All language subtitles for Mission- Impossible S05 E14 Takeover

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Original subtitles

As nossas exigências são simples e razoáveis.

Basicamente, o que estamos a pedir é controlo sobre a nossa educação.

A semana de protestos começa no próximo sábado.

É a nossa data limite.

O que tens em mente, Billy?

Ação. Confronto.

Entraremos em detalhe na próxima reunião.

Comecem a combinar as coisas, sim?

- Certo. - É tudo, por hoje.

Certíssimo.

Continua a falar, sim?

- Falamos mais tarde. - Tudo bem.

Vejo-te mais tarde.

VICE-PRESIDENTE

Fala o Peck.

Charlie, fala o Billy.

- Onde está o meu dinheiro? - Recebes quando entregares.

Encomendaste algo especial. Vais ter.

Mas quero um pagamento, amanhã de manhã ou sairei da cidade.

Paga-lhe os cinco mil amanhã.

Charlie, isto é perigoso.

Queres ser governador?

- É claro que quero. - Isto é a tua única oportunidade.

Agora se te vais acobardar, podemos cancelar isto tudo.

Entras ou não?

Entro.

Bebes demasiado.

Observa-o.

Não acho que ele tenha estômago para o que vai acontecer.

FECHADO

Bom dia, Sr. Phelps.

Este homem, Charles Peck, decidiu elevar o seu fantoche,

o presidente Steve Tallman, a governador do estado,

nas próximas eleições.

O plano do Peck requer a criação de uma imagem de Tallman,

como um homem forte que sabe lidar com divergência,

em contraste com o seu oponente, o governador incumbente,

que é culpado pela violência que este jovem,

provocador profissional Billy Walsh, provocará.

Jim, este tipo de desordem

está a ferir o prestígio e influência dos Estados Unidos

no mundo livre.

A sua missão, caso decida aceitá-la, é prevenir que se derrame sangue

e destruir Charles Peck.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

A organização do Peck está envolvida no crime organizado.

O Tallman aceita ordens do Peck.

A maioria sabe disso, se houvesse eleições amanhã,

o governador incumbente, Frank Harper, ganharia.

Por isso é que o Peck decidiu trazer Billy Walsh.

Qual é o plano do Walsh, Jim?

Não sabemos, Doug. É isso que a Dana tem de descobrir.

O Walsh é estudante?

Não, é um desistente paranoico

que viaja pelo país a provocar violência.

E o departamento da polícia do Tallman?

Qual é a sua posição?

Exceto o tenente Ross,

a Polícia parece ser honesta e obedece a ordens.

É por isso que és importante, Barney.

Falei com o gabinete do governador há uma hora.

Estamos prontos, Jim.

- Tenho tudo preparado no hospital. - Boa.

Dana, a tua "mãe".

Se fizer bem o meu cabelo consigo safar-me.

Mas e se o Tallman não quiser saber?

Isso não faz diferença,

desde que o Peck pense que ele se importa.

- E as armas, Doug? - Tudo pronto, Jim.

Certo.

Vai haver um confronto. Não há como evitar.

O que temos de fazer é controlar a violência,

para que sejamos os únicos em perigo.

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

O que se passa?

Passou o vermelho, senhor.

Posso ver a sua documentação, por favor?

Claro.

Acho que a deixei em casa.

Senhor, pode sair da viatura, por favor?

- Eu não quero problemas. - Nem nós, senhor.

- Como se chama? - John Andrews.

Sr. Andrews, isso é muito carro.

- Como sabemos que lhe pertence? - Porque lhe estou a dizer que é meu.

Vire-se e coloque as mãos na viatura.

É melhor revistá-lo.

- Não podem fazer isto. - Tem uma licença para a arma?

- Já lhe disse... - Eu sei.

Deixou-a em casa.

UNIVERSIDADE PÚBLICA EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO

Quieta!

Força, porque não dispara?

Já passámos por isto. Não vou dizer nada.

Deixe-me fazer uma chamada.

O meu chefe decide se quer falar consigo.

Diga-nos quem é o seu chefe.

Um cavalheiro chamado Sanford Michaels.

O que é que ele faz além de recolher lembranças de guerra?

Ele não vai querer publicidade.

Aliás, ele poderá ser convencido a contribuir

para o fundo de campanha do vosso presente.

Porco!

Estou aqui porque o governador gostaria de evitar violência.

Capitão Davis,

está aqui porque o governador disse que vinha como representante

e não tinha maneira de recusar.

Não precisamos de si.

O chefe Danby é capaz

de lidar com o que surgir na semana de protestos.

Peço desculpa, presidente Tallman.

Não me importo com conselhos de um especialista.

Obrigado, chefe.

Primeiro, deixem-me mostrar o uniforme anti protesto recomendado.

São 50 mil dólares.

É muito generoso, Sr. Michaels.

Arranjaria o dinheiro

mesmo que este incidente não acontecesse.

Gosto do que o seu candidato representa.

Também sei que é o verdadeiro poder, por detrás do presidente Tallman.

Eu tenho algum poder, também.

A sério? Que tipo de poder, Sr. Michaels?

Essas armas iam para amigos meus, que partilham a nossa filosofia.

Poderia colocar esses amigos à sua disposição.

- Bem... - Entendo que não precise, agora,

mas talvez noutra altura.

Entretanto, há sempre isto, não é?

Por quanto tempo ficará na cidade, Sr. Michaels?

Ficarei alguns dias.

Estou interessado em ver como lida com isto.

Os protestos estão a chegar. Gostaria de voltar a falar consigo.

Terei todo o prazer.

- A minha propriedade? - Já está no seu carro.

- Obrigado, Sr. Peck. - Tenha um bom dia.

Gostaria que investigassem o Sr. Sanford Michaels.

Pode começar pelo seu banco no leste.

Presidente Tallman, por favor. É pessoal.

Ele falará comigo.

Diga-lhe que tenho uma mensagem da Elizabeth Wilson.

Acredito que os ativistas foram levados

a provocar os agentes porque acham que são invulneráveis.

Se pudermos fazer algo para os agentes estarem seguros.

Fala o presidente Tallman. Quem fala?

- O que quer? - Não posso dizer-lhe por telefone.

Disse que tinha uma mensagem, o que é?

Em pessoa.

A Elizabeth Wilson não gostaria se o dissesse pelo telefone.

Como assim, a Elizabeth Wilson?

No 217, Elm Street. Apartamento oito.

- Esteja lá numa hora. - Espere.

Não acho que haja problemas, presidente Tallman.

Sr. Charles Peck. Este é o tenente Ross.

- Capitão Davis. - Cavalheiros.

Como está o governador Harper?

- Preocupado com os protestos. - Se ele se preocupasse menos

e agisse mais, estaríamos melhor, não?

É uma questão que não quero responder, Sr. Peck.

Estou aqui para aconselhar

e o homem que tem a responsabilidade

de manter a ordem está feliz por me ter.

Ele já foi uma grande ajuda, Sr. Peck.

Há mais uma coisa, chefe.

Estas pessoas são provocadores conhecidos.

Se aparecerem na cidade sugiro que os vigie.

Desculpe-me. Posso?

Conhece-a, tenente?

Não, estava só a pensar que desperdício de beleza.

O que acontece agora?

Bastões de borracha ou apenas punhos.

Saia. Está livre.

- O quê? - Pagaram-lhe a fiança.

Agora mexa-se!

SEDE DA POLÍCIA ESQUADRA 11

Tu! És a Kate Jarvis?

E se for?

Não sejas casmurra, Kate. Estou do teu lado. Entra.

- Porque é que o faria? - Porque me deves.

Paguei-te a fiança.

- Porquê? - Entra e falamos sobre isso.

O que é que queres?

Tenho algo para te mostrar.

A melhor caçadeira do mundo.

Consigo acertar numa maçã a meio quilómetro.

Dinamite.

Plástico, um clássico de 1970.

Manuseias isso muito bem.

- E então? - Onde aprendeste?

- És polícia? - Não sejas idiota!

- Porque é que me trouxeste aqui? - És uma rapariga bem parecida.

Não me venhas com essa.

Desaparece!

Espera! Não sou polícia.

Kate, ouve-me.

As coisas vão acontecer durante os protestos.

Mas estas crianças nada sabem de táticas revolucionárias.

Sem alguém como tu e eu vai acabar com eles a carregar sinais

à espera de serem notícia das seis.

O que tens em mente?

Vou caçar um porco.

Entre, presidente.

- Sobre o que é isto? - A sua filha.

- A minha filha? - A sua e da Elizabeth.

O Walsh não planeia contar aos outros sobre o homicídio do polícia.

A ideia é entrar no gabinete do diretor,

o Walsh armadilha-o

e quando as coisas aquecerem, começa a disparar.

Depois ele e eu fugimos

e deixamos a arma e as crianças para trás.

Depois quando os polícias entrarem, tudo explode,

incluindo o suposto assassino.

E tu e o Billy vão para o próximo confronto.

Sim. É esse o plano.

Excelente.

O gabinete do diretor está fora de questão, Dana.

Se vamos tirar as pessoas de perigo o campus todo está fora.

CERTIDÃO DE NASCIMENTO

Toronto, Canadá, no Hospital Metropolitano, exato.

A três de junho...

O hospital escreveu-me

que a mãe e a filha tinham morrido no parto.

A criança sobreviveu.

Eu fi-lo pensar que ela estava morta.

Porquê?

Diploma escolar, Kate Wilson.

Diploma de secundário, Kate Wilson.

Quem é?

O meu nome é Jones.

Richard Jones.

Quando expulsou a Elizabeth porque ia ter um filho,

ela precisava de alguém.

Esse alguém fui eu.

- Onde a conheceste? - No Canadá.

Apaixonei-me por ela.

Queria criar a rapariga dela.

- Onde está ela? - É uma coincidência engraçada.

Ela está aqui, na cidade.

Vim para cá há um mês, pensei em recompor-me.

E ela veio para a cidade e procurou-me. Veio ver-me.

Depois decidiu inscrever-se aqui, na faculdade.

Quer vê-la?

Nem por isso.

Ela é a sua filha.

Quanto é que isto me vai custar?

Agora que fala nisso, estou um pouco curto.

Não se faça de inocente. Sabe que estou a candidatar-me.

Está a chantagear-me. Quanto quer?

Quero 10 mil dólares.

Olá. Deixa-o entrar.

Sr. Michaels, é um prazer vê-lo.

- Peck. - Quer uma bebida?

Não obrigado, não bebo.

O que posso fazer por si?

Li a conferência sobre o representante da polícia

do governador Harper e a sua filosofia.

O Harper tem de ser derrotado.

Eu estou pranto para doar um milhão de dólares para a campanha,

mas antes quero ter uma reunião com o Tallman.

Talvez não ache que tenho os recursos.

Tem recursos para queimar.

Nós fizemos uma verificação minuciosa de si.

Porque é que quer encontrar-se com o Tallman?

Quero ter a certeza de que é merecedor.

- Ligue-me. - Fá-lo-ei.

- Sr. Michaels. - Tenente.

- Dinheiro? - Talvez. E o Tallman?

Ele teve 20 minutos com um homem chamado Jones.

O gerente diz que ele esteve a viver um mês lá.

O que faz ele da vida?

Nada que pudesse descobrir.

Continua a seguir o presidente e começa a seguir o Jones.

Certo.

O presidente apanhou o diretor e colocou lá o seu homem,

sem nos dar hipótese de expressar as nossas opiniões.

Não entendo como é que pôr explosivos

no gabinete do diretor resolve o problema.

Não é esse o ponto, Alex.

Não há forma de impedir esses porcos de entrarem aqui e nos expulsarem.

Sim, mas vão falar connosco assim?

É a única maneira de falarem, quando os podemos forçar.

Ela tem razão. Agora usamos os explosivos.

Se alguém quiser sair, agora é a altura.

Só há uma coisa a incomodar-me.

Estão todos fartos de protestos no campus.

Vamos sair do campus, desta vez.

Do que é que estás a falar, Kate?

No primeiro dia de protestos, sábado de manhã,

tomamos o gabinete do presidente, assim como ele tomou o do diretor.

Se temos poder, vamos mostrá-lo.

Ninguém ganha revoluções em gabinetes.

Estou com a Kate.

Certo.

Está bem, é o gabinete do presidente.

- Ela está aqui? - A qualquer momento.

Aqui está ela, presidente Tallman.

A sua filha, Kate.

Olá, paizinho.

Olá.

"Olá". Grande emoção mostrada.

Pareces a Elizabeth, mas não soas como ela.

Presidente Tallman, acho que devia dar-lhe uma oportunidade.

- Ela mal o conhece. - Cala-te, Dick.

- O que que quer? - Dinheiro.

Para ficar calada.

Para onde é que estás a olhar?

- Este tipo... - Eu sei quem és.

Vi a tua foto no meu gabinete.

És uma daquelas estudantes ativistas, não é?

A minha cara anda a circular? Que bom.

Exato.

Mas eu prefiro "revolucionária" a "ativista".

Precisamos de dinheiro. Muito dele.

Ou colaboras ou tudo isto vai parar aos jornais.

"Revolucionária estudante é filha ilegítima do presidente"

Bonito, não é? Veremos quão longe tu

e o teu amigo porco Charlie Peck chegam.

O que acontece se eu te der dinheiro? Sais da cidade?

Sim, exato! Eu vou.

Com esse dinheiro, poderei fazer muitas coisas.

Adeus, paizinho.

Certifica-te de que nunca ouvirei falar de vocês.

Mãos ao ar!

- Falaste, não foi? - Podes apostar que sim.

Tinham acusações contra mim, para me prenderem por 20 anos.

Vamos.

Eles estariam em cima de ti para sempre.

Acho que não.

A rapariga prometeu sair da cidade de vez.

Achas que as promessas dela têm valor?

Foi ela quem disse para tomarem o teu gabinete e não o do diretor.

E eu disse ao Billy, se ela aparecer,

para se certificar que ela explode com os restantes.

Steve.

Há mais filhos de que eu deva saber?

Tenente...

... disse que me libertava.

Depois das eleições, se ficares calado.

Se não, nunca sairás.

- Está tudo pronto para amanhã. - Boa.

- Ouviste algo da rapariga? - Não. Não te preocupes com ela.

Eu trato dela, se aparecer.

Nós escolhemos o teu porco.

Sim? Quem?

O capitão Davis, o homem do governador

que tem dito à nossa polícia para serem bonzinhos.

Excelente.

Mesmo excelente.

CAPITÃO DAVIS REPRESENTANTE DO GOVERNADOR

Sim, sim, mande-os entrar.

Presidente Tallman, este é Sanford Michaels.

- Prazer, Sr. Michaels. - Sr. presidente, o prazer é meu.

ARRECADAÇÃO

Isso é uma proposta generosa, Sr. Michaels.

Precisaremos de toda a ajuda.

Estou disposto a gastar dinheiro numa causa em que acredite.

- Quer um café, Sr. Michaels? - Sim, por favor.

Para mim, não. Estão a dar-se tão bem

que eu vou sair e deixar-vos a conhecerem-se.

- Ligue-me, presidente. - Claro, Charlie.

Shirley, traga dois cafés, por favor.

O meu objetivo é preservar aquilo de que mais gosto.

É por isso que quero que saiba que o senhor e o Charles Peck,

que eu admiro muito, têm o meu apoio total e completo.

Bem, tenho de ir andando.

- Desfrutei, Sr. Michaels. - Sem dúvida.

Porque é que Charles Peck nunca concorreu por si mesmo?

Ele seria capaz de prestar um bom serviço.

Sempre preferiu ficar no pano de fundo.

Até agora, pelo menos.

Obrigado, presidente.

- O prazer é meu. - Bom dia.

Quieto, presidente!

Não fique entusiasmado.

Esteja calado e não sai magoado.

- Não entendo. - Presidente Tallman.

Diga olá ao presidente Tallman.

Como está, presidente Tallman?

SEXTA-FEIRA, 24 DE OUTUBRO

SÁBADO, 25 DE OUTUBRO

Estou contente por vir tão cedo, Sr. Peck.

Porque, francamente,

estava preocupado com a reunião com o presidente Tallman, ontem.

Pensei que se estavam a dar bem.

Foi isso que ele disse?

Entre os seus outros defeitos, também julga mal as pessoas.

Achei-o mole, indeciso e fraco.

- Para que é isso? - Podemos precisar. Continua.

CÂMARA MUNICIPAL

Sabe o que eu queria ver acontecer, Sr, Peck?

Gostaria de o ver tirar o presidente Tallman da corrida

para governador e concorrer.

Isso não é possível de momento, Sr. Michaels.

Mas é. Ainda faltam semanas até às eleições.

Com o meu dinheiro, podíamos saturar a imprensa.

Faríamos uma grande dupla, Sr, Peck.

Estou lisonjeado com a sua sugestão, Sr. Michaels,

mas não acho que seja prático.

Então não vejo como apoiar o presidente Tallman para governador.

Acho que subestima a potencial utilidade do presidente Tallman.

Com licença.

Sim? Sim, só um momento. É do seu gabinete.

Olá.

Estou a caminho.

Alguns estudantes revolucionários tomaram o gabinete do presidente.

- Gostaria de ir, também. - Esteja à vontade.

Aqui vêm eles.

Billy. Alec.

Kate, onde estiveste esta manhã?

A polícia estava à minha procura. Fugi para aqui, ontem à noite.

Tens muita lata de aparecer aqui.

O que se passa?

O que se passa? És uma espia para os porcos.

É isso que se passa!

Devia matar-te agora.

Continuem, continuem.

- Onde estiveste durante a noite? - O quê? Estamos casados?

Disse-te que a polícia estava à minha procura.

Iam prender-me por fugir à fiança. Pensei que o melhor era esconder-me.

- Estás a mentir-me. - Alec, o que foi?

Billy.

Vá lá, o que se passa?

Tudo bem. Talvez me tenha enganado.

Fica aqui com os outros.

Está bem, Billy.

Vou atravessar o corredor.

Está tudo bem, continuem a andar.

Afastem-se! Tudo a afastar-se!

Tudo fora da rua.

Dispersem, continuem a andar.

- Tudo fora da rua. - Mantém os teus homens longe,

até desativarem os explosivos. - Certo.

Deixem-me passar, por favor. Desculpem-me.

Em frente. Em frente.

Mexam-se, afastem!

- Tudo bem? - Estou à espera de ouvir.

Fala o Billy, escuto.

Sim, fala o Ross. Tudo bem?

Os explosivos estão prontos. Vão rebentar com este sítio.

Aquela rapariga, a Kate, apareceu.

- Onde é que ela está? - Está no gabinete com os outros.

Quando rebentar, ela também rebenta. Quando disparo?

Deixa aumentar o suspense, Billy. Nós dizemos-te.

- O que vais fazer? - Estamos a avaliar a situação.

Plantaram explosivos no edifício. Se alguém entrar, ativam-nos.

Era bem feito.

Vou tentar entrar pelas traseiras.

- Mas tem cuidado. - Certo.

Todos fora das ruas, vá lá.

Vamos lá, todos para fora da rua.

- Charlie, ela ligou lá de dentro. - Vai tudo correr bem. Aguenta-te.

- Vão matá-la. - Cala-te!

- A minha filha está lá dentro. - Cala-te!

Se a sua filha está lá dentro, presidente, terá o que merece.

Oiçam-me bem.

Não estamos à procura de confusão, o presidente está.

Tudo o que queremos é negociar.

Enviem o presidente.

Se nos deixar ter voz na seleção de um novo diretor,

devolvemos-lhe o gabinete.

Tudo o que queríamos era parar os cortes nos fundos educativos.

Que vai acabar com alguma práticas de admissão

que tendem a deixar quem precisa sem educação.

O presidente provocou-nos.

Esta é a nossa maneira de mostrar o nosso caso ao público.

Ficaremos aqui o tempo necessário.

Repito.

Venha negociar.

Evite violência.

- Ela está a ser justa. - Estás louco?

Louco? Porque amo a minha filha?

Porque quero que ela viva? Ainda não me destruíste, Charlie.

Ainda quero proteger a rapariga.

- Steve. - Acabou, Charlie.

Daqui em diante, sou o meu próprio homem.

Vem cá fora, estou pronto a negociar.

Revogo a indicação do diretor até conseguirmos estudar a situação.

Não há dúvida que agimos prematuramente,

ao tornar a indicação permanente.

Eu disse-lhe que ele não era de confiança.

Se ele cede àqueles alunos, não só é o fim para ele,

como é o fim para si.

Agora vê porque é que eu disse que devia ser o candidato?

Ainda posso ser.

Uma nova votação

que reconhece que os jovens não têm de ser robôs.

O Billy que mate o presidente.

- O quê? - Diz-lhe.

Billy, mate o presidente.

Num espírito de entendimento mútuo,

não num clima de intimidação e medo,

nomeamos um comité estudantil facultativo.

Vamos ouvir-vos e chegar a uma decisão.

A única coisa excluída é a violência.

Não disparem.

Afastem-se. Vá lá, afastem-se.

Foi quase, Billy.

Estou bem. Só raspou.

Vão todos para casa.

Sabes quem organizou isto? O Charlie Peck.

Ele fez isto.

Contratou um homem para provocar este protesto e sairmos como heróis.

Admito a minha culpa.

Vamos.

Desativei os explosivos.

Prendam-no por tentativa de homicídio.

Achas que estou nisto sozinho?

Ele contratou-me. Ele e o Peck.

Vamos sair daqui.

Eu não sairia agora, Charlie.

Continuem, continuem.

Viste o que aconteceu.

Não há ninguém que acredite que não eras tu.

Estão a incriminar-me. Isto tudo é uma cilada.

Quem acreditará?

Foste atingido.

É só um arranhão. Também tens.

O efeito vai passar nos próximos minutos.

Mal vais sentir.

Vão todos para casa, agora. Acabou.

Vamos dispersar.

Presidente Tallman, entenda isto.

Temos o suficiente contra si para o prender por dez anos,

mas o governador não quer avançar.

Não me venha com isso.

Porque é que ele me iria incriminar se não me queria prender?

Ele quer o Peck.

Testemunhe contra ele e fica livre.

Não seja idiota. Não deve nada ao Charlie Peck.

Ele tentou matá-lo, lembra-se?

Tudo bem. Está combinado.

E a minha filha?

Também não era real.

Isso incomoda-o?

Tradução e Legendagem PEDRO M. SERRALHEIRO RTP - Produção

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