Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Boa tarde, Sr. Phelps. O homem que está a ver
é o excêntrico colecionador de arte Victor Laszlo,
que organizou o roubo da única cópia de uma nova fórmula
de combustível vital para a defesa antimíssil da América.
O roubo foi executado pelo parceiro de Laszlo, Ray Dunson,
que também matou o único cientista americano capaz de copiar a fórmula.
Cientistas inimigos resolveram recentemente o mesmo problema,
pelo que não precisam da nossa cópia da fórmula,
mas pagarão bem a Laszlo pelo privilégio de a destruir,
pondo-nos assim anos atrás deles em capacidade militar.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
é a de recuperar a fórmula.
Como sempre, se o senhor ou algum membro da Força M.I.
for capturado ou morto,
o Secretário negará ter conhecimento das vossas ações.
Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.
Boa sorte, Jim.
FORÇA DAS MISSÕES IMPOSSÍVEIS
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Podemos trocar estas janelas opticamente?
Sim, Jim. O fosco já está feito.
Só tens de filmar o que se passa na sala do 11.° andar
e eu vou movê-la opticamente para o 12.° andar.
Ótimo.
O decorador do Laszlo fez um excelente trabalho.
O apartamento é lindo. Um local fabuloso.
Não te deixes enganar, Gillian.
É também uma fortaleza.
O Laszlo instalou dispositivos de segurança sofisticados.
Qualquer pessoa que tente entrar à força
acionará automaticamente o mecanismo explosivo no cofre atrás do quadro.
Mas, com a ajuda do Miller e disto, entrar não deve ser problema.
O cofre funciona com três botões. Esquerda, direita e centro.
Jim, o Miller e o Dunson estão com o Laszlo há vários anos.
Já estiveram no apartamento.
Sim, mas só veem o que esperam ver.
Já acabaram de instalar o elevador privado no 11.° andar?
Sim, Jim. Só temos de instalar a sobreposição do controlo remoto.
Jim, que sarilhos terá a Gillian quando o Laszlo souber a verdade?
O Laszlo é suficientemente esperto para não a magoar.
O perigo é o Dunson. Ele é um assassino profissional.
Não podes permitir que tente convencer o Laszlo a livrar-se de ti.
Já que a R.P.U incumbiu o Laszlo de roubar a fórmula,
achas que ele vai ouvir a nossa proposta?
Sim. Em primeiro lugar, o Laszlo é um amante de arte.
Juntamos isso à sua ganância insaciável e encontramos a tentação perfeita:
O lendário Buda de Pequim.
- Bom dia, Sr. Dunson. - Tudo tranquilo, Miller?
Bom dia, Ray.
As Agrias sardanapalus brasileiras.
A borboleta mais rara do mundo. É bonita, não é?
- Um uísque leve e gasosa? - Um uísque forte e gasosa.
Passa-se alguma coisa?
Não.
Só queria que isto já tivesse acabado.
Preocupas-te demais, Dunson.
Não foste tu que mataste o cientista.
Enquanto tivermos a fórmula, ninguém pode provar nada.
- Há formas de entrar em cofres. - De acordo.
Mas só um génio pode entrar no meu sem fazer explodir as provas.
- Só? - Sim.
Esta manhã, instalei outro dispositivo de segurança
que torna o cofre inacessível.
- Qual é? - Se dissesse, não seria inacessível.
Ao nosso sucesso.
Sim?
Sra. Collins. Vim ver o Sr. Laszlo.
Sim, Miller? Quem?
Uma negociante de arte. Peça-lhe que deixe um cartão.
O quê?
Isso é diferente. Mande-a subir.
Sim, Sra. Collins. Vou já ter consigo.
Um negócio de arte. Não vai demorar. Espera no escritório.
Sra. Collins.
O Buda de Pequim desapareceu na invasão japonesa da China,
há mais de trinta anos.
Ninguém o viu desde então.
Se for uma fraude, simplesmente uma réplica idêntica,
eu saberia assim que a visse.
Claro que sim.
Qualquer colecionador com a sua reputação o faria.
É genuíno.
Se for, não tem preço.
Porque acha que eu poderia comprá-lo?
As pessoas que represento conhecem os seus bens disponíveis.
Estão interessadas num em particular.
Consideram-no tão inestimável como o Buda.
Estou a ver.
Essas pessoas que representa são...
São quem tem mais probabilidade de ter o Buda de Pequim.
Dê-me licença.
- Barney? - Está feito, Jim.
Quero que sigas a Sra. Collins. Descobre tudo o que puderes.
Muito bem. Como é este Buda de Pequim?
Ela sai dentro de alguns minutos.
Sra. Collins, a sua proposta interessa-me,
mas os seus termos colocar-me-iam num posição frágil.
Estou a ver.
No entanto, podemos fazer negócio.
Essas pessoas que representa,
serve-as por lealdade?
Sou demasiado egoísta para ser leal a uma pessoa ou a um país.
Sou um intermediário pago. Porque é que pergunta isso?
Quero o Buda e em breve terei uma grande quantidade de dinheiro.
Seria muito difícil obter o Buda numa transação em dinheiro puro.
Difícil, mas não impossível.
Terei de ver.
- Vou precisar de duas horas. - Com certeza.
Devo dizer-lhe que, se conseguir,
eu seria muito generoso na comissão do intermediário.
Isso é certamente um incentivo, Sr. Laszlo.
30 segundos, Paris.
Estarei pronto quando ligar ao Miller.
Estou pronto, Jim.
- Miller. - Sim, Sr. Laszlo.
Miller, querido rapaz... Sobe por um momento, por favor.
Sim, senhor.
Miller.
Deixa estar, já tratei do assunto. Podes voltar a descer.
Sim, senhor.
Correu bem?
Temos impressões digitais prontas para processar.
Ótimo. O Miller pensava mesmo que estava no 12.° andar, Paris.
As pessoas veem o que esperam ver.
Erick.
Pronto, Paris?
Sim?
Boa tarde, posso ajudá-lo?
Sim, acho que pode, Padre.
O meu nome é Keller.
Sou escritor da Art World,
a revista para colecionadores de arte.
Se está a vender revistas...
Já passou muito tempo no Oriente?
Sim, até à revolução.
Depois, fui forçado a sair.
- Mas não vejo o que tem a ver com... - A Art World?
Já ouviu falar do Buda de Pequim?
Claro, o famoso tesouro de arte perdido.
A nossa revista soube que o Buda de Pequim foi encontrado
e trazido para este país. - Para este país?
- Continuo sem perceber. - Por si, Padre.
Por mim?
Não, Sr. Keller, está muito enganado.
Se me der licença,
prometi fazer uma chamada a um dos membros da minha paróquia.
Sr. Simpson, Serviços de Inteligência.
É o Padre Roberts. É muito urgente.
Sr. Simpson, acho melhor vir aqui.
Está aqui um homem chamado Keller, da revista Art World.
Dez minutos? Vou tentar mantê-lo aqui.
Não consegui persuadi-los.
Pedem que reconsidere a proposta original.
O Buda pela fórmula.
Não consigo compreendê-los.
O seu desenvolvimento militar não está avançado para fazer uso dela.
Talvez não, mas esse dia chegará.
Sentem que têm uma ferramenta de negociação persuasiva.
Estou a ver.
- Sra. Collins, lamento... - Acrescentaram uma coisa.
Juntamente com o Buda, dar-lhe-ão 10 milhões de dólares.
- Há quanto tempo? - Há alguns minutos.
Ela estava sozinha?
Mais ninguém entra ou sai.
A minha praticidade não me permite aceitar nenhuma das propostas.
Tenho uma política empresarial
de não lidar com dois concorrentes ao mesmo tempo.
Torna-se demasiado perigoso.
Especialmente quando um deles se zanga.
Eles sabem disso.
Estão dispostos a dar-lhe proteção.
- Como? - Vão deixá-lo viver no país deles.
Que generoso da parte deles.
No entanto, a longo prazo,
o clima do país deles seria prejudicial para a minha saúde.
- Chegou o meu sócio. Com licença. - Claro.
Tens a certeza?
Afirmativo.
O padre ligou aos Serviços de Inteligência Americanos.
Sra. Collins, o meu sócio, o Sr. Dunson.
Infelizmente, ele deu-me notícias perturbadoras
que afetam a negociação.
O que lhe disse?
Que é uma agente americana.
Creio que me deve uma explicação.
Não vejo porque negociar com os americanos deva mudar alguma coisa.
Queremos a fórmula e temos o Buda de Pequim.
- Querida Sra. Collins... - O nosso acordo pode manter-se.
O Buda pela fórmula.
- Com licença, Sra. Collins. - Como?
Está a tapar a minha visão.
Obrigado.
Agora.
Não te safarias com isso, Victor.
A R.P.U não dará favorecimentos se te cruzares no caminho deles.
Matam-nos imediatamente.
Não vão apanhar-vos.
Eu disse que vos protegeríamos.
É o que diz.
Seria lamentável se decidisse não o fazer.
Seria um favor se os meus amigos da cortina de ferro nos eliminassem.
Garanto-vos proteção.
Sra. Collins, depois de todas as mentiras que disse esta tarde,
não acreditaria em si se a minha vida dependesse disso.
O que é que vamos fazer com ela?
Sim, isso é um problema.
As pessoas caem acidentalmente das janelas todos dias.
Infelizmente, acho que ela tem amigos à sua espera lá fora.
Se alguma coisa me acontecer, talvez interrompam a sua reunião esta tarde.
Não queríamos isso.
Adeus, Sra. Collins.
Se mudar de ideias, sabe onde me encontrar.
Tenho de ir à minha consulta no ginásio.
Continuas a tentar emagrecer, caro rapaz...
- Não te esqueças da nossa reunião. - Não vou esquecer.
Quem são vocês?
Quem são vocês?
O que estou aqui a fazer? Onde estou?
Quando é que tu e o Laszlo decidiram quebrar o nosso acordo?
Convosco?
Vocês...
Não, espera aí. Isso não é verdade.
Vamos avançar com o acordo, como combinado!
Conhece esta mulher?
Sim.
Chama-se Collins.
Ela veio ter connosco e disse que era representante de um asiático...
Ela é uma agente americana!
Sim, eu sei. Nós descobrimos.
Dissemos-lhe que não.
Dissemos-lhe que não havia acordo.
Estamos comprometidos com o vosso povo e o acordo que fizemos.
Porque que é que o Laszlo pôs a fórmula na sala secreta?
Não sei nada sobre isso.
O que está a tentar fazer? Que sala secreta?
Silêncio.
E observa.
Não acredito!
O Laszlo não nos trairia.
Têm de acreditar em mim.
Nunca vi e nem sequer sabia da existência daquela sala.
O Laszlo abriu o cofre quando eu não estava lá.
Ele disse-me que íamos recusar a oferta americana.
Também me enganou.
Acreditem em mim, ele traiu-nos a todos.
Mas...
Mas o quê?
- Quando é que isto foi filmado? - Esta manhã.
Porquê?
Nada.
Deve tê-lo feito quando tapou a visão por alguns segundos.
O que fez?
Desligou o dispositivo de segurança extra.
Ele mandou instalar um novo esta manhã.
Estou a ver. Como é que funciona?
Não sei, ele não me disse.
Disse apenas que o tornou inacessível.
Levem-no para o carro.
Barney.
Não abras o cofre.
O Laszlo instalou outro dispositivo de segurança.
Não consigo ver nada, Jim.
Ouve o que acontece quando o Laszlo abre o cofre duplicado.
Está bem.
Decidi confiar em si,
mas se se cruzar no nosso caminho... - Acredite, pode confiar em mim.
Estou a dar-lhe oportunidade de o provar.
- Agora? - Sim.
Volte para o Laszlo. Descubra tudo o que puder.
- Está bem. - Vou esperar por si aqui.
O Dunson entrou na nossa sala secreta.
Podemos concluir os negócios no meu escritório.
Espero que a minha insistência no dinheiro não a tenha incomodado.
Teríamos honrado o cheque.
Não duvido.
Mas 10 milhões de dólares é muito dinheiro.
Alguém podia mudar de ideias e pôr fim ao pagamento.
Conte.
Não, eu confio em si. Vou só fazer uma verificação.
- Satisfeito? - Muito.
A fórmula.
Isso não vai ser possível, Sra. Collins.
Não gosto dessas brincadeiras, Sr. Laszlo.
Dê-me a fórmula já.
Vai tê-la depois de o Buda ser autenticado.
Não foi esse o nosso acordo.
O acordo foi alterado.
Correção.
O acordo foi terminado.
Como desejar.
Vou buscar o Buda.
Está a cometer um grande erro.
Tenho a intenção de lhe dar a fórmula depois de o Buda ser autenticado.
Acho que está a mentir.
Acho que está a planear dá-la à R.P.U.
Não tenho intenção de lhes dar nada, exceto um cofre vazio.
Eles matá-lo-iam.
Não se lhes disser que fui assaltado.
Não iriam acreditar nisso.
Ninguém entra naquele cofre sem o explodir.
Há uma pessoa.
- O Dunson. - Exatamente.
Eu pensei muito bem nisto.
Pretendo dar-lhe a fórmula.
Ainda quer o Buda?
- Sra. Collins? - Pode avançar.
Mande autenticá-lo.
Espero que não haja táticas para atrasar o acordo.
Como disse, Sr. Laszlo,
duas partes a negociar ao mesmo tempo podem ser muito perigosas.
Já lhe disseram que fica extremamente atraente a ameaçar?
Sr. Laszlo.
É tudo verdade.
Vi a sala.
O Laszlo fez um acordo com os americanos.
Ele viu-o? Ele sabe que descobrimos?
Não. O que vamos fazer?
Onde está a fórmula?
Na sala secreta.
Volte para lá. Vá à reunião com os nossos.
Eles chegam a qualquer momento.
Eles sabem tudo,
incluindo a sua cooperação connosco.
Compreendo.
Vamos deixar o Laszlo jogar o seu joguinho, não é?
Exatamente.
Pode provar novamente a sua lealdade, se desejar.
Decidi confiar em si.
Aqui está a sua arma.
Sr. Markoff e cavalheiros.
Estava à vossa espera.
- Aceitam uma bebida? - Não, obrigado, Sr. Laszlo.
Queremos concluir a transação rapidamente.
Claro. O meu sócio chegará em breve. Quando ele chegar, podemos começar.
Ótimo, chegaste.
- Acho que conhece toda a gente aqui. - Sim, acho que conheço todos.
Podemos começar.
- Desapareceu! - O quê?
O cofre está vazio!
- Se isto é algum tipo de jogo... - Não é!
Foi roubado! Fomos assaltados!
- Fomos, Victor? - Sim!
- Disseste que era inacessível. - E era!
Só tu e eu sabíamos do novo dispositivo.
- Tu... Tu roubaste-o! - Como?
Nunca me disseste como funcionava.
Falei-te dele esta manhã. O que estás a tentar fazer?
Podes parar de fingir, Victor.
Acabou-se. Todos sabemos o que andas a tramar.
Espera! Deixa-o acabar.
O teu plano inteligente não funcionou porque descobrimos.
Que plano? Não sei do que estás a falar.
O meu parceiro mentiroso e trapaceiro!
Ias ficar rico e eu ia levar com as culpas!
Dunson, para! Não sabes do que estás a falar!
- Abre! - Abro o quê?
A sala secreta.
Onde escondeste a fórmula e o Buda de Pequim.
Abre a porta!
Sala secreta? Estás louco! Não há sala secreta!
Dê-me isso.
Agora.
Se nos mostrar a sala secreta onde está a fórmula...
Claro que sim.
É aqui.
Se pressionar o painel, a estante vira para trás.
A sala fica mesmo atrás da estante.
Eu vi-a.
Deve estar presa.
Há um cofre no interior com a fórmula e o Buda de Pequim.
Os americanos deram ao Laszlo o Buda em pagamento pela fórmula,
mas nós impedimo-lo.
Enviou o seu próprio homem para me mostrar a gravação.
A gravação da sala...
Eu vi a sala, estava lá!
Tem...
Tem de estar lá!
Tem de abrir! Está lá, eu vi!
Porque é que não abre? Tem de abrir!
Jim... Acho que descobri uma coisa.
A combinação está no nove.
No cofre verdadeiro, a última tranqueta foi o cinco.
Penso que a jogada do Laszlo pode ser o novo dispositivo de segurança.
Consegui, Jim.
Tradução e Legendagem BÁRBARA SILVEIRA RTP - Produção
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.