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Zulu
Então?
Coloca-o lá, Sr. Vochek.
À hora em que o Morrie Krohner levou um tiro.
Quem disse que foi nesse dia?
Os jornais na banca.
E vê, isto aqui dá a data
e as edições tardias ficam à venda entre as 11h e as 11h30.
COLISÃO
- Porque é que me estava a seguir? - Não a si, Sr. vochek. Outro homem.
Ele tinha uma namorada no apartamento.
A sua mulher queria provas, eu arranjei-as, e a si também.
Agora entende que isto é um duplicado.
Se algo me acontece, o procurador recebe o negativo.
Acredite em mim.
Acreditar num charlatão vulgar?
Achas que não sabemos que vais preso, amanhã?
Claro.
Apanhei três a cinco.
Saio em dois anos, com bom comportamento.
Eu não sou charlatão.
A palavra é extorsão.
Dou-te 100 mil, dinheiro em mão. É pegar ou largar.
Desculpe. Da minha perspetiva,
o preço tem de ser tão grande como o homem.
E de acordo com o Comité do Senado, é a figura mais poderosa do submundo,
a oeste de Chicago.
Só isso devia subir o preço para mais de um milhão.
Mas eu não nasci ontem, Sr. Vochek.
Tudo o que tinha de fazer seria dar-lhe acesso aos negativos.
Não iria viver o suficiente para comprar pipocas.
Sr. Edison,
quer algo mais do meu cliente além de dinheiro?
Não, senhor.
Estou só a dizer que o negativo está enterrado
e assim ficará.
Desde que receba cinco mil por mês. Todos os meses.
Por quanto tempo?
Eu digo-lhe assim, Sr. Vochek,
esperemos que eu viva mais do que você.
SERVIÇO FLORESTAL EUA DEPARTAMENTO DA AGRICULTURA
Algum sinal de fogo?
Não. Mas está tempo para isso.
Baixa humidade.
- Ventos do deserto. - Sim.
Espero que tenham cuidado com as fogueiras.
Bom dia, Sr. Phelps.
As fotografias são de Vincent Vochek,
cabeça de uma família sindicalista ocidental,
e Larry Edison, um ex-detective que foi preso.
Vochek é suspeito de ter matado Maurice Krohner,
um informador da Polícia, há seis meses.
É sabido que Edison tem um rolo fotográfico
que liga o Vochek à morte do Krohner, que usa para chantagear o Vochek.
Agências de lei convencionais não localizaram o rolo
e não conseguem agir contra o líder do gangue sem ele.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
é descobrir onde é que está o rolo e entregá-lo às autoridades devidas.
Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.
Boa sorte, Jim.
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Está perfeito, Casey.
E a voz?
Não há muito para trabalhar, exceto a região do Texas de onde é.
Eu conheço o sotaque.
O nome que deu quando a levaram para o hospital
era um pseudónimo.
Na verdade, é Leona Prescott, uma antiga hospedeira de bordo,
com um pequeno apartamento na Lexington Boulevard.
Como sabem, há dois dias, ela admitiu às autoridades
que ela era o contacto do Larry Edison
e concordou em dizer onde estava o rolo.
Antes de o poder fazer, colapsou num coma.
Morreu há três horas sem recuperar a consciência.
Alguma hipótese de não ter sido um acidente?
Não, ela descuidou-se. Virou rápido numa curva.
Foi bater num poste de eletricidade.
O Vochek sabe sobre a Leona Prescott?
Não, sem dúvida que não.
O Edison manteve a relação em segredo.
Então, a nossa vantagem é a Leona.
E o apartamento dela?
Não, foi procurado, sem sinais do rolo.
- Algum problema, Barney? - Não, Jim.
O gabinete do governador tratou de tudo.
O supervisor vai tirar uma licença.
Claro que tenho estado enterrado em livros sobre prisões.
A Polícia concordou em colaborar no relatório do acidente.
Casey, foi-te designado o departamento correcional.
Os empregados estarão à tua espera.
Willy?
As minhas credenciais confirmaram-se. Entro ao serviço amanhã, às oito.
Boa. Uma palavra de atenção.
É possível, na verdade, conhecendo o Vochek, é provável,
que um ou dois funcionários estejam sob suborno.
Então não nos podemos revelar a ninguém lá dentro.
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Supervisor.
Alinhem-se à frente à secretária.
Cavalheiros, sou o supervisor Anderson.
Só cá estarei uns dias
durante os quais estão sob a minha alçada.
Enquanto cumprirem as regras desta instituição,
serão tratados justamente por mim,
pelo Sr. Fort e por todos os trabalhadores.
Se falharem nisso, o resultado será um castigo
com base na severidade da transgressão.
Isso pode ir de perda de privilégios a confinamento na solitária.
Se quiserem falar comigo,
um dos guardas trá-los ao meu gabinete sem atrasos.
Há alguma questão?
- Qual de vocês é o Lawrence Edison? - Eu, senhor.
O Sr. Fort recomendou colocá-lo numa cela privada,
na ala de segurança máxima.
Porquê, Sr. Fort?
Só uma medida de precaução, Supervisor.
De acordo com o que se diz, o Edison tem inimigos cá dentro.
Sabe quem são?
Não, senhor.
Você sabem Edison?
Não, senhor.
Então não vejo razão para a aprovar.
Designe estes homens às celas que indiquei.
- É tudo. - Sim, senhor. Vamos.
Observe o correio do Edison.
Alguma tentativa de comunicação, venha ter comigo.
Fala o Joe Fort.
Deixe-me falar com o Sr. V.
É o Joe.
Sim, Joe?
Não consegui fazê-lo.
Chamaram outro supervisor enquanto o Decker está fora.
Ele não autoriza o Edison a ir para uma cela privada.
Arranja maneira.
Este homem é duro.
- Vou esperar que o Decker volte. - Ouve, Joe.
Se algo de mal acontece ao Larry Edison, estás morto.
Vai resultar, Sr. V.
- Não se preocupe. - Preocupa-te tu!
Um novo parceiro.
O teu é aquele com exposição ao sol.
A não ser, claro, que sejas alérgico.
Jogas xadrez?
Eu nem sequer jogo damas.
Pena.
Perder constantemente contra mim
pode resultar num certo nível de insatisfação.
Aposto que sim.
Sou o Derek Quayle.
Também conhecido como "O Professor".
Sou o Larry Edison.
Senhor Edison.
- É a primeira vez? - Sim.
Quer saber algo, Professor,
depois de duas horas,
este palácio de ferro já me afeta.
Depois de duas horas! Em que forma estarei, em dois anos?
Continuas a olhar para isso assim e vais virar maluco.
Como é que tenho de olhar?
Não pensando em anos.
Sabes, um preso inteligente faz o seu tempo um dia de cada vez.
Não há ontem, não há amanhã, só há hoje.
E um dia, pões um fato de 30 dólares,
o supervisor dá-te um discurso e uma nota de 20
e és homem livre.
E apenas um dia mais velho do que quando entraste.
Está aqui porquê, Professor? Fazer batota nos dominós?
Não, nada tão exótico, parti uma janela.
A janela de um carro blindado que tinha 84 mil dólares.
Os gostos variam, Sr. Edison.
Há quem goste de revistas com imagens de raparigas bonitas.
Eu prefiro manuais de cálculo e outros assuntos.
Espero que não vire um desses.
Sr. Edison, não cometa o erro
de confundir inteligência com falta de masculinidade.
Nem pensaria isso, Professor.
Claro, eu conheço o Fritz.
Apanharam-nos por assalto à mão armada, há uns meses.
Ele vai abrir uma loja dos 300, em San Quentin.
Aí tens.
O mundo é pequeno e todos têm algum tipo de problema.
Volta aqui!
O que aconteceu?
Eu digo-te o que aconteceu, Screw. Alguém tentou matar-me!
Eu quero aquele homem num lugar seguro!
Eu decido onde é que o homem é colocado, Sr. Fort.
Encontraste a arma?
Todos os presos foram procurados.
O terreno foi procurado com detetor de metais.
Eu estou a dizer-lhe, supervisor.
Se não põe o Edison na segurança máxima,
e o mantém lá, ele vai ser morto.
Doutora Kingby?
O teste psiquiátrico indica que o sujeito é maníaco-depressivo.
Eu acho que segregá-lo, nesta altura,
pode ser traumático e causar danos irreparáveis.
Se não o fizer, ele acabará morto.
Bem, Sr. Fort, então sugiro que o confinemos na cela atual
e permitimos períodos sob condições controladas.
Também que visite sessões de terapia de grupo.
Porquê essa última parte?
Sr. Fort, ele tem uma doença mental e ficará seguro comigo.
Supervisor, se não o isola, haverá uma próxima vez,
e não me pareça que falhem uma segunda vez.
Faremos à sua maneira, doutora.
O Fort parece muito interessado no que aconteceu ao Edison.
Estava a pensar no mesmo, Casey.
- O que é que fazemos? - Nada, por agora.
Assumindo que ele está em contacto com o Vochek,
é melhor deixá-lo sozinho.
E amanhã?
Vou arranjar o calendário para ele não interferir.
Obrigado, doutor.
- Não encontraram uma arma? - Não. Calma, amigo.
Olha-me isto!
- Descobriram quem disparou? - Não.
Tens alguma ideia?
Há um homem que conheço que pode estar por trás disto.
Com o que tenho sobre ele, teria de ser doido para o fazer.
Quem, então? Quem?
Faz-me um favor, sim?
Não me digas. Já tenho o suficiente na cabeça.
Como o quê?
Nada que te interesse.
Podes estar enganado quanto a isso.
Isto não seria a outra metade do que sei que tens aí em baixo?
Estás a pensar fugir, Professor?
- Sim? - O Sr. Fort está aqui.
Manda-o entrar.
O acordo é que só me contactavas por telefone.
Eu sei.
Mas disseste que querias o correio do Edison verificado.
Ele tentou esgueirá-la.
- Mas deviam-me um favor. - Cliff.
Pensei que pudesse haver algo que não querias que se visse,
incluindo eu.
Pede à Millie para abrir isto. Sem rasgar.
E o Edison? O que fizeste?
Até ao supervisor voltar, só posso mantê-lo na sua cela.
Se ao menos soubesse quem é que o quer apanhar,
facilitaria imenso o meu trabalho. - Talvez ninguém o queira apanhar.
Tenho de te dizer o que se passa nas prisões, hoje em dia?
São todos rígidos, os presos, os guardas,
todos os que estão à sua volta.
Não posso ter um doido à solta que lhe espete uma faca.
Continua. Eu trato disto.
Sim, senhor.
"Não tenho tido notícias tuas.
"Espero que esteja tudo bem.
Dá-me um toque."
Pede-lhe para selar isto e deixar no correio.
Guarda!
Guarda!
Fala baixo, sim, amigo?
Eles encontraram o tipo que disparou contra mim?
- Eu não sei. - O que queres dizer, não sabes?
Eles fizeram uma busca? Encontraram a arma?
Não.
Achas que a bala apareceu do nada?
Acalma-te, amigo.
Continuas assim e vais ter uma úlcera.
Ouve isto. Alguém tentou matar-me
e tudo o que tenho é um "não te preocupes".
É assim?
Eles não querem saber.
Aposto que alguém chegou a ele,
porque não estão a fazer nada para me proteger.
Só há uma coisa pior que uma cela, é uma ala psiquiátrica
E é onde vais parar se continuas a falar assim.
Eu tenho de sair daqui.
Não temos todos?
É a sério, Professor.
Larry, tens de arranjar um passatempo ou algo assim.
És impaciente para xadrez, mas tens de fazer algo com as mãos.
Larry.
Professor, vais deixar-me entrar.
Estás aqui entre três a cinco.
Só tens de te portar bem e sais em condicional em dois anos.
Fazes isso com uma perna às costas.
Quem disse que vou estar vivo, em dois meses? Quanto mais dois anos?
Não sabes se aquela bala era para ti.
Não são estúpidos. Eles vão tentar outra vez.
A minha sorte não vai tão longe.
Ouve, as hipóteses de alguém fugir são quase zero.
Com dois homens, o risco dobra.
Qualquer homem que joga xadrez e faz cálculo faz-me querer arriscar.
Professor, deixa-me entrar ou eu chibo-me.
A sério.
Está bem, podes entrar.
Cavalheiros, posso ter a vossa atenção, por favor?
Obrigada.
A meu pedido, o supervisor interino concordou
em deixar-nos participar na terapia de grupo.
Vai ser em escala pequena claro, inicialmente,
mas acabarão por haver mais a participar.
Agora, se cada um de vocês arranjar uma cadeira e formar um círculo aqui.
Doutora Kingby, posso dizer algo?
- Claro. - Obrigado.
Faz o que te disserem e não sais magoada.
Há um guarda atrás desta porta.
Sim, mais seis metros de corredor e duas portas trancadas.
- É por isso que vens connosco. - Não vou fazer tal coisa.
Vais pois. A pé ou arrastada pelos cabelos.
E nós?
Desculpem, fica para a próxima.
Chama o guarda. Porta-te bem.
Guarda!
Ali!
Está livre, doutora.
Não sejas estúpido. Sem ela, não nos safamos.
- Deixa-a! Sei o que estou a fazer. - Eu também!
Empata-os o que conseguires.
Para que lado foram? Para que lado?
Tudo bem, entra.
Vamos!
Como te sentes?
Terrível.
Não é muito mau, para um homem morto.
- Nós? - Nós.
Quase estragaste tudo ao tentar trazer a doutora connosco.
Desculpa ter-te batido.
Quando caíste, bateste com a cabeça no carro.
Ficaste com um traumatismo ou assim. Foi um problema.
Há quanto tempo estou cá fora?
Quase 14 horas.
14 horas? Não! Não!
Se ela... Um telefone!
- Tenho de chegar a um telefone! - Não tens. Tu estás morto.
Se alguém descobre voltamos para a prisão.
Se não fizer uma certa chamada, mais vale estar morto.
Dá-me o telefone! O telefone, dá-me o telefone!
Vá lá, vá lá!
Não toques nisso! Cuidado como moves as coisas.
Não queremos que ela saiba que estivemos aqui.
Temos de ir até lá.
Espera um pouco. Nem chegas ao outro lado da sala.
Larry,
se me disseres o que é importante, eu posso ajudar-te.
Esquece, Professor.
Tanto quanto sei, o Vochek pode ter tramado isto tudo.
Sem rolo, nem chaves para um cacifo ou um cofre
nada que mostre que ela conhece o Edison.
Todas as suas roupas ainda estão lá, mas ela não vai lá há uma semana.
Ainda tem o rolo.
Se não, o procurador já me tinha chamado.
O que não entendo é porquê, com o Edison morto.
Não há nada a fazer até ela ir ao apartamento.
Mostra isto ao rapazes para eles a conhecerem.
Quero aquele edifício coberto.
Assim que ela entrar, chama-me.
- Alguma notícia do Jim? - Não ouvi nada.
Está na hora, Casey.
- Como está? - Ótimo.
Sim.
A senhora tornou isto um dia agradável.
Boa.
Estou feliz por ouvir.
Claro. Nós tratamos disso, senhor Vochek.
Só um minuto, Leona.
- Quem é você? - Onde está o rolo, Leona?
Eu não sei do que está a falar.
Talvez isto refresque a memória.
Agora, Leona, o rolo.
Já disse, não sei nada sobre nenhum rolo.
Deixa-me dizer-te uma coisa.
O homem para quem trabalho, ele tem um sentido de justiça.
Se o ajudares, ele é bom para ti.
Mas temos homens à procura do rolo e se o encontrarmos sem a tua ajuda,
o sentido de justiça do meu patrão vai dizer:
"Mata essa tipa."
E eu fá-lo-ei.
Barney?
- Tudo bem, Casey? - Não.
O Edison passou uma carta cá para fora.
O Vochek ficou com ela e seguiu-nos até aqui.
Dois dos seus homens pressionaram-me, para lhes dar o rolo.
Devem estar a vigiar-te, então.
Avança com o plano, Casey.
- De certeza? - Sim.
Eles não vão parar o Edison antes de ele os levar ao rolo.
Eles vão observar, mas não vão interferir.
Temos de estar prontos para o que fizerem.
Larry. Café?
Conseguiste ligar ao teu amigo, ontem?
Olá.
Já não era sem tempo.
Estava a dar em maluco a tentar ligar-te.
Quem é?
Como assim, "quem é?". Leona, é o Larry.
Aquele rolo, tu... tu não entregaste.
Eu não sei quem você é, ou o que está tentar fazer,
mas para sua informação, o Larry Edison está morto.
Espera... espera um pouco, não desligues.
Querida, não estou morto. Isto foi tudo um plano.
Para não me procurarem, depois de fugir.
- Vou para aí assim que... - Desculpa, Larry.
Mas devias ter-me ligado assim que saíste.
Não... não a entregaste? Não ao procurador.
Foi o que me disseste para fazer.
Como é que eu sabia que não estavas morto?
- Leona... - Adeus, Larry.
Que dia da treta!
Cinco mil por mês para o resto da minha vida.
Por água abaixo.
A mulher com quem falaste, Leona?
Pelo que entendi, ela precipitou-se.
- O que foi? - Um pequeno negócio.
Larry, não é uma forma simpática de dizer chantagem?
Tens muita coisa a acontecer lá em cima. Professor.
Sim, sim, tenho. Assim como ela.
Cinco mil por mês. Mentiria por muito menos.
Larry, põe-te na posição dela.
Ela tem algo que vale tanto dinheiro e ouve que tu estás morto,
então pensa, porque não ficar com o dinheiro?
De repente, ouve que estás vivo, que farias?
Ontem, falaste do nome Vochek, o Vince Vochek, todos o conhecem.
Pelo que entendi, ela devia entregar algo ao procurador,
que prenderia o Vochek?
Perto.
Agora posso ajudar-te.
Vamos ver.
Sim?
Extensão 371, por favor.
Bill? Professor.
Pensamos que o Vochek está a vigiar o apartamento.
Não é preciso mudar os planos.
Isso mostra que só devias ler as páginas de desporto e o obituário.
Não, estou bem. Estou bem.
Bill, preciso de um favor.
Aquele teu amigo na procuradoria.
Pergunta-lhe se o procurador
tem um mandado de captura pelo Vince Vochek.
Certo. Vochek.
Sim, eu espero.
Esse é o tipo que planeou tudo.
Ele tem um amigo na baixa, se o procurador espirra, ele sabe.
Sim, Bill.
Sim.
Tens a certeza?
Está bem. Sim, fá-lo-ei. Obrigado, Bill.
O procurador nem uma multa tem, em nome do Vince Vochek.
Tens razão, ela mentiu.
Eu vou falar com ela.
Agora.
Não assim, Larry.
Tens o mesmo tamanho do que o dono do apartamento.
As roupas, ali.
Espera aqui.
Mas ele está morto.
Obviamente, não.
Mas assim que eu conseguir o que quero, vai estar.
Sua vadia! Porque é que me mentiste?
Não, Larry. Não, eu enviei!
Enviaste como?
Por Mensagem.
Não. Poupa-me.
Uma chamada foi feita. Para o procurador.
Ele nunca recebeu o rolo. Na verdade, ele nem sabe que existe.
Agora dá-me a chave.
Arranja-a tu.
E virar-te as costas? Nem por um segundo.
Vai buscá-la!
Vá lá!
Não vais usar isso, não em mim.
Porque não? Não há leis sobre disparar sobre um homem morto.
As chaves estão onde as deixaste.
Assim como o rolo, mas contigo atrás das grandes,
porque é que não devia receber do Vochek?
Enquanto estava lá dentro, alguém me tentou matar. 61000:41:11,879 Quem me tramou, querida? Não foste tu.
Não tens cabeça ou coragem.
Não foi o Vochek.
Ele não ganhava nada com isso e tinha tudo a perder.
Portanto tu... tu trouxeste alguém.
Quem é ele?
Interessa?
Desculpa, Larry.
Fiquei preocupado.
Estou a proteger o meu investimento naquela parte que prometeste.
Começo a pressentir algo sobre ti, professor.
Talvez tenhas estado planear isto, desde o início.
Larry,
quando confundes amigos com inimigos, dás em maluco.
- Eu salvei-te... - Sou eu.
Ele sabe!
Tens de ir buscar o rolo antes que ele saiba.
Dá-me as chaves do carro.
Mas desta vez, não te mexas.
Ou a única parte que recebes é uma bala.
Barney.
Sim, Jim?
Ele está no meu carro. Em direção a Lexington.
Certo. Vamos segui-lo.
Barney.
Sim, Jim?
Acho que o estão a seguir. Quatro homens, num Sedan preto.
Não vi bem, mas um deles pode ser o Vochek.
Certo.
E pararmos o Vochek?
Não posso arriscar que o Edison veja.
Desisto!
Estou sem munição.
Sai com as mãos no ar.
Isto está a ficar um hábito, professor.
Obrigado.
Não me agradeças, Larry.
Tu.
Nem estás preso, pois não?
Não.
Vamos buscar o rolo.
Tradução e Legendagem PEDRO M. SERRALHEIRO RTP - Produção
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