All language subtitles for Mission- Impossible S06 E07 Encounter

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Original subtitles

Azar.

Tudo isto podia ter sido evitado,

se o velho Geary não tivesse sido teimoso.

Vou vê-lo esta tarde.

Vou oferecer-lhe o acordo, novamente.

Mas desta vez vou mudar as condições, Frank.

Vou propor 70-30 a nosso favor, em vez de 60-40.

Leva o Dekker contigo. Tu sabes agir, se houver confusão.

Certo, senhor Brady. Eu sei.

Vamos.

Bolin! Vá lá!

Está quase terminado.

Certo, todos na rua.

Senhor Thomas?

Não, o Sr. Thomas está fora até à próxima semana.

Ajude-me, sou do Departamento de Segurança.

Entendo.

Encontrará o que precisa na bancada.

Bom dia, Sr. Phelps.

Agências de lei convencionais não impediram que Frank Brady

e o seu subordinado Martin Stoner, de usarem táticas de terror

para forçar homens de negócios

no sudoeste a fazer parcerias com o submundo.

Como resultado, milhões de dólares

estão agora a circular da organização do Brady para o Sindicato.

A sua missão, caso decida aceitá-la, é evitar mais violência

e recolher provas para parar o Brady e o Stoner, de vez.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Lois Stoner, a mulher de Martin Stoner.

Frank Brady odeia-a há anos.

E vai odiá-la ainda mais.

Algum problema, Casey?

Bem, todos os alcoólicos têm um padrão individual.

Estou a começar a entender a Lois,

mas não há como substituir a observação pessoal.

Há quanto tempo é que a Lois se afoga em álcool, Casey?

Desde que o seu marido se juntou à organização do Brady.

Ela não conseguiu aceitar, mas não conseguiu acabar com ele.

Então começou a beber e a apanhar estranhos

em qualquer sítio.

Está tudo pronto em Cumberland. Os nossos chegam lá esta noite.

Também estou pronto, Jim. O meu cadastro foi plantado hoje.

Boa, Willy.

Antes de morrer, o Bolin disse à polícia

que o esquadrão do Brady estava a tramar alguma.

Tens de descobrir o quê, e certificares-te que não se sabe.

Em quantas firmas é que o Brady se infiltrou pelo Sindicato?

Não sabemos, Barney. Temos de descobrir

e tentar arranjar os ficheiros que o Stoner filmou.

Isso não só irá ajudar a condenar o Stoner e o Brady,

mas também vai dar-nos informações

para tirarmos o Sindicato de todos os negócios na região.

Sabes, eu sinto pena da Lois Stoner.

Podemos fazer algo para a ajudar?

Há, sim, Casey.

Podemos prender o marido dela e o Frank Brady.

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Acho que precisas de mais um.

Porque não? Com gelo, com azeitona.

- Empregado? - Sim?

Uma bebida, por favor.

Aqui mesmo.

Entramos por 70% da ação.

Infelizmente, o Dekker teve dificuldades.

O velho foi teimoso.

Tudo pronto para o próximo assalto?

Preciso de substituir o Bolin.

- Encontra-o. - É um trabalho importante.

Eu não quero outro tijolo que vai acabar morto.

Vou deixá-lo para ti.

- És novo por aqui, não és? - Estou na cidade em negócios.

Eu sabia isso.

Sabia isso porque isto é quase uma segunda casa.

Mas eu tenho muitas, muitas, muitas segundas casas,

porque mudanças na decoração definem... o meu humor.

Eu arranjo algo.

Olá, querida.

O meu nome é Russ e gostaria de lhe pagar um copo.

Ouve, põe-te a andar, miúdo. Estou ocupada.

Vá lá, não seja assim para o velho Russ.

Empregado?

Temo que venha tarde. Desapareça.

Importa-se? Ia dizer o mesmo de si, senhor.

Desampara-me a loja!

Espera lá.

- Ouve, és fantástico! - Vamos tirar-te daqui.

Pensava que nunca perguntavas.

Desculpe a confusão, amigo.

Está tudo bem.

Em casa.

Ouve. Não estou bêbeda,

mas alguém está a mexer com o chão.

Eu tenho algo que te pode curar.

Olha.

- O que temos aqui? - O que temos aqui?

Meu Deus. Céus, absolutamente.

Sabes uma coisa, Paul?

Há pessoas que conheces e de quem gostas logo, sabes?

És especial. Eu não sei porquê, mas és.

- Vamos beber a isso. - Está bem.

Saúde.

Tudo bem?

Estou aneste...

A dor do mundo não me atinge, certo?

Eu vivo neste casulo fantástico.

Às vezes há coisas que são feias.

O meu marido é porteiro.

Porteiro, Ele é responsável por tudo o que é feio.

Vem cá.

Faz-me sentir bonita.

Na verdade, o Peter apanhou algo.

Era algo.

Barney! Casey!

- Perfeito. - Isto é para a secretária do Brady.

Certo.

Toma conta dela.

Quanto mais cedo a pusermos no sanatório, melhor.

Certo.

Sabes, Frank, estamos a enviar demasiado dinheiro para o Ocidente.

Somos nós que estamos a fazer isto funcionar.

Não sejas ganancioso, Martin. Não compensa.

O que se passa, rapazes?

Parece que foram apanhados com a mão na massa.

Ninguém me vai oferecer uma bebida?

Lois, estamos ocupados.

Vamos lá, rapazes.

Já roubaram tudo o que havia para roubar.

Vamos beber.

- Martin, livra-te dela. - Livra-te dela, Martin.

Só isso. Varre-a para debaixo do tapete.

Sabes, Martin, és um porteiro.

- Lois, vamos lá. - Não!

Martin, tu tens de fazer tudo o que o Brady diz, mas eu não.

Porque isto é o que penso do senhor Brady.

E isto é o que penso da sua organizarão!

Se não gostas, Brady, podes sempre chamar a polícia.

Sua vadia bêbeda.

- Devolve-me a minha vida! - Frank, ela está bêbeda.

- Ela não sabe o que está a fazer. - Ela está sempre bêbeda!

Krone, leva-a para casa.

Não, Martin, por favor! Vem para casa comigo, Martin!

Vamos sair antes que seja tarde demais.

Podíamos tentar de novo. Podíamos...

Tira as mãos de cima de mim, seu porco. Para!

Fartei-me, Martin! Até à ponta dos cabelos.

Eu trato disto, Frank.

- Se fosse minha mulher... - É minha!

Ela odeia-te, Martin! Ela é louca e maluca.

E se ela decidir falar com um procurador?

Boa tarde, senhoras e senhores. Espero não vos ter deixado à espera.

Esta é uma reunião, não é um ensaio.

O que temos de transmitir,

mais do que tudo, é um sentido de espontaneidade.

Martin, desculpa.

- Não estás muito zangado, pois não? - Não, de todo.

Tentas outra parecida e eu desfaço-te.

Entendes?

Eu quero tudo como era antes. Não quero as coisas assim.

Lois, eu aturei-te durante muito tempo.

Martin, por favor, eu mudo!

Eu juro que mudo!

O que é que vais fazer? Reduzir para dois copos por dia?

Não. Martin. Por favor, ouve-me, sim?

Há um sítio para onde posso ir, é uma instituição.

Não, Martin, por favor. Ouve!

É uma instituição chamada Cumberland e eles aceitam pessoas como eu

e trabalhamos em ambientes de grupo e falamos dos nossos problemas.

E fazem milagres!

Só preciso de um milagre.

Martin, por favor, deixa-me tentar.

Dá-me uma hipótese, por favor.

Por favor, Martin, não digas que não. Por favor, por favor.

Olá. Sim, Frank? Olá.

Estou a tratar disso, Frank.

Vou enviá-la para se curar.

Para um sítio chamado Cumberland.

- Cumberland, sim. - Estou a avisar-te, Martin.

Ela está com o tempo contado.

Dekker, vais para Cumberland. A Lois Stoner não te conhece.

Assim podes vigiá-la, e se sair fora da linha,

fazemos com que não volte. - Com prazer, senhor Brady.

Ela apanhou-os.

Só temos de ter a certeza que a tentam matar.

- Sim, o que foi? - Frank Brady?

- Quem é que o quer ver? - Steve Bolin.

O irmão do Mike.

Só um minuto.

Frank, se ela se controlar não nos irá dar problemas.

Veremos.

Há aqui um senhor que quer vê-lo. Diz que é o irmão do Mike Bolin.

Livra-te dele.

Ele não está cá.

- Eu espero. - Desaparece.

Quem é que é o Brady?

Eu sou o Brady. O que quer?

Então és o homem que deixou o meu irmão queimar-se?

- Foi um acidente. - Acidentes não acontecem.

A não ser que o responsável seja preguiçoso.

É a tua arma, Krone?

Descarregar em mim não traz de volta o teu irmão.

O que queres? Dinheiro?

O Mike mandava para casa algumas notas por semana.

Certo, tome mil dólares.

Chama-lhe um seguro, sim?

Porque é que não devolves essa arma?

- De onde és? - De Detroit.

- Quanto tempo vais ficar na cidade? - Não sei, depende.

Eu digo-te o que vou fazer.

Porque é que não arranjas um quarto no Hotel Falkner, sim?

Talvez tenha algo para ti, em breve. E podes enviar dinheiro para casa.

Detroit? Vê o que descobres sobre ele.

- Senhor Talbert? - Sim?

Sou o Mark Strater. Queria falar comigo?

Sim, gostaria de me juntar ao seu grupo.

- A sua primeira sessão é esta manhã. - Exatamente.

O que o fez escolher o meu grupo em específico?

Eu não sei muito sobre encontros de grupo,

e estive a perguntar

e dizem-me que o seu é um dos melhores.

Tem de preencher um formulário e vejo se o consigo encaixar.

Para que é esta burocracia? Pensei que fosse ajudar.

- Venha, vou fazer o meu melhor. - Obrigado.

SANATÓRIO WESTFIELD

Quando congelas, não devias suar, certo?

Quer dizer, há alguma lei científica envolvida.

E se não há, devia haver.

O que é este sítio?

O Sanatório de Westfield, senhora.

Sanatório?

Eu devia saber.

Vais para um quarto com um jovem jeitoso

e onde é que vais parar? A um sanatório.

Tal como a minha mãe sempre me disse.

Certo, agora quero que fechem os olhos.

Vá lá, feche os olhos. Ninguém vai morder.

Quando vos disser, quero que comecem a andar pela sala

até entrarem em contacto com alguém.

Quando o fizerem... feche os olhos, Lois.

Certo. Quando o fizerem,

quero que examinem a cara da pessoa com os vossos dedos.

Só a ponta dos dedos.

A boca, o nariz, os olhos, a testa, tudo.

Certo, vamos começar.

Comecem.

Impressões táteis oferecem uma dimensão nova às pessoas.

Quando veem alguém com os olhos absorvem uma impressão,

mas não sentem nada. É isso que estão a fazer agora.

Estão a ver pessoas de uma forma nova, através do tato.

Porque é que estamos a fazer isto?

Aumenta a nossa perceção, o nosso entendimento das pessoas.

Não gosto do homem em quem estou a tocar.

- Porque não? - Eu não sei.

Agora, com os seus olhos fechados não consegue dizer nada,

além do facto de ser um homem.

Desgosta de todos os homens?

- Não. - De certeza?

Claro, de certeza!

Os meus dedos doem.

Eu vou olhar e ver quem é.

Desculpe, nem sequer o conheço. Não sei porquê.

Desculpe.

Steve Bolin, de um a cinco anos, por furto.

Um a dez anos, por assalto à mão armada.

De três a cinco, por fogo posto.

Dez detenções, quatro sentenças.

- Um jovem sólido. - Eu diria que sim.

Fala com ele.

Ouça.

Por favor, tente entender o que lhe digo.

Eu não bebo, simplesmente.

Sou alcoólica.

Alcoólica, o tanas! Só não tens força de vontade.

Tu és mesmo traiçoeira!

Não fales comigo assim, rapaz!

Tu estás sempre a fixar-me. Em que estás a pensar?

Talvez goste da tua cara.

- Eu não gosto da tua! - Diz-lhe, Lois! Diz-lhe!

Exato, continue, Lois!

Lembra-me dos homens à volta do meu marido.

O seu marido?

- O que é que o teu marido faz? - O que é que interessa?

Tens vergonha? O que é?

Ouve, não tenho de vir aqui ser torturada.

Está a ficar ridículo.

Está bem.

Quem tem a bebida?

Está aberta.

- É o Bolin? - Sim.

Eu sou o homem que deixou o teu irmão queimar-se.

Foi o que disse ao Brady.

Estava de sangue quente. Sinto-me melhor, agora.

Com mil dólares sente-se melhor.

Amor de irmão, é?

Ouça, eu preciso de pão.

Se é para isso que aqui está, tudo bem.

Se não, saia.

- Não gosto de homens com rancor. - Não são rancores.

- Trabalha com C-4? - Claro.

- O que quer? Maquinaria pesada? - Vai descobrir.

Fique aqui sexta-feira à noite. Nós ligamos-lhe para nos encontrar.

Olá. Sim, Willy?

Certo.

Sexta-feira à noite. Explosivos. Algum tipo de maquinaria pesada.

E eu "curo-me" amanhã.

Quero sair daqui.

- Não me pode manter cá. - Deite-se!

- Não tem o direito de me manter cá. - Acalme-se, Sra. Stoner.

Doutor, ouça-me. Não posso ficar aqui.

- Por favor. - Certo, Sra. Stoner.

- Ninguém a vai magoar. - Ele vai matar-me!

Por favor, arranje-me um copo. Preciso de um copo.

Faço tudo por um copo.

Descontraia, Paul. Não esteja tão rígido.

Nunca bati em ninguém na minha vida.

Queria ter um pau na mão, não era?

Tu é que o disseste, não fui eu.

Certo, nenhum de vocês se está a exprimir bem.

Estão a tentar demasiado. Ou não o suficiente.

Ela tem razão, Paul. Descontraia.

Deixe-se ir. Solte-se.

Vamos, Lois, vamos ver. Estás a brincar.

Eu quero que, quando o atingires, lhe digas como te sentes,

deixa ir todas as hostilidades que lhe queres dar a conhecer.

Peço desculpa. Eu quero matar alguém.

Tudo bem, Lois. Joe, dá-me isso?

Quando o fizeres, leva um destes, Lois e usa-o.

Não, não. Estiveste tão perto de libertar tudo.

E quero que o faças. Podes fazê-lo.

Pegas nisto.

E deixas este ser o objeto do teu ódio, ou o que quer que seja.

Leva-o lá para fora. Eu sei que consegues fazê-lo! Tenta.

Tenta.

Isso não é alguém que quer matar. Atingi-o, Lois.

Agora!

Vou matar-te! Vou matar-te, meu cobarde!

Está tudo bem, Lois. Por favor, não chores.

Eu estou bem.

Está tudo bem, está tudo bem.

- Quem é que estavas a atingir, Lois? - Tudo.

- Tudo o que odeias? - Sim.

Eu não acho que seja tudo o que odeias.

Eu acho que é alguém. Alguém que odeias.

Conta-nos sobre isso, Lois.

Ouve, eu acho que são todos meus amigos,

mas envolve o meu marido.

E o que ele faz.

E as pessoas com quem se dá.

E eu não posso. Eu quero, mas não posso.

Mencionaste o teu marido várias vezes.

Poderias... Poderias dizer-lhe?

Poderias falar com ele?

- Talvez. - Certo, eu quero que fales.

Tu sentas-te aqui e aqui, está o teu marido.

E quero que lhe digas tudo o que sentes.

Tu consegues, eu sei que sim.

- Qual é o primeiro nome dele? - Martin.

Este é o Martin. Aqui, na cadeira, e quero que fales com ele.

Diz-lhe.

Martin, isto é difícil para mim,

porque guardei tudo durante tanto tempo.

Não estou bêbeda agora.

Nem acho que vá voltar a estar.

Consigo enfrentar-me a mim própria agora.

Quer dizer que consigo enfrentar o que és e o que fazes.

Não entendes? A não ser que o enfrentes também,

está tudo acabado entre nós, não vale a pena fingir.

Não consigo fingir, és tão retorcido e corrupto,

como as pessoas com quem trabalhas.

E a não ser que enfrentes isso, está tudo acabado entre nós.

Eras um advogado tão brilhante,

mas vendeste-te.

Agora a tua vida é sobre quebrar a lei.

Trabalhares com essas pessoas, eles são sub-humanos.

Eles são assassinos.

Eles matam para conseguirem o que querem.

Martin, eu sei sobre sexta-feira à noite.

Eu sei sobre os homicídios. Eu sei sobre a destruição!

Temos mesmo de ouvir isto?

Não queres ouvir porque és um assassino.

Eu soube quando te vi.

Cala-te!

- Desculpa. - Espera.

Não, deixa-o ir.

- Tudo bem, Casey? - Sim.

É de loucos, Frank.

Eu nunca lhe contei sobre sexta-feira.

Como é que ela sabia?

Uma coisa de loucos, ela tirou-a do ar.

- O que é que faço? - Isso devia ser óbvio.

Frank, ela é a minha mulher.

O que é que queres dizer? Força, diz-me que a amas.

Vamos ouvir essa oratória de tribunal em defesa dela.

Estou à espera, Stoner. Suplica pela vida dela!

Mata-a.

Como é que o vais fazer?

Não se preocupe, Sra. Stoner. Tenho tudo planeado.

Ele está ali, ao pé do quadro.

Não se mexeu. Ainda.

- Olá? - Lois, estou na minha cabana.

Preciso da tua ajuda. Muito.

Certo. Estou a caminho.

- Onde é que está o Dekker? - Desapareceu.

- Saiu depois do primeiro tiro. - Trata dele.

- Casey, estás bem? - Acho que sim.

Não está muito mau.

- Como está a dor? - Tudo bem, Jim.

Acho que é mais a surpresa, agora.

Acho que nunca esperei levar um tiro.

- Preciso do doutor Adams, Smitty. - Eu mostro-lhe.

Pensei que irias ligar. Tive à espera a noite toda.

Estamos a mexer-nos mais cedo do que pensei. Vamos.

Vamos.

Ela está bem, Jim.

Sendo doutor, preferia jogar pelo seguro

e colocá-la de cama por uns dias.

Não é isso que vamos fazer, doutor Adams.

Jim, eu sinto-me bem. Vamos continuar com o trabalho, sim?

- Tudo bem, Casey. - Deixa-me ligar isso.

Sem ligadura.

Sim?

- Sim, tudo bem, Casey. - Onde está o Willy, Jim?

Ele vai ligar para Cumberland

quando souber onde encontrar os homens do Brady.

O Joe passa-me a chamada.

Isso trata do alarme silencioso.

Vamos pôr o C-4.

- Olá? - Sabes alguma coisa do Willy?

- Nem uma palavra. - Então está por sua conta.

Ela fugiu! Atingiu-me na cabeça.

- Há quanto tempo? - Há uma hora.

- Estás bem? - Sim, tudo bem.

Temos de a encontrar antes que fale com marido.

Eles têm o Krone e a Casey! Era uma armadilha, alguém falou!

- A mulher do Stoner. - Tudo bem.

Deve ter falado para alguém juntar todas as peças.

Temos de a matar. Tal como ao Stoner.

- Stoner? - Sim.

Ele deve ter avisado alguém em Cumberland.

Daí o Albie ter falhado.

Se ele se importa mais com ela do que connosco, tudo bem.

- Eu resolvo. - Espera um minuto.

Deixa-me fazê-lo.

Preciso da massa, além disso, eles não me esperam.

Tudo bem, Bolin. Tudo bem.

Martin, Martin, Martin!

- O que foi? - Alguém me tentou matar!

Do que é que estás a falar?

Ontem em Cumberland, alguém me tentou matar!

Lois, não estás a fazer sentido.

Foi direcionado a mim!

Homens do Brady.

Brady? Está a tentar matar-nos aos dois.

- Temos de ir para fora da cidade. - Não.

Temos de fazer alguma coisa. Não podemos só fugir.

Não sei porque se virou contra mim, mas eu conheço-o, ele vai voltar.

Podes ameaçar ir à polícia e dizer-lhes tudo o que sabes.

Ele não vai engolir isso.

Ele sabe que não me vou sujeitar a ser preso.

Tem de haver algo com que possas ameaçá-lo.

- Não. Nada! - Martin.

Tu geres o negócio por ele.

Sabes todos os segredos. Tem de haver algo!

Sim. Talvez haja algo que possa fazer.

Martin.

Martin, leva-me contigo! Por favor!

Por, favor, não me deixes, Martin! Não me deixes sozinha aqui!

Eles estão mortos! Os dois.

Olá. Fala a Lois Stoner.

O meu marido está?

Já liguei para o escritório e para casa.

Estou? Estou? Estou?

A mulher do Stoner. Não está morta.

Mas ele disse...

O Bolin não os matou.

- Desculpe, empregado? - Sim, senhor?

- Viu a Sra. Stoner? - Não a vejo há uns dias.

Tente no Lanterna Azul, ao virar da esquina.

- Se ela não está aqui, está lá. - Obrigado.

Eu fico com isso.

Já chega.

Eu não quero voltar.

Sra. Stoner.

- Por favor, ajude-me. - Fá-lo-ei.

Tradução e Legendagem PEDRO M. SERRALHEIRO RTP - Produção

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