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RANSDORF EUROPA DO LESTE
Não voltes aqui, percebeste?
Se voltares, ficas pior!
- Ele devia dinheiro. - Claro.
- Dois florins, por favor. - Pode autografá-la?
Se quiser.
Obrigado.
HOJE ÀS 22H30
Deve ser o Max.
Já a tenho.
- Foste seguido? - Não sei.
Entra no carro.
Está morto. Vamos!
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Como assim, evaporou-se?
É só uma expressão, senhor.
- Ou seja, escapou às patrulhas. - Sim, senhor.
- Quero as saídas do país fechadas. - Sim, senhor.
Equipas de vigilância em todo o lado,
até nas aldeias,
e vigilância dupla aqui, no aeroporto Dornberg.
Até dizer o contrário, quero este pais fechado,
trancado a sete chaves.
Coronel Eckert.
Estou a ver.
Não, eu trato disso.
Novidades de Nordhaus.
- O Max Wittstock tinha uma fonte lá. - Quem?
O padre da paróquia, o padre Bernard.
O padre?
Acreditamos que é uma figura chave
na organização da espionagem oriental.
Vão até Nordhaus e detenham o padre.
Procurem na igreja e na reitoria por provas que o incriminem.
Zucker,
todos os que contactarem o padre são suspeitos.
- Compreende? - Sim, senhor.
Quero saber o que o Max Wittstock fez nos últimos meses,
os sítios onde foi
e os contactos que fez.
Quero saber como é que se aproximou tanto daquela arma.
Com autorização de segurança, a sua lealdade não estava em causa.
Lealdade a quem?
- Herr Shilling. - Onde é que vai?
Comprar rolos fotográficos, já não tenho.
Desculpe.
Onde é que os arranja agora?
Há uma loja aberta à noite.
Já volto, prometo.
Jenny,
lembra-te que o bar fica com metade das gorjetas de hoje.
Claro, Herr Shilling, é justo.
Volto já.
O Barney desmontou o míssil a laser.
Tem cinco secções.
Eu e o Doug vamos juntos, tal como o Paris e o Barney.
Na corrida anual de corta-mato de bicicleta.
É um disfarce.
Uma vez que já tens um, vais estar sozinha
com a unidade de controlo de orientação.
O míssil a laser é um protótipo.
Tem cinco secções essenciais.
Sem uma, as outras são inúteis.
Se algum de nós não conseguir, não funciona.
Exatamente, não temos a arma,
mas eles também não.
É um consolo, se forem apanhados.
Tentarei lembrar-me disso.
Dana,
orquídea rosa. - A marca mais popular.
É melhor voltares para o café.
O Eckert vigiará todos os passos do Max.
Se desapareceres já, serás suspeita.
E o padre Bernard?
Pôs-nos em contacto com o Max.
- A Polícia não fará a ligação? - Sim, fará.
O padre Bernard tem uma lista de todos os agentes do Oeste na área.
Eu e o Doug vamos tirá-lo, e à lista, do país.
Vemo-nos amanhã em Dornberg.
Herr Shilling! Acabei de voltar, já apareço.
E vais beber comigo, querida?
- E as pessoas todas lá fora? - Não, não. Quem é o patrão aqui?
Eu insisto.
Então será uma honra.
Zerna de '68.
Bom,
só passou uma semana e mal nos conhecemos.
Tem estado ocupado e eu também, não tivemos muito tempo.
Diz-me, Jenny, o que fazias antes?
Passa-se alguma coisa?
Não, estou só curioso sobre ti.
A agência deu as minhas referências.
Falaram num café em Dornberg, mas e antes disso?
Sou uma rapariga do campo, cresci em Raufsteittle.
Uma rapariga do campo deve sentir-se sozinha na cidade.
Às vezes.
Mas já fizeste amigos, talvez clientes?
Um amigo especial?
Está alguma coisa a incomodá-lo, Herr Shilling?
Não está contente com o meu trabalho?
Com o seu trabalho...
... não estou contente consigo.
Tem-me tratado como um patrão,
mas gostaria de ser um amigo.
Fico contente com isso.
Há pessoas à procura de mesa.
Volto num instante.
- O que estás a tramar com ela? - Não sejas invejosa, Clara.
Para que quereria outra mulher quando te tenho a ti?
Também te amo, Eric.
Mesa para dois, senhores?
- O senhor é Eric Shilling? - Sim, sou.
Coronel Eckert.
Seja bem-vindo, Coronel Eckert.
Lamento não o ter reconhecido quando entrou.
Sentem-se, ponham-se confortáveis.
Vinho para o coronel. Esse não, o de '64.
- Não quero vinho. - Cerveja para o coronel.
Não quero nada.
Conhece-lo?
Temos muitos clientes que aparecem e desaparecem.
Talvez o Herr Shilling prefira continuar isto na esquadra.
Deixe-me ver outra vez.
Já me lembro agora.
Foi morto...
... a tiro.
Lamento.
Era um inimigo do estado.
Retiro o que disse, nesse caso.
Vinha aqui muitas vezes?
Duas vezes por semana.
Estava com quem?
Com ninguém, sentava-se sempre sozinho.
Era um homem muito tímido.
Não demasiado tímido para roubar um protótipo de uma arma valiosa.
Nunca conhecemos mesmo as pessoas, não é?
É verdade.
Herr Shilling,
se ocultar informações será castigado.
Mas, se nos ajudar, será recompensado.
Uma medalha, quiçá? Reconhecimento oficial?
Estava a pensar em algo mais substancial.
Se Wittstock conversou com alguém pode ser importante.
O que pode ter parecido conversa casual pode ser essencial.
Então?
Peço desculpa, coronel, mas não me lembro de ninguém.
Vamos dar uma olhadela.
Claro, sintam-se em casa.
Que fotografia era aquela?
Era de um cliente, que diferença faz?
O que se passa, Eric?
- Estás em sarilhos, eu sei. - Nada.
A Jenny tem alguma coisa que ver com o assunto?
Com o quê?
Deixa-me em paz, Clara.
Desculpa, querida.
O que queriam?
Vêm sempre aqui e tentam arranjar problemas,
tirar-me a licença, mas não podem fazer nada.
Deixo-os espreitar, não faz diferença.
Não têm nada contra mim.
Quero que vigiem o Shilling dia e noite
e ponham uma escuta no telefone. - Suspeita dele?
Até recuperarmos a arma,
suspeito de todos os que estiveram na mesma sala que Max Wittstock.
Posso ajudá-lo?
Como se chama?
Jenny Obermann.
Conhece este homem?
Passa-se algo de errado?
Fiz-lhe uma pergunta simples.
Conhece este homem?
Se o conheço? Não, mas é um cliente.
Tirei-lhe uma fotografia hoje.
Não encontrámos nenhuma fotografia no corpo.
No corpo? O que aconteceu?
Muitas coisas desagradáveis, Fraulein.
Este homem falou com alguém aqui?
Que eu saiba, não.
Mas falou consigo.
Sim, mas pediu-me apenas para tirar uma fotografia.
Estranho que tenha pedido isso logo nesta noite.
Muito bem, Fraulein. Obrigado.
- Boa noite. - Boa noite.
Posso ajudá-lo?
Procuramos o padre Bernard.
Sentem-se.
Sua ordinária desprezível, afasta-te do Eric.
- Por favor, Clara, eu não... - "Por favor, Clara."
Não achas que eu sei que se passa algo entre os dois?
Estamos juntos há dez anos.
- Se tentas afastá-lo de mim... - Que disparate é este?
Há clientes lá fora.
Voltem ao trabalho.
Claro, peço desculpa, Herr Shilling.
Deixa-a em paz.
Ela não é boa rés, Eric.
Tu não entendes, Clara.
Tenho estado à espera disto,
é a minha grande oportunidade.
Do que estás a falar?
Não me deixas sossegado, pois não? Senta-te, então.
Vou-te contar.
Tens de guardar segredo, as nossas vidas podem depender disso.
CORRIDA ANUAL DE BICICLETA
Vais brincar aos espiões.
É demasiado.
Não te rias de mim.
Mas tem piada.
E isto tem piada?
Ela escreveu aqui.
Deu isto ao Max Wittstock,
o homem que a Polícia procura.
Foi morto hoje,
a roubar uma arma secreta.
Devias contar ao coronel Eckert.
Clara, Clara, Clara, não me dás valor.
Não tenho uma máquina de fazer salsichas aqui.
Já descobri tudo.
Agora, da maneira como estão as coisas,
o Eckert mandar-me-ia dar uma volta e iria reclamar a recompensa.
Se eu abra a boca para me queixar,
lá vou eu para a cadeia, é assim que funciona.
Como é que sabes como as coisas funcionam?
Tenho aqui um contador Geiger, e deteta algo muito quente.
Segue a minha deixa, mas mantém a boca fechada.
Mas nem sequer sabes o que procuram.
É algo muito valioso, é tudo o que preciso de saber.
Volta ao trabalho.
Eric, não dês um passo maior que a perna.
Isto não é para amadores, podem fazer-nos mal.
Não vão fazer mal a ninguém,
tirando à Jenny, talvez.
- O que descobriste? - Nada, até agora.
São profissionais.
Não há mais marcas de pneus.
Diria que levaram a arma para outro camião lá fora.
Talvez,
ou desmontaram a arma.
Talvez estejam a tirá-la do país às peças.
- É possível. - Até porque são profissionais.
Alertem todas as unidades.
Talvez não seja um camião.
As peças que procuramos podem ter sido transportadas
numa mala de mão.
Recomecemos, padre Wilhelm.
Quando foi a última vez que falou com o padre Bernard?
Na catedral, em Dornberg.
Há quanto tempo?
Há cinco anos, ou melhor, há seis anos.
Um padre soberbo, tão sábio, mas tão humilde.
E o senhor?
Conhece bem o padre?
Estou ansioso por conhecê-lo.
Fala Zucker.
Sim, Rauch.
Muito interessante.
Já lhe ligo de novo.
O padre Bernard está ali.
Padre Bernard?
Teve um AVC ontem.
O doutor não sabe o que o mantém vivo.
O Irmão George é um membro da ordem médica.
Sim, sou médico.
Salve-o se puder.
Não tenho nada contra, gostaria muito de falar com ele.
Veja a minha mão, padre.
Muito bem, padre.
Então, padre?
Não tem de fazer algo quando está alguém a morrer?
Rezemos.
Conforme eu entro aqui, sentindo-me indigno,
entrai comigo.
Que as dádivas de Deus e a alegria pura me acompanhem.
Ignore-nos, padre.
Nós, tal como o senhor, temos trabalho a fazer.
Com o Seu poder divino, abençoai o que estou prestes a fazer.
Embora indigno eu possa ser,
que a minha entrada seja abençoada por Si, que é sagrado,
por Si, que é piedoso,
por Si, que se rege pelo Pai
e pelo Espírito Santo para sempre.
Ámen.
Pelo poder investido em mim pela Santa Sé,
dou-lhe uma indulgência plenária
e a remissão dos seus pecados.
Que Deus o abençoe,
em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ámen.
Pode ir.
AUTOCARRO DE RANSDORF
Ligarei ao Monsenhor, para tratar dos sacramentos.
É a lista de agentes.
Ainda bem que te apanho, Jenny.
O que posso fazer por si?
Poderias fazer de mim um homem feliz, se o quisesses.
O senhor sugeriu que nos conheçamos melhor,
e sou a favor disso,
mas temos muito tempo.
Temos?
Podemos acabar o copo de vinho amanhã à noite.
Não pode ser agora porquê?
É muito tarde, Herr Shilling.
Diz-me,
achas-me pouco atraente?
Não, não.
O senhor é um homem muito maduro e muito terra a terra.
Surpreende-me que tenha interesse em mim, sequer.
Existem várias razões, Jenny.
Não sou o homem que pareço ser,
ficarias surpresa.
- Herr Shilling. - Eric.
Eric,
sairemos amanhã à noite,
conte com isso. - À noite não,
à tarde, enquanto estamos frescos.
Vem ter comigo aqui, estarei sozinho.
- Estou ansiosa. - Prometes?
- Prometo. - Jenny,
teremos aventuras maravilhosas, os dois.
Adeus.
Cuidado com isso.
Vê se não está apontada para ti
quando disparares. - Vai para casa.
Quem disse que não és o homem que pareces ser?
É que és mesmo,
para mim, amador em tudo.
Já te disseram que os espiões fazem amor apaixonadamente?
- Faz tudo parte do plano. - Que plano?
Vês isto?
O que é?
É a causa da morte de Max Wittstock,
o que a Jenny e os patrões dela procuram
o que o Eckert quer e eu é que a tenho,
eu, Eric Shilling.
Não achei que fosse possível.
O que vais fazer?
Vendê-la aos patrões da Jenny, sejam lá quem forem.
Deve valer uma fortuna.
- E o Coronel Eckert? - Não sejas parva.
O que posso obter do Eckert?
Ouve-me, Eric, não podes trair alguém como o Eckert.
Isto é uma oportunidade de uma vida que me caiu no colo.
Achas que vou aceitar um reles suborno de um polícia?
Cinge-te ao que sabes fazer, Eric.
Aldrabar jogos de póquer,
drogar bebidas e roubar bêbedos. - Cala-te!
És um menino num jogo para homens, Eric.
Vão dar cabo de ti.
- Subestimas-me continuamente. - Eu amo-te.
Não quero que morras.
- Vou ter com o Eckert. - Não.
Larga-me, Eric. Deixa-me.
Estou sim?
Não interfiras com o Shilling,
mantém a vigilância.
- Estás bem? - Sim, estou bem.
Vai andando, descobrirei uma forma de chegar lá.
Achasse consegues?
Tenho a certeza, podes ir andando.
Está bem.
Tive um furo.
Vou para Dornberg, posso dar-lhe boleia.
Não poderia fazer isso.
Porque não? Já não está na luta.
Está bem.
Ótimo, eu ajudo-o com a bicicleta.
Boa sorte. Vejo-te em Dornberg.
Foi o Eric Shilling, eu sei que foi.
Como é que sabes, Dana?
Foi como falou comigo antes de eu sair.
Pensei que estava a seduzir-me,
mas estava só a dizer-me para falar com ele para negociarmos.
Deixa-me voltar, Jim. Eu aguento-me.
O voo 35, de Londres, vai aterrar a horas.
Já tratei de tudo.
Não há tempo para ir a Ransdorf e voltar.
O que é que fazemos?
Fazemos as malas, temos de apanhar o voo.
Estás resignado?
Não.
O que fazemos à unidade de orientação?
Não há tempo para ir até Ransdorf e voltar.
Não há.
Mas há tempo para o Eric Shilling vir até aqui.
Estou sim? Jenny?
Como sabias que era eu?
Sabia só.
- Tenho saudades tuas. - Aposto que sim.
Gostaria de te ver esta tarde.
Parece-me bem.
Em Dornberg.
Isso é muito longe.
Tem de valer a pena.
Como?
Estava a pensar em beijos,
uns 50 mil beijos.
Isso são muitos beijos, Eric.
Sou um homem muito romântico.
Não queres que me apaixone por outra pessoa, pois não?
- Ganhaste, Eric. - Estou ansioso por estar contigo.
Claro, mas tens de despachar-te.
Aparece no aeroporto Dornberg daqui a duas horas.
O meu irmão vai ter contigo, no prédio do terminal.
Espera no terceiro balcão.
- Como é que o reconheço? - Ele reconhecer-te-á.
Dar-lhe-ás uma prenda para mim.
Mas primeiro ele dar-me-á uma prenda tua.
Pensas em tudo, não pensas?
Penso.
O meu cérebro é um computador, Jenny.
Alertem Dornberg.
Digam-lhes que vamos tomar conta da segurança do aeroporto.
Vamos apanhá-los a todos.
AEROPORTO DE DORNBERG
Devem continuar a operar da forma mais normal possível.
Mas, coronel, com soldados ao pé dos aviões
e em todas as rampas, como poderei eu...?
Herr Danzig, gira o seu aeroporto.
Sim, coronel.
Coronel.
- Não deve detê-lo até eu o ordenar. - Sim, coronel.
Porque não o prende?
Porque não é o único.
Não sabemos quantos são,
mas queremo-los todos.
AVARIADO
Posso ajudá-lo?
Não, estou só à espera de uma pessoa.
O irmão da Jenny?
É o senhor?
Tenho uma coisa para si, Eric.
Sigam-no!
AVARIADO
Boa tarde.
Uma caixa de charutos.
O voo 35, de Londres, está a aterrar no portão sete.
Parte para Roma daqui a 15 minutos.
Fala Danzig.
Espere, por favor, pelo ministro do exterior.
- Olá, Herr Danzig. - Ao seu serviço.
Surgiu uma questão internacional delicada, Herr Danzig,
preciso da sua cooperação.
Sim, claro.
Compreendo. Asseguro-lhe que não terá problemas.
Obrigado.
Fique com o troco.
- Eric Shilling. - Coronel Eckert, eu não...
É uma relíquia.
- Revistem-no! - Por precaução,
costumo andar com bastante dinheiro,
como agora, vim a Dornberg para comprar licor para o bar.
- O senhor tenta, não tenta? - Está a cometer um erro, coronel.
Idiota.
- É falso. - Falso?
Enganaram-no.
- Não há sinais dele. - Se ele fugir dou cabo de si.
Não pode fugir, temos tudo vigiado.
É bom que tenha a certeza.
Agora fale, Shilling.
Claro, coronel.
Ia falar consigo, assim que tivesse toda a informação,
só queria cumprir o meu dever enquanto bom cidadão.
A verdade, rápido.
Podemos chegar a um acordo?
Veremos. Fale.
ALFÂNDEGA
Foi isto que se passou, coronel.
A verdade é que foi tudo ideia dela.
A Clara é uma daquelas mulheres ambiciosas, o senhor sabe,
muito astutas.
Pensou que podia fazer uma fortuna.
Não sei onde a encontrará.
Nós sabemos onde.
Tragam-no connosco.
ALFÂNDEGA
Sr. Mcfarland, da rede de televisão inglesa?
- Sim. - Os vossos vistos foram revogados.
Como?
O ministro do exterior pede que voltem a embarcar já.
Não entendo, temos estes vistos há semanas.
- Veja. - São as minhas ordens.
Isto é escandaloso!
Depois de tudo o que passámos com este programa.
A vossa empresa não devia ter insultado o nosso governo.
Não podem entrar no pais,
voltem a entrar no avião, por favor.
Há algum problema aqui, Danzig?
Os vistos deste grupo foram cancelados,
parece que não estão a perceber.
Têm de voltar a entrar no avião já.
Talvez prefiram continuar esta conversa na esquadra.
Muito bem, nós vamos embora.
Coronel.
- O que foi? - Esqueceu-se do nosso acordo.
O que é que tinha em mente?
A minha vida!
E o que vale isso?
Amador!
Mas coronel, coronel, coronel...
Estamos a revistar os hangares.
Está a demorar demasiado.
Quero-os agora.
Não se preocupe, apanhá-los-emos.
É impossível saírem do aeroporto.
Tradução e Legendagem TIAGO ALVES DA SILVA RTP - Produção
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