All language subtitles for Mission- Impossible S07 E05 TOD-5

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Original subtitles

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Procuro o Simms. Ele está à minha espera.

Simms? Sim, quarto 13, no segundo andar.

Obrigado.

- Paul Morse? - Sim.

O meu pessoal está pronto para negociar.

O preço é um milhão de dólares.

Está demasiado calor para se fazer de Pai Natal, 200 mil em dinheiro.

Ouça, nem está perto. Tenho de sair do país...

São 300 mil e acabou.

Posso ter o dinheiro para si em duas horas.

Está bem.

- Traga-o aqui amanhã à mesma hora. - A que se deve o atraso?

Porque não confio no Alfa e ele não confia em mim.

Escondi a botija de TOD-5.

Tenho de ir buscá-la.

No deserto, certo?

Tem-me seguido?

Se me atraiçoar, ninguém se vai aproximar da botija.

Morse, tem um carro desportivo cinzento?

Eu verifiquei.

Matrícula do Arizona.

Areia nos pneus. Salva brava no para-choques.

Morse,

pessoalmente, eu não gosto de lidar com amadores.

Garanta que não é seguido.

GARAGEM DA CIDADE DE PORTER

Fala o Davies. Vou passar.

Treze segundos.

Sim?

Dr. Flory, o Gordon Holt está a ligar.

Livrem-se disso.

Holt?

Estabeleceu contacto?

O Morse está cá pelo nome de Simms.

- E a botija de TOD-5? - Ele tem-na. Quer 300 mil dólares.

Pague-lhe.

Não deve demorar mais de duas horas a ir ao banco e voltar.

Ele está a armar-se em esperto. Só consigo obter o TOD-5 amanhã.

Está bem.

Ligue-me assim que o tiver.

Use o mesmo método. Através do Davies.

Não queremos correr riscos.

Trataremos da entrega e do levantamento, sim?

Segurança total. Não quero que se aproxime das instalações.

E Holt...

... o Grupo Alfa é muito poderoso.

Não arrisque connosco.

Teremos a botija de TOD-5 amanhã.

A derradeira arma bacteriológica. Sem antídoto ou tratamento.

Com o que já temos, mais o TOD-5, o governo irá ouvir-nos...

... com muita atenção.

Doutor, quem fez passar a chamada do Holt?

O Davies, com as devidas precauções. Porquê?

Ele tem feito muitas questões sobre a utilidade do TOD-5.

Estou a perceber.

Quando voltar, não o deixem sair da base durante uns dias.

Depois disso, não teremos de nos preocupar com traidores.

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Bom dia, Sr. Phelps.

Este homem, Paul Morse,

é um cientista do governo que quer vender a arma biológica, TOD-5,

a uma rede terrorista chamada Grupo Alfa.

É liderada por este homem, o Dr. Victor Flory.

Cremos que o Grupo pretende usar armas químicas e biológicas

para aterrorizar a nação para ganhar poder, nos próximos dias.

O antigo agente secreto Gordon Holt é o contacto do Alfa com o Morse

e o único que pode levar-nos às instalações do Alfa.

As agências da lei não localizaram o Grupo Alfa.

A sua missão, caso decida aceitá-la,

é encontrar o Grupo Alfa e destruir a sua operação de guerra biológica.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

Localizámos o Paul Morse e podemos recuperar o TOD-5,

mas precisamos da réplica para o Holt nos levar às instalações do Alfa.

Jim, como sabemos que planeiam um ataque bioquímico contra cidades,

não podemos prender o Morse e ficar com o TOD-5?

Não. Eles são fanáticos e têm outras armas biológicas.

O suficiente para matar milhares.

A Casey verificou a organização satélite do Alfa na Europa?

Sim, segundo o telegrama que recebi. Irá controlar a situação por lá.

Quando atacarmos o Grupo Alfa, ela tratará da missão no estrangeiro.

A primeira metade da nossa chave é o TOD-5,

a segunda metade é o Gordon Holt.

Mimi.

É bonito. Espero que goste de raparigas da província.

Usaremos uma solução intravenosa. Ficará inconsciente dois minutos.

Nós injetamo-lo. Irá recriar feridas no seu rosto.

Isto controlará o rádio para que ele não perceba que passou algum tempo.

Se tudo correr bem, como vão saber onde estou?

Tem um pequeno transmissor. Emite um sinal.

Não deixes que nada lhe aconteça. É a tua salvação.

- O que aconteceu ao Holt no fim? - Morre. Pelo menos, aparentemente.

Depois recupera de imediato.

Os sintomas desaparecem. As feridas secam e podem ser limpas.

Aí já estaremos nas instalações do Alfa.

O Holt encontra-se com o Morse daqui a umas horas. Vamos começar.

GARAGEM

MANUSEAR COM CUIDADO EXTREMO

TOD-5, PERIGOSO

Já chegou tarde.

Eu posso perder, mas vocês também.

Têm outras armas biológicas!

Mesmo sem o TOD-5, podem matar milhares de pessoas.

Cavalheiro, onde vai?

Quarto 13, o Sr. Simms.

Sinto muito, mas não temos hóspedes com esse nome. Talvez...

- Como assim, ele saiu? - Não entrou nenhum sequer.

Eu lembrar-me-ia. Não temos assim tantos hóspedes.

Woodfield é uma vila pequena.

Importa-se que veja o registo?

Força.

Ele esteve aqui no quarto 13. Eu vi-o.

Não há ninguém no quarto 13, cavalheiro.

Dê-me um quarto, por favor.

Sim. São seis dólares.

Quarto 12, no segundo andar ao fundo.

Obrigado.

Colocarei o seu carro na garagem aqui perto.

Posso ajudá-lo?

Estava a tentar fazer uma chamada de longa distância.

Lamento, as linhas estão em baixo devido a uma tempestade a norte.

- Fala do Woodfield Exchange? - Sim, senhor. Desculpe o incómodo.

- O que se passa com o carro? - Não soava nada bem quando o trouxe.

Não tinha nada quando o conduzi até aqui.

Parece-me ser a ignição.

Estou ocupado. Só amanhã de manhã é que lhe posso mexer.

Ouça, preciso de sair da vila.

Fez alguma coisa a este carro. Quero-o arranjado e agora.

Um momento.

Lamento que tenha problemas, mas cometeu um erro.

- Não, não há engano. - Não teria assim tanta certeza.

Aqui o George é do mais honesto que há.

- Sou o xerife. Eu sei disso, não é? - Sabe mesmo?

Fiquem aí.

Volte para trás. Afastem-se!

Não!

Não.

Afaste-se dele. Afaste-se!

Afaste-se. Aquele homem está doente.

A comida não presta? Não o culpo. Eu também não como aqui.

Conhecia o tipo que desmaiou na rua, não conhecia?

- Sim, era uma espécie de namorado. - Eu vi.

- O que lhe aconteceu? - Foi o calor, acho.

É preciso ter cuidado para não se empolgar muito num clima destes.

O calor está a causar muitos problemas.

O meu carro avariou-se, as linhas de telefone não funcionam.

- Isso às vezes acontece. - Só um momento.

Antes de ir embora.

Estava cá um homem ontem, um tipo chamado Simms,

de meia-idade, cabelo grisalho, porte pesado. Viu-o?

Não. Era tão bonito como você?

Porque aí lembrar-me-ia. Isto é bastante aborrecido por aqui.

Era um amigo meu. E desapareceu.

Gostava de encontrar um telefone e ligar à família dele.

- Acha que me pode ajudar? - Ajudá-lo? Como?

- Gostaria de alugar um carro. - Nesta vila?

Tem de ter um carro. Ou sabe onde conseguir um. Eu pago.

Não, cavalheiro. Sinto muito. Não posso...

Esqueça.

- Dá-me uma cerveja? - Claro.

Tenho estado a caçar.

Aquele tipo que esteve aqui pareceu-me familiar.

- Acho que estivemos na tropa juntos. - O mundo é pequeno.

- Ele está neste hotel? - Acho que sim.

- Sabe qual é o seu quarto? - Como iria saber isso?

Pode dar-me outra cerveja?

Vou buscar um copo gelado.

Aquele tem feito muitas perguntas sobre o Holt.

Eu vi-o lá fora.

Disse que tem caçado pumas, mas não há pumas aqui até arrefecer.

Serve para as impressões digitais.

Vemo-nos mais tarde.

Qual é o problema, xerife? Tenho assuntos para resolver.

Terá de esperar. A estrada está fechada.

Como assim, a autoestrada está fechada?

Foi o que eu disse. Há obras mais à frente.

E se virar para trás e for pelo outro caminho?

- Seguir pela estrada do Norte? - É igual.

Foi o que pensei.

Ouça, tenho de sair daqui.

Mas não vai sair.

Não é o mesmo tipo que vi a dificultar a vida ao George?

- Pensei que tinha outro carro. - Este é de um amigo meu.

Ouça, se fosse a si, voltava para trás

e colocava o carro onde o encontrou, antes que eu o prenda.

Recue!

É a última cerveja.

- O carregamento não chegou. - Que pena.

- Sente-se um momento. - Não posso. Estou a trabalhar.

E não foi simpático da última vez.

Olhe, olhe.

Peço desculpa por isso. A sério.

Vamos, sente-se. Por favor.

Não foi difícil, pois não?

- Como se chama? - Charlene.

Charlene.

Charlene, passa-se algo nesta vila.

Somos todos prisioneiros aqui e acho que sabe isso.

Bem.

Você é esperta, mas está assustada. Ameaçaram-na, não foi?

Por favor, cavalheiro.

Tudo começou com o homem no quarto 13.

O homem que vim ver.

Agora levaram-no para algum lado.

- Quem são eles? - Tem uma imaginação tremenda.

Pessoas a morrerem nas ruas.

Um médico do exército a recolher um homem doente. Imaginação?

Não.

Charlene, diga-me o que aconteceu ao meu amigo.

Vá lá.

Foi como uma espécie de pesadelo.

Chegaram os soldados com jipes e máscaras, como máscaras de gás.

Levaram o seu amigo num caixão de aço,

totalmente selado.

E pulverizaram o quarto dele com um desinfetante.

E o seu pessoal controla tudo.

O homem da receção, as telefonistas.

Aposto que aquele não é o xerife.

Mas não fez diferença.

O seu namorado ficou doente e aposto que têm outros, certo?

Sim, estão todos a ficar doentes.

O que é? O que está a acontecer?

Não sei.

Acho que nos podemos ajudar.

- Onde vive? - Aqui mesmo no hotel. Quarto 19.

Tenho de descobrir para onde levaram o meu amigo.

Quando alguém ficar doente,

quero que me venha dizer.

- Estou no quarto 12. Está bem? - Está bem.

Tenho de confiar em si.

É o último homem a sério nesta vila.

Vai correr tudo bem. Vai ver.

Davies.

O Holt já fez a recolha?

Não me parece.

Passa-se algo aqui.

Não vi nenhum deles.

Há algum tipo de doença na vila.

Um homem desmaiou na rua.

- Estava a pensar... - Que era o TOD-5? Não.

Se fosse, toda a população estaria morta agora.

A sua missão é o Holt.

Garanta que ele recolhe o TOD-5 e que o entrega aqui.

E, Davies...

... o falhanço pode ser prejudicial para a sua saúde.

As impressões digitais que estavam no copo.

Segundo Washington, o caçador da vila chama-se Ralph Davies.

Deve ser membro do Grupo Alfa.

- Está a vigiar o Holt? - Assim parece.

Está na altura, Mimi.

- Quem é? - A Charlene.

Entre.

- O que foi? Sabe alguma coisa? - Talvez.

Então?

As paredes são muito finas. Não quero ninguém a ouvir.

Venha cá. Vamos, diga-me.

Se lhe disser, tem de me tirar daqui.

Charlene, levo-a para onde quiser.

Esta é a vossa estação de música Country. KNS no 124,0 AM.

Passa um minuto das dez.

É bastante convencido. Não sei se devo confiar...

Mais frio com 18 graus,

ligeiramente mais frio amanhã e na sexta estará calor.

E agora vamos voltar à música.

Ele encontrou o TOD-5 falso.

Não sei por que devo confiar em si.

Esta é a vossa estação de música Country. KNS no 124,0 AM.

Passa um minuto das dez.

Haverá algumas nuvens esta noite e sábado,

mas os dias serão soalheiros.

À noite, estará mais frio com 18 graus,

ligeiramente mais frio amanhã, e na sexta estará calor.

Parece que adormeci.

- Acho que o aborreço. - Não, espere, espere.

Vá, o que me veio dizer?

Está bem.

O novo mecânico, o tipo grande do outro lado da rua,

ele adoeceu como os outros e ainda não o vieram buscar.

Linda menina!

Agora já estamos em ação.

Preciso de um carro.

O carro do barman está junto ao hotel.

Tem as chaves lá dentro, mas é melhor ter cuidado.

Claro, querida.

Claro que terei.

Sente-se.

Cuidado com os braços.

É tudo.

Pela sua identificação,

chama-se Claude Adams e é um vendedor de L.A..

- Exato. E não tem autoridade... - Tenho toda a autoridade, Sr. Adams.

- Está sob controlo militar. - E eu sei o porquê.

Há aqui uma peste.

Há pessoas a morrer e tem medo do pânico.

Muito bem, já o viu. Não posso negar.

Suspeitamos de uma fuga em equipamento experimental.

Ou um acidente com uma arma biológica.

É isso que quer dizer. Por isso é que o exército veio.

Qual é o problema? Tem de haver alguma cura. E vocês?

Apenas um em cada dez mil é imune, Sr. Adams.

Como sabem quem é imune?

É simples. Estão vivos.

Encontrámos alguns e queremos fazer um antídoto.

Façam isso. Vou-me embora antes que seja tarde demais.

Sr. Adams.

Já é tarde demais.

- Sinto muito. Terá de ficar aqui. - Não!

Temos de falar.

Descobriste o que aconteceu ao teu amigo?

Está com os outros. Está morto!

O exército controla toda a vila por causa da peste.

Mas não querem saber de nós. Só querem manter isto em segredo!

Fecharam a cidade.

Todos temos isso?

Vamos morrer? Mas eu não tenho qualquer sintoma.

- É apenas uma questão de tempo. - Quanto tempo?

O meu namorado ficou doente e morreu.

Mas eu sinto-me bem. Estou bem.

Pois é.

Já devias ter os sintomas.

Nunca adoeço. Nunca tive sequer uma constipação.

Podes ser uma das pessoas que é naturalmente imune.

Podemos descobrir. Um amigo meu tem um hospital privado.

Podemos ir... Temos de sair desta vila!

É o xerife. Procuro alguém e tenho de revistar o seu quarto.

Entre se tem mesmo de ser.

O que se passa? Acenda a luz para eu ver.

Nem uma palavra, ou é um homem morto.

Guarde a arma. Ainda sou eu que mando...

Também está infetado.

Podemos usar o carro dele. Iriam deixar-nos passar.

Tens razão. Temos uma hipótese melhor.

Ajuda-me com este casaco.

Estão a virar para este.

Estrada 42. A cinco quilómetros daqui.

Certo, Jim.

Ajuda-me com isto.

- Estás bem? - Sim.

Holt.

Dê-me o TOD-5 e eu deixo-o ir embora.

Davies, você faz parte do Alfa! O que vem a ser isto?

Esqueça o Alfa. Isto é entre nós os dois.

E quero essa botija!

Davies, tenho de levar o TOD-5 ao Alfa!

Houve um acidente e estou infetado.

Preciso de tratamento!

Ainda tenho o dinheiro.

Os 300 mil dólares. Eu dou-lhos!

Posso vendê-lo por milhões.

Desista. Não tem hipóteses.

O Davies apanhou-os.

Se interferirmos ou se nos vir, a missão acaba.

Atire a sua arma.

Está bem.

Aí está.

Ela está bem. O relógio partiu-se.

Calma, calma, calma.

Estás bem? Temos de subir o monte. Põe o teu braço à minha volta.

Não te preocupes, Charlene. Vou tratar muito bem de ti.

Porque és imune e é a minha única hipótese.

Só há uma hipótese.

O Davies conhece as instalações do Alfa, se estiver vivo.

- Estás mesmo infetado? - Sim, mas ainda temos uma hipótese.

Onde ficam as instalações do Grupo Alfa?

Não sei do que falam.

Vamos levantá-lo.

O que estão a fazer?

Isto é TOD-5.

- Sabe os efeitos e são todos seus. - A não ser que fale.

Não iriam arriscar. Não.

- Estaremos longe daqui. - E você estará morto.

Não! Não!

- Onde ficam as instalações? - Não sei.

É uma forma desagradável de morrer.

Não me enganam!

Rebenta com aquilo.

Vocês são loucos. Não podem fazer isto!

Rebenta.

Não.

Não! Não!

Por favor, não disparem. Eu conto. Eu conto!

- Fica a três quilómetros da vila. - Muito bem.

Abra a porta.

Alguém me ajude com ela.

Dr. Flory. Não está contente por me ver?

- Onde está o TOD-5? - Estou a transportá-lo.

Aqui mesmo, dentro de mim.

Idiota! Expôs-nos todos a ele.

Era o que tinha de fazer, doutor.

Sabe o que fazer.

Encontre uma cura,

um antídoto.

Tem de o fazer.

Para se salvar.

Ponham-no na marquesa. Fomos todos expostos. Façam-no.

Livrem-se dela.

Não! Não, não.

Ela é imune. Descubram porquê.

É a minha única hipótese.

Preparem-na.

Ele está morto. O que fazemos?

Quero descobrir como funciona, como é que o matou.

Dêem-me um bisturi.

Ali está a igreja.

A mulher tinha um transmissor.

Não compreendo. Como...

É uma armadilha. Matem-nos.

Alto!

Ninguém se mexe!

Mimi, vamos levar-te já para o hospital.

O que aconteceu?

Não estou morto.

Nem devia estar.

- Estás com ótimo aspeto, Mimi. - Como está o ombro hoje?

Ótimo. A dor desapareceu. Saio amanhã.

Acho que estás mais feliz por ficares bem do que o Holt.

Adaptação e Legendagem MARINA PINTO RTP - Produção

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