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LABORAT�RIO �REA RESTRITA
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O que est� fazendo?
- Garner teve o relat�rio. - Voc� ia mat�-lo.
Quando terminar o levaremos ao carro e parecer� um acidente.
N�o!
O seu irm�o sabe o que fazemos, Martin.
Talvez fosse quem iria levar o relat�rio a algu�m.
Mesmo que voc� saiba, mais raz�o para n�o mat�-lo.
Devemos saber com quem tem falado e o que disse.
Adam...
...posso me assegurar de que coopere.
N�o.
- Podemos experimentar com ele. - J� fizemos com Garner e outros.
Acha que arriscaria com o meu pr�prio irm�o se n�o estivesse seguro.
E se n�o funcionar?
Se n�o funcionar, n�o teremos perdido nada.
Morrer� igual aos outros.
OS INVASORES
Estrelando Roy Thinnes, como o arquiteto David Vincent.
Os Invasores...
Seres de um planeta que est� para ser extinto.
Seu destino: a Terra.
Sua inten��o: fazer dela o seu mundo.
David Vincent os viu.
Para ele, tudo come�ou em uma noite que passava por uma estrada deserta
procurando um atalho que nunca encontrou.
Come�ou com um restaurante fechado e abandonado.
Um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.
Viu a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.
Agora, David Vincent sabe que os Invasores est�o aqui.
Que tomaram a forma humana.
E, de alguma forma, precisa convencer o mundo descrente...
de que o pesadelo j� come�ou.
Atores convidados: Michael Tolan
William Smithers
Katherine Justice
Kent Smith
e Michael Constantine, como Martin Willard.
Epis�dio de hoje: Os Possu�dos.
SANAT�RIO WILLARD
O sanat�rio Willard, um centro de sa�de e descanso.
Mas para David Vincent, uma terr�vel vis�o do futuro...
...o aguarda ao final deste tranquilo caminho.
Fique longe dele.
Diga a Adam que eu me ocuparei dele.
Bem, como vai a luta?
Est� melhor?
Al�m das dores de cabe�a.
Bom, tivemos que tirar muita serragem...
...j� n�o resta nada que o impe�a de pensar.
Esprema.
A outra m�o.
Muito bem. As dores de cabe�a melhoraram, Ted.
Em breve, seremos os reis.
Neste mundo, acontecem muitas coisas.
N�s iremos em frente.
Venha logo me ver no laborat�rio.
Obrigado, Martin.
Vou voltar. Pode vir comigo.
A empregada vai se ocupar dele.
Ol�, sou David Vincent. � o Dr. Willard.
Sim, v� em frente.
- Ol�, Ted. - David!
Sinto ter demorado tanto, mas a sua carta demorou 2 semanas para chegar.
- Minha carta? - Sim.
Bem, acontece...
Estava indo ao laborat�rio para fazer um check-up.
Sofri um acidente, mas podemos conversar um pouco.
N�o sabia do acidente, como voc� est�?
Estou me recuperando, foi uma queda feia.
Voc�...
Agora � arquiteto.
Sim. Tem certeza que est� bem?
Sim, estou bem. Eu te escrevi?
Sim, e parecia urgente.
Certo, me lembro de lhe ter escrito.
Tenho estado pensando em voc�, mas...
...o acidente me afetou bastante.
Falei de voc� ao Martin, meu irm�o.
Ah, claro! Arquiteto...
Pavilh�o.
Est� interessado?
N�o sei do que est� falando.
O pavilh�o...
...o centro de pesquisa que Martin necessita para seu trabalho.
Sim.
O Sr. Garner nos deixou o dinheiro para construi-lo.
- N�o falou disso na carta? - Voc� n�o especificou nada.
Na realidade o projeto � de Martin, por isso talvez...
Tem que falar com ele. N�o direi mais nada.
- Bem. - Iremos agora mesmo.
De acordo.
David...
...fico feliz em te ver.
Est� certo de que n�o quer que o ajude?
Voc� j� tem o seu pr�prio trabalho.
Hoje, faremos um check-up no Ted.
- Est� se fechando atr�s, Dr. Willard? - Sobre o meu, n�o.
Pegue-o.
Sim, Dr. Willard.
Laborat�rio.
Sim?
Certo, obrigado.
Janet est� indo ao laborat�rio.
Janet?
N�o quero que veja Ted, como conseguiu entrar?
Isso n�o importa. Impe�a.
Janet.
Esta � uma �rea restrita e voc� sabe disso.
Tenho direito de estar aqu�. O dinheiro do meu pai � que permite seu trabalho.
Eu sei, mas agora eu n�o posso falar disso.
Tampouco Ted, � claro.
Sua empregada me impediu de entrar na casa duas vezes.
- Martin, quero v�-lo. - Isso � impossivel.
Por qu�?
Porque ainda n�o est� bem.
N�o pode receber visitas, nem sair de casa.
Sou sua noiva, tenho direito de v�-lo..
Algo est� errado. Ele me ligou na noite do acidente.
Disse que queria me ver...
...o esperei e ele n�o veio. O que aconteceu?
Ent�o, era voc�...
- O qu�? - Nada. Janet, por favor v�.
Logo o ver�. Est� bem.
- Posso acreditar nisso? - Sim, eu te chamarei.
Mais histeria?
Talvez dev�ssemos deixar que seja visto.
N�o at� ter certeza de Ted est� sob controle.
Mas, descobri que era Janet, com que falou.
Agora, devemos nos assegurar de que ela n�o sabe o porqu�.
Ted! O qu�?
David, esta �...
...Janet Garner, minha noiva.
Ol�.
O que faz aqui fora? Martin disse que voc� n�o podia sair de casa.
Ele me pediu para vir. Vai me fazer um check-up.
Temos que entrar. David tem que conhecer Martin.
Claro. Tamb�m vai trabalhar com Martin?
N�o, Ted e eu dividimos um quarto na universidade.
Desculpe, mas devemos entrar.
O verei agora que est� melhor?
Sim, nos veremos.
Janet.
J� vimos fotos do seu trabalho e gostamos, mas...
...ainda n�o estamos prontos para contratar um arquiteto.
Eu lhe pedi para vir um pouco antes do acidente.
J� veio. Bem, espero que n�o tenha vindo para nada.
Ted, me espere no laborat�rio. Descerei em seguida.
Sim, estou pior do que pensava.
Te verei logo, David.
Adam Lane, David Vincent.
- Senhor Lane. - Como vai?
Ted pediu ao Sr. Vincent que viesse.
Adam � o meu m�o-direita. Projetou todo o meu equipamento mec�nico.
Me desculpe por um momento. Martin deve assinar uns pap�is.
Fique � vontade.
Depois do check-up do Ted, vou lhe mostrar o centro.
Fazemos coisas fascinantes por aqui.
N�o estava muito ocupado? Eu j� o farei.
Me deixaram ver s� o que queriam que visse.
Continue, estou te escutando.
Ted dirige a se��o psiqui�trica, e seu irm�o a cl�nica...
...� a se��o cir�rgica.
Tem certeza de que este Adam Lane � um extraterrestre?
Muita certeza.
Controlam Ted. N�o sei porqu�.
Uma de nossas subsidi�rias, Hale Electronics...
...se ocupa de sua equipe de coleta de dados.
Mandarei algu�m e talvez eu v� tamb�m.
Boa id�ia. Eu vou ficar no Motel Brownwood.
Est� bem?
Sim, obrigado. At� logo.
Sim, se trata do mesmo Vincent.
- Deixe comigo. - Sim, senhor.
Padr�o de comportamento: 1.
Controle absoluto de comportamento.
- Voc� � o Dr. Willard? - Sim, senhor.
V�, em frente, David Vincent.
O que poderia ser t�o ruim a esta hora da manh�?
- Traga o caf�, por favor. - N�o quero caf�.
Preciso de algo mais forte.
O que acontece?
Ontem � noite, algu�m tentou me atropelar em frente ao motel.
Vou chamar Martin.
Ted, quero que voc� me responda.
Desculpe, David, n�o devia o ter feito vir.
Preciso que seja sincero comigo. O que est� acontecendo aqui?
N�o me escreveu pelo pavilh�o novo. Est� precisando de ajuda.
O qu�? Te chamei porque voc� � um arquiteto.
Podia ter chamado um especialista em desenhos de hospitais.
Eu queria voc�. Tem que me acreditar.
Ted, sei o que o Adam Lane �.
O teu irm�o trabalha para eles, por qu�?
Meu irm�o...
N�o!
Voc� sabe que ele est�o aqui, certo?
N�o, n�o sei!
De quem est� falando?
V� embora, David.
O que est� acontecendo?
S�o estas dores de cabe�a.
Iguais as do Sr. Garner.
- Me deixe te ajudar, Ted. - N�o, sei o que devo fazer.
- Quero te ajudar! - Eu n�o! V�!
Voltarei.
Ei, o que faz?
- Sr. Vincent? - Sim.
O Sr. Scoville me enviou.
Me desculpe por espion�-lo, mas me cansei de esperar no motel...
- ...e procurei o seu carro. - De onde conhece Scoville?
Trabalho para ele. Na f�brica de Albuquerque.
- David Vincent. - Burt Newcomb.
Scoville lhe explicou o que est� acontecendo?
Sim, n�o sei se posso acreditar mas...
...ele me pediu como um favor, e aceitei. O que devo fazer?
Ter� que acessar os seus relat�rios.
Fazemos a manuten��o de suas m�quinas.
A dificuldade depender� daquilo que se procure.
Preciso saber que tratamento receberam os dois homens.
O Dr. Ted Willard...
...e o senhor Garner.
E verificar se algu�m mais recebeu o mesmo tratamento.
Usando Ted, meu irm�o!
- Tem outra solu��o? - Qualquer outra!
Vincent sabia quem eu era.
N�o sei o que fazia, Martin, mas n�o seja t�o protetor.
N�o � o que voc� considera um assassinato.
Olhe...
...ser� melhor que nos entendamos.
Entretanto eu estou � frente...
Voc� n�o est� na frente disto desde que eu cheguei.
Quando come�amos, me disse que salvar�amos vidas.
J� sei que s�o fortes e poderiam nos destruir num instante...
N�o, voc� est� fazendo que isso n�o seja necess�rio.
N�o teremos que mat�-los se n�o oporem resist�ncia.
Preciso saber porque fa�o, para salvar vidas ou criar assassinos?
Faz, porque temos o controle...
...primeiro com m�quinas e depois sim, n�o teremos que matar ningu�m.
� uma bela id�ia. Mas antes devemos conseguir.
Uma vida em troca da salva��o de milh�es.
O laborat�rio � zona restrita.
Embora o dinheiro do meu pai financie a pesquisa de Martin...
...eu n�o tenho o direito de entrar.
Sabe que tipo de experimentos eles fazem?
Isso n�o � nenhum segredo. Controle de comportamento.
Martin tem uma nova teoria sobre o tratamento da loucura.
Com cirurgia?
Pensei que tinha vindo para me falar de Ted.
Eu vou.
Operaram o seu pai por sofrer um acidente como Ted?
N�o, foi para aliviar a press�o de um nervo cervical.
Deu certo a opera��o?
Sim, durante algum tempo.
O que aconteceu, ent�o?
Come�ou a sofrer dores de cabe�a.
Pensei que fosse por ter voltado ao trabalho muito cedo.
Mas, ele disse que tinha tantas coisas para fazer que...
...estava muito preocupado pelo neg�cio, por sua sa�de...
- ...para fazer testamento. - Para deixar dinheiro para o pavilh�o?
Quase n�o o reconhecia.
Dizia que havia algo em sua cabe�a...
...que tinham colocado algo na sua cabe�a.
Uma noite se tornou t�o irracional que chamei o sanat�rio...
...e vieram busc�-lo.
A segunda opera��o fracassou.
Operaram seu pai e Ted..
Disse que seu pai estava se comportando de forma estranha.
Igual a de Ted, agora.
Talvez isso pare�a l�gico...
...mas faz 3 anos que conhe�o Martin e Ted.
Martin gosta de Ted tanto como eu e nunca lhe causaria dano.
Agora, v� embora por favor.
Obrigado.
Muito obrigado.
Bert fica muito tempo l� dentro.
Sabe cuidar bem de si mesmo.
O que est� fazendo?
Trabalhando. Estou verificando a m�quina.
Quem lhe pediu para fazer isso?
Est� no contrato de manuten��o. A cada 90 d�as.
Se n�o quiser que a gente fa�a...
Da pr�xima vez chame antes.
Entendido.
Fa�a voltar.
- Obrigado pela ajuda. - De nada.
Isto significa alguma coisa?
- Ambos foram operados na nuca. - E houve mais dois casos.
Garner, Manfredi e Norris morreram.
Ted Willard continua vivo.
Duas semanas depois da opera��o...
...voltam, s�o operados outra vez...
...e morrem.
- Conseguiu comprovar alguma compra? - Sim, algumas.
Compraram material muito sofisticado.
Como para transmiss�es de alta frequ�ncia.
Para que servem?
Sabe o que fazemos na f�brica de Siracusa?
Alteramos padr�es cerebrais de animais eletronicamente.
Seu comportamento muda.
Se enviar um sinal a um gato...
...para que tenha medo de um rato, fugir� como puder.
Se for instru�do para atacar um tigre, o far�.
Controle de comportamento.
Martin.
O que quer?
David.
Algu�m tentou mat�-lo.
Como voc� sabe?
Ele me disse.
E eu vi quem foi.
O qu�?
Quero dizer que vi...
...que posso imagin�-lo.
Com um carro, na rodovia.
- Quanto voc� bebeu? - N�o muito.
Me diga a verdade, Martin.
N�o podia saber como aconteceu, mas sei.
Voc� sabia que podia v�-lo.
Sei que ainda est� doente, o que pensa.
Voc� est� mentindo.
Acho que era eu que o conduzia...
...mas n�o sei porqu�.
Sempre me ajudou, me ajude agora...
...me diga a verdade.
Vamos subir. Voc� precisa dormir.
Martin, por favor, estou te pedindo.
Ted...
...nunca fiz nada errado...
...voc� teve um acidente...
...a sua mente o est� enganando.
� tudo o que vai me dizer?
- Ted! - N�o, me deixe s�.
Acharei algu�m que me ajude.
Acredita nisso? Que eu tentei te matar?
N�o conscientemente.
Mas disse que era o meu carro. Pensa que eu trabalho para eles.
Poderia ser. Como o pai de Janet.
Existe algu�m que nos pode assegurar.
Quem?
Me pediu para vir te ajudar. Voc� sabia dos extraterrestres.
O teu irm�o est� envolvido?
Garanto que n�o est� envolvido em nada.
Ent�o, n�o h� raz�o para te proteger.
Vai me ajudar a comprovar?
- � meu irm�o. N�o posso lhe causar dano. - Ted, me escute...
N�o, me escute voc�, Vincent!
Ted est� doente e voc� s� o faz piorar. Eu o estou perdendo.
Voc� pode me ajudar, Ted?
David, � meu irm�o.
Voc� � meu irm�o.
Sem d�vida, foi o Ted.
A pol�cia relacionou seu p�ra-choques amassado com o sinal.
Voc� acha que ter� mais chances de que seu pai.
N�o � a mesma coisa. Martin n�o iria ferir o seu irm�o.
Martin n�o tem controle com o que passa com Ted.
Faz 6 semanas que seu pai morreu porque conseguiram o que queriam...
...o dinheiro para o novo pavilh�o. N�o sabemos o que querem de Ted...
...nem quanto v�o lhe deixar viver.
N�o p�de fazer nada por seu pai, mas pode salvar Ted.
Vai me ajudar?
O que tenho que fazer?
Senhorita Garner...
...todos sabemos o quanto quer�a a seu pai.
Por que quer que fa�amos isso?
Talvez pelo muito que o quer�a.
Acho que foram cumpridas todas as regras...
...assim quer faz�-lo, por favor.
Como m�dico-legista posso recusar uma aut�psia...
...se n�o me derem uma raz�o v�lida.
- Encontramos. - A certid�o de �bito.
Parece estar tudo em ordem.
Pode ver a assinatura do Dr. Martin Willard.
N�o tente me fazer mudar de id�ia.
Sou a �nica familiar viva.
Tenho direito de levar o corpo de meu pai para outro lugar.
Se negar o meu pedido, farei assim mesmo.
Levarei o meu pai para que fa�am a aut�psia em outro lugar.
Muito bem.
Venha ao meu escrit�rio para assinar os documentos.
Com Adam Lane, por favor.
Uma aut�psia...
- Por qu�? - Eu n�o sei.
Talvez o seu pai tenha lhe dito algo antes de morrer.
N�o, � esse Vincent.
Podemos impedir a aut�psia.
Ela j� assinou os pap�is.
N�o ter� que fazer se Janet morrer de repente.
Sem mais mortes.
Seu futuro e do seu irm�o dependem dessa aut�psia.
S� h� uma pessoa que pode chegar at� ela.
Acho que n�o me ouviu. Nada mais de mortes.
O comportamento de Ted est� programado. Far� o que queremos.
Se voc� seguir em frente, avisarei a policia.
A �nica maneira de me deter � me matando.
Mas, seria o fim desse projeto.
De acordo, encontre outra solu��o.
Motel Brownwood.
Com David Vincent.
Um momento por favor.
Diga.
David, � o Ted.
Eu...
Eu pensei. Quero te ajudar.
Que bom! Eu o verei no laborat�rio agora.
Ted? O que est� acontecendo?
Padr�o de comportamento: 1.
Campo de controle ativo.
Sujeito: Ted Willard.
Diga?
Diga?
Quem chama?
Quem �?
Quem �?
O seu atual comportamento est� ditado pela sua rela��o com Janet.
N�o deve suspeitar nada.
J� sabe como.
Escolha o momento e ningu�m o ver� entrar. O resto � com voc�.
Lembre que se voc� vive...
...e seguir com o seu plano, vai destruir o seu irm�o.
N�o pode permitir que viva. Lembre disso.
N�o pode permitir que viva.
Est� em suas m�os, Ted.
Ted.
Voc� est� bem?
- Com um grande complexo de culpa. - Culpa?
- Por a ter abandonado. - Venha.
Vamos falar do tempo, da bolsa, de beisebol.
Tenho te achado muito estranho, Ted.
Ted, h� algum problema?
N�o, estou um tanto nervoso. Tem um cigarro?
Sei o que tem passado. David me contou.
Deveria lhe estar agradecido.
Vamos te ajudar. N�o precisa se preocupar.
Sim.
Ted!
Quando terminar me informe logo.
- Quanto isso vai demorar? - Irei em seguida.
O que fazia l� dentro?
- Verificava o equipamento. - O verificamos na ter�a-feira.
Alguns dos meus vir�o na pr�xima semana.
- O que estava fazendo l�? - Por que as suspeitas?
J� lhe disse. Verificava o equipamento.
Estava transmitindo!
- A fita de Ted est� em controle absoluto! - Fique longe.
Ele fez! Ele usou o Ted!
Desculpe, tinha que fazer.
Voc� n�o pode mudar nada.
Est� terminado.
Matou o seu irm�o?
Isso vai dizer � pol�cia?
Seu irm�o cumpriu o nosso objetivo.
N�o acho que v� voltar a me fazer isso.
- Ted? - Deixe que acorde.
Meu pesco�o...
Janet?
Janet, querida!
Se lembra do que tentou fazer?
Sim.
- Me ajude a levantar. - N�o, Ted.
J� n�o sinto a press�o.
Devem ter introduzido algo durante a opera��o.
Se rompeu quando caiu.
- Voc�s sabiam? - Controle de comportamento.
N�o funcionou com os outros, por isso morreram.
Com voc� funcionou.
N�o tinha certeza. Temia ter.
- Por Martin. - Pensei que tivesse sido for�ado.
Que voc� poderia salv�-lo.
- Eu vou ao laborat�rio. - Um momento, precisam de ajuda.
- Venha? - Chame Burt Newcomb. Nos ajudar�.
Vamos. Tenho um plano.
Uau, isto � uma recompensa inesperada.
Se tentou te deter, por que n�o o matou?
A ordem era s� para matar Janet.
Parab�ns, Martin. Voc� fez um bom trabalho.
- Que trabalho? - A opera��o.
O programamos para que a esquecesse.
O que voc� sabe?
Acho que voc� mente para controlar...
- Me d� o rev�lver. - N�o.
Me d� e saia. Eu me ocuparei do resto.
Como sempre?
Sim.
Se assegurando de que nada vai me causar dano?
- Tenho tentado. - Me tornando um assassino?
- Voc� n�o entende o que est� acontecendo. - N�o, Martin!
Toda a minha vida o escutei. Confiava em voc�.
- J� n�o te escuto mais. - Ted!
David sabe. Sabe como eles s�o superiores.
V�o se apoderar do mundo. S� sobreviveremos se os ajudarmos.
V�o acabar com os outros.
Mas, se chegarmos aos homens-chave da Terra...
...e os controlarmos, n�o haver� resist�ncia.
- Todos sobreviveremos! - Como seus escravos.
Como eu?
Ted, vamos ganhar!
N�o dispare.
Ted, venha conosco.
Por favor, voc� tem que vir.
- Me d� o rev�lver, Ted. - N�o!
Martin, pare!
Tudo terminou, Martin.
Eu poderia o ter...
...salvo deles.
Fazendo o que fez?
Adam...
...quer�a te matar.
Tive que faz�-lo.
Eu n�o poderia deixar...
Eu...
Eu s� quero te ajudar.
Nada mais.
S� te ajudar.
Quer ver a policia?
N�o, est�o � procura de Adam Lane.
Dizem que quando o encontrarem poder�o resolver o assassinato.
Demos uma descri��o de Lane, e o testemunho do que vimos.
Desejo muita sorte para encontr�-lo.
Muito obrigado.
Eles explicaram o que aconteceu aqui?
N�o perguntaram. E voc� como est�?
Ansioso para voltar a ser m�dico.
N�o mais dores de cabe�a.
- E um pavilh�o para construir. - E investiga��es realizadas.
Nossa equipe ser� melhor e servir� para ajudar as pessoas.
Voc� percorreu um longo caminho para me ajudar. Obrigado.
De nada.
Se os ajudar...
...vou lhes mandar uma lista de desenhistas de hospitais.
- De acordo? - De acordo.
- At� breve. - Adeus.
- Adeus. - Adeus.
Uma derrota para os Invasores.
Uma vit�ria para a Terra.
Quatro pessoas permanecem com uma miss�o inacabada...
...e trabalho por fazer.
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