All language subtitles for Mission- Impossible S06 E22 Trapped

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Original subtitles

SUDESTE DA ÁSIA

DEPÓSITO MILITAR

Pagamento. Armazém 12. Sempre em frente, siga os sinais.

ARMAZÉM 18 ARMAZÉM 12

- Capitão Andrews? - Sim, sargento. O major Cunningham.

Major.

- Certo. Descarreguem. - Vamos, rapazes.

Alto!

Seria fácil matar-vos, por isso não nos obriguem a isso.

Voltem a colocar os sacos no camião. Rápido!

Atem-nos!

FECHADO

ESTAÇÃO DO NADADOR-SALVADOR

Bom dia, Sr. Phelps.

Os ordenados do exército, no valor de 8 milhões de dólares,

foram roubados numa base militar no sudeste da Ásia

e estão agora a caminho dos EUA

Embora as agências da lei saibam que a família Stafford é responsável,

Joe, Arthur e Doug, que controlam uma operação mundial de contrabando,

não obtiveram informações que levem à recuperação do dinheiro.

A sua missão, caso decida aceitá-la, é recuperar os 8 milhões de dólares.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte Jim.

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Excelente, Casey. Muito bom.

Não desiludirás no Clube Tempo.

Obrigada. As velhas gravações da Lily Durcell ajudaram mesmo.

- O Doug Stafford gostava da Lily? - Estava apaixonado por ela.

Tem tentado encontrar uma substituta desde que morreu.

Isso é uma das razões que leva o Art a controlar a organização.

Isto é uma excelente imitação da voz do Art.

Foi gravada esta manhã no Estúdio de Atores.

Ótimo, Casey.

Muito bem. Segundo a nossa informação,

os oito milhões de dólares estarão nos EUA dentro de 24 horas.

Os Staffords não estarão envolvidos na recolha. Nunca estão.

Mas vamos mudar isso.

Usaremos o conflito entre o Doug e o Art para o fazer.

Ed Fenton, cunhado do Art, atravessou a fronteira há uma hora num camião

Tem um homem com ele.

Às seis da manhã, param na garagem Admiral,

em Woodfield, para abastecer.

Abre mais cedo para eles.

GARAGEM ADMIRAL

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Bob!

- Estás atrasado! - Desculpe, pai.

Pedes sempre desculpa.

Como assim, não há pistas? Estamos a pagar-vos para quê?

Quero o camião e quero-o rapidamente.

- Que camião? - O camião do Ed. Desapareceu!

Meio milhão em eletró...

Sabemos isso, queremos saber onde está.

Já disse para mudar as rotas. São sempre as mesmas!

- E ele com os seus avisos. - Se me ouvisses, talvez isto não...

Quem ouve um bêbedo? Um bêbedo mulherengo?

Parem os dois! Vamos falar do problema.

Seria muito melhor sem ele.

Estás a perder tempo, irmão. Nunca vais...

Eu disse para pararem os dois!

- Há notícias do Ed? - Não...

Mas não te preocupes, vamos encontrá-lo.

Claro. No deserto, com uma bala na cabeça.

Molly, ele está bem.

- Café? - Sim, obrigado.

- Pai? - Sim, por favor.

- Uísque ou vodca? - A que se deve a hostilidade?

- O meu irmão está lá fora e tu... - Eu não o enviei. Foi ele!

Molly, vai buscar o café.

Quero que comecem a trabalhar juntos.

Somos uma família, não se esqueçam. Nenhum de vocês!

Há novidades do Barsi sobre o carregamento da Ásia?

Sou o Tim Rayburn, ele é o George Caldwell.

Viemos ver a família.

Os Stafford não veem ninguém sem marcação.

Mostre-lhes isto.

Vive perigosamente, Rayburn.

Não quer ver a carrinha ou o seu cunhado?

Vá direto ao assunto.

Temos uma organização que vos pode ser útil.

Um carregamento vai hoje para Nova Orleães

e outro para San Antonio amanhã de manhã.

E têm um armazém cheio de contrabando em El Paso.

Precisam de proteção.

Extorsão? Connosco? De onde vieram? De que manicómio?

Não estás a perceber, Art. Acho que querem associar-se a nós.

Isto é uma candidatura de trabalho.

É simples.

Tratamos da segurança e proteção e acabamos com a competição,

por 10% dos lucros.

- Onde está o Ed? - Fizemos uma proposta.

- Vamos pensar nisso. - Têm até amanhã de manhã.

Depois, nunca mais veem o Ed ou a carrinha. Cavalheiros.

Segue-os.

Art, estás muito sobrecarregado. Deixa-me tomar conta da segurança.

Afasta-te da bebida e das mulheres por um mês e é tua.

Espera! Não tenho de viver a tua vida para fazer um trabalho.

Claro que tens.

Não confio na forma como vives agora.

- Pai... - Ele tem razão.

Ande com isso.

Claro, vamos empurrá-lo os dois!

Olá, Doug.

- O que quer? - Só quero falar de negócios.

Já ouvi a sua proposta.

Estou a pensar noutra coisa, apenas entre nós os dois.

Qualquer negócio que tenha com a família, tem com todos.

Admiro a lealdade.

É pena que o seu irmão Art não seja assim.

Como assim?

Doug, você é o mais esperto da família.

O Art sabe disso e vai largá-lo por isso.

Estarei no Clube Tempo hoje.

CLUBE TEMPO

HOJE: ESPETÁCULO DA LISA PRESCOTT

- Aqui tem. - Obrigado.

Não está sozinho, certo?

- Porquê? Isso é contra as regras? - Para alguém como você? Claro.

Obrigado.

Não quero quebrar as regras. Estou à espera de alguém.

Devia ter adivinhado.

Não, é um cavalheiro. Talvez o conheça, Doug Stafford.

Sim, eu conheço-o.

Não parece muito feliz.

- São amigos? - Não, são apenas negócios.

Cuidado para ele não lhe cortar a garganta.

- Pareceu-me um tipo simpático. - Não tenha tanta certeza.

Saí com ele uma noite.

Começou com falinhas mansas e muito charme.

Quando não fiz o que ele queria, bateu-me.

Isso é um tipo simpático?

- Olá, Annette. - Doug.

Um uísque duplo.

- Vim ouvir. - Sente-se.

Certo. Qual é a proposta?

- Um uísque duplo. - Para quem é isto? O Stafford?

- Quem é que está com ele? - Como hei de saber?

Passaste meia hora ali com ele.

E se estivesses atento ao trabalho?

Queres fazer o mesmo?

- Estou? - Estou. Fala o Al do Clube Tempo.

Disse-me que queria saber se o seu irmão aparecesse.

Sim.

O Doug está aqui a começar com os duplos.

- Quem é a mulher esta noite? - Não há mulher. É um tipo grisalho.

Grisalho? Descreva-o.

Tem cabelo grisalho, é alto e tem bom aspeto.

Al, acabou de ganhar 100 dólares.

O Rayburn está no Clube Tempo a falar com o Doug.

Engraçado que tenha aparecido hoje,

quando esperamos o carregamento do Oriente.

O que tem isso que ver com o roubo?

Não sei.

Mas não devemos correr mais riscos com o Sr. Rayburn.

Mata-o.

E o seu cunhado?

Nunca gostei dele.

As organizações familiares fazem parte do passado.

Demasiadas coisas pessoais em jogo.

Eficiência e sabedoria para fazer o trabalho são importantes.

Estou aborrecido, Rayburn. Fala muito, mas não diz nada.

Pensei que já soubesse o que quero.

Certo. O seu pai teve grandes dias. Excelentes.

Mas está morto na sua cadeira de rodas.

Não negociaremos com o seu irmão Art. Ele tem de desaparecer.

E só sobra você!

Está a dizer-me que querem matar o meu irmão.

Já não estou aborrecido, Sr. Rayburn.

Quero perceber a melhor forma de o matar.

Família, família...

Tem de começar a pensar em si.

Sim, mas tenho razão. O que quer é que lhe entregue o Art.

Tem razão. É difícil chegar ao Art. Pense nisso.

A nossa força, os seus contactos. Somos grandes e você manda.

Nem pensar. Vomitaria sempre que me olhasse ao espelho.

Não está a entender. Está a ser corrido.

Haverá um contrato em seu nome um dia destes.

Nunca. O Art tem um código. Ele vive segundo ele.

Nunca o quebraria. Diz que a família vem primeiro.

A esposa, o pai...

... até o irmão que bebe demasiado e persegue mulheres.

Não teria escrúpulos em matá-lo. Nenhuns.

Desapareça daqui.

Estarei no hotel Watson até amanhã.

- Foi excelente. - Obrigada.

Faz-me lembrar alguém que conheci. Quer uma bebida?

Não é original, mas acho que servirá.

Ótimo.

Um Stinger com gelo. Use a misturadora, por favor.

Que coincidência.

A pessoa que me faz lembrar também bebia Stinger com gelo.

- Espero que ela lhe agradasse. - Agradava.

Queremos um Stinger com gelo na misturadora

e eu quero... - Um uísque duplo.

Vou-me apresentar. Sou o Doug...

Doug Stafford.

É nova por aqui. Como sabe?

Não sou nova na cidade. E ouvi falar muito de si.

De quem?

Amigos mútuos.

Tal como?

Vamos só falar de nós.

Está bem.

- Posso ajudá-lo? - Não.

- Mas está magoado. Está a sangrar. - Tim Rayburn...

Jovem, quer que chame uma ambulância ou um polícia?

- Que cidade é esta? - O quê?

- Diga-me que cidade é! - Vou chamar a ambulância.

- Sou eu, não sou? - Sim, Sr. Rayburn. É você.

Mas está magoado e vou chamar uma ambulância.

Tim Rayburn... Tim Rayburn...

Estou bem, obrigada.

- Demora a beber. - Não vou tentar acompanhá-lo.

O que está a afogar?

Por favor, não seja profunda.

Nem pensar. Detestaria perdê-lo demasiado cedo.

Vai cantar mais esta noite?

Para este público? Não.

Então vamos sair daqui. Para minha casa?

E que tal em minha casa?

Posso fazer-lhe uns ovos ou assim.

Está bem.

Volto já. Vou buscar o casaco.

- Vais sair com ele? - Sim.

Cuidado. Ele fica mau rapidamente.

Quererá que ajas como uma rapariga que conheceu.

Se não estiveres à altura, cuidado.

Obrigada pelo conselho.

- Como assim achas que o apanhaste? - Não verifiquei. A polícia chegou.

Calma.

Pai, está acordado?

- Não conseguia dormir. Sabes do Ed? - Não, nada.

- E os oito milhões. - Nada. Estão a caminho.

Sabe o tipo grisalho que esteve aqui hoje, o Rayburn?

O que tem?

- O Doug bebeu com ele esta noite. - O quê?

Acho que está a tentar trair-nos.

- O Doug disse-te isso? - Não, não me disse.

É isso que me preocupa.

O Jim já devia ter chegado.

O que devemos fazer?

Esperamos pelo sinal e seguimos com o plano.

- Tens bom gosto. - Obrigada. Faço por isso.

- Quem paga as contas? - Sou eu.

Não me digas isso. Não ganhas tanto dinheiro a cantar.

Tenho uma avó rica.

Não é engraçado? Conheço muitas raparigas com a mesma avó.

Bebe e cala-te.

- Espera um minuto! - Porquê?

- Excitas-me. - Ótimo.

- Tens algo azul? - O quê?

Algo azul... Veste algo azul.

Essa é nova.

Não me dês problemas. Eu disse para vestires algo azul!

Certo.

Está na hora do irmão Art.

Deixa tocar.

- Estou. - A Lisa está?

A Lisa Prescott está? Quero falar com ela, por favor.

Quem fala?

Eu perguntei quem fala.

Então? Gostas?

É muito bonito.

Obrigada.

- Eu atendi o telefone. - Quem era?

Diz-me tu.

Como posso saber?

Era alguém que conhecemos.

O meu irmão, Art.

- Nem conheço o teu irmão. - Sua vagabunda barata.

Ele paga por tudo isto, certo?

O meu querido irmão, o homem de família dedicado!

Quanto a ti...

... gostaria de te partir essa cara bonita.

Doug, o que aconteceu entre mim e o teu irmão já acabou.

- Estás a mentir! - Eu não vou voltar a vê-lo.

CLUBE TEMPO

- Como correu? - Ele é tarado.

- Está tudo pronto? - Sim, está no quarto.

- Olá. - Espere aí. Tenha calma eu...

Acabei de conhecê-la. Ela não significa nada para mim.

Muito engraçado, Sr. Stafford. Muito engraçado.

- Sabe o meu nome? - Sim.

O meu irmão Art enviou-o?

Não interessa muito quem me enviou, não é? Pelo menos, para si.

Não, espere! Espere, por favor. Estou a pedir-lhe! Não dispare.

Espere um minuto! Não significa nada, juro.

Por favor, não dispare! Não!

- Dá-me isso! Porquê? - Não. Por favor, aqui não!

Porque me deves uma. Salvei-te a vida.

O Art deve ter reconhecido a tua voz.

Pois.

É quase engraçado...

Não quero saber do meu irmão, mas sempre o admirei.

Ele fazia o que não eu conseguia.

Colocava sempre a família em primeiro lugar.

Depois envia um assassino para me matar.

Talvez seja melhor saíres da cidade.

Porque é que te preocupas tanto?

Já disse que me interessa.

Podia ter-te convencido se não tivesses desmaiado.

Talvez.

É melhor seres tu a sair da cidade.

Quando souberes que aconteceu algo ao meu irmão, liga-me.

Olá, bem-vindo de volta.

- Já estive aqui antes? - Está magoado.

Esqueça isso. Diga-me quando estive aqui.

No início desta noite. Vou chamar um médico.

Não, por favor...

Posso confiar em si? Tenho de confiar em si.

Não me lembro de nada, mas acho que me meti em apuros.

Não quero ir a lado nenhum...

... até descobrir o que está a acontecer.

Está bem, está bem.

Estou preocupado com o dinheiro.

Se o Doug nos trair...

Estou? Sim.

Chegou o tipo de cabelo grisalho.

- O Doug está com ele? - Não, está sozinho.

Mantenha-o aí.

O Rayburn está no Clube Tempo.

Se falhares desta vez, vais ter problemas.

Não se lembra do Doug Stafford?

Stafford, não. Lembro-me da cantora, Lisa Prescott.

Vamos fechar. Não pode ficar aqui.

Eu levo-o para minha casa. Estará em segurança.

Está bem.

Um minuto.

Quer uma bebida?

Não, não.

Última oportunidade.

Não quero, obrigado.

- Vamos, o meu carro está lá atrás. - Sim.

O homem parece precisar de uma bebida.

Como se sente?

Melhor, melhor.

Mas ainda não me lembro de nada. Mesmo nada.

Porque não se senta?

De certeza que não quer que chame um médico?

Não, não. Ainda não.

- Onde esta ele? - Bem, foi-se embora.

- O Art disse para o manter aqui. - Não consegui. Isto fechou.

- Mas sei para onde ele foi. - Sim?

Com a Annette, uma empregada aqui. Foi para casa dela.

- Onde fica? - Deixe-me dar-lhe a morada.

- Fica do outro lado da cidade. - Não posso fazer nada sobre isso.

Stafford, entre.

Onde está o Rayburn?

- Teve de tratar de negócios. - Ele disse que estaria aqui.

Falar comigo é como falar com o Rayburn. Uma bebida?

- Já bebi que chegue hoje. - Que posso fazer por si?

O Rayburn queria que lhe entregasse o Art.

Estou pronto, caso respeitem certas exigências.

Tais como?

Haverá uma pequena guerra. Preciso de soldados.

Pode contar com eles.

- Eu dou as ordens. - Certo, você manda.

- Muito bem, temos acordo. - Alto!

Nós fornecemos os soldados, nós apagamos o Art.

Você dá as ordens.

- O que recebemos nós? - Metade do lucro.

Não, queremos massa, muita massa. Adiantada.

Só um minuto. Não foi isso que disse esta manhã.

Esta manhã, lidávamos com a família.

- Agora falamos de uma guerra. - Quanto?

Dois milhões chegam para começarmos.

- Tem um belo sentido de humor. - Como sabe?

Boa noite, Sr. Stafford.

Certo. Posso arranjar isso agora, mas preciso de uma arma comigo.

Um cigarro?

Obrigada.

- Posso usar o telefone? - Claro.

Hotel Watson, em que posso ajudar?

Fala o Tim Rayburn. Estou aí hospedado?

Um momento, por favor.

Sim, está registado aqui. Entrou esta manhã. É o quarto 908.

Posso fazer algo por si, Sr. Rayburn?

- Espere! - Não, obrigado.

Tim, Tim!

- Era o Tim Rayburn? - Sim.

O que é que ele queria?

Foi bastante estranho. Perguntou se estava hospedado aqui.

- Tem a certeza? - Sim.

- Disse de onde estava a ligar? - Não.

Obrigado.

Quando viu o Rayburn notou algo estranho?

- Não. - Vamos!

Tenho um quarto no hotel Watson. Tenho de ir.

Não, por favor.

Talvez haja algo que me diga quem sou ou o que é tudo isto.

Ouça-me, está magoado.

Se alguém o quiser apanhar, saberão que está no hotel.

Está a salvo aqui.

Por favor, fique até se lembrar do que aconteceu. Por favor.

Sim, tem razão, tem razão.

Eu fico com isso, Barsi.

Tenho ordens para o enviar ao seu irmão.

Sei quais eram as ordens. Dê-me isso.

Confio que prestará as explicações necessárias.

Oito milhões em esmeraldas indianas.

Muito bem.

O que é isto?

Vocês estão feitos. Onde está o Tim Rayburn?

Não sei do que está a falar.

Se algo lhe acontecer, irei garantir que morre por isso.

Tem de me deixar usar um telefone.

Ali.

Estou.

Fala o Art Stafford. O Broyles já está aí?

Já veio e já foi. Foram atrás do tipo de cabelo grisalho.

- Onde? - Ao apartamento de uma empregada.

- Foi para casa de alguém. - Peça o número.

Sabe o número dela?

Estou?

É alguém a perguntar por si.

Pergunte quem é.

- Quem fala? - É o Barney.

Barney?

Barney.

Barney?

- Desligo? - Não, não.

Pergunte-lhe o que quer.

- O que quer com ele? - Ouça, tenho de falar com ele.

É meu amigo. Trabalhamos juntos. Dois tipos vão para aí para o matar.

É melhor falar com ele.

- Estou? - Jim, é o Barney.

Barney? Não o conheço.

Jim, ouve-me. Sei que estás em apuros.

Estava no hotel quando ligaste.

Barney, como é que te conheço? Como?

Tu conheces-me!

Jim, tenta lembrar-te. Tu conheces-me!

Ouve. Casey, Barney, Willy,

os Stafford,

O Clube Tempo, a Casey a cantar.

Jim, ouve, os Stafford enviaram homens para te matar.

Jim, tens de te lembrar. Tem de ser!

Ouve. Barney, Willy,

a Casey a cantar, o Clube Tempo, os Stafford.

Barney, sim. Eu lembro-me.

Sim.

Jim! Jim!

Estás bem?

Sim, Barney. Estou bem.

Ótimo. Vemo-nos no hotel.

Obrigado.

Adaptação e Legendagem MARINA PINTO RTP - Produção

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