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Dr. Burroughs, ligue para o 125, por favor.
Dr. Graham, dirija-se à receção, por favor. Dr. Graham.
Dr. Graham, dirija-se à receção, por favor.
- Há quanto tempo saiu do coma? - Saiu há dez minutos.
- Ela consegue ouvir-me, doutor? - Sim, consegue.
Sou o David St. James, do gabinete da Procuradoria-Geral.
Sabem quem é, Sra. Collins. Precisamos da sua cooperação.
Pode ser a última oportunidade
para apanharmos o Tommy Kroll e o Frank Stevens.
Irá ajudar-nos?
A primeira coisa que queremos saber é se houve...
Bom dia, Sr. Phelps.
Estes homens, Frank Stevens e Thomas Kroll,
dirigem um império criminoso que ameaça dominar o Nordeste.
Embora tenham sido presos inúmeras vezes,
as agências convencionais não conseguiram as provas necessárias
para os condenar de qualquer crime.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
é prender o Kroll e o Stevens de vez.
Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos. Boa sorte, Jim.
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Isto é a praça Crowley atualmente.
Algures por aqui está a prova que vai pôr Kroll e Stevens na prisão.
O corpo de Danny Ryan e as armas que o mataram.
Barney.
Isto é a praça Crowley em 1937.
Exatamente como no dia em que o Kroll e o Stevens mataram o Danny
e esconderam o corpo.
Aqui fica o barbeiro,
o Fallon's, o apartamento do Kroll
e, a dois quarteirões, a esquadra da polícia.
E temos de garantir que o Kroll não sai desta área.
Jim, porque se calou a Gladys durante todos estes anos?
Medo, Willy.
O Kroll e o Stevens mataram todas as potenciais testemunhas.
Quando encontraram a Gladys, também a mataram.
E o tráfego aéreo, Jim?
Conseguimos impedir voos durante seis horas, Doug.
Casey, e o apartamento do Kroll?
Tudo depende do detalhe exato.
Consegui encontrar a antiga empregada do Kroll.
Ele pagava-lhe um dólar por dia e ela não se esqueceu de nada.
- Algum problema, Bill? - Não com o papel. Ensaiei bem.
O que me preocupa é a cara do Stevens.
Casey?
Frank Stevens em 1937.
O Jim disse-me que tinhas talento. E a jovem Gladys Collins?
Isto é tudo o que temos. Não há fotografias antigas dela.
Exceto na mente de Tommy Kroll.
Mas ele só a viu nesse dia.
E a nossa estrutura facial é basicamente a mesma.
Com a mudança de cabelo e a maquilhagem podemos convencê-lo.
Estamos preparados no barbeiro, Jim.
O Kroll chega todos os dias às 10h45 para fazer a barba.
Ótimo, Willy.
O Kroll é um homem instável e violento.
Vamos submetê-lo a uma pressão enorme.
Será sempre muito perigoso.
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Olá?
Onde está o Paul?
O Paul está com gripe.
Sou o Albert, o sobrinho. O senhor deve ser o Sr. Kroll.
Devo ser? Porquê?
São 10h45. O Paul disse para contar consigo.
Quer uma toalha quente e fazer a barba, certo?
Certo...
O Paul encomendou creme facial. Já chegou?
Sinto muito, Sr. Kroll. Não sei nada sobre isso.
Hormonas... É preciso mantê-las jovens.
É preciso manter as raparigas felizes.
O Sr. Kroll está em boa forma. Não deve ter problema nenhum.
Já passei dos 60 anos. Há sempre problemas.
Relaxe, Sr. Kroll.
Nada como uma toalha quente para acalmar os nervos.
Olá, Tommy. Tenho uma mensagem para ti do Danny Ryan.
Não vejo o relógio...
Aqui também não.
Jim, ele tem de ter o relógio! O ficheiro diz que não anda sem ele.
Hoje não o tem. Tem de estar com ele quando acordar.
Vou ao seu apartamento. Encontramo-nos mais tarde.
O efeito desta parafina é semelhante ao do silicone,
mas temporário.
Não o desfigurará e não há dor.
Está na joalharia da rua 63.
Têm de mantê-lo adormecido mais 45 minutos.
Certo Jim.
Tem de ficar assim mais 45 minutos.
Significa que perderemos tempo no outro lado.
Daqui a seis horas a alteração irá desfazer-se.
A nova cara do Kroll derreterá como uma vela.
Não podemos fazer nada em relação a isso.
O Frank Stevens.
Ele não me conhece, mas tenho de falar com ele. É urgente!
- Não é o Sr. Kroll. - Trabalho para o Sr. Kroll.
- Acho que não... - Quer o relógio.
Está a fazer malas para uma viagem. Se o fizer vir, ele não vai gostar.
Está bem.
Limpeza, mola nova, 22,5 dólares.
Já levava uma caixa nova. O que causou a amolgadela?
Não se preocupe com isso.
Ele disse para o manter adormecido durante mais 45 minutos.
Foi o que ele disse. Para o manter adormecido.
- Por favor, acalme-se, senhora... - Swanson, Carol Swanson.
Que fazia exatamente no apartamento do Tommy, Sra. Swanson?
Tenho uma chave.
Que bom para si.
O intruso... Qual era o aspeto dele?
Era um tipo grande, elegante, com cabelo grisalho...
- Podia ser um polícia. - À procura de quê?
Vê no barbeiro.
Quero saber quando o Tommy chegou lá e quando saiu.
Vai até à rua 63 e vê o que consegues saber na joalharia.
E vou tentar saber de onde veio a chamada.
Como pode fazer isso, Sr. Stevens?
Certifique-se que a Sra. Swanson é acompanhada até casa.
E o Tommy? Estou preocupada com ele.
Digo-lhe quando o encontrar. Estou certo que ficará contente.
Ligue-me ao Baker da companhia de telefones.
Vai fazer com que não coxeie durante um tempo.
Aliás, deve fazer com que se sinta bastante bem de uma forma geral.
Conseguiste?
Ótimo!
O teu talismã, Tommy.
Ótimo.
Thomas conseguiu sete jogadas.
Permitiu cinco pontos em oito pancadas e um erro.
Foi eliminado três vezes e ganhou outras três.
Lyn Nelson entra agora.
O destro tem uma média de 4,7 este ano.
O Yankee de 1937 continua em grande na liga americana.
Os rivais atuais estão à altura do poder
de Babe Ruth em 1927.
No jovem Joe DiMaggio, os Yankees veem uma das suas maiores estrelas
e com Lou Gehrig e Bill Dickey ainda para chegar,
os lançadores têm pesadelos antes de os enfrentarem.
Metade deles já estão vencidos antes de jogarem.
Podem pôr nove tipos com "Nova Iorque" escrito na camisola,
lançar as luvas para o campo e ter o jogo ganho.
No entanto, o verdadeiro herói de hoje é o esquerdino Gomez.
Cometeu apenas um erro e isso foi na quinta jogada.
Bob Johnson aproveitou, mandando a bola para a bancada central.
Gomez podia ter acabado mal, mas foi a sua única falha.
Charlie Ruffing devia lançar hoje,
mas Joe McCarthy decidiu descansar o ruivo à última da hora
e chamou Gomez, que deverá lançar novamente no domingo,
em Washington, contra os Senators.
Foi a 16.ª titularidade de Gomez em 12 jogos consecutivos.
Tem nove vitórias e seis derrotas.
E hoje tem lançado muito bem.
Como dissemos, apenas um erro em todo o jogo
e isso foi na quinta jogada.
Bob Johnson mandou uma para as bancadas centrais e foi excelente.
Muito bem, afasta-se.
- Parece estar morto, tenente. - Chama o carro dos mortos.
E ele? Quer uma ambulância?
O Tommy? Não, ele parece bastante bem.
Estava tão mal como o Lou Gehrig.
Um morto na barbearia do Joe. Praça Crowley, número 14.
Esquece o olhar de bebé. Quem foi?
O que é isto?
Pois, o que estás a armar? Foi um dos homens do Ryan, certo?
- Os homens do Ryan? - Danny Ryan.
Talvez lhe tenham batido na cabeça.
- Não, ele está a brincar. - Tommy!
Tommy, estás bem?
Afastem-se de mim.
- Kroll. - Tommy!
Tem calma, Tom. Tommy!
Agressão com arma mortal. Posso dar-te dez anos por isso.
- Ele está magoado! - Cala-te!
Leva-o para a esquadra!
- A navalha não aconteceu em 1937. - Eu sei.
Cerre os olhos.
Vem aqui alguém pedir um relógio e você entrega-o, é isso?
Não, mas ele tinha o talão. Aqui está ele. Veja!
- Ele mostrou um distintivo? - Não...
- Está a mentir. - Não, juro!
Certo. Como é que ele era?
Era um tipo grande, com cabelo grisalho...
Era um dos homens do Ryan, não era?
Kroll, tenho formas de te fazer falar.
Tenente, ele irá falar. Dê-lhe tempo.
Não tenho tempo. Não para um bandido como ele.
Kroll, sabemos que tu e o Ryan se desentenderam na semana passada
devido a uns territórios.
Na semana passada?
O tenente tem homens em todo o lado.
Estava sentado atrás de ti,
do Ryan e do Stevens na semana passada,
no combate do Louis e do Braddock. E um depois no jardim da cerveja.
O combate entre o Louis e o Braddock foi...
Foi o quê? Foi o quê?
Deixem-me em paz... Deixem-me em paz!
- Tenente, acho que ficou magoado. - Não ficou nada. Está a empatar.
Tu e o Ryan desentenderam-se na semana passada.
Há três dias, tu e o Stevens deitaram um dos homens do Ryan ao rio
e, esta manhã, vieram atrás de ti. É verdade ou não?
Muito bem, prendam-no. Ele mete-me nojo.
Vamos, Kroll.
- Kroll, bateram-te na cabeça ou quê? - O quê?
Sabemos que o relógio te salvou a vida, mas estiveste inconsciente?
Como assim?
- Estiveste desmaiado? - Sim.
Isso explica tudo. Estás bastante confuso.
- Tommy, sabes onde estás? - Numa esquadra?
Exato. Sabes que dia é hoje?
- Setembro. - Que dia?
Vá, Kroll. Recompõe-te. Vamos, vamos!
Tenta recompor-te, Kroll.
Qual é o teu problema?
O manípulo superior esquerdo não devia estar ali.
Qual é o meu aspeto?
Qual é o meu aspeto? Que idade pareço ter?
Velho para ter juízo e novo para aprender.
Responde-me!
Trinta, talvez. Porque te apanharam, amigo?
- Que dia é hoje? - Estás a brincar ou quê?
Não, acho que não estás.
Deixa-me ver... Estou aqui há um dois, três... Quinta-feira!
Não, é sexta-feira.
- Qual é a data? - Como hei de saber?
Qual é o ano?
Polícia! Este tipo está louco! Está louco!
- Qual é o ano? - 1937.
- O quê? - 1937. Junho de 1937.
Estás maluco da cabeça.
Kroll, foste libertado. O teu amigo Stevens está lá fora.
Pessoalmente, não me interessa quantos bandidos acabam no rio,
mas o LaGuardia está a apertar com o comissário e o comissário comigo
e eu só posso apertar contigo. Lembra-te disso.
Não me parece o Procurador-Geral. Porque quereriam o relógio do Tommy?
- E a chamada? - O Baker está a tentar segui-la.
A mulher no apartamento do Tommy... Ele é mais velho que eu.
Tommy, temos de falar sobre o Ryan.
Temos de arranjar uma maneira.
Quem é aquele polícia, o Eagan? Nunca o vi antes.
Quem é o Eagan? O que se passa contigo? Anda lá.
Vamos.
O Ryan já deve ter ouvido que estás vivo.
É óbvio que não será a última vez que te tenta apanhar.
Paga as tuas contas.
E estará disposto a pagar bem. Os assassinos vão tentar fazê-lo.
Tommy, temos de apanhar o Ryan primeiro.
O truque é apanhá-lo sozinho.
- O que se passa? - Tenho de beber soro de leite.
Podemos reunir um dos nossos melhores homens e atacá-los.
O que te parece?
Dá muito nas vistas e não há garantias.
O velho da sapataria está casado com a irmã dele
e deve ter visto tudo pela janela.
Tu saíste com o Eagan e tudo. Deve estar a ligar-lhe agora.
O Ryan deve ter-se passado.
- Queres combinar um encontro? - Não, ele nunca cairia nisso.
Hitler continua a causar preocupação na Europa em relação à Áustria.
Nas notícias locais, a polícia ainda não fez detenções
em relação ao tiroteio desta tarde na praça Crowley.
Só um segundo. Tenho uma ideia. Vou ligar à Gladys.
A Gladys?
A minha antiga namorada.
Dizias-me que falava demais sobre ela.
Ela agora pertence ao Ryan.
A Gladys Collins está morta.
O quê?
A Gladys Collins está morta!
Rebentámos com ela num quarto de hospital na semana passada.
Ela ia falar com o Procurador-Geral.
Um tipo chamado Arthur...
... plantou uma bomba.
Não pode ser...
Não pode ser.
Uma vida inteira desapareceu.
Porque olhas assim? Achas que estou louco?
A Gladys no hospital? O Arthur?
Ouve, não sei o que te aconteceu naquele barbeiro,
mas deve ter sido uma espécie de pesadelo.
Vais recompor-te, Tommy! Ouviste-me?
Porque a minha vida está em risco, tal como a tua!
Vou ligar agora à Gladys.
Passa-lhe. É o Baker.
Sim, Bob. Ótimo...
Não, obrigado. Já percebi.
Estamos com sorte. Veio de uma cabine telefónica.
Estúdios Majestic. Um estúdio de cinema algures na ilha.
Gladys, entra.
- Tommy, esta é a Gladys Collins. - Olá.
- O que se passa com ele? - Nada. Queres uma bebida?
Frankie, sabes que nunca bebo durante o dia,
exceto se ainda for a noite anterior. - Senta-te, Gladys.
Vim aqui porque vocês disseram que podia ganhar cem dólares,
mas não gosto da forma como... - Gladys, senta-te.
- Como está o Danny Ryan? - O Danny é o Danny.
Um dos seus homens alvejou o Tommy esta manhã.
Sinto muito.
Não tenho nada a ver com isso. Sabes que me afasto disso.
Mas gostas do Danny.
Gostas muito mais dele do que gostavas de mim, certo?
Frankie, estivemos bem durante algum tempo. Não guardes rancor.
Estás aqui porque nós não guardamos rancor.
O Tommy e eu queremos fazer as pazes com o Danny Ryan.
A cidade é grande o suficiente para todos.
Isso é excelente. Excelente!
Queremos encontrar-nos com ele. Com as cartas na mesa.
Sem nenhum dos gorilas dele por perto.
Vais ligar-lhe e dizer-lhe para se encontrar contigo no Fallon's às 18h.
- Estão a planear matá-lo, não é? - Só quero falar com ele.
Frankie, por favor. Não me peças para te ajudar a matá-lo.
Não posso! Não posso fazê-lo!
Não o farei!
Frankie, Sr. Kroll, compreendam que não posso.
"Little Fooler" a Majestic, vou passar agora. Entendido?
Entendido, Jimmy. Entendido.
Irás fazê-lo ou passas por aquela janela de cabeça.
Promete-me uma coisa.
Promete que dás uma chance ao Danny de resolver isto convosco.
Dá-lhe uma oportunidade. Só uma oportunidade.
Seca as lágrimas.
Ele terá uma oportunidade.
Vão para a praça Crowley.
- Olá. Procuro o Sr. Thomas Kroll. - Não temos ninguém com esse nome.
Posso falar com outra pessoa. Um tipo grande, de cabelo grisalho.
- Não conheço ninguém assim. - Claro que conhece.
Senhor, este cavalheiro procura um Sr. Kroll.
- Disse-lhe que ninguém... - Calado!
- Fale-me do Sr. Kroll. - Nunca ouvi falar num Sr. Kroll.
Amigo, não me importo de usar isto...
Um dos capangas do Stevens.
Quero todos os portões trancados.
Sim, Danny. Tenho de falar contigo.
É sobre o emprego de corista em Miami.
Acho que o consegui. Danny, são apenas dois meses.
Claro que te amo.
Ora, querido, tenho de lhes dizer esta noite.
Porque não vais ter comigo ao Fallon's?
Podemos conversar melhor enquanto bebemos uma cerveja.
Pode ser por volta das 18h.
Sim, estarei numa das divisórias das traseiras.
Certo, querido. Danny...
Amo-te.
Adeus.
Prometeram que não iam deixar que nada acontecesse.
Prometemos que faríamos as pazes com ele. Foi isso que prometemos.
- A quem estás a telefonar? - À minha mãe.
Já deve ter ouvido o que aconteceu.
- O que se passa? - Nada.
Chelsea 31558.
É o mesmo número há dez anos. Já o devia ter decorado.
Está ocupado.
- A tua mãe está sempre ao telefone. - Cala-te com a minha mãe.
Ainda temos umas horas. Porque não dás uma volta, Frankie?
- Não te vou deixar sozinho. - O quê?
Estás estranho. Não te vou deixar fazer nada idiota.
- Não planeava nada idiota. - Não vou sair daqui.
Está bem.
Então, vamos sair.
Vamos a uma matiné.
- Vamos ficar aqui. - Vamos ao cinema!
30 anos mudaram mesmo o Fallon's.
Não tens mais nada para resolver?
Sim, mas senta-te no lado esquerdo para te poder ver.
Está bem.
Nem uma palavra do Arthur.
Não, há problemas.
Precisamos de homens.
Traz dois dos teus melhores homens e apanha-me.
Não sou um mau tipo, querida.
Tenho um temperamento difícil.
E tenho-me sentido estranho hoje.
Acho que gostarias de mim se me desses uma oportunidade.
Não estou a dizer que não.
É como disse ao Frankie.
Se não houver mortes esta noite, talvez possamos pensar nisso.
Despacha-te.
Jim?
Muito bem, Danny.
A cápsula de sangue, Doug.
Está tudo pronto. Haverá um carro funerário no beco.
É difícil acreditar que isto já foi o sítio mais chique da cidade.
Fecha a casa.
Desculpem, mas o bar está fechado.
Sinto muito, mas o bar está fechado.
- Senta-te ali para ele te poder ver. - Mas se vão apenas falar...
Faz o que te dizemos, Gladys. Faz o que te dizemos.
- Não vai funcionar. - O quê?
Ela vai estragar tudo.
- Estás doido? Ele vai chegar! - Eu sei que ela...
Danny!
Danny, não!
Eu disse-te...
Temos de tirá-lo daqui.
Tommy! Vamos!
O que fazemos, Tommy? Se nos virem com o cadáver, estamos feitos.
Tommy, temos de nos livrar dele!
A adega.
Tenho uma ideia.
- Larga-o. - Mas vão procurar aqui.
- Não onde estou a pensar. - Onde é isso?
Naquela sala falsa atrás da fornalha,
onde o Fallon escondia o material durante a Lei Seca.
Há um botão aqui algures.
A parede é oca.
Está aqui algures.
Encontrámo-lo, Jim.
Tem de estar aqui algures...
Frankie!
Frankie!
Frankie!
Frankie!
Frankie!
Frankie!
Frankie!
Adaptação e Legendagem BÁRBARA SILVEIRA RTP - Produção
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