All language subtitles for Mission- Impossible S04 E10 The Double Circle

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Original subtitles

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Boa tarde, Sr. Phelps. O homem que está a ver

é o excêntrico colecionador de arte Victor Laszlo,

que organizou o roubo da única cópia de uma nova fórmula

de combustível vital para a defesa antimíssil da América.

O roubo foi executado pelo parceiro de Laszlo, Ray Dunson,

que também matou o único cientista americano capaz de copiar a fórmula.

Cientistas inimigos resolveram recentemente o mesmo problema,

pelo que não precisam da nossa cópia da fórmula,

mas pagarão bem a Laszlo pelo privilégio de a destruir,

pondo-nos assim anos atrás deles em capacidade militar.

A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,

é a de recuperar a fórmula.

Como sempre, se o senhor ou algum membro da Força M.I.

for capturado ou morto,

o Secretário negará ter conhecimento das vossas ações.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

FORÇA DAS MISSÕES IMPOSSÍVEIS

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Podemos trocar estas janelas opticamente?

Sim, Jim. O fosco já está feito.

Só tens de filmar o que se passa na sala do 11.° andar

e eu vou movê-la opticamente para o 12.° andar.

Ótimo.

O decorador do Laszlo fez um excelente trabalho.

O apartamento é lindo. Um local fabuloso.

Não te deixes enganar, Gillian.

É também uma fortaleza.

O Laszlo instalou dispositivos de segurança sofisticados.

Qualquer pessoa que tente entrar à força

acionará automaticamente o mecanismo explosivo no cofre atrás do quadro.

Mas, com a ajuda do Miller e disto, entrar não deve ser problema.

O cofre funciona com três botões. Esquerda, direita e centro.

Jim, o Miller e o Dunson estão com o Laszlo há vários anos.

Já estiveram no apartamento.

Sim, mas só veem o que esperam ver.

Já acabaram de instalar o elevador privado no 11.° andar?

Sim, Jim. Só temos de instalar a sobreposição do controlo remoto.

Jim, que sarilhos terá a Gillian quando o Laszlo souber a verdade?

O Laszlo é suficientemente esperto para não a magoar.

O perigo é o Dunson. Ele é um assassino profissional.

Não podes permitir que tente convencer o Laszlo a livrar-se de ti.

Já que a R.P.U incumbiu o Laszlo de roubar a fórmula,

achas que ele vai ouvir a nossa proposta?

Sim. Em primeiro lugar, o Laszlo é um amante de arte.

Juntamos isso à sua ganância insaciável e encontramos a tentação perfeita:

O lendário Buda de Pequim.

- Bom dia, Sr. Dunson. - Tudo tranquilo, Miller?

Bom dia, Ray.

As Agrias sardanapalus brasileiras.

A borboleta mais rara do mundo. É bonita, não é?

- Um uísque leve e gasosa? - Um uísque forte e gasosa.

Passa-se alguma coisa?

Não.

Só queria que isto já tivesse acabado.

Preocupas-te demais, Dunson.

Não foste tu que mataste o cientista.

Enquanto tivermos a fórmula, ninguém pode provar nada.

- Há formas de entrar em cofres. - De acordo.

Mas só um génio pode entrar no meu sem fazer explodir as provas.

- Só? - Sim.

Esta manhã, instalei outro dispositivo de segurança

que torna o cofre inacessível.

- Qual é? - Se dissesse, não seria inacessível.

Ao nosso sucesso.

Sim?

Sra. Collins. Vim ver o Sr. Laszlo.

Sim, Miller? Quem?

Uma negociante de arte. Peça-lhe que deixe um cartão.

O quê?

Isso é diferente. Mande-a subir.

Sim, Sra. Collins. Vou já ter consigo.

Um negócio de arte. Não vai demorar. Espera no escritório.

Sra. Collins.

O Buda de Pequim desapareceu na invasão japonesa da China,

há mais de trinta anos.

Ninguém o viu desde então.

Se for uma fraude, simplesmente uma réplica idêntica,

eu saberia assim que a visse.

Claro que sim.

Qualquer colecionador com a sua reputação o faria.

É genuíno.

Se for, não tem preço.

Porque acha que eu poderia comprá-lo?

As pessoas que represento conhecem os seus bens disponíveis.

Estão interessadas num em particular.

Consideram-no tão inestimável como o Buda.

Estou a ver.

Essas pessoas que representa são...

São quem tem mais probabilidade de ter o Buda de Pequim.

Dê-me licença.

- Barney? - Está feito, Jim.

Quero que sigas a Sra. Collins. Descobre tudo o que puderes.

Muito bem. Como é este Buda de Pequim?

Ela sai dentro de alguns minutos.

Sra. Collins, a sua proposta interessa-me,

mas os seus termos colocar-me-iam num posição frágil.

Estou a ver.

No entanto, podemos fazer negócio.

Essas pessoas que representa,

serve-as por lealdade?

Sou demasiado egoísta para ser leal a uma pessoa ou a um país.

Sou um intermediário pago. Porque é que pergunta isso?

Quero o Buda e em breve terei uma grande quantidade de dinheiro.

Seria muito difícil obter o Buda numa transação em dinheiro puro.

Difícil, mas não impossível.

Terei de ver.

- Vou precisar de duas horas. - Com certeza.

Devo dizer-lhe que, se conseguir,

eu seria muito generoso na comissão do intermediário.

Isso é certamente um incentivo, Sr. Laszlo.

30 segundos, Paris.

Estarei pronto quando ligar ao Miller.

Estou pronto, Jim.

- Miller. - Sim, Sr. Laszlo.

Miller, querido rapaz... Sobe por um momento, por favor.

Sim, senhor.

Miller.

Deixa estar, já tratei do assunto. Podes voltar a descer.

Sim, senhor.

Correu bem?

Temos impressões digitais prontas para processar.

Ótimo. O Miller pensava mesmo que estava no 12.° andar, Paris.

As pessoas veem o que esperam ver.

Erick.

Pronto, Paris?

Sim?

Boa tarde, posso ajudá-lo?

Sim, acho que pode, Padre.

O meu nome é Keller.

Sou escritor da Art World,

a revista para colecionadores de arte.

Se está a vender revistas...

Já passou muito tempo no Oriente?

Sim, até à revolução.

Depois, fui forçado a sair.

- Mas não vejo o que tem a ver com... - A Art World?

Já ouviu falar do Buda de Pequim?

Claro, o famoso tesouro de arte perdido.

A nossa revista soube que o Buda de Pequim foi encontrado

e trazido para este país. - Para este país?

- Continuo sem perceber. - Por si, Padre.

Por mim?

Não, Sr. Keller, está muito enganado.

Se me der licença,

prometi fazer uma chamada a um dos membros da minha paróquia.

Sr. Simpson, Serviços de Inteligência.

É o Padre Roberts. É muito urgente.

Sr. Simpson, acho melhor vir aqui.

Está aqui um homem chamado Keller, da revista Art World.

Dez minutos? Vou tentar mantê-lo aqui.

Não consegui persuadi-los.

Pedem que reconsidere a proposta original.

O Buda pela fórmula.

Não consigo compreendê-los.

O seu desenvolvimento militar não está avançado para fazer uso dela.

Talvez não, mas esse dia chegará.

Sentem que têm uma ferramenta de negociação persuasiva.

Estou a ver.

- Sra. Collins, lamento... - Acrescentaram uma coisa.

Juntamente com o Buda, dar-lhe-ão 10 milhões de dólares.

- Há quanto tempo? - Há alguns minutos.

Ela estava sozinha?

Mais ninguém entra ou sai.

A minha praticidade não me permite aceitar nenhuma das propostas.

Tenho uma política empresarial

de não lidar com dois concorrentes ao mesmo tempo.

Torna-se demasiado perigoso.

Especialmente quando um deles se zanga.

Eles sabem disso.

Estão dispostos a dar-lhe proteção.

- Como? - Vão deixá-lo viver no país deles.

Que generoso da parte deles.

No entanto, a longo prazo,

o clima do país deles seria prejudicial para a minha saúde.

- Chegou o meu sócio. Com licença. - Claro.

Tens a certeza?

Afirmativo.

O padre ligou aos Serviços de Inteligência Americanos.

Sra. Collins, o meu sócio, o Sr. Dunson.

Infelizmente, ele deu-me notícias perturbadoras

que afetam a negociação.

O que lhe disse?

Que é uma agente americana.

Creio que me deve uma explicação.

Não vejo porque negociar com os americanos deva mudar alguma coisa.

Queremos a fórmula e temos o Buda de Pequim.

- Querida Sra. Collins... - O nosso acordo pode manter-se.

O Buda pela fórmula.

- Com licença, Sra. Collins. - Como?

Está a tapar a minha visão.

Obrigado.

Agora.

Não te safarias com isso, Victor.

A R.P.U não dará favorecimentos se te cruzares no caminho deles.

Matam-nos imediatamente.

Não vão apanhar-vos.

Eu disse que vos protegeríamos.

É o que diz.

Seria lamentável se decidisse não o fazer.

Seria um favor se os meus amigos da cortina de ferro nos eliminassem.

Garanto-vos proteção.

Sra. Collins, depois de todas as mentiras que disse esta tarde,

não acreditaria em si se a minha vida dependesse disso.

O que é que vamos fazer com ela?

Sim, isso é um problema.

As pessoas caem acidentalmente das janelas todos dias.

Infelizmente, acho que ela tem amigos à sua espera lá fora.

Se alguma coisa me acontecer, talvez interrompam a sua reunião esta tarde.

Não queríamos isso.

Adeus, Sra. Collins.

Se mudar de ideias, sabe onde me encontrar.

Tenho de ir à minha consulta no ginásio.

Continuas a tentar emagrecer, caro rapaz...

- Não te esqueças da nossa reunião. - Não vou esquecer.

Quem são vocês?

Quem são vocês?

O que estou aqui a fazer? Onde estou?

Quando é que tu e o Laszlo decidiram quebrar o nosso acordo?

Convosco?

Vocês...

Não, espera aí. Isso não é verdade.

Vamos avançar com o acordo, como combinado!

Conhece esta mulher?

Sim.

Chama-se Collins.

Ela veio ter connosco e disse que era representante de um asiático...

Ela é uma agente americana!

Sim, eu sei. Nós descobrimos.

Dissemos-lhe que não.

Dissemos-lhe que não havia acordo.

Estamos comprometidos com o vosso povo e o acordo que fizemos.

Porque que é que o Laszlo pôs a fórmula na sala secreta?

Não sei nada sobre isso.

O que está a tentar fazer? Que sala secreta?

Silêncio.

E observa.

Não acredito!

O Laszlo não nos trairia.

Têm de acreditar em mim.

Nunca vi e nem sequer sabia da existência daquela sala.

O Laszlo abriu o cofre quando eu não estava lá.

Ele disse-me que íamos recusar a oferta americana.

Também me enganou.

Acreditem em mim, ele traiu-nos a todos.

Mas...

Mas o quê?

- Quando é que isto foi filmado? - Esta manhã.

Porquê?

Nada.

Deve tê-lo feito quando tapou a visão por alguns segundos.

O que fez?

Desligou o dispositivo de segurança extra.

Ele mandou instalar um novo esta manhã.

Estou a ver. Como é que funciona?

Não sei, ele não me disse.

Disse apenas que o tornou inacessível.

Levem-no para o carro.

Barney.

Não abras o cofre.

O Laszlo instalou outro dispositivo de segurança.

Não consigo ver nada, Jim.

Ouve o que acontece quando o Laszlo abre o cofre duplicado.

Está bem.

Decidi confiar em si,

mas se se cruzar no nosso caminho... - Acredite, pode confiar em mim.

Estou a dar-lhe oportunidade de o provar.

- Agora? - Sim.

Volte para o Laszlo. Descubra tudo o que puder.

- Está bem. - Vou esperar por si aqui.

O Dunson entrou na nossa sala secreta.

Podemos concluir os negócios no meu escritório.

Espero que a minha insistência no dinheiro não a tenha incomodado.

Teríamos honrado o cheque.

Não duvido.

Mas 10 milhões de dólares é muito dinheiro.

Alguém podia mudar de ideias e pôr fim ao pagamento.

Conte.

Não, eu confio em si. Vou só fazer uma verificação.

- Satisfeito? - Muito.

A fórmula.

Isso não vai ser possível, Sra. Collins.

Não gosto dessas brincadeiras, Sr. Laszlo.

Dê-me a fórmula já.

Vai tê-la depois de o Buda ser autenticado.

Não foi esse o nosso acordo.

O acordo foi alterado.

Correção.

O acordo foi terminado.

Como desejar.

Vou buscar o Buda.

Está a cometer um grande erro.

Tenho a intenção de lhe dar a fórmula depois de o Buda ser autenticado.

Acho que está a mentir.

Acho que está a planear dá-la à R.P.U.

Não tenho intenção de lhes dar nada, exceto um cofre vazio.

Eles matá-lo-iam.

Não se lhes disser que fui assaltado.

Não iriam acreditar nisso.

Ninguém entra naquele cofre sem o explodir.

Há uma pessoa.

- O Dunson. - Exatamente.

Eu pensei muito bem nisto.

Pretendo dar-lhe a fórmula.

Ainda quer o Buda?

- Sra. Collins? - Pode avançar.

Mande autenticá-lo.

Espero que não haja táticas para atrasar o acordo.

Como disse, Sr. Laszlo,

duas partes a negociar ao mesmo tempo podem ser muito perigosas.

Já lhe disseram que fica extremamente atraente a ameaçar?

Sr. Laszlo.

É tudo verdade.

Vi a sala.

O Laszlo fez um acordo com os americanos.

Ele viu-o? Ele sabe que descobrimos?

Não. O que vamos fazer?

Onde está a fórmula?

Na sala secreta.

Volte para lá. Vá à reunião com os nossos.

Eles chegam a qualquer momento.

Eles sabem tudo,

incluindo a sua cooperação connosco.

Compreendo.

Vamos deixar o Laszlo jogar o seu joguinho, não é?

Exatamente.

Pode provar novamente a sua lealdade, se desejar.

Decidi confiar em si.

Aqui está a sua arma.

Sr. Markoff e cavalheiros.

Estava à vossa espera.

- Aceitam uma bebida? - Não, obrigado, Sr. Laszlo.

Queremos concluir a transação rapidamente.

Claro. O meu sócio chegará em breve. Quando ele chegar, podemos começar.

Ótimo, chegaste.

- Acho que conhece toda a gente aqui. - Sim, acho que conheço todos.

Podemos começar.

- Desapareceu! - O quê?

O cofre está vazio!

- Se isto é algum tipo de jogo... - Não é!

Foi roubado! Fomos assaltados!

- Fomos, Victor? - Sim!

- Disseste que era inacessível. - E era!

Só tu e eu sabíamos do novo dispositivo.

- Tu... Tu roubaste-o! - Como?

Nunca me disseste como funcionava.

Falei-te dele esta manhã. O que estás a tentar fazer?

Podes parar de fingir, Victor.

Acabou-se. Todos sabemos o que andas a tramar.

Espera! Deixa-o acabar.

O teu plano inteligente não funcionou porque descobrimos.

Que plano? Não sei do que estás a falar.

O meu parceiro mentiroso e trapaceiro!

Ias ficar rico e eu ia levar com as culpas!

Dunson, para! Não sabes do que estás a falar!

- Abre! - Abro o quê?

A sala secreta.

Onde escondeste a fórmula e o Buda de Pequim.

Abre a porta!

Sala secreta? Estás louco! Não há sala secreta!

Dê-me isso.

Agora.

Se nos mostrar a sala secreta onde está a fórmula...

Claro que sim.

É aqui.

Se pressionar o painel, a estante vira para trás.

A sala fica mesmo atrás da estante.

Eu vi-a.

Deve estar presa.

Há um cofre no interior com a fórmula e o Buda de Pequim.

Os americanos deram ao Laszlo o Buda em pagamento pela fórmula,

mas nós impedimo-lo.

Enviou o seu próprio homem para me mostrar a gravação.

A gravação da sala...

Eu vi a sala, estava lá!

Tem...

Tem de estar lá!

Tem de abrir! Está lá, eu vi!

Porque é que não abre? Tem de abrir!

Jim... Acho que descobri uma coisa.

A combinação está no nove.

No cofre verdadeiro, a última tranqueta foi o cinco.

Penso que a jogada do Laszlo pode ser o novo dispositivo de segurança.

Consegui, Jim.

Tradução e Legendagem BÁRBARA SILVEIRA RTP - Produção

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