que...? - Olha!

Deixe-me olhar para você! Você não tem quase nada. Bom, só um pouquinho.

Pensava...

Você tem bastante pelos!

Em que pensava?

Também eu pensava...

Hei!

Hei!

- Måns, é você? - Roro, que diabo você faz aqui?

- Durmo. e você? - Tive uma ereção.

- O quê?! Aqui? - Sim.

De todos lugares que há, você tem uma ereção na prisão! É um pervertido, Måns!

Calem-se, quero dormir.

Come merda e enfia a cabeça na privada.

- Calem-se! Vão se deitar. - Está bem, estúpidos idiotas!

Cale-se, você também.!

- Parabéns, Måns. - Obrigado.

Disse para se calarem.

Adeus.

Roro!

- Onde você esteve? - Tive alguns problemas.

Depressa, depressa! Venha cá!

Depressa, depressa! Vista-se, a gente espera.

Olá, Roro.

Espere, espere!

- Olá. - Olá.

- Cortou o cabelo? - Não, é a forma como está penteado.

- Isto é muito bonito. O que é? - Acha? Deixa-me mais velha.

- São diamantes, o...? - Sim, não.

- Vamos caminhar um pouco e conversar? - Mmm...

Vamos!

- É sobre o quê? - Não, nada de partic... não...

Nem sei como te dizer. Estou apaix...

Você é tão bonita, tão querida, escute.

É que... não mas... sinto que...

É como um enorme balão de amor que você fez explodir...

...ficou duro como pedra, pronto para te trespassar.

É como se a cabeça me explodisse, como se você fosse a única na terra.

É como uma espaçonave no espaço, como um míssil, sabe...

Você está lá, lá, lá... Nem sei do que estou falando.

Desculpa. Você se Iançou no espaço...

E eu quero ser uma astronave que voe à tua volta.

Nem sei mais o que estou dizendo. Estou completamente louco.

Quero dizer que... eu estou... Estou apaixonado por você.

Por favor, não se case.

- Não posso. - Pode sim, se quiser. Espere uns dias.

- Mas eu tenho que... - Faça uma coisa que nunca fez antes.

Deixe arrefecer as coisas. Faça como eu. Tenho muita paciência.

- Não posso. - Sim, mas...

Não posso, tenho... Não, tenho que ir agora.

Sei que também me ama. Yasmin, espere!

Olá, é a Lisa. Deixe uma mensagem.

Exceto você, Roro. Vai se foder! Não quero te ver nunca mais.

Carolina.

Diga ao pai que já venho. Tenho que resolver uma coisa.

- Que coisa? - Chega.

Vai visitar a Lisa?

Adeus.

Roro, espere!

Roro!

Espera!

- O que faz aqui? - Não case com a Yasmin.

- Pensa que o faria? De onde você vem? - Da casa da Yasmin.

- Da casa da Yasmin? - Sim.

Que foi fazer na casa da Yasmin? Sobe! Vou na casa da Lisa.

Raios! Estou ficando louco.

Que aconteceu? Aconteceu alguma coisa com ela? Não entendo nada!

- Que diabo aconteceu na cela? - Penso que eu...

Não sei, eu...

- Estou apaixonado por ela, raios. - Pela Yasmin? Está apaixonado?

É uma loucura completa. Dirija.

- Olá, Roro. - Olá, Ulf, a Lisa está?

Sim, mas não quer falar contigo. Está indisposta.

- Tenho que falar com ela. - Ok.

Obrigado, Ulf.

Lisa!

Lisa!

Lisa, sou eu. Abre!

Não quero te ver mais, Roro. Vai se foder!

Não fale assim, Lisa. Sou eu.

Vai casar com a puta da sua prima. Espero que tenham muitos filhos.

- Não é minha prima. - Não, não é.

- O Paul não me disse isso. - Acredita mais no Paul do que em mim?

Ele não me interessa. Odeio ele, tanto quanto a você.

Ele a queria casada, senão ela seria enviada de volta para o seu país.

Ela me pediu. Só quis ser simpático.

Não tinha intenção nenhuma de casar. Eu te amo. Abra a porta.

- Por favor. - Não.

Se não me acredita, vem comigo e casamos já.

Está tudo pronto, as pessoas à espera e eu vestido a caráter.

Sempre quis conhecer a minha família.

Vamos agora que estão todos lá. Toda a família. Abra e nos casamos.

Que responde? Vamos casar?

Olá.

Olá.

Não é bom?

Vamos casar?

Nem sequer tenho um vestido de noiva, espertinho.

Que tal este?

- Depressa! - Depressa!

Olá.

Não será fácil, mas vou tentar abreviar o mais possível.

Obrigado por terem vindo, todos vocês. Tantos!

Pronto...

A Yasmin e eu não nos amamos.

Portanto... não podemos casar e não vamos.

A Yasmin ama aquele rapaz ali, Måns...

Para mim só existe uma moça com quem quero casar.

É esta moça aqui a meu lado... a Lisa.

Obrigado por terem vindo. Os que ficarem serão bem-vindos.

Os que quiserem sair, podem fazê-lo.

Pensa que pode fazer tudo o que quer, ah? Aquela puta deve sair.

Você não diz nada? É o pai. Foi você que o educou.

Vou matá-lo. Devia ter vergonha dele.

- O que você quer? - Não sabe o que está fazendo.

Måns!

Måns!

Måns, anda!

Yasmin!

Roro, Roro, venha cá!

Roro, o que está fazendo?

Já disse que não amo a Yasmin. Amo a ela.

Vá, vai embora. Pegue as chaves. Adeus. Adeus.

- Sério? - Sim! Sério! Vai!

- E a festa? - Eu trato disso. Adeus.

Adeus. Você, vai...

Vá, Yasmin, vai!

Adeus! Vamos!

Pare o carro, estúpido! Disse para parar o carro. Pare!

Merda!

- Para onde foi o Roro? - Ele volta.

- Não devia casar com a Yasmin? - Não quis.

- Por quê? - Porque não quis.

- Mas devia ter casado com ela. - Sim, mas não quis.

Estou vendo...

- E a mãe, como se sente? - Bem.

Fico feliz com isso.

- Quer nozes? - Não.

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