All language subtitles for North and South - 01x02 - Book 1- North and South - Episode 2

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Original subtitles

Apresentar armas!

Um! Dois!

Prontos! Um!

Dois! Tr�s!

Apontar!

Fogo!

Recolher arma!

Apresentar armas!

Um! Dois!

Apresentar armas!

Um! Dois!

Muito bem, excepto por si, Sr. Main.

N�o lhe correu muito bem. J� mostrou melhor que isso.

Tenho que o mandar ter um m�s extra de treino com o mosquete.

Isso � tudo, cavalheiros. � vontade!

Fiz-lhe uma pergunta, Sr. Main.

Porque � que Napole�o atacou o centro das linhas de Wellington em Waterloo?

� contr�rio a qualquer regra de combate. Isso custou-lhe a batalha.

Mas no entanto um grande general como Napole�o f�-lo. Porqu�, Sr. Maine?

Eu n�o sei, senhor.

Porque, senhor, ele tentou os dois flancos e foi repelido.

Napole�o n�o teve outra alternativa a n�o ser atacar o centro.

Senso comum, cavalheiros. Um recurso dos grandes comandantes.

N�o, Sr. Main, Ainda n�o terminei consigo.

Agora est� no exercito do Wellington...

e comanda um regimento de oito companhias, em fila dupla...

A frente dessa mesma linha...

V� 10.000 homens da cavalaria francesa a formar-se � sua frente...

prontos para atacar. O que � que faz?

- Um quadrado, senhor. - D� a ordem para isso.

Formar quadrado!

Uma dupla coluna a meia dist�ncia!

Batalh�o preparar, em frente, marcha!

Boa, Sr. Main. E agora?

Ala direita!

Parab�ns, Sr. Main.

Acabou de mudar a hist�ria.

Com esse movimento, abriu os flancos do Wellington...

para as cavalarias de Napole�o e perdeu a batalha de Waterloo.

Qual � a ordem correcta...Sr. Hazard?

Direita e esquerda alinhar! Marchar!

Quarta divis�o, em frente! Guarda da frente, para a esquerda.

Muito bem, Sr. Hazard.

Pode sentar-se.

Tens andado a dormir desde que voltaste de Mont Royal.

Sei sobre quem est�s a pensar.

Mas � imposs�vel, ela agora est� inacess�vel.

N�o consigo esquecer a Madeline sem mais nem menos.

N�o a tens que esquecer.

Tens � que saber parar de pensar nela por uns tempos.

E como queres que eu fa�a isso?

Vai visitar uma querida amiga minha. Uma dama chamada Alice Peet.

George disse-me que faz a lavagem para alguns oficiais e cadetes.

Fa�o muitas coisas para muitos rapazes. Entra.

Esse querido George Hazard � um bom amigo particular...

numa base estritamente financeira.

Espero que ele lhe tenha dito isso.

Ele disse-me...

Isso quer dizer... voc� � uma...

Isso mesmo, querido.

N�o achas que devemos passar j� para os neg�cios?

Vamos fazer as coisas com calma.

Porque n�o est� a comer, Menina Madeline?

De que lhe serve guardar isso?

Para recorda��o?

Eu n�o sei. Mas n�o consigo evitar.

�s vezes...

O rosto do Orry ...

est� n�tido para mim.

Quieto...

Nathaniel!

Traz a tua carca�a negra at� aqui.

Este cavalo est� coxo.

Que tipo de homem � ele afinal?

Talvez seja por isso que eu recorde o Orry.

Para ajudar-me a esquecer a minha vida em Resolute.

Orry, n�o entendo. N�o gostaste da Alice Peet?

Sim, eu gostei muito dela.

- Mas quero mais que isso. - Tamb�m eu, eventualmente.

Mas a Alice pode tornar o tempo que passamos aqui muito melhor.

Ela � doce.

A Madeline � centenas de vezes mais desej�vel que ela porque eu a amo.

At� estares apaixonado, n�o sabes o que � isto. Nada mais importa..

Ent�o �s um tolo rom�ntico.

Forma��o, destro�ar!

N�o, voc� n�o, Sr. Fisk.

Decidi que precisa de praticar, senhor.

Um treino muito especial, senhor.

Agora desmonte.

O Fisk de novo. Desde que o tenente o mandou afastar-se de n�s...

- Bent tem andado a abusar do rapaz. - Ele tem que chatear algu�m.

Ainda mais se esse algu�m for nosso amigo.

- O que acha que est� a fazer? - N�o sei.

Se nos atrasarmos para as aulas os dem�ritos acabam connosco.

- Fisk n�o � um bom cavaleiro. - Mas pelo menos conseguiu subir.

Esse � o cavalo mais gentil que temos. Vamos, temos que ir.

Siga-me, senhor.

Vai parar, senhor.

Muito bem, Sr. Fisk. Montar, senhor.

N�o, Sr. Fisk.

Vai percorrer o percurso numa montaria a s�rio: o "Sat�".

Monte, Fisk. O que se passa, senhor?

Ou tem dificuldade em seguir ordens...

como os seus amigos, o Sr. Main e o Sr. Hazard?

Eu disse. "Montar", senhor.

Sobe, Fisk.

Mais depressa! Sat�, mais depressa!

R�pido, Sat�!

Vamos!

Bom rapaz, Sat�.

Bom rapaz.

Sabemos que foi o Bent que te fez isso. Porque dizes que foi um acidente?

Cai do cavalo. Essa � a verdade.

Pelo amor de Deus, Fisk! Porque o est�s a encobrir?

Fisk, sei que te vai custar ouvir isto.

Mas o doutor disse-nos que esse joelho nunca mais ficar� bom.

O capit�o Bent pode ser expulso do exercito...

Calma, George. Ele j� est� assustado. � isso, n�o �?

Tens medo que o Bent possa fazer algo pior que isto se o denunciares.

Isso � um grande perigo, cavalheiros. Dado � mentalidade de Bent.

E receio que ate as nossas m�os tamb�m.

- Bem, o que move o teu fogo, filho? - Justi�a.

Um dos oficiais adivinhou o que aconteceu.

Ele vai levar o Bent a julgamento marcial...

por excesso de disciplina.

- Que bom para ele. - Quem � o oficial?

DeJong, Tenente Casimir DeJong.

Capit�o Bent, pergunto novamente.

O que sabe sobre o ferimento do Cadete Fisk?

Tenente DeJong, senhor, ouvi dizer que o cavalo o atirou ao ch�o.

Isso � tudo o que eu sei.

Capit�o Bent, viram-no partir com o cadete Fisk.

Est� ligado � sua honra como cadete. Por isso pense bem na sua resposta.

Como � que o Cadete Fisk se feriu?

Eu n�o sei, senhor.

Eles acreditaram no Bent?

Acho que o DeJong n�o.

Mas a honra de um cadete est� acima de suspeitas. Retiraram a queixa.

- Raios partem aquele homem. - Tu conheces o Bent.

A corte marcial � uma mancha no seu cadastro. ele vai vingar-se do Fisk.

� altura de algu�m tratar do Bent antes que ele mate algu�m.

O que podemos fazer?

Lembrei-me de uma coisa.

O tenente DeJong acha que a Alice Peet s� faz a "lavagem" a ele e mais ningu�m.

Agora, e se us�ssemos essa informa��o...

para dar a provar ao Bent o seu pr�prio rem�dio?

E se ele partir antes disso?

- N�o ir�. - A Alice ir� mant�-lo l�.

Com a contribui��o de todos, podemos pagar-lhe o dobro do que ela recebe.

Este vai ser um dia que o Capit�o Bent nunca mais ir� esquecer.

Sabes mesmo lidar com as mulheres.

Oh, meu deus, entusiasmei-me tanto, que me esquecia.

Um oficial vem buscar a sua roupa todas as Quintas a esta hora.

Em nome da dec�ncia, senhor, cubra-se!

Oh, senhor, eu sinto muito.

- Cala a boca, vadia! - Basta, Bent.

Tente comportar-se como um cavalheiro, enquanto ainda pode.

- Ainda posso? Senhor... - Tem queixas, senhor...

por mais ofensas do que aquelas que posso enumerar.

Mas tenha certeza que as irei enumerar...

e que v�o levar � sua dispensa.

Senhor, se me deixar explicar...

Assim como explicou os ferimentos do Fisk com mentiras?

Esteja no gabinete do comandante em 10 minutos

Ou iremos ca��-lo.

Sua puta!

Sua puta est�pida!

Sai daqui!

O George disse-me que eras louco. Sai daqui!

George?

George Hazard.

Ele e o Sr. Maine planearam isto, n�o foi?

Para se livrarem de mim, n�o foi?

- N�o foi? - Saia daqui ou vou livrar-me de si.

Queria ser eu a dizer-lhes isto.

Estar aqui...

Para ver as vossas caras quando ouvirem as boas noticias.

Fui expulso desta Academia.

Isso mesmo. Voc�s e os vossos amigos pode rir-se disto mais tarde.

O Bent j� n�o nos arranja problemas.

Voc�s os dois...

conspiraram para me roubar uma carreira militar.

Uma carreira para a qual era mais indicado que qualquer outro homem.

Deixem-me dizer-vos isto. Tenho amigos com muito poder.

E eu, tamb�m, um dia irei estar numa posi��o...

De muito poder. Podem contar com isso.

E voc�s estejam atentos...

porque eu n�o me vou esquecer de voc�s dois.

Nunca os irei esquecer!

Esse homem � maluco.

Por isso � melhor acreditarmos nele.

E estarmos atentos.

Mas por quanto tempo?

Pelo resto das nossas vidas?

1846 DOIS ANOS DEPOIS

Cadete Orry Main.

Cadete Orry Main, recomendam-no para a infantaria.

Ainda n�o acredito que consegui. N�o seria capaz se n�o fosse por si.

Tolice.

N�o, � verdade. Eu fiquei em segundo a contar do fim.

Tu puseste-me l� cada em cada cent�metro de papel.

Eu n�o queria perder a minha aposta.

Aposta?

Quase que me esquecia.

Nunca fiquei t�o contente por perder uma aposta em toda a minha vida.

Obrigado.

- Eu quero agradecer-lhe, George. - N�o � preciso. Fui sincero.

- George, Orry. - Fisk, parab�ns.

Bem, como se sentem, soldados?

Parece que algu�m tirou 30 kg de equipamento das minhas costas.

Tu ficaste entre os melhores. Parab�ns. Isso quer dizer corpo de engenheiros.

N�o, eu sou contra os engenheiros.

Porque n�o me disseste que escolheste artilharia? � bom para ti.

N�o � como n�s atrasadinhos que n�o temos nada a n�o ser a infantaria.

Tenho pena mas eu tamb�m escolhi a infantaria.

N�o pensavas que te deixava ir para o M�xico sem mim, n�o era?

Muito bem, venham c�. Juntem-se.

Vamos.

Vamos, vamos, vamos.

Aos nossos convidados de honra...

O tenente George Hazard, e ao nosso filho, tenente Orry Main.

Saudamos a sua gradua��o da academia militar...

e honramo-los porque v�o lutar pelo seu pa�s na guerra contra o M�xico!

Rezamos para que Deus os mantenha aos dois salvos na batalha.

Ao George e ao Orry!

- Discurso! - George, diz alguma coisa.

Vamos.

Muito obrigado a v�s. Forma todos gentis.

Bem, acho que a melhor coisa que alguma vez fiz em West Point...

foi ter feito um bom amigo da Carolina do Sul.

Tenente Hazard, sua coisa bonita.

D�-me uma prato de churrasco?

J� comeste tr�s, Ashton.

- N�o � minha culpa se me esqueci. - Uma senhora nunca se esquece.

E o que sabe sobre isso, Menina Emily Rosesmith?

A m�e diz que uma verdadeira senhora nunca come em p�blico.

Eu tenho que dizer que me tiras o sentido nesse uniforme, tenente.

N�o admira que me tenha esquecido.

Ashton, serias tentadora se tivesses mais cinco aninhos.

E vou ter, daqui a mais dois anos.

Ashton, Brett, venham dormir a sesta.

V� l�. Vamos.

A minha irm�zinha.

� a Madeline, n�o �?

Vem. Quero que a conhe�as.

O Sr. e a Sra. LaMotte...

Quero apresentar um amigo meu, George Hazard.

- � um prazer, minha senhora. - E para mim, Tenente.

Ouvi dizer que � um Ianque. Da Pensilv�nia?

Sim. Do estado de Keystone, um dos melhores.

Deixe-me convid�-lo para um cigarro e uma bebida para me falar disso.

D�s-nos licen�a, minha querida. Main.

Justin.

Ele � um bom amigo, n�o �?

� o melhor que existe.

T�m-me quase matado estar t�o longe de ti.

Por favor, n�o devemos dizer essas coisas um ao outro.

- Porque n�o? N�s sentimo-las. - N�o h� nada que podemos fazer.

N�o o amas. N�o �s dele.

Nunca poderei ser tua.

Tenho que ir, Orry.

� bom voltar-te a ver.

O Wilmot da Pensilv�nia. Deviam ter vergonha dele.

Porque � favor�vel a negociarmos com o M�xico?

Isso n�o foi bem covardia, senhor.

O congressista Wilmot elaborou uma lei que...

proibia a escravatura em territ�rios rec�m adquiridos.

Que foi derrotada no Senado...

pelo vosso John C. Calhoun.

No entanto, senhor, isso foi um insulto para todo o Sul.

S� h� uma maneira de redimir a nossa honra.

- Est� a falar da Secess�o, Justin? - Sim.

- Dev�amos continuar com ela. - Agora est� a ir longe demais.

N�s lutamos bastante para manter este Pa�s.

Odiaria v�-lo partir-se assim.

Sabe muito bem que o Sul estaria melhor como uma na��o separada.

Como pode dizer isso, Justin?

Eu sou sulista, nascida e criada c�. Ou�o homens a falar da Secess�o...

desde que era mi�da.

E eu acho que isso seria um erro tr�gico.

Isso � um facto, minha senhora?

E se fossemos uma na��o dividida...

e os mercados de arroz e algod�o ca�ssem? J� aconteceu antes.

- N�o � essa a quest�o. - � uma quest�o de honra!

Precisamos do Norte. N�o temos ind�stria...

nenhumas mat�rias primas nossas.

N�o podemos viver de discursos.

Minha querida, esqueceu-se que...

ningu�m aqui liga ao que voc� pensa.

Eles s�o casados, Orry.

Ele � um idiota arrogante, mas n�o podes fazer nada.

- Gostaria de o chicotear. - Tamb�m eu. E merece-o.

Mas n�o � o tempo nem o lugar.

- J� est� de partida, senhor? - Desaparece daqui, rapaz.

N�o tens o direito de me arrastar assim em frente a todos.

N�o tenho o direito? Tu humilhaste-me em frente aos amigos.

Expressei o meu ponto de vista. N�o teve nada a ver contigo.

N�o tens que ter pontos de vista.

Excepto aqueles que s�o meus. E apenas meus.

Mulheres com pretens�es intelectuais n�o s�o toleradas aqui.

O teu pai devia ter-te ensinado isso.

- Ele ensinou-me a pensar. - Esse foi o seu erro.

No norte, mulheres pregam pela liberdade dos negros e por amor livre

Isso n�o acontecer� aqui!

Vais saber onde � o teu lugar e vais limitar-te a ficar l�.

- Ou vais sofrer as consequ�ncias. - J� as estou a sofrer.

Achas mesmo?

Se mais alguma vez me embara�ares seja em que sentido for...

ir�s sofrer como nunca sofreste antes.

Se �s assim t�o inteligente, vais lembrar-te disso.

Est�s bem?

Obrigado. Sim,

N�o te preocupes. Ele n�o nos v�.

N�o aguento v�-lo a tratar-te assim.

Eu estou bem, Orry. Bem.

Quero que te encontrares comigo amanh�, s� para falarmos.

Sobre o que � que podemos falar?

Sobre algo que nunca ir� acontecer?

Madeline, por favor. H� uma Igreja abandonada perto do p�ntano.

- A capela de todos os santos. - Sim.

Eu estarei l� � tarde e espero se conseguires ir at� l�.

Eu n�o sei.

Por favor, Madeline. Vou partir para o M�xico.

Pode ser a nossa ultima hip�tese.

Diz que sim.

Vou tentar.

Agora deixa-me voltar.

Sozinha.

Semiramis, afasta-te do Salem Jones.

- Priam, n�o tenho escolha. - Mant�m-te afastada.

Nem tu.

Semiramis, vem c�, querida.

Olhem s� para esse trabalhador parvo.

Reconhe�o que me divirto com ele.

Parece sedento, meu amigo. Quer um pouco de aguardente de milho?

- N�o te � permitido teres isso. - � mesmo.

Mas todos os brancos est�o a olhar para o outro lado.

Sou o condutor do Sr. LaMotte. Se digo que est� bem, est� bem.

Vamos, bebe mais.

Escorrega bem.

Podes ter outro se quiseres, mas � melhor desceres.

Outra bebida.

- Quero outra. - Claro que queres.

E disse como a conseguias. Vamos, bebe mais.

- Onde vais, rapaz? - O que se passa com ele?

Sai do meu caminho

Deixa-me em paz!

O que se passa com ele?

Vou beber mais agora.

Sou t�o bom qualquer homem. E quero mais uma bebida.

- Priam, meu deus, o que aconteceu? - Priam, por favor, sai daqui.

- N�o, deixa-me em paz. - Vai para a tua cabana. Ou arrependeste.

Desculpe, senhor. Ele fugiu-nos.

"Vai para a tua cabana". Que tipo de castigo � isso?

Eu sei o que far�amos com ele em Resolute.

Est�s certo, Justin. Priam desonrou esta casa.

Insultou os meus convidados. Sr. Jones, tire-o daqui.

Assegura-te que ele receba o castigo apropriado.

Sim e o qual seria?

Vou deixar-te escolher.

Sim, senhor!

Acho que me vou embora.

Justin, sinto muito por isto.

O que lhe v�o fazer?

Ouviste o meu pai. Ele vai receba o castigo adequado.

Viste o olhar daquele capataz.

Tens que parar isto.

Esta � a casa do meu pai e tu �s �s seu convidado. N�o te esque�as disso.

Por favor! Por favor, Salem.

Por favor! Por favor, Salem.

Eu imploro! N�o!

Ok, j� estou pronto.

O Priam precisava de ser castigado!

Eu n�o castigaria nem um animal assim e nem voc�!

N�o me d�s mais nenhum dos teus serm�es ianques!

N�o estou a pregar. Estou a falar contra a brutalidade.

Mas n�o � o sitio.

Agora deixa-me em paz.

Ol�.

Foi dif�cil para ti?

N�o.

Justin foi para Charleston em neg�cios.

Pensei tanto em estar contigo.

N�o.

Eu amo-te.

- Tinha que te o dizer uma vez. - Tens que parar de pensar nisso.

� verdade. E tu amas-me.

Vim c� hoje para te dizer que nunca mais nos podemos ver.

Porqu�? Por causa do Justin.

Tu n�o o amas.

Mas escolhi-o. Ele � meu marido agora.

Se eu o deixar...

Iria contra todos os meus princ�pios.

E muitas pessoas iriam sofrer.

E se ficares com ele...

�s s� tu que sofres. � o que pensas?

Talvez Deus ajude-o a mudar.

Ele n�o quer mudar.

Olhe para mim.

Agora diz-me que nunca mais me queres ver outra vez.

Eu amo-te.

A s�rio.

A s�rio... a s�rio...

N�o.. n�o, n�o!

Desculpa. Desculpa.

Eu n�o devia.

N�o. N�o pe�as desculpa.

Sabes...

Eu quero isto tanto como tu.

Mas se formos amantes, tu nunca ser�s livre.

- Eu n�o me importo. - Mas eu sim.

N�o vou deixar que desistas do resto da tua vida por mim.

O teu futuro...

e a tua honra, e � disso que se trata.

E eu n�o serei respons�vel por isso.

Esquece-me, Orry. � a �nica maneira.

S� pensei que quisesses saber...

que a m�e esteve na cabana duas vezes e que o rosto de Priam est� melhor.

A tua m�e � muito conscienciosa com os escravos, n�o �?

Sim. N�o sei se conseguiriam cuidar de si. Eles s�o como crian�as.

- N�o lhes � permitido ser mais nada. - George, tu n�o entendes.

Priam envergonhou o meu pai em frente aos seus convidados.

Certo, eu n�o entendo isso...

E n�o entendo � como � que tu permitiste que lhe fizessem aquilo.

Foi errado. E disse isso ao meu pai.

H� algo de errado em todo este sistema.

Acho que come�o a entender sobre o que a Virgilia estava a falar.

N�o te compete a ti mudar isso.

Estamos fartos dos ianques virem c� dizerem-nos como devemos ser.

Porque n�o voltas para a "Hazard Iron" para ajudar os teus trabalhadores?

- Essa n�o � a quest�o! - Essa � a quest�o!

Este � o nosso modo de vida. Tem sido assim por centenas de anos.

O que achavas de eu ir at� Lehigh Station...

com a inten��o de te dizer como deves viver a tua vida?

Mudares a tua maneira de viver?

Mas refiro-me a isto, George.

Tu e eu...

N�s somos bons amigos.

Se quisermos manter esta amizade...

h� certas coisas que n�o podemos dizer um ao outro.

Certas coisas nunca podem ser ditas.

- Acho que tens raz�o. - Eu n�o quero...

� suposto lutarmos contra os Mexicanos, n�o um com o outro.

N�o. Ali.

Asseguraste-me que se te marcasse uma entrevista na academia militar...

- n�o me pedirias mais nada. - Eu disse-lhe, senhor...

isso foi antes do seu favor ser desfeito por inimigos que me querem destruir.

O meu Pa�s precisa de mim no M�xico.

Pode arranjar-me uma comiss�o de campo.

Uma comiss�o? Que raz�o iria apontar depois da tua dispensa?

�s um rapaz do sul, da Ge�rgia.

Eu sou um senador de Ohio. Nem � suposto eu conhec�-lo.

Mas conhece-me, senhor...

Mesmo que o mundo n�o saiba que voc� � o meu pai.

Foi por isso que vieste aqui? Para me destruir?

Podia ter feito isso logo quando a minha m�e adoptiva me disse a verdade.

Nunca tive nenhum amor da sua parte.

N�o soube quem era a minha m�e verdadeira, excepto que n�o era sua mulher.

N�o fiz com que te criassem e te educassem bem?

Criar, sim.

A fam�lia Bent n�o se preocupava com mais nada

a n�o ser com o dinheiro que lhes dava para me manter fora de vista.

Sou um homem de fam�lia num gabinete p�blico.

J� paguei demais por esse erro.

� isso que sempre...

pensou de mim, senhor?

Um erro?

Se eu te arranjar uma comiss�o...

- prometes-me... - Deix�-lo em paz?

� claro, querido pai. N�o se precisa de preocupar.

Eu n�o iria embara�ar o conhecido Senador Edwards.

Posso ser um bastardo, mas n�o sou tolo.

Eu tenho boas capacidades de lideran�a.

Os instrutores em West Point compararam as minhas t�cticas com as de Napole�o.

Deves aprender a manter o teu entusiasmo para ti.

Eu farei isso, senhor.

E voc� pode ter sorte, Senador.

Eu posso ser morto no campo de batalha.

Companhia, reagrupar! Defendam a posi��o!

Companhia! Retirar!

Em linha!

George, aqui!

N�o consigo encontrar os meus homens...

Protege-te atr�s daquela parede.

Companhia "D," em linha atr�s daquela parede!

Em linha, homens!

- Atr�s da parede! - R�pido!

- Atr�s da parede! - R�pido!

Atr�s da parede! Abriguem-se!

Tomem as vossas posi��es atr�s da parede! Responder ao fogo!

- Eu disse para parar! - Mandaram-nos retirar.

Companhia, em p�!

Formem uma linha!

Em p�!

Ouvi dizer que voc�s os dois estavam aqui.

Esta � a reuni�o que eu vos prometi em West Point.

Tenente Main...

leve esses homens para a fila da frente.

Quero um relat�rio da for�a inimiga que est� na ponte.

Pelo amor de deus, deve ser louco! Se mandar este esquadr�o para l�

v�o ser feitos em peda�os!

Isso mesmo. E tu estar�s l� com eles.

Mexam-se ou mato-te onde tu est�s por desobedecer a uma ordem directa...

de um oficial superior!

Agora!

Mexam-se!

Vamos, homens, mexam-se depressa e fiquem abaixados!

N�o podemos ficar aqui. E n�o podemos voltar para tr�s.

Era o que o Bent tinha em mente.

Orry, n�o!

Orry, baixa-te! Vamos!

Atacar!

Est�o a disparar sobre os seus pr�prios homens!

- Preparem-no. - O que � que vai fazer?

Cortar a sua perna, � a �nica maneira de o salvar.

- N�o! - Tenente, pode tratar disto?

Senhor, se lhe corta a perna, isso ir� mat�-lo.

Eu fa�o 50, 60 amputa��es em quase todas as guerras.

Quase metade dos homens sobrevive.

- Posso olhar? - Com certeza, senhor.

A perna n�o est� boa. Nunca mais a poder� usar. E se ela infectar...

Se infectar, cortamo-la.

Coronel Flynn, temos aqui um muito mal.

Vistam-no. Tirem-no daqui.

Enfermeiro, precisamos de ajuda aqui.

Ele est� aqui.

- Tenente Hazard. - Pearson.

N�o o via desde Churubusco. Como est�?

Bem.

Mas se me desculpar, n�o me parece t�o bem.

S� estou preocupado com um amigo meu.

Bem, isto deve anim�-lo.

O Major Waite vai dar uma gala esta noite para celebrar o armicideo.

- Acho que n�o. - Desculpe, Tenente.

Todos os oficiais novatos devem comparecer.

Vamos. Pode anim�-lo.

Com licen�a.

Com licen�a, senhor. N�o tive oportunidade de lhe agradecer.

No hospital de campo.

Sim, foi uma amputa��o.

Teria sido, senhor, se n�o fosse por si.

Sim, eu lembro-me. Foi muito insistente.

Receio que tenha vantagem sobre mim, Tenente.

Primeiro Tenente George Hazard, 8� Infantaria, senhor.

Prazer em conhec�-lo. Como est� o seu amigo?

- Dizem que est� a melhorar. - E est�, filho.

Demora � sempre muito tempo. Uma ferida daquelas.

- Parece que viu muitas dessas. - Demasiadas. E demasiados mortos.

� por isso que vou deixar o ex�rcito.

Devo estar de volta � Irlanda antes do final do ano.

Nunca deveria ter sa�do de l�.

Obrigado, menina Constance.

Vejo que reparou na minha Constance.

- Sua, senhor? - A minha filha. Ou n�o d� para ver?

N�o me tinha apercebido, senhor.

� a rapariga mais bonita que j� vi na minha vida.

Bem, pode esperar at� que ela estiver menos ocupada.

Ou voc� poderia apresentar-nos.

Acho que posso fazer alguma coisa. Porque n�o me segue, Tenente?

E prepare-se.

Desculpe. Eu n�o o tinha visto.

� um terr�vel desperd�cio de whisky, n�o �?

Segure. Vamos tomar uma bebida juntos.

Desculpe, mas pensei que estivesse a dan�ar com o Major Lafferty.

Receio que o seu pai e eu tenhamos mudado os seus planos.

A s�rio?

Bem, parece que sou eu que vou dan�ar consigo.

Lamenta esta minha intromiss�o?

N�o, eu n�o disse isso.

Menina Flynn, acho que � a menina mais ador�vel que eu j� vi.

A s�rio?

Poderia dan�ar consigo para sempre.

Desculpe, tenente. mas creio que esta � a minha dan�a.

Sim, senhor.

N�o desistas, rapaz.

Porque n�o acabas a conversa com a Constance...

num jantar amanh� nos meus aposentos?

- Bem-vindo, tenente. Entre. - Boa noite, senhor.

Constance, j� viste quem � que temos c�?

Tenente Hazard.

Desculpe, senhor.

Podia jurar que me tinha convidado para jantar.

Porque � que n�o me disseste que ele vinha, pai?

Porque sei que adoras surpresas. Eu n�o te a queria estragar.

Se for inconveniente eu posso voltar em outra altura.

Tolice, meu rapaz.

Temos mais carne cozida do que aquela que conseguimos comer.

N�o � assim, Constance? Ela � uma boa cozinheira.

O meu pai julga que � muito esperto.

Ele n�o quer que me sinta obrigada a voltar para a Irlanda.

Por isso est� a tentar arranjar-me um marido.

Falando nisso, tenho que ir ao consulado tratar do passaporte.

- Pensei que tivesses ido l� ontem. - N�o esperem por mim.

Posso ter que parar na cantina para petiscar algo. Aprecia o jantar, rapaz.

Obrigado, senhor.

Est� mesmo zangada com ele?

N�o.

S� acho que ele �s vezes abusa.

Mas depois acabo por me rir.

O seu sorriso � uma das coisas mais bonitas em si.

Acho que n�o o conhe�o bem o suficiente para esse g�nero de elogio.

Podemos remediar isso?

Com um jantar?

Est� bem.

Eu escrevi aos teus pais, disse-lhes que ficarias bem.

Obrigado, George.

Tenho outra coisa para te contar.

Estou apaixonado, Orry.

O seu nome � Constance Flynn e ela � maravilhosa.

Agora sei porque falavas assim da Madeline e de ti.

Ela � calorosa e engra�ada. Ela � bela.

E tamb�m � uma cozinheira de primeira.

Acho que estive � procura dele por toda a minha vida.

E quando eu ganhar a coragem vou pedi-la em casamento.

Isso � maravilhoso, George. Fico muito feliz por ti.

Antes pensava que o pai era doido em querer voltar para a Irlanda

com tudo o que se passa por l�.

Mas depois, sabes, George, vi que ele estava certo em algumas coisas.

Que coisas?

Bem, as mortes aqui s�o propositadas. Poderiam parar com elas se quisessem.

Mas na Irlanda, as pessoas n�o t�m escolha sobre as mortes.

O meu pai acha que l� precisam mais da ajuda dele.

O teu pai � um bom homem. Fiquei feliz por o poder conhecer.

Constance, falando da Irlanda...

h� algo que te quero pedir.

Sim, George?

Constance, admiro-te mais do que qualquer outra mulher que conhe�o.

E o meu sentimento por ti cresceu muito, desde que te conheci.

Acho que temos muito em comum

E eu sei que poderia tomar conta de ti e de uma fam�lia.

George Hazard, isto � uma proposta de casamento?

Tu sabes que sim.

Constance Flynn, eu amo-te.

Casas comigo?

George, n�s dois sabemos que isto n�o � assim t�o simples.

- Por seres uma cat�lica? - Uma cat�lica Irlandesa.

E o meu pai � um abolicionista.

Tamb�m a minha irm� o �. Mesmo que a minha fam�lia o recuse admitir.

Talvez recusem-se a admitir que tenham uma nora...

especialmente se ela falar para as massas e usar uma linguagem de criada.

O que a minha fam�lia pensa ou n�o, n�o importa.

Eu amo-te. E quero casar contigo.

Se tu quiseres casar comigo...

Claro que quero.

Sabes, apaixonei-me por ti logo durante aquela primeira dan�a.

Foi o meu rosto ou o uniforme?

Foi a maneira como olhaste quando o major Lafferty nos separou.

Parecias um cachorrinho perdido.

Achas que este jogo "Doubleday" � f�cil de aprender?

N�o sei. Mas evita que o Abner fale em politicas.

Gra�as a deus.

�s vezes � como se estivesse a ouvir a minha irm�, Virgilia.

- Recebi uma carta de casa hoje. - Como est� a tua m�e?

Melhor. Mas n�o acho que ela tenha j� superado a morte do meu pai.

George, h� coisas das quais as pessoas nunca recuperam.

De qualquer modo, a carta ajudou-me numa decis�o, Orry.

Vou rescindir da minha comiss�o.

Vais deixar o Exercito?

- Sim. - Mas sempre quiseste ser um soldado.

E queria. E pensava que era s� medalhas e gl�ria.

Mas Churubusco abriu-me os olhos, Orry.

Nada como uma viagem ao inferno para me mostrar a realidade.

Um bom soldado devia de ver a guerra como uma profiss�o.

Tudo o que vejo � um grande desperd�cio.

Ent�o o que vais fazer?

A minha m�e n�o o disse em muitas palavras

mas acho que o Stanley poderia precisar de ajuda para gerir a fundi��o.

Ele ainda � o chefe da "Hazard Iron". Eu terei que me encaixar onde puder.

Mas n�s seremos her�is para as pessoas l� de casa.

Ouvi dizer que seriamos condecorados por m�rito em Churubusco.

Eu vou agarrar nessas medalhas e vou enfi�-las pela goela do Bent.

�men a isso.

Sabes, eles contam hist�rias sobre ele aqui.

Em Monterrey, chamam-lhe Bent, o carniceiro.

Dizem que ele at� matou alguns dos seus homens pelas costas.

Ele t�-lo-ia feito a n� se tivesse a oportunidade.

De algum modo, o Bent consegue sempre safar-se, o canalha.

Desta vez deixou-me uma lembran�a.

� melhor que uma perna de pau, mas nunca irei melhorar.

Tamb�m n�o vais piorar.

Obrigado por essas palavras gentis de conforto, George.

Lamento, Orry. Mas �s vezes n�o sei o que te hei-de dizer.

Ent�o n�o digas nada.

Tenho que ir, Orry. Quero contar � Constance sobre esta decis�o.

Quem me dera que pensasses em coisas boas.

- Pensar em voltar para casa. - Para qu�, George?

A mulher que amo est� casado com outro.

As frutas da vit�ria, Major?

O que � que quer, Hazard? A sua maneira � ofensiva!

E mais... N�o est� de uniforme.

Ainda bem que reparaste.

Ou caso contr�rio n�o te podia dar isto.

Levanta-te, Bent!

Sempre soube que eras um covarde.

Se alguma vez mais te meteres comigo ou com o meu amigo Orry Main

Eu encontro-te e mato-te

pelo que fizeste � sua perna.

Foi simp�tico o pai ter-nos deixado sozinhos.

Ele �s vezes � um velho sonhador.

Ele disse que nos ajudaria a celebrar mais tarde com verdadeiro whisky irland�s.

O que se passa, George? Podes dizer-me?

Estava a pensar no Orry.

Eu quero que ele seja o nosso padrinho de casamento, Constance.

Claro que sim. Ele � o teu melhor amigo.

Ele est� mudado.

Desde que foi ferido.

N�o tive hip�tese de falar com ele antes de o enviarem para casa.

Queres dizer que n�o te despediste dele?

N�o.

De alguma maneira, n�o me parecia ser a coisa indicada a fazer na altura.

Bem, ent�o acho que deves passar por Mont Royal a caminho de casa.

V�s as coisas muito claramente.

- Ainda bem que me apaixonei por ti. - Tamb�m eu.

Sabes, o pai n�o estar� em casa por horas.

- N�s n�o dev�amos. - E porque n�o?

N�o estamos quase casados?

� o Orry!

Filho, porque n�o nos disseste para te ir buscar � esta��o?

- Deixa-me ajudar-te, filho. - Obrigado, senhor. Mas posso faz�-lo.

Orry, tens que ver o meu vestido novo. Tem la�os verdadeiros.

O teu prato preferido. E o recheio � a coisa mais bonita que j� viste.

Como est�s, filho?

Queria o teu conselho sobre uma m�quina de enfardar que comprei.

Agora estou bastante cansado.

E esfomeado, tamb�m, depois da tua longa viagem.

Na verdade, acho que s� quero ficar um pouco sozinho, se puder.

Dizem que o Sr. Orry j� n�o � o mesmo.

Semiramis disse-me que ele s� fica no seu quarto e n�o fala com ningu�m.

Ouvi dizer que ele ficou bastante ferido.

As feridas curam-se.

Mas ele n�o, crian�a.

Maum Sally, tenho que o ver. Tenho. Ele precisa de mim.

Isso � a �nica coisa que nunca poder�s fazer.

Desculpa por n�o te ter avisado da minha visita.

Espero que n�o seja inconveniente.

As minhas maneiras est�o um pouco enferrujadas, George.

N�o tenho sa�do muito ultimamente.

Tu nunca bebeste whisky puro antes.

As pessoas mudam.

N�o te vai ajudar a sentir melhor.

- Sei ajuizar isso melhor que ningu�m. - Ser� que sim?

Acho que agora nem o ju�zo de uma mula tu tens.

Tudo o que fazes � sentir pena de ti pr�prio.

Se vieste para me dar um serm�o, podes ir embora.

Raios, Orry!

O mundo n�o acabou. Tens uma vida inteira pela frente.

- Tu n�o entendes. - Sim, entendo.

Tu achas que a vida acabou

porque foste ferido e porque perdeste a mulher que amavas.

Ainda te resta muita coisa. A tua fam�lia, por exemplo.

E amigos que se preocupem contigo.

Mas se continuares aqui sentado

a enfrascar-te em whisky

ningu�m te ir� ajudar.

Eu sei que tens raz�o.

Eu s� n�o sei por onde come�ar.

Vais come�ar em Lehigh Station.

Por ser o meu padrinho de casamento com a Constance.

Eu terei orgulho de o ser, George.

Continue a procurar, Sr. Jones. Venha ter comigo depois do jantar.

Sim, Sr. Main.

Boa noite, George, Orry.

Est�o � procura de qu�?

Um dos nossos trabalhadores desapareceu.

Pensava que ele voltaria antes de anoitecer.

Parece que tens um mau efeito nele, George.

- Fica estranho cada vez que c� est�s. - Priam.

Leva-o para dentro.

Clyta disse-me que fugiste de Mont Royal.

Eu digo-te que � melhor voltares.

Sim, senhora.

N�o vais fazer isso, pois n�o?

Eu sinto muito, minha senhora.

N�o posso fazer isso.

Mas a fam�lia Main � boa para ti.

N�o � por causa da fam�lia.

- � o Salem Jones. - Sim, eu ouvi falar dele.

Ele vai matar-me.

Eu prefiro fugir daqui.

Porque � que vieste at� mim?

As pessoas dizem que � a melhor pessoa das redondezas.

E n�o sabia para onde mais poderia ir.

Disse ao Priam que talvez o pudesse ajudar, se mais ningu�m o fizer.

Isto � tudo o que posso fazer, Priam. Quem me dera poder ser mais.

Obrigado, minha senhora.

N�o, n�o me agrade�as. N�o.

Depois de amanh� �s 9:00, um comboio vai passar pelo posto.

Sabes onde isso fica?

Sim, minha senhora.

Fica fora de vista at� ent�o. N�o aqui. Algures perto do posto.

O comboio ir� abrandar l�.

� melhor que estejas nele quando come�ar a acelerar, ouviste?

Sim, minha senhora.

Vai levar-te at� Charleston. De l� podes ir para norte.

Deus a aben�oe, minha senhora.

Boa sorte, Priam.

Deus te aben�oe tamb�m.

- O que foi? Encontraram o Priam? - Ainda n�o.

Mas viram-no ontem � noite em Resolute.

Pod�amos usar a tua ajuda.

- Cuffey, prepara o meu cavalo. - Sim, senhor.

Mais uma vez, Ezekial.

O meu sobrinho Forbes viu o Priam da sua janela ontem.

Quem � que nesta planta��o o estava a ajudar?

Eu n�o sei, Sr. Justin. Juro por Deus!

Se eu descubro que me est�s a mentir, nem o pr�prio Deus te poder� ajudar.

A culpa � minha.

A culpa n�o � de ningu�m. � s� como as coisas s�o.

Aquele que souber de algo e que n�o diz nada

vai ser chicoteado. Lembrem-se disso.

Tu. Clyta.

Tu �s a seguir.

N�o, Sr. Justin. N�o!

Clyta, meu deus!

Tenho que lhe contar.

N�o ir� ajudar em nada o Clyta e as coisas seriam m�s para ti.

Volta a por estes negros ao trabalho.

Ouviram o Sr. LaMotte.

- Tillet. Orry. - Justin. Forbes.

Acho que o teu escravo desapareceu.

Porque n�o entras para tomar uma bebida?

Vamos buscar as espingardas e ajudamos-te a ca��-lo.

� o Orry!

Ter�s que ter cuidado...

Mas d� isto ao Orry antes que ele parta.

Por favor.

Eu tive que te ver. Pensava que ia morrer se n�o o fizesse.

N�o quero que sintas pena de mim.

N�o sinto pena de ti.

Ainda te amo. S� queria que soubesses isso.

Quando ouvi dizer que tinhas sido ferido n�o pensei de parar...

perguntando-me se estavas vivo ou morto.

Por algum tempo n�o tinha certeza.

Mas agora eu sei. Eu estou muito vivo.

Arriscaste-te muito em vir at� aqui, n�o foi?

N�o � importante.

Lembraste...

h� um ano...

em que disseste que havia coisas que tu nunca me irias fazer desistir?

Bem, eu n�o posso

n�o posso te deixar arriscares-te assim tanto.

Mas eu n�o tenho medo.

Eu tenho medo por ti.

Bem, ent�o isto � tudo o que temos.

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