All language subtitles for Mission- Impossible S06 E12 Nerves

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Original subtitles

General Westerfield, Exército dos EUA, vim falar como diretor.

- Alguma novidade? - Não, general, nada de novo.

Fala o general Westerfield.

Wendell Hoyes. O diretor está aí?

Sim, está aqui.

Está bem, general.

Seguiu bem a primeira parte das minhas ordens.

Agora ouça com atenção, encontrei o que perdeu esta tarde.

- Percebeu? - Percebi.

Estas são as minhas condições. O meu irmão pela botija de gás.

Uma troca direta.

Hoyes, não estou autorizado para negociar.

Encontre alguém que esteja! Quero o meu irmão.

Tão simples quanto isso.

Ligarei novamente amanhã às 14h00 do mesmo número.

Mantenha esta linha aberta.

Se não negociar abro a botija de gás num local público com muitas pessoas

e depois já sabe.

Vamos.

Querida, vais ajudar a tirar o meu irmão da prisão

ou vai morrer muita gente boa.

Alguma hipótese?

É o segundo ataque em dois dias.

É pouco provável que sobreviva.

Sabe o que acontecerá se o irmão dele cumprir as ameaças?

- Os peixes estão a morder? - Não.

Assustaram-se com alguma coisa.

Ouvi falar em tubarões.

Talvez.

Bom dia, Sr. Phelps.

Uma botija de gás neurotóxico experimental TX-222,

que o presidente ordenou que fosse destruída,

foi roubada de um laboratório do Exército.

A botija foi roubada por este homem, Wendell Hoyes,

um braço armado da máfia,

cujo irmão Cayman está em prisão perpétua

por ter matado um agente federal.

Wendell Hoyes ameaçou usar o gás numa zona densamente povoada

para que as autoridades libertem o seu irmão.

O governo não pode fazer um acordo desses.

A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,

é recuperar a botija de TX-222.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Wendell Hoyes é influenciado por duas coisas,

a sua instabilidade, os médicos consideram-no paranoico,

e o seu irmão Cayman, que ele idolatra.

Todo o mal que Cayman causou na sua própria vida,

os anos que esteve preso, as pioras de saúde,

o Wendell acha que são culpa das autoridades.

Se não lhe dermos o Cayman, ele acha que pode matar quem quiser.

Sim, é isso mesmo.

A forma para chegar ao Wendell e à botija

é através de uma das poucas pessoas em que confia,

Saretta Lane, recentemente condenada por assassínio.

As autoridades acham que sabe onde está o Wendell.

Será uma transferência de rotina,

mas caso o Wendell consiga verificar, a Lee Collins estará "credenciada".

A máscara já está pronta.

Ótimo. Bill?

Passei a noite a ouvir as transcrições da voz do Cayman.

Não vai haver problemas.

O Wendell está fugido há algum tempo. Isso vai ajudar-te.

Já não vê o Cayman há três anos, mas deve saber que está doente.

Isso será útil.

Sim.

Conhecendo o Wendell Hoyes,

temos de nos preparar para uma traição.

Para além disso temos um problema ainda maior.

- Barney? - É um grande problema.

Falei com o general Westerfield.

A botija que o Wendell roubou é de um conjunto de três.

Tinha revestimentos defeituosos.

O TX-222 é altamente corrosivo.

As outras duas não têm defeitos. Foram eliminadas como planeado.

Mas a que o Wendell tem,

o general diz que começará a vazar dentro de 43 horas.

Vai ser apertado.

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Olá, Screw, interrompes sempre a hora dos cocktails

para transferires as mulheres?

Aperta o cinto.

Cuidadinho.

Fiquem quietas!

Lee, o carro está ali.

Foge enquanto podes.

Já foram.

Barney.

Diz, Jim.

Fugiram agora.

Estou a segui-las.

O sinal está bom.

Dá-me esse casaco. Leva um também.

Obrigado. Tens ideia para onde vamos?

Conheço um sítio.

Tens amigos da pesada.

Queres fazer uma queixa?

Sim, deixa-me na próxima esquadra.

Olha, amiga, eu não pedi nada disto.

Está bem, temos de levar uma com a outra.

Vamos para aonde?

Não te preocupes.

Estou preocupada, nem sei o teu nome.

Chamo-me Lee Collins, é um prazer conhecer-te.

- Wally. - Sim, Barney.

- Estão a caminho. - Certo.

Acho que vamos safar-nos.

- Tens um cigarro? - Não.

Sabes onde estamos?

Falta só um pouco.

Estamos quase.

Quando sairmos, vamos tentar não...

- E agora vamos para aonde? - Para a fronteira.

Não vão deixar-nos passar.

Querida, sou eu que estou a conduzir, é o melhor que podemos fazer.

Esta bem. Dá meia volta assim que puderes.

Se isso é o melhor que consegues, é...

Dá meia.

Vira à esquerda.

Wendell, abre a porta, sou eu, a Saretta!

Wendell!

Wendell, estás a ouvir?

Wendell, desliga isso, sou eu.

Foi estúpido trazer alguém aqui.

Não tive escolha!

Tully.

Wendell.

Esta é a Lee Collins?

- Como é que sabes? - Saíste nas notícias.

Tens amigos muito bons.

Tinha amigos muito bons. Estão mortos.

Lee Collins, eu não te conheço.

Mas eu conheço-te.

O gangue Hoyes era muito famoso até terem apanhado o teu irmão.

Deixaste-os às voltas durante três anos.

Não estiveste mal.

Acidente a fingir, carrão de fuga.

Correu bem até agora.

Tenho de encontrar outra forma de sair do país.

Qual é a pressa?

A pressa é que tenho 20 anos a perpétua

e não vou passar esse tempo atrás das grades.

Prenderam-te porquê?

Violação.

Vamos.

Adoro a tua casa.

Já a conhecias antes de hoje?

Não, mas há 1200 ou 1300 mulheres, queres que conheça todas?

Estava só a pensar.

O que sei é que tirou-me de lá,

ela é fixe.

Fixe o suficiente para tirarem estas algemas?

Sim, também quero.

Talvez.

Para com isso. Tiras-nos isto ou não?

Quando eu disser!

Wendell.

Wendell.

É tão bom ver-te novamente.

Vamos tirar isto.

Tully!

Olá.

- Jim. - Sim, Barney?

A Saretta voltou para casa.

Adega dos irmãos Greco, número 1300, Pier Avenue.

Já digo ao Willy onde estás.

Não vai entrar?

Localizámos o Wendell, mas isso não nos garante a botija.

Estou. Está bem.

Era o médico.

Obrigada.

Sabes aquele teu amigo do escritório do diretor?

Campbell.

Pede-lhe para ver o processo da Lee Collins.

O Wendell Hoyes não pode saber que o irmão morreu

até termos a botija.

O corpo irá para a morgue com outro nome.

Doutor, há muitas pessoas que sabiam do problema de coração do Cayman

Compreendo.

Alteraremos a causa de morte para outra coisa sem ser do coração.

Ótimo.

- Tem troco para a cabine? - Sim.

Obrigado.

Segurança máxima, posto quatro, agente Campbell.

Ed, é o Tully, fazes-me um favor?

Sim, diz.

Preciso do processo da tipa que tratou da fuga.

Chama-se Lee Collins.

Isso não vai ser fácil.

Vou ter de ir à secção das mulheres.

Farei o que puder.

Estarei neste número às 9:00 em ponto amanhã.

O número é KL 51558.

Certo.

Já era tempo de alguém vir aqui.

- Trouxe-te isto. - Obrigado.

Quando é que vais deixar-me sair daqui?

Quando tiver a certeza.

Já pensaste outra vez em ajudar-me a sair do país?

Temos de ter sempre a certeza.

Sim, estou a ver.

Quanto tempo estiveste presa?

Seis meses.

Deves estar... bem, uma mulher bonita como tu,

tu sabes,

é muito tempo para estar sem... - Não me respondeste, Wendell.

Tu sabes o que eu quero dizer, Lee.

Podes ajudar-me?

Claro que posso.

Wendell, por favor.

Não vais querer ir a lado nenhum sem mim.

Sua vadia!

Saretta! Não tens nada a ver com isto!

O raio é que não tenho!

Está tudo bem, querida, ele é todo teu.

Pois é.

Olá, querido.

Ouve bem,

está tudo aqui.

É tudo teu.

Sou tudo o que precisas.

Gás venenoso!

Bem escondido, espero.

Sim. Ninguém vai conseguir encontrá-lo.

Acho que a ideia é ótima, salvar o Cayman e isso tudo.

Sei o quanto gostas do teu irmão.

Mas, Wendell,

assim que o Cayman sair, devíamos sair do país.

Para algum sítio onde possamos estar sozinhos

e sossegados, para compensar o tempo perdido.

Como Guaymas.

Lembras-te de Guaymas?

Sim, lembro-me.

Talvez, talvez.

Quando?

Quando, quando... Quando eu disser, é quando.

Não é só libertar o Cayman.

Tenho assuntos por resolver.

- Que tipo de assuntos? - Assuntos privados.

E depois disso?

Talvez.

Talvez depois disso.

Estou?

Que bela pontaria com esta tal Collins.

Tem um historial longo.

Roubos, invasão de propriedade, assaltos a bancos com cúmplices,

é à escolha, incluindo homicídio premeditado

e a fuga de ontem.

Parece tudo bem.

Há novidades sobre o Cayman Hoyes?

Nada de momento. Está isolado, não deixam que ninguém se aproxime.

Isso quer dizer...

Dizem que querem mudá-lo de sítio.

Talvez.

Obrigado, Campbell.

Barney.

- Sim, Jim. - Algum movimento?

O Tully saiu há uma hora.

- Sabes aonde foi? - Não.

Espera. É o Tully.

- Jim, ele acabou de voltar. - Ótimo.

Faltam menos de três horas para a botija se estragar.

- Então? - Ela está limpa.

- De certeza? - Ela é que devia ter o registo.

Liberta-a.

Aonde é que vais?

Fazer uma chamada.

O Wendell e o Tully estão a sair.

Jim, o Wendell saiu com o Tully.

Certo, Barney.

Diretor.

Mais uns minutos.

Estamos prontos.

Estou?

Wendell Hoyes.

Nicholas Raysmith, Departamento Prisional.

- Posso negociar consigo. - E então?

Vamos aceitar a sua proposta.

Espertos. Estejam no parque em meia hora,

na saída norte do túnel, vai estar lá um táxi.

- Percebeu? - Sim.

Mais uma coisa. Sem polícias, sem ninguém.

Só o meu irmão Cayman e o senhor.

Se tentar alguma coisa, vão morrer muitas pessoas, entendeu?

Meia hora.

- Estás pronto, Bill? - Dentro do possível.

Abra.

- Como é que te sentes? - Melhor.

Anda. Entra.

- O senhor não. Cale-se! - Espere. O quê?

Cumprimos a nossa parte, onde é que está a botija?

Willy?

Sim, Jim.

Estou no túnel do parque. Podes vir buscar-me?

Está bem.

Traição.

Cayman! Cayman!

Estás doente! Foram eles!

Estou bem. Agora que estamos juntos, estou bem.

Eu não te disse?

Não conseguem manter o Cayman Hoyes preso.

Pois disseste.

Dá para ver na tua cara.

Tentaram dar cabo de ti

mas vai ficar tudo bem agora, vai ser diferente comigo.

É tudo o que importa, Wendell, nós os dois outra vez.

Como conseguiste?

Conto-te depois.

Lembras-te quando dizias

"irmãozinho, quando tens uma boa mão, joga!"

Devias ter um full house.

Tinha quatro ases.

Aqui tens a autorização para a morgue.

Quem é?

É da velha guarda.

Um preso chamado Hartman.

Deve ter estado cá 35 anos, conhecia-o há 15 anos.

Certo, vamos embora.

Gás neurotóxico? Roubaste gás neurotóxico ao Exército?

Deve ser o gás mais perigoso no mundo inteiro.

Foi por isso que negociaram.

É perigoso mexer nisso. Como vais devolvê-lo ao Exército?

O Exército não vai tê-lo de volta.

O que é que estás a dizer?

É preciso seres louco para mexer nisso sequer...

Estás livre, não estás?

Sim e estou grato por isso.

Mas não vale a pena correr mais riscos.

Telefona-lhes e diz-lhes onde está.

Nós vamos sair daqui.

Como?

Como assim?

Tirar-te da prisão foi a primeira parte.

Tirar-nos a todos daqui é a segunda parte.

Precisamos de massa, Vamos vender a botija.

Quem quererá uma botija de gás neurotóxico?

Clint Talafero.

Talafero? É um terrorista, não é? É maluco.

Já ouvi falar nele, põe bombas em bancos.

E em igrejas e em escolas.

Essa coisa pode matar milhares de pessoas,

milhares, incluindo crianças.

Ela tem razão.

Deviam ter pensado nisso antes de trataram o Cayman assim.

O governo cumpriu a sua parte.

Diz-lhes que podem ter a botija de volta, eu arranjo dinheiro.

O que é que te fizeram?

Isso é a conversa delas! Conversa de mulheres!

O que é que te fizeram lá?

Estou mais velho.

As pessoas mudam.

As pessoas mudam!

Mas eu não!

Wendell.

Wendell.

Por favor, Wendell.

As pessoas tentam espezinhar-te.

Tens de ripostar.

Eu sei.

Tens de lutar com elas!

Querem matar-te e tens de matá-las primeiro!

Eu amo-te, Wendell.

Estás do meu lado ou não?

Estou do teu lado.

Faço tudo o que disseres.

Cayman, estás do meu lado?

Vamos fazer como queres.

Bem, se concordam todos, eu também entro nisso.

Não consigo muito sozinha.

Assim é que é!

Vais ter com o Talafero quando?

Hoje à tarde.

Assim que tivermos a botija, podemos ir todos para a fronteira.

Tem que ser em breve.

Segundo o general, a botija estraga-se às 16:00.

Onde está a botija?

Num sítio que ninguém consegue descobrir.

Cayman,

um dia vais dizer "O meu irmão é espetacular!".

Nada nos pode derrotar.

Nada.

Oficina do almirante.

Quero fazer com o Jack Tully. Ligou desse número hoje de manhã.

Não sei quem é o Tully.

De certeza? É um homem alto e negro.

Tenho de falar com ele, é importante.

Desculpe, não há ninguém com esse nome aqui.

Se aparecer diga para ligar-me.

Ed Campbell, ele sabe o número.

Diga-lhe que é importante, muito importante.

Se aparecer, sim.

Porque não vamos no carro com o Tully?

Porque ninguém vai ver-vos na mala da carrinha.

O carro vai ser uma distração.

- Tudo pronto? - Quase.

Quando tiver o dinheiro, vamos poucos,

só tu, eu e o Cayman.

Então e a Saretta?

Agora sou só eu e o Cayman.

Quem precisa dela?

Já sabes onde ir ter.

O Tully ainda está ali.

Temos de ir atrás da carrinha.

A botija estraga-se daqui a 23 minutos.

- Preciso de ajuda. - Sem problema.

Temos muito tempo, portanto vamos com calma.

- Já está bom. - Quanto é que lhe devo?

TULLY

Espere um segundo.

Posto quatro.

Campbell? O que é tão importante?

Ouve bem, o Cayman Hoyes está morto.

Não sei quem é que saiu daqui hoje, mas não foi o Cayman.

Está numa marquesa da morgue.

Esperem aqui.

É melhor irem por ali. Vou entrar.

- Wendell! - Espera aqui.

Esse não é o Cayman.

De certeza?

O teu irmão morreu.

O meu homem viu-o na morgue.

Abre a caixa. Sei o quanto queres ver isso.

Não sei quem és.

Mas vais morrer, tal como o Cayman.

Mata-o! Mata-o!

Vou matá-lo. Vou matá-lo.

- Tully? - Sim.

Abre a porta.

- Estás bem, Bill? - Estou.

Vamos embora daqui. Wendell, aonde é que vais?

Wendell, não quero matar toda a gente.

Não quero morrer. Anda, vamos sair daqui.

- Eles mataram-no e eu avisei-os. - Wendell!

Wendell, já não quero saber do Cayman para nada.

Se a bomba matar tantas pessoas,

também me vai matar, não vai? Não vai?

Acabou-se, Hoyes. Saia daí.

Acabou-se para toda a gente.

Os últimos tiros não foram para nós.

Tradução e Legendagem TIAGO ALVES DA SILVA RTP - Produção

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