All language subtitles for Mission- Impossible S07 E13 The Puppet

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Original subtitles

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

- Ouve-me, Paul. - Já te disse. A resposta é não!

Mas vai levar-nos dos negócios minúsculos para a primeira divisão.

- Sabes quanto fizemos este ano? - Isso foi o ano passado.

E este ano? E daqui a cinco anos?

Os tempos estão a mudar. Não vês isso, Paul?

Estamos a ser expulsos dos narcóticos e temos de encontrar outra coisa!

Foi para isto que te paguei a universidade?

Há aprendizagem nos livros e depois há a vida real.

Leo, olha à tua volta

e ganha experiência antes de fechares um negócio de sucesso.

- Experiência? - Até um Phi Beta Kappa se engana!

E as ações roubadas? E o cabo de cobre recuperado?

Foram ideias minhas que funcionaram!

Não disse que eras idiota, miúdo. Disse que não tens discernimento.

Paul.

Podes rever os números comigo?

O que é preciso para tirar uma ideia dessa tua cabeça dura?

A tua ideia é estúpida! É arriscada!

E se voltar a ouvir falar dela, vais voltar a fazer contas. A serio, Leo!

É a tua última palavra?

Só vais enfiar esse plano na garganta da família sobre o meu cadáver!

Paul.

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Bom dia, Sr. Phelps.

Está a ver a fotografia de Paul Ostro,

líder de uma família criminosa,

cujas atividades incluem narcóticos, jogo ilegal, prostituição e extorsão.

Há algumas semanas,

ficou com vários ferimentos faciais após um acidente de caça

e está acamado.

Está a usar o seu irmão mais novo, Leo, como porta-voz

e contacto com o mundo exterior.

Desde a altura do acidente de Paul,

os rumores dizem que a família Ostro planeia uma nova ação criminosa

que envolve mais de cem milhões de dólares.

A sua missão, Jim, se decidir aceitá-la,

é descobrir a razão para a mudança de política dos Ostro

e esmagar o novo plano, seja ele qual for.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos. Boa sorte, Jim.

Jim, não há perigo de o Paul Ostro saber que nunca o conheceste?

Se for o Paul Ostro.

- Achas que o Leo usa um impostor? - É possível, Casey.

Nesse caso, não poderá refutar a minha afirmação.

Mas, Jim, se for o Paul real, estarás a entrar numa armadilha.

Não necessariamente. Ele deve estar sob fortes sedativos.

Deverá estar confuso.

Barney, quanto tempo é que esta droga demora a fazer efeito?

Dois minutos, Willy.

Produz todos os sintomas de um ataque cardíaco,

a não ser que este antídoto seja tomado a tempo.

- E a voz do Paul? - Vou gravá-la, Hank.

Khalid?

Tenho um passaporte diplomático válido, Jim.

Mostra que voei de Beirute para Roma.

Este é Augie Leitch.

Um novo homem a soldo de Leo.

Na verdade, ele trabalha para este homem, Larry Gault,

o patrão de um grupo rival que quer a operação da família Ostro.

Barney?

Aqui está um compartimento falso. É ativado pela fechadura.

Sempre que é fechada, os compartimentos trocam-se logo.

E o cozinheiro da família Ostro, Jim?

Conseguimos uma emergência familiar repentina, Casey.

Muito bem, temos de ser rápidos.

O que a família Ostro estiver a planear vai acontecer esta semana.

- Quem quer ver? - Sou o novo cozinheiro.

- Sim, o que foi? - O cozinheiro novo está aqui.

Confirmaste com a fotografia da agência?

Sim, é mesmo ele.

Está bem. Manda-o entrar. Diz-lhe para usar a entrada das traseiras.

Para sobrevivermos, temos de nos diversificar.

Sair dos golpes perigosos mudar os nossos métodos...

Paul, disseste-nos tudo isso ao telefone. Qual é o trabalho?

Nós...

Leo!

Temos um novo processo, Internacional e extravagante.

Por um investimento de um milhão de dólares cada,

garantimos um lucro de doze.

O vosso dinheiro irá para um fundo,

sujeito aos controlos e garantias normais.

Serão feitos pagamentos externos através de um dos nossos bancos.

Parece-me excelente.

Aqui está o meu milhão.

Cavalheiros?

Um momento, calma.

Isto é muito dinheiro. E quero muitos detalhes antes de investir.

Como assim, não nos dizem para que é o dinheiro?

Dei-vos o resumo dos detalhes financeiros.

Sabem quais são os bancos envolvidos e quem trata das transferências.

Aceito que é invulgar, mas os lucros também o são.

Trabalhamos há mais de seis meses nisto e não podemos arriscar fugas.

Eu não invisto às cegas.

Acho que ninguém deve fazer.

Espera, espera...

Larry, eu confio no Leo e supervisionarei o negócio.

Dou a cada um de vós a minha garantia pessoal.

Se o Paul aprova, eu aceito. E tu, Larry?

Certo, Paul. Por ti, Paul, e mais ninguém.

Sem ofensa, miúdo. Agora explica-nos tudo.

- Como se chama? - Chamo-me Holt.

O seu quarto fica ali.

O Sr. Ostro está numa reunião. Ele fala consigo quando acabar.

- Sim, o que foi? - Está aqui um tipo para ver o Paul.

Como se chama?

John Hunter.

Nunca ouvi falar nele. Diz-lhe para desaparecer.

Sinto muito. Nunca ouviram falar de si.

Ouça-me.

Use o telefone e diga ao próprio Paul Ostro que estou aqui.

Não voei 8 mil km para um guarda me mandar para trás. Faça isso!

Isso significará 100% de lucro em quatro semanas.

E onde recebemos o pagamento?

Podem recolhê-lo aqui em dinheiro de imediato, se quiserem.

Ou podemos lavá-lo através das Bahamas

antes de ir para a vossa conta na Suíça.

A decisão é vossa.

Certo, miúdo. O dinheiro é teu.

Mas lembra-te do seguinte.

Da última vez que dei esmola a um cego,

pedi aos meus rapazes para lhe queimarem os olhos.

Só para ter a certeza que ele não me estava a enganar!

Obrigado por virem, cavalheiros.

Está um tipo no portão chamado John Hunter a levantar problemas.

Diz que tem uma reunião com o Paul há mais de três meses,

sobre um negócio no valor de 2,5 milhões.

De 2,5 milhões? O Paul nunca me falou sobre isso.

É melhor confirmares.

Claro. Fala para o portão e diz para o deixarem entrar.

Certo.

Muito bem.

Certo, pode entrar.

Sr. Hunter?

- Quem é você? - Sou o Leo Ostro, o irmão do Paul.

- A minha sócia, a Sra. Munson. - Como está?

Sei que firma ter uma reunião com o meu irmão.

Afirmo? Não afirmo nada. Sou parceiro dele há muito.

Curioso. Ele nunca falou no seu nome.

O que é isto? Onde está ele?

Infelizmente, teve um terrível acidente de caça.

Está de cama sob ordens do médico.

Lamento ouvir isso.

Mas não investi 200 mil dólares do meu dinheiro,

nem voei até aqui para voltar para trás. São assuntos importantes.

Muito bem, Sr. Hunter. Se insiste...

Vamos subir para ver se o meu irmão se lembra de si.

Paul?

O quê? O que foi?

O John Hunter está aqui.

Quem?

Quem?

O Paul parece não o reconhecer, Sr. Hunter.

O que está o Paul a tomar? Deve estar a afetar-lhe a cabeça!

Tenho 200 mil dólares investidos. Tínhamos um acordo.

Ou ele o aceita ou levo-o para outro lado.

Não, espere, Sr. Hunter.

O meu irmão tomou muitos sedativos devido às fortes dores.

Talvez se contar tudo de novo, isso lhe refresque a memória.

Certo. Quero falar com ele sozinho.

Não.

O Leo está a tratar de tudo enquanto estou na cama. Ele tem de saber.

Concorda?

Se o Sr. Ostro aceita, suponho que sim.

Certo.

O ministro concordou dar-nos acesso a 500 mil toneladas de petróleo.

Está pronto a cooperar assim que depositarmos um milhão de dólares

em francos suíços na sua conta de Genebra.

O nosso lucro é de 2,5 milhões de dólares em 30 dias.

- Petróleo? Onde? - Em tanques no Mar Vermelho.

- Como o obtemos e transportamos? - Temos o petroleiro preparado.

Carregamos o petróleo através de um contrato aprovado pelo governo.

Assim que o petróleo for enviado, o contrato desaparece.

Sem registos. O petróleo fica livre para ser vendido com um belo lucro.

E esse ministro pode tratar disso tudo?

- É muito importante no seu país. - E também gostaria de ser rico.

- Onde está ele agora? - Está no hotel Ruxton.

Certo. Tragam-no cá com os documentos.

Não, ele não pode vir até cá.

Para sua própria proteção, não pode ser ligado ao Paul ou a si.

Está literalmente a arriscar a vida.

E só se mexe quando o milhão de dólares for entregue.

- Que nós fornecemos? - Era o acordo que tínhamos.

E o que é que você e a Sra. Munson fornecem, Sr. Hunter?

Os contactos, os conceitos, os clientes. Todo o negócio.

- E o que recebe por Isso? - Então, o que é isto?

Concordámos em dividir tudo a meias. Vai renegar isso?

Não, não. Claro que não.

Quando o quer conhecer?

- Daqui a uma hora. - Hotel Ruxton, suite 417.

- Estás bem? - Sim, estou.

- Hotel Ruxton daqui a uma hora. - Muito bem.

- Achas que era o Paul verdadeiro? - É difícil saber, Casey.

As suas reações pareciam muito normas para um homem tão ferido.

Sim, achei que o Leo lhe estava sempre a dar dicas.

Mas não faz diferença, porque o Leo está convencido.

- Como se chama? - Holt, senhor.

- Posso ver as suas referências? - Sim, senhor.

Obrigado.

Muito bem, Holt. É assim que as coisas funcionam nesta casa.

Irá tratar-me por Sr. Leo.

Ficará sempre por aqui, exceto quando servir as refeições

ou levar comida ao meu irmão que come a intervalos de quatro horas.

Isto é a tabela da sua dieta.

Se precisar de ingredientes, dê a lista ao Sr. Leitch, de véspera.

Muito bem, senhor.

A propósito, conhece cozinha russa?

Pré ou pós-revolução, senhor?

Uma basturma.

A sua cozinha não está bem abastecida.

Preciso de um quilo de lombo sem osso,

pimenta negra, vinagre de vinho tinto e algum basilio.

- Quando estará pronta? - Cinco horas após ter o necessário.

Acho que vai dar-se muito bem por aqui.

Espero que sim, senhor.

Não ouviste detalhes do plano do Hunter?

Ele disse que tinha um negócio no valor de 2,5 milhões de dólares,

em que ele e o Paul trabalhavam há meses. Só isso.

- E a rapariga? - A loura? Chama-se Munson.

Estava no quarto do Paul com eles, por isso deve saber de tudo.

- Dizes que é drogada? - Estava cheia de marcas de agulha.

Fusco, vai até ao Ruxton. Trá-la contigo.

É melhor começarmos a pôr-te as ligaduras.

Certo. Mas acho que me vou mudar primeiro.

Conhece os elementos da transação?

Sim.

Deseja receber um suborno de um milhão de dólares.

É direto.

- Importa-se? - Não, não.

Se pretende mesmo negociar.

Mas até agora só ouvi uma data de conversa.

- Existem provas documentadas. - Onde?

A dúvida é infeciosa, Sr. Ostro. Primeiro, tem o dinheiro?

Não haverá problema em obter o dinheiro

quando provar que tem o petróleo.

Isto é o relatório dos engenheiros sobre o tanque 10.

Como pode ver, 500 mil toneladas de crude árabe.

Especificações: API 34,5, enxofre 1,7.4.-13.

E os extratos de comércio da Comissão do Petróleo até à data,

que mostram que o conteúdo do tanque 10 não foi incluído.

Como conseguiu tirar 500 mil toneladas dos números oficiais?

Uma fuga infeliz na conduta.

- E a comercialização? - Na Europa do Leste.

Parece estar tudo em ordem.

Mas onde está a licença de carregamento? Isso é crucial.

Os documentos devem chegar brevemente de avião.

Sim, Munson. É melhor ir agora para o aeroporto para os recolher.

Quando os documentos chegarem, envie-os lá para casa, está bem?

Impossível.

Se os vir sequer, Sr. Ostro, será aqui na minha presença.

Por que não?

Tomei a liberdade de aumentar a quantidade de natas, senhor.

Não afeta as propriedades medicinais, mas creio que saberá melhor.

Nada mau, Holt. É quase comestível.

- Deseja mais alguma coisa, Sr.? - Sair desta cama, só isso!

Táxi!

- Venha comigo. - O quê?

Mexa-se.

- Tem hambúrgueres? - Sim, senhor.

- Arranje-me um, está bem? - Certo.

Para ser sincero, não gosto muito do lixo francês que o Leo adora.

- Sim, senhor? - Leich, socorro!

- Fala o doutor Faraday. - O doutor Holtfield, por favor.

Estou de prevenção enquanto o Dr. Holtfield está fora.

- Posso ajudá-lo? - Estou a ligar da casa dos Ostro.

Pode vir imediatamente?

O Sr. Paul Ostro está muito doente.

- Creio que é um ataque cardíaco. - Vou o mais rápido possível.

Não o posso ajudar, senão fá-lo-ia.

Por favor, deixe-me ir.

Drogada.

Há quanto tempo tiveste a última dose, drogada? Há quanto tempo?

Ontem.

Que bom.

Está a começar a doer, não é?

Não é?

- O que se passa aqui? - O Paul ficou doente.

- Quem é você? - O doutor Faraday.

O doutor Holtfield está de férias.

- O que tem ele? - Parece que é um ataque cardíaco.

- Pode ter sido envenenado? - Não me parece.

Os sintomas parecem ser naturais.

No entanto, posso fazer testes.

Esqueça. Chama o cozinheiro.

- Mande alguém comprar já isto. - Quando voltará?

Daqui a duas horas. Ele ficará sedado até lá.

Sr. Leo, não sei nada sobre isto. Fiz a dieta a partir da folha.

Então não tem nada com que se preocupar, pois não?

Perdão?

Beba isto.

De que está à espera?

- É tudo, senhor? - Fique aí.

Sim? Não quero ser incomodado agora. Estou ocupado.

- Certo. Pode ir. - Obrigado, senhor.

Que aconteceu ao meu hambúrguer?

Está a aquecer, senhor. Tiro-o daqui a minutos.

- Traga-mo lá para fora. - Sim, senhor.

- Olá. - Olá.

- O Sr. John Hunter já esteve aqui»? - Acabou de sair.

Ia encontrar-me aqui com ele para vir buscar os nossos bilhetes.

- Deve ser o Sr. Ostro. - Certo.

Ele acabou de sair. Se se apressar, pode apanhá-lo.

Obrigado. A propósito, qual é a nossa rota?

Via Londres. Não há voos diretos para Zurique.

- Obrigado. - Obrigada.

- Adeus. - Adeus.

Tomei a liberdade de aumentar a quantidade de natas, senhor.

Não afeta as propriedades medicinais, mas creio que saberá melhor.

Nada mau, Holt. Está quase comestível.

- Já ouviste o suficiente? - Sim, claro. Desliga.

- Nada mau, Holt. É quase comestível. - Muito bem, Hank.

Já estás pronta?

Por favor! Por favor, ajude-me!

Não...

Vá lá, tu sabes o preço.

O Leo Ostro acaba de fechar um grande negócio.

Enviou o Hunter a Zurique para obter uma conta numerada

e vão dividir o dinheiro juntos.

- Quanto? - Quatro milhões.

- Quando? - Esta noite.

Quero uma reunião com os líderes da família em casa dos Ostros e já.

Diz-lhes que é urgente.

Liga ao Fusco e diz-lhe que estou a caminho.

Aquilo era material do melhor. Ela estará a flutuar durante horas.

Quando despertar, expulsa-a daqui.

- Como está ele? - Não está melhor.

Vou fazer um cardiograma. Depois precisará de repouso absoluto.

Preferia que ninguém estivesse no quarto com ele.

Eu certifico-me disso. Volto daqui a umas horas.

Preciso da minha mala. Está no banco traseiro do meu carro.

Imediatamente.

Você aí! Alto!

O que faz aqui?

Estou a apanhar o basilio para o jantar do Sr. Leo.

Certo, vamos.

Entra para a cama.

Aqui está a sua mala, doutor.

Jim?

Temos o dinheiro.

Ótimo. A mala estará no quarto.

Ele está ali?

Licença de exportação.

Documentos de carregamento.

Aprovação de especificações técnicas.

Licença de expedição. Licença de alfândega.

Isto até podia ser chinês.

Terei de mandar isso ser analisado por peritos.

Esses documentos não podem sair da minha presença.

Acha que lhe vamos entregar um milhão de dólares sem verificar?

Tudo isto devia ter sido feito anteriormente.

E foi, ministro, com o irmão dele, o Paul.

Se está preocupado, venha comigo. Os documentos estarão sempre à vista.

Não posso ser visto consigo.

Ministro, talvez eu possa ir com o Sr. Ostro? Acha bem?

- Muito bem. - Só um momento.

Obrigado.

- Está tudo bem? - Tudo pronto.

Sr. Ostro.

O Sr. Gault quer falar consigo um momento.

E consigo, Sr. Hunter.

- Temos tentado encontrá-lo. - Porquê?

Porque o Sr. Gault quer discutir uma coisa consigo.

- Então, o que é isto? - É urgente. Por favor.

- Muito bem, Larry. O que foi? - Cá dentro.

Está louco?

- Que tens aí dentro, miúdo? - Nada que tenha a ver consigo.

Então não tens com que te preocupar, não é?

O Jim tinha razão. É o fantoche do Leo.

- O que é tudo isto? - Vamos ver.

Está mesmo a passar por parvo, Gault.

Esquece isso. Abre isto.

Vamos, abre!

São quatro milhões de dólares em dinheiro. Os nossos quatro milhões!

E um bilhete para Zurique em nome de Leo Ostro.

Paul!

Isto é uma armadilha. E ele é o responsável!

Onde conseguiste esse dinheiro, Leo?

O Larry deve tê-lo colocado na minha pasta. Ou o Hunter. Pergunte-lhe!

Hunter, diga-lhes quem é.

Chamo-me John Hunter. Sou contabilista.

Na semana passada, ele pediu-me para abrir uma conta numerada

no banco de Zurique.

O quê?

Ele está a mentir! Ele veio até nós com um negócio sobre petróleo.

Vamos, Paul. Diz-lhes! Diz-lhe quem é ele realmente!

Não sei quem é ele. Ele é teu amigo.

Paul.

Paul! O que fizeram com o meu irmão?

O que se passa contigo? O que fazes? Afastem-no!

Ele não é o meu irmão. É falso!

Pronto, pronto. Vamos ver se é o Paul ou não.

Acabou, Leo.

Ele alvejou-me

e depois manteve-me drogado para concordar com o seu plano.

Levem-no e livrem-se dele. Cuidado, não quero o corpo encontrado.

Um momento! Tramaram-me.

Não sei quem me quer ver morto, mas fui tramado.

Precisava do dinheiro para pagamentos.

Eu conto-vos o que fiz.

Sabem, eu...

Descobri que a moeda sul-africana é impressa neste país,

por isso, fiz reproduções exatas das placas.

Mandei construir impressoras idênticas às originais.

Fizemos preparativos para distribuir, por todo o mundo,

milhões de dólares em notas sul-africanas nas próximas 48 horas.

- Olhe, lamento... - Sim, claro. Livrem-se dele!

As impressoras estão na cave! Vejam com os vossos olhos!

Impressoras aqui? Nós mandamos o Augie vigiar-te durante três meses.

Mandámos o Augie para fora um fim-de-semana

e colocámos as impressoras à noite. Estão lá em baixo, na subcave.

- Talvez seja melhor verificar. - Sim, vem também.

Enzo, fica com o Paul.

Willy? Agora.

Veem? Estamos prontos para avançar dentro de algumas horas!

Ninguém se mexe!

Nunca tiveste metade da esperteza do teu irmão, miúdo.

Adaptação e Legendagem FREDERICO QUINTELA RTP - Produção

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