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Senhor? Voc�, acorde.
Ol�.
Preciso que acorde.
� homem!
Acorde, porra!
Como est�, esta manh�? Como se chama?
Tem carta de condu��o? Alguma identifica��o?
Kulina.
- Preciso de ver a carta de condu��o. - Podem falar mais baixo.
Arma! Arma! Para o ch�o! N�o se mexa, porra!
Tenho licen�a! Alvey Kulina do Open Train, vejam na minha carteira.
N�o fale sem eu dizer.
- Eu treino-vos. - Cale-se.
Tenente Steve Valdez responder� por mim.
Caramba, est�s a partir-me o bra�o, meu.
Caramba. Est�s a partir-me o bra�o.
N�o, n�o h� problema. Muito obrigado.
Est� ilibado, levanta-o. Obrigado, senhor.
Voc�s s�o brutos.
De futuro, n�o pode dormir na praia.
Desculpem por causa da arma, � perigoso.
- N�o faz mal. - Apare�am no gin�sio.
Treino-vos de borla.
Obrigado. Parab�ns.
As melhoras.
Obrigado, cavalheiros.
- Tenham um bom dia. - Passe bem.
KINGDOM
Ent�o?
Queres isto?
Queres isto?
N�o? Est� bem.
Pronto, est� bem.
Est� bem.
Pronto.
Isto est� dif�cil.
Russell? Lindsay. Sou o Jay Kulina.
Desculpem o atraso, estava bem longe de Whittier.
Espero que n�o tenham esperado muito.
Meia hora.
Pe�o muitas desculpas, mas o mercado est� em alta, como sabem.
Estou a ser muito requisitado. N�o que me esteja a queixar.
Voc�s tamb�m n�o se devem queixar. Vejam s�.
Jay, n�o foi isto que discutimos.
No ramo imobili�rio, h� que gerir as expectativas.
� a primeira vez que esta casa � mostrada.
� a primeira visita. Se gostarem fazemos uma oferta hoje.
Parece uma espelunca.
Bem...
Ou � a pior casa na melhor rua.
O ramo imobili�rio � assim. � o que os profissionais procuram.
S� os trouxas compram pronta a habitar e voc�s n�o s�o trouxas.
As minhas desculpas.
Os inquilinos n�o deviam estar c�
e vou esclarecer isto, com certeza.
V�o ver a cozinha e lembrem-se: o que importa � a estrutura.
Isto � apenas est�tico. � s� pintar e aspirar e...
Quem �s tu, porra?
Bom dia, Andy. Jay Kulina, Cornwall Properties. Fal�mos esta manh�.
- Saia da minha casa! - A casa n�o � sua, � inquilino.
De acordo com o contrato deve ausentar-se quando mostramos a casa.
N�o quero saber.
E deve sair educadamente nos dias em que mostramos a propriedade.
Que vai fazer sobre isso? Estamos na Calif�rnia, ot�rio.
Os inquilinos t�m direitos, n�o podes fazer nada.
Ou estou errado?
N�o.
N�o...
- N�o. Voc� tem direitos. - Pare de os violar e pire-se daqui.
Saia da minha casa, porra!
Foram-se embora?
Porra.
� um trabalho como qualquer outro, vim fazer o meu turno.
Picar o ponto, venc�-lo e ir embora.
Ir para casa, beber uma cerveja, dormir bem.
� mais um dia de trabalho.
N�o h� mal�cia. O Anderson � um tipo porreiro.
Apenas vai ter uma noite muito m�. N�o tem a ver com �dio.
N�o � a minha natureza. Sou o tipo mais simp�tico do mundo.
Acredito num Deus gentil e misericordioso.
E acredito que se agirmos com amor, acontecer�o coisas boas.
Tem sido um ano fant�stico, quatro seguidos.
Nenhum al�m do segundo assalto.
� o �ltimo combate com a King Beast Promotions, o contrato terminou.
Sinto que fui um bom soldado, criei a marca.
Sou pago como um ilegal, mas n�o faz mal.
Todos os lutadores querem chegar � UFC.
Adorava tentar novamente...
- A cuspir no prato onde come. - Est� frustrado e eu tamb�m.
- Que posso fazer? - Faz-lhe uma oferta.
- Farei uma oferta verbal. - Por escrito.
Para a alterares?
- A UFC j� fez uma oferta? - Estamos em conversa��es.
Mas n�o fizeram uma oferta.
E sei que a UFC s� far� uma oferta se ele vencer.
N�o tens margem para negociar.
Poder�s fazer uma oferta juntamente com os outros, ap�s o combate.
Incluindo a UFC.
- Lisa, confias em mim? - Claro.
Fui abordado por umas pessoas do Dubai.
Estou a falar de dinheiro do petr�leo.
Querem ficar com a Beast e torn�-la numa grande promotora.
- Boa sorte. - Claro que irias minimizar isto.
Garo, a UFC engole-a viva. As promotoras v�m e v�o.
Garo, n�o h� ningu�m em palco.
Ouve-me. Estes tipos s�o a s�rio.
Adoram o desporto, t�m dinheiro, t�m um plano
e quero que o Ryan fa�a parte dele.
Promete que n�o far�s nada com a UFC at� eu fazer a minha proposta.
- Quando? - Segunda-feira, prometo.
Segunda-feira?
Eu sei. N�o sejas pessimista. Aparece mais logo e conversamos.
- Eu levo-te comida, vou cozinhar. - A s�rio?
Como te sentes, grandalh�o?
C'um cara�as. Que raio aconteceu ontem � noite?
- Ganhaste "Treinador do Ano". - E como foi o meu discurso?
Para te citar foste "a porra do Winston Churchill".
- Tenho de pedir desculpa a algu�m? - N�o, est�s safo.
- A que horas sa�ste? - Pela uma.
- O que se passa? - S� a telefonar. O Ryan safou-se?
- Sim. Adoram-no. - T�m � de lhe pagar.
Eu sei. Estou a tratar disso.
Ele disse que ia visitar-te mais tarde.
N�o, n�o! Dispenso o que quer que seja.
Tenho de ir procurar o Nate. � a vez dele.
- Espera! - O que foi?
Fui um porco?
Comigo n�o. Adeus.
Que merda.
N�o. O sum�rio dizia "fundo fiduci�rio, viciado em sexo, novato".
Mas n�o sei.
20 e poucos que eu n�o tenho, como � �bvio.
Usamos aquela em que tenho o cabelo apanhado.
Sim, eu tiro fotografias novas.
Est� bem. Se souberes alguma coisa diz.
Est� bem. Adeus.
- Ol�. - Que se passa, querida?
- Esteve sempre a chorar. - A s�rio?
- Vi a fralda. - Desculpa, obrigada.
N�o faz mal. E a audi��o?
- Correu bem. Iogurte, foi divertido. - Ela comeu?
- Dei-lhe um biber�o. Ficam bem? - Sim, vai.
- Obrigada novamente. Diz adeus. - Adeus, Mia. Adeus.
Uma malga com gelo e uma toalha, por favor.
Juan, prepara-te. 30 minutos.
Sim, entra.
- Parab�ns pelo pr�mio. - Obrigado.
Queres que traga guronsan?
Ponche de fruta. Tudo menos uvas.
- Shelby. Como te sentes? - Fant�stica.
- Sim, anda a dar muitos pontap�s. - � bom sinal.
Acho que sim. Precisas de mais alguma coisa?
- N�o. N�o trabalhes muito. - Nunca o fa�o.
Estou a falar a s�rio. Se precisares de f�rias diz.
Ser�o pagas. Est� bem?
- Obrigada. - De nada.
Russell, fala Jay Kulina.
Estou a tentar falar consigo mais uma vez.
Acho que encontrei uma propriedade que ir� adorar.
Esque�a. Tenho a certeza de que ir� adorar.
Porqu�? A constru��o � nova.
Tem o quarto com casa de banho que a sua esposa Lindsay tanto queria.
Ligue-me e poderei mostr�-la hoje.
Quero pedir desculpa por esta manh�. Fiquei aterrorizado, chocado.
Ligue-me para o escrit�rio ou para o telem�vel.
Dan, como est�?
Digo-lhe sinceramente que parece um gerente de mesa com esse fato.
- Que bom. Que aconteceu em Culver? - Desculpe?
Estava a pedir desculpa ao telefone. O que aconteceu?
Nada. Os inquilinos estavam l� e a casa estava desarrumada.
N�o se pode mostrar a casa com os inquilinos l� dentro.
- Concordo. - Ent�o mostraste-a porqu�?
Falei com os inquilinos v�rias vezes
e garantiram que n�o estariam em casa.
- Mas estavam. - Sim.
Jay, nunca se entra numa propriedade com o cliente
quando n�o se sabe o que l� est�.
- A que horas era a visita? - Nove da manh�.
- A que horas l� chegou? - Pelas nove.
Pelas...
Chegaste pelas 9, n�o!
Se a visita � �s 9h, chegas �s 8h30, v� se a casa est� arrumada e limpa,
se o inquilino n�o est� a bater uma no sof�. � senso comum.
Certo? � preciso saber antever, s� isso.
- Compreendo o que diz. - Ainda bem.
Farei isso daqui em diante.
Temos de eliminar erros e ter aten��o ao pormenor.
Tens de preparar tudo, est� bem? Fant�stico.
Ele � duro, tem a m�o pesada. � perigoso, sem d�vida.
Mas estou � altura. "Bonitinho". A s�rio?
Ele disse isso? Sou bonito? N�o sei.
Vejo-me como um homem elegante. Mas tomarei isso como um elogio.
Mas voltaremos a perguntar ap�s o combate.
Veremos o que diz.
O meu pai � dos melhores treinadores do jogo.
Temos combatentes de topo no gin�sio.
Quanto ao Jay, adorava v�-lo a combater novamente.
Acho que todos gostariam.
� dos lutadores mais entusiasmantes, mas eu sou parcial.
Mas h� mais para al�m dos combates.
Est� a fazer o que � preciso e eu apoio-o.
J� est�? Obrigado.
Vamos!
- Como foi a audi��o? - Humilhante.
Era 10 anos mais velha que as restantes.
N�o precisas disso.
Para qu� fazeres algo que te deixa infeliz?
Porque o dinheiro faz-nos falta.
Devias deixar este homem das cavernas partir para ca�ar,
para sustentar a fam�lia, como � a vontade de Deus.
Quando o pap� vender casas falamos sobre isso.
- Isso n�o � simp�tico. - Tens de aguentar-te � bronca.
- Ai sim? - Sim.
Agora tens uma filha a ver-te, Kulina.
Maricas do cara�as.
Est� bem. Para, seu cabr�o. Para!
Porra! Tira-me as luvas.
- Est�s bem? - Vai-te lixar. Tira-me isto.
Aqui est� ele, Rei Kulina! Fresco que nem uma alface.
- Posso falar contigo em particular? - Agora n�o.
- 10 minutos. - Agora n�o!
Deita tudo c� para fora. Acabou-se o veneno.
Sentes-te melhor?
Parab�ns pelo pr�mio. Treinador do Ano, nada mau.
Pareces em baixo.
- N�o estou em baixo. - Mas n�o est�s em alta.
Por causa de um pr�mio da treta? Vencer um trof�u? N�o significa nada.
� tudo treta. N�o significa nada. Mas � t�o bom vencer um trof�u.
� vazio? Queres saber o que � melhor que vencer um trof�u?
Fela��o.
Um cintur�o. Ofere�o-te um combate.
Est�s a falar do qu�?
Quero organizar um combate de lendas.
Queres que entre num combate de lendas?
Dois velhotes � estalada durante tr�s assaltos? N�o, obrigado.
- N�o acho que sejas t�o velho. - Mas n�o sou novo.
Tenho dinheiro.
Tens tanto dinheiro quanto eu.
�rabes.
- �rabes? - �rabes.
- Quanto? - Nunca to diria. Ap�s estar feito,
far�amos um evento para mostrar aos putos quem p�s este desporto no mapa.
Sei que ainda tens mais um combate dentro de ti. Consigo cheir�-lo.
Sai daqui, tenho de tomar banho.
Tens de tomar banho? Posso lavar-te o cabelo?
- Por favor? - �s t�o maricas.
- N�o sou maricas, sou liberal. - Vai-te embora.
Mas pensa no que te disse. Ainda tens a� mais um combate.
- Pois, os �rabes. - Alvey Kulina, mais uma vez!
Senhoras e senhores, ele voltou! A lenda!
- Como correu? - Muito bem.
- Vais levar a comida? - Sim, vou ter com a Lisa. Neg�cios.
Mas a tua comida est� aqui. Ela n�o vem c� porqu�?
Porque vamos falar de neg�cios, Keith.
Vais ter a casa s� para ti. Aproveita o sossego.
Estou farto de sossego.
- C�us, olha s� para isto. - Para de olhar para a p�gina, meu.
O que est�o a fazer comigo � um crime de guerra.
D�o a nossa morada.
As pessoas odeiam criminosos sexuais e agora sabem onde estou.
N�o tenho para onde fugir.
Prometo. Ningu�m v� essa merda.
- Os justiceiros veem. - N�o sejas paranoico!
Est�s a enlouquecer. Tem calma!
Tenta ter calma.
Pronto. Voltarei cedo.
Caramba.
Tem de estar registado como criminoso sexual.
Ele n�o o fez e est� em pris�o domicili�ria.
Estive sempre a lembr�-lo, ele � pregui�oso.
Mas n�o foi viola��o. Foi com fruta, certo?
N�o interessa. Criminoso sexual tem de estar registado.
- Coitado do Keith. - Coitado do Keith?
Coitada da fruta.
Tenho de procurar uma casa s� para mim.
N�o, Ryan. N�o podes.
- Porqu�? - Ele mata-se.
N�o quero viver com um criminoso sexual.
- Ele � teu amigo. - Isso n�o � justo.
- Porqu�? - Tenho de o aturar o resto da vida?
N�o posso fazer isso, Lisa.
A certa altura... Ele � adulto!
Tens raz�o. Fizeste muito por ele.
Aguentaste muito mais do que eu aguentaria.
De qualquer maneira...
Devo conseguir arranjar algo chique com o dinheiro que me vais arranjar.
Estou a tratar disso.
- A UFC disse alguma coisa? - Querem esperar at� amanh�.
- O Garo diz que tem dinheiro. - Veremos se � a s�rio.
Se perder, vai ser outro contrato de merda.
Se venceres, ganhar�s muito mais. E poderei negociar com a UFC.
Se perder, n�o haver� margem para negociar.
Ryan, aposta em ti!
Se tivesse d�vidas fecharia o neg�cio esta noite.
Prometo. Vais vencer.
- Odeio esta merda. - Eu sei.
Vai para casa, vai dormir.
A s�rio? At� parece que tens boas maneiras.
- � isso mesmo. - Limpa essa porcaria.
Obrigado. At� amanh�.
Porra.
Bom dia. O pequeno-almo�o est� servido.
Papas de aveia, sem a��car, sem sabor nenhum.
- Tamb�m enchi a garrafa de �gua. - Obrigado.
De nada.
Vou para o escrit�rio e depois janto com um cliente.
A n�o ser que queiras que v� ao combate.
Pois, bem me parecia.
Quase que me esquecia. Toma.
- Que � isto? - Uma chave. Abre portas.
Calma. � mais f�cil quando passas c� a noite.
Est� bem. Combinado.
- Avisa-me quando acabar. - Sim.
Nate, d� cabo dele.
Vou tentar.
Est� bom, bom.
Est�s a brincar? � demasiado. Est�s demasiado nervoso.
Calma, calma. Ataca.
Se me afasto dessa direita... � isso.
Aten��o. Aten��o. Obriga-me a mexer-me.
Ataca com as m�os, avan�a.
Ataca.
Muito bem.
- Sentes-te bem? - Sim.
Est�s nervoso?
N�o te preocupes com o contrato.
Esse � o trabalho da Lisa. �s um selvagem, um cavaleiro.
- Caramba, Alvey. Porra. - O que foi?
- Tresandas, meu. - Como assim?
Tresandas. S�o nove da manh�, meu. O teu h�lito...
Andas a fazer asneira.
Bom trabalho.
Sempre em movimento.
Custa-te ir a estas coisas?
- Aos combates? - Sim.
- N�o te custa ver? - N�o, senhora.
N�o sentes saudades?
Prefiro mergulhar a pila em mel e atir�-la para um formigueiro.
Est�s a olhar fixamente para mim?
- N�o fixamente, estou s� a olhar. - � compreens�vel.
Est�s a ver muita coisa de que gostas.
O que achas que �? Pensa bem.
Do que gostas mais em mim?
�s demasiado sens�vel para este mundo.
Vou dar as boas noites � nossa menina.
Est� a dormir.
Voltarei cedo.
N�o tenhas pressa. Deseja boa sorte ao Nate.
Estava bem na pesagem.
Pois, aposto que sim.
Isso � muita falta de profissionalismo.
Prometo que ele nunca mais luta para mim.
Vai � merda. Tenho de fazer uns telefonemas.
Porra! Filho da m�e! Cara�as!
Estou com o Jay Kulina. Jay, parab�ns pela filhota.
Obrigado, Kenny.
Agora andas a mudar fraldas? Isso � dif�cil de imaginar.
Sou pai para tudo.
Dou biber�o, mudo fraldas. Canto can��es de embalar em v�rios tons.
- Queres cantar uma? - N�o, n�o quero.
Mudando de conversa. N�o lutas h� mais de um ano.
Perdeste contra o Ryan Wheeler, est�o empatados.
Os f�s adorariam ver um terceiro combate.
O Ryan est� a ter um ano fenomenal, como o p�blico te poder� dizer.
Estou entusiasmado por o apoiar
e ao meu irm�o Nate Kulina do gin�sio Navy Street.
N�o achas que ficaram assuntos por resolver?
N�o sei. Acho que a vida torna-se maior, segue em frente.
- Porque n�o uma desforra? - Acho que n�o...
N�o h� planos para uma desforra?
Estou concentrado em ser pai.
- Para ser sincero, estou a adorar. - Com todo o direito.
� parte do Wheeler, voltaremos a ver Jay Kulina na jaula?
N�o sei.
Estou entusiasmado com ser pai e isso n�o mudar� em breve.
Jay, obrigado. Agrade�o teres vindo. � um prazer ver-te.
Um Jay Kulina domesticado, a ser muito cauteloso nas palavras.
Ol�.
- S� falo contigo ap�s o combate. - � sobre o Nate, temos um problema.
O Dixon desistiu do combate.
- Garo, mas que porra? - Eu sei.
Mas que porra? Faltam duas horas para o combate.
- O qu� daqui a duas horas? - Conta ao Alvey e ao Nate.
- O Dixon desistiu. - O que aconteceu?
- O agente diz que est� doente. - Isso � treta. O que aconteceu?
Fiz uns telefonemas. Vamos encontrar um bom substituto.
- Quero lutar. - N�o vais lutar.
- Quero lutar! - N�o vais lutar!
Recomp�e-te e deixa-nos tratar disto. �s p�ssimo no teu trabalho.
E vais pagar-lhe o pr�mio.
- Vou pagar pelo combate. - Vais pagar-lhe!
�s s� tretas. Vamos fazer o aquecimento.
S�o coisas que acontecem. N�o fiques desiludido.
N�o podes lutar com... O que se h� de fazer? Vais ser pago.
Vamos arranjar-te um lutador. Vai comer qualquer coisa.
Este n�o.
Senhor, ajuda-me a aliviar a minha cabe�a de distra��es
e o cora��o de fardos para poder dar o meu melhor,
sabendo que Estar�s sempre l�.
Com coragem, Senhor, enfrentarei este combate como Queres que fa�a.
Mant�m-me humilde, Senhor. Lembra-me de onde vem a minha for�a.
Vamos, acaba. Termina, vamos embora.
- Olharei para Ti, em Teu nome... - �men, �men. Vamos, vamos.
�s um lutador! �s um lutador! Vais ganhar o teu dinheiro!
Protejam-se sempre, obede�am sempre �s minhas ordens.
Choquem luvas, se quiserem.
Muito bem. Ao soar da campainha resolvem os vossos assuntos.
N�o o largues!
Para aqui. Canto neutro!
Fica a�! Canto neutro!
Est�s bem. Levanta-te. Mexe-te e isso passa.
Ajuda-o a levantar.
- Anda que passa! - Vamos!
Tens tempo. Tens at� cinco minutos.
- Estou bem. Vou vencer. - Tens a certeza?
Parece-me bem.
Faz o teu trabalho.
Prontos? Lutem!
Cuidado!
Seu sacana!
Que treta!
Est�s bem? Ryan?
Caramba, trata disto. Vale um ponto!
O m�dico vem falar contigo. Vai fazer-te umas perguntas.
Como est�s, Wheeler? Onde estamos?
� um ponto, Mike.
- Acompanha-me. - Quero lutar.
Queres lutar? Levanta-te.
Cabe�a quieta, mexe apenas os olhos. Est�s bem?
Dois pontos! Joelhada intencional num opositor no ch�o.
Dois pontos! Joelhada intencional num opositor no ch�o.
Demora o tempo que precisares.
Est�s pronto? Prontos? Lutem!
Aten��o � m�o esquerda. Mant�m-te abaixado!
Protege-te. M�os para cima!
Gelo.
Acabaram-se os murros com este tipo. Dar� sempre um golpe baixo.
Quero que o ven�as e que termines isto.
D� cabo dele, acerta-lhe no joelho.
Acerta-lhe, deita-o abaixo e d� cabo dele.
Muito bem, segundo assalto!
Prontos para lutar? M�os para cima!
Esquerda agressiva. � isso.
Boa! Boa!
N�o tenhas pressa. N�o tenhas pressa.
Acaba com ele!
Vai � merda! Vai � merda!
Senhoras e senhores, vimos o suficiente.
Chuck Sim manda parar este combate entre dois strikes.
O tempo oficial: 32 segundos no segundo assalto.
O vencedor por knockout t�cnico
e ainda campe�o do mundo King Beast de pesos leves,
o Destruidor, Ryan Wheeler!
Estou com o Ryan Wheeler. Ryan, que se passou no primeiro assalto?
Primeiro, agrade�o a Jesus. Sem quem nada disto seria poss�vel.
E foi de loucos.
Quando um homem teme pela sua vida, faz tudo para sobreviver.
Foi um fim impressionante e violento.
O que fez a diferen�a no segundo assalto?
Depois de me pontapear os tomates e dar joelhadas quando estava no ch�o
ele j� n�o sabia o que fazer. Deitei-o ao ch�o e dei-lhe uma co�a.
Foi o �ltimo combate do contrato. E agora?
Essa � a pergunta.
Onde est� o Garo? Ele � que... Est� mesmo aqui.
Eu e a Lisa vamos ver as op��es. Vamos ver quais as alternativas.
Como todos os lutadores profissionais quero ser pago como deve ser.
Vamos ver at� onde conseguimos ir.
N�o quero desrespeitar ningu�m. Gostei muito de estar aqui.
Obrigado a todos, foi um privil�gio e um honra lutar para voc�s.
Obrigado, Alvey, Lisa, Joe, Navy Street. A todos.
Obrigado por terem assistido. Obrigado.
Como se n�o conseguissem outro lutador � �ltima da hora.
Prometeram-te outro combate para breve?
N�o.
- V�o-te pagar? - N�o sei.
O que est� no contrato? Deve dizer...
N�o quero saber da porra do dinheiro.
A Lisa resolve. Est� tudo bem.
Estou do teu lado. N�o me quero meter nos teus assuntos.
Uma cerveja?
Vou andando.
Est� bem.
Desculpa.
Est� tudo bem entre n�s.
Treinei tr�s meses para um combate. N�o quero que seja contigo.
Entendido.
Obrigado.
Ligo amanh�.
- O que vais fazer? - Fumar isto e ir para casa.
� um bom plano.
- Dev�amos falar sobre o Nate amanh�. - O Garo vai pagar-lhe.
Bem, � o m�nimo que pode fazer.
Ele prop�s-me um combate.
Com tanto dinheiro, quer fazer um combate de lendas.
� uma estupidez.
Vais aceitar?
Estou a pensar nisso. O que achas?
- Que a decis�o � tua. - N�o tens opini�o?
N�o, n�o sou lutadora. O meu c�rebro n�o est� todo marado.
Se o fizer, se treinar,
temos de contratar algu�m para desenrascar.
Treinarei o Nate e o Ryan, mas... Podemos pagar?
Amanh�, vejo isso. Mas queres mesmo lutar?
Acho que sim, mais uma vez.
Seria bom. Trata de tudo com o Garo, sim?
Eu trato disso.
- N�o fumes isso tudo. - Obrigada, "paizinho".
- Vemo-nos amanh�. - Boa noite.
- Desculpa. - Ol�.
O Nate chegou cedo.
- O combate dele n�o aconteceu. - Que treta.
D�-a c�.
- N�o podemos adormecer com ela. - N�o adorme�o.
Dev�amos batiz�-la.
Porqu�?
S� para precaver. S� para precaver.
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