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15 DE FEVEREIRO DE 2009
15-18 DE FEVEREIRO DE 2009
CENTRO DE EXPOSI��O
Bem-vindos � 10� Exposi��o DFFI,
a maior exposi��o de diamantes da �sia.
Estamos apresentando as �ltimas cole��es�
- Bem-vindo. - Obrigado.
�e renomados designers de joias de todo o pa�s.
Voc�s est�o na NICSO, Mumbai.
Cada joia foi meticulosamente fabricada.
Na passarela, n�s temos a cole��o da Joalheria Swarangi.
S�o conhecidos pelo design inovador
que combina sofistica��o cl�ssica com tend�ncias modernas.
A cole��o atual�
Bem-vindos.
Ghorpade, tente se soltar. Relaxe a postura.
De longe, d� pra ver que voc� � policial.
Rohini, diga a ele
que ele deve parecer um empres�rio rico.
Quer que ele pare�a rico? � imposs�vel.
Estou me esfor�ando.
O lote 43 j� chegou?
N�o. Est�o presos no tr�nsito. J� est�o chegando.
- Cheque o balc�o. - Pode deixar.
Tem que clicar nesse link. Depois clique Add e Enter.
Se for pra direita, tem que clicar EXT e Enter. Entendeu?
- Voc� � cego? - Desculpa!
SERVI�O DE TELECOMUNICA��ES
INGREDIENTES PARA ORA��ES
PROIBIDO FUMAR
- Al�? - Subinspetor Kamble, por favor.
- Quem fala? - Idiota, n�o desperdice meu tempo.
Vai haver um roubo na exposi��o de diamantes.
Avise o Kamble, j�.
O qu�?
Hoje, tamb�m teremos um evento especial�
- Al�. - Alerta vermelho!
BANHEIRO MASCULINO
- Coloca mais. - O que voc�
- Mais. - Sai daqui.
Aqui � o subinspetor Kamble.
Quatro homens v�o assaltar o sal�o principal daqui a pouco.
Eles t�m crach�s de acesso, AK-47s e g�s lacrimog�nio.
Quem � voc�?
As armas foram levadas para o local h� dois dias.
Como voc� sabe?
Os nomes nas identidades falsas s�o
Sr. Shirke, Ghulam Ali, Rajinder Singh, Priyesh Mehta.
Voc�s s� t�m cinco minutos. Impe�am-nos se poss�vel.
Rastreie.
Ele ligou do templo Dahisar.
Mandei homens pra l�.
Crach�s com esses nomes foram emitidos.
Shinde, evacuem o sal�o, j�!
Evacuem o sal�o e se dirijam para a �rea segura.
Depressa!
Vamos, evacuem o sal�o e se dirijam para a �rea segura.
As mulheres por aqui, depois os homens�
Fa�am uma fila. N�o empurrem. Vamos, depressa.
Por aqui.
As mulheres primeiro�
Depressa.
Depressa. Vamos!
Por favor, n�o entrem em p�nico.
Chame uma ambul�ncia.
- Quando vamos sair? - N�o sei.
Tenho que ir pra casa.
- Nem sabemos o que aconteceu. - N�o entendo.
Amigo, n�o podemos usar o banheiro?
Use uma garrafa de pl�stico.
Ningu�m sai enquanto os corpos estiverem aqui.
Ei!
N�o fechei a banca direito.
Quem s�o essas pessoas? N�o dizem nada.
AMBUL�NCIA
Sim, senhor! Entendido.
Mandem todos de volta pro sal�o.
- Anda. - Sigam a fila.
- Voltem pro sal�o. - Pro sal�o.
- Vamos, todos pra dentro. - Um de cada vez.
Com calma. Vamos.
Vamos. Depressa.
- Sr. Mangesh! - O que foi?
- Sr. Mangesh. - Sim?
Algu�m roubou os solit�rios vermelhos.
Meu Deus!
Pol�cia!
Estava tudo bem quando sa�mos.
- Olhe. - O que foi?
- Tinha cinco solit�rios vermelhos aqui. - Shinde!
- Estava trancado. - Calma.
Shinde! Acalmem-se.
- Meu Deus! - Senhor.
Fechem as sa�das. Depressa.
Viram quem quebrou o vidro?
Est�vamos l� fora. Voc�s que estavam aqui.
- Quem foram os �ltimos a sair? - Kamini e eu.
- Estava tudo bem. - Sim.
Shinde, cheque tudo. Podem ter ca�do no meio da confus�o.
- Sim, senhor. - Quanto tempo temos que esperar?
Temos que pegar o trem.
Hoje, n�o.
A equipe de investiga��o est� a caminho.
N�o podem s� nos revistar e nos liberar?
N�o � assim que funciona.
� trabalho da equipe de investiga��o. Est�o chegando.
Jaswinder! � o respons�vel pelo caso?
Voc�s n�o me deixam dormir.
O assassinato de Gulati, o assalto ao banco.
- Tente resolver um caso sozinho. - Era o que eu queria ouvir.
- Detalhes? - Recebemos uma den�ncia.
Evacuamos o local e neutralizamos os quatro assaltantes.
Quando voltamos, alguns diamantes tinham sumido.
- As c�meras? - Foram desligadas.
Quem fez a den�ncia?
Checamos o local da liga��o. Um pedinte viu quem ligou.
Estamos investigando.
Algu�m se aproveitou do caos.
O que voc� acha?
O velho de colete azul.
A garota ao lado dele. Podem ter agido juntos.
Confessaram que foram os �ltimos a sair da banca.
Se aproveitaram da confus�o.
O chefe ligou. O dono da joalheria � amigo do Ministro do Interior.
Se acharmos os diamantes logo, cairemos nas gra�as dele.
- Boa sorte. - Voc�s dois, venham.
- Voc�s dois. - N�s?
Venham.
Qual � o seu nome?
Mangesh Desai.
Kamini Singh.
Algu�m aqui os conhece?
De onde os conhecem?
Todos n�s trabalhamos em Panchratna.
- O que � Panchratna? - � um pr�dio perto da �pera.
Os maiores comerciantes de diamante t�m escrit�rio l�.
Sim, senhor.
- Ghorpade. - Senhor.
Consiga as imagens dessa c�mera de seguran�a.
Senhor.
Voc�s podem ir.
Onde voc�s estavam quando o alarme disparou?
Tentem se lembrar do lugar e se dirijam pra l�.
Vamos, depressa.
- Cheque l� fora. - Sim.
Os respons�veis pelas bancas 18, 19 e 13, fiquem aqui.
Os outros podem ir pra �rea de seguran�a.
Voc�s ser�o revistados l�.
Informem endere�o e telefone, e est�o liberados.
CENTRO DE EXPOSI��O
Ghorpade.
Afastem-se. Para esse lado.
- Voc� viu algo? - N�o, senhor.
- Fa�a um favor. - Sim?
- D� seu endere�o e v� embora. - Certo.
O pr�ximo.
Nome e profiss�o.
Sikandar Sharma, t�cnico em inform�tica.
- De onde voc� �? - Kanpur.
O que est� fazendo em Mumbai?
- Por que estava ali? - Eu estava trabalhando.
Eu estava indo pra l�.
O alarme tocou, e a pol�cia pediu pra gente sair.
Por que estava indo pra l�?
S�o meus clientes. Eu instalei os equipamentos deles e de outros.
Onde as imagens das c�meras ficam guardadas?
N�o sei.
N�o � t�cnico em inform�tica?
T�cnico em inform�tica n�o � o mesmo que t�cnico em seguran�a.
N�o d� uma de espertinho.
- Entendeu? - Desculpe.
D� seu endere�o e v� embora.
- Me desculpe, senhor. - Venha.
- Cuidado. - Desculpe.
Qual � o seu nome?
Espere a�.
- Eu? - Sim, voc�. Venha aqui.
- Sim? - Por que a pressa?
Eu n�o estava com pressa.
Por que empurrou aquele senhor?
- Eu n�o o empurrei. - Ent�o estou mentindo?
O senhor n�o est� mentindo. Me desculpe.
Ent�o por que a pressa?
N�o estou com pressa.
Minha m�e est� doente. Ela est� sozinha em casa.
Foi por isso.
Fa�a um favor�
Diga de novo.
O qu�?
Onde voc� estava quando tudo aconteceu?
- Eu j� expliquei. - Repita.
Eu�
Eu estava aqui.
Eu estava indo pra outra banca quando o alarme tocou.
A pol�cia chegou, e fomos levados pra l�.
Depois, ouvimos tiros e nos demos conta de que era um assalto.
E onde exatamente voc�s estava quando o alarme disparou?
Senhor�
Bem aqui.
Eu estava aqui.
N�o, cara, voc� estava aqui. Eu estava a�.
Eu podia estar andando quando o alarme disparou.
N�o, voc� estava aqui. Tenho certeza.
Eu podia estar ali no meio.
Eu estava ali.
Sikandar Sharma, t�cnico em inform�tica.
De onde conhece os dois?
N�o conhe�o.
Fui ao escrit�rio deles instalar um programa.
E por que negou quando perguntei antes?
Perguntou se eu os conhecia. N�o conhe�o.
S� fui ao escrit�rio deles.
- Ghorpade. - Sim?
Reviste-o.
- N�o fiz nada. - Venha.
- Sou inocente. - N�s sabemos.
Tenho que ir. N�o sou ladr�o.
- Ei� - O que voc�
DIAMANTES E JOIAS
Voc�s, venham aqui.
Sim, senhor.
Kamini Singh. De onde voc� �?
Raipur, Chatisgar.
Sou daqui mesmo.
Qual � o nome do rapaz que estava aqui?
N�o sei.
Mas ele falou que conhecia voc�s, foi ao seu escrit�rio.
Pode ser, mas n�o sei o nome dele.
Voc�s foram os primeiros a notar o ocorrido?
Sim, senhor. Quando a pol�cia terminou o servi�o dela,
voltamos pros nossos balc�es.
Quando cheguei l�, vi que a caixa estava quebrada
e que cinco solit�rios haviam sumido.
- O que � um solit�rio? - � um diamante individual.
E quanto eles valem?
N�o sei o valar exato, mas deve ser em torno de�
- Cerca de 500 milh�es de rupias. - O qu�?
Pode ser 600 milh�es.
- Sim, Jaswinder? - Por que est� fazendo isso?
- O que foi? - Achei que fosse coisa pequena.
Os diamantes valem 500 milh�es.
Se fosse pequeno,
o ministro teria recomendado voc�?
O ministro me recomendou?
O dono � parente da esposa dele.
Voc� � o �nico que j� solucionou 100% dos casos.
Se solucionar esse caso, ser� condecorado e promovido.
Qual � a situa��o?
N�o sabemos como eles entraram nem como trouxeram as armas.
- Nem como arrumaram os crach�s. - Continue investigando.
Preocupe-se com os diamantes.
O ministro quer saber quanto tempo vai levar.
O que devo dizer a ele?
- Vou solucionar o caso em 24 horas. - �timo. Boa sorte.
N�o achamos nada.
Minha m�e n�o est� bem. Tenho que falar com ela.
Tudo bem.
Aqui.
- Coloque na conta. - Sim.
- Al�. - Tiwari ji.
- Aqui � Sikandar. - Sim?
Pode avisar l� em casa que vou me atrasar?
Sua m�e perguntou de voc�.
Estou agarrado no trabalho.
- Vou falar pra ela. - Obrigado.
- Al�? - � o subinspetor Jaswinder Singh.
- Conhece a pessoa que ligou pra voc�? - O qu�?
Um rapaz ligou agora mesmo, voc� o conhece?
Sim, � o Sikandar. Pediu pra avisar que vai se atrasar.
De onde o conhece?
Ele � meu inquilino.
Certo.
Posso ir?
Por favor.
Sei que um de voc�s � o ladr�o.
Confesse e acabe logo com isso.
N�o v�o querer enfrentar um julgamento.
N�s trabalhamos aqui. N�o roubamos nada.
Trabalho pra eles h� 32 anos.
Pode falar com o meu chefe.
- H� 32 anos? - Sim.
- E voc�? - Tr�s meses.
Mas n�o roubei nada.
Por favor, tenho um filho.
E desde quando voc� os conhece?
Eu j� falei, eu n�o os conhe�o.
Fui instalar um programa pra eles.
N�o sei nada sobre os diamantes.
Minha m�e est� sozinha. Me libere.
- J� ouviu falar em intui��o? - O qu�?
Um rapaz de Kanpur que n�o sabe o que � intui��o?
Intui��o.
� algo que, ou voc� tem, ou voc� n�o tem.
Minha intui��o � agu�ada.
Por isso nunca deixei de solucionar um caso.
Sabe o que minha intui��o est� dizendo?
Que voc�s n�o s�o t�o inocentes quanto parecem.
E que, ou voc�s tr�s planejaram isso juntos,
ou foram dois de voc�s ou um de voc�s fez isso sozinho.
- N�o sei de nada. - N�o � justo.
Me deixe ir pra casa.
- Por favor. - Confie em mim.
Ent�o entregue os diamantes.
Como posso entregar os diamantes?
Voc�s reviraram tudo, me revistaram. O que quer que eu fa�a?
Onde eles est�o? Eles est�o aqui?
Pode olhar.
- Ghorpade, anote a�. - Sim.
Suspeito n�mero 1.
Mangesh Desai.
Suspeita n�mero 2.
Kamini Singh.
Suspeito n�mero 3.
Sikandar Sharma.
Prendam-nos.
O DESTINO DE SIKANDAR
DELEGACIA
Sente-se. Vamos checar os detalhes e come�ar o interrogat�rio.
E agora?
O que acha? Seremos espancados e torturados.
Trabalho l� h� 32 anos.
Servi a duas gera��es.
Mas o desgra�ado n�o me defendeu.
H� muitos anos, um astr�logo me disse que tenho
d�vidas c�rmicas ancestrais.
Estou pagando o pre�o pelos pecados dos meus ancestrais.
Nessa idade.
Mas por que a Kamini mentiu pra eles?
Estou intrigado com isso.
O que ela falou?
Kamini j� tinha trabalhado pra gente.
Trabalhou por quatro anos.
Ela voltou pra empresa h� tr�s meses.
Ela pode ter ficado com medo.
Voc� a�, o chefe est� chamando.
Anda logo.
Sim, senhor.
Decrete a pris�o preventiva. Eu cuido do resto.
Se fosse s� uma pessoa, j� teria acabado.
Temos tr�s suspeitos. Uma garota tamb�m.
Obrigado, senhor.
- Aonde est� me levando? - A lugar nenhum.
- Por favor. - Continue andando.
Por favor.
Senhor, eu sou inocente.
- N�s que decidimos isso. - Por favor.
Venha. Sente-se.
Eu n�o fiz nada. Eu sou inocente. Por favor, acredite.
Eu n�o fiz nada. Me soltem. Eu sou inocente.
Me soltem. Eu sou inocente.
Por favor, sou inocente.
Me soltem, por favor.
Este � o Sr. Bast�o!
Os criminosos se curvam a ele.
N�o acredita em mim? Vai acreditar.
Vai acreditar em mim e vai abrir o bico.
Vou dar uma amostra, s� pra refrescar sua mem�ria.
Ghorpade!
Essa � a sua t�tica?
Amanh� ele ser� preso.
Depois, pode jogar golfe.
N�o diga que n�o te dei uma chance.
Mantenha-o aqui esta noite.
Senhor. O hist�rico impec�vel do qual tanto se orgulha.
Foi conquistado com mentiras?
N�o sou ladr�o.
Quando se der conta do seu erro,
me prometa
que vai olhar nos meus olhos e vai se desculpar.
Prometa.
15 ANOS DEPOIS
Prometa.
- Quem �? - O chefe est� chamando.
- Estou indo. - Certo.
Senhor.
Senhor.
Senhor.
COMISS�RIO-ADJUNTO
Entre.
Vou falar com ele. Vamos ver.
Tome.
O que � isso?
Sua licen�a para beber.
Voc� j� estava suspenso. � sua carta de demiss�o, Jaswinder.
Agora pode beber quando, onde e o quanto quiser.
Senhor.
J� sabe o que vai fazer?
Eu era o melhor investigador do departamento,
ganhei quatro Medalhas de Honra.
Vou dar um jeito.
Isso foi h� 15 anos. Agora voc� �
Senhor.
POL�CIA DE MUMBAI
Vamos.
Senhor, o ve�culo s� pode ser usado por�
Eu tinha me esquecido. Desculpe.
Desculpe.
Tribunal de Bandra.
Vamos.
A VERDADE PREVALECER�
Jaswinder Singh, Kaushalya Singh. Terminaram o aconselhamento?
H� alguma chance de reconcilia��o?
Comporte-se.
Me d� os detalhes do caso.
Vossa Excel�ncia, os termos do acordo foram aceitos.
Os dois concordam com os termos?
Sim.
Sim.
Muito bem.
Est�o oficialmente divorciados. Meus parab�ns. Pr�ximo!
Kaushalya,
quando penso no passado�
eu ainda�
Eu ainda n�o entendo como perdemos
o que havia entre n�s.
Por que estou com vontade de chorar?
- Kaushalya, eu ainda� - Est� tudo bem.
Lembra quando fomos pra Mahabaleshwar, e voc� me pediu�
N�o deixe de mandar o dinheiro.
Lembre que voc� concordou.
Tr�s faltas,
e sua casa em Ludhiana tamb�m ser� minha.
Eu enviei as datas dos pagamentos.
Kaushalya, quando�
Se cuida.
Sim, senhor.
- Anna, ele quer mais uma. - Sim?
- Quantas ele j� tomou? - Tr�s. E est� b�bado.
- Eu cuido disso. - Certo.
Ol�.
Jaswinder, n�o tem que trabalhar amanh�?
- Sente-se. - Senhor, tenho muito o que fazer.
Sente-se, Anna.
- Quer comer algo? - Anna, voc� acredita em Deus?
- Com certeza. - E em carma?
Acredito que voc� colhe o que semeia.
Ent�o jure pelo seu Deus que sou uma boa pessoa.
Senhor�
Diga.
N�o se preocupe. Seja sincero.
Diga, Anna.
Nunca conheci ningu�m pior do que o senhor.
Por que diz isso?
Dolly e Julie pediram demiss�o por sua causa.
- Perdi muita coisa. - Esquece. Deixa pra l�.
- Quer mais frango? - N�o.
Perdi o apetite.
Diga.
- Assalamualaikum. - Wa-Alaikum-Salaam.
Ele vai pra �ndia amanh�.
O contrato dele acabou hoje.
Muita coisa acabou hoje.
- Tem o n�mero dele? Envie pra mim. - Sim.
Ouvi dizer que o senhor perdeu o emprego.
Exato.
E meu pagamento pelos �ltimos tr�s meses?
Quando vou receber?
Nunca.
Junte �s outras d�vidas. E me envie o n�mero dele.
Mas�
Ele desligou.
- Al�. - Como vai, Sr. Sharma?
Estou �timo. Quem fala?
Inspetor Jaswinder Singh.
A que devo o prazer?
Liguei pra dizer que hoje fui despedido
e meu div�rcio foi conclu�do.
Por que me contou isso?
Porque acertei todas a contas hoje,
menos a que tinha com voc�.
Sikandar.
Sikandar, voc� estava certo.
Mas minha intui��o�
Minha intui��o se enganou.
Voc� n�o era o ladr�o.
Me desculpe.
Eu s� queria�
S� liguei pra pedir desculpa.
Isso � tudo.
N�o foi o que combinamos.
O qu�?
N�o se lembra? Enquanto voc� me espancava sem piedade,
o que foi que eu falei?
N�o sou ladr�o.
Quando se der conta do seu erro,
me prometa que vai olhar nos meus olhos e vai se desculpar.
� justo.
Vou enviar o endere�o.
Venha me ver amanh�.
O que foi? Por que est� chorando?
Esperei 15 anos por isso!
Quinze anos!
Foi uma partida de cr�quete? O Paquist�o venceu?
Anwar.
15 ANOS ATR�S
Espero que entenda o caso.
Esse � o meu pai.
- Pai. - Sim?
Esse � o Sr. Parker.
J� expliquei o caso pra ele.
- Ele d� conta? - Sim. Claro.
Agora mesmo. Sim, meu filho.
N�o se preocupe. Foi um mal-entendido.
Como podem te prender?
- Acredite, foi um erro. - N�o se preocupem. Vou checar.
Senhor, aquele � meu amigo Sikandar�
Se somos inocentes, n�o precisamos ter medo.
N�o se preocupe.
Delegacia de Vanrai, investigador Jaswinder Singh.
Senhor, � um caso da Se��o 390.
Os tr�s acusados foram presos no local.
Pe�o 14 dias de pris�o preventiva.
Senhor, eu represento o suspeito n� 1, Mangesh Desai,
e o suspeito n� 3, Sikandar Sharma.
Kamini Singh, quem � seu advogado?
Ningu�m, senhor.
Eu n�o sabia que�
Com licen�a.
Estou disposto a representar a suspeita n� 2, Kamini Singh.
- Se ela permitir. - Por favor.
O Sr. Parker est� de bom-humor hoje.
Continue.
Os tr�s estavam dentro de um raio de dois metros da cena do crime.
O suspeito n� 3 � t�cnico em inform�tica,
e o investigador est� convencido de que ele desligou as c�meras.
Ele acabou de dizer que eles estavam no sal�o.
Como ele poderia ter desligado as c�meras?
Para provar isso, precisamos dos 14 dias de pris�o.
O local foi vasculhado, o acusado foi revistado.
Ningu�m saiu do sal�o.
N�o encontraram nada com ele.
Meus clientes n�o t�m rela��o nenhuma com o caso.
Pe�o a anula��o de todas as acusa��es e liberdade condicional para os tr�s.
O investigador est� convencido de que um dos suspeitos, ou todos eles,
engoliram os diamantes.
Portanto, � importante mant�-los aqui
para que sejam hospitalizados e fa�am um raio-X.
Que bobagem � essa?
Engolir diamantes pode matar.
Isso � jeito de falar com um oficial?
Pe�o desculpa em nome dele.
Mas ele tem raz�o.
Como algu�m pode engolir tantos diamantes?
Senhor, existem quatro casos
em que o acusado engoliu diamantes e sobreviveu.
� poss�vel. H� precedentes.
Pe�o que conceda pris�o preventiva de 14 dias.
S�o casos extremamente raros.
N�o provam nada. � uma perda de tempo.
Pris�o de sete dias.
Obrigado, senhor.
- Boa tarde! - Boa tarde.
Obrigada. Tenha um bom voo.
Estou no aeroporto. O voo parte em 30 minutos.
Quer algo da free shop?
Eu tamb�m.
N�o, tenho que fazer algo antes.
Conto quando chegar.
Tamb�m estou com saudade. Tchau.
Desculpe.
Desculpe.
- Sik� - Sim. Venha.
Mangesh Desai.
N�o.
N�o tem nada nos intestinos, Jaswinder. N�o vejo nada.
Como � poss�vel?
Sim, Ghorpade?
Achamos o cara que ligou. Ele tem uma hist�ria diferente.
Ele est� na delegacia.
N�s o seguimos.
Estamos inundando os canais de TV com not�cias sobre o roubo dos diamantes,
e voc� n�o teve a dec�ncia de vir falar com a gente?
Desculpe.
Por que estava em Jamshedpur?
Eu fui pro casamento do meu primo.
Eu pretendia vir logo depois do casamento.
De verdade.
O que aconteceu?
Se mentir, quebro seus �culos.
Por que eu mentiria?
Toda manh�, levo minha filha at� o transporte escolar.
Voc� pegou tudo?
O ve�culo chegou.
Eu a coloquei no ve�culo e me despedi dela.
- Tchau. - Tchau.
E, assim que eu me virei, recebi uma liga��o.
- Al�. - Voc� faz isso todos os dias.
Devia ao menos ver a cara do motorista.
Pare! Aonde est� levando minha filha?
Pare, por favor.
Al�.
- Al�. - Calma, mano.
Ela vai voltar em seguran�a pra casa. Voc� s� precisa me fazer um favor.
Que favor? O que tenho que fazer?
Tem um papel no seu bolso esquerdo.
Com um texto e um n�mero de telefone.
S� precisa ligar pro n�mero e ler o que est� escrito.
O que � isso?
Tem um telefone bem na sua frente.
Fa�a a liga��o e volte pra casa.
Sua filha logo estar� l�.
Se tentar alguma gracinha,
- bem� - Al�.
- Sua filha n�o foi sequestrada? - N�o.
Era o motorista de sempre. Fui enganado.
- Cad� o papel? - Aqui.
O n�mero do telefone.
Ghorpade.
Voc� reconhece algum deles?
Olhe com aten��o.
O que foi?
Ele se parece com meu tio.
Mas ele est� morto. Eles s�o parecidos.
Ela�
Voc� a conhece?
N�o, senhor.
Voc� o conhece?
N�o, senhor.
N�o conhe�o nenhum deles.
N�o sei nada sobre os diamantes.
J� falei v�rias vezes.
N�o sei de nada.
Por favor, me soltem.
Ei!
Fique acordada!
Por favor, me deixem ir.
Pare com isso.
O que quer que eu diga?
N�o sou ladra. N�o roubei nada. N�o sei nada sobre os diamantes!
Estou dizendo a verdade.
Eu juro que sou inocente. Eu n�o roubei nada.
Por favor, me soltem. Meu filho est� sozinho.
Acha isso divertido?
Voc� rasgou sua camisa.
Senhor, pe�o que conceda mais sete dias de pris�o.
Eles n�o provaram nada, as teorias deles falharam.
Eles n�o t�m provas.
Por que est�o pedindo mais tempo de pris�o?
Pe�o liberdade condicional para os tr�s suspeitos.
Cad� o investigador?
Senhor.
Fale.
Um deles engoliu os diamantes ou os escondeu.
- Senhor, isso � - Sr. Mangesh.
- Mas ele� - Por favor.
Acho que, entre o ocorrido e a pris�o preventiva,
eles entregaram os diamantes para algu�m.
- Me d� mais sete dias. - Espere.
N�o v� como isso soa rid�culo?
Arquive a den�ncia.
Liberdade condicional concedida para os tr�s.
Obrigado.
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com
O que est� pensando?
Vamos recuper�-los, agora que voc� est� aqui.
Sa� sob fian�a.
O caso pode se estender por anos.
N�o se preocupe, vamos ficar bem.
Vamos, deite-se.
Priya! Entre.
Veja o que fizeram com ele.
M�e!
- Est� tudo bem. Fique deitado. - Priya.
Vou fazer ch�.
- Aceita uma x�cara? - Por que acha que eu vim?
S� um minuto.
Vai doer um pouco.
Obrigado, Priya.
Que bom que n�o falou comigo l�.
Ou o idiota teria come�ado a desconfiar de voc�.
- Por que ele desconfiaria de mim? - Ele pode fazer tudo.
Ele s� liga pro hist�rico impec�vel dele.
Priya, sua m�e falou que um rapaz vem te ver hoje.
Sim, ele trabalha no hospital, no departamento administrativo.
Seu filho nunca me deu muita bola.
Ent�o achei melhor
seguir com a vida.
Parab�ns, Priya.
Aqui tem dez comprimidos.
D� tr�s vezes ao dia. E vou trazer mais pomada, est� bem?
De noite. Ele vai ficar bem.
Ao menos tome seu ch�.
Ligo depois.
Ei, pare! Aonde voc� vai?
Sr. More, o que est� fazendo? Tenho acesso liberado.
Seu acesso foi cancelado. N�o pode entrar em Panchratna.
- Tenho clientes e dinheiro pra receber. - Ligue pra eles.
- N�o pode entrar. - Por qu�?
- O que � isso? - N�o.
O que � isso? Por que a viol�ncia?
Saia.
Dinheiro vivo?
Amir, trabalhamos juntos h� tr�s anos.
- N�o pode dar cr�dito? - Voc� saiu sob fian�a.
N�o posso arriscar. Desculpe.
- S� por 15 dias. - N�o.
Amir, por favor.
Deixei passar por tr�s meses.
Mas seu dep�sito expirou.
Pague dois meses de aluguel ou saia da casa.
- Por favor. - N�o.
- Sr. Tiwari, me d� uma semana. - Uma semana.
Estou correndo atr�s.
- Nem um dia a mais. - Obrigado.
Eles n�o dizem nada.
O juiz n�o veio. A audi�ncia ser� daqui a tr�s meses. Cad� Sikandar?
Obrigado.
N�o atendem minhas liga��es. Preciso muito de um emprego.
O que vou fazer? Ligo de volta.
- S� daqui a tr�s meses. - T�.
E meus honor�rios?
Estou correndo atr�s. Vou te pagar.
Eu j� te dei um desconto consider�vel.
- N�o � justo. - Estou tentando.
Preciso de mais tempo, vou pagar.
- N�o posso mais� - Sr. Sikandar, se esqueceu disso.
- O dinheiro que eu devia. - Dinheiro?
Obrigada.
- Seu ch�, com a��car. - Obrigada.
Obrigado.
Vou devolver seu dinheiro.
N�o se preocupe. Eu tinha um dinheiro guardado.
Quem � sua fam�lia?
Meu filho, ele tem um ano.
E minha irm� ca�ula.
Seu marido?
Ex-marido.
Ele me trocou por outra.
Sinto muito.
Tudo bem.
Quem � sua fam�lia?
S� minha m�e.
Sabe,
eu nem pretendia ir � exposi��o.
Eu estava indo pra rua Lamington e resolvi dar uma passada l�
pra checar o equipamento que eu tinha instalado.
� um evento grande, tudo tinha que estar funcionando bem.
Por isso eu fui at� l�.
Isso que � m� sorte.
N�o fale assim.
Nunca maldiga sua sorte.
Ou mesmo coisas boas
come�am a dar errado.
O que foi?
Voc� � culto. Pode achar um emprego melhor.
Preciso de um emprego agora.
- Saqib! - Senhor.
- Mostre tudo pra ele. - Sim.
Sim, Priya?
O que aconteceu?
- Com licen�a. - Com licen�a.
Espera.
M�e!
M�e!
M�e!
CASA TOMBADA
Boa noite, senhoras e senhores, aqui � o capit�o.
Vamos aterrissar
no aeroporto internacional de Mumbai.
Obrigado por voarem com a gente.
A tripula��o vai preparar a aterrissagem.
Sikke!
Sikke!
Como vai?
- �timo. E voc�? - Bem!
- Vamos? - Sim.
- Quer ajuda? - Olha quem fala!
Tudo bem em casa?
Tudo certo.
Vamos dar um jantar no domingo.
Voc� e Kamini est�o convidados.
N�o cancele em cima da hora.
Est� bem?
Estarei l�.
E o trabalho?
Tudo certo. Meu amigo,
e gra�as a voc�.
O dinheiro que enviou durante o confinamento
salvou nossas vidas.
Obrigado.
N�o fale assim.
Voc� nos ajudou num momento dif�cil.
A pr�xima � esquerda.
Me deixe aqui e leve as malas pra casa.
Aonde vai com tanta urg�ncia?
Acertar uma �ltima conta.
Diga a Kamini que chego daqui a uma hora.
- Tem certeza? - Sim.
Aqui?
Devo ir junto?
N�o precisa.
- Boa noite. - Vim ver o Sr. Jaswinder.
Ele est� no terra�o.
Boa noite.
Sikandar Sharma, 1178.
Bem-vindo.
Est� parecendo um nobre, Sr. Sharma.
O que quer beber?
Um pequeno?
Um grande?
Sei que voc� bebe.
Um grande.
Homens grandes, copos grandes.
Parab�ns.
Sua consci�ncia e seu amor-pr�prio
renascer�o hoje.
Sua f� na honestidade ser� restaurada.
Isso n�o pede uma comemora��o?
Eu seria grato se parasse de enrolar e me dissesse
o que meus ouvidos anseiam por ouvir h� 15 anos.
Acha que arruinei sua vida, Sikandar?
Sim.
Voc� seguiu a sua intui��o, certo?
Tudo por causa disso.
Na verdade, isso arruinou ambas as nossa vidas.
Sim, vou me desculpar,
mas se voc� n�o souber de tudo que eu fiz,
isso n�o adiantaria de nada.
Sei que perdi o emprego por sua causa.
Perdi meus clientes por sua causa.
Tive que sair de casa, sair da cidade por sua causa.
Tive que deixar Mumbai por 15 anos por sua causa.
Sei disso tudo.
Voc� n�o sabe de nada.
S�rio?
S�rio.
Conte tudo que voc� enfrentou quando saiu de Mumbai e eu mostrarei
que voc� n�o sabe de nada.
Por favor.
Senhor,
nosso sistema judicial diz: "Inocente at� que se prove o contr�rio."
Mas a sociedade nos rotula de culpados assim que um policial como voc�
faz uma queixa contra algu�m como eu.
A VERDADE PREVALECER�
Isso marca o in�cio da minha jornada como inocente at� que provem o contr�rio.
O juiz n�o chegou.
Estou esperando h� meia hora.
Certo. Onde est� o suspeito n� 3?
Senhor.
Sikandar Sharma, sua pr�xima audi��o ser� dia 2 de janeiro.
Sikke!
Desculpe.
Venha.
Anda, vamos.
Sikke, escute. O irm�o da minha m�e mora em Agra.
Ele tem uma f�brica de vidro.
Ele queria que eu cuidasse dos neg�cios.
Eu fico recusando.
Mas falei de voc� pra ele, e est� tudo resolvido.
Pode viver confortavelmente l�. � muito mais barato do que aqui.
Vai ter um lugar pra ficar.
Pode recome�ar sua vida.
N�o sei nada sobre f�bricas de vidro.
Voc� � bom em matem�tica.
J� � o suficiente. S� precisam de algu�m de confian�a.
At� arrumar algo melhor, fa�a isso.
E se ele descobrir sobre o processo?
Vou conversar com ele.
N�o se preocupe, vou ligar pra ele.
N�o tenho dinheiro pra ir at� Agra. E tem a matr�cula da escola da Devyani.
Manish j� fez muito pela gente.
N�o se preocupe. Tenho um dinheiro guardado.
- Vamos dar um jeito. - Como?
Est� tudo resolvido. Quinze mil por m�s e um lugar pra ficar.
Deixei claro que voc� vai continuar trabalhando com computadores.
Ele concordou.
Aten��o passageiros, o trem de n�mero 1213�
Venham. Bem-vindos a Agra.
- Pode chamar um riquix�? - Claro.
� por aqui.
- Vamos pra Bijli Ghar. - Certo.
Acho que ali � o forte.
- � aqui? - Sim.
Bem-vindo.
Bablu!
- Kamini. - Boa tarde.
Venham. Ali � o p�tio.
Ali � a cozinha.
E ali � o quarto.
A casa � legal.
Didi, o que tem ali?
- O terra�o. Pode ir l�. - Sim.
Quando eu achava que tinha perdido tudo,
a Kamini me ajudou de novo.
Ajudar n�o � a palavra certa, foi mais um favor.
E esse favor nos ajudou a recome�ar com a esperan�a renovada
em Agra.
Sikandar, essa � a nossa f�brica.
Fabricamos pulseiras.
Olha. Ali �
Mama ji deu uma casa, me respeitava
e me ensinou tudo pacientemente.
2 ANOS DEPOIS
Em dois anos, consegui afastar
o tribunal e voc� da minha vida.
Voc� era como um pesadelo que eu queria esquecer,
mas sempre que eu tentava,
voc�
Sim?
Um mandado foi emitido contra voc� e Kamini.
Audi�ncia � em abril.
A pol�cia falou que voc�s est�o fugindo.
Voc� tem que vir resolver isso.
O advogado n�o falou que n�s nos mudamos?
Ele falou que est� h� seis meses sem receber.
Nossa, isso�
- Escola e hostel� - Escute.
Venha pra c�. Pague ele e d� um fim nisso.
O Parker falou
que a ju�za nova � muito severa.
Ela � inflex�vel.
Entendi.
Em que estava pensando?
Eu estava pensando
que teria sido melhor se Shah Jahan tivesse feito o Taj com Mumtaz viva.
Mumtaz teria gostado disso.
N�o pense tanto em Mumtaz.
Vou ficar com ci�me.
Tenho que ir a Mumbai amanh�.
Para a audi�ncia.
Tenho que ir junto?
N�o, s� eu.
O tio falou que voc� n�o precisa ir.
Quanto tempo isso vai durar?
Quando vamos sair dessa confus�o?
Era nisso que eu estava pensando.
Quando teremos vidas normais?
E por que mentiu pra mim?
Venha.
Como est�?
- Tudo na mesma. - Voc� � jovem, tenha determina��o.
Sim, venha.
Cad� o investigador?
Ele est� trabalhando.
Sou o chefe de pol�cia Ghorpade.
Bom dia, senhora.
Jaswinder est� ocupado com um caso muito importante.
Ele enviou o chefe Ghorpade.
Se a audi�ncia puder ser adiada�
Obrigado.
Anote isso.
O oficial da investiga��o n�o conseguiu provar
o envolvimento dos tr�s suspeitos no caso.
Tamb�m n�o conseguiu provar
por que os nomes dos suspeitos foram adicionados � queixa.
Essa investiga��o foi conduzida de um modo
muito amador.
Os suspeitos est�o absolvidos.
Uma c�pia do julgamento ser� enviada ao comiss�rio de pol�cia.
Com um pedido de avalia��o do trabalho do investigador.
Dispensados.
- Obrigado, Parker ji. - De nada.
Caso encerrado!
Voc�s foram absolvidos.
A ju�za � severa n�o s� com os acusados,
mas com a pol�cia tamb�m.
- Ent�o acabou. - Sim.
Podem ir pra casa, mas apare�am na festa hoje � noite�
- � claro. - Sim.
Ei, Babu?
Raju?
Eu estava te esperando.
N�o tem ningu�m em casa.
Ningu�m atende a porta.
Est� tudo bem?
Sim, ainda deve tr�s meses pela van das crian�as.
Se tiver dinheiro, isso ajudaria.
Certo.
Fa�a um favor, fique com isso.
Depois pago o resto.
N�o demore.
Kamini!
Kamini!
- Onde estava? - Eu estava aqui.
Kamini!
O que aconteceu?
Voc� perguntou quando ia acabar. Quando tudo voltaria ao normal.
- Acabou. - Como assim?
Deu tudo certo na audi�ncia.
A ju�za encerrou nosso caso.
Tudo acabou em tr�s dias.
- O que a ju�za falou? - Nada.
Ela repreendeu Jaswinder. Disse que n�o havia provas contra n�s.
Caso encerrado!
Voc� est� bem?
� s� um resfriado.
- As crian�as n�o est�o aqui. - Est�o na casa de Bablu.
Voc� est� bem?
V� se limpar, vou trazer �gua pra voc�.
- Pode fazer ch�? - Claro.
Esqueci de dizer�
Kamini?
Ei, Kamini!
H� quanto tempo est� assim?
J� tem quatro ou cinco dias.
Doutor, ela est� bem?
Por que demorou tanto a vir?
Eu estava viajando. Eu n�o estava sabendo.
Os pulm�es est�o cheios de �gua. Ela tem que ser internada.
Compre isso depressa.
Senhor, preciso de um favor.
Interne-a e comece o tratamento,
e amanh� eu deposito o dinheiro.
Por favor.
Bablu, interne a paciente.
Obrigado.
Bunty e Devyani n�o sabem que estamos aqui.
V� ver se est�o bem.
N�o se preocupe com eles. Vou pra casa quando voc� for internada.
- Est� bem? - Mais 15 minutos.
E podemos lev�-la.
V�. Por favor, veja como est�o.
Bhaiya, as crian�as est�o sozinhas. Volto daqui a duas horas.
Pode cuidar dela?
- Eu j� volto. - N�o fale nada pra elas.
Cuide-se. Obrigado.
Devyani!
O que aconteceu? Quem trancou a casa?
Mama ji expulsou a gente de casa.
Falou que voc�s s�o bandidos.
Esperem aqui, est� bem?
Mama ji!
Mama ji!
Que algazarra � essa?
N�o somos bandidos.
Vi a intima��o enviada pela pol�cia.
- Me poupe. - N�o somos bandidos.
- Prove no tribunal. - Foi provado.
�timo. Ent�o me deixe dormir.
Pague o que me deve.
Venha buscar amanh�.
N�o podia esperar at� amanh�? Colocou as crian�as na rua.
Tome.
- N�o somos bandidos. - Tudo bem.
- � muito longe? - Estamos chegando.
Tem um quarto bonito, uma cama confort�vel.
V�o dormir bem.
� uma pens�o.
Aqui.
Entrem.
Assine aqui.
Cad� a Didi?
Voc� conhece a tia Rekha?
Ela foi pra casa dela, e eu tamb�m vou pra l�.
V�o dormir. Volto com ela.
Certo.
Boa noite.
O que est�o fazendo?
Vamos dizer. D� tudo que tiver.
- Anda. - O que � isso?
Passe pra c�.
D� seu dinheiro.
Meu telefone, n�o.
Olhe no bolso de tr�s.
Fique parado.
Tire!
- Olhe na cueca. - O dinheiro, n�o.
O dinheiro, n�o.
- O dinheiro, n�o. - Tome isso.
Droga.
- Vamos. - Sim.
Meu dinheiro.
Meu dinheiro.
Eles levaram meu dinheiro.
Eles levaram meu dinheiro.
Quando eu estava na ponte, derrotado, quebrado,
contemplando minha morte,
sabe o que aconteceu de repente, Sr. Jaswinder?
O que aconteceu?
O medo sumiu.
E eu percebi
que s� tinha que enfrentar voc�.
Eu podia fazer isso.
Voc� ligou pro Mama ji e falou sobre mim, certo?
Mandou me despedirem?
O Sr. Gokhale tentou por dois dias.
Mas ele n�o falava nada, e eu fui chamado.
Conversamos por 15 minutos, e ele abriu o bico.
Hoje ele falou com a gente por 15 minutos.
Achamos o sujeito. Ele est� em Agra.
O que ele est� fazendo em Agra?
Trabalha numa f�brica de vidro.
Anuncie que ele � um fugitivo. E emita mandados.
- Fa�a com que ele seja despedido. - Sim.
Depois, o que voc� fez
com essa energia?
Peguei emprestado de Deus.
- Al�. - Manish, aqui � Sikandar.
Sikke, cad� voc�? Seu telefone est� desligado.
Eles quebraram meu telefone.
Mama ji ligou, estou sabendo de tudo.
N�o se preocupe.
Pode me fazer um �ltimo favor?
Quer ir pra Abu Dhabi?
Em tr�s meses, fui pra Abu Dhabi com a ajuda dele.
Gra�as a ele, consegui um emprego em constru��o.
Dois de voc�s v�o com Hari e Shabbir.
Quando me acomodei l�, paguei minha d�vida com Manish e com Deus.
C�MBIO
Tratamento da Kamini, escola das crian�as,
aos poucos consegui pagar tudo.
Escuta.
Fale sobre a Tabassum.
Me disseram que voc� costumava passear com ela em Abu Dhabi.
N�o estou te julgando, mas�
N�o pule um cap�tulo inteiro assim.
Mente vulgar, atitude vulgar.
Mas tudo bem.
Voc� merece saber sobre a Tabassum.
Depois de quatro anos, me tornei gerente de projetos de outra empresa.
Tr�s projetos est�o prontos.
Estou esperando sua aprova��o. Obrigado.
Ela trabalhava no meu escrit�rio.
Ela era subordinada.
Mas pass�vamos muito tempo juntos
por sermos da �ndia, e tamb�m de Mumbai.
GERENTE DE PROJETOS
A Tabassum sabia sobre a Kamini.
Ela n�o se dirigia a mim por Sikandar�
- Sharma ji. - Ei, calma.
- Quer ver um filme amanh�? - Vimos um na semana passada.
Amanh� � sexta-feira, n�o trabalho. Fico entediada.
Voc� devia se casar.
Mas voc� j� � casado.
Case-se com o cara de Bangalore.
Se eu esperar demais, o filme vai sair de cartaz.
Ela tinha o esp�rito livre.
Algumas pessoas trazem emo��o pra sua vida.
�amos ao cinema toda sexta-feira.
Um dia, saindo do cinema�
Por que colocaram ele de her�i?
- Ele est� sempre com a mesma cara. - Tabassum!
Tabassum, voc� em Abu Dhabi?
- Eu� - Voc� aqui?
Moro aqui, mas ia a Mumbai s� pra te ver.
Estou com pressa, a gente se fala depois.
Por que n�o atende minhas liga��es?
Perguntei de voc� na boate de Mumbai.
Eu te ligo depois.
Est� trabalhando aqui?
Do que ele est� falando?
Desculpe.
Voc� parou de dan�ar e se casou?
Jaswinder mandou voc� me vigiar?
- Gata� - Idiota. Por que n�o ficou calado?
Sikandar!
Me desculpe.
- Por favor. - Me solte, Tabassum.
Escute. Eu devia ter te contado. A culpa � minha.
Escute, por favor.
Quando Jaswinder te procurou?
- Quem � Jaswinder? - N�o se fa�a de boba.
Jaswinder, da pol�cia de Mumbai.
- N�o conhe�o nenhum Jaswinder. - Vai mentir?
Ele fez da minha vida um inferno. Ele n�o larga do meu p�
- Mandou uma dan�arina, uma prostituta� - Do que est� falando?
N�o conhe�o nenhum Jaswinder. Ningu�m me mandou atr�s de voc�.
Eu dan�ava numa boate em Mumbai. Era minha vida.
Homens como ele iam l� gastar dinheiro.
Um dia, resolvi largar aquela vida.
Eu queria algo diferente.
Vim pra c� depois de penar muito, pra ter uma vida decente.
Isso � passado.
De repente, eu me dei conta. E eu vacilei.
Achei que estiv�ssemos juntos.
Tirando isso, tenho muito orgulho da minha vida.
Voc�
N�o foi enviada por Jaswinder?
Quem � esse Jaswinder, porra?
Mente vulgar, atitude vulgar.
Exato.
Hoje, tenho vergonha da minha atitude.
Mas voc� fez da minha vida um inferno.
Quando me deparo com um problema, sinto sua presen�a.
Voltou a ver Tabassum?
Hoje, antes do meu voo�
Tabassum!
Desculpe! De verdade!
Voc� largou o emprego. Fiquei sabendo que estava aqui�
N�o tinha coragem de te ver.
Tabassum, vou pra Mumbai hoje.
�timo. Boa sorte.
Eu tinha que te ver.
Jaswinder me ligou.
Ele se desculpou.
Quem � esse Jaswinder?
Jaswinder � meu passado.
Minha boate de Mumbai.
Vou sentir sua falta, Sharma ji.
Tenho que pegar um voo. Isto � pra voc�.
Tchau!
Tchau.
Legal. Que incr�vel.
Voc� � um conquistador.
Kamini aqui, Tabassum l�. Eu n�o dei conta da Kaushalya.
Porque voc� se deixa levar pela sua teimosia.
Exato.
Sikandar.
Me perdoe.
Eu estava errado. Admito que estraguei sua vida.
Voc� estava com tanta pressa naquele dia
no centro de exposi��o�
- Minha intui��o� - Minha m�e estava doente.
Ela estava sozinha.
Cometi um grave erro.
Por favor, me perdoe.
Voc� n�o era o ladr�o.
Minha intui��o,
intui��o primordial,
estava errada.
Tenho que ir.
Espero
nunca mais cruzar seu caminho.
Sente-se.
Ainda n�o acabei.
J� ouvi o que eu queria ouvir.
Vou embora.
Suspeito n� 3!
Venha aqui.
Ainda tenho algo pra lhe dizer.
Minha intui��o n�o estava totalmente errada.
Depois que sa�ram sob fian�a,
mandei pessoas seguirem voc�s.
N�o tenho dinheiro pra ir at� Agra.
N�o se preocupe. Tenho um dinheiro guardado.
E, no dia seguinte, Kamini�
- Bom dia, Dharmesh. - Bom dia.
- Como vai? - Bem. E voc�?
Traga ch� pra dois.
- Como est� a fam�lia? - Bem.
Tenho que vender uma joia.
Deixe-me ver.
- Dou 150 mil por ela. - Pode ser.
Vai levar dez minutos.
- Senhor. - Sente-se.
Sente-se.
No dia do roubo, Kamini havia escondido um pequeno diamante na unha.
O lote 43 j� chegou?
Est�o presos no tr�nsito.
- V� checar. - Claro.
N�o foi o vermelho.
Era uma pe�a pequena da vitrine.
Cad� o resto?
Foi s� aquele.
Olhe pra mim.
N�o acredito.
Tudo bem.
Pra mim, voc� era o suspeito. Ent�o fiz uma proposta pra ela.
Ela poderia ir pra cadeia e arruinar a vida dela e dos filhos,
ou trabalhar pra mim.
O acordo era que ela ficaria de olho em voc�.
Ela me informaria se voc� gastasse mais do que ganhava.
E ela deveria descobrir onde voc� tinha escondido os diamantes.
E, em troca, ela n�o iria pra cadeia.
Eu disse a ela que, se voc�s tentassem fazer algo,
eu abriria arquivo dela.
Eu criava problemas pra voc�.
Fiz voc� ter dificuldades financeiras.
Tudo pra for�ar voc� a pegar os diamantes roubados.
- Tenho acesso liberado. - Some daqui.
Voc� n�o saiu sob fian�a?
Amir, por favor.
Mas voc� s� poderia pegar os diamantes se os tivesse roubado.
A suspeita n� 2 ama muito voc�.
Ela queria arrumar um emprego a ajudar com as despesas.
Mas eu n�o deixei ela trabalhar.
De repente, Kamini parou de me informar.
Mas eu n�o desisti.
Encontrei voc�s em Agra.
Ent�o, quando voc� foi absolvido, n�o consegui me conter.
Naquela noite, Kamini ficou doente, Mama ji expulsou voc�s de casa
e voc� foi espancado e roubado na rua. Mas foi tudo obra minha.
Voc� n�o me deixava viver.
Tamb�m n�o deixei voc� morrer.
Quando voc� queria pular da ponte,
lembra que algu�m buzinou pra voc�?
Aquele era eu.
Sua cinebiografia poderia se chamar "O Destino de Sikandar."
E eu seria o diretor.
Sinto muito.
Por que demorou tanto?
Eu estava esperando.
Sa� mais cedo do escrit�rio porque voc� viria.
A casa ficou bonita.
Gostou?
Vou buscar �gua.
O jantar est� pronto, posso servir?
- Cad� o Bunty? - No hostel. Ele vem amanh�.
E Devyani?
Est� ficando tarde. Ela deve estar chegando.
Voc� parece cansado.
- Venha. - O que foi?
- Venha. - O que aconteceu?
Venha. Sente-se.
- Est� tudo bem? - Sente-se.
O que foi?
O inspetor Jaswinder me ligou.
- Por qu�? - Para se desculpar.
Admitiu que n�o fui eu. Que ele estava errado.
Ele me contou sobre voc�, Kamini.
Por qu�?
Eu n�o queria o acordo.
Eu nunca teria feito isso.
Mas tive que fazer pelo bem de Bunty e Devyani.
Eu nunca teria mentido pra voc�.
Mas mentiu.
Kamini.
Estamos juntos h� muito tempo.
Mas o destino quer que nos separemos.
Pode ficar com a casa.
N�o quero.
Vou mandar dinheiro todo m�s.
Se voc�
quiser se divorciar�
n�o vou me opor.
Por favor, n�o fa�a isso.
Vou embora.
Sikandar, n�o fa�a isso. Por favor, n�o me abandone.
Eu nunca estive com voc�, ent�o isso importa?
Vai ser feliz sem mim?
Diga. N�o vou te impedir.
Feliz?
Passamos tantos anos juntos, voc� pode me perdoar uma vez.
Passei a vida perdoando as pessoas.
Sikandar, por favor. N�o v�.
- Cuide-se. - Por favor.
- Obrigado. - Sem problema.
- Ol�. - Sim?
- Priya Sawant? - Por ali.
Voc� estragou as plantas.
Olha s� aquelas bougainvilles.
As cores-de-rosa, est� bem?
Regue direito. Elas est�o murchando.
Priya Sawant.
Podia ter me ligado.
Como voc� est�?
Bem.
E voc�?
Estou bem.
Priya, os�
VENDIDO
Vou deixar voc�s a s�s.
Jaswinder desistiu. Ele pediu desculpa.
Vou transferir pra sua conta�
N�o fiz isso pelo dinheiro.
Fique bem.
Obrigado.
Deixe ele na estrada. Dirija com cuidado.
FIM
Quem ri por �ltimo ri melhor.
Des�a. Vamos tomar um ch�.
Ei, pare aqui.
Jaswinder.
Eu imploro.
Por favor. � muito alto.
Jaswinder.
Por favor.
� uma planta. Ela vai morrer.
Por favor.
CHAMADA RECEBIDA EX
- Sim? - Kaushalya, eu estava certo.
O suspeito n� 3 roubou os diamantes.
- Peguei o desgra�ado. - O qu�?
Eu estava certo, Kaushalya. Eu falei�
Acreditei em voc� 15 anos atr�s, Jaswinder.
Mas voc� queria provar isso pro mundo todo.
- Sua teimosia estragou tudo� - Mas eu estava certo.
Se voc� estava certo, por que n�o estamos mais juntos?
Jaswinder, n�s dois pagamos caro por essa investiga��o.
Fico feliz. Voc� conseguiu seu desfecho.
- Mas, Kaushalya� - N�o era o que voc� queria?
Vou desligar.
Voc� � �timo, Jaswinder.
� verdade.
Daqui a pouco, direi como sou �timo.
Como chegou at� aqui?
Depois do meu div�rcio, fiquei sentado sozinho no banco.
E, de repente, me dei conta de que�
Enquanto eu n�o reconhecesse a derrota, voc� n�o iria buscar os diamantes.
Minha teimosia estava atrapalhando.
Eu s� precisava convencer voc� de que eu havia desistido.
N�o importa que�
eu tenha levado 15 anos pra me dar conta disso.
�timo. Eu teria aplaudido se n�o estivesse algemado.
Vou aplaudir pra voc�.
J� vi muitos criminosos, mas nenhum como voc�.
Voc� � um guerreiro, seu puto.
Obrigado.
Conte como fez isso.
Faz 15 anos que estou tentando descobrir.
Quando anunciaram a exposi��o,
eu tinha uns dez clientes
que queriam instalar computadores no sal�o.
Eu ia sempre l� e fiquei amigo dos funcion�rios.
Tr�s dias antes da exposi��o,
Tukaram me falou que o PC de um amigo tinha estragado.
Falei que eu estava ocupado.
Ele falou que era urgente.
Pagariam cinco mil em dinheiro.
Era muito dinheiro na �poca.
Ainda � E depois?
Fui at� o endere�o que Tukaram passou.
Era um lugar muito estranho.
N�o parecia que teria algu�m usando computador l�.
- O que foi? - Tukaram me mandou aqui.
Claro. Entre.
� ali.
Era um PC moderno. O scanner e a impressora tamb�m.
Mas parecia que aquele cara nunca tinha visto um computador.
N�o havia nada de errado, s� papel preso na impressora.
Mas como eu ia receber cinco mil,
fingi que era um problema s�rio.
- O que foi? - Devido � flutua��o de tens�o,
est� ocorrendo um alinhamento no centro de dados.
Por isso, a degrada��o em cascata est� impedindo a efici�ncia m�xima.
�? N�o consegue consertar?
- Consigo. - Ent�o anda.
Pode trazer �gua?
Quando Lungi foi buscar �gua pra mim,
vi uma sacola vermelha, armas e granadas.
Tinha mais gente l�.
NOME: RAJINDER SINGH, ZELADOR
Vi crach�s falsos pra exposi��o.
- Aqui est�. - Obrigado.
Mais dois minutos.
Eu fiquei fazendo hora. Lungi se distraiu com o trabalho.
- Senhor? Acabei. - Sim?
Viu?
- Pronto. Obrigado. - Como prometido.
- Tome. - Obrigado.
Aquilo era muito suspeito.
Ent�o terminei o servi�o, peguei o dinheiro e fui embora.
Temos seis portas de evacua��o.
No dia seguinte, vi algu�m entrar carregando a mesma sacola vermelha.
Ent�o Tukaram pegou a sacola.
�� nossa prioridade.
Quando o alarme tocar, levem todos para a �rea segura.
- Entenderam? - Sim, senhor.
Escutem com aten��o.
N�o criem p�nico ou estresse�
Depois de ver tudo isso, deduzi
que aquelas pessoas planejavam roubar a exposi��o.
Percebi que Tukaram estava envolvido.
Fiquei de olho nele.
Segui Tukaram. E ouvi a conversa deles no esconderijo.
As pe�as come�aram a se encaixar.
Ficou claro que estavam planejando um assalto
no dia 15, �s 10h.
Eu tinha dois objetivos.
Garantir que iam falhar.
E roubar os diamantes e fugir.
Por que envolveu Anoop?
Eu via Anoop deixando a filha
todo dia �s 9h45 no ponto de �nibus.
Eu s� precisava colocar o papel no bolso dele.
Fiz Anoop ligar pra que evacuassem o local minutos antes do assalto.
E foi o que aconteceu. Eu roubei os diamantes durante a confus�o.
Eu sabia exatamente pra onde as pessoas seriam levadas,
porque tinha participado dos treinamentos.
Depressa. Por ali.
Depressa.
Depressa.
Eu tamb�m sabia que poderia haver mortes,
e que chamariam uma ambul�ncia.
Maldi��o! Eu estava pensando que havia algum policial envolvido.
Eu nunca considerei a participa��o da enfermeira.
De onde a conhecia e como ela conseguiu manter a calma?
Priya era minha vizinha.
E minha amiga.
Cansado da pobreza, eu bolava planos pra ganhar dinheiro.
Eu a convenci a me ajudar.
Ela gostava de mim, ent�o concordou.
Ela estaria de plant�o naquele dia.
Ela cuidou pra que fosse assim.
Quando eles foram buscar os corpos, eu entreguei os diamantes pra ela.
Deixei claro que ela deveria mant�-los seguros
at� estarmos a salvo.
O t�tulo da sua cinebiografia poderia ser "Tr�s Deusas".
Quando descobriu que Kamini trabalhava pra mim?
Quando voc� buzinou na ponte.
Passei por muita coisa em uma noite. Senti que voc� devia estar envolvido.
Naquela noite, vi como voc� era teimoso.
Como est� se sentindo agora?
O que voc� ganhou?
Estou com os diamantes.
E voc� est� preso ao guarda-corpo.
Estou diante de uma lenda.
N�o me arrependo.
Posso olhar pra eles s� uma vez?
Por favor.
Tenho uma proposta pra voc�.
O que havia no envelope?
Que envelope?
Que voc� entregou pra Tabassum, seu puto.
Tenho que pegar um voo. Isto � pra voc�.
Tchau. Se cuida.
QUERIDA TABASSUM, VOU PARA MUMBAI HOJE.
VIAGEM PARA ZURIQUE, SU��A
Ela queria conhecer a Su��a,
ent�o achei que, quando tudo tivesse terminado, eu poderia�
Nossas vidas est�o muito fodidas,
e voc� estava sonhando em ir pra Su��a?
Somos v�timas dos nossos sonhos e da nossa obstina��o.
N�s dois penamos por 15 anos.
Voc� e eu.
N�s dois vencemos. N�s dois perdemos.
Este mundo n�o vai nos entender.
� sua �ltima chance, Jaswinder.
Vamos pensar na vida que ainda temos pela frente.
Voc� � mais velho do que eu. Mais capaz.
Voc� vai�
gostar da minha proposta.
Vai me ouvir?
FIM
Legendas: Pedro R.
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