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DELEGA��O DA ONU

Chame a Dra. Serret.

Est� morto.

N�o h� pulso.

Mas est� vivo!

Ajude!

Quem � voc�?

O que � voc�?

� evidente que � um espi�o.

Talvez.

Mas tamb�m � evidente que n�o � um ser humano.

OS INVASORES

Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.

Os invasores...

seres alien�genas de um planeta que se extingue.

Seu destino: A Terra.

Seu prop�sito: Apropriar-se dela.

David Vincent os viu.

Para ele tudo come�ou uma noite em um caminho solit�rio...

quando procurava um atalho que nunca encontrou.

Come�ou com um bar fechado e abandonado...

com um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.

Come�ou com a chegada de uma nave de outra gal�xia.

Agora David Vincent sabe que os invasores est�o aqui...

que assumiram a forma humana.

De algum modo, deve convencer um mundo incr�dulo...

que o pesadelo come�ou.

Atores convidados: Dana Wynter

Dom Dubbins

E como convidado especial: Fritz Weaver

Hist�ria desta noite: O CATIVO

Em um mundo confuso e dividido...

uma coisa segue igual:

Um homem deve ganhar seu p�o.

Por isso, David Vincent aproveita uma breve tr�gua...

em sua luta solit�ria.

- Senhor Vincent. - Sim?

Sou Joseph Dansk. Desculpe o incomodo.

No que posso Ihes ajudar?

Se Ihe dissesse que...

capturamos um alien�gena.

Aceitaria compartilhar seus conhecimentos conosco?

Quem s�o "n�s"?

Uma de nossas doutoras conhece-o pelos jornais...

esperava que pudesse nos ajudar.

- Onde o est�o mantendo? - Em uma sede da ONU.

O capturamos roubando nosso cofre.

- Certo, irei v�-lo. - Bem.

Pete, telegrafei pedindo uma equipe de peritos.

Um pouco prematuro, n�o?

Pedi um fluorosc�pio, que chegar� em uma hora.

N�o sei se � o suficiente. Olhe estas amostras de pele.

Voc� � a bioqu�mica, n�o?

Avalio os programas de investiga��o americanos...

n�o a criaturas com pele de celulose...

sem pulso, sem batimentos de cora��o, nem sangue.

N�o � deste planeta. Necessito ajuda.

Se sugerir que vem do espa�o, necessita ajuda!

O que pensa realmente, Katherine?

Enviei equipe para procurar um americano...

que poderia saber algo destas criaturas. Chama-se Vincent.

- Espero que n�o se incomode. - J� tem ajuda!

Quando chegar o embaixador quero ter um relat�rio completo.

- Posso te dizer o que sei at� agora. - N�o me diga isso.

Diga ao embaixador. Quero que diga a ele.

O que acontece, Peter? Teme se comprometer?

Refere a 1944?

N�o. Isso j� est� esquecido.

Esquecido?

Por isso sou da intelig�ncia aqui e n�o em meu pr�prio pa�s.

Eu telegrafarei e me responsabilizarei por tudo.

Estou no comando aqui e eu envio os telegramas.

Envie o Sanders a meu escrit�rio.

TODOS OS VE�CULOS DEVEM PARAR

comprovamos seu relat�rio trabalhista, Sr. Sanders.

trabalhou em 4 empresas industriais...

que pediam relat�rio m�dico para as seguradoras.

Como conseguiu que...

evitassem suas "peculiaridades"? me pode explicar isso

De onde vem, Sanders?

Quantos s�o?

Por que Ihe interessa a disposi��o de nossas tropas na �sia?

N�o me interessa. Procurava dinheiro.

E havia. Estava � vista.

Entretanto, n�o o viu.

Quem o enviou Sanders?

Se me fizer isso dif�cil...

eu tamb�m posso ser dif�cil.

Mas se for razo�vel, eu tamb�m o serei.

N�o tente me pressionar. Informaram-nos sobre voc�s.

Quem Ihe informou?

Onde nasceu?

- Fui constru�do. - Onde?

Mais � frente do arco �ris, onde...

Estamos nos Estados Unidos. Tenho meus direitos.

Muito bem. H� outras maneiras.

A� est� ele Sr. Vincent.

Por aqui.

Pelo que diz, ele deve ter vindo do espa�o.

Devem tir�-lo daqui r�pido. Saber�o que o t�m...

e v�o quer lev�-lo.

Tir�-lo daqui? Para onde?

Ao Departamento de Seguran�a ou a Intelig�ncia Militar.

Ao seu pessoal?

Claro!

Sr. Vincent...

nossos cientistas est�o muito interessados nos discos voadores.

Uma id�ia generalizada � que se fabricam na Am�rica.

- Sim, j� ouvi essa teoria. - Acredita?

Examinaram Sanders. Voc�s acreditam?

� discut�vel.

A gal�xia mais pr�xima est� a 1.800 trilh�es de milhas de dist�ncia...

mas o rio Potomak...

poderia lan�ar pedras a v�rios projetos de guerra biol�gica.

O que quer dizer?

"A culpa, querido Brutus...

poderia n�o ser das estrelas...

mas sim de n�s mesmos".

"Que n�s sejamos inferiores..."

Sr. Borke h� algum superior a quem pudesse pedir?

Quando estiver preparado.

Antes quero descartar todas as possibilidades.

Est� descartando impossibilidades.

Perde tempo. Ele � a prova de que est�o aqui.

Deve tir�-lo daqui!

Sr. Vincent, escutei-o e n�o me convenceu.

Acompanhem-no para baixo.

N�o, obrigado. Se n�o quer minha ajuda, partirei.

Sinto muito, Sr. Vincent.

Levem-no para baixo.

Suponho que n�o se importa que eu seja cidad�o americano.

At� que descubra quem � Sanders...

e o que representa...

voc� ser� meu convidado.

Est� arriscando a vida de Vincent, Ihe colocando com...

Mantenha a mente aberta 5 minutos.

Josef.

Abra.

Entre, Sr. Vincent.

Vincent, como apanharam voc�?

N�o me tiraram nada.

- Golpearam-Ihe tamb�m? - De que fala?

Vamos, comigo pode falar.

Do que? Que tipo de...

J� te entendi... Est�o nos escutando.

Como podemos avisar os da intelig�ncia?

A opera��o toda est� em risco!

Se atarem as pontas...

Acredito que j� ouviram o suficiente.

- N�o acreditar�o. - Eu n�o apostaria o pesco�o.

J� n�o estou fazendo?

N�o s� o seu.

J� pode rezar para que consiga sair daqui.

N�o sei quanto os meus esperar�o antes de explodir isto.

Mas o far�o.

E seu governo ser� responsabilizado.

J� sabe o que acontecer� depois.

No port�o.

Dois policiais do Point Pheasant.

O vice embaixador os receber�.

Por favor, sente-se.

Borke acreditou no que ouviu com o microfone oculto.

Sim. Possivelmente porque deseja acreditar.

Acreditaria que ap�s encontrar o microfone Sanders me disse a verdade?

A menos que o soltem logo, seu povo explodir� isto.

- Acredita nele? - Sim.

Devem manter em segredo sua presen�a aqui.

Consiga que Borke o entregue ou o solte.

N�o posso convencer o vice embaixador de nada.

Sou uma subordinada.

O Sr. Borke � um homem nervoso...

e muito precavido.

N�o sabe bem o que tem aqui...

mas � mais do que deseja assumir.

A arma suprema?

Criaturas criadas para acatar as ordens da Am�rica?

Criaturas do espa�o?

N�o, n�o pensa mover um dedo.

Deixar� que algu�m mais tome a decis�o.

Fant�stico!

� fant�stico!

Borke interrompeu meu trabalho, trouxe-me aqui para ouvir minha opini�o...

ignorou-a e me prendeu. N�o tem sentido.

Faz 11 anos, uma garota criava galinhas em uma granja coletiva.

Era boa em ci�ncias e a enviaram � universidade.

Custou-Ihe sete anos e uma pequena fortuna...

transform�-la em cientista...

para ignor�-la depois.

Que sentido tem isso?

Podemos tentar que ele mude de id�ia...

e tentarei...

mas se eu fracassar teremos que segu�-lo.

� tumba?

N�o querem me acompanhar?

Theo Ihes trar� uns sandu�ches em seguida.

Sinto muito, n�o temos tempo.

E n�o bebem estando de servi�o.

Esse � um dos prazeres da diplomacia.

Nos coquet�is se faz parte do trabalho mais duro.

O homem que procuramos � loiro, de m�dia estatura...

tem 35 anos, � bonito.

Chama-se Sanders.

Foi visto por aqui. Poderia estar escondido no recinto.

Cavalheiros...

incomodaria-Ihes me mostrar suas credenciais?

Na realidade, ontem � noite tivemos alguns probleminhas.

Algu�m tentou roubar nosso cofre.

Disparou o alarme, mas quando chegamos j� tinha fugido.

Por essa janela.

O viu?

N�o.

E por que n�o o denunciou?

N�o roubou nada.

E aqui � muito importante a privacidade.

Podemos dar uma olhada?

Cavalheiros, isto � uma embaixada estrangeira.

� por sua pr�pria seguran�a.

Claro.

Aprecio seu interesse.

Sr. Borke, o que h� l� em cima?

Quartos. Podem subir se quiserem.

- Comecemos pelo por�o. - Cavalheiros...

isto � uma embaixada, n�o territ�rio americano.

Desejava ajud�-los, mas n�o...

L� embaixo.

Quem s�o voc�s?

Ali n�o h� ningu�m...

� s� um dep�sito.

Por que pergunta?

Responda a minha pergunta. Viu morrer algum?

Sim.

- O que acontece? - Incineram-se.

- Quanto demora? - Muito pouco.

- Deixam algum res�duo? - Um pouco de cinza. Por que?

Pode ser um de seus experimentos de guerra...

que foi desenhado para arder desse modo...

sem deixar rastro.

N�o.

Por que n�o? Se podem construir-se, podem destruir-se.

N�o podemos constru�-los.

Sr. Vincent, sinto hav�-lo preso.

Pois me solte. E solte Sanders em seguida.

Devo saber a verdade. Devo estar seguro!

Quer que o repita?

Me escute voc�. Em 1944...

comecei a trabalhar...

para o servi�o de intelig�ncia neste pa�s.

Era imposs�vel, em 1944...

que algu�m tivesse uma bomba at�mica que mudasse o curso da guerra.

Fui a �lamo Gordo, ao Oakridge, recolhi...

pessoalmente toda a evid�ncia, estudei-a...

informei a meu governo: Imposs�vel.

Imposs�vel!

Sabe como me senti em 6 de agosto de 1945...

�s 17.30h, quando ouvi essa palavra: Hiroshima?

N�o quero aborrec�-lo...

com o custo dessa m� decis�o, mas o paguei.

N�o quero que volte a acontecer nunca mais.

E voc� me pede que acredite...

que � "imposs�vel".

N�o o culpo de querer assegurar-se, mas isto � perigoso!

Poderiam-nos matar a todos.

Suponhamos que tem raz�o, que haja uma m�nima possibilidade.

Sabe o que me far�o?

Sei.

N�o acredite que sou muito valente.

Estamos preparados, senhor.

Venha conosco.

Foi como uma labareda de magn�sio e depois, nada.

Tinham desaparecido.

Voc� arderia igual?

O que o causa?

Prossiga.

Vincent!

O que Ihe parece?

N�o � deste planeta. Sem chance.

Isso � certo, Sanders?

V� o diabo.

Joseph.

Vincent, como apanharam voc�?

N�o me tiraram nada.

- Golpearam-Ihe tamb�m? - De que fala?

Vamos, comigo pode falar.

Do que? Que tipo de...

J� o entendi... Est�o nos escutando.

Como podemos avisar os da intelig�ncia?

A opera��o toda est� em risco!

Se atarem as pontas...

Onde o fabricaram, Sanders?

- O que me acontecer� se disser? - Continuar� vivo.

Onde o fabricaram?

- Onde o fabricaram?! - Em Langley, Virginia.

- Tolices! - Isso � o que quer que acredite.

Direi-Ihe o que quiser, mas temos que fazer um trato.

Os entendimentos ser�o feitos em meu pa�s.

Tirem-no daqui.

- O que tentava fazer? - Acredito que tentava se matar.

Outra maneira de manter o segredo.

Claro! O oxig�nio puro � fatal para um organismo assim.

Sr. Borke, se os houv�ssemos fabricado aqui...

n�o seriam vulner�veis ao oxig�nio.

Amanh� �s 10h haver� um avi�o no aeroporto.

Voc� e Sanders viajar�o nele.

Talvez deveria alegrar-se.

Meu governo o ajudar�. Pelo menos j� n�o estar� sozinho.

Dra. Serret, poder�amos falar a s�s?

- Eu... - Borke poderia estar certo.

O que?

A s�s, por favor.

Espere l� fora, por favor.

Est� segura, doutora?

Espere l� fora.

N�o acredito que...

Sinto fazer isto, doutora.

N�o deve sair a menos que eu ordene.

Vincent saiu.

Port�o.

Vincent escapou. Eletrifique a cerca.

Sim, senhor.

- Est� certo que foram incinerados? - Sim.

O que disse o Sr. Borke?

Acredita que � uma super arma, fabricada na Am�rica.

A inimizade que h� entre voc�s �...

quase incr�vel.

Evidentemente, teremos que destruir o recinto.

Pensava que n�o desejavam herdar um mundo radioativo.

Com a tens�o atual, poderiam causar uma guerra nuclear.

N�o fica alternativa.

Quanto falta para que Sanders precise regenerar-se?

Por que?

Deixem que se incinere sozinho. Se desaparecer, n�o haver� provas.

Ainda faltam 9 dias.

O suficiente para qualquer de seus governos nos descobrir.

N�o posso me arriscar.

N�o.

Eu poderia tir�-lo de l�.

Tendo meus homens falhado?

Conhe�o o edif�cio, e h� uma doutora que poderia me ajudar.

- N�o posso me arriscar. - Por que n�o?

N�o v�o dizer a ningu�m o que t�m. Me d� at� manh� pela manh�.

Dou-Ihe 2 horas. At� �s 17h.

- N�o � suficiente. - Se Sanders n�o estiver livre �s 17h...

enviarei um helic�ptero para voar no local.

J� Ihe disse que n�o h� alternativa.

- N�o o vimos. - Continuem procurando.

- Eu n�o o ajudei. Nunca faria isso. - J� sei.

N�o � grave. Ainda temos o que importa.

- N�o te escapar�? - N�o.

Me diga, o que pensa agora do Sr. Vincent?

- Ningu�m gosta de cair no rid�culo. - Eu incluso.

Podemos fazer as coisas a minha maneira agora?

Sim.

ESCRIT�RIO DE SEGURAN�A DO ESTADO

O homem que t�m cativo, � americano?

N�o.

- N�o � americano. - Ent�o, o que �?

Est� h� 5 minutos evitando essa pergunta.

Compreendo por que o Sr. Vincent n�o quer ser espec�fico.

chamei Washington.

� o homem que esteve insistindo sobre os alien�genas.

Entendo.

E suponho que o prisioneiro � um alien�gena.

Sim.

Mas se n�o acreditam nisso, eles tamb�m me deixaram prisioneiro.

Eu sou americano, e isto � assunto de voc�s.

Sim e n�o.

Tecnicamente o recinto � territ�rio estrangeiro.

S� podemos entrar se nos pedirem ajuda.

E ent�o o que, n�o v�o fazer nada?

Suponho que poder�amos ligar para eles.

Dansk falando.

Sou James Royer, do Departamento de Seguran�a Estadual.

O Departamento de Seguran�a?

Sinto muito, mas o vice embaixador n�o est� dispon�vel.

� importante, Sr. Dansk.

Suspeitamos que...

o prisioneiro que t�m pode ser uma amea�a para voc�s.

N�o temos nenhum prisioneiro. Isto � uma miss�o diplom�tica.

A Dra. Serret?

Sinto mas ela tampouco est� dispon�vel.

Direi ao vice embaixador que chamou.

Tentamos Sr. Vincent.

Tenho uma reuni�o. Se me desculpar.

Um momento, Sr. Vincent.

Em uma aposta Ihe daria 100 contra 1.

- Voc� apostaria quanto? - Mais ou menos o mesmo.

Meu companheiro sempre aposta certo, mas...

eu ganho tantas apostas como ele.

Incomoda-Ihe que o acompanhe?

- Alguma id�ia de como entrar? - Ainda n�o.

Que estranho. Acabo de retirar da oficina.

Ser� pouca coisa. N�o demorarei para arrum�-lo.

Port�o.

David Vincent est� entrando. E est� armado.

Vincent!

Por favor, me escute!

N�o grite nem fa�a nada. Necessito que me ajude.

N�o vai me amarrar antes?

- Deram-nos um ultimato. - Fant�stico, eu adoro ultimatos.

Agora saia ou chamarei os guardas.

Borke tem 10 minutos para liberar o Sanders...

sen�o, �s 17h, o recinto ir� pelos ares.

Sim, por eles.

Tem que avisar o Borke agora.

Por que aqui ningu�m responsabiliza-se por nada?

Espere! Se sair atirar�o em voc�.

Prefiro me arriscar a morrer aqui na explos�o.

- Como sabe? - Me disseram.

Me d� uma s� raz�o para acreditar em voc�.

A� est�. � a �nica que tenho.

- Certo, o que quer que eu fa�a? - Onde est� Sanders?

- Ainda no por�o. - Traga-o aqui.

N�o posso. Borke ordenou que ele n�o sa�sse.

Pois obrigue-o. Tem uma pistola?

Se acreditar que Sanders e eu estamos juntos e nisto estamos.

Tem uma pistola.

Sim, mas n�o cometerei trai��o.

Restam 5 minutos para salvar seu pa�s.

- O que faz l� em cima? - Est� em nosso territ�rio.

vou protestar com for�a.

Pete, acabo de ver o Vincent.

- Onde? - No bosque, corria para a cerca.

Como falou com o Vincent?

Veio � enfermaria.

E o que disse ao Josef?

Esse helic�ptero nos bombardear� a menos que solte o Sanders.

Quem Ihe disse isso? Vincent?

Arriscou sua vida para me avisar.

� outra fraude. Igual a esses dois policiais.

- Esta vez n�o. - Bem.

Os americanos querem come�ar uma guerra.

- Que o fa�am. - Os americanos n�o, eles!

N�o a tempo de ir para um local seguro.

Esquece 1944, se arrisque. se comprometa!

- Ordene que subam o Sanders. - Katherine!

Isso � trai��o!

Fa�a que suba ou eu te mato.

Tragam Sanders a meu escrit�rio.

Alto! M�os para cima!

Sanders, vou te tirar daqui.

Farei que Ihe executem por isso. Juro que o farei.

Espero que vivamos o suficiente.

Prossiga. Te cobrirei.

Sanders!

Peter, volte!

N�o o detenha.

Corra!

Deixe que se v�o.

Est� bem?

N�o sei de bioqu�mica, mas sei muito de armas.

Nenhuma arma terrestre poderia fazer isso.

Demonstra que tinha raz�o em algumas coisas, Sr. Vincent.

Obrigado.

Mencionarei o incidente em meu relat�rio.

Poderiam rir de voc�.

Um homem deve cumprir com seu dever.

Sem temor �s conseq��ncias.

O avi�o que levava Borke e outros para casa est� atrasado.

6 horas.

Acredita que � culpa de seus alien�genas?

Voc� n�o?

Pobre Peter.

Logo quando voltava para casa para transformar-se em um homem.

Tamb�m planeja voltar?

Sim.

- Como? - Em um v�o comercial, na quinta-feira.

N�o pegue.

Se esconda uns dias.

Viaje de navio ou...

O que?

Fique neste pa�s.

Aprecio muito voc�, David...

mas algu�m deve voltar para casa para lhes avisar.

Algu�m tem que faz�-lo.

Boa sorte.

Obrigada.

Uma guerra longa e solit�ria.

E entretanto, os invasores...

ao tentar aproveitar as diferen�as entre na��es...

proporcionaram a Vincent uma aliada...

a meio mundo de dist�ncia.

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