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H� muitas coisas acontecendo nesta vida.
Coisas boas...
e ruins.
�s vezes, v�o al�m do que uma pessoa pode suportar.
Pelo menos � o que pensamos...
at� que realmente acontecem.
O que voc� fez?
Mas continuamos firmes.
Em p�.
DESCONFIAN�A
FALHA EM FREIO MATA FAM�LIA RICA
Voc� j� vai?
N�o queria te acordar.
Voke, e o dinheiro?
Conseguirei hoje.
Voke, meu voo � na sexta.
Hoje j� � quarta.
Se n�o fosse conseguir o dinheiro, podia ter falado.
- Eu n�o teria gastado o meu. - Vou conseguir hoje.
Voc� j� nem tem mais escolha.
Ningu�m matou meus pais.
Foi um acidente!
Tem certeza?
Voke!
Voke.
- Sabe que eu... - Ei, Som.
Papai V.
A Lolu.
Ei, garotona! Venha aqui.
Bom dia.
Oi, Lolu.
Cozinhei pra voc�s dois.
Muito obrigada, Lolu. Mas, como pode ver, n�o estou vestida.
- Pode trazer at� aqui? - Claro.
- Obrigada. - Tudo bem.
- Certo. J� estou indo pra l�. - T� bom.
Muito bem.
Vou conseguir o dinheiro
e depois conversamos.
T�.
Sabe que fa�o tudo por voc�, n�?
Sorte eu te amar.
Eu te amo muito.
Tchau.
Voke, pare.
Tamb�m quero comer.
A Chisom pediu o dinheiro?
Ela ficou brava.
Mas sem problemas, conseguirei hoje.
Sei que n�o gosta desse tipo de coisa,
mas eu agrade�o muito.
- Quando a Lolu desmaiou... - Qual �!
Eu prometi que cuidaria dela.
Eu a segurei nos bra�os quando nasceu.
� como minha filha.
N�o se preocupe.
Voc� � da fam�lia.
Chega disso! Daqui a pouco, voc� banca o dur�o.
Eu te conhe�o bem.
Pense bem.
- Veja o �nibus dela. - Ela gostou.
Que �nibus?
Beleza, � isso.
Se a pol�cia prender voc�s, n�o me liguem.
N�o poderei ajudar.
Tranquilo? � com voc�s.
Vovo, meu chapa!
- Vovo! E a�? - Ei.
Chefe Rogba.
- Como vai, mano? - Tranquilo.
- Venha, Lolu. - Des�a.
Eu estava te procurando. Como vai?
Alguma not�cia?
Foi exatamente como voc� disse.
A garota roubou a grana. Escondeu na bunda.
Ficamos surpresos.
Depois nos falamos.
- N�o viu que tem crian�a aqui? - N�o fique bravo. Tchau.
- Tchau, papai V. - J� vou.
Eu disse naquele dia, mas o cara n�o botou f�.
N�o ligue pra ele.
Ele est� cego de amor.
Cobrei 150 mil nairas dele.
Minha parte � 50 mil, n�?
- Hoje? - Vou l� receber agora.
- Beleza. - Deixa comigo.
Vovo, meu chapa.
Voc� nem imagina como me ajudou.
Estou do seu lado.
- Soube do que aconteceu com Wasiu? - Que Wasiu?
- Que cara � essa? - Quero sorvete.
N�o foi voc� que preparou o caf� hoje?
Eu n�o quis tomar caf� da manh�.
T�, vou comprar sorvete.
- Vai comprar? - Vou, sim.
Meu Deus! Socorro, papai!
Papai V!
Solte a menina.
Me solte! Papai, por favor!
- Me solte! - Mandei solt�-la!
- Papai, por favor! - Solte-a!
Ficou maluco! Deixe a menina em paz!
- Quem � voc�? - Me solte!
Me ajude, papai! Papai V!
- Papai V, socorro! Me solte! - Garoto...
Papai V!
Papai!
Mano!
Papai!
Quem � o maluco?
- Eu vou atr�s dele. - Vai!
Socorro!
Me ajude!
- Papai! - Lolu!
Lolu!
Papai!
Socorro!
Papai! N�o!
Lolu!
Algu�m me ajude, por favor!
Algu�m me ajude!
Papai!
- Papai! - Lolu!
Lolu!
Cad� a Lolu?
N�o se preocupe. Este aqui vai falar.
Aonde levaram minha filha?
Aonde levaram minha filha?
Voc� n�o vai saber.
Aonde levaram minha filha?
Beleza!
Mano, por favor!
O que voc� disse?
Mano, por favor!
Disse "por favor"?
Aonde levaram minha filha?
Eu juro, mano. N�o sei aonde a levaram.
Se n�o for dizer aonde a levaram, � melhor n�o falar nada.
Entendeu?
S� mijei em tr�s.
Calma! J� chega!
Calma.
Fica tranquilo!
J� chega.
O que faremos agora?
Preciso ver minha m�e.
Ela pode nos dizer onde a Lolu est�.
Ser� que ela vai concordar?
� a �nica op��o que temos.
Quando eu souber,
te ligo.
- Voke. - Ei.
Vamos encontrar a Lolu.
N�o se preocupe.
Beleza? Nos vemos depois.
Bom dia, m�e.
Voke!
Como est�?
- Depois eu mando varrer. - O qu�?
Eu n�o disse que ia quebrar?
- Funke! - Senhora?
Traga algo para limpar esta bagun�a.
Sim, senhora.
Voc� est� magro.
Veja s�. Coberto de sangue.
- Qual � o problema? - A filha do meu amigo...
Aquela que � minha afilhada.
Ela foi sequestrada.
- Funke! - Senhora?
Traga fufu para o meu filho.
- Sim, senhora. - Prefere banga ou owo?
N�o, m�e, por favor. Nada de comida agora.
N�o � hora pra isso. Estou sem tempo. Por favor!
Como assim, "nada de comida"? Quando comeu aqui pela �ltima vez?
- M�e... - Qual � o seu problema?
- Me ajude... - Veio aqui para isso?
Minha resposta � "n�o".
N-�-O!
N�o!
- M�e! - Veja como foi com seu pai!
Por favor!
Me ajude. Vai levar s� uns dois minutos.
O �nico jeito de eu fazer isso � � for�a!
Posso fazer sozinho?
Voke, n�o me afronte!
Estou avisando.
Quer que tirem alguma coisa de voc�?
Se quiserem, podem levar.
- � minha filha. - N�o � sua filha!
Como pode dizer que � pai da filha de outro?
Case e tenha seus pr�prios filhos!
Fa�a seus filhos!
O que foi?
Seu pai est� chamando.
Meu pai, o mais poderoso quando o assunto � magia obscura.
Nesta fam�lia, todos temos dons naturais,
mas a magia obscura � complexa.
O acesso a outros poderes exige uma troca.
E, �s vezes, isso rouba anos de sua vida.
Como meu pai,
que usou o poder de se transportar pela mam�e.
Papai!
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com
Bom dia.
H� quanto tempo!
Como vai?
O que houve, Voke?
N�o consigo te ouvir.
O que houve, Voke?
N�o consigo entender nada.
Ele disse: "O que houve?"
Sequestraram a filha do meu amigo.
A Lolu.
Pedi ajuda � mam�e pra encontr�-la.
E eu disse que n�o fazemos esse tipo de coisa aqui.
M�e, por que diz isso?
Podia ter sido eu. A senhora tem um filho.
E se fosse seu filho?
O que faria?
Qual � o seu problema?
Por que trouxe esse assunto aqui?
Viu como seu pai est�?
Se a senhora n�o ajudar, quem vai?
Por que trouxe o assunto aqui?
Se a senhora n�o ajudar, quem vai?
Ede, tem certeza?
Sua sorte foi seu pai estar aqui.
Obrigado, senhor.
Preparado?
Trouxe algo da garota?
Trouxe.
Papai!
Por que parou?
N�o posso identificar a localiza��o dela.
Por qu�?
Algo bloqueou minha vis�o.
Algo mais poderoso do que a senhora?
- � isso? - Voke.
A situa��o dela � s�ria.
Se n�o a encontrar logo...
Tudo bem, m�e. J� vou.
Voke.
� meu �nico filho.
Tome cuidado.
Obrigado.
De nada.
Rogba!
Estou te ligando, mas voc� n�o atende.
Ou�a, n�o aguento mais. Vou � montanha espairecer a mente.
N�o sei se aguento viver sem a Lolu.
Como voc� n�o atende, imagino que o pior aconteceu.
Cara...
Tentei te ligar. O que aconteceu?
Eu disse pra me esperar.
Me d� isso aqui.
Agora!
Mam�e n�o conseguiu a localiza��o exata, mas sei que ela est� nesta �rea.
Vamos encontr�-la.
Rogba!
- Cara, por favor! - Quem te mandou?
Perguntei quem te mandou!
Um cara mostrou a foto e mandou mat�-lo.
Quem � esse cara? Quem mandou?
Cara, por favor! Me pagaram para mat�-lo.
Por favor, cara!
Rogba.
O que � isso? O que seus caras est�o fazendo?
N�o apontei pra l�.
Mande sa�rem de l�.
Acalme-se.
N�o apontei pra l�. Ele caiu aqui.
Foi aqui. Mande virem pra c�.
Cara, por favor, calma.
Por favor, calma.
N�s vamos encontr�-lo.
A�, n�o!
Para aquele lado!
V�o, depressa!
Cara, n�o faz tempo que ele caiu.
Foi agora h� pouco.
Bem aqui. Foi aqui que ele caiu.
Mande procurarem aqui.
Obrigado.
Olhem daquele lado!
Al�?
Gbenga!
Recebi umas informa��es.
Um corpo no necrot�rio de uma garota usando uniforme.
Parece ser a Lolu.
Certeza que � ela?
Venha imediatamente.
V�o se livrar do corpo se voc� n�o a identificar.
Depressa.
- Encontraram? - Ainda est�o procurando.
Me d� seu n�mero, por favor.
Quando encontrarem, levem ele ao hospital mais pr�ximo.
- Certo. - Depois te ligo. Fique com isto.
- T�. - Bom trabalho.
Obrigado.
Um corpo no necrot�rio de uma garota...
Calma.
Os olhos dela.
O que aconteceu?
J� estavam assim quando trouxeram o corpo.
Voc� est� bem?
Sim.
Estou bem.
J� estava esquecendo. Eu vi a Chisom.
Ela te mandou esta mensagem.
Leia com calma.
Al�?
Voke...
fico de cora��o partido
por estar te causando dor.
N�o posso ficar.
Saiba, por favor, que meu amor por voc� permanece o mesmo.
Mas preciso ir.
Cara, procuramos em todo lugar.
Reviramos tudo, mas n�o o encontramos.
Mas ele caiu na �gua.
Procuraram bem mesmo?
Ou a �gua carrega as pessoas?
Acho que sim.
Tem um lugar bem ali...
- � mesmo, ali. - Isso.
- Pode... - Ou�am, continuem procurando.
Ele est� na �gua. Tenho certeza.
M�e.
Quando toquei o corpo dela,
eu senti.
Senti nas minhas m�os.
Percorreu meu corpo.
Eu vi.
Eu vi a faca.
Ainda tem os outros poderes?
Tenho, sim.
Voke!
Nunca vi ningu�m com mais de dois poderes.
S� voc�.
Voc� tem tr�s.
Nada acontecer� comigo.
A faca.
Foi com uma faca assim
que mataram a Lolu.
Voke,
esque�a isso.
A for�a por tr�s disso � muito forte,
at� mesmo pra mim.
Tentei usar meu poder,
mas algo bloqueou minha vis�o.
Voke!
Por favor!
M�e,
esta � a minha luta.
N�o se preocupe.
Mas eu prometo
que tomarei cuidado.
Voke.
Obatere...
Eu te avisei aquela vez,
mas voc� n�o me ouviu.
Sei que coloquei ele em perigo, Edere.
O rapaz ficar� bem...
por enquanto.
Voc� saberia se ele estivesse em perigo.
QUATRO ANOS DEPOIS
E a�, Vovo? J� chegou? Beleza, j� ouvi a m�sica.
Est� vendo a escada? � s� virar e seguir nessa dire��o.
Fingiu que n�o queria vir, mas adora dinheiro.
Sei que deve estar distra�do com as gatas, mas tenha foco.
J� subiu a escada? Continue.
Vai ver uma porta l� em cima.
Diga algo. Parece que estou falando sozinho.
Tem uma porta no topo da escada. V� em frente.
N�o olhe pras mulheres. Entre.
- Senhor... - Voke, mas pode cham�-lo de Vovo.
Ent�o...
quem est� me roubando?
Ningu�m.
Chefe, eu disse que ningu�m est� te roubando.
Eu disse.
Mas ganham grana � sua custa.
Explique.
� o seguinte.
Quando a carga de �lcool chega aqui,
metade das garrafas s�o substitu�das por falsas.
Mas voc� paga o pre�o correto.
N�o est� perdendo dinheiro,
porque tamb�m vende as garrafas falsas pelo pre�o das originais.
Ent�o, tecnicamente, ningu�m est� te roubando.
Esperto!
Quem faz isso?
Chefe, eu n�o estou te roubando.
Voc� me conhece.
- Nunca roubei. - Certo.
Sr. Voke,
isso ainda � um tipo de roubo.
Diga ao Peter para pagar a eles.
Obrigado, senhora.
- Quanto custa o XO aqui? - Custa 400 mil.
E o falso?
Est� zoando?
Peter, pode parar.
Parar com o qu�?
O que foi?
Nada de dinheiro.
Cara! N�o me toque.
- Nada de dinheiro. - Est� zoando?
- Como assim? - Nada de dinheiro.
Pra voc�, n�o.
Acha que pode vir aqui na minha boate e me zoar?
N�o tenho tempo. Me d� o dinheiro e eu vazo.
N�o fale assim comigo.
Vou te matar e nada vai acontecer comigo.
- Essa arma n�o adianta. - Nada vai acontecer.
Vovo!
Vai, Voke.
Descanse em paz.
Olha s� pra sua cara.
Como ousa me tocar?
Cara, que orgulho!
Vou te encher de dinheiro.
Pega aqui.
Nunca mais me traga a boates.
Ficou maluco?
Vovo!
- Cuidado. - N�o, vou te seguir.
O Voke vai embora, seremos s� n�s dois nesta casa.
V� l� agradar ele um pouco. D� um abra�o nele.
Ele est� fingindo. Volte.
McAnthony.
Como vai?
Maluco! Voc� n�o dorme em casa?
Vovo, meu chapa.
Responda.
Fiquei pensando no esquema naquela boate.
Parecia um filme de a��o.
Voc� acabou com aqueles caras l�.
N�o percebeu que aquele trabalho foi in�til?
J� disse pra n�o me envolver nesse tipo de coisa.
S�o ossos do of�cio. Acontece de vez em quando.
Entende?
Acho que devemos continuar com o trabalho.
Vai te ajudar na...
compartimenta... Nem sei como fala.
Vai te ajudar a esquecer e focar.
Distra��o saud�vel.
Se for um trabalho bom, estou dentro.
E eu j� te decepcionei?
Como fez ontem?
- Vovo! - Me deixe em paz.
Vulc�o!
Junte-se a n�s em um amanh� sustent�vel.
GRUPO THOMPSON
Um projeto de cada vez.
Chefe P.
Gbengus!
- Como voc� est�? - E a�, gata?
Como vai?
Chefe P, este � o cara.
- Bom dia. - Bom dia.
- Como vai? - Muito bem.
O chefe est� ocupado, mas podem esperar por ele ali.
Sorte eu te amar.
Eu te amo muito.
Quem � a mo�a que acabou de passar?
Quem? Eu n�o vi.
� a Chisom?
A Chisom � a gestora do RH.
Foi aqui que mataram o cara?
Com certeza.
O Kayode morreu na sala dele.
Quero ver a sala.
N�o fique bravo.
Faz parte do m�todo dele, beleza?
� assim mesmo.
Pius, o local j� foi limpo.
N�o tem nada pra ver l�.
N�o importa.
Pode relaxar, cara.
Vamos, gata.
Pius, � melhor terminarem antes de o chefe chegar, por favor.
- Tomem cuidado. - Sem problema.
- Obrigado. - Gbengus.
- Vamos. - Podem entrar. Depressa.
Como algu�m � morto num lugar assim?
� o que vamos descobrir.
O chefe chegou.
Voke, vamos, por favor.
Espere.
Est� brincando?
Vamos logo, mano.
Pius!
Era deste cara que eu estava falando.
Ele queria ver pessoalmente onde o Sr. Kayode foi assassinado.
Saiam todos daqui!
Desculpe, senhor.
Me chamo Voke.
- Seguran�a! - � melhor me ouvir primeiro.
H� magia obscura aqui.
Voc� sabe do que estou falando.
Com o tempo, aprimorei meus dons.
Sinto magia obscura s� com o toque.
Um vislumbre do que aconteceu.
Mas, diante de pessoas comuns, eu utilizo a pedra obsidiana.
Ela revela a magia obscura.
Um sacrif�cio foi feito.
Alguma coisa foi tirada do Sr. Kayode.
N�o sei o qu�. Talvez um dedo, um dente, um olho.
Preciso ver o corpo.
Ningu�m sabia que tiraram algo do corpo.
S� eu.
- Pius. - Chefe.
Leve este homem at� o corpo.
Voke, certo?
Correto.
Fale somente comigo. Com ningu�m mais.
Obrigado.
O que voc� viu?
Preciso falar com o chefe.
- O que faz aqui? - N�o se preocupe. N�o tem a ver com voc�.
Sente-se.
E a�?
Fez algo que eu deveria saber?
Como assim?
Mexeu com algo que n�o devia?
N�o acredito em besteiras.
S� preciso que descubra quem est� tentando acabar comigo.
Porque eu tamb�m vou acabar
com essa pessoa.
Como eu j� disse,
h� magia obscura aqui.
Um �rg�o foi levado.
Um sacrif�cio foi feito.
S�o cinco alvos.
Um j� foi.
Faltam quatro.
Conhece algu�m
que gostaria de ver sua ru�na?
N�o.
N�o me lembro de ningu�m...
que ainda esteja vivo.
Muito bem.
Quero conversar com todos que estavam aqui no dia.
Fa�a o que for preciso.
Encontre essa pessoa.
O respons�vel por isso.
Se a quest�o for grana, n�o ser� um problema.
PRINCIPAL SUSPEITO
Houve uma reuni�o tarde.
Quem estava l�?
A Chisom.
Quem mais?
O Sr. Tony.
O Sr. Kayode.
- Owen Ugbe. - Diana Ikeji.
O Sr. Ederie Boloko.
Aonde ele foi depois?
Fomos a um restaurante.
Com o Tony e a Chisom.
- Conhece Sylvanus... - A Chisom � casada com o Sr. Tony?
Sim.
Certo.
Se eu precisar de mais alguma coisa, te aviso.
GRUPO THOMPSON
L�DER EM SOLU��ES DE ENERGIA LIMPA
SR. TONY ADIUKWU CHEFE DO GRUPO
O DESTINO SOMBRIO DE LANRE THOMPSON E KAYODE JOHNSON
CONHECIDO COMO DASUKI
PROBLEMAS NO PARA�SO
DASUKI ABANDONA ENTREVISTA
- Por que foi retirado do conselho? - Retirado?
Isso � mentira, cara. Eu sa� pra me dedicar � m�sica.
Fiquei sabendo que votaram
pra tirar voc� do conselho do Grupo Thompson.
Cara, eu j� falei.
Ficaram malucos?
Al�?
Meu nome � Jinmi Lawson.
Trabalho na BBC �frica.
Gostaria de entrevistar o Dasuki.
Voc� disse BBC?
- J� fizemos uma entrevista... - N�o!
Eu disse PET.
Certo. Teremos um evento em tr�s dias.
Entreviste-o l�. Vou mandar o endere�o.
Sou a Lola. � o Jinmi da PET?
- Isso mesmo. - �timo. Venha comigo.
Ele chegou. O Jinmi, da PET.
Leke.
- PET? - Isso. Jinmi Lawson.
Como vai?
Muito bem, obrigado. Prazer.
Igualmente. Espero que n�o demore.
Podemos ser r�pidos.
Voc� � empreendedor.
Com tudo o que faz,
o que aconteceu no conselho do Grupo Thompson?
Eu sa�.
Queria focar na m�sica.
Soube que foi por maioria de votos.
Leke.
- Leke! - Me expulsaram da minha empresa.
Resultado do esfor�o do meu pai.
- Vejamos quem vai rir por �ltimo. - Leke!
V�o descobrir.
Por favor, nada a respeito da empresa deve entrar nesta entrevista.
Claro, n�o vou incluir isso.
Obrigada.
N�o se incomode.
Posso sair sozinho.
Quem � voc�?
Rep�rter da PET. Vim entrevistar o Dasuki.
Lola!
Conhece esse cara?
O que ainda est� fazendo aqui?
Esqueci meu gravador.
Garanta que ele v� embora.
Anda!
- Sua faca � bem afiada. - Esperava o qu�?
N�o posso ficar.
O que faz aqui?
E o que voc� faz aqui?
N�o � da sua conta.
Pode parar com isso?
Com o qu�?
Por que acha que estou aqui?
Desde que foi embora, estou irritado.
Ainda estou tentando lidar com isso.
Mere�o saber o que houve.
N�o acha?
Tudo bem.
Mas n�o aqui.
Eu te sigo.
Voc� n�o mudou nada.
A rua est� no seu sangue.
Claro! Lembra que me trazia sempre aqui?
- Obrigado. - Obrigada.
N�o consigo comer com as m�os.
Est� gostoso?
Que saudade disto!
Ent�o...
voc� se casou?
Ele � um cara legal.
Casou porque ele � legal ou porque � rico?
Voke...
o amor nunca � suficiente.
Eu estava batalhando.
E agrade�o.
Trabalhei duro.
Voke,
aquela �poca foi uma loucura pra mim.
Eu tinha perdido meu pai,
minha m�e, minha irm�.
A �nica fam�lia que eu tinha.
Eu estava perdida.
E, acima de tudo,
meus tios estavam brigando por causa do dinheiro do papai.
Eu precisava de ajuda.
E o Tony te ajudou?
- Por isso se casou com ele? - Voke, o que voc� teria feito?
O que teria feito por mim na �poca?
O pouco de grana que eu tinha...
voc� estava tirando de mim.
Voc� me viu trabalhando duro.
- � que... - Voke.
N�s �ramos...
de mundos diferentes.
N�o teria dado certo na �poca.
E agora?
Voke...
as coisas est�o complicadas.
Muito...
complicadas.
Al�?
Mataram outra pessoa.
Outro morreu.
Quem?
O Ederie Boloko.
Onde?
Na casa dele.
As pessoas s�o m�s.
Foi desse cara que falei.
Voke, venha aqui.
Quem � o respons�vel por isso?
Acho que sei.
Mas, primeiro, preciso ver o corpo.
Ele quer ver o corpo. D� um jeito.
Sim, senhor.
Por aqui.
Depois disso, precisamos conversar.
Sinto muito pela perda.
Pare!
- Desculpe. Quem � voc�? - Tudo bem. Deixe-o ver.
Vamos.
Sr. Tony.
O senhor matou Lanre Thompson?
Veja como fala!
O que uma coisa tem a ver com a outra?
Leke, pegue o dinheiro.
� brincadeira, n�?
Est� falando s�rio? Me expulsaram do conselho.
E querem que eu venda minhas a��es da empresa do meu pai.
Qual �, cara!
Nem faz sentido.
Depois descobri que Tony matou meu pai. Ele n�o sabe que sei.
O que aconteceu ao Kayode n�o foi nada
comparado ao que eu, Leke Thompson, farei com todos eles.
Todos v�o se machucar.
O que quer dizer com "o que aconteceu ao Kayode"?
Ele fez aquilo?
Algu�m que trabalha pra ele.
Laide Folarin.
Tem certeza disso?
Nos corpos que olhei,
uma certa arma com magia obscura foi usada.
Quando eu estive l�,
ele usou a mesma arma em mim.
Como isso � magia obscura?
O que est� fazendo?
Espere!
Posso tentar?
Aquele canalha!
Raheem, v� prend�-lo!
Voke, v� junto.
S� voc� sabe lidar com isso.
Traga aquele tal de Laide aqui agora!
Caralho! A Chisom est� indo l�.
- Cheguem antes dela. - Sim, senhor.
Andem logo!
- Raheem! - Diga, senhor.
Mate todos eles.
- Est� entendendo? - Sim, senhor.
Voke!
O que est� havendo?
Dasuki � o assassino.
Meu Deus! Tem certeza?
Sim, tenho.
- Vou l� falar com ele. - N�o pode entrar.
- Preciso ir. - N�o!
Vamos!
Acalme-se. J� volto.
V�o.
Voc�s dois ficam com ela.
Diga, senhor.
- Mande todo mundo. - T�.
Socorro!
O que aconteceu?
Leke... O quarto dele.
Parado!
Levante-se!
Viu? Ele n�o veio.
Parado a�.
Mexa-se, e eu atiro.
Mandei parar.
Voke!
- Me leve pra casa. - N�o posso.
Vamos ao hospital.
Voc� n�o sabe tudo sobre mim.
Se n�o me quer morto, me leve pra casa.
Tudo bem, eu te levo.
Desculpe.
Desculpe.
O que eu fa�o agora?
O rack.
- Na gaveta. - O que tenho que pegar?
Um saco preto.
Achei.
E agora? Certo.
- A pedra preta? - Isso.
- S� isso? - Ovos na cozinha.
- Ovos, t�. - Isso.
- Depressa! - Estou indo.
Aqui est�o.
Trouxe os ovos.
O que fa�o?
- Quebre os ovos com cuidado... - T�.
...usando a pedra.
Coloque com o p� do saco.
Misturar?
E uma gota do meu sangue.
T�.
- S� a gema do ovo. - Certo.
Primeiro, precisa tirar isto.
Vou tirar.
- Chisom, s� a gema. - T�.
Sim, s� a gema.
Tudo bem.
Preparado?
No tr�s.
- Um, dois, tr�s. - Agora!
Desculpe.
Desculpe.
Voke, voc� est� bem?
Desculpe.
Desculpe. Tudo bem.
Essa n�o!
Voke!
Voke?
Voke!
Chisom! Fique quieta e acalme-se.
Acalme-se.
Quebre com calma.
Voke!
Chisom!
Chisom!
Voke!
Chisom.
Desculpe.
Voc� se saiu bem.
N�o diga nada.
Obrigado.
De nada.
Mas voc� est� bem?
Sim, estou.
O cara tentou te matar.
Estou bem.
De verdade.
Aqui.
Tudo fazia sentido,
mas eu estava errado.
Quase provoquei sua morte.
Voc� me salvou.
Precisa descobrir quem ele �.
Acredito que conseguir�.
Voc� est� bem?
TONY AMOR
INOCENTE - PRINCIPAL SUSPEITO - SUSPEITO
N�o! J� estou indo.
Sim, j� vou.
Sem problemas.
O que foi?
O que foi?
Era o Tony. Estava bravo.
Preciso ir agora.
Vai aonde?
Pra casa.
Ele conseguiu prote��o.
Prote��o?
Viu o que o cara fez com o policial?
N�o � a pol�cia.
- Vou com voc�. - N�o.
- Quero te proteger. - Voke.
Voc� � a �ltima pessoa que o Tony quer ver agora.
Concentre-se em descobrir quem � aquele cara.
Sei quem pode ajudar.
Quem?
Minha m�e.
S� preciso levar a faca comigo. Ela conseguir� informa��es.
Voke!
Voke!
Voc� devia ter me contado dessa coisa de magia obscura.
- Eu sei. - Sabe?
N�o � f�cil contar essas coisas.
Achei que voc� n�o me aceitaria.
Tenho cara de quem faria isso?
Tenho?
Chisom, desculpe.
Deixe-me ir com voc�.
N�o.
V� ver sua m�e.
Descubra quem ele �.
Estarei segura em casa, por enquanto.
Tudo bem?
Espere.
Estou quase sem bateria. Vou te passar outro n�mero.
Mande mensagem.
Chisom.
Beleza?
Cad�?
Que bom! Sen�o eu teria problemas com a patroa.
Eu disse que o curandeiro est� aqui.
Est� tudo certo.
J� tranquei tudo. N�o vai acontecer nada.
Sou invenc�vel.
Por favor, diga � pol�cia pra ficar de prontid�o. Beleza?
V� ver o que est� acontecendo.
- O que � isso? - Ele est� aqui?
Mike!
Mike! Cad� voc�?
Chame o curandeiro!
Chame o curandeiro!
Voc� pode ir.
N�o se preocupe, querida. N�o vai acontecer nada. Acalme-se.
- Ser�? - Eles v�o resolver.
- Ele est� na casa. - Que foi?
Eu estou aqui, no controle.
Atirem!
Atirem!
Atirem!
O curandeiro est� perto.
Aonde voc� vai?
Al�? Chisom?
Voke, ele est� aqui.
O qu�?
Ele entrou na casa.
- E os homens do Tony? - N�o sei.
Est�o tentando par�-lo.
Estou indo.
Voke, cad� voc�?
A uma hora de dist�ncia.
T� bom.
Chefe, temos que sair daqui agora.
- Ele entrou? - Sim, entrou.
Ei!
Ele est� aqui.
No quarto.
- Estou no arm�rio. - N�o desligue.
M�E
- M�e! - Sei o que vai pedir.
Uma pessoa de quem gosto muito est� prestes a ser morta.
O poder de transportar do papai.
Preciso agora.
Foi esse poder que causou a situa��o dele.
Papai sabia do risco, mas fez o que foi preciso.
Ele te salvou.
Voke, n�o posso.
Voc� � meu �nico filho. O �nico que me restou.
O papai j� disse que se arrependeu do que fez?
Ele j� disse isso pra senhora?
Ele est� no quarto. Estou no arm�rio.
Tenho dinheiro.
Eu pago, por favor.
Estou implorando!
Ele matou o Tony.
Deixe-o fazer as pr�prias escolhas.
N�o me arrependo de jeito nenhum de entregar meus anos por voc�.
Eu faria de novo, se tivesse outra oportunidade.
Mas ele � meu �nico filho.
� meu �nico filho, Ede. Eu s� tenho ele.
- O que disse, m�e? - N�o posso.
Por favor!
N�o fa�a isso. N�o v�, Voke.
Voke, isso vai tirar anos da sua vida.
Que seja!
Por favor!
S�o os anos de vida dele.
Deixe-o fazer as pr�prias escolhas.
Ede, eu te entendo.
Mas ele � o �nico filho que me restou.
Tudo bem.
Voke!
Que palha�ada � essa?
Limpe sua mente.
Pense na pessoa que precisa ver nessa viagem.
Imagine-a claramente.
Pense nela.
Sorte eu te amar.
Sabe que fa�o tudo por voc�, n�?
Eu te amo muito.
Voke, como chegou aqui?
N�o importa.
Ele acordou! Meu Deus!
- Pare! - N�o funciona.
- N�o vai funcionar. - Por que n�o? � uma arma.
N�o atravessa o corpo dele. Pare!
Mas � uma arma!
- Ele est� vindo. - Merda!
Ele est� vindo.
Ele est� subindo.
Esconda-se em algum lugar.
Depressa! Esconda-se!
Vou enfrent�-lo.
- Como posso ajudar? - S� se esconda.
Eu quero ajudar! Como?
Quer saber?
Se quer que as balas funcionem, fa�a xixi nelas.
- Fazer xixi? - S� assim vai funcionar, com xixi.
Tire as balas e fa�a xixi nelas. Depressa!
V� logo!
Rogba!
Rogba!
Pare.
Rogba.
Lolu.
Lolu, minha afilhada.
Rogba!
- N�o devia ter feito isso! - Ele queria te matar.
� o Rogba!
Rogba.
Voke, voc� est� bem?
Parece mais velho.
� o poder de transportar. Mas a quest�o n�o � essa.
Ele queria te matar!
Voc� matou o Rogba quando ele ia dizer algo.
Voke, eu te salvei.
N�o me toque!
N�o me toque!
Chisom.
Voke.
Me desculpe.
Voc� me salvou mesmo.
Sei como se sentiu.
Ele matou o Tony...
bem na minha frente.
N�s dois perdemos.
Voke.
Voc� � o �nico que me restou.
Eu n�o ia suportar te perder.
N�o ia suportar.
Obrigado.
Preciso espairecer a mente.
Depois de tudo isso,
preciso refletir e organizar meus pensamentos.
Voke...
prometa que voltar� logo.
Voltarei.
Prometo.
Era ele usando a m�scara...
esse tempo todo.
Estava vivo, mas n�o se lembrava de mim.
Eu me perdi de novo.
Perdi meu melhor amigo
da mesma forma que o perdi antes.
N�o sei mais no que acreditar.
Onajite!
- Onajite! - N�o tem medo?
- Onajite! - Quer ver o que fa�o com voc�?
Onajite!
Onajite!
Venha aqui!
R�pido!
Anda!
Entre.
E fique quieta.
Mandei entrar.
Est� brava com uma faca na m�o. Quer apunhalar algu�m?
Venha.
Aproxime-se.
Eu te conhe�o.
Conhe�o sua m�e e seu pai.
Meu pai?
O que aconteceu?
Por que ela me atacou assim?
A Onajite? Voc� matou o pai do filho dela.
O Rogba?
Esse � o nome dele?
Se conheciam t�o bem assim?
Ele era como um irm�o.
Senhor, o que aconteceu?
Sei que foi isso que te trouxe at� aqui.
Quer saber o que aconteceu?
Voc� saber�.
Mas tem coragem de ouvir?
Eu j� vi de tudo nesta vida.
Tudo bem.
Entre.
H� alguma coisa profunda nessa fam�lia.
Sempre pressenti que havia outros como n�s.
Mas � a primeira vez que os encontro.
Senhor, n�o se chateie, s� preciso saber.
O que houve com meu amigo, o Rogba?
Vamos come�ar do in�cio.
Onajite,
voc� o trouxe a esta casa.
Conte o que aconteceu.
Conte.
Dizem que acharam o corpo dele � beira da �gua.
Gravemente ferido, mas teve sorte.
Foi resgatado e levado ao hospital.
Por ter quase morrido no processo,
ele n�o sabia quem era nem de onde vinha.
Disseram que ele era um maluco, mas eu n�o pensava assim.
Eu gostava dele.
Ele sorria pra mim de um jeito lindo.
Dizia: "Tia Jiji,
a sopa de quiabo � boa?"
Eu dizia: "Est� maluco? Que tia?"
E ele dava risada.
Assim nos aproximamos.
Depois, o hospital reclamou.
Era estranho ningu�m ter ido procur�-lo.
Precisavam dar alta.
Ele n�o tinha aonde ir,
ent�o o chamei pra ficar aqui.
Entende agora?
Entende agora?
Nenhum homem nunca me amou.
Nenhum.
Nenhum homem nunca me amou.
Onajite, j� chega.
V� pra dentro.
Entre e v� descansar.
Descanse.
Tudo bem.
Mas eu o procurei.
At� mandei mergulhadores procurarem no rio.
Ningu�m o encontrou.
N�o se culpe.
E por que ele estava matando as pessoas?
Quando ele chegou aqui,
eu gostei dele.
Minha filha, Jite, ficou gr�vida.
Foi quando percebi que ele n�o dormia � noite.
Ele ficava se revirando e gritando todas as noites.
Papai!
Ele suava muito.
Me ajude!
Ningu�m podia viver daquele jeito.
Papai!
Todas as noites?
Decidi investigar.
Nem consigo explicar o que descobri.
A situa��o era demais para eu resolver.
A garota que o assombrava nos sonhos era filha dele.
Essa garota foi sacrificada.
Removeram cinco partes do corpo dela e entregaram a Exu.
Os olhos, o cora��o,
a l�ngua, o f�gado e o pulm�o.
Tudo por causa de dinheiro.
Mas a conex�o de pai e filha era muito forte.
Apesar de estarem se alimentando do esp�rito da crian�a,
a garota continuava implorando para ser salva.
Exu leva cinco anos para se alimentar dos sacrificados.
Ao terminar de se alimentar, ele exige outro sacrif�cio.
Quando isso acontece, o esp�rito da crian�a sofre pra sempre.
Um sofrimento terr�vel.
N�o foi a primeira vez que fizeram isso.
Isso acontece h� muito tempo.
Ent�o o Rogba s� queria impedi-los?
N�o exatamente.
O qu�, ent�o?
Ou�a.
Se ele tamb�m retirasse os �rg�os das mesmas pessoas que pegaram da jovem
e oferecesse a Exu, ele salvaria o esp�rito da garota.
Ou ele deixava o esp�rito dela sofrer para sempre,
ou ele matava as pessoas que assassinaram a filha dele.
Ele estava tentando salvar a Lolu.
Agora o esp�rito da garota vai continuar sofrendo.
O traje e a m�scara de prote��o que fiz para ele n�o t�m mais poder.
Deixa comigo.
Falta uma pessoa.
Aquela que comeu o cora��o da garota.
Voke...
Chisom.
No momento,
muito tempo j� se passou.
O prazo est� acabando.
Se n�o completar at� o amanhecer,
o esp�rito dela n�o repousar�.
Considerando que ainda n�o fizeram outro sacrif�cio.
Obrigado.
Claro.
Por nada.
Durante todo esse tempo,
Chisom estava por tr�s da morte da Lolu.
Esperem!
Voke!
Voke! Espere!
Voke! Por favor!
- Por favor. - Esperar o qu�?
Me diga!
Voke! Por favor!
O que � isso?
O Rogba.
A Lolu.
- Quantas pessoas? - S� sacrifiquei a Lolu.
Por qu�?
Por qu�?
Me ou�a, Voke. Por favor.
Estou ouvindo.
Meu pai fez isso comigo.
Tudo o que t�nhamos...
O Sr. Tony, o pai do Dasuki...
Eles come�aram tudo com aquele monstro.
N�o sei h� quanto tempo faziam isso.
Mas, h� cinco anos,
o monstro queria minha m�e.
Meu pai n�o conseguiu.
Meu pai n�o p�de matar minha m�e.
Ele tentou fugir com ela e minha irm�,
mas aquilo os matou.
A obriga��o do meu pai foi passada a mim.
Era minha vez
de fazer a oferenda.
Se eu n�o fizesse,
o monstro me mataria.
Por que escolheu a Lolu?
Eu n�o a escolhi.
O monstro escolheu a Lolu.
N�o sei o porqu�.
Por que n�o me disse?
Eu n�o conseguia te encarar.
Ent�o fui embora.
Ainda est�o a�?
Voke.
Agora que sei que voc� pode fazer essas coisas...
Voke...
me ajude.
Vamos mat�-la.
E a Lolu?
Voke...
sinto muito, mas ela se foi.
Sabe que eu te amo.
� o �nico jeito de ficarmos juntos, Voke.
Sabe que fa�o tudo por voc�.
Eu te amo muito.
Finalmente, podemos ficar juntos.
Eu prometi que cuidaria dela.
Eu a segurei nos bra�os.
Ela � minha filha.
Se n�o completar at� o amanhecer, o esp�rito dela n�o repousar�.
Voke.
N�o posso.
N�o posso.
Pensei que queria ficar comigo.
N�o quero morrer.
Voke.
Quem � voc�?
Quem acha que sou?
Ent�o � voc�?
Sim.
Sou eu.
N�o pensei que mataria a mo�a.
Essa � a diferen�a entre voc� e seu pai.
Isso significa que salvou a garotinha.
A Lolu?
Por que me ajudou?
N�o foi de gra�a.
Quando eu precisar,
eu te ligo.
Eu estava em busca da verdade,
mas perdi meu melhor amigo
e o amor da minha vida.
Apesar de ter salvado a Lolu,
passei por coisas que um homem n�o aguentaria.
Mas ainda estou aqui.
Em p�.
Um cara mostrou a foto e mandou mat�-lo.
Reviramos tudo, mas n�o o encontramos.
Legendas: Jo�o Felipe da Costa
Supervis�o Criativa Karina Curi
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