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MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
- Sim? - É o Apollo.
- Mike. - Lew.
- Uma bebida? - Sim. Julie, trata disso.
- Como está tudo? - A pressão começou.
Proteção para a organização. E vais tratar da distribuição.
Cem mil vão para o John Rivera da Procuradoria-Geral.
Mais cem mil vão para o juiz Komiss.
E o resto para o Matt Rehak da Comissão de Investigação.
- Percebeste tudo? - Todas as palavras, Sr. Apollo.
Sr. Apollo?
Desde quando és tão formal?
Tenho de mostrar respeito por alguém com 250 mil dólares para dar.
Sem isso, meu amigo, estaríamos todos presos.
Está desligado, Mike. Até me esqueci que estava aí.
- Serve as bebidas. - Sim.
Lew.
Volta a dizer que isto está desligado.
Mais 100 mil vão para o juiz Komiss.
E o resto para o Matt Rehak da Comissão de Investigação.
- Percebeste tudo? - Todas as palavras, Sr. Apollo.
Sr. Apollo?
Até gravaste o meu nome.
Para quem é? Para o Procurador-Geral, para o FBI?
Achaste que sou algum novato? Que não conheço gravadores ativados por voz?
Para quem trabalhas, Lew? O que têm contra mim?
Kelly, coloca-o no armazém.
E obtém algumas respostas.
Ele vai falar. Pode apostar.
Lew, tens um caminho longo pela frente.
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Bom dia, Sr. Phelps.
As fotografias são de Mike Apollo,
líder de uma das mais poderosas famílias do Sindicato
e de Lewis Parnell,
um agente federal à paisana que é tenente do Apollo há um ano.
O Parnell desapareceu há 36 horas quando o desmascararam
e está agora a ser torturado para lhe extraírem informação.
As agências da lei não conseguiram descobrir onde está.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
é encontrar o Parnell e salvá-lo.
Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos. Boa sorte, Jim.
Como agente à paisana,
o Parnell enviava relatórios sobre as atividades do Apollo.
No dia de S. Patrício deste ano,
estavam sozinhos num avião privado pilotado pelo Parnell,
num voo para um Estado vizinho.
Partiram às sete da tarde e voltaram às onze e sete.
Barney?
Esta é Leona Epic, com 26 anos.
Afogou-se entre as oito e as dez da noite,
também no dia de S. Patrício. Oficialmente, foi morte acidental.
Joseph Epic, com 40 anos. Marido da falecida Leona.
Ele e o Mike Apollo lideram sindicatos criminosos separadamente.
Embora sejam velhos amigos,
ambos tomariam conta das operações se o outro se tornasse vulnerável.
A secretaria do Epic recebe dinheiro do Apollo, como espia.
Vamos fazer isso funcionar a nosso favor. Muito bem.
O Anton Malta não estava reformado?
Ainda continua a ser o ancião da organização. Ele mantém a paz.
Se o nosso plano funcionar, o Epic irá ter com Malta para obter justiça.
E será o Malta a chamar os mafiosos para uma reunião
para avaliar as provas contra o Apollo.
Os dois apartamentos contíguos.
O dos Carson estará vazio.
Vão numa viagem à neve, paga por nós.
O microfone é o convite para o almoço semanal do Apollo com os mafiosos.
Ótimo, Barney.
Casey?
A Leona Epic com um toque de fantasma.
E o perfume?
Ela usava algo chamado "Nuite des Reves".
É muito raro. Tive de mandar vir de Paris.
Ótimo.
Vamos trabalhar contra o tempo.
Se o Parnell ceder, vão matá-lo. Se aguentar, vão matá-lo.
Somos a sua única chance.
Lamento, Sr. Palmer, mas o Sr. Epic só recebe gente com marcação.
E nunca chega antes das 11.
Das 11? Um patrão assim é que se quer.
- Entra às escondidas mais tarde. - Não entro às escondidas?
Estou sempre na minha secretária às nove.
É sinal de uma empregada leal.
Agora, se me disser a que horas sai...
Está a ser académico, Sr. Palmer?
Apenas se não beber, detestar teatro e nunca jantar.
Quer deixar uma mensagem?
Diga que sou dos seguros New Republic e que quero vê-lo.
Tem que ver com a falecida Sra. Epic. Ele saberá.
- O que tem a Sra. Epic? - Peça-lhe para me ligar.
Estou no Gorham Plaza. Foi um prazer, menina Tatcher.
Leona!
Viu uma senhora de vestido bege ali?
Não, senhor. Não por aqui.
Está a mentir! Estava ali mesmo!
Não tenho razão para mentir.
Espere!
Agora, se não se importa.
Pode sair.
Palmer? Não conheço nenhum Palmer.
"Diga ao Sr. Epic que quero vê-lo.
Tem que ver com a falecida Sra. Epic. Ele saberá."
Pensei que o seguro tivesse encerrado o caso.
E encerraram. Há semanas.
É melhor ligares.
O Sr. Palmer.
Obrigado.
Sr. Epic.
Sr. Palmer.
O que faz na New Republic?
Investigador de casos de pagamento.
O que tem a minha mulher? O que devo saber?
Saber?
Disse à minha secretária que me queria ver e que eu saberia.
Ela deve ter ouvido mal.
Mas, por acaso, estou certo de que sabe.
Sr. Palmer, a Leona está mora e enterrada.
A sua empresa pagou o seguro e o caso está encerrado.
Talvez não.
Estou neste trabalho há muito tempo, Sr. Epic.
Tenho um pressentimento. Aprendi a confiar nele.
É melhor falar.
A autópsia diz que a Sra. Epic tomou um composto de barbitúricos.
Sob ordem do médico!
E também várias bebidas fortes que não foram ordenadas pelo médico.
Com essa combinação,
alguém poderia tê-la empurrado para debaixo de água facilmente.
O médico-legista não achou.
O seu gabinete não pagou cem mil. O meu sim.
Quem é que colocou a cabeça da minha mulher debaixo de água?
A morte dela deu-lhe cem mil.
Ora! Cem mil dólares são amendoins para mim.
Há pessoas loucas por amendoins.
Quando ela morreu, eu estava do outro lado da...
Do outro lado da cidade com o seu advogado.
Esse álibi convenceu as autoridades. Mas não me convence.
Está tão certo de que a matei. Porque vem aqui dizer-me isso?
Saber que algo assim pode deixar um homem nervoso.
Um homem nervoso comete erros.
Vou recuperar esses cem mil dólares mesmo que tenha de prendê-lo.
Vou andar por aqui a trabalhar. Foi um prazer conhecê-lo, Sr. Epic.
- Edith. - Sim, Sr. Epic?
Ligue-me à sede da seguradora New Republic em Cleveland.
APOLLOS CARRUAGEM DE OURO
Está resolvido.
- É um bom vinho, Mike. - Ainda bem que gostaste, Anton.
Um dos teus rapazes atraiçoou-te.
Sim, o Lew Parnell. Estiveste com ele uma ou duas vezes.
- Mataste-o? - Não, ainda não.
Está escondido.
Encontrei-o estacionado no beco com este microfone.
Companhia de seguros New Republic.
O que está a tentar fazer?
É melhor deixar o Sr. Epic responder.
É um problema pessoal. Ele pode ir.
- Não. Só quando descobrirmos... - Calma, Mike.
Saia.
É sobre a morte da Leona. Diz que não foi um acidente.
Vai ser um herói e recuperar o dinheiro da seguradora.
E prender-me pelo homicídio dela.
E tens sorte.
Se fosse pelo Apollo, acabarias num barril de cimento.
- Sim, sim. - Desaparece!
Está bem, está bem.
Vocês querem fazer isto a mal, vão ficar surpreendidos com o final.
Eu investiguei-o junto da sede.
"O Sr. Palmer tem tido razão nestes casos para interferiremos."
- Façam-lhe cair uma mala na cabeça. - Ora, Mike.
Se isso acontecesse, nunca me deixariam em paz.
Anton...
... vi a Leona hoje.
- Joe. - Vi mesmo. Do outro lado da rua.
Estava de braços abertos.
Até cheirei o seu perfume.
Eu sei, eu sei. Está tudo na minha cabeça.
Achas que não sei isso?
Sinto falta dela, Anton. Sinto tanto a falta dela.
- Adeus, Mike. - Vemo-nos depois.
Isto estava no bolso do tipo dos seguros.
- Parece a letra do Joe Epic. - Foi o que pensei.
Liga à Edith do gabinete do Epic. Diz-lhe que quero vê-la esta noite.
Joe! Joe!
Vinga-me, querido. Vinga-me.
Vinga-me, querido. Vinga-me.
Joe.
Leona.
Leona!
Quantas vezes é que este tipo da seguradora esteve com o Epic?
Só uma vez, tanto quanto sei. Esta manhã.
Ele disse para dizer ao Sr. Epic que era da seguradora
e que o Sr. Epic saberia.
Como é que ele é, este Palmer?
Confiante. Rápido com os elogios.
Logo a convidar-me para umas bebidas e um jantar.
Quero falar com ele. Podes ligar-lhe?
Não sem parecer terrivelmente óbvia.
Pois, está bem.
Mas se ele voltar ao escritório...
- Entendi, Sr. Apollo. - Linda menina.
Julie,
mete um dos teus rapazes a vigiar este Sr. Palmer.
Bom dia.
Olá. Como está?
Muito melhor agora que vejo que sabe sorrir.
Sinto muito, Sr. Palmer. Não estava em mim ontem.
Chamo-me Fred e a sua desculpa é aceite com uma condição.
Que jante comigo esta noite.
- É mesmo persistente. - Em tudo. Aceita?
- Está bem. Em minha casa, às seis. - Certo.
- O Sr. Epic está à sua espera? - Acho que me irá receber.
O Sr. Palmer está aqui.
Mande-o entrar.
Ele irá recebê-lo. A minha morada.
Edith. Edith, fez-me ganhar o dia.
Estou.
Ele está aqui.
A Edith.
Sim?
Ótimo. Vamos garantir que ele se diverte.
Na casa dela, esta noite.
Vê como está o Parnell. Começo a ficar ansioso.
Palmer, não matei a minha mulher.
E estou a avisá-lo...
... afaste-se de mim.
Se quer falar comigo, fale através dos meus advogados. Percebeu?
Pensei que tinha matado a sua mulher pelo dinheiro do seguro.
Mas enganei em relação ao motivo.
Há onze semanas,
a Leona Epic saía de casa todas as terças e quintas à uma.
Ia até à paragem de táxis na esquina, caminhava até um cruzamento,
onde apanhava um táxi vermelho e branco que a esperava.
E às terças e quintas, o táxi trazia-a de volta
por volta das quatro e meia ao mesmo sítio.
Ia para casa a pé.
Tudo isso forma um motivo sólido. Matou-a porque ela tinha um amante.
- Vou matá-lo! - Tenha calma.
Matar-me não vai mudar nada.
Porque não confessa e ajudo-o a obter um acordo?
Saia daqui!
Muito bem, Sr. Epic.
Ligue-me à telefonista. Companhia de táxis.
Kelly, é o Julie. O Sr. Apollo quer saber como está a correr.
Está a correr.
Continua. Ele fala contigo mais tarde.
Era o Cordova, Lew. Quer saber como estão as coisas.
Não estão a correr bem, não é?
Nem para ti, nem para mim. Porque não mudamos isso?
Está bem, já chega. Eu falo.
Isso é esperto. Para quem trabalhas?
Ninguém. A cassete que estava a fazer era para mim.
O que me estás a tentar dizer?
Ia guardá-la para o caso de me desentender com o Mike.
- Estás a mentir. - Não, Ray...
Já disse que estás a mentir.
Veja a foto. Veja bem.
- Alguma vez a viu antes? - No meu táxi?
Deve estar a brincar.
Eu transporto pessoas, não me lembro delas.
Precisa de uma licença para conduzir o seu táxi, certo?
Claro.
Tenho alguns amigos na baixa que a podem retirar em dois minutos.
Não me obrigue a pedir novamente.
Não quero causar problemas à senhora.
Ela disse que se alguém perguntasse que eu nunca a vi.
Seja como for, não a vejo há um mês. Talvez mais.
Fale-me sobre isso.
Recebia uma chamada regular.
Apanhava-a na esquina da Edison e Grand à uma, às terças e quintas.
Uma senhora muito simpática. Tinha classe, percebe?
- Para onde a levava? - Para este. Não era uma morada.
Só a deixava numa esquina.
Ela ficava parada até eu desaparecer.
Leve-me até lá.
Já a viu antes?
Parnell! Só para começarmos, responde-me sim ou não.
Trabalhas para o FBI?
Deixa-o em paz por algum tempo. Ainda não o posso matar.
- Alguma vez a viu antes? - Não sei, cavalheiro.
Ela tem um apartamento aqui?
Lamento. Pagam-me para fazer o meu trabalho.
Muito bem.
Sim, senhor. É a Miss Davis. A artista.
Ela não vive aqui. Vem duas vezes por semana pintar.
- Qual é o número do apartamento? - É o 408.
Mas não a encontrará lá. Não vem cá há dois meses.
Deve estar fora.
Estás pronto para outra, Fred?
Só se... Só se quiseres esquecer o jantar.
- Posso comer a qualquer altura. - Edith.
És simpática.
Tu também.
Diz-me, já acabaste os negócios com o Sr. Epic?
Acabar?
Ainda só comecei.
Achei que a questão da esposa estivesse resolvida.
Não quero que te preocupes com isso. Não quero rugas nessa linda testa.
Não é isso. Ele ficou tão abalado. Detesto ver velhas feridas reabertas.
- Gostas mesmo dele, não é? - Tem sido muito bom para mim.
Gosto dessa lealdade. É muito rara atualmente.
E sabes uma coisa? É merecida, Edith.
Porque ele também gosta de ti. Sabias isso?
Uma rapariga esperta como tu,
se agires bem, podes lucrar com isso.
Como?
O Sr. Epic e eu temos algo em preparação.
O Sr. Epic vai ser maior do que é. Vai mandar nesta cidade.
Assim que nos livrarmos da competição.
A ele e a nós...
É uma honra receber a tua visita, Anton.
Só por um minuto, Mike.
O Joe Epic ligou-me. Quer uma reunião esta noite.
À meia-noite em ponto. No local do costume.
Qual é o problema dele?
Não disse. Naturalmente, não lhe perguntei.
Ele quer ter a certeza que estarás lá.
Obrigado, Anton.
Boa noite.
- Sim? - Ele desmaiou.
Tens alguma coisa?
Algo sobre ele e o Epic terem um esquema.
O Epic vai livrar-se da competição e mandar em tudo.
O Cordova desce já.
- Para onde? - Conhece o Apollos?
- Sim, senhor. - É para aí que vamos.
- Boa noite, senhor. - Entre.
Como se sente, Sr. Palmer?
O que fazem aqui? O que é isto?
Soubemos que você e o Joe Epic estão a tentar tramar alguém.
Ela disse isso?
Ela trabalha para o Joe! Onde está ela?
Queremos saber quem, queremos saber como e queremos saber agora.
Estava só a brincar com ela...
Está bem! Pronto, pronto.
Foi ideia do Epic. Logo após a mulher morrer, ligou-me.
Não encontraste o Palmer?
Não estava no hotel. O que podia fazer?
Vamos ter de o fazer sem ele. Vamos.
- Vamos embora. - Para onde?
Tem uma reunião, Sr. Palmer.
E depois o quê?
Da forma como se preocupa, devia tentar outro emprego.
Todos menos o Parnell.
Estás atrasado.
Avisaram-me tão em cima da hora que têm sorte que esteja aqui.
Senta-te, Mike.
Muito bem. A que se deve a reunião, Joe?
Seguindo a política da organização, acuso o Sr. Apollo de agravo pessoal.
Se tinhas problemas, porque não vieste ter comigo?
Devia ter dito a alguém para te matar em vez esperar pela autorização.
Não quero ouvir essa conversa, Joe.
Não, Anton. Está tudo bem.
O que fiz eu para ser assassinado?
Seduziste a minha mulher e, quando ela tentou afastar-te, mataste-a!
Certo, Joe. Fizeste a tua acusação. Toda a gente ouviu.
Agora vamos ver como a apoias.
Entre.
Sente-se.
Diga-lhes o que me contou sobre a senhora que apanhava.
Como disse,
apanhava a senhora duas vezes por semana na Edison e Grand.
Levava-a para a mesma esquina na parte Este.
Nunca soube para onde ia depois.
- Quando foi a última vez que a viu? - Cavalheiro, não lhe sei dizer.
Acha que foi algures após o dia de S. Patrício?
Não, diria que foi uma semana antes disso.
Então?
Cavalheiro, é a mesma senhora. Não há dúvida.
Muito bem, sente-se ali calado.
A minha mulher.
Entre.
Sente-se.
Já viu esta mulher?
Sim, senhor. Como disse antes, é a Miss Evans.
Vive no apartamento 408, onde eu trabalho.
- Quando foi a última vez que a viu? - Há dois meses, pelo menos.
- Por volta do dia de S. Patrício? - Sim. Talvez umas semanas antes.
É a minha mulher.
Alguma vez viu o homem desta fotografia antes?
Claro. Costumava visitar a Miss Evans regularmente.
Há algo escrito atrás. Leia alto.
"Amo-te, querida. Mike."
Faça-me um favor. Olhe para a sala. Vê esse homem nesta sala?
Claro. É aquele ali.
- Mais alguma coisa, Joe? - O que mais precisas, Anton?
Mike?
Bela tentativa, Joe. Mas não vai compensar.
Porque eu sei o que tens andado a tramar.
Como tu e o tipo da seguradora cozinharam tudo isto
para se livrarem de mim e ficarem com a minha parte.
És um mentiroso.
Podes provar isso, Mike?
Vê-me a prová-lo.
Jules, podes trazê-lo.
Sente-se.
Muito bem, Sr. Palmer.
Tem uma chance para continuar a viver.
Quero que lhes diga o que disse aos meus rapazes há duas horas.
O que disse ou o que me disseram para dizer?
- Quero a verdade, maldição! - Mike! Mike, chega.
Avance, cavalheiro.
Tinha e ainda tenho razões para crer
que a Leona Epic não teve uma morte natural,
mas que foi drogada e afogada à força.
E quem pensa que a assassinou?
Pensei que seria o Joe Epic pelo seguro. Agora, não estou certo.
Explique-se.
A minha investigação mostra que ela tinha um romance ilícito...
- Ele está a mentir. A mentir! - Mike, está calado.
Continue, cavalheiro.
Ela pode ter sido morta por um deles.
Pelo marido, por ciúmes. Ou pelo amante, por outras razões.
Há quanto tempo trabalha na sua companhia de seguros?
Há 17 anos. Eles responderão por mim.
Cordova, leva-os e fica com eles.
Temos acusações muito graves aqui.
Ou o Joe tramou o Mike,
ou o Mike seduziu e assassinou a mulher do Joe.
Um deles terá de pagar.
Anton, posso provar que não a matei.
Como?
O Parnell estava comigo no dia de S. Patrício.
És um mentiroso!
- Sim. - Kelly.
- Trá-lo pelo túnel. - Certo.
- Trouxeram o Parnell. - Vamos.
Diz-lhes onde estavas no dia de S. Patrício.
- O quê? - Disse para lhes dizeres. Diz-lhes!
- Diz-lhes ou mato-te! - Mike, Mike!
Alto! Contra a parede! Mexam-se, mexam-se!
Vai ficar bem.
Palmer.
A sua mulher não teve nada com o Mike.
Adaptação e Legendagem MARINA PINTO RTP - Produção
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