Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Bom dia, Sr. Phelps.
Há seis meses, Ramon Prado,
um dos maiores traficantes de droga da América Latina,
subornou um mensageiro da Agência de Narcóticos Pan-Americana
a dar-lhe metade do microfilme
que continha o nome de 16 agentes infiltrados.
A metade do Prado não serve de nada sozinha,
mas há duas semanas,
o seu amargo inimigo do submundo, Arturo Sandoval,
contactou Prado e anunciou que tem a outra metade.
Os dois têm tentado fazer as pazes e juntar as metades do microfilme.
Jim, a sua missão, caso decida aceitá-la,
é conseguir ter em sua posse o microfilme
antes de Prado e Sandoval acordarem os termos das suas tréguas,
o que resultaria na morte certa de 16 agentes infiltrados da ANPA,
cujos nomes estão na fita.
Como sempre, se o senhor ou algum membro da Força M.I.
for capturado ou morto,
o Secretário negará ter conhecimento das vossas ações.
Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos. Boa sorte, Jim.
O MUNDO DOS CÃES
FORÇA DAS MISSÕES IMPOSSÍVEIS
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Está lá fora à porta.
- De qual está à procura? - Do Cavalo Preto.
Fica, Chico, fica.
Lindo menino, Chico. Lindo menino.
Lindo menino. Obrigada.
Um oscilador.
Emite ondas sonoras mais altas do que os humanos ouvem.
O Chico ouviu, mas nós não.
Ótimo, Barney.
Este é o plano da propriedade do Ramon Prado.
Está fortemente vigiada.
O Prado fez milhões em tráfico de drogas.
O dinheiro foi investido em selos raros e moedas.
A sua coleção é como se fosse a sua conta bancárias.
Ele guarda-a aqui, 6 metros abaixo do chão, num bunker.
É como se fosse um cofre e uma galeria.
O aparelho de ar condicionado é aqui no telhado, Barney.
Jim, como é que passamos por este corredor
que liga a casa até ao bunker?
Não é possível, Willy.
Há sempre um guarda aí.
A lista de agentes infiltrados da Narcóticos Pan-Americana
está em código anagramático, que só é decifrado
quando uma das metades está sobreposta à outra metade.
O Prado meteu a sua metade num microponto
e escondeu-o na cara de um dos selos da sua coleção.
O que tens de descobrir, Paris, é qual o selo.
Bom dia, senhor.
Sou o Tito Alvarez, primo do Manuel Alvarez.
Ele está muito doente hoje e pediu-me para o substituir.
Ao telefone disse que era primeiro-oficial no navio
no navio que chegava hoje a Puerto Verde.
Certo, camarada.
O "Kowloon Ranger" fora de Hong Kong.
E que tem algo que eu possa querer comprar?
Sim.
Dê uma olhadela nisto.
Reconhece-a?
A Sikiang Seven,
uma moeda de pedra descoberta na Província de Sikiang, em 1925.
Acredita-se ser do ano 1000 a.C.,
o dinheiro mais antigo já encontrado.
Certo, camarada.
O item mais raro que um colecionador de moedas já viu.
Como é que a conseguiu?
Bem, não vai acreditar nisto,
mas comprei-a por dez dólares a um sujeito em Hong Kong
que não sabia o que tinha.
Tem razão, não acredito em si.
Bem, isso agora pouco importa, não é, camarada?
Se a levar de mim,
o velhote que a tinha não vai criar problemas.
Ele não valia nada da última vez que o vi.
Vamos supor que a quero.
Quanto está a pedir?
Bem, eu...
... gostaria de sugerir uma troca.
A Sikiang Seven por...
... 200 mil dólares em selos da sua coleção.
- Não quer dinheiro? - Não.
Selos são seguros e fáceis de transportar.
Claro que tem de haver algo que consiga vender em Hong Kong.
Onde está a sua coleção?
Está em cima dela. Venha comigo.
Diga ao Sanchez para vir ter à galeria.
Eu sei de um chefe em Hong Kong,
que se especializa em antiguidades inglesas do séc. XIX.
Ele compra quase tudo desse período. Paga qualquer preço.
Veja ali daquele lado.
Céus.
Nunca vi nada assim. Nunca.
Estas belezas sozinhas valem mais de um milhão de dólares.
Fazemos assim, eu aceito qualquer um destes quatro.
Com a exceção do Twopenny Wellington Black,
pode escolher.
Por acaso,
o sujeito que mencionei há pouco tem um Twopenny Wellington.
Vou assumir que não tem a Sikiang Seven consigo.
Por favor, camarada! Não fazia muito sentido.
Mas posso trazê-la até aqui, que tal às cinco da tarde?
- Pode ser às cinco da tarde. - Muito bem.
Ele diz que se chama Lewis Profett.
É o primeiro-oficial no cargueiro, o "Kowloon Ranger".
Vai ver dele.
Senhor.
Gostaria de deixar esta carta para o Harry Snow.
Claro, senhor.
Aquele tipo que acabou de sair.
O que é que tem?
Ele deixou um envelope na secretária para um homem chamado Harry Snow.
Ele é quem eu julgo ser?
O mensageiro não é sempre a mesma pessoa,
mas usam sempre o mesmo nome.
Harry Snow é o teu contacto.
O que veio fazer ao território do Prado?
Vai buscar o envelope.
- Algum correio para o 420? - Sim, senhor.
Parece um número de telefone.
Ligue para 253081, por favor.
Residência Prado, residência Prado.
Victor!
Sim, senhor?
Passa-se algo com o ar condicionado.
Chame alguém para o arranjar.
Sim, senhor.
Estou? Sim.
Fala da empresa de Ar Condicionado Montez.
Chegará alguém em 20 minutos.
Há mais de 100 mil dólares aqui.
Andre Armand.
Ernst Konrad.
Frederik Carson.
O nome de código que o mensageiro usou no Balkans.
A válvula da bomba de água estava de fora.
- Acho que isso gerou o problema. - Acha?
Bem, ou é isso ou o termóstato, mas acho que era a válvula.
Não ache, tenha a certeza.
Boa tarde, senhor Snow.
Quem é? O que faz aqui?
As minhas desculpas, mas tinha de confirmar que é o Harry Snow.
- O que quer com o Harry Snow? - Eu sou o Arturo Sandoval.
Isso interessa-me?
- Não lhe interessa? - Não.
Acho isso difícil de acreditar.
Tirando o facto de ser novo na sua organização,
os seus empregadores tê-lo-iam informado sobre mim.
Que organização? Que empregadores?
Eu não sei o que procura, mas tem o homem errado.
Diga-lhe para largar.
Não, você é o Harry Snow.
Contudo, há algo errado, está no território do Prado
e eu quero saber porquê?
Estou aqui para falar com o Prado.
Os meus amigos na América pensam fazer negocio
com ele e não consigo, a partir de agora.
- Porquê? - Eles confiam nele.
E em mim não? O que é que eu fiz?
Fale.
Parece-me bem.
Vou ver a temperatura agora.
Baixou para os 25 graus.
Bem, então está tudo bem.
De que é que me está a acusar?
Não o estou a acusar de nada.
É como os meus amigos se sentem.
Ponha-se no lugar deles.
Os agentes infiltrados não chegaram a si,
mas têm estado em cima da operação do Prado.
E assumem que eu fiz um acordo?
Você recusou-se a cooperar com o Prado no microfilme.
Isso ajuda a agência de narcóticos.
Isso é uma mentira.
O Prado sabe que junto a minha metade à dele a qualquer altura,
se ele me disser o preço certo.
Mas o seu preço é alto. Leva-o à falência.
Mister Sandoval, eu vim aqui falar com o Prado,
mas se quer um conselho eu dou-lho.
Sim?
Não atire areia aos olhos do Prado.
Colabore com ele.
Junte a sua metade com a dele,
descubram os agentes infiltrados e eliminem-nos.
Vão ganhar os dois.
E se eu me recusar a fazê-lo?
Não verá nem mais um cêntimo dos meus amigos.
Eu consigo encontrar mais clientes.
Claro que consegue, desde que esteja cá para os procurar.
Devo levar isso como uma ameaça à minha vida?
Se conhecesse os meus amigos como eu, levaria...
Aqui está.
- O Twopenny Wellington Black. - Deve ser.
O Prado ia dar selos
que valiam duas ou três vezes mais que o Wellington.
- Willy, prepara a imprensa. - Sim.
Residência Prado.
Este é o Arturo Sandoval. Quero falar com o Prado.
Um momento.
Olá, Prado?
O que foi, Sandoval?
Quero vê-lo.
Se não tiver algo de novo para contar,
não vamos perder tempo.
Acabei de ter uma reunião com o Harry Snow.
Você conhecê-lo.
E então?
Acho que podemos chegar a um acordo.
Às seis da tarde na minha casa.
Lá estarei.
Seis da tarde,
isso dá menos de uma hora depois de chegarmos ao Prado
para ir buscar o selo ao bunker. - E pô-lo de volta.
- Consegues? - Temos outra escolha?
Satisfeito?
Não, nem por isso.
O que está a fazer?
A verdadeira Sikiang Seven pesa 2.2 gramas.
Este pesa 2.7 gramas.
- Sanchez! - Espere um pouco.
Se essa moeda não é verdadeira, então eu juro que não sabia.
Mentiroso, não é o primeiro-oficial no "Kowloon Ranger".
O navio ancorou uma hora depois de me visitar esta manhã.
Revistem-no!
Esperem, eu posso explicar isso.
Sim, eu também.
Você usou uma Sikiang Seven falsa para entrar em minha casa,
depois ofereceu-se para trocar a moeda por selos
na esperança de trocar esta imitação pelo Wellington Black real.
Agora diga-me, porquê o Wellington Black?
Sabe, eu...
Foi a que consegui falsificar.
Isso é mentira.
Tudo bem, tudo bem.
Eu queria o Wellington porque sei o que ele tem.
Livrem-se dele.
Esperem um minuto, esperem um minuto.
Talvez ainda possamos fazer negócio.
Está a falar de quê?
A outra metade da lista.
O que tem a outra metade da lista?
Eu tenho-a.
Está outra vez a mentir.
Como tem a certeza?
Porque o homem que tem a outra metade da lista chega cá às 18h.
Está errado, Prado.
O homem com a outra metade da lista está aqui mesmo. Agora mesmo.
Alguém o enganou, camarada.
Se tem o microfilme como é que o conseguiu?
Comprei-o a um sujeito em Hong Kong.
- Como... - Tudo bem.
Tenho trabalhado com os compradores na América,
e recebi uma pista sobre o agente que estava a carregá-la, e onde ia.
E encontrei-me com ele.
Onde está ele agora?
No cofre no hotel.
Mas eu sou o único que o consegue ir buscar.
Estou a perceber.
Sanchez, vá com ele buscá-lo.
Quando é que falamos de preços?
Quando eu vir o que tem.
Acho que não tenho grande escolha, certo?
Não, não tem.
- Sim? - O Harry Snow está no portão.
- Ele quer vê-lo, senhor. - Harry Snow?
Tudo bem. Vejo-o no meu escritório.
Está livre.
Vem, Chico.
Lindo menino.
Lindo menino, Chico.
Fica, Chico. Lindo menino.
Fica Chico.
Lindo menino, Chico.
Vim cedo, senhor Prado,
porque queria falar sobre o Sandoval.
O que é que ele tem?
Nunca se perguntou porque é que os agentes de narcóticos
estão a magoá-lo a si e não a ele?
Claro que já,
mas sou um homem que prefere guardar as especulações para si mesmo.
E já que a questão vai ser respondida esta tarde,
não vejo razão para teorizar. Aqui tem.
Quieto, Samson!
Não se está a mexer.
O cão mete-lhe medo.
Vai lá, Chico. Vai lá, menino.
Desculpe, o cão pôs-me nervoso.
Vai lá, Chico, vai lá.
Lindo menino, Chico. Lindo menino.
Quero o envelope que deixei no cofre.
O seu recibo, senhor?
Lindo menino, Chico.
Deixa, deixa.
Fica, fica.
Aqui tem, senhor.
Entre.
O que foi?
O senhor Sandoval está no portão.
Chegou dez minutos antes.
Deixem-no entrar.
Apanha-o, segura.
Lindo menino, Chico, lindo menino, Chico.
Chegou mais cedo.
A grelha não abriu.
Por aqui, cavalheiros.
A porta elétrica mexeu com o sinal.
Encontrarei outra frequência.
Aqui está a minha metade da lista.
Onde está a sua?
Fica, Chico. Fica menino.
Vá lá, Chico.
Vá lá!
Não está aí nada, é uma sopa de letras.
O que é isto, Prado?
Que tipo de piada de mau gosto estás a tentar usar?
Um está a mentir.
Isso é bastante óbvio, mas qual?
Vamos descobrir em breve.
O que é isto?
Já vai ver.
Então, Sandoval.
Tantos mistérios são tão facilmente explicados.
Não! Não, isso não é verdade!
Como a sua operação corre tão bem e...
Isso é mentira!
A minha teve tantos problemas com a agência de narcóticos.
Estou em dívida para consigo.
- Vou deixá-lo consigo. - Não, não, espere!
Oiça, alguém nos enganou aos dois.
Eu falo consigo mais tarde, senhor Prado.
Saia daqui e nunca mais volte.
Deixe-o ir.
Prado, tem de me ouvir! Eu juro!
Alguém está a fazer de nós parvos, tem de acreditar em mim.
É a única razão para o meu nome estar na lista.
Sandoval, eu prefiro a minha explicação.
- Sanchez. - Prado, por favor, Prado!
Operadora, passe-me à polícia.
Tradução e Legendagem MARINA PINTO RTP - Produção
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.