All language subtitles for Mission- Impossible S05 E03 The Innocent

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Original subtitles

PERIGO DE ENVENENAMENTO NÃO ENTRAR

O computador está do outro lado desta parede.

- Teremos de tirar isto. - Certo.

Willy.

Não consigo mexer a perna.

O Dehominant A mata em quatro horas.

Graças ao computador e aos técnicos que a sua empresa forneceu,

conseguimos desenvolver o Dehominant B,

que será fatal em oito segundos.

É na sua genialidade que estamos a investir, Dr. Vazan.

- Sabemos que não nos dececionará. - Doutor.

Com licença.

Estamos prontos.

Iniciem a produção.

A primeira carga de dez mil litros será entregue daqui a quatro horas.

A partir daí, a produção continuará a dois mil litros por hora.

Ótimo. Ótimo.

Que se passa com ele?

Torceu o tornozelo. Vou levá-lo para os seus aposentos.

Que chatice. Mostrem-me os passes para esta zona do edifício.

- Claro. - Só um minuto.

- Bom dia, doutor. - Deixe-me ver o pé.

Não se incomode, doutor. Não é grave.

Este homem foi exposto ao Dehominant.

Guardas!

Orlov.

Falha de segurança.

Willy, sai daqui. Vai avisar o Jim.

Andava atrás do computador, não andava?

O químico ao qual foi exposto é muito cruel.

Vai dizer-nos o que queremos saber

ou terá uma morte muito desagradável.

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Doug, quanto tempo tem o Barney?

Cerca de três horas e meia. No máximo.

Tem de haver forma de o tirar de lá.

Falei com Washington. Vamos seguir com a missão.

E o Barney, Jim?

O Barney sabia os riscos. Todos sabemos.

Tiramo-lo de lá se possível, mas a missão está primeiro.

- Temos de destruir o Dehominant. - Jim, sem o Barney,

não há ninguém que trabalhe com aquele computador.

Há, Paris. Exatamente nesta cidade.

O pessoal passou isto por rádio.

Jerome Carlin. Doutorado, com 26 anos,

especializado em tecnologia de computadores,

análise de sistemas, Teletex Corporation.

Inovações brilhantes, quase geniais, fluente em oito línguas.

Que faz ele aqui?

Apanha sol, namora e passeia.

Um desistente?

- Como sabes que vai ajudar-nos? - Temos de garantir que o faz, Dana.

Jim, temos direito a envolver um inocente?

Temos direito a não o fazer, Paris.

O governo do Vazan pretende usar o Dehominant

contra os vizinhos imediatamente.

Já preveem 50 mil vítimas.

Como o levamos para a sala do computador?

Não podemos ir de novo pelo depósito.

Não podemos fazer nada do mesmo modo, Willy.

Daqui a três horas começam a fabricar o Dehominant B.

Tenho um plano totalmente novo, e começa com ele.

Esquece, fugimos hoje à noite.

Há uma caverna em Creta

onde nunca se falou de rendas.

Sra. Judy? Telefone.

Quem é?

Ninguém sabe que estamos aqui.

Pode trazer mais café?

Olá.

Olá. Devia conhecê-la?

Sou a Alex Wilson. Posso juntar-me a si?

Tenho a sensação de que deveria dizer não.

Obrigada.

Vem logo em força, Sra. Wilson.

- Que quer? - Não tenho muito tempo.

Leia isto.

De certeza que o meu passaporte está em ordem.

- Mas com quem estou a falar? - Gerald Corrigan.

Claro que se preferir vir ao consulado...

Espere um pouco.

Talvez exista outra Judy Moore. Espere só um minuto, por favor.

Passatempos?

O nome de solteira da avó?

Isto é uma leitura de um computador.

Só um computador que eu conheço configura esta porcaria.

É aquele monstro do Pentágono.

Muito bem...

Para quem trabalha e que quer?

É direto.

Diga lá o que quer e saia da minha vida.

Já ouviu falar da Interoco Chemical?

A fábrica foi tomada pelo Exército para produzir uma nova arma.

Chama-se Dehominant.

É usado da mesma forma que os desfolhantes do Sudeste Asiático,

mas o Dehominant mata pessoas.

Tal como bactérias, bombas de hidrogénio, gás nervoso...

Qual é o mal de um pouco de Dehominant? É justo.

Planeiam usá-lo contra os vizinhos assim que estiver pronto.

- E quer usá-lo contra eles? - Não.

Queremos destruí-lo para sempre.

A fórmula está guardada no computador deles.

O nosso especialista foi apanhado.

Queremos que assuma o lugar dele.

Eu?

Entrar na fábrica e mexer no computador deles?

Deve estar a brincar.

Temos lá um homem a morrer, porque...

Não me interessa.

Ouça, ele sabia em que estava metido.

Muito bem.

Ouça, Jerry, podemos pagar-lhe muito bem.

Quando tudo o resto falha...

Ouça, esqueça-me.

Sou totalmente, completamente, irrevogavelmente alheio a isso.

Está bem?

Para o caso de mudar de ideias.

Espere sentada.

A dor que sente

é uma deterioração progressiva do seu sistema nervoso central.

Em relativamente pouco tempo,

resultará em insuficiência circulatória,

insuficiência respiratória e morte.

Mas há um antídoto.

Podemos aliviar-lhe a dor com isto.

Podemos até deixá-lo bem com isto.

Vou para a sala do computador, coronel.

General...

Só tem de começar por nos dizer como vocês os dois entraram.

Entrámos quando os guardas trocaram de turno.

E para quem trabalham?

Éramos só nós os dois.

Está a mentir.

Sala de autópsias, sala de caldeira.

Sala do computador, a enfermaria aqui...

O gabinete do Vazan.

A sala de autópsias é o melhor local onde trabalhar.

É insonorizada e normalmente a porta está trancada.

Há aqui um problema no posto de segurança,

mas temos acesso pela sala da caldeira.

O prisioneiro está a morrer. Não vai falar.

- Teremos de o medicar. - Não, isso matá-lo-á imediatamente.

Tenha paciência, coronel.

A agonia dele aumentará quando a morte se aproximar.

- Depois, talvez fale. - Certo.

Cavalheiros, tenho uma ordem para voltar à nossa embaixada.

Obviamente, o papel do meu país nesta parceria é o mais sensível,

tendo em vista a falha de segurança.

Doutor, o coronel Orlov certificar-se-á

de que nada interfere no seu trabalho.

Entendido, general. Eu levo-o ao carro.

O estágio dois está a 40%, doutor.

Estou a ver, Tirkin.

Sala do computador.

É para si, Dr. Vazan.

A operadora diz que é de Estocolmo.

- Estou? - Dr. Vazan?

Um momento, por favor, para o Dr. Sohlstrom.

Dr. Vazan?

É um prazer reencontrar um velho conhecido.

Foi aqui em Estocolmo, há quatro anos, lembra-se?

Sim, Dr. Sohlstrom. Nos Prémios da Paz.

Estamos muito interessados no seu trabalho com pesticidas.

Fico muito lisonjeado, Dr. Sohlstrom.

A Sra. Pederson, da nossa equipa de investigação,

vem de Nova Deli para cá.

A pedido da comissão, contactei-a hoje de manhã

para perguntar se poderia vê-lo à tarde

para recolher os últimos detalhes da sua investigação de pesticidas.

Hoje à tarde? Receio que seja impossível.

Dr. Vazan, posso ser franco consigo?

Ninguém é mais respeitado pela comunidade científica.

É-nos muito difícil acreditar nos rumores.

Que rumores?

De que os seus novos colegas o proibiram de divulgar ao mundo

os resultados da sua brilhante investigação.

Que disparate!

Dr. Sohlstrom, talvez consiga encontrar-me com ela à tarde.

- Como disse que se chamava? - Pederson. Nora Pederson.

E espero que nos encontremos muito em breve em Estocolmo.

Obrigado.

Tirkin, o mundo está mesmo louco.

Que é isto?

Polícia. Departamento de Narcóticos.

Vá lá, meu, estamos limpos.

Ponham-se ali. Mãos contra a parede!

Faz o que ele diz, Judy.

É apenas um engano.

Inspetor...

Heroína de qualidade.

Não é meu. Não sou nenhuma drogada.

Está detida, jovem. Leva-a para baixo.

- Jerry, que se passa? - Largue-a!

Não se mexa!

Fique quieto.

Tem calma, Jerry. Vai ficar tudo bem.

- Amo-te. - E eu a ti.

Não te preocupes, eu tiro-te de lá.

Afaste a arma. Não gosto de armas.

Que chatice para a sua amiga.

Pode ser condenada a dez anos de trabalhos forçados.

- Pois, vou ao consulado dos EUA... - Vá lá...

Sabe como o cônsul tem sido ineficaz em casos de drogas.

Temos as prisões cheias de jovens drogados como ela.

Escute, ando com aquela rapariga há mais de um ano. Ela está limpa!

Na verdade, não estou muito interessado em narcóticos.

A inteligência é mais a minha praia.

Tramou a Judy, não foi?

Aceitou trabalhar com esta senhora?

Não. Mandei-a ir dar uma curva.

Ela disse-lhe o que queria?

Sim, que eu destruísse um computador na fábrica Interoco Chemical.

Disse-lhe como planeavam entrar na fábrica?

- Não. - E quem eram os contados lá dentro?

Ouça, ela não me disse nada. Não lhe dei hipótese.

Sou estritamente alheio a isso, está bem?

É pena.

Sabe? Há muitas perguntas das quais queremos respostas.

Queremos que se junte ao grupo dela.

Então, é isso. Foi por isso que levaram a Judy.

- Lamento. - Aposto que sim.

Boa tentativa, mas não funcionará.

Nem sei como contactar aquela mulher.

Ela deu-me o seu cartão, mas deitei-o fora, está bem?

Quando chegar lá, como entro em contacto consigo?

Deixe isso connosco.

Supondo que me matam ou assim, que acontece à Judy?

Não o matarão, Sr. Carlin, nós garantimos isso.

Muito bem.

Agora, ouça com muita atenção. Não temos muito tempo.

Porque mudou de ideias?

- Preciso da massa. - É razão suficiente.

Não temos muito tempo. Sente-se aqui.

- Que vai fazer? - Cortar-lhe o cabelo.

Paris, Doug.

Jim, este é o Jerry.

Teve uma onda repentina de patriotismo.

Jerry. Ajuda-lo a vestir isto, Dana?

- Vá, despacha-te. - É o que estou a fazer.

Muito bem.

O tanque quatro está sobreaquecido. Liga as bombas de água do mar.

A água do mar está a ser bombeada.

Feche a conduta de água do mar para o tanque cinco.

Escute. Se esperar muito mais, nem o antídoto funcionará.

Vá, acabe com a dor.

Diga-nos para quem trabalha.

Só com o homem com quem estava.

Se é a escolha dele, deixe-o morrer.

Cala-te e faz o que eu fizer.

Tenho uma requisição de uma carrinha.

Animais para as experiências de laboratório.

Equipamento de autópsia.

É a sério.

Porque estou a ficar tão tenso?

Este material não é pior do que o que temos.

As armas são todas iguais, servem para matar.

Sem dúvida.

Então, porque está aqui?

Talvez para evitar que haja mais uma arma no mundo.

Sim, a deles.

Jerry, não tenho de convencer-te, temos um acordo.

O computador deles. É melhor te habituares a ele.

É como o nosso modelo 366/919, só que muito mais sofisticado.

Que devo fazer?

Destrói a Dehominant enquanto ainda é processado

e apaga a fórmula. - Só isso.

A linguagem do computador é Kazan IV.

Como sabiam que conhecia o Kazan IV? Não o usam nos EUA.

Tentaste que fosse aceite como linguagem internacional

para controlo de processos.

Sabem tudo, não sabem?

Não estarias aqui se não conseguisses, Jerry.

Há algumas coisas que não sabem.

Suponha que está a ser observado.

Suponha que nem chegam a esse computador.

Que queres dizer?

Que talvez devessem pensar numa forma de salvar a vossa pele.

Não... Fui enganado.

Fui enganado!

Jerry, cala-te.

Enjaulem-nos.

Chama-se Nora Pederson. Veio falar com o Dr. Vazan.

Dr. Vazan.

Se lhe for recusada a entrada, será evidente quem é o responsável.

Escolte a Sra. Pederson diretamente para o gabinete do Dr. Vazan.

Dana.

Jerry, podes gritar quanto quiseres, a sala é insonorizada.

Temos todos mais hipóteses de sair daqui se cooperares.

- Depois do que fizeram? - Que planeavas fazer-nos?

Estavas pronto para nos denunciar e, se necessário, matar-nos.

Só estava a tentar ajudar a Judy.

Jerry, para saíres daqui, precisas tanto de nós como nós de ti.

Não me venha com isso.

Mais depressa confiaria neles.

Está tudo bem. Acho que tenho um pneu vazio.

Primeiro, Dr. Vazan, queria fazer-lhe algumas perguntas pessoais.

Sra. Pederson, presumo.

Coronel Leo Orlov ao seu serviço.

- O prazer é meu, coronel. - Por favor, não quero interferir.

Obrigada, coronel.

Os primeiros registos que temos da sua investigação de pesticidas

são de Londres, em 1947.

Que está a fazer?

Vou tornar-me o Dr. Vazan.

Está a tentar enganar-me, não está?

Que é isso?

- Um armário desmontável. - Pois.

Não acredito nisto! Porque estão a fazer isto?

Por muitas razões. Uma delas é muito simples.

Temos um amigo a cerca de 60 metros ao fundo do corredor

que morrerá em 20 minutos se não o ajudarmos.

Uma breve declaração, Dr. Vazan,

sobre porque escolheu a linha específica de investigação

que o levou ao pesticida Z-18.

Pareceu-me que a estrutura molecular do pesticida...

Sra. Pederson, falou numa breve entrevista.

Estou bastante ciente do tempo que estou a demorar.

Acho que o que a jovem está a tentar dizer, coronel,

é que, se nos deixasse em paz, acabaríamos muito mais depressa.

Muito bem.

Como estava a dizer...

Estávamos a falar de estrutura molecular.

Como sabe, a cadeia de carbono no Z-18 é...

Dr. Vazan...

Esta é a fórmula correta do pesticida Z-18?

- A Dana está pronta. - Terminamos num instante.

Estás pronto, Paris?

Que tal?

Perfeito.

Ele não vai enganar ninguém.

Ouçam, palhaços.

Não chegarão à primeira base do computador sem mim.

Vamos de certeza tentar.

- Que mão para o anel? - Esquerda. Dedo anular.

O cabo que está ao fundo do corredor.

Guarda, pode destrancar a porta da sala de autópsias, por favor?

Doutor.

Coronel Orlov. Eu e a Sra. Pederson estávamos a terminar.

Já o tem de volta, coronel.

- Muito obrigada, Dr. Vazan. - Eu é que agradeço.

Terá notícias nossas em breve, de certeza.

Guarda.

Escolte a senhora até ao portão.

Sra. Pederson.

Não durou muito.

Este é o verdadeiro.

- Está a ser rápido. - Vamos observá-lo.

Ainda posso salvá-lo.

Consegue ouvir-me?

Ainda posso salvá-lo, se falar.

É um espécime esplêndido.

Caso contrário, nunca teria sobrevivido tanto tempo.

Barney.

Barney, é o Jim. Ouve.

O Dr. Vazan que te examina agora é, na verdade, o Paris.

Se me entendes,

pisca os olhos duas vezes e ele saberá.

Tome isto.

Muito bem, Barney.

Quero que confesses que dois técnicos...

Podem mesmo ajudar-me?

Sim, podemos.

Então, quero confessar...

Os dois homens com quem estava a trabalhar...

Quem? Quem são eles?

Estão no computador. O Vorek e o Tirkin.

- O Vorek e o Tirkin? - Sim.

Desligaram o sistema de alarme na vedação a norte.

Iam disfarçar o que eu estava a fazer atrás da parede do depósito.

Ainda estão de serviço.

Eles vão fazê-lo sozinhos.

Vão destruir a produção. Nem precisam de mim.

Por favor, ajudem-me.

Mas o indicador de progresso é...

Arranjámos uma forma de contornar isso.

Por favor!

Por favor, ajudem...

Está morto.

Levem-no para a sala de autópsias.

Obrigado, doutor.

Quem mais na base está envolvido nesta trama?

Não há trama, coronel. Estamos inocentes.

Acho que não vai sobreviver.

Saberemos num instante.

Jim.

Doug.

Barney, estás bem.

Isso mesmo, Barney. Vais safar-te.

Quanto tempo temos para chegar ao computador?

Não te preocupes, eu trato disso.

Vão falar, tal como o vosso cúmplice falou.

Vão implorar por uma oportunidade.

- Coronel, o homem mentiu. - Vamos ver quem mente.

Desculpe, coronel.

Estamos a perder tempo. Deixe-me verificar a programação até agora.

Prendam-nos.

Substitua-os.

- Sim? - Mande os técnicos Ivanov e Reshin

para a sala do computador.

Vou perguntar-te de novo. Vais ajudar-nos?

Não.

Barney, descreve-me os passos.

- Jim, não tens hipótese. - Chegámos aqui, temos de tentar.

De modo nenhum, Jim. Nunca conseguirás dar conta disso.

Não há nenhuma maneira.

Barney.

Espere!

- Que queres? - Vai matar-nos a todos.

Só percebeste isso agora?

Espere, venha cá desamarrar-me. Eu trato do computador.

Perdi a hipótese de ser um herói com aqueles tipos.

A única hipótese é convosco.

Venha lá desamarrar-me.

Ouça, não quero morrer mais do que você.

Obrigado.

Barney?

Chamo-me Jerry Carlin.

Posso conseguir fazer o trabalho.

Quais são os números no arranque?

Zero a 210.

Que tal apagar a fórmula?

Execute um disco limpo e pressione a etiqueta de volume.

STM-1.

Vamos.

Jerry, chamas-te Josef Reshin. Nasceste em Strasni.

Os técnicos Ivanov e Reshin apresentam-se, Dr. Vazan.

Doutor.

Não conheço estes homens.

Foram processados antes de você chegar.

Segurança, por favor.

Quero os arquivos dos técnicos Ivanov e Reshin.

Reshin, venha comigo, por favor.

Temos motivos para acreditar que o computador foi adulterado.

Como pode ver, estamos quase na fase final.

Há vários desvios significativos

dos meus procedimentos de produção prescritos,

mas apenas no último estágio. Muito subtil.

- Mas estão lá. - Que vai fazer?

- Tem de recomeçar? - Não.

Vamos corrigir a programação da última fase e retomar a produção.

Ouça, faça estas alterações na programação da última fase

e retome a produção.

A programação está corrigida e a produção está retomada.

Sim?

Obrigado por me avisar.

Está a correr bem.

Sim?

O quê?

Dr. Vazan...

Sim, obrigado.

- Algo se passa. O quê? - Não se passa nada, coronel.

Deixe-me explicar-lhe.

Sabe que fizemos algumas alterações. Veja.

Como está a correr?

- Destruí-lhes a mistura. - A memória da fórmula foi apagada?

Agora, foi.

Doutor.

Atingimos esta fase.

DECOMPOSTA

Examine isto com atenção, coronel, e verá qual é o próximo passo.

- Que fazemos agora? - Saímos do edifício.

- Saímos e pronto? - Jerry...

Sé o mais casual possível e faz tudo o que eu disser.

O grandalhão disse que era só o pé. Ia deixá-lo ir.

Depois, veio o médico, viu o que tinha acontecido.

Fui acionar o alarme e alguém me atacou por trás.

Vai.

Que vão fazer com ele?

Pô-lo onde não possa desenvolver o Dehominant C.

Acredito em si.

Mas há três horas não teria acreditado.

Jerry!

- Que te fizeram? - Não sabes da missa a metade.

Tradução e Legendagem NADINE GIL RTP - Produção

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