Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Não consigo ver!
Estou cego!
Bom dia, Sr. Phelps.
O agente à paisana, Warren Hays,
designado para recolher provas
contra o império do submundo de John Lawton,
ficou, recentemente, cego no cumprimento do dever.
O braço direito de Lawton, Carl Deetrich,
e o seu principal conselheiro, Henry Matula, são rivais,
cada um com a esperança de suceder a Lawton.
Henry Matula é o nosso homem,
e infiltrou-se no sindicato há cinco anos.
Agora, corre o risco de ser descoberto.
As autoridades convencionais não conseguem protegê-lo.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
passa por preservar o disfarce de Matula
e garantir que é promovido dentro da organização.
Esta gravação autodestruir-se-á dentro de cinco segundos.
Boa sorte, Jim.
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Enfermeira.
Pelo que entendi, você vai ocupar o meu lugar.
Sim.
Espero que os enterre.
Vamos tentar. Receio que teremos de arrastar o seu nome pela lama,
pelo menos, temporariamente. Demissão da agência, sem pagamentos,
sem pensão, sem auxílio. Historial de alcoolismo e incumprimento de dever,
culminando com embriaguez na noite da explosão.
Consigo aguentar, durante o tempo que for necessário para terminar o trabalho.
Obrigado.
- Boa sorte. - Boa sorte para si.
Estas lentes funcionam como um espelho duplo.
Um lado é transparente e o outro é completamente opaco.
Causará um desconforto físico considerável, ao início,
mas deverá passar rapidamente.
Quanto tempo demorará a operação, doutor?
Cerca de uma hora. Assim que as lentes forem colocadas,
só poderão ser removidas por um cirurgião treinado.
O doutor Warren diz que terei de ficar, no mínimo, uma semana no hospital.
Na melhor das hipóteses. Terá de se ajustar a um mundo totalmente novo.
Você será treinado 16 horas por dia.
O que dará tempo suficiente à Casey para preparar as coisas pensão.
Sim e está tudo pronto para ti, Barney.
O Matula já avisou o Lawton que está à tua espera.
Não há uma forma de fazer dar alguma visão ao Jim
e, ainda assim, fazer com que pareça cego?
Não podemos correr o risco, Casey.
Basta um clarão de luz, uma reação por reflexo e estamos morto.
Exato. E só uma forma para o fazer. Até remover estas lentes,
o Sr. Phelps estará totalmente cego.
Senhores, lamento o atraso.
Sentem-se.
Estou desapontado com a operação Cordillera.
O Conselho de Administração votou contra a substituição
do atual diretor executivo pelo nosso candidato.
Não entendo a súbita oposição.
Talvez seja como tem dito, Sr. Lawton. Alguém deu-lhes uma razão especial.
Alguém da nossa organização.
Não necessariamente. O Conselho de Administração
pode ter recusado substituir um homem que deu a volta à empresa,
tornando-a lucrativa.
Lucrativa? Com dois vazamentos químicos, um petroleiro incendiado
e quatro outros acidentes graves nos últimos seis meses?
- Como estava a dizer... - Henry...
... porque estava um agente federal na Cordillera?
Porque não lhe perguntamos?
Ele foi despedido por não chegar à fábrica a tempo.
Tenho razões para acreditar que alguém anda a divulgar informações.
Encontrem-no.
Senhores.
Harry, porque estás sempre a discordar de mim?
Eu digo sim, tu dizes não.
Quando digo que há um informante, fazes uma piada.
Estou a começar a ficar farto de ti.
Cuidado! Olhe por anda!
- Peço desculpa. - Cuidado! O bar fica ali.
- Amigo, posso ajudá-lo? - Sim, obrigado.
- Segure-se. Deixe-me levá-lo ao bar. - Que simpático.
- Aqui está. - Um amigo precisa de um amigo.
- Aqui está. - Obrigado.
- Posso oferecer-lhe uma bebida? - Claro, porque não?
- Posso ajudar, senhores? - Sim, quero mais um deste.
- E você, senhor? - Quero o mesmo que pedi antes.
E o mesmo que pedi antes desse.
Bourbon. Duplo.
Duplo.
Bebo sempre o mesmo.
Bourbon, bourbon e mais bourbon e aquece cá dentro.
Dois dólares, senhor.
Mais um.
Claro. Tudo o que conseguir aguentar, mas importa-se de pagar a conta?
Claro que sim, sem problema, de todo.
Claro.
Passo-lhe um cheque, mas sirva a bebida.
Senhor, lamento, mas isso é contra as nossas normas.
- Porquê? Tenho dinheiro de sobra. - Lamento.
Acha que sou algum caloteiro? Eu sou o Hays, Bob Hays.
Há quinze anos no departamento...
Senhor, pode falar mais baixo, por favor?
Você não sabe com quem está a falar. Eu fui um polícia federal!
E digo-lhe para servir a bebida!
Vamos, amigo. Vamos embora daqui.
Muito bem. Vamos lá.
Nunca mais gasto um cêntimo nesta espelunca!
Deve ser ele.
Johnny, descobre qualquer coisa sobre ele.
Esquece.
Sr. Lawton, porque se quer meter com um polícia?
Ele pode ser útil para nós.
Faz o que te digo.
- Cuidado! - Desculpe.
Senhor Matula?
Sou eu.
Senhor Matula, sou o Steve Anderson.
É do Tommy Landers, em Detroit.
- É este o tipo de quem vos falei. - Quando chegou à cidade?
Acabei de vir do aeroporto.
- Sente-se e beba qualquer coisa. - Obrigado.
- Este é o Carl Deetrich. - Como está?
Olá.
O que vai querer?
O Brown está a seguir-te.
Sr. Hays, lamento, mas você não paga a renda há duas semanas.
Vou pagar. Passo-te um cheque amanhã de manhã, querida.
Um cheque? O último que passou não tinha cobertura.
Arranjo o dinheiro nalgum lado. Dá-me uns dias. Peço emprestado.
Dá-me até sábado, pode ser?
Está bem. Tem até sábado.
- És uma pessoa muito boa. - Sim mas lembre-se,
sem renda, sem quarto. - Claro, claro.
Steve Anderson. Johnny Brown.
Como está?
Ele trabalha para mim, agora.
Olá.
O que descobriste, Johnny?
Pouca coisa. Ele vive ao virar da esquina,
numa pequena pensão, na Main Street.
Mais alguma coisa?
Ele passou um cheque careca à senhoria. Ouvi-a a reclamar com ele.
Penso que temos de investigar isto.
Ele é um ex-polícia federal que trabalhou nesta área.
E então?
Talvez saiba de onde veio a informação naquela noite.
E achas que nos vai dizer?
Vocês estão muito apressados.
Primeiro, vamos descobrir o que move este homem cego.
Sim?
- É a senhoria? - Sim.
Bem, o sinal de lá fora não dava muita informação sobre os quartos,
mas acho que vou gostar.
São 25 dólares por semana, pagamento adiantado.
É isso que quero. Um bom quarto, com um ambiente agradável.
Vinte...
... e cinco.
Espere aqui. Vou buscar o recibo.
Um dólar.
Olá.
Precisa de ajuda?
Sim, por favor.
- Tenho um problema. - Não temos todos?
Está um pouco desengonçado e fico com vertigens. Importa-se?
- O que ganho com isto? - Não faz nada por pura bondade?
Por acaso, não.
Era disto que estava a falar.
Está a gostar do seu quarto, Sr, Brown?
Sr. Brown? Está a gostar do seu quarto?
Sim, está tudo bem. Está tudo bem.
- Exceto uma pequena coisa. - O quê?
Sabia que a senhoria, após uma semana, ainda me chama Sr. Brown?
Chamo-me Johnny.
Temos de fazer algo em relação a isso.
- Estão a rastejar em cima de mim! - Sr. Hays...
Não aguento isto!
Sr. Hays!
- Por favor, ajuda-me, Chris! - Sim.
Ajuda-me, Chris. Por favor, ajuda-me.
Estão a rastejar em cima de mim! Ajuda-me, Chris, por favor! Ajuda-me!
Chris, ajuda-me! Por favor, Chris!
Delirium tremens.
Chris, ajuda-me, por favor!
Meu Deus...
Foi muito divertido assistir.
Um cego... Têm de imaginar isto.
Um cego com delirium tremens, certo?
Aposto que a única coisa que ele consegue ver
são aquelas coisas a rastejar em cima dele.
Gosto do teu sentido de humor.
Odeio papelada.
Sim, percebo. O que quer que diga ao Lawton?
- Nada. - Nada?
Mas o Hays é o que ele quer.
- Ele é polícia. - Ex-polícia
Um polícia.
Escritório do Sr. Deetrich.
Um momento.
- Deetrich. - A trabalhar até tarde, Carl?
Sim.
Carl, o que é que o Brown descobriu sobre o Hays?
Não sei.
Ainda não falei com ele sobre isso.
Estou a ver.
Amanhã, vou almoçar no Duke's.
Porque é que tu e o Brown não se juntam a mim?
- Está bem. - Ótimo. Vemo-nos lá.
Matula.
Segundo o Johnny, é óbvio que o Hays pode ajudar-nos.
Talvez seja óbvio para ti, Matula.
Para mim, cheira a esturro. Ele é um polícia.
Tenho uma ideia para um pequeno teste para o ex-polícia Hays.
Repare, deixei o meu dinheiro em casa.
Deixe-me levar uma garrafa e meta na conta.
- Só com dinheiro. - Volto com o dinheiro esta tarde.
- Não tem de se preocupar... - Nada de fiado. Só com dinheiro.
Amanhã, trago-lhe o dinheiro, prometo.
Saia daqui! Só com dinheiro. Vá embora.
Veja por onde anda!
Estava sinal verde.
Está bem, Sr. Hays?
O que aconteceu?
Avançou com o sinal vermelho e quase foi atropelado por um táxi.
- Quem és tu? - Sou o seu vizinho, o Johnny Brown.
Sim, sim. Olá, Johnny.
Venha cá, está um banco aqui.
Podemos sentar-nos e você pode respirar um pouco.
- Deixe-me pegar-lhe no braço. - Está bem.
- Está tudo bem? - Sim.
Cuidado com o passeio.
Aí mesmo, isso.
O banco está a dois passos. Espere.
Conseguiu?
- Está melhor? - Sim.
Consigo é uma coisa a seguir à outra, não é?
Como assim?
Bem, a nossa senhoria falou-me de si.
Foi polícia durante 15 anos? Custou-lhe os seus olhos
e o que é que eles lhe deram? Nada, certo?
- Johnny? - Sim?
Empresta-me um dólar, pode ser? Só um dólar. Preciso de uma bebida.
- Sim, está bem. - És uma boa pessoa, Johnny.
- Aqui tem. - Obrigado. Até já.
- Espere, espere. - O que foi?
Gostaria de ganhar 500 dólares?
- Disseste 500? - Sim, 500 dólares.
Em troca de quê?
Em troca do nome do agente à paisana que o substituiu.
Jim, não podias ter dito um nome falso?
Se o Lawton está a testar-me, ele já sabe quem é o agente.
Não podemos obter o nome verdadeiro na central?
Não, Willy, porque ele também sabe que essa informação é confidencial.
O ex-polícia Hays só, a poderia obter de uma forma, a roubar.
- Sem ajuda? - Sim.
O Lawton tem de ter homens infiltrados.
Ele saberia se tentássemos montar isto.
Concordo, Willy.
Felizmente, conheço bem o edifício e conheço a sala do computador,
mas precisarei de saber os horários das rondas dos guardas.
Assim que tivermos o nome do agente, terá de ser avisado que foi descoberto.
O Brown vem aí.
Livra-te das chávenas a mais.
Está aberta.
- Johnny? - Sim.
Já tomou uma decisão?
Preciso de olhos. Preciso dos teus olhos.
Tudo bem. Tê-los-á.
Ótimo. Bebamos a isso.
Onde está?
Café, Johnny.
Café?
Por 500 dólares, até deixo de beber.
Quando é que fazemos isto?
Amanhã à noite.
Olá, gatinho. Aí estás tu.
Vamos para que lado?
Há um elevador à esquerda. A porta ao lado.
Leva-me até lá quando estiver livre.
Está bom? Está bom?
Lindo menino, O.J.
Espere.
Agarre-se aqui.
É para virar.
É para virar.
Muito bem, vamos.
Vamos.
- Que horas são? - 23h45.
Isso dá-nos cinco minutos até o guarda passar.
Onde estão os ficheiros?
Já não há ficheiros. Está tudo nos computadores.
- Secretaria? - Sim, mesmo à sua frente.
- Está tudo ligado? - A sala está toda ligada.
- Um, dois, nove, CDR. - Certo.
De que está à espera?
Disto. Lê.
"Região cinco, área 12, missão interna 22."
Luvas.
Desliga.
Cuidado! Vou deixar atrás de você. Sente-se.
- Região... - Cinco.
Cinco.
- Área... - Área 12.
Doze.
Atual missão interna...
- Vinte e dois. - Vinte e dois.
Vamos!
- Que horas são? - 23h51.
Estamos um minuto atrasados.
Vocês! Parem ou disparo!
Por aqui.
Vamos!
- Não o consigo ver. O que fazemos? - Vai.
Parem! Fiquem aí!
Cave.
Hays! Hays!
Vamos, temos de sair daqui!
Hays! Hays, acorde!
Acorde, temos de sair daqui! Vamos, levante-se!
- O que foi? Onde estás? - Atrás de si.
Comece a subir.
Vamos. Baixe a cabeça.
Esteve muito bem, Sr. Hays.
Aqui estão os 500 dólares.
Obrigado.
Tem noção de que cometeu um crime.
- Não me esqueci da lei, Sr. Lawton. - Ótimo.
Acredito que tenho um informante na minha organização.
Sim, tem.
- Quem? - Isso já não sei.
É muito importante para mim.
Acredito que sim. Gostaria de o ajudar.
Talvez possa. Importa-se de tirar os óculos, por favor?
Para quê?
Chame-lhe capricho. Talvez queira dar-lhe um trabalho.
Até um cego consegue sentir calor, Sr. Lawton.
- Verdade. - Já acabou os testes?
Desculpe.
Gostaria que conhecesse umas pessoas.
Talvez possa reconhecer uma voz, um maneirismo,
uma forma de fazer as coisas. Se isso não correr bem,
bem, você é um bom polícia, logo pensará nalguma coisa.
- Quanto? - Diga o seu preço.
Duzentos e cinquenta por semana. Dez mil quando descobrir a pessoa.
Combinado.
Senhores.
Quero que conheçam o Sr. Hays.
- Sr. Matula. - Sr. Matula, gosto em conhecê-lo.
- Sr. Deetrich. - Sr. Deetrich.
Há alguma coisa de errado, Sr. Deetrich?
Sim, muita.
O que disse?
Esqueça.
- Sr. Saunders. - Sr. Saunders.
- Olá, Johnny. - Olá.
Queres uma bebida?
É aquela hora da noite.
Não peças desculpa.
- O que desejas? - O que der menos trabalho.
Ele está lá.
Vai.
Quem é?
É o Hays.
Vou despachá-lo.
Sr. Hays, estava a preparar-me para sair.
Tenho o dinheiro da renda. Devo-te duas semanas
e quero pagar um adiantamento de duas semanas.
- Aí estão cem, certo? - Sim.
Não bebo há dois dias.
Queres vir jantar comigo, hoje à noite?
Desculpe, mas não posso.
Porquê? Porque sou cego? É esse o problema?
Não. É só porque disse ao Sr. Brown que ia sair com ele.
O Brown? O que queres com ele? Ele é um maltrapilho, Chris.
- Quem é que diz isso? - Esquece.
Onde arranjou o dinheiro?
Foi um trabalho.
- A fazer o quê? - Chamemos-lhe um projeto de pesquisa.
Quanto tempo vai durar?
Depende de mim. Tenho todas as respostas,
mas vou esticar isto o máximo possível.
De certeza que não queres ir jantar comigo?
- Talvez noutra altura. - Está bem.
E boa sorte com o trabalho.
O que foi?
- Sim? - Encontre-se comigo.
Hays, acorde.
O que foi? Quem é?
- Sou eu, o Deetrich. - Deetrich?
Não vais extorquir o Lawton.
Quem é o informante?
Não sei de que estás a falar.
Johnny, fá-lo sentir.
Quem é?
- Tu. - Eu?
Sabes que estou limpo.
- Sei? - Como assim?
Deetrich, não sei mais do que tu,
mas tenho de denunciar alguém em troca dos meus 10 mil.
Não gosto de ser incomodado a meio da noite,
portanto, mais vale que sejas tu.
Seu sacana... Johnny.
Não sejas parvo. Estarias a denunciar-te ao Lawton.
Fale com o Lawton. Explique-lhe.
Isso mesmo. Vai falar com ele. Mas lembra-te que estou de pedra e cal
e ele desconfiará de qualquer um que me tente descartar.
Tinhas isto planeado desde o início, não tinhas?
Exatamente. Desde o primeiro minuto que o teu capanga me abordou.
E o engraçado disto tudo é que não importa, porque posso denunciar-te a ti,
ao Matula, ou qualquer um e recebo os 10 mil na mesma.
Exceto, claro, se quiseres oferecer-me 25 mil para ficar calado.
Que descaramento.
É isso mesmo, Johnny. Posso ser, cego ou não.
Não me provoques, cego!
Tenho outra proposta para ti.
Estou a ouvir.
Pago-te 25 mil se denunciares o Matula.
Podes fazê-lo?
Por 25 mil, claro.
Preciso de algum tempo.
Não tenho tempo. Quero livrar-me dele, de uma vez por todas.
Onde está o Lawton, de momento?
Deve estar no seu escritório. Ele trabalha até tarde.
Está bem, liga-lhe. Diz-lhe que nos encontramos lá, daqui a duas horas.
Esquece isso.
Isto vai ser no meu território. Encontramo-nos no armazém.
Eu ligo ao Lawton e pedirei a alguém para vir buscar-te. Prepara-te.
Não confio nele.
Nem eu.
Por isso é que preparei as coisas desta maneira.
Se alguma coisa correr mal...
... mata-o.
Estou?
Está bem, Carl, vou já.
Ele vem a caminho.
Sabes o que fazer.
Tenho de falar consigo, Sr, Lawton.
- Não posso. Tenho de ir ter com o Carl. - Insisto, Sr. Lawton.
Está bem, sê breve.
Deetrich.
Por aqui, Hays.
- O Lawton está aqui? - Chega daqui a nada.
- Onde está o Johnny? - Não te preocupes com o Johnny.
Senta-te.
Aqui mesmo.
Anderson, não queremos ser incomodados.
Eu percebo, Sr. Lawton.
Relaxa.
- O que é isto? - Calma.
Ainda bem que veio tão rapidamente, Sr. Lawton.
Olá, Carl.
O que é que ele está aqui a fazer?
Achei que ele devia saber o que está a acontecer.
Ele sabe. Ele sabe muito bem. Vamos, Hays, conta-lhe.
O Matula é o informante, Sr. Lawton.
- Como sabe, Sr. Hays? - Pensei ter reconhecido a voz dele.
Pensou?
Não tinha a certeza, portanto, liguei-lhe.
Disfarcei a minha voz e disse-lhe o código do departamento.
Ele pensou que eu era um agente, disse a contrassenha
e concordou encontrar-se. É ele o seu homem.
Hays, és uma desilusão.
Eu disse-lhe, Sr. Lawton, estava certo desde o início.
Tenho outra proposta para ti.
Estou a ouvir.
Pago-te 25 mil dólares se denunciares o Matula.
Podes fazê-lo?
Por 25 mil, claro. Preciso de algum tempo.
Não tens tempo. Quero livrar-me dele, de uma vez por todas.
Onde está o Lawton, de momento?
O Matula sempre foi mais inteligente do que tu, Carl.
É falso! Fui tramado!
Foste? O Matula fica com o teu trabalho, Carl.
- Carl, estás despedido. - Johnny, dispara!
Hays, agora é a tua vez!
Preparaste isto tudo, Hays!
Agora vais morrer!
Johnny!
- Jim... - Sim.
- Estás bem? - Sim, vou ficar.
- Deixa-me ajudar-te. - Obrigado, Barney.
Vamos.
O Brown está morto. O que quer que faça com este?
- Mata-o. - Sr. Matula, estava só...
Poupa-me! Podes considerar-te sortudo.
Limpa este lugar, Steve. Eu acompanho o Sr. Lawton à saída.
Vê se encontras algum sítio para esconder o lixo.
Depois, acho que é melhor saíres da cidade durante algum tempo.
Gosto do teu estilo, Anderson. Volta.
Está bem, Sr. Lawton.
Vamos.
Excelente.
Gosto em vê-lo.
Tradução e Legendagem MIGUEL MARTINS RTP - Produção
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.