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Como ele est�?
Como��o leve, possivelmente uma clav�cula quebrada.
Saberemos mais quando tivermos as radiografias.
- N�o deveria deix�-lo sozinho. - N�o vai a nenhum lugar.
Continua inconsciente. � parente dele?
N�o.
Acredito que um autom�vel o atropelou, voc� � o primeiro m�dico que encontrei.
Pois teve muita sorte.
Henry, ser� melhor que entre.
Henry...
quantas vezes te pedi que me chamasse doutor.
Por favor, Henry.
- Desculpe-me, Sr. Vincent. - Claro.
� o mesmo nas duas.
O que descobriram?
N�o muito, al�m de que...
seu amigo parece n�o ter esqueleto.
- As radiografias devem estar ruins. - N�o acredito.
Vamos voltar a faz�-las.
N�o tem nem id�ia da import�ncia dessas radiografias.
Talvez, mas acredito que...
Deveria estar na cama.
- Onde est� meu marido? - L� dentro.
Acredito que sofreu um derrame.
Henry!
OS INVASORES
Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.
Os invasores...
seres alien�genas de um planeta que se extingue.
Seu destino: A Terra.
Seu prop�sito: Apropriar-se dela.
David Vincent os viu.
Para ele tudo come�ou uma noite em um caminho solit�rio...
quando procurava um atalho que nunca encontrou.
Come�ou com um bar fechado e abandonado...
com um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.
Come�ou com a chegada de uma nave de outra gal�xia.
Agora David Vincent sabe que os invasores est�o aqui...
que se tomaram a forma humano.
De algum modo, deve convencer um mundo incr�dulo...
que o pesadelo come�ou.
Atores convidados: Sally Kellerman
James Callahan
Convidado especial: Ed Begley
Epis�dio desta noite: LABIRINTO
Um m�dico de uma cidade pequena morreu...
e seu paciente desapareceu.
Mas agora, David Vincent tem provas.
Radiografa que demonstrar�o a presen�a de seres alien�genas.
Prova que pode entregar a um projeto de investiga��o estatal...
de uma importante universidade de Illinois.
- Senhor Vincent? - Sim.
- Sou o Dr. Crowell. Tudo bem? - Sim.
Este � o professor Harrison, presidente de nosso projeto.
- Como vai? - Desejando ver as radiografias.
- Vamos ao meu escrit�rio. - Certo.
UNIVERSIDADE MONROE
- Est� seguro de que s�o aut�nticas? - Sim.
Estava ali quando as fizeram.
Esta � a prova que procur�vamos h� 2 anos.
Certamente n�o � um esqueleto humano.
Sr. Vincent...
n�o sei como lhe agradecer por chamar o Dr. Crowell.
Quando li sobre seu projeto de investiga��o de �vnis...
soube que seria o �nico lugar que n�o duvidariam de minha prud�ncia.
Que planos tem agora?
Estou em um quarto em um hotel. Amanh� tomarei o v�o das 10h.
- A menos que precisem de mim. - Estas radiografias falam por si mesmas.
O Dr. Crowell o levar� a seu hotel.
Mantenha-se em contato...
- podemos necessitar de uma declara��o. - Sim, claro.
Fique tranq�ilo, as protegeremos com nossas vidas.
N�o se preocupem, tenho uma c�pia em minha bagagem.
Al�.
� Argile.
Estou no escrit�rio de Harrison.
Vincent tem outras radiografias.
Sim.
Est� no hotel Hammont.
- Para onde? - Ao aeroporto.
- Certo. - Tenha cuidado com isto.
- Em 10 anos nunca perdi nada. - Certo.
- Obrigado. Vai � Nova Iorque? - Sim.
Duas de minhas irm�s vivem ali.
Devia ter ficado l�, ganharia mais.
- Dr. Crowell falando. - Doutor, � David Vincent.
N�o ir� dizer que se atrasar� mais.
Do que est� falando?
As radiografias, Sr. Vincent.
Chegar� esta noite, n�o?
Bem... chegarei em meia hora.
Bom.
At� mais.
Ontem recebemos este telegrama. Dizia que se atrasaria um dia.
Eu n�o o enviei.
E quem o enviou? Um de seus homenzinhos verdes?
Srta. Crowell, nem pequenos nem verdes.
Na realidade se parecem o bastante com voc� ou comigo.
Ou seja, voc� poderia ser um.
- Laura! - Sinto muito.
Deve ser o Dr. Mills. Desculpe-me.
Tem fogo?
- Realmente acredita, n�o �? - Seu pai tamb�m.
Muitos loucos enganaram meu pai.
Sr. Vincent, apresento-lhe o Dr. Mills.
- Dr. Mills. - Como vai?
Expliquei-lhe sobre ontem � noite.
Sinto lhe dizer isto, mas espero que n�o seja outro falso alarme.
sofremos muitas decep��es nos �ltimos 10 meses.
Levamos o Harry a Stanford em fevereiro.
12 minutos depois o governo aprovou nosso projeto.
� nosso melhor homem.
Al�m disso � um grande tipo. Ol�, Harry.
Cancela-se nossa partida de t�nis pela dram�tica apari��o do Sr. Vincent?
Isto � importante, Laura. Podemos deixar para amanh�?
Divirta-se, Sr. Vincent.
Os sacrif�cios n�s cientistas temos que fazer.
Ela � muito agrad�vel Harry, mas...
Mas?
Eu gostaria de compreend�-la melhor.
Est� mudada. Diferente do que eu esperava.
15 anos � muito tempo, Sam.
Tem raz�o.
- Trouxe as radiografias extras? - Sim.
Ligarei para o professor Harrison para avisar que estamos indo.
A que se referia com o 15 anos?
O doutor se separou de sua mulher faz 15 anos.
Laura vivia com sua m�e na Europa. De fato, acaba de voltar.
O professor Harrison nos espera. O verdadeiro.
Esteve em seu escrit�rio ontem � noite. N�o estava fechado?
N�o.
- Chamarei um t�xi. - N�o mais t�xis para mim, obrigado.
Sr. Vincent, n�o pode suspeitar de todos os taxistas.
Sei, mas aluguei um autom�vel. Eu os levarei.
Entre Dr. Crowell, o professor os espera.
Pegarei as radiografias.
Bem. Vamos.
Ed, apresento David Vincent.
- Prazer conhec�-lo. - Ol�.
- Tornei a falar com Washington. - Alguma mudan�a?
D�o-nos duas semanas para demonstrar que avan�amos em algo.
Ou ir� tudo para o inferno, n�o �?
Sr. Vincent, nestes momentos � como o S�timo de Cavalaria.
Espero que funcione igual.
Estas s�o as radiografias.
Como ver�, � a regi�o do ombro esquerdo.
S�o incr�veis, tal como nos anunciou.
Quem estava presente quando as fizeram?
Eu, o Dr. Thorne, que infelizmente morreu...
e a Sra. Thorne que era sua assistente e t�cnica de radiografias.
Acredito que deveria assinar uma declara��o juramentada.
Com certeza que sim.
- Pedirei que ela venha amanh�. - Muito bem.
Tamb�m necessitaremos da sua.
Ser� uma honra o S�timo da Cavalaria lhes acompanhar.
Inclusive antes de sua reuni�o oficial.
N�s gostar�amos que ficasse enquanto as estudamos.
Nenhum problema.
Bem, obrigado outra vez.
Por favor, cuidem bem delas.
Estar�o trancadas neste arm�rio.
- E posso saber quem tem a chave? - Eu.
- Bem, at� logo. - Tchau.
Tenho algumas perguntas, doutor. Poder�amos nos ver amanh�?
Claro, venha para o caf�.
Obrigado, estarei no hotel Hammont se precisarem de mim.
Ed, essas radiografias s�o incr�veis.
O comit� acreditar� nelas?
Sejamos claros, Harry...
qualquer foto, incluindo estas, pode ser falsificada.
O que de verdade importa � se acreditar�o no Sr. Vincent.
Acreditam em n�s e por nossa posi��o podemos fazer algo.
- Pode deixar de preocupar-se. - N�o totalmente.
Como os dois alien�genas sabiam que eu vinha?
Sim, eu tamb�m estava me perguntando.
S� tr�s de n�s e Harrison sab�amos.
Ningu�m mais?
Considerei t�o importante que ficou na fam�lia.
Disse a sua filha?
Nem sequer a Laura, embora n�o sei por que n�o deveria.
Temo que eu disse a ela.
Sinto mas queria que soubesse o qu�o importante era isto.
Mas n�o disse a ningu�m mais. Acreditem.
Onde est� Laura agora?
Deve estar no t�nis perdendo a paci�ncia.
- Importa que eu v� com voc�? - N�o, claro.
Sim, sim.
Um momento, por favor.
� para voc�, David.
- Desculpe. - Sim.
Obrigado.
Ol�.
Diga Sra. Thorne.
Onde est�?
No aeroporto. Consegui tomar o v�o anterior.
Vou de t�xi � universidade?
N�o, nada de t�xis. Passaremos para pegar voc�.
Saio agora mesmo. At� logo.
Outra partida de t�nis anulada.
Passaremos pelas quadras a caminho.
Levem-na ao escrit�rio do professor Harrison. O avisarei.
Certo. Nos veremos l�.
N�o gosto muito de explicar isto a Laura.
Por que n�o deixa comigo?
- Tem vontade de falar com ela, n�o �? - Sim.
Por que n�o vai e eu pego a Sra. Thorne?
- N�o lhe incomoda? - Absolutamente.
Bem. Tem 50 anos, a cara redonda...
e estar� esperando l� fora.
David, pe�o somente que seja diplom�tico.
Diplom�tico?
- Quem era esse homem? - N�o seria um de seus alien�genas?
Quem era?
- Disse que vinha de V�nus. - Muito gracioso.
Na realidade, n�o sei. N�o o tinha visto antes.
Perguntou-me pela administra��o viu voc� e come�ou a correr.
- Acredita que era um dos seus invasores? - Algo assim.
Reconhe�o que estou sendo chata com voc�.
Sinto muito.
� s� que meu pai � um cientista pesquisador...
e recusa trabalho importante por sua fixa��o com essas bobagens de �vnis.
Sua presen�a aqui n�o o ajuda muito.
E por que diz que s�o bobagens?
Intui��o feminina.
- Tamb�m me diz que Harry n�o vem. - Sim.
Ou�a, est� bem? Acaba de sorrir.
Harry se desculpa. Hoje n�o podia vir.
Deveria sorrir mais freq�entemente. � muito atraente.
Acredito que poder�amos ser amigos.
- O que aconteceu na sua m�o? - Por que?
Como fez a cicatriz na m�o?
Uma queda montando a cavalo.
Outra vez esse olhar. A cicatriz significa algo?
N�o necessariamente.
- Outra pergunta e a deixarei em paz. - E se n�o quiser?
Seu pai me disse que sabia que eu vinha. Disse a algu�m?
Por que? A quem eu diria?
- Me responda, por favor. - N�o, n�o disse a ningu�m.
Est� certa?
Confia em algu�m?
Muito bem, serei sincera.
Fui eu. Eu o delatei aos invasores.
Esse com o que me viu falar � meu contato.
E sabe como fiz isto? Ca� de uma nave.
V� jogar joguinhos com meu pai, o Dr. Harrison e Harry...
e me esque�a, est� bem?
Desculpe, � a Sra. Thorne?
- Sim. - Sou o Dr. Mills, da universidade.
O Sr. Vincent me pediu que a pegasse. O autom�vel est� por aqui.
- Sra. Thorne? - Sim, claro.
N�o o entendo, Sr. Vincent.
S� quero saber quanto tempo faz que sua filha vive com voc�.
Uns dois meses, por que?
- E n�o a via h� 15 anos? - Sim.
Viu alguma foto dela dessa �poca?
Na realidade...
Acredito que eu n�o gosto do que insinua.
Sei, tampouco eu gosto...
mas aconteceram coisas que n�o posso explicar.
- No que afetam Laura? - N�o sei, talvez n�o o fazem.
Mas, tinha a cicatriz quando voltou?
Nego-me a escut�-lo, Sr. Vincent.
Doutor, pensei que tinha uma mente aberta.
N�o se ap�ia nisso todo o projeto?
Certo. N�o vi nenhuma foto de Laura desde que tinha 11 anos.
Mas � minha filha, Vincent.
N�o consinto que encha minha casa com seus rid�culos medos.
Quando come�a a ver alien�genas por qualquer lugar...
eu come�o a duvidar de sua sanidade.
E quando come�o a duvidar de meus amigos...
sinto-me est�pido.
Sinto muito, David, sei que estamos no mesmo lado.
Suponho que fui um pouco longe.
Imagino como deve lhe soar.
Deve estar submetido a uma press�o terr�vel.
Pelo menos agora tem aliados...
e provas reais.
Quando a Sra. Thorne identificar essas radiografias...
e as levar para Washington, talvez acabe nossa luta.
- Me alegro em v�-la, Sra. Thorne. - Sr. Vincent.
- Apresento-lhe o Dr. Crowell. - Prazer.
O professor Harrison espera-nos l� dentro.
Bem. Estou ansioso para que a Sra. Thorne veja as radiografias.
Entrem, por favor.
Sra. Thorne, o Professor Harrison.
- Sra. Thorne. - Prazer.
- Sente-se aqui, por favor. - Obrigada.
Aqui tem as radiografias.
Tem bastante luz ou quer aproximar-se da janela?
N�o, estou bem, obrigada.
Chamarei minha secret�ria para que redija sua declara��o.
Temo que n�o haver� declara��o.
Como disse?
Estas n�o s�o as mesmas radiografias que revelei na consulta de meu marido.
De que fala?
N�o sei o que pretende Sr. Vincent...
mas n�o as tinha visto antes.
Mas olhe. Aqui, voc� me explicou isso.
Perde seu tempo, Sr. Vincent.
N�o assinarei uma declara��o sabendo que � falsa.
Se me desculpar, tomarei um t�xi ao aeroporto.
Estas s�o suas radiografias e voc� sabe.
- Sr. Vincent, por favor. - Mente n�o sei por que.
- Por favor, deixe-me ir. - S�o suas radiografias que voc� fez.
Deixe-a partir, Sr. Vincent.
N�o pode for��-la a assinar uma declara��o.
N�o teria nenhum sentido.
Sra. Thorne...
est� segura de que n�o s�o suas radiografias?
Absolutamente.
Pois sinto muito que tivesse que fazer esta viagem.
Eu tamb�m.
Sra. Thorne.
O que aconteceu?
Se equivocou, Sr. Vincent. Isso � o que aconteceu.
N�o nos demos por vencidos, Sam. Ainda temos o Sr. Vincent.
Sr. Vincent.
Continua afirmando que s�o as verdadeiras radiografias?
Totalmente.
Teremos que apoiar nosso caso em seu testemunho.
- Est� tudo certo? - Sim.
- Est� certa? - Sim, juro que est�.
Prossiga.
Sra. Thorne.
Quero que me deixe em paz.
O que aconteceu?
Nada.
voc� sabe que eram as radiografias que revelou.
Me deixe em paz, por favor.
Assassinaram seu marido e os est� ajudando.
- J� sei. - Ajude a mim.
N�o posso.
Por que?
Amea�aram-na?
Foi o Dr. Mills, o homem que veio peg�-la?
N�o. Por favor, Sr. Vincent.
Esse � meu v�o.
S� lhe pe�o um nome?
N�o sou uma mulher muito valente.
Me deixe partir.
Quero estabelecer uma chamada pessoal
com o professor Richard Kurawicz.
K- U-R-A-W-I-C-Z.
Sim.
Harry Mills.
Sim, isso.
Me ligue esta noite se puder.
Se n�o estiver no hotel, tente no escrit�rio do professor Harrison.
Certo. Obrigado. Adeus.
Procura algu�m?
Nunca se sabe onde pode haver um invasor.
- Outro joguinho? - Sim.
Chama-se "Laura � uma boba". Deixei que Harry me convencesse a busc�-lo.
- Por que? - As t�picas tolices.
Harry me chamou dizendo que o tinha procurado por toda parte.
Pediu-me que o buscasse no aeroporto.
O que queria?
Deixe de jogos e me diga o que quer.
- Conhece a Cia El�trica Grandville? - N�o.
� uma central abandonada na estrada do oeste.
Harry quer lhe ver ali. Disse que � importante.
- Isto � s�rio? - Para o Harry �.
Obrigado.
FECHADO
Crowell.
O que encontrou?
Uma central regeneradora. Na antiga central el�trica Grandville.
Uma central regeneradora alien�gena!
Est� certo?
Muito certo. Tentei falar com o Mills.
Devia se encontrar comigo l�.
Harry est� aqui comigo.
Realmente viu esse lugar?
Faz 10 minutos.
Esta � a melhor prova para o comit�.
Quanto demorar� para chegar?
Sa�mos agora mesmo.
Se tiver uma pistola, traga-a.
J� te disse que n�o duvidasse do Vincent.
A pol�cia j� chegou? Harry pensou que deveriam ver.
Boa id�ia. Onde estava?
Com o Sam. Parece que esta vez � algo grande.
Supunha-se que dev�amos nos encontrar aqui.
- Isso disse ao Sam, mas eu n�o... - Senhores...
basta de bate-papo. A� dentro h� uma mina de ouro.
por aqui.
Onde est�?
Logo aqui. Nesta sala.
Tubos, pain�is de controle, estava tudo aqui.
Vincent, este lugar parece abandonado h� anos.
- Quem � o Dr. Mills? - Sou eu.
O Dr. Crowell, o tenente Eaton...
e o Sr. Vincent, que nos trouxe at� aqui.
Muito bem.
Onde est� tudo?
Foi um farsa. Foram-se.
E deixaram tudo limpo?
N�o fizeram um bom trabalho.
Desculpe, tenente.
Esque�a, muitos loucos nos chamam.
Se for tudo, voltarei para a cidade.
Certo. N�s esperaremos o Sr. Vincent.
Parece-me bem.
Se n�o, poderia tentar voltar voando em uma vassoura.
- Boa noite - Boa noite.
Nada.
Nada n�o.
Est� pondo em jogo todo nosso projeto.
� o que pretende, n�o?
- O que? - Por isso me fez vir.
Acredito que imagina coisas que n�o s�o.
Pediu-me que me encontrasse com ele aqui.
- Isso � imposs�vel. - N�o � verdade.
Assim me faz passar por um louco, e as radiografias n�o valer�o nada.
Harry n�o o chamou, nem chamou ningu�m.
Esteve comigo todo o momento.
Desde que saiu do escrit�rio do Prof. Harrison at� agora.
Sinto muito, Vincent, mas � a verdade.
- Onde est� Laura? - N�o comece com isso outra vez.
Onde est�?
Suponho que na universidade. Prometi lhe mostrar as radiografias.
Vincent.
Espere.
Pensei que estavam perseguindo monstros.
Com certeza que sim.
- O que procurava? - N�o se aproxime, Vincent.
O que procurava?
Cansei de esper�-los...
e procurava a chave do arm�rio quando entrou este louco.
Dr. Crowell, j� sei que lhe soar� estranho, mas por favor me escute.
Ela n�o � sua filha.
Vincent, est� louco.
Ou tem um sentido de humor extraordin�rio.
Nos conte sobre a cicatriz em sua m�o.
J� contei, sofri um acidente montando a cavalo.
Eu acredito que foi uma opera��o para lhe corrigir o dedo mutante.
Fala s�rio?
Se n�o acredita em mim doutor, cheque seu pulso.
- Para que? - Porque n�o tem pulsa��es.
N�o t�m pulsa��o, nem batidas do cora��o.
Isso � totalmente absurdo!
Eu farei.
- Solte-a ou... - Afaste-se de mim.
Agora veremos.
N�o se aproxime.
Obrigado por me sugerir isto.
Ela � quem deve lhe preocupar, n�o eu.
Voc� � um paran�ico.
Completamente paran�ico.
Chamarei a pol�cia.
N�o sei como convenc�-los.
Falta pouco tempo. Ao menos, deixem que fale com Laura.
Laura ficar� em meu escrit�rio at� que parta.
Deve ser a pol�cia.
Sinto por voc� Vincent. � um homem torturado.
- Vamos. A� est� ele. - Muito bem, venha conosco.
- Estes n�o s�o policiais. - Tamb�m s�o alien�genas?
- Sim, e talvez substituam a voc�. - N�o nos d� problemas.
- Vamos! - N�o s�o policiais!
Dr. Crowell, n�o s�o policiais!
Continue andando.
- S�o muito rudes. - Fazem seu trabalho, Sam.
Mas ele n�o � um criminoso.
- A pol�cia veio? - Sim.
- Mas vou � delegacia de pol�cia. - Para que?
Eu n�o gostei como o trataram.
Vincent s� necessita tratamento m�dico.
S�! Quase me mata!
� um homem atormentado. N�s o animamos. Agora devemos ajud�-lo.
O verei logo.
Sam.
- Quer que v� contigo? - N�o, obrigado.
- Leve a Laura a casa. - Certo.
Al�?
O Sr. Harrison n�o est�.
Quem?
O Sr. Vincent est� ocupado, mas posso lhe dar a mensagem.
A universidade de Stanford? Diga.
Est� certo?
O Dr. Harry Mills?
N�o vejo como...
- J� � suficiente, Laura. - Quem � voc�?
Harry Mills, claro.
Harry Mills morreu em um acidente de autom�vel faz um ano.
Que triste.
Quem � voc�?
Essa pergunta � algo acad�mica nestes momentos, n�o acha?
A central el�trica.
Fez que me chamassem imitando sua voz.
Queria que suspeitasse de mim. Por que?
O que �?
Pensava que Vincent lhe tinha explicado isso.
Laura.
Abra a porta, Laura.
S� quero falar contigo.
S� falar.
Laura?
Muito bem. Fique a� se quiser.
Fora, Vincent.
O que acontecer� quando n�o aparecer na delegacia de pol�cia?
Ningu�m saber�, Sr. Vincent.
Informaremos que est� em tratamento psiqui�trico intensivo.
N�o acreditar�o.
Esquece que temos algu�m muito infiltrado no projeto. Ele nos ajuda.
Ele?
Vamos.
Por aqui.
Laura.
Abra a porta.
Prometo n�o te machucar.
Laura?
Laura?
N�o tem nada que temer.
N�o se aproxime de mim.
S� quero falar com voc�.
Explicar-lhe.
Aviso que h� �cido n�trico neste frasco.
Sinto muito, Laura.
� �gua.
S� � �gua.
Ainda me custa acreditar que Mills era um deles.
Fui � pol�cia e n�o tinha liga��o alguma.
Devemos enfrentar isso, Ed.
Mills deve ter desviado a maioria da informa��o que nos chegou.
Bom.
Agora j� sabemos que est�o aqui...
mas n�o temos nenhuma prova tang�vel.
- Ainda t�m minha declara��o. - E a da Laura.
Se atestar sobre o que viu...
estou seguro de que poderemos seguir com o projeto uns meses mais.
O que me diz, Laura?
- Associa-se ao clube de loucos? - Claro que sim.
Sr. Vincent, tem nosso apoio para tudo o que necessitar.
Obrigado. N�o pe�o mais.
Sim.
Poderia pedir que nos desculp�ssemos.
E voc� tamb�m.
Laura.
Posso te acompanhar at� o autom�vel?
Sam, teremos que p�r m�os � obra.
Ter� que voltar a p�r o projeto em marcha.
Posso te perguntar algo?
Antes de hoje...
tinha duvidado do que faz�amos?
Suponho que todos duvidamos.
H� milh�es que duvidam, alguns suspeitam...
um punhado sabe.
David Vincent tenta mostrar a cara escura do invasor.
Para que antes que seja muito tarde...
os milh�es que duvidam, saibam.
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