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QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE É COINCIDÊNCIA.
Tenho que guardar tudo isso. Me ajude, por favor.
-Me diga o que está acontecendo. -Não posso.
Agora não posso, por favor!
Pega, Mateo. Vá com o seu irmão para o carro e me esperem.
-O que aconteceu? -Nada.
Levem tudo. Já vou.
Obrigado.
Me ajude a guardar isto, por favor.
Chega, Lucio! Chega!
-Me perdoe. -Por quê?
Por tudo. Me perdoe.
Você está me assustando. O que aconteceu?
Tem que confiar em mim. Vai ficar tudo bem,
mas tem que confiar em mim. Por favor, me ajude.
Tem que ser rápido.
A FRAGILIDADE DOS CORPOS
Cinco minutos.
Obrigado.
O que você está fazendo aqui?
Como você está?
Como acha que estou? Péssima.
Estou com dor de cabeça, com vontade de fumar.
E morta de sede.
Por que não pediu um copo de água?
Não quero nada. Só quero ir embora, pai.
E o Federico?
Está falando com a polícia. O que aconteceu?
Foi um acidente.
Estava dirigindo...
e vi que iam atirar...
em um amigo meu. O que eu podia fazer? Eu reagi.
Não foi um acidente.
-Como ele está? -Quem?
Rafael, o meu amigo.
Está internado. A tíbia dele está destruída.
-Está fora de perigo? -Sim.
Quem está mal é o cara que você atropelou.
-Está morto? -Não, está na UTI.
-Você teve sorte. -Por quê?
Se ele morrer, você pode ser acusada de homicídio culposo.
E se descobrirem que foi intencional,
será homicídio simples com agravante.
Dependendo do juiz, você pode pegar até 30 anos.
Não vai acontecer nada, pai. Fique tranquilo. Não vão acusar.
-Como pode ter tanta certeza? -Tenho certeza.
Pensar em tirar umas das minhas filhas de um lugar como este
sempre foi o pior dos meus pesadelos.
Não exagere, pai.
Você me tirou milhares de vezes de problemas.
Eram coisas bobas. Isto é sério, filha.
Quando virem a ficha desses caras,
vão me dar uma medalha. Fique tranquilo.
E eu não te liguei. Não sei por que está aqui.
Eu sei. O Federico me ligou. Isso é o que me dá mais pena.
Você é adulto. Vai ter que superar.
O outro advogado quer vê-la.
Mande ele entrar.
Se ele entrar, o senhor tem que se retirar.
Sim, eu vou me retirar.
Se te perguntarem quem está internado,
não diga que é amigo seu.
Tente acalmá-la. É o melhor para ela.
Você está bem?
Calma, calma.
Sabe alguma coisa sobre o Lucio?
-Não. O que aconteceu? -Tem certeza?
Não sei o que aconteceu.
-Foi ele que matou. -O quê?
O cara que morreu. O Lucio atirou nele.
Estava com o Rafa e o Rafa me contou.
-Foram os mesmos caras. -Quem?
Os mesmos que nos atacaram no carro em Piedrabuena.
O Lucio atirou e te deixou sozinha?
Não, eu cheguei e o vi lá e disse para ele fugir.
Esses caras são uns desgraçados. Sei que foi legítima defesa.
Mas estando aqui não posso defender o Lucio.
Não podemos fazer nada. Se o pegarem, vão matá-lo.
Calma. Você está aqui.
Eu estou calma porque tenho meu pai. E o Lucio?
Foi um erro. Alguém viu vocês?
Não sei. Apareceu alguma testemunha?
Ainda não, mas pode aparecer.
Então não vamos nos precipitar.
Se alguém aparecer, vamos ver o que fazemos.
Sabe como vai a perícia?
-Que perícia? -Da bala.
É a arma do Lucio.
Estamos na Argentina. Sabe quanto tempo vai levar?
Se esses desgraçados quiserem demora dois segundos.
Vero, por favor, calma.
Os únicos que sabem disso são você, eu, o Lucio,
o Rafael e os dois malandros.
-Ninguém mais? -Sabe o que quero dizer.
Um está morto, o outro está na UTI.
-Não me preocuparia tanto. -Eu me preocuparia, Fede.
Quem é o promotor?
Não sei. Estou tentando descobrir.
É muito grave o estado da perna do Rafael?
A tíbia dele está destruída, mas, pelo menos, não o mataram.
Ele disse algo? Já depôs?
Não. Eu quero pegá-lo antes que a polícia pegue.
Fale para ele dizer que foi roubo e não conhecia o ladrão.
-O quê? -Nada.
Sim. Está dando tudo errado, Fede.
Ele também é bruto no campo.
Sempre cai matando. Mas acabei com ele.
Vai competir contra ele?
Acho que sim. Tomara que o trem atropele aquele desgraçado.
-O trem vai rápido? -Sim, mais ou menos.
Dá tempo de pular?
Não sei, mas não dê uma de bom.
O que aconteceu?
-O que aconteceu? -É o meu pai.
-Levou um tiro. -Como? Onde atiraram?
Na perna. Não viu na TV?
São uns ladrões. Aquela jornalista está presa.
-Que jornalista? -A jornalista,
amiga do meu pai, que foi na casa dele outro dia.
Se está presa, como vamos fazer para ligar para ela?
E se o Rivero te ligar?
Não sei.
-Ligue para ela, cara. -Não seja burro.
Se ela está presa, não tem celular.
Bom, pelo menos tente.
É melhor eu mandar mensagem para ela me ligar.
Obrigado. Tome a sua água, Vero.
Minha cabeça está explodindo. Quando posso sair daqui?
Seu pai está falando com o juiz.
Peguei o seu celular.
Tem várias ligações não atendidas.
Talvez o Lucio tenha me ligado.
Alô. Tenho uma ligação perdida deste número.
Temos que resolver isto.
Quem está falando?
Você sabe quem está falando.
Quero que a gente se encontre cara a cara.
Onde?
Sim, sei onde fica. Quando?
Não posso. Estou presa.
Sim, eu sei. Dê um jeito.
-Quem era? -Era o Juan Garcia.
-Tenho que ir, Fede. -O que ele disse?
Me tire daqui. Ele quer me ver.
Você está louca? Não vai encontrar esse cara.
Fede, ele quer negociar.
Se ele quisesse me matar, eu já estaria morta.
Tem certeza? Conhece esse cara?
Fale com o meu pai já. Ele tem que me tirar daqui.
OI, É O DIENTES. PODE ME LIGAR?
Tchau.
Vamos. Vamos nós quatro.
Pegamos a estrada e vamos. Não vão nos encontrar.
Eu não posso.
Fique tranquila, vai ficar tudo bem.
-Eu te amo. -Eu não.
E então, o que eu faço?
Nada. Assim que o Rivero te ligar, ligue para mim.
O que eu digo a ele?
Diga que sim,
mas de jeito nenhum pense em ir à competição.
É muito perigoso. Não vamos fazer isso.
Quando o Rivero ligar, você me liga, entendeu?
O que você vai fazer, Vero? Qual é o plano?
Não tenho um plano.
Vou me encontrar com Juan García e depois vejo.
Não entendo.
Não tenho saída, Fede. Tenho que encontrar ele.
-Onde? -Em um restaurante de Palermo.
Meu carro está aqui.
Ele me pediu para ir sozinha.
De jeito nenhum, você não vai sozinha.
Tenho que fazer o que ele pede. Não posso arriscar.
A única coisa que quero é que ele assuma a responsabilidade
pela morte de todas essas crianças.
E se você gravar?
Já pensei nisso, mas acho que ele não é tão burro.
Enquanto isso, me faça um favor. Veja como o Rafa está.
Ele acabou de perder um amigo.
Você vai me fazer um favor. Não vá longe demais.
Por que eu faço tudo isso?
Me desculpe. Estamos fechados é um evento particular.
-Sou Veronica Rosenthal. -Está bem.
Me dê a bolsa.
Pode me dizer o que quer? Não sou vidente.
Levante os braços.
Agora sim.
Por que você queria me ver?
Queria te dar a chance de fazer as coisas direito.
Não é algo que eu costume fazer.
Mas neste caso, temos interesses em comum.
Não entendo. Que interesses?
Seu pai, Aaron Rosenthal. Somos velhos conhecidos.
Ele não te disse nada.
O estúdio Rosenthal cuidou de vários casos meus.
Seu pai é um grande profissional. Eu respeito ele.
Meu pai é meu pai e eu sou eu.
Sim, é claro.
Mas neste caso, as coisas se misturam um pouco.
-O que ele te disse? -Nada.
Não falei com ele.
E, pelo visto, você também não.
-Não acredito em você. -Não me importa.
Mas eu não te trouxe aqui para falar do seu pai.
Não gostei do que aconteceu com o meu pessoal.
E minha paciência tem limite.
Não é fácil conseguir mão de obra qualificada.
Então vou te dizer o que vai acontecer.
É mesmo? O que vai acontecer?
Isto termina aqui. Agora.
Com licença.
-E a senhorita? -A senhorita já está de saída.
Posso te dar o Rivero e talvez o Palma também.
Então, quer negociar comigo.
Sim, é claro. Tudo se trata de negociar.
Se eu te der, você também tem que me dar.
O que você quer?
Que pare de atrapalhar.
O que vai acontecer com o Lucio e com o Rafael?
Quem? Não sei de quem está falando.
Rafael trabalhava com o Rivero. Seu pessoal tentou matá-lo.
Sim.
E o outro é o maquinista, não é? Valrossa.
Eles não fazem parte da negociação.
Não me interessam.
Só o Rivero e o Palma não são o bastante.
Quero o Amante, quero os apostadores. Todos.
Qual é a graça?
Você é engraçada, garota.
Essa é uma negociação para mim, não para você.
Para você, é uma saída.
E é sua única saída.
Rivero e Palma. Nada mais.
Está bem. Vamos fazer uma coisa.
Vá para a sua casa, tome um banho quente com sais.
Pense e me responda.
Mas que seja rápido.
E outra coisa: melhore essa carinha.
Nem sempre se pode ganhar.
Às vezes, empatamos. Isto é um empate.
Se usar bem a cabeça, vai poder dar netos ao seu pai.
E isso é o que importa.
Pelo menos é a única coisa que deveria importar para você.
-Como posso te contatar? -Não se preocupe.
DEUS TELEFONE
Até logo.
-Sr. Munhoz? -Sou eu.
Sou Lucio Valrossa. Sou maquinista.
Estava pilotando o trem que atropelou o seu filho.
O que você está fazendo aqui?
Como sabe onde trabalho?
Faz tempo que eu tinha este endereço,
mas nunca tive coragem de vir.
-O que você quer? -Quero te contar uma coisa.
Não sei se vai gostar, mas preciso fazer isso.
Diga.
No dia em que eu estava pilotando aquele trem
não era o dia do meu turno.
Estava no lugar de um colega
que tinha um casamento.
Mas a gente, não escolhe essas coisas.
Seu filho foi a quarta pessoa que atropelei.
No total, foram seis. Todos suicidas.
Mas com o Pablo, aconteceu uma coisa diferente.
O quê?
Havia algo no último olhar do seu filho...
que me acompanhou durante todo este tempo.
Toda vez que sonho com ele,
tenho a sensação de que ele quis me pedir perdão.
Por estragar a minha vida, e me dar uma vida de pesadelos.
Mas há algum tempo, acho que não.
Acho que, na verdade, ele estava arrependido.
E não queria se matar.
Vá embora.
Vá embora.
Então, por que ele me chamou e me disse tudo isso?
Não sei o que passa pela cabeça dessa gente,
mas não aguento mais.
Oi Fede, como está o Rafa?
Não faço ideia. Não fui vê-lo.
Primeiro te segui. Depois, segui o García.
Acabei de reconhecer o edifício em que ele entrou.
Há alguns anos, tivemos um caso de uma empresa...
com domicílio nesse endereço. Era por lavagem de dinheiro.
Seu pai estava cuidando pessoalmente do caso.
García me disse que conhecia o meu pai.
Não acredito que ele defendeu esse filho da mãe.
-O que você está fazendo? -Nada. Contas.
-Nós vamos fazer. -Quando?
Esta noite. Prepare os garotos.
-Está bem. -Faça eles darem um bom show.
Ofereça mais dinheiro. Uns cinco, dez mil pesos.
-Quem vai pagar esse dinheiro? -Ninguém.
Por que ainda está aqui?
Eu estava procurando um caso
que pensei que estava digitalizado.
Escute Federico. Sei que a ama, sei que é fiel a ela.
Mas o único que pode ajudá-la, sou eu.
Viu o que aconteceu na delegacia.
-O que você prometeu? -Nada. Eu não prometo nada.
Uma mão lava a outra.
Eles me conhecem. Não gosto de dever favores.
Então não há muito mais que eu possa dizer.
Acabei de tirá-la de uma delegacia.
A pessoa que ela atropelou está na UTI. Há um morto.
O que me preocupa é que a minha filha não me liga.
Estou procurando um caso. Lavagem de dinheiro.
De 2010. Juan García.
O que o Juan García tem a ver com isso?
Tem tudo a ver.
Fale para a Veronica parar. Não dá para mexer com esse cara.
Ele é muito perigoso.
Tem o caso, Aaron?
Não. Se não está aí...
Então, tudo que posso dizer é que deve ajudá-la.
Obrigado. Procurei por tudo e não consegui encontrar.
Não está tudo digitalizado?
Sim. Por isso achei estranho.
-Encontrei o seu pai. -E então?
Ele não é bobo.
Desconfia de algo. Vai ter que falar com ele.
Está bem, eu cuido disso.
Soube alguma coisa do Rafa?
Sim. Entre hoje e amanhã vai receber alta.
Mas não se sente bem. Está deprimido porque sente culpa
por tudo que aconteceu com o chinês.
Como está indo com o promotor?
Não suspendeu a competição?
Não, Fede.
A única coisa que posso fazer é impedir que o Dientes vá.
Não posso suspender a competição.
Se eles quiserem fazer, vão fazer de qualquer forma.
Se não for com o Dientes, vão encontrar outro garoto.
Sim, mas onde e quando?
Não sei. Mas posso fazer o Rivero
se encontrar com o Dientes e os seguimos.
Temos que arriscar.
Eu tentei falar com alguns promotores,
mas nenhum me dá muita bola.
Os poucos que conheço e em que eu confio
não querem se arriscar sem provas.
Droga!
-E então? -Espere 24 horas.
Se o García sair da competição,
você liga e diz que aceitou o trato.
Pelo menos teremos o Palma e o Rivero.
E se não for assim? E se for como o Lucio diz?
Que o García está com tudo planejado e vai continuar.
Então nós vamos e filmamos.
Nós dois.
Com provas tudo vai ser muito mais fácil.
É como você diz. Se não nos arriscarmos...
as coisas vão continuar acontecendo.
O que foi?
Não sei o que fazer.
-Você está com medo. -Não, não é isso.
Talvez seja, sei lá.
Soube do Malvino? Não vai voltar mais.
Vou levar o trem para revisão.
Ele se demitiu, cara!
São muito boas.
Prefiro a de queijo.
-Estão mais caras. -Eu sei.
-Vamos. -Não me ligou.
Não. Vim direto. Seu amigo vai voltar?
-Não. -Está bem. Entre, garoto.
Não pode pensar que é culpa sua, Rafa.
Sei que não, Veronica. Mas me sinto responsável.
Não consigo parar de pensar nisso.
Te disseram quando vai receber alta?
Não sei, daqui a dois dias. Na verdade, não me importa.
Você está sozinho ou está com a sua filha?
Ela já deve estar chegando.
Precisa se cuidar muito, Rafa.
Sabe alguma coisa sobre as crianças?
Sobre o Dientes? E a competição?
Temos que pegar esses filhos da mãe. Tenho que desligar.
Oi, filhinha. Como você está?
-Bem, e você? -Bem.
-Oi. Como você está? -Sei lá.
A mamãe disse que quando você sair
vai poder morar em casa.
Não, eu não disse isso, Martina.
Disse que, enquanto se recupera, você pode ficar em casa.
Se quiser.
-Obrigado. -De nada.
Alô?
Levaram ele. Foi embora.
Quem está falando? É o Dientes?
Não, é o Peque. Levaram o Dientes.
Quem levou?
Rivero, quem mais seria? Ele e o careca
levaram o Dientes à competição nos trilhos.
Levou quando? Que droga!
Aonde nós vamos?
-Me dê o seu celular. -Eu não trouxe.
-Por que não? -Esqueci em casa.
É mesmo? E se eu te ligasse?
Depois eu te dou.
Oi, Fede.
Vero, tem uma coisa que eu não te contei.
A perícia da bala confirmou que era da arma do Lucio.
Como?
A arma foi examinada por causa da morte do Carranza.
Compararam as balas e as estrias coincidiam.
Como compararam a arma com a do Carranza?
Não faço a menor ideia, mas alguém disse,
e eles souberam aonde procurar. Coloque o cinto.
-Quem contou para eles? García? -Não sei.
Mas alguém cobrou um favor.
-Aonde estamos indo? -Ao mesmo lugar da última vez.
Aquele?
Não tivemos tempo de liberar outro.
Droga!
O que estamos fazendo? Como vamos encontrá-los?
Eles podem estar em qualquer lugar.
-Não podem. -Não entendo.
Você não entende porque não está olhando o mapa.
Esses são os lugares em que fizeram as competições.
Deve ser em um desses três.
Então, vamos rápido!
Escute, umas coisas mudaram. Temos boas notícias.
Quanto dinheiro eu disse que ia dar para vocês?
-Mil. -Agora são dez mil pesos.
Mas precisam fazer um show incrível, entenderam?
Nada de pular antes da hora
porque assim não vai dar.
Eu não vou pular logo.
E se ele ficar com medo e pular? O que você vai fazer?
Já ganhou, tem que pular.
-Vai ficar com medo? -Não.
-E você? -Eu também não.
Está bem. Que vença o mais corajoso.
A próxima é Berazategui.
Mas lá está cheio de gente. Tem que ser um com menos gente.
Continue direto até a ponte.
Pule, ainda tem tempo.
Você tem tempo, pule.
-Não vou pular. Pule você! -Vai!
Antes que o trem venha. Aproveite.
Pule. Rápido!
Eu vou ganhar, medroso.
Pule. É sério.
Cale a boca!
-Cale você! -Cale a boca.
E agora, qual é a próxima?
Esta, depois de Hudson. Mas estamos perdendo tempo.
Não sei por que estamos fazendo isso.
Não estamos perdendo tempo. Estamos fazendo o que podemos.
Não podem ter trocado de ramal.
Maldição!
O que está fazendo?
O cruzamento de Tolosa. Onde o Vincent morreu.
-O que tem esse lugar? -Continua fechado.
Não significa que voltaram ao mesmo lugar.
É lá, Fede.
Os filhos da mãe vão fazer no mesmo lugar.
Continue.
Como você se chama?
Você está bem?
-Como se chama? -Martín.
Me diga onde está a pessoa que te trouxe aqui.
Me diga, Martín, por favor.
Martín?
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