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Abbott & Costello Numa Aventura na �frica (1949)
Legendas em Portugu�s-Br: Walter Santos
Fique a�!
N�o se mexa!
Fique a�!
Acalme-se!
Agora, sente-se!
Vamos, pule!
Sente-se!
Sente-se, seu tolo!
Levante-se!
O que est� fazendo, Sr. Livington?
Desculpe-me, deixe-me ajud�-la.
Venha!
Oh! Tome.
Buzz! Oh, Buzz!
- Calma, Stanley? O que houve? - Olhe!
Espere um minuto. Espere um minuto.
Pegue, pegue!
Calma, Stanley!
� s� um gatinho.
Buzz, estou com medo.
- Por qu�? - Veja o seu olhar!
N�o entendo este seu medo de animais.
Por qu�?
Quando era pequeno tinha medo do porquinho das moedas.
Que bobagem!
- Quer saber de outra? - O qu�?
At� os 15 anos n�o comia biscoito em forma de animal.
Vamos! A loja j� vai abrir, arrume isso.
Vamos trabalhar!
Voc�, v� embora!
MEDO
� claro que tenho!
E � verdade.
Posso ajud�-la, senhora?
O senhor tem "Saf�ri Nas Trevas" de Cuddleford?
Vou procurar.
Ei, cara.
Bom dia, senhores?
Queremos falar com o vendedor.
Sou vendedor, Stanley Livington.
Encarregado de todos os livros sobre selva.
Tenho uma confer�ncia �s 11:00h.
Sim. Sim. Voc� tem o livro chamado
"Saf�ri Nas Trevas" de Cuddleford?
"Saf�ri Nas Trevas" de Cuddleford?
N�s t�nhamos, mas n�o temos mais.
Quando li esse livro, fiquei 9 meses tendo pesadelos.
O que lembra do livro?
- Por qu�? - Voc� se lembra do mapa?
Que mapa? Do livro? Claro que me lembro.
Poderia desenh�-lo?
- Desenhar? - Por mil d�lares.
Querem que eu desenhe aquele mapa por mil d�lares?
Por mil d�lares fa�o uma pintura a �leo.
Ok, estamos esperando por voc� as 7:30 no beco.
Vamos lev�-lo at� algu�m que lhe pagar� os mil d�lares.
- Neg�cio Fechado? - Sim.
Ok, amigo!
�s 7:30 no beco.
� melhor ir. Voc� entendeu?
Mil d�lares pelo mapa!
Desculpe-me, mas o livro est� esgotado.
Vendemos o �ltimo h� tempos.
Que pena!
Procurei em todas as livrarias. H� um mapa nele.
Pagaria 2.500 d�lares por esse mapa.
Repita o que disse.
Nesse livro h� um mapa pelo qual
pagaria 2.500 d�lares.
US$ 2.500?
Com licen�a, j� volto.
O que est� fazendo?
Buzz, n�o vai acreditar.
- Dois caras vieram... - Sim, claro, Stanley.
Lembra do livro "Saf�ri Nas Trevas"?
� o que eu queria dizer...
- Lembra-se do mapa? - At� voc�?
- Buzz, pare. - O que est� fazendo?
Desenhando o mapa.
- Ah, n�o, nada disso! - Um minuto!
N�o posso deixar...
Cale a boca e venha comigo!
Calma, calma. Acalme-se!
A senhora � a pessoa mais afortunada de Nova York.
Permita-me apresentar Stanley Livington.
O melhor ca�ador de animais selvagens do mundo.
Eu...
Adoro ca�adores de feras.
Isso � �timo, Sr. Livington.
- Prazer em conhec�-la, mas... - Vai lhe interessar saber que
quando Cuddleford escreveu "Saf�ri Nas Trevas",
Livington estava com ele.
- Oh! - Maravilhoso!
Deve conhecer bem o mapa que havia no livro.
- O mapa? - Sim.
Claro, posso desenh�-lo sem um l�pis,
num quarto escuro.
Seus problemas terminaram.
Se quiser, ele pode ir � sua casa hoje � noite.
- Que ideia maravilhosa! - Oh, n�o!
Acho que � uma �tima ideia.
Meu nome � Emerson, Diana Emerson.
Seria um prazer, Srta. Emerson, mas tenho...
- Ela vai esper�-lo. - Me esperar?
Esse � o meu endere�o.
Nos veremos esta noite. Adeus!
Adeus!
� o tipo de garota com quem eu sonho.
Mas deveria ver os bagulhos que consigo!
Chefe, o cara disse que conhece o mapa de cor.
Marcamos um encontro e ele far� o desenho.
O idiota vir�, oferecemos mil d�lares pra ele.
Relaxem, tambem encontrei algu�m esta manh�.
- � mesmo, chefe? Onde? - Na loja Clark.
Foi l� que encontramos esse cara gordinho.
Um minuto,
era um gordinho com cara de tolo?
Ele mesmo.
Aquele trapaceiro!
Voc�s oferecem mil d�lares e ele me pede mais.
Quando ele chegar, vou quebrar seus ossos.
Nada disso.
Quando ele sair, o sigam e recuperem meu dinheiro.
Entendido, chefe.
Saiam pela porta de servi�o,
tenho que falar com o guia do saf�ri.
Entre, Sr. Beatty.
� aqui mesmo.
N�o esque�a que � um grande ca�ador.
Por que sempre me deixa em apuros?
Voc� � ingrato.
Te dou a oportunidade de ganhar $2.500,
e � assim que me agradece? Fa�o de tudo por voc�.
- Vamos l�. - Espere!
Sinto muito.
Vamos l�.
Stanley, venha!
Estou tentando fechar a torneira.
Feche e venha logo!
- J� fechei! - �timo, ent�o venha!
Pode vir aqui um momentinho, por favor?
- O que foi agora? - Meu dedo est� preso.
Deixe pra l�, vamos l�.
Certo.
Algo est� errado. Deixe-me ver.
N�o � este, n�o � este!
� este!
- N�o grite. - Bem, me ajude!
Fique quieto.
Harry, n�o vai atender a porta?
N�o! Tenho coisas pra fazer.
Atenda a porta!
Est� bem.
Tenho de fazer tudo aqui.
Sou cozinheiro e mordomo.
Daqui uns dias... Ela vai ver!
Eu prometo...
Vai ver!
Sim.
Somos Johnson e Livington, est�o esperando por n�s.
Entrem.
Quem est� batendo?
Entre logo!
A Srta. Emerson est� ocupada,
esperem na sala de jantar, por favor.
Seus chap�us!
Obrigado.
Isto d�i!
� a torneira l� de fora.
Sim, mas n�o sai. Ajude-me a tir�-la!
Tire sua m�o!
Vou ajudar voc�.
Fique quieto, ou n�o consigo ajud�-lo.
Me machuca.
Fique quieto se quiser ajuda.
Ainda n�o anunciei a expedi��o,
ou me tornaria v�tima de pessoas inescrupulosas.
Se esse mapa existisse mesmo,
seu dono o teria na palma da m�o.
O homem que eu espero � um pouco bobo,
mas parece inteligente.
Caso lembre-se do mapa, partiremos j�.
Por mim, tudo bem,, Srta. Emerson.
Quanto ao seu pagamento,
o que acha de US $5.000 adiantados e 15.000 no final?
Voc� � muito generosa.
Ao contr�rio,
dinheiro n�o � tudo, desde que eu consiga o que quero.
Termine logo isso!
Ah! Aqui est�!
N�o � essa m�o, � a outra!
Ponha a m�o no bolso!
Tire a m�o!
�s vezes, eu...
Stanley, acabei de descobrir
que o mapa vale mais de 2.500 d�lares.
N�o entendo. Como aquela �gua saiu da torneira?
Est� me ouvindo?
Vamos l�.
Venha!
V� pra sala de jantar e espere por mim.
Vou dar uma olhada pra ver se descubro algo mais.
V� em frente!
Quem era, Harry?
Sr. Livington e Sr. Johnson.
Onde est�o?
Na sala de jantar.
J� irei v�-los. Sirva o caf� na biblioteca.
Pedirei ao Gunner que venha. Deixe a porta aberta.
Sim, senhora.
Desculpe.
N�o sabia que havia mais algu�m.
Desculpe, n�o se mexa.
Esse quadro me fez lembrar da minha �ltima expedi��o � �frica.
- Verdade? - Sim, senhor.
E foi a expedi��o mais arriscada da minha vida.
Fomos ca�ar uns gatos bem grandes. Sabe do que estou falando?
De le�es, eu imagino.
Nem pode imaginar, amigo.
Le�es s�o le�es, aqui ou em qualquer lugar.
Nem imagina o que sejam le�es, � imposs�vel.
Sabia que no meu 1� dia peguei 64 le�es � tarde?
Meu Deus, que ca�ada!
� mesmo?
Sim, l� encontrei meu velho amigo Clyde Beatty.
- N�o! - Sim!
�, mas estava triste.
N�o tinha ca�ado um s� le�o em duas semanas.
� mesmo?
Eu peguei todos, e ele n�o conseguiu pegar nenhum.
Claro, em se tratando de ca�ar le�es, ele n�o sabe nada.
Eu sou autoridade no assunto.
Aqui entre n�s, vou te dizer:
Clyde Beatty � uma farsa.
Por outro lado, ele � um cara legal,
mas entre n�s, uma farsa.
E quer saber mais?
Quem voc� acha que doma
os le�es que ele tem nas jaulas?
- N�o sei. - Eu!
Stanley Livington, o ca�ador mais corajoso do mundo.
N�o brinque!
Bem, um dos melhores.
N�o me disse seu nome.
Clyde Beatty.
Clyde Beatty, Clyde, muito prazer.
Vou falar sobre a t�cnica
que uso pra domar le�es.
No come�o custa um pouco, Clyde...
Clyde! Clyde?!
Ol�, boa noite.
Vejo que j� conheceu o Sr. Livington,
nosso grande ca�ador.
- De fato. - �timo.
Ele me contou suas fa�anhas.
- N�o preste aten��o. - �timo, �timo.
Ok, conte a ele sobre a ca�ada
de tigres na �ndia com voc� e Clyde Beatty.
Adoraria ouvir isso.
Stanley me contou que superou
Clyde Beatty 5 vezes.
A prop�sito, poderia me apresentar este cavalheiro?
- � Clyde Beatty. - Clyde Be...
Clyde... Clyde... Clyde Beatty.
Nos vemos por a�!
Sr. Beatty, perdoe o que disse sobre o senhor, desculpe-me.
Sr. Johnson e Sr. Livington,
desculpem o atraso.
Conhece o Sr. Beatty?
Aparentemente, somos velhos amigos.
Gostaria de um caf�?
Depois do caf�,
o Sr. Livington ir� desenhar o mapa.
Sinto muito, mas o Sr. Livington
n�o poder� desenhar o mapa.
Como disse?
O sucesso da viagem depende do mapa.
Isso significa que pensa em fazer uma viagem � �frica?
- Sim, farei um saf�ri. - Com licen�a, por favor!
Sei que voc�s t�m assuntos a tratar.
Talvez seja � melhor. Harry, o chap�u do Sr. Beatty.
Com licen�a, senhores.
Boa noite, amigo!
R�pido, diga aos dois l� fora que n�o fa�am nada
com Johnson e Livington. Mudan�a de planos.
Sim, Senhora.
Ei, Buzz, deixe-me desenhar o mapa.
Pegamos o dinheiro e vamos embora.
N�o, se voc� fizer o que eu disser.
Vamos receber mais do que US $ 2.500.
N�o ouviu que ela vai fazer um saf�ri?
- Queria estar l�. - Onde?
Com ela no saf�ri.
Stanley, voc� est� certo.
Tenho que ser franco com voc�.
N�o o censuro por ter esse desejo.
Que desejo?
Claro, ter� de explic�-lo � Senhora.
Por que n�o explica pra mim?
O Sr. Livington insiste
em acompanh�-la no saf�ri pela �frica.
- Eu insisto? - Voc� mesmo disse.
Espere!
- Como vai? - Veja bem,
ele se sentiria em casa,
e seria mais f�cil desenhar o mapa.
Acho uma �tima ideia,
e voc� pode nos levar � bifurca��o
dos rios Tarabongo e o rio Okavango.
Pra Oka... o qu�?
Certamente, digamos que os valores s�o
US $5.000 agora e 15.000 no final do trabalho.
J� incluindo os meus servi�os.
- Espl�ndido! - �timo.
E pra sua seguran�a, vou nomear
o meu melhor guarda-costas.
Guarda-costas!
Sim, ele os seguir� pela selva.
E se voc� n�o acertar o animal
ao atac�-lo, ele salvar� suas vidas.
Ah! Deve ser ele.
- Com licen�a. - � claro.
Buzz, o que est� acontecendo?
- H� muito dinheiro em jogo. - Foi o que pensei.
Voc� sempre me deixa em apuros.
- N�o me importa. - N�o vem com esta!
Ora, essa...
- Eu n�o calo a boca. - Eu quero...
Eu n�o irei, n�o irei.
N�o vou! N�o vou!
Gunner, apresento o Sr. Johnson e o Sr. Livington.
- Gunner Jensen. - Ol�!
N�o quero ser intrometido, mas por que vamos � Africa?
Estamos procurando um orangotango gigante.
Um orangotango gigante?
Com licen�a, por favor. Me d� licen�a.
O que � um orangotango gigante?
- � um grande macaco. - Ah, um grande macaco!
N�o se preocupe.
Um grande macaco!
- Com licen�a! - Desculpe!
- Um macaco grande? - Sim.
Como aquele do circo?
Sim, mas um pouco maior.
� ele que vai me proteger?
Mostre como sabe lidar com uma Winchester.
Voc� n�o acerta o le�o, eu aponto!
Coloco o dedo no gatilho e miro com muita precis�o.
Coloco o dedo no gatilho.
Coloco a bala e...
N�o tenho balas!
Stanley.
Stanley!
Onde est� voc�?
Stanley!
Como � calmo!
Stanley, o que faria se soprasse um vento norte?
Baixaria a �ncora.
- E um vento oeste? - Baixaria a outra �ncora.
- E um vento sul? - Baixaria outra �ncora.
- E um vento leste, o que faria? - Baixaria outra �ncora.
De onde tira tantas �ncoras?
De onde tira tantos ventos?
Fique quieto.
E continue remando.
Nestes dias, anda muito desobediente.
Quero que voc� melhore.
N�o gosto disso!
Abre muito sua boca!
Eu, boca grande? E voc�?
N�o me fa�a rir. Eu, boca grande!
Mas sei pra onde vou.
N�o jogue �gua!
O que est� fazendo?
Ei, voc�!
Por Deus Gunner! Eu n�o, o poste!
Sempre reclamando!
- Ol�! - Ol�!
Estamos num bom ritmo, Srta. Emerson.
Amanh� vamos para o interior da floresta.
�timo!
Bem, olhamos ao redor, chefe, e sabe de uma coisa?
Acho que n�o tem diamantes aqui.
Idiota!
Nunca mais diga "diamante".
Estamos pra achar um orangotango.
Estou ficando farto
destes dois de quem a senhora depende.
Est�o sempre nos seguindo...
Paci�ncia! Logo teremos o mapa nas m�os.
Stanley, Stanley!
Pare tudo!
Pare tudo!
Venha! Saia da�.
Saia, r�pido! Venha aqui!
Venha, Stanley.
Buzz, n�o viu que a barraca estava quase pronta?
Vamos, desenhe o mapa.
- O mapa? - O mapa!
- Se desenhar posso voltar? - Por que quer voltar pra casa?
- Eu esqueci alguma coisa! - O qu�?
- De ficar l�. - Desenhe o mapa, vamos.
Imagine eu me tornando um magnata?
Edif�cios, iates, ferrovias...
Teria at� uma companhia a�rea.
N�o � m� ideia, n�o senhor.
Invernos no Maine.
Ver�es na Fl�rida.
- Inacredit�vel. - Olhe pra ele,
n�o consegue nem lavar a pr�pria roupa.
Como �, j� est� pronto?
Pronto? Bom rapaz!
Este papel vale um milh�o de d�lares!
Um milh�o? Ent�o, quero algo por ele!
Claro, j� ia lhe pagar.
- Tome um n�quel. - Obrigado.
- Bom rapaz! - Um n�quel!
- Ol�, Diana! - Harry, leve o leite ao Johnson.
E com muito a��car.
Que belo dia!
- E voc� est� �tima. - Est� de bom humor.
Tenho todas as raz�es do mundo pra estar.
Finalmente consegui fazer Stanley desenhar o mapa.
Posso v�-lo?
Descobri coisas interessantes. Que al�m dos orangotangos,
h� outras coisas importantes pra encontrar no territ�rio.
� mesmo?
Sim. E devido aos fatos, devemos fazer um novo acordo.
Que tipo de acordo voc� prop�e?
Acho que 20% dos lucros do saf�ri seria o mais justo.
Parece ousado.
Devido � sua generosidade, posso ver o mapa?
Claro, claro.
Olhe esse mapa.
Vai lev�-la at�...
LOJA KLOPPER DE DEPARTAMENTOS
Acho que est� faltando algum detalhe aqui.
Vou falar com o Stanley. Ele n�o completou o mapa.
Bem, eu j� volto.
Aqui est� o seu ch�, com muito a��car.
Beba voc� mesmo.
"Beba voc� mesmo, Beba voc� mesmo."
Harry, quero ver Boots e Grappler imediatamente.
Sim, senhora.
Venha, venha aqui!
- Engra�adinho, hein? - O que h� com voc�?
Quer me passar pra tr�s?
Este n�o � o mapa do livro de Cuddleford.
�, sim.
Este mostra como chegar � Loja Klopper.
Guardava o mapa no livro de Cuddleford.
Olhe aqui, seu imbecil, eles querem o mapa
do territ�rio Ubangi.
Territ�rio Ubangi?
- Territ�rio Ubangi? - Sim!
N�o entendi por que eles pagariam
tanto dinheiro por um mapa pra chegar � loja Klopper!
Percebeu que estamos numa situa��o perigosa?
- Perigosa? - Muito perigosa!
- Buzz. - O qu�?
� pior do que quando aquele magricela me machucou?
- Certamente! - Pior que isso?
Sem d�vida.
Pior do que o tombo na patina��o?
Muito pior!
De quando eu ca� pelas escadas?
� muito pior.
Buzz, estamos fritos.
Espere, temos que pensar em algo.
J� sei, vamos cair fora!
Vamos depressa! Pegue isto.
- Pegue! - Vamos!
- O que est�o fazendo, rapazes? - V�o a algum lugar, pessoal?
Vamos botar as malas na barraca.
Ent�o, se mexam!
Espere,
vamos, tire isso do meu ombro.
Pare com isso! Vai perder a cabe�a.
Vamos, mexam-se!
Estou farto de receber ordens de voc�s.
Escutaram? Estou farto!
Ei, voltem aqui.
Voltem.
Ei, voltem!
Ei, voltem!
Ei!
Venha!
Venha pra este lado da linha!
Vamos!
Stanley!
- Stanley, n�o fa�a isso! - N�o me amole!
- Me deixe. - N�o pode matar ningu�m.
- N�o fa�a isso! - Algu�m vai ter que pagar.
Algu�m tem que pagar por isso!
Stan...
Belo amigo voc� �!
Me trouxe pra selva!
Por qu�?
Porque disse que sabia desenhar o mapa.
Mas n�o sabe, n�o �?
Se sabia disso, ent�o por que me trouxe at� aqui?
E agora?
O que acontecer� com os navios que ia comprar?
E com arranha-c�u que eu ia comprar?
E com as ferrovias?
Largue isso!
E olhe em que situa��o voc� deixou seu melhor amigo!
N�o esperava isso de voc�!
Assim, irei � fal�ncia. � s� o que me resta.
O que os meus amigos v�o dizer?
Voc� era meu melhor amigo.
Aonde vai com esta �gua?
Minha barraca est� pegando fogo!
Ent�o, n�o vai dizer nada?
Segurem! Segurem!
Parem!
- Por que mandou parar aqui? - Cuddleford parou aqui.
No final da p�gina 389,
Cuddleford escreveu que teve um dia mon�tono.
Ent�o, acampou na Margem do Rio Crocodilo.
L� est� o rio Crocodilo.
Por ali!
Perdoem, mas Stanley est� revivendo o livro.
N�o � tudo!
Naquela noite, Cuddleford dobrou a guarda,
pois estavam dentro do territ�rio Ubangi,
que est� cheio de animais perigosos e canibais.
Ele est� certo!
Este lugar � muito perigoso.
Acho melhor n�s ficarmos por aqui mesmo.
Mas vamos perder meio dia!
- Vai perd�-lo de todo o jeito. - Por qu�?
Segundo Cuddleford, quando chegou do outro lado do rio,
pegou mal�ria e teve que parar por 36 horas.
Srta. Emerson, devemos procurar um lugar pra acampar.
Ok, Sr. Beatty.
Stanley, venha comigo.
Fale com mais delicadeza com a Srta. Emerson.
Ela pode nos mandar de volta pra casa.
- Bom, bom! - O que h� de errado?
Oh, meu Deus!
Est� com medo disso? � s� um le�ozinho.
Espere, vou peg�-lo.
Venha aqui, gatinho.
Buzz, n�o mexa nisso.
Aqui est�.
Lembra do que aconteceu na Loja Klopper?
N�o fique nervoso, � s� um gatinho criado a leite.
Tamb�m fui. Agora como carne! Deixe-o ir com a sua m�e!
Toque nele! Vamos!
Viu s�?
Agora vou solt�-lo.
Viu como ele corre?
Tenho meu dedo de volta.
O que quer dizer com o dedo de volta?
Eu toquei num le�o de verdade!
Um le�o de verdade!
- Eu sou corajoso! - Vai perder o medo.
- Eu o toquei! - Que bom!
Vou capturar o filhote e levar pra Diana.
Ei, espere!
� uma grande ideia! Ficaremos numa boa com ela.
V� peg�-lo. Nos vemos no acampamento.
Gatinho, gatinho.
Vem c�, gatinho!
Onde voc� est� gatinho?
Buzz!
Ei, Buzz!
Buzz! Se manda!
Buzz, acho que perdemos o gatinho.
Buzz!
Ah, n�o!
Ei, Buzz!
Est� muito escuro, n�o enxergo nada.
Como foi cair nesta armadilha, seu desajeitado?
Vou jogar uma corda.
N�o enxergo nada, ent�o, d� um jeito de pegar.
Bom garoto!
Buzz!
Seria melhor fazer uma dieta. Est� ficando muito gordo.
E pesado demais. D�-me a ponta, obrigado.
Vamos deixar aqui caso algu�m caia.
Ei, Buzz!
Buzz!
Ei, Buzz!
Vamos verificar essa armadilha.
Stanley!
Stanley!
Ok, pessoal. Bom trabalho.
Leve-os para o caminh�o.
Vamos, rapazes. Para o caminh�o!
Stanley! Stanley!
Stanley!
Cuidado, tem uma armadilha a�.
Uma armadilha!
Obrigado, seu guarda.
Meu nome � Buzz Johnson.
Procuro um gordo baixinho chamado Stanley Livington.
- Voc� o viu? - N�o o vi!
Meu nome � Frank Buck.
- Frank Buck! - Sim.
Fico feliz em conhec�-lo.
Digo o mesmo.
Estou procurando um esp�cime de orangotango gigante.
- Voc� o viu? - N�o.
Essa armadilha � pra ele.
- � melhor ir. - Vamos embora.
- Sr. Buck. - Sim.
Existe mesmo esse orangotango gigante?
Claro que sim.
Tem algum nessa �rea agora.
Um enorme. Mede quase 6 metros.
Tem fei��es quase humanas.
Coloquei armadilhas em toda essa parte da selva.
Ei, Buzz!
Sr. Buck, poderia me ajudar a achar meu acampamento?
Com muito prazer!
A armadilha funcionou, r�pido!
Pegamos um.
Vamos l�!
Levantem tudo!
Vamos r�pido!
Suba, suba!
Johnson, ser� a maior esp�cie j� capturada pelo homem.
A rede vai aguentar.
Vamos com isso!
Vamos l�, suba!
N�o demore.
Depressa!
Agora devagar. Com cuidado!
- � muito feroz? - N�o sabemos.
N�o?
� o Stanley.
Stanley!
Onde se meteu? Procurei-o por toda parte.
Eu vi um gori...
Pare com essa tolice!
O que est� tentando fazer? Parecer rid�culo?
- Exatamente! - Tive o trabalho...
- Voc� cavou o buraco? - Sim, eu mesmo.
O m�nimo que poderia fazer � colocar uma placa.
- Vou denunci�-lo ao... - Fa�a o que quiser!
Acalme-se!
O que � isso? Uma armadilha?
Sim, uma armadilha.
- Est� tudo errado. - O que est� errado?
N�o sabe preparar armadilhas.
Ensinei Frank Buck a preparar qualquer armadilha.
Ele sempre me pergunta.
Sou o melhor ca�ador do mundo, por isso estou aqui.
Essa armadilha � muito estreita.
- Quer calar a boca! - Mas Stan...
Sou o chefe. Sei o que digo.
Depois de... Quem � esse sujeito?
Frank Buck!
Frank Buck? Como vai!
At� logo, Sr. Buck!
Sim, v� pro jipe e espere.
Montem tudo de novo.
Sr. Buck, est� tudo pronto.
- Mande fazer as outras. - Sim, senhor.
Desculpe ter ca�do na sua armadilha.
N�o se preocupe.
Mas vi uma coisa que nem em pesadelos j� havia visto.
Tinha uma cabe�a enorme.
- N�o fale besteiras. - � verdade!
Ent�o eu juro.
V� em frente, coma.
Pare com isso!
O que est� havendo?
Por que est� nervoso?
N�o brinque com a comida!
Buzz! Buzz!
O que h� com voc�?
Deve estar cansado.
Eu n�o estou.
Buzz, Buzz!
O que aconteceu?
V� alguma coisa ali?
Claro que n�o!
Ent�o, estou com mal�ria.
Melhor lev�-lo de volta ao acampamento.
Tamb�m acho. Sigam minhas instru��es e nunca se perder�o.
E cuidado com minhas armadilhas.
Melhor levar uma arma.
Podemos precisar.
Muito obrigado.
Adeus!
Adeus, rapazes.
Venha, tenha cuidado.
Que neg�cio � esse?
Pagam bem pelo couro de crocodilo nos Estados Unidos.
Voc� sabe!
Certo pessoal, chega.
Vamos voltar para o acampamento.
Buzz, depois de um banho, me sentirei como um diamante.
- Diamante. - Isso mesmo!
Stanley, acho que Diana est� nos enganando.
N�o achou estranho quando Clyde Beatty foi ca�ar le�es?
E ela nos deixou nadar no rio?
Est� com ci�mes!
- Nada disso! - Quero usar isso.
Espere.
Talvez esse seja o territ�rio dos diamantes.
Talvez ela saiba onde est�o.
Buzz!
E j� tenha os diamantes.
Buzz, calma. Voc� precisa dormir mais.
Esque�a os diamantes.
- Estou preocupado. - N�o se preocupe.
- Eu sei. - Vamos l�.
Vamos tomar um banho.
- Ver� como isso relaxa voc�. - Vamos ver.
- Vamos l�! - Tudo bem.
O �ltimo � uma velha caduca!
Espere! Pra onde vai?
- Me jogar. - Pra l�?
Se eu me jogar pra c�, quebro minha cabe�a.
- Voc� leu a placa? - O qu�?
Voc� sabe o que diz aqui?
CUIDADO COM OS CROCODILOS. NADE NAS REDES.
"N�o pise na grama".
Espere, n�o pode se jogar. Est� cheio de crocodilos.
- O qu�? - Crocodilos!
Relaxe, n�o tenha medo.
- Deste lado tem as redes. - Ent�o, me jogo ali.
Aqui eles n�o entram.
�timo, aproveite seu banho.
Bom!
Voc� faz isso?
Vamos, est� quente.
- N�o � ruim. - Claro.
� isto a�, rapaz.
Vamos, v� em frente!
Que barrigada.
- Ei, Buzz! - O qu�?
Vou fazer imita��es.
Vai fazer imita��es?
Olhe esta!
- Uma foca. - Uma foca?
Preparado?
- Que tal? - Perfeito.
- Outra. - O qu�?
- Uma baleia. - Uma baleia.
Isso � uma baleia?
- Olhe esta. - O qu�?
Um jacar�.
Vamos l�, quero entrar tamb�m.
- Fa�a isso. - Vou l�.
Buzz!
N�o quis esperar.
Buzz, pare!
Pare!
Pare de fazer c�cegas.
Pare de brincar!
Vamos, j� chega!
Pare com isso!
Buzz! Buzz!
Chega!
Pare de brincar.
Buzz, saia da�!
Buzz!
N�o sei por que cans�-los antes de partir.
Isso me preocupa.
O que me preocupa s�o aqueles dois imbecis nos acompanhando.
Acalme-se!
- N�o quero fazer isso. - Mas vai fazer.
N�o quero.
Acha que sou um covarde?
N�o, n�o acho voc� covarde.
Sabe o que dizem no acampamento?
Stanley, o covarde! Stanley, o covarde!
Tem medo de um jacarezinho.
- Era um jacar� grande. - Pare com isso!
- Tem medo disto? - Acho que sim.
Veja, � s� uma pele.
Toque nela! N�o tenha medo.
Vou torn�-lo um her�i, queira ou n�o.
Vou at� a jaula.
Lembra onde nos banhamos antes?
Nos veremos l�. Estarei nesta pele.
Traga a Diana junto.
Quer que a leve at� l�?
Voc� entendeu!
E voc� estar� na pele do le�o.
Exatamente!
Far� igual ao Clyde Beatty.
- Ok, Buzz. - �timo.
Vou falar com a Diana.
Depois vou mostrar como sou corajoso.
E n�o um trouxa.
Assim que se fala.
N�o se esque�a, perto da �gua.
Estarei l�.
Logo nos despediremos do sr. Beatty.
De seus le�es, jaulas e crocodilos.
Pode preparar esta gaiola, vou envi�-la aos E.U.A.
Bom exemplar. Preparem os outros 3.
Volto em alguns minutos pra dom�-los na gaiola.
- Diana. - Sim, Stanley.
Gostaria de falar com voc� a s�s.
- Claro! - Com licen�a, rapazes.
Gostaria de esclarecer algumas coisas.
Sim.
Vamos mais pra l�.
Diana,
N�o estou gostando de alguns rumores que andam por a�.
E quando n�o gosto...
Pegue, beba.
Dizem que tenho medo de le�es, � mentira.
Sou o melhor ca�ador do mundo.
Ningu�m � melhor que Stanley Livington.
Acha que os le�es que Clyde Beatty pega s�o grandes?
N�o passam de gatinhos.
Gatinhos pequenos.
Vou provar pra voc� do que sou capaz.
Vou procurar o maior le�o da selva.
- Voc� tem medo de le�es? - N�o.
Ent�o, d� uma olhada!
Stanley!
Stanley, o que diabos est� fazendo?
Me assustei com o grito.
N�o importa. Vou entrar na gaiola.
E voc� se comporte.
N�o entendo por que tem tanto medo.
Voltem pra tr�s! N�o tenham medo daquela fera.
Eu, Stanley Livington, vou proteg�-los.
Todos voc�s.
Pra tr�s, Stanley. Vou atirar.
Deixe-o brincar com o le�o.
N�o perco isso por nada.
N�o atire, Grappler.
Bom trabalho, Buzz!
Olhe,
- levou-o pra jaula. - N�o acredito.
Vamos, vamos,
Entre logo nesta jaula.
Vou mostrar quem � o chefe.
Vamos, vamos.
A chave. N�o preciso mais dela.
Diana, olhe.
N�o tenho medo de le�es.
O rev�lver � s� para o Clyde Beatty.
Joguei fora!
N�o se preocupe. Est� tudo sob controle.
O idiota fica se exibindo!
Um blefe, isso sim.
Venha Buzz, suba na caixa.
Bom trabalho.
N�o se demore, suba!
� assim que eu gosto, bom garoto.
Ei, Buzz, sabe de uma coisa?
Voc� se move como um le�o.
At� pula como um le�o.
Sabe de mais uma coisa?
Voc� tamb�m cheira como um le�o.
Isso � o que n�o entendo.
Pare com o bafo na nuca, n�o gosto disso.
Como est�!
Isso vai ser terr�vel.
Ei! n�o leve isso t�o a s�rio.
Ou bato em voc� com a cadeira.
Eu n�o temo nada. Ol�!
Sou um cara corajoso.
N�o me importo com gatinhos.
N�o me importa o seu tamanho.
Como estamos indo?
Ei, Buzz!
Tem que cortar as unhas, elas machucam.
Voc� que pediu.
J� vi o suficiente.
Stanley!
Stanley!
Stanley, saia da�!
Buzz, n�s os enganamos.
Devia ter visto a cara deles quando entrei aqui.
Stanley, saia da�.
N�o posso, tranquei a porta.
Ent�o, me d� a chave.
Joguei a chave fora.
Onde?
Por a�.
Stanley.
Ei, Buzz, j� chega.
V� embora antes que estrague tudo.
Do que est� falando?
N�o sabem que voc� est� dentro da pele do le�o.
Vou procurar a chave.
Precisava ver a cara do grandalh�o.
Buzz, devia ter visto a cara deles.
Minha m�e!
Se soubessem que era voc� a� dentro...
Eu sei que � voc� a� dentro.
Agora eu sei.
Buzz, estou paralisado.
Stanley, encontrei a chave!
J� vou abrir, n�o se preocupe.
Stanley?
Stanley!
Oh, n�o!
N�o!
Stanley
Stanley!
O que fez com o meu amigo?
Tudo minha culpa.
N�o deveria ter for�ado.
Meu melhor amigo.
Por que esse le�o est� aqui?
E quem trancou a jaula?
Deixe os outros entrarem!
Calado.
Suba.
Isso.
Certo pessoal, deixem os outros entrarem.
Que coisa horr�vel!
Stanley!
E tudo por minha culpa.
A culpa � toda minha.
Como ia saber que um le�o de verdade entraria na jaula?
Isso � terr�vel. Stanley...
N�o vou aguentar esse peso na minha consci�ncia.
Queria que estivesse aqui!
- Nunca fez mal a ningu�m. - Era um bom rapaz.
Gostava muito dele.
Por que teve que morrer assim?
Voc� era ruim pra ele.
Agora � muito tarde. O que est� feito, est� feito.
Sim, tem raz�o.
Se soubesse que ele entraria
numa jaula com um le�o de verdade...
N�o mandaria nem meu pior inimigo para aquela jaula.
Pobre menino...
Voc� mandou aquele pobre rapaz
pra jaula pra ser comido.
Eu sei, eu sei...
Ele nunca fez mal a ningu�m.
Ele era um bom rapaz!
Poderia me atirar de um penhasco agora.
� o que deveria fazer. � o que vou fazer.
Coitado do Stanley!
Mas n�o tenho coragem.
Se ele estivesse aqui, iria me dizer o que fazer!
O que vou fazer, Stanley?
J� sei, vou pegar aquele le�o!
Aquele que o matou!
Talvez tenha que passar o resto da vida
nesta selva at� pegar aquele le�o.
Vou matar esse le�o nem que seja a �ltima coisa que fa�a.
Eu n�o fiz... mas...
Ol�, Buzz!
- Stanley! - O que est� acontecendo?
- Stanley! - Claro!
� voc� mesmo!
Claro, Buzz!
- Um momento. - O qu�?
- Est� inteiro? - Claro!
- O le�o n�o te machucou? - N�o.
� voc� mesmo?
Acha que sou uma miragem?
Voc� n�o � uma miragem.
- � real! - Claro!
Seu trapaceiro!
Um grande trapaceiro!
O que h� com voc�?
O que houve?
Ca� em cima de um caco de garrafa.
Espere, espere.
� um diamante.
- Jogue fora, ent�o! - N�o.
- � um diamante de verdade. - Um diamante?
� o que est�vamos procurando.
- Deixe-me ver isso. - N�o toque nele.
E acalme-se. O diamante � meu!
- �? - Eu encontrei!
- � um caco de garrafa. - N�o me diga o que �.
Tem mais ali!
� outro diamante.
Um diamante de verdade. Olhe pra isto!
Olhe, olhe, siga-me.
Aqui est� outro.
Isto � inacredit�vel! Voc� n�o...
Venha, Stanley!
Olhe, Stanley, aqui tem outro.
Estou rico!
Stanley, j� pensou?
Olhe, Stanley, siga-me. Olhe aqui!
Mais outro!
Poderei comprar edif�cios, cavalos,
iates, tudo o que quiser.
Eu posso... Stanley!
Meus olhos est�o enganando? Veja!
Stanley, olhe! Outro.
Stanley, olhe este aqui!
Olhe o tamanho deste diamante!
Pense no que eu possa comprar!
Pense em algo! Deixe isso a�!
Olhe l�, Stanley!
Mais dois. Segure esses!
Cuidado, n�o os deixe cair...
O cora��o deve acreditar no que os olhos veem.
Mais dois, verdadeiros!
O que est� fazendo? Tentando me roubar?
Mas voc� disse...
� tudo meu.
Olhe, Stanley,
outro diamante.
Mais um diamante, Stanley!
Olhe, Stanley! Venha c�!
Stanley, vem c�!
- Quer saber? Tem mais ali. - Ent�o, pegue!
Coloque esse com os outros.
- Voc� sabe? - O qu�?
- N�o pensei que houvesse tantos! - Tem outro.
Coloque aqui!
Tem mais um!
Parece magia! Nunca vi tantos!
Incr�vel, Tantos diamantes!
Olhe a confus�o em que voc� nos meteu.
Voc� s� pensa em dinheiro!
Eu?
Ah, Buzz!
Agora sei o que significa "Estar em maus len��is".
Nunca pensei que fosse t�o ruim assim.
Agora voc� sabe!
Buzz! Buzz!
Como p�de se soltar?
Fique quieto!
Voc� � esperto. Retiro o que disse de voc�.
Bom trabalho.
O que faremos, Buzz?
Fique assim.
At� eu conseguir escapar. Finja estar amarrado.
Prepare-se...
� agora.
Vamos!
Venha, Buzz!
Volte aqui.
Venha, Buzz!
N�o posso, estou amarrado!
Mas voc� me desamarrou!
N�o fiz isso.
- Voc� conseguiu sozinho. - N�o me desamarrei.
- Me desamarre e vamos embora. - Est� brincando?
- N�o. - Vamos, r�pido!
Est� quase, Buzz!
Agora as pernas.
- R�pido! Nos descobriram! - Vamos l�.
O que mais o preocupa?
Sabe Diana,
nunca acreditei na hist�ria do macaco gigante.
- � mesmo? - Sim.
Nem quando trouxe Clyde Beatty aqui pra ca�ar animais.
Do que est� falando, Sr. Johnson?
Diamantes!
E sei onde est�o.
Poderia nos levar l�?
Sim, mas vamos negociar.
Vamos dividir a bolada.
- Isso � roubo. - Nada disso, � pegar ou largar.
- N�o tenho alternativa. - N�o tem.
Quando se decidir, chame o Buzz.
Ei, grand�o, pegue isso!
Chefe, que neg�cio � este de dividir a bolada?
N�s faremos do meu jeito.
Preparem-se pra desmontar o acampamento.
Vou dispensar o Sr. Beatty
Ei, pessoal, venham aqui!
Peguem as coisas que est�o espalhadas.
Talvez mude para um lugar melhor.
A prop�sito, deixem isso aqui
no caso do cara gordinho... Sabe, o gordinho!
Se ele aparecer aqui, � dele.
V�o!
Chefe quer falar com seu chefe.
Sim, senhor.
N�o estamos mais � procura do orangotango gigante.
E como conseguimos todos os animais que quer�amos,
acho que podem se preparar pra voltar.
Por mim, tudo bem, Srta. Emerson. Direi aos meus homens.
V�, Sr. Beatty
Srta. Emerson, umas pessoas estranhas querem v�-la.
Melhor ir r�pido.
Sim, Harry.
- Chefe quer falar. - Falaremos na cabana.
Chefe diz muitos brancos v�m para Ubangi pelos diamantes.
Muitos brancos morrem!
E por que quer falar comigo?
Chefe quer ser seu amigo. Chefe quer negociar.
Quer dar isso.
Diamantes!
O que ele quer em troca?
Chefe quer comer homem branco gordo.
- Ele? - N�o, ele n�o!
Pequeno homem gordo.
Forte, forte.
Gordinho baixinho. Amigo homem alto magro.
J� sei, Stanley!
Diga ao chefe, neg�cio fechado!
Chefe diz: Bom neg�cio.
Excelente!
Ela vendeu o Stanley!
Ei, Gunner. Gunner!
- Quem disse isso? - Sou eu, Buzz. Viu o Stanley?
Se encontr�-lo, diga pra se esconder e confiar em mim.
Pode deixar que eu digo.
At� agora n�o vi a �frica.
- Como ela �? - Gunner!
Ei!
Depois conto pra ele.
Diana, tenho que lhe dizer:
Estamos em territ�rio muito perigoso.
Fomos capturados por um bando de canibais.
Muitos canibais que queriam nos comer!
Nos amarraram numa �rvore e tinha um cara que fazia...
N�o estou brincando.
Me desamarrei e conseguimos escapar. Buzz tamb�m fugiu.
Estava cercado, da� comecei a bater neles.
Um gancho de direita, um de esquerda e derrubei dois.
Da� outro de esquerda, outro de direita.
Tinha um parecido com este. Com um chap�u igual.
Nesse que usava o chap�u, eu dei um soco t�o forte
que fiz um galo nele deste lado.
Como esse. Igualzinho.
Buzz!
- R�pido, atr�s do Stanley! - Vamos!
Diamantes! Diamantes!
S�o meus por um capricho do destino.
Os diamantes!
Stanley n�o vai saber.
S�o todos meus. N�o vou dividi-los.
Ei, Buzz!
Buzz!
Buzz, levante-se!
Vamos. Levante-se!
- Ei, o que � isso? - Meus diamantes!
- Olhe, l� est� o gordo! - Oh, seu traidor!
Consegue v�-los, Stanley? Stanley, o que vou fazer?
Meus diamantes, meus diamantes!
� o que est�o procurando, meus diamantes!
Oh, n�o podem peg�-los!
V�o arruinar meus sonhos!
O que vai acontecer com os meus navios?
Meus edif�cios...?
D�-me, d�-me os meus diamantes.
J� sei o que vou fazer:
Vou escond�-los, n�o ir�o encontr�-los.
Depois virei busc�-los. Este parece um bom lugar.
Agora vou marcar a �rvore.
Venha Buzz, corra!
Vamos l� rapazes, carreguem o caminh�o!
As armadilhas j� est�o prontas.
Toda a �rea est� coberta.
Espero pegar um grande desta vez.
Olhe!
A jaula! Vamos l�!
Tirem-me daqui!
Disse pra me tirarem daqui!
Ok, podem tir�-la.
Viu um gordinho e outro magro
- correndo pela selva? - N�o, n�o vi.
Nunca poderei alcan��-los.
- Espere, aonde vai? - Preciso ach�-los!
N�o vou deix�-la sozinha nesta selva.
Ficar� comigo.
Venha, Stanley!
Stanley, vou pegar os diamantes. Continue correndo!
Como, se voc� n�o me larga?
Continue correndo!
Olhe, � o Stanley. Segure-o, Gunner.
N�o eu, ele.
Vou procurar ajuda. Voc� � muito chato!
N�o quero problemas, Stanley. Se precisar, atiro pra matar.
Eu sei, Gunner. N�o vou causar problemas.
Nem vai perceber que estou aqui.
S� n�o aperte t�o forte.
Ah, est� com medo, n�o �?
Olhe o seu rosto, est� ficando verde.
Tem at� manchas na face.
Stanley, n�o me obrigue a puxar o gatilho!
Meu dedo est� co�ando.
� este o lugar!
Meus diamantes!
Onde est�o? Eu os deixei aqui!
Meus diamantes!
Quem � esse? � voc�, Harry?
Sim, sou eu, Harry.
Est� morrendo de medo. Nem se mexeu.
- N�o se mexeu? - N�o.
Achou Boots e Grappler?
N�o, mas mantenha Stanley na mira!
- Entendi. - Vamos voltar ao acampamento.
Stanley � muito perigoso.
Fez um bom trabalho.
Ande, e bico fechado!
Levante as m�os e continue andando.
Meus diamantes! Devem estar por aqui!
Sim, � este o lugar.
Por que isso s� acontece comigo?
Eu os enterrei aqui.
Sempre trato bem os meus amigos.
Devem estar aqui, bem aqui.
Cad� meus diamantes?
Continue andando, continue andando!
Como entrei nesta bagun�a?
Eu n�o entendo!
Vamos, continue andando.
N�o abaixe as m�os. Andando.
Assim!
Quer me fazer pagar um mico?
Estou de olho em voc�.
Por que n�o olha por onde anda, seu burro desajeitado?
- Eu? - Sim, voc�!
Esses p�s enormes s�o seus.
Foi voc� quem me atropelou.
Por que me chutou?
- Quem te chutou? - Voc� me chutou.
Nem toquei em voc�.
J� disse pra me deixar em paz!
N�o bati em voc�.
Agora, me deixe em paz!
- � mesmo? - Sim!
Vou te deixar em paz.
Vou te dar algo que nunca vai esquecer.
- Ah, �? - Sim.
Meus diamantes! N�o, n�o!
N�o consigo entender,
tinha um imp�rio na palma da m�o.
E ele escorre entre meus dedos!
N�o consigo entender.
N�o consigo entender.
N�o consigo entender.
Meus arranha-c�us...
Meus avi�es...
Minhas ferrovias...
Meus iates.
Poderia estar num deles agora.
E olhe s� onde estou:
Numa balsa. N�o consigo entender.
Buzz!
Buzz, onde est� indo?
- Voltando pra casa. - Me leve com voc�.
- N�o vou levar voc�! - N�o pode me deixar!
Estou farto de voc�!
Voc� s� me traz azar. Atrasa a minha vida!
- N�o entendo. - Voc� n�o entende?
Nem eu entendo isso!
Vamos, caia fora!
Ei, Buzz, vou atr�s dessa balsa!
At� logo, Buzz!
Agora estou sozinho. O que ser� de mim?
Buzz!
- Bom dia, senhor! - Bom dia, senhor Livington
Limpe bem as letras. S�o muito importantes.
Sim, senhor.
- Bom dia, senhor Livington - Bom dia, Tolula.
- Tem meu jornal. - Sim, senhor!
Obrigado.
- Bom dia, Sr. Livington - Bom dia, Sr. Meyser.
- Como vai o jogo? - Me deve 22 centavos.
- Vejo voc� �s 2 horas. - Sim, senhor!
N�o se esque�a!
N�o consigo entender.
- Seu barbeiro! - Desculpe, senhor.
Sr. Livington, e quanto ao meu aumento?
Vou falar com meu s�cio.
- Se ele j� tiver chegado! - Obrigado, senhor!
Ele j� chegou! "Meu s�cio!"
FIM
Legendas em Portugu�s-Br: Walter Santos
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