Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DYER BAY
Cobras...
... lavatório, pássaro...
... fim...
... zigoto...
...braço, ar, janela...
Dr. Carrick, ela...
Sr. Dawson, com mais algum tempo,
a sua esposa tornar-se-á completa e incuravelmente psicótica.
Incurável, tem a certeza?
Pode ver os resultados por si.
A droga reduziu a sua vida a uma série de imagens sem nexo.
Ela vive num mundo de sonhos.
Estou preocupado com o que possa acontecer, amanhã, às 15h,
quando for depor a tribunal.
Prometo-lhe, ela será incompetente, um autêntico vegetal.
Olá. O meu sobrinho deixou a sua lancheira aqui, ontem. Viram-na?
Talvez. É de que cor?
Castanha. Com uma carruagem e alguns cavalos na tampa.
Bom dia, Sr. Phelps.
Harve Harrison é o vice-governador deste estado
e a marioneta do chefe do submundo, Leon Chandler,
agora em julgamento por homicídio.
O álibi de Chandler foi providenciado pelo vice-governador.
A testemunha principal contra Chandler é esta mulher, Nora Dawson,
que está num hospital psiquiátrico, onde é, sistematicamente,
levada à loucura, de forma a destruir a sua credibilidade
enquanto testemunha.
As autoridades tradicionais não conseguiram libertar Nora Dawson
de forma legal.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
é levá-la a tribunal em condição mental competente,
a tempo de depor contra Chandler, amanhã.
Esta gravação autodestruir-se-á dentro de cinco segundos.
Boa sorte, Jim.
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Hospital Psiquiátrico Dyer Bay.
Quando o congresso aprovou um novo hospital psiquiátrico,
Harrison e os amigos burocratas desviaram esse dinheiro
para uns projetos lobistas e outras coisas ligadas ao Chandler.
Em Dyer houve apenas uma renovação.
- Parece mais uma prisão, Jim. - Em tempos foi, Willy.
Teremos frente os mesmos problemas de uma prisão.
Segurança reforçada.
A equipa médica e a segurança têm homens do Chandler infiltrados.
Andam com armas e não se importam de as utilizar.
Porque é que a Nora não pode ser libertada?
Acho melhor deixar o Sr. Wilson responder a isso.
É o promotor público do caso.
A dificuldade é o marido da Nora, John Dawson.
Ele deve à sua carreira ao Harrison
e foi por ordem do Harrison que a Nora foi internada.
E, quando o meu gabinete a tentou libertar
para que pudesse depor contra o Chandler, o Dawson recusou.
Ele alegou que iria colocar em causa a sua sanidade.
Trabalharemos diretamente com o gabinete do Sr. Wilson.
- Barney? - Isto funcionará em três segundos, Jim.
Produzirá sintomas de um enfarte, mas apenas temporariamente.
- Arranjaste o barco, Willy? - Está no porto, a 4 km de Dyer Bay.
Ótimo.
O Dr. Walter Carrick, não obteria licença em nenhum outro estado.
O Harrison nomeou-o Diretor Médico em Dyer.
E está a cargo do tratamento da Nora?
Sim. Como lidamos com isso, Barney?
Ao que tudo indica, o Carrick está a drogá-la
com um derivado de metanfetamina que não é detetado.
Esse é o nosso antídoto.
Muito bem.
Maude Brophy, uma autoproclamada psicóloga.
O seu passado inclui condenações por negligência criminosa.
Não cometam erros, ela é boa no que faz.
O primeiro trabalho da Casey será garantir que a Brophy
terá razões para a deixar em isolamento.
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Sr. Hayes, a apreciação do médico sobre a condição da sua sobrinha
parece ser bastante completo e detalhado.
Então, concorda que ela precisa de ajuda.
Tudo depende das avaliações.
O relatório do médico é bastante claro. Está aí.
Temos de fazer as nossas avaliações, Sr. Hayes.
Dr. Carrick, por favor, a minha sobrinha precisa de ajuda.
Após a morte do seu pai, deixando-a sozinha,
tornou-se cada vez mais dependente de mim.
Primeiro, quando era criança e, agora, já em adulta.
Doutor, tem de a aceitar!
Diga à sobrinha do Sr. Hayes para entrar.
Susan, querida, este é o Dr. Carrick.
Olá, Susan. Senta-te.
Vai-me manter aqui?
Só se não acharmos que é o melhor para ti, querida.
O teu tio parece achar que sim.
O meu tio odeia-me.
Porque dizes isso?
Ele trouxe-me aqui, não foi?
É porque se preocupa contigo.
Mas não estou doente.
Sim, mas não gostarias de ficar um pouco mais feliz?
Todos nós gostaríamos disso, certo?
Gostava que o meu tio não me odiasse. Aquelas raparigas odeiam-me...
Todas elas, mas ele leva-as para o estúdio na mesma.
Sou fotógrafo de anúncios. Moda, cosméticos, anúncios de revistas...
Raparigas! Raparigas! E só raparigas sempre a entrar e a saírem do estúdio,
o dia todo, a noite toda!
Susan...
Ele pensa que eu não sei o que se passa no estúdio após o expediente
e aos fins de semanas, mas eu sei.
Eu sei o que meu tio bem-parecido anda a fazer. Não pense que não sei.
Ele... está a fotografá-las, não é?
Não é? Não é?!
Bem, ele tem de fazer o seu trabalho, minha querida.
Eu queria que ele se interessasse por mim e não por elas.
Vamos, senta-te. Vai ficar tudo bem.
Srta. Brophy, por favor.
Srta. Brophy, este é o Sr. Hayes.
Sr. Hayes.
A sua sobrinha vai ficar uns tempos connosco.
- Pode prepará-la para a avaliação? - Sim.
Susan, esta é a Maude Brophy. Ela será tua amiga.
Vem comigo, querida.
- Susan, querida... - Vem, querida.
- Far-lhe-emos uma avaliação. - Ficarão com ela?
Depende dos resultados dos testes que fizermos.
Mas façam-no agora, por favor. Eu espero.
Sr. Hayes, é-melhor acalmar-se, ou ainda terá um esgotamento nervoso.
Vá dar uma volta pela baía durante uma ou duas horas e, depois, volte.
- Mas vão fazer a avaliação agora? - Dentro de uma hora, senhor.
Obrigado, doutor.
Não gosto de ser chamado desta forma, Leon.
Enquanto vice-governador do estado...
Estou a ser acusado por homicídio. O julgamento é hoje, lembras-te?
Porque não me ligaste ontem à noite?
Não havia nada que se justificasse a chamada. Está tudo sob controlo.
Ela está na condição que o Dr. Carrick previu.
O que importa é como ela vai aparecer em tribunal, hoje.
Acha que me arriscaria a cometer perjúrio,
se acreditasse que ela seria credível?
Devia ter tratado da Nora Dawson à minha maneira.
- Matá-la? - Porque não?
O seu depoimento perante o júri colocou-me na cena do crime.
Ela disse que não fiz nada e tentei encobrir tudo.
Não posso deixar que isso prevaleça. Tenho de demonstrar que ela está louca.
Estás preocupado com a tua reeleição.
Eu estou preocupado com o meu pescoço!
Não há nada com que se preocupar.
Ela já está mentalmente destruída.
E essa é a tua opinião de perito.
Pergunte ao Carrick ou à Brophy, ou ao marido dela. Ele esteve comigo, ontem.
Gostaria de ver o marido dela. Trá-lo cá.
Está bem.
Harve...
É melhor levá-lo para o meu armazém, na Rua 10, dentro de uma hora.
Myrna, liga para o almoxarifado do Hospital Dyer.
Almoxarifado, Lusk.
Tenho uma tarefa para ti.
- Sim, senhor. - Agora.
Vou já.
Falamos mais logo.
- Boa tarde. - Boa tarde.
- Sou o John Dawson. - Sr. Dawson, o Sr. Chandler está aqui.
- Ele disse-me para o levar até ele. - Obrigado.
Lembro-me da nossa casa no campo,
com jacintos e narcisos a florescerem com a primavera.
E ele costumava-me levar a dar passeios por lá, na relva,
tão alta, suave, verde.
Ele costumava segurar-me a mão.
Tão bonita.
E a esposa dele estava lá, querida?
- Quem? - A esposa dele, Susan.
A tua tia, a Sra. Hayes.
Ela odeia-me.
Porque dizes isso, Susan?
Porque ele sempre gostou mais de mim do que dela. Dá para ver isso!
Dá para ver isso nos olhos dele.
A forma como ele olha para mim, dá para ver.
A sua ordem está cumprida, senhor.
Ótimo. Algumas complicações?
Não.
- Está a sair agora. - Muito bem. Vem ao escritório.
- Tenho outro trabalho para ti. - Com certeza.
Jim?
Sim, Willy?
Estamos a aproximar-nos do hospital. Chegaremos em cinco minutos.
- É uma borboleta? - Diz-me tu.
Sim, é uma borboleta. E está a voar...
Não, está a descansar. Está com as asas abertas.
E...
... tem dois...
... pontos brancos nas asas e...
Olá, barco G2845.
Daqui fala o barco G2845. Diga.
Estas são águas do hospital estatal. Está numa área restrita.
O que quer que faça? Que empurre o barco? Estou com problemas no motor.
Então, conserte isso e saia dai!
É uma máscara? É a máscara...
É a máscara que o meu tio utilizou na minha festa de aniversário,
quando fiz 13 anos. Convidei-o e ele disse que vinha
e que se sentaria ao meu lado. Sabe o que o meu tio fez?
Sabe o que ele fez?
Trouxe uma rapariga!
Disse borboleta?
Não, é um morcego.
É um morcego do mal.
Obrigado pela hospitalidade!
Não volte!
Susan, querida, acho que te poderemos ajudar.
Temos um quarto confortável
que partilharás com outras seis raparigas jovens.
São muito simpáticas e bem-comportadas
e acho que o teu tio gostará de saber que encontrámos um belo sítio para ti.
E vou-lhe dizer...
Susan, o que estás a fazer?
Para! O que estás a fazer?
Não se aproxime de mim! Arranco-lhe o coração!
Guardas! Guardas!
Não se aproximem de mim! Não!
Não o podem levar! Ele é meu!
Não! Não!
Levem-na para o isolamento!
Srta. Brophy, acho que o Dr. Carrick se esqueceu de mim. E a avaliação?
Sr. Hayes, lamento que tenha tido de esperar. Por favor, sente-se.
Vão ficar com ela?
Sr. Hayes...
... receio que a sua sobrinha seja seriamente psicótica.
O que está a dizer?
Durante a avaliarão, tornou-se incontrolavelmente maníaca.
Incontrolavelmente?
Ela está a descansar confortavelmente, agora, mas no isolamento.
Mas pensei que fosse apenas algum tipo de esgotamento nervoso.
Sr. Hayes, sejamos francos, a sua sobrinha está gravemente doente.
A minha sobrinha, louca...
Guarda! Enfermeira! Chama o Dr. Carrick.
Sem sinal de um enfarte.
Deve ter sido ansiedade por causa da sua sobrinha.
Deixem-no dormir. Faremos os testes mais logo.
Barney...
Jim, estou perto da sala da caldeira.
Estou cá dentro. A Casey está em isolamento.
Srta. Brophy, analisei a ficha dela e temos de duplicar a dose.
Certifique-se de que ela só balbucia incoerentemente,
.. em tribunal, esta tarde. - Muito bem, doutor.
Cão...
Prepare-a e já virei ter consigo.
Instrumento...
... parede...
... sofá...
... cão, livro...
... salmo...
... estrada...
...amor... Amor!
Amor! Amor...
Quero uma amostra de sangue e um eletroencefalograma final.
Sim, ótimo.
Sairemos para o tribunal daqui a meia hora.
Trá-la-ei de volta.
Leve-a para a cela.
Ela está numa cela de isolamento, no seu hospital.
Nora Dawson. Sim, já a vi.
Quero-a morta antes das 14h.
Plano familiar?
Está bem. Percebo porque a quer fora do seu caminho,
mas qual a razão da morte do marido dela?
Ele podia falar.
Outro bónus?
Sim.
O que é que utilizaste no Hank, no ano passado?
Cianeto, intravenoso.
Deve servir para o efeito.
Suicídio.
Nora...
Eu...
Vamos levá-la para casa, Sra. Dawson.
Nora, tira as mãos da porta!
Sentir-se-á como era, Sra. Dawson.
Fique deitada.
Barney, vai.
Está bem, Jim.
Agora, Jim.
Richy!
Richy!
Richy!
Estás a dormir? Baixa a pressão!
Não baixa mais do que isto! Há algo de errado!
Isto vai rebentar!
Desliga a número três.
- Manutenção. - Daqui fala o Smitty.
Envie um homem para cá, já.
Não conseguimos baixar a pressão na caldeira número três.
- O que se passa? - Não sei!
Então, desligue a válvula número três.
Acha que somos idiotas? Já fizemos isso!
Venha cá antes que isto vá pelos ares!
Certo, mantenha a calma. Vou enviar já um homem.
É melhor saírem daqui, isto pode explodir!
- Vamos. - Richy, vamos.
Certo, já podem voltar. Era só um solenoide avariado.
Está tudo bem, Sra. Dawson.
Sra. Dawson...
Sra. Dawson, está tudo bem.
- Torre? - Sim, o que foi?
Sou da manutenção. Temos uma fuga de gás na área.
Temos ordens do Carrick para evacuar a torre.
- O quê? - Uma fuga de gás! É melhor descer.
Está bem. Vou descer.
- O que se passa? - Não sei, há uma fuga algures.
Aquela injeção dupla fez o seu efeito, não foi?
Achas que seria parva o suficiente para deixar as chaves neste molho?
A chave para aquela porta está ali em cima!
Vamos voltar para a cela.
Volto já.
- Willy, tens 30 minutos. - Vou entrar, Jim.
Vai ficar tudo bem. Vem aí um amigo ajudar-nos e ficará livre.
Lá está ele.
O Dr. Carrick quer vê-la no laboratório. Ele diz que é urgente.
- Urgente? - Sim, está na Ala 6,
a caminho do laboratório.
Muito bem.
Está tudo bem, Sra. Dawson. Vou só dar-lhe um pouco de medicação.
Sra. Dawson...
Estou bem.
Deve ser um dos homens do Chandler.
Eles chegarão daqui a nada para a levar para o tribunal.
Eu meto-o na cela. Vamos tratar disto.
Certo.
- Porque me queria ver? - Como assim?
O homem das provisões, o Lusk, disse que me queria ver.
Não vi o Lusk o dia todo.
Agora, Governador, descreverá, exatamente, onde estava cada pessoa,
quando o falecido caiu.
Bem, senhor...
Estávamos todos sentados no escritório do John Dawson, a jogar bridge.
Nesse momento, o Sr. Chandler estava do outro lado da sala,
a servir-se de uma bebida. Eu estava sentado na mesa.
O Sr.Dawson estava à minha direita e o Senador, o falecido,
estava à minha frente, de costas para a lareira.
Neste momento, eu disse algo engraçado.
Rimo-nos todos e, infelizmente, ele...
... o falecido, ao rir-se, inclinou para trás...
Era uma cadeira de bridge.
Ele caiu de costas e bateu com a cabeça no suporte da lenha.
Obrigado. A testemunha é sua.
Com a autorização do tribunal,
gostaria de reservar o meu direito de interrogar o vice-governador
para outra altura.
Sem objeções.
Pode descer, governador.
Meritíssimo, gostaria de agradecer à defesa
por permitir que eu chame a testemunha Nora Dawson, apesar da sua condição.
A defesa gostaria de reservar o direito
de chamar um especialista para a refutação, o Dr. Carrick,
que deporá sobre a sanidade da Sra. Dawson.
- Sr. Wilson? - Sem objeção, meritíssimo.
Chame a testemunha.
Nora Dawson.
Nora...
Nora, chamaram-te.
Vamos, querida. Levanta-te.
Linda menina.
Vamos lá.
Meritíssimo, como pode ver,
a Sra. Dawson não está em condições de depor.
Meritíssimo, a Sra. Dawson é minha testemunha.
Ela está no tribunal e quero que deponha.
A testemunha pode subir.
Sra. Dawson!
É tudo tão engraçado.
Todas vocês a olharem para mim.
Ordem! Ordem no tribunal!
E você...
... é a mais engraçada de todas.
Odeio-a!
Ordem no tribunal!
Nora!
Meritíssimo, a Sra. Dawson está claramente fora de si.
Chamo a atenção do tribunal para a preocupação da defesa
com a sanidade da Sra. Dawson.
A Sra. Dawson não está fora de si.
Porque esta não é a Sra. Dawson!
Ridículo!
Ordem! Ordem!
Peço a compreensão do tribunal, meritíssimo.
Talvez tenha sido uma abordagem pouco comum.
A verdadeira Nora Dawson fugiu do Hospital Psiquiátrico Dyer,
onde estava a ser, sistematicamente, levada à loucura.
Agente, esta jovem será detida para eventual interrogatório.
Sentem-se todos, por favor.
Sr. Wilson, pode dizer-me onde está a verdadeira Nora Dawson?
Guarda.
Faz alguma coisa!
Meritíssimo, protesto contra os métodos do promotor público,
contra a presença de uma testemunha obviamente instável.
Meritíssimo, a defesa já discutiu o assunto
acerca da instabilidade da Sra. Dawson
e esse assunto é crítico, neste momento.
Além disso, a defesa tem a presença do Dr. Carrick
como seu próprio especialista.
Srta. Dawson, pode subir?
Jura solenemente que, neste depoimento,
dirá a verdade, toda a verdade e nada mais do que a verdade?
- Juro. - Por favor, sente-se.
Sra. Dawson, pode dizer ao tribunal o que aconteceu na sua casa,
na noite em questão?
Ouvi uma discussão terrível, no escritório...
... sobre franquias.
Espreitei e vi o Leon Chandler a matá-lo com o atiçador da lareira.
O Governador Harrison viu tudo.
Tradução e Legendagem BÁRBARA SILVEIRA RTP - Produção
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.