All language subtitles for Mission- Impossible S07 E15 Boomerang

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Bem-vindo a casa!

O que foi? Porque me fizeste aterrar aqui?

Foi ideia do Luchek.

Há agentes federais à tua espera em L.A..

Querem esses registos.

O que é que ele quer?

Que mos entregues a mim e que aterres em L.A. limpo.

Não. Nem pensar.

Isto é dinamite.

E o Luchek devia saber que não te deve envolver.

Sou a tua mulher. Ele não tinha outra escolha.

- O Luchek disse... - Esquece o que ele disse!

Eu recolhi isto e eu tomo as decisões.

E não sei se posso confiar em ti, querida.

És demasiado bonita.

- Entra no carro e volta para L.A. - Está bem.

Sabes, querido, sabia que não me entregarias os registos.

- Bom dia. - Bom dia.

- As flores já estão a desabrochar? - Ainda não. Está demasiado frio.

Tem sido assim no sul. As flores estão atrasadas.

Bom dia, Sr. Phelps.

Há dois dias, um avião privado explodiu a caminho de Los Angeles,

matando John Vayle,

um membro de uma família do submundo liderada por Stanley Luchek.

Temos razões para crer que a morte foi planeada pela esposa, Eve,

permitindo-lhe obter registos vitais à organização Luchek que ele tinha.

Nas mãos adequadas,

esses registos seriam o fim da operação ilegal

e colocariam Luchek na prisão para toda a vida.

A sua missão, caso decida aceitá-la,

é localizar os registos e entregá-los às autoridades.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos. Boa sorte, Jim.

As notícias disseram que o corpo estava irreconhecível.

O Vayle está morto?

As autoridades não revelaram que encontraram uma chave inglesa

com sangue do Johnny Vayle.

- Significa que havia um piloto. - Chama-se Garth.

Foi contratado pela Eve Vayle e desapareceu depois do acidente.

Está a usar o nome de Joseph Collins e vive no hotel Seamore, na cidade.

Agora,

o homem que está ao lado do Vayle é o Homer Chill,

o seu motorista e guarda-costas. Trabalha para a viúva. Willy?

Isto são cópias dos objetos que estavam com o Vayle.

O alfaiate do Vayle deu-nos isto.

Uma cópia do fato que usava quando morreu.

Ótimo.

Isto é o quarto da Eve Vayle.

O cofre fica atrás deste painel e há um botão escondido que o abre.

Isto é uma cópia dos soporíferos que a Eve Vayle usa.

Quando usar estes, dormirá por um período especifico.

A máscara do Vayle está quase pronta, esta é a cópia da impressão digital.

O funeral do Johnny Vayle é amanhã de manhã.

Depois disso, estarão na casa dos Vayle.

Stan Luchek, Eve Vayle, Homer Chill e tu, Barney.

Eve. Homer.

- Obrigado por vires, Stanley. - Agradecemos, Sr. Luchek.

Homer?

O que pensa que está a fazer?

- A anotar matrículas, Sra. Vayle. - Porquê?

Não posso interrogar os amigos do Johnny, se não souber quem são.

Tenente Danvers, Divisão de Informações.

- Que perguntas fará? - Depende das respostas de que precisar.

Tenha a decência de me deixar fazer o luto do meu marido em paz.

Quer usar o meu lenço?

Tenho na língua, polícia!

Estou farta de si. Saia daqui!

Você ouviu a senhora.

Saia daqui, Homer, pare de ladrar.

Ou terei de lhe pôr trela.

Esperava que pudéssemos falar, Stanley.

- Sobre o Johnny? - Sobre negócios.

Aqui? Agora? Não.

Tenho uma certa sensação de perda, Stanley.

E não posso esperar muito.

Onde e quando?

És uma bela senhora, Eve.

Cinco horas, na minha casa.

MARCIA BILLINGS

Lamento, senador, mas não me lembro de detalhes sobre narcóticos.

Consegues fazer a voz do Johnny?

Lamento, senador, mas não me lembro de detalhes sobre narcóticos.

- Está quase, Jim. - Ótimo.

A máscara estará pronta em breve.

Os pertences do Johnny Vayle.

- Quanto? - Não está à venda.

- Como assim? - É para aluguer.

- Onde está o original? - Num local seguro.

- Como conseguiste esta confissão? - É o legado do Johnny para mim.

Juntamente com o resto da informação que tinha antes de morrer.

Foi?

Constou-me que tu e o Johnny não se estavam a dar bem.

Mas matá-lo?

E pensar que te tive ao colo no dia em que foste batizada.

E confortaste-me quando encontraram o corpo do meu pai numa valeta,

com o arame farpado que pagaste enrolado à volta da garganta.

O que queres?

Cem mil dólares agora. Vinte mil por mês enquanto for viva.

- E o original? - Permanece escondido.

Para o caso de me acontecer alguma coisa infeliz.

Receberás a tua pensão, querida.

Mas se alguma vez conseguir esses registos...

Obrigada. Posso receber os 100 mil agora.

Podes arrumar o carro.

- Boa noite, Homer. - Boa noite, menina Vayle.

Você!

Não se mexa!

- Lamento. Não o conheço. - De certeza, Sra. Vayle?

Nunca o vi antes, tenente.

Então porque é que ele a tentou matar?

Não sabia disso.

- Ouviu-a, tenente... - Cala-te e esvazia os bolsos.

Nada de identificação ou objetos pessoais.

Nada. Ele é um profissional, Sra. Vayle.

Quero saber porque estava lá fora a espiar-me.

E não tem nada a dizer. Pois eu tenho.

É estúpida. Eu sei.

O 11.° mandamento é: não te verão a falar com um polícia.

Pode ser prejudicial à saúde!

Muito bem, Sra. Vayle.

Força-me a libertar este homem.

Sugiro que olhe bem para ele,

para poder fugir da próxima vez que ele vier atrás de si.

O HOTEL DE NEW PARKWAY

Se não houver mais nada, tenente, gostava de me ir deitar.

Claro. Boa noite, Sra. Vayle.

- Foi um prazer, Sra. Vayle. - Mexe-te!

Ele chama-se Dave Ryker. Saiu na noite passada.

Não deixou morada.

Seria de esperar.

- Ele tinha bagagem? - Sim. Uma mala e um saco de fatos.

Então deve ter apanhado um táxi.

Sim.

Apanhou um tipo aqui a noite passada? Alto e grisalho?

Sim, acho que sim.

Por acaso, tenho a certeza. Levei-o para o hotel Kenlake.

Pensei que podíamos ter uma conversa civilizada.

Sítio encantador.

- Um pouco fora de mão, não é? - Bastante.

É para podermos falar, Sr. Ryker.

O seu nome é falso. Não tem identificação ou passado.

Sou rico e independente.

Surpreende-me que não tenha sido detido para interrogatório.

Tinha cerca de 600 dólares comigo

e agora o tenente Danvers tem cerca de 600 dólares.

Um polícia corrupto. É simples.

- Quem o contratou para me matar? - Desculpe?

Quase conseguiu.

Se não tivesse tropeçado, estaria morta.

- Teve muita sorte. - Não posso contar com a sorte.

E se não me disser agora por quem foi contratado

este homem vai levá-lo e rebentar-lhe a cabeça.

Para quê incomodá-lo? Pelo que sei, você é capaz disso.

O que quer dizer com isso?

Os rumores circulam. Sabe como é.

Homer.

Então, Sr. Ryker?

Se me matar, perde a única hipótese de descobrir quem me contratou.

E haverá outro contrato para matá-la em minutos.

- Quanto lhe pagam? - É uma pergunta justa.

São 5000 à cabeça e 7500 quando estiver feito.

- Eu duplico isso. - Para fazer o quê?

Para matar quem o contratou para me matar.

Isso nunca soa bem, vindo de uma mulher.

Especialmente uma tão jovem e bonita. Nunca soa bem.

- Quero uma resposta. - Então 25 mil dólares.

Vale a pena pensar nisso.

Pense nisso.

Podemos discutir isso ao jantar, esta noite.

Apanho-a às oito.

Mas sem o seu cãozinho, esta noite, Sra. Vayle.

- Sim? - Os irmãos Ormand.

Só um momento. De certeza que tem a morada certa?

Não mandamos roupas do pobre Sr. Vayle há mais de um mês.

Vayle é o nome do recibo da entrega. É tudo o que sei.

Fiquei chocada com a morte do Johnny, especialmente como aconteceu.

Mas para dizer a verdade,

não mais do que se fosse qualquer outra pessoa de quem gosto.

- Isso choca-o? - Nem todas as viúvas choram, Eve.

Tinha 18 anos quando nos casámos,

casei com um rapaz que tinha visto duas vezes na vida.

- Foi amor à primeira vista? - Não havia amor envolvido.

O casamento foi combinado

para reforçar negócios entre duas famílias.

O meu pai era...

... Jules Luparr.

Líder da máfia, encontrado morto numa valeta há anos.

Lembro-me de ler isso no este.

Eu sou a próxima, certo?

Porquê, Dave? Porquê eu?

Não sei porquê.

Então ajude-me.

Por favor, ajude-me!

Muito bem.

Saia daqui. Saia do país esta noite. Nada de perguntas. Apenas vá.

Isso serviria de quê?

Encontrar-me-iam, enviariam alguém atrás de mim para me matar.

Só você pode mudar isso encontrando o homem que o contratou e matando-o.

Dou-lhe tudo o que quiser.

Qualquer coisa.

Tenho de ser sincero consigo, Eve. Não sei quem me contratou.

Há dois dias, recebi uma chamada.

Uma proposta com as referências certas. Tudo bem.

Concordei encontrar-me com um homem num hotel.

Nenhum homem apareceu, mas estava lá uma mulher.

Jovem e bonita.

Deu-me um envelope,

disse que receberia mais 75 mil quando terminasse e saiu.

No envelope havia cinco mil dólares, o seu nome e a sua morada.

E deixou-a ir-se embora?

Tinha o dinheiro, negócio fechado.

Tem de encontrar o homem que o contratou.

Tem de haver uma forma.

Sim, talvez consiga.

Quero um avanço. Distribuirei dinheiro pela cidade.

Sirva uma bebida. Eu desço já.

Os 25 mil.

Brandy?

Não é nada pessoal, mas é melhor contar isto.

- Negócios são negócios. - Um cliché que ouvi metade da vida.

Parece que começamos mal.

- Como assim? - São 23 mil.

- Só 23? - Em cheio.

Cada maço tem menos de dois mil.

Contei e tranquei isto no cofre a noite passada.

Ninguém sabe a combinação.

Só eu e o Johnny é que usávamos o cofre!

O cofre não foi arrombado, alguém o abriu.

Porque não levaram o dinheiro todo?

E se esquecêssemos isto?

Toda a gente se engana.

- Agora temos negócio. - Não acredita em mim?

- Tem pó de arroz? Dê-mo. - Sim.

- É a impressão digital de um homem. - Deve ser antiga.

Não é possível. As impressões secam em dias e esta é fresca.

Tem a certeza de que só vocês é que usavam o cofre?

Sim.

Tem alguma impressão digital dele?

Tenho uma cópia da carta de condução.

Não é possível!

Estou?

É para si, Sr. Luchek. O Chill.

- Estou? - Sr. Luchek, tenho algo a relatar.

Certo, Chill, Eu investigo o Ryker.

Continua a vigiar a senhora.

Ele tirou o passaporte do cofre quando foi para a Europa,

e deixou lá a impressão.

Não. A impressão é fresca, caso contrário o pó não a mostraria.

Passa-se algo aqui.

Alguém me contratou para a matar.

Você contrata-me para encontrar esse tipo e matá-lo.

Não é o seu marido, ele está morto, mas agora pode não estar,

a não ser que acredite em fantasmas que deixam impressões digitais.

Quero a verdade, Eve, agora.

Não sei o que lhe dizer.

O Johnny está morto. Eu sei que está!

David, tem de acreditar em mim.

Sinto muito.

Estou baralhada.

Estou tão cansada.

Importas-te?

Não. Eu ligo-te de manhã.

Certo.

Desculpe, Sra. Vayle, mas estava a ouvir.

Está a apaixonar-se pelo tipo?

Faço que tem de ser feito, Homer.

Por vezes, parece afeto.

Se alguém ligar, diz que me deitei com enxaquecas e não posso falar.

- Senhora? Posso ajudá-la? - Em que quarto está o Sr. Collins?

Collins? Não temos aqui ninguém com esse nome.

Ele entrou há cinco dias.

Eu fiz a reserva há uma semana, por telefone.

Vou procurá-la.

Sim, Joseph Collins.

Lamento. Parece que o Sr. Collins nunca apareceu.

Não pode ser.

Tens de localizar o Garth. Tínhamos um acordo especifico.

Ele ia receber dinheiro. Não pode ter desaparecido.

Talvez tenha ficado no avião.

Não, eu vi...

... vi-o sair em segurança.

Residência Vayle.

Só um momento, por favor. É uma mulher para si, senhora.

Obrigada, Mildred.

Fala a Sra. Vayle.

Lavandaria Ormand, Sra. Vayle.

Espero que o nosso erro não a tenha incomodado.

- Que erro? - Como fato do Sr. Vayle.

Tínhamos instruções para entregá-lo noutra morada.

Só percebemos o erro esta manhã. Quer que um condutor...

Só um momento. Mildred?

Sim, senhora?

A lavandaria deixou cá um fato ontem?

Sim, senhora. Um do Sr. Vayle. Não quis incomodá-la.

Vá buscá-lo!

- Para que morada devia ir? - A 17, East Melrose Street.

Ao cuidado de Billings. Posso enviar um motorista...

Obrigada, Mildred.

É do Johnny.

Vamos ver a quem deveria ter sido entregue.

MARCIA BILLINGS

Está aqui alguém?

UNIVERSIDADE DE MEDICINA DE MONROE

- O Johnny! - Já calculava.

Quem são vocês?

Onde arranjou isto?

Saia daqui antes que chame a Polícia.

Responda-me! Onde foi buscar isto?

Deve estar louca!

Vá embora antes que chame a Polícia e a levem!

- Muito bom, menina Billings. - Não foi uma grande mentira.

- Dave... - Calma.

As armas são barulhentas, eu não.

Fale sobre o anel ou ensino-lhe algo sobre dor com que nunca sonhou.

E não grite, menina Billings.

- É do meu namorado. - Assim é melhor.

- Entregou-me um envelope, lembra-se? - Claro.

- Quem o enviou? - Foi o Johnny.

Ele pediu-me para lho entregar.

- Onde está o Johnny? - Não sei.

Não sei mesmo. Não vem a casa há dois dias.

Então encontre-o!

E diga-lhe para me deixar em paz se quer continuar a viver.

- Eu digo-lhe. Mas quem é você? - Ele saberá.

Já agora, diga-lhe para não mandar o resto do dinheiro.

Talvez o Johnny tenha dado cabo do outro tipo. Pode ser.

O Johnny Vayle era um homem difícil de matar.

Volta a casa dos Vayle. Vigia a Eve de perto.

Certo, Sr. Luchek. E o Ryker?

Colaboramos com ele até conseguirmos os registos. Depois, matamo-lo.

A Eve Vayle estará a dormir até às duas horas.

E o Chill está de folga.

Está bem.

- Estou a caminho. - Aqui tens.

Não voltarei, Eve. Tenho tudo o que preciso de ti.

- Bom dia, Sra. Vayle. - O que quer?

- Achei que podíamos dar uma volta. - Não, obrigada.

Tem uma de duas escolhas.

Pode vir em silêncio e a bem ou posso arrastá-la.

Vou buscara minha mala.

Calculei que ia cooperar.

Que isto lhe sirva de lição, Sra. Vayle.

Se vai matar um homem, use uma arma.

Assim, ele não volta para assombrá-la.

- Matou-o? Porquê? - O Johnny e eu éramos amigos.

Fiz-lhe alguns favores e ele pagou-me algum dinheiro.

Veio ver-me esta manhã. Disse-me o que aconteceu.

Como conseguiu os registos que ele transportava.

Planeou usar esses registos para fazer chantagem com o Luchek.

- Estou certo até aqui? - Não tenho nada a dizer.

Calculei que não.

A primeira coisa que o Johnny fez foi contratar o Ryker para matá-la.

Consigo morta, os registos iam parar às mãos da Polícia,

o Luchek apanhava prisão perpétua e o Johnny passava a chefe.

- Simples, certo? - Sim, simples.

Depois o Johnny começou a pensar.

Se estivesse morta, era a única que sabia onde os registos estavam,

o Luchek estaria livre e o Johnny estaria tramado.

Por isso, o Johnny tratou de si

e, ontem, você disse-lhe onde estavam os registos.

- Não lhe disse nada. - Não? Arregace a manga.

Pentotal de sódio. Sérum da verdade.

Com a dose adequada, contou tudo.

A namorada do Johnny é enfermeira e ensinou-lhe a usar isso.

Como eu disse, o Johnny veio ver-me esta manhã, com os registos.

Tinha tudo programado.

Eu ia à procuradoria-geral com os registos e era um herói.

O Luchek passa o resto da vida na prisão

e o Johnny torna-se líder da maior máfia a oeste das Rochosas.

Mas você tem uma ideia melhor.

Não é todos os dias que se mata um homem depois do seu funeral.

Mas a discussão não é essa. Vamos aos negócios.

- Quando lhe paga o Luchek? - Três mil por mês.

- É mentira! É mais 50 mil por mês. - Está louco!

Os 50 mil não é muito para proteger um negócio de 50 milhões.

Não é nada disso.

Além disso, não fui tão gananciosa.

Baixei um pouco o preço.

Certo, ouça-me.

Não preciso de si.

Tenho os registos. É apenas uma conveniência.

Diga-me a verdade.

- São 20 mil por mês. - É bom.

São 5 mil para si e 15 mil para mim.

É muito melhor que ser herói.

Como sei que tem mesmo os registos?

Sabia que era esperta para me perguntar isso.

Tens de matá-lo.

Estás louca? O tipo é polícia.

- Um polícia corrupto. - E então?

Ganho a vida a matar grandes bandidos.

A Polícia não se importa, até gosta,

mas se matar um polícia tenho de fugir o resto da vida.

Estás disposto a deixá-lo roubar-nos 15 mil por mês?

A nós?

Claro.

Sem ti o dinheiro não significa nada.

- Isso muda as coisas. - Vais livrar-te dele?

- Não. - Mas tu...

O que te faz pensar que isto não é uma mentira enorme?

O tipo era corrupto.

Não levaria os registos sem saber se tinha um acordo,

e, mesmo assim, só se fosse à porta da procuradoria.

Mas ele tinha a mala do Johnny. Eu vi-a!

Costumas decorar malas?

- Tinha as suas iniciais. Eu vi. - E isso serve?

Tenho de saber. Não posso ignorar isto!

Se cometer um erro, morro.

E se eu matar o Danvers, estamos ambos mortos. Lamento, Eve.

David, não podes ir-te embora.

Podemos descobrir a verdade. Vem comigo.

- Para onde? - O deserto, a uns quilómetros daqui.

Um local onde o Johnny e eu passávamos muito tempo.

Estou? O que foi?

Ela acabou de sair com o Ryker.

- Saiu para onde? - Disse algo sobre o deserto.

Um local onde ela e o Johnny iam.

Ótimo. Acho que sei onde pode ser.

Ollie?

Vamos.

Continua aqui!

Tinhas razão, querido, era mentira.

Por isso, já não preciso de ti.

Alto!

Parece que lhe devo algo pela ajuda, mas teremos de matar os dois.

Vais ficar bem.

Não matei o Johnny. Tu sabes.

Lamento, Eve. Sabemos que mataste.

Foi tudo uma armadilha, não foi?

Adaptação e Legendagem MARINA PINTO RTP - Produção

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.