All language subtitles for Mission- Impossible S04 E08 Mastermind

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Original subtitles

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Boa tarde, Sr. Phelps.

Provas de chantagem que darão ao crime organizado

um controlo sem precedentes sobre altos funcionários do governo

foram projetadas por este homem ambicioso, Lou Merrick,

que planeia entregá-las ao sindicato

quando realizar a convenção nacional aqui, na próxima semana.

O ficheiro de chantagem de Merrick é agora mantido

sob segurança apertada

pelo chefe de Merrick, Jonas Stone,

chefe do sindicato local,

que vem preparando Merrick como sucessor dele.

A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,

é parar Merrick e apanhar o seu ficheiro de chantagem.

Como sempre, se o senhor ou algum membro da Força M.I.

for capturado ou morto,

o Secretário negará ter conhecimento das vossas ações.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

STONE, LÍDER EMPRESARIAL,

DOA INSTITUTO DE PESQUISA DO CÉREBRO

SERVIÇO DE MANUTENÇÃO

FORÇA DAS MISSÕES IMPOSSÍVEIS

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

Embora o Stone e o Merrick sejam amigos íntimos, por comum acordo,

há sempre um homem no gabinete do Stone a vigiar o cofre.

- Estás pronto para isso, Barney? - Tenho as ferramentas, Jim.

Isto é altamente pressurizado.

É insulina. É inofensiva e eficaz para os nossos propósitos.

Fará efeito aproximadamente em dez minutos.

Quando o levarmos para o hospital,

passará para as grandes doses de tranquilizantes, Dr. Berman?

Sim.

Então, o Stone nunca estará em perigo físico.

Não, mas tu estarás.

Pois, bem, fiz um estudo completo da vida do Stone

desde que nasceu.

Espero que o meu desempenho seja bastante convincente.

Tem de ser, porque o Merrick matará à menor suspeita.

E o Carson?

A carga chegou. A qualidade é tão boa como a amostra.

Ótimo. Perfeito, Paris.

Esta é a enfermeira Larkin, que vai ajudar-nos.

O Sr. Phelps percebe que não pode haver repercussões

no hospital ou no instituto de pesquisa?

Sim, compreendo, doutor.

E se o Nicholson não acreditar na minha história?

Vai acreditar. Ele e o Merrick odeiam-se.

Este é Thomas Galvin, farmacêutico que lidará com o Merrick.

Willy.

A amostra do Galvin convencê-lo-á. É legítima.

Morfina pura.

Segure-o, por favor.

Com licença... Nono.

Peço desculpa.

- Bom dia, Sr. Stone. - Flynn.

Não há muita atividade de manhã.

Bom dia, Sr. Stone.

- Bom dia, Carson, Lou. - Jonas.

Carson, eu e o Sr. Stone temos negócios para discutir.

Palavras-cruzadas.

Já é uma sorte eu conseguir soletrar o meu nome.

Acho que as velhas maneiras estão a desaparecer.

Costumava haver principalmente músculo. Agora, é cérebro.

Educação universitária, estruturas corporativas...

São uma nova geração, tipos como você.

- Não podemos parar a mudança. - Suponho que não.

O seu ficheiro está seguro, Lou.

Bem como o milhão de dólares em dívidas.

Porque não me dá a combinação do cofre? Só por precaução.

Todo o homem tem de ter alguns segredos do sócio júnior.

E, além disso, se lhe desse a combinação,

o Carson perderia o trabalho de ama-seca.

Ora bem...

De que queria falar comigo?

Narcóticos.

Lou, não sejamos repetitivos.

Sabe o que disse o Conselho de Administração.

Os narcóticos estão interditos.

É uma regra sem exceções.

As regras podem ser alteradas.

Sei que vai tentar fazer um acordo com o Conselho de Administração.

A sua chantagem por uma hipótese nos narcóticos.

- Certo. - Errado!

Lou, ouça, não demorará muitos anos

até eu lhe entregar toda esta operação.

SERVIÇO DE MANUTENÇÃO

Para seu próprio bem, tem de se afastar dos narcóticos.

Não, há muito dinheiro envolvido.

- Sim, e há muito risco. - Pode ser controlado.

Não controla traficantes e drogados.

- Sim? - Sr. Nicholson para si, Sr. Stone.

Mande-o entrar.

Não fale disto quando o Nicholson entrar.

Ele é um contacto direto com os rapazes de Nova Iorque.

Não quero que ele saiba que falámos disto.

Ele está à procura de munição, porque o rejeitei por si.

Tenha calma, Lou.

- Que é, Nicholson? - Telegrama para si, Sr. Stone.

É de Nova Iorque.

Não me agrada a ideia de adiantar a reunião dois dias para dia 26.

Nova Iorque já tem muito poder.

A resposta é não.

Essa decisão é do Sr. Stone.

Ou foi outra vez promovido?

Também não me agrada.

- Sim? - Dr. Knowles para si, Sr. Stone.

Knowles?

Do Instituto de Pesquisa Cerebral.

Mande-o entrar.

O Dr. Berman falou deste tal Knowles com algum de vós?

Não. Quer que ligue ao Berman?

- Dr. Knowles. - Sr. Stone.

- Prazer, senhor. - Obrigado.

- O Dr. Berman pediu-me que viesse. - Estou a ver.

Estes são o Sr. Nicholson e o Sr. Merrick.

Cavalheiros.

Que posso fazer hoje pelo instituto?

- Mais do mesmo? - Sim, temo que sim.

O Dr. Berman quer iniciar uma nova linha de experimentação

desenvolvida com uma bolsa da sua fundação.

Encarregou-me disso.

É tudo bastante técnico, mas gostaria de lhe explicar.

Não, não será necessário. Onde assino?

Bem, é esta a autorização.

Dê uma vista de olhos.

O Sr. Nicholson é o responsável pelos fundos da nossa fundação.

Cinquenta mil dólares.

A investigação do cérebro é cara.

Bem, se vai manter-nos mais espertos,

ou mais espertos durante mais tempo,

vale a pena.

Para não falar de que a dedução fiscal é toda legal.

Sabe, doutor, digo sempre que... Eu sempre...

... achei...

- Sr. Stone! - Eu...

Eu...

Eu...

Sr. Stone!

Que se passa, doutor?

Pode ser um AVC.

Fala o Dr. Knowles.

Quero já uma ambulância com uma equipa de ventiladores.

A morada é 319 Michigan Boulevard.

Até fazermos mais exames,

é muito difícil dar um diagnóstico preciso, Sr. Merrick.

Pelo que sabemos, o AVC só paralisou as funções motoras,

não o cérebro.

Mas, claro, as primeiras 24 horas nestes casos são as mais cruciais.

Devemos saber mais depois disso.

Quero que ele tenha o melhor, doutor.

E terá.

O Sr. Stone é muito especial para todos nós aqui no instituto.

É por isso que vou atribuir o caso exclusivamente ao Dr. Knowles,

porque é o melhor na área.

- Queira assinar isto, Sr. Merrick. - Que é isto?

É uma autorização de rotina para tomarmos as medidas precisas.

- Como está? - Nada bem.

Fica à porta. Mantém-me informado.

Estarei no escritório se algo acontecer.

Lester.

Bem, entre. Enfermeira.

Dr. Hynes, chamada externa.

Dr. Hynes, chamada externa.

Não há chamadas hoje, Sr. Merrick.

Mas está um Sr. Galvin lá fora, quer falar com o Sr. Stone.

- Diz que é urgente. - Mande-o entrar.

Onde está o Sr. Stone? Pedi para falar com ele.

Não está. Eu sou o sócio, talvez possa ajudá-lo.

Não entendo.

- Ele deixou recado? - Não.

- Vai vê-lo? - Sim.

Então, diga-lhe que falei com o Sr. Lesching

e que o local da entrega está tratado. Hoje, às 18h30.

E diga-lhe que quero o valor total em dinheiro.

Não dez por cento da distribuição.

- Distribuição de quê? - Diga-lhe e pronto.

Só um minuto, Sr. Galvin.

Não há negócios que o Sr. Stone faça sem eu saber.

Eu peço-lhe que lhe ligue. Qual é mesmo o seu número?

O senhor Stone sabe onde me encontrar.

Flynn? Este homem que saiu, o Galvin, segue-o.

- Descobre o que conseguires. - Sim, senhor.

Um Sr. Lesching ligou ao Sr. Stone. Vai atender a chamada?

Sim, eu falo com ele.

- Estou? - Onde está o Stone?

Não está aqui agora.

Quando o vir, diga-lhe que ligue ao Lesching.

É por causa dos planos.

Sra. Sadner, receção, por favor.

Sra. Sadner...

Sim, eu digo. Qual é o seu número?

Sra. Sadner, por favor...

Lesching...

Como está o Stone?

Tem uma mão, use-a quando vier aqui.

Como está o Stone?

Nada bem. Pode não sobreviver.

Ligue a Nova Iorque e diga que teremos um novo homem

quando o conselho se reunir.

- Vou esperar. - Faça-o agora.

Só quando tiver notícias do Dr. Berman.

- Mas, doutor... - É tudo, enfermeira.

- Já não preciso da sua ajuda. - Mas, doutor, não entendo.

- Não tem de entender. - Muito bem.

Mas vou informar o Dr. Berman exatamente do que se passa aqui.

Que se passa ali?

Nada.

Sr. Stone.

Concentre-se em letras individuais, Sr. Stone.

Continue a concentrar-se, Sr. Stone.

Concentre-se.

Continue a concentrar-se.

M, E...

Dr. Graham, à receção, por favor.

Dr. Graham...

Sim, estou a dizer-te, ele chamou Stone ao outro tipo.

- Outro tipo? - Sim.

Ele e o Stone estavam ligados, e o Knowles chamou-lhe Stone.

Dr. Graham, por favor, ligue para a telefonista.

- Sim? - Tenho de falar com o Stone.

Não é possível, ele ainda não recuperou a consciência.

Sr. Merrick!

Que se passa aqui?

Porque está ele todo ligado?

Garanto-lhe que o Sr. Stone está a receber excelentes cuidados.

O que estamos a fazer aqui não interfere nisso.

Não responde à minha pergunta.

Receio que seja muito complicado e não tenho tempo para explicar.

Arranje tempo, doutor.

Muito bem...

Já ouviu a expressão "ondas cerebrais"?

Bem, esta máquina, o eletroencefalógrafo, regista-as.

É mais usado para diagnosticar e tratar distúrbios nervosos.

Mas sei, pelas minhas inovações, que tem outros usos.

Está a tentar dizer que está a usar o Stone como cobaia?

Não, não. O que estou a fazer não o prejudica.

Estou só a tentar receber os seus pensamentos,

os seus impulsos cerebrais, através do eletroencefalógrafo.

Funciona como uma espécie de transmissor.

Através dele?

Sim.

Acho que enlouqueceu, doutor. Vou acabar com isto.

Não. Eu sei que parece muito improvável,

mas estamos à beira de um avanço importante.

Testes anteriores com o Lester mostraram que...

- É ele o Lester? - Sim, senhor. Lester Perkins.

- É cobaia a tempo inteiro. - Não, senhor.

Não, conduzo um camião de entregas.

Um rapaz das entregas?

- Onde está o Dr. Berman? - Só um minuto, Sr. Merrick.

Dr. Knowles, disse que não haveria problemas.

Não haverá problemas, Lester.

Sabe que tenho esposa e dois filhos, e...

Dê-me só um minuto.

O Lester veio da Universidade Duke.

Obteve uma pontuação bastante alta nos testes extrassensoriais.

É... é um clarividente.

Acabou, doutor.

M...

M...

Lester, é o ritmo alfa. O Stone está acordado.

M... M.

M... Mer...

Mer...

Concentre-se.

Mer...

- Merrick. - Merrick?

Falar com o Merrick.

Tenho de falar com o Merrick.

A...

A reunião, Lou.

Reunião?

Não...

Não os deixe...

... adiantar a reunião...

Concentre-se.

... para o dia...

... 26.

A reunião tem de ser no dia... Não!

Não, Lou, ouça-me!

Cale-o!

- A reunião tem de ser... - Cale-o!

-... no dia 28. - Cale-o!

No dia 28.

Exatamente, sem os fios.

Agora, quero saber, doutor...

Isso é possível?

O Dr. Knowles está a trabalhar em áreas cientificamente virgens.

Quem pode dizer o que é possível?

Mas não fazia ideia de que estava a fazer experiências no Sr. Stone.

Posso... pôr fim a isso.

Não.

Desde que o Jonas receba todos os cuidados médicos possíveis.

Mas não quero visitas no quarto do Sr. Stone

sem a minha permissão. - Claro, Sr. Merrick.

É para ti, é o Flynn.

Sim, Flynn?

Sim.

Galvin?

Thomas Galvin?

Trabalha para...

É um grande laboratório farmacêutico, não é?

Sim, está bem, Flynn. Volta para o escritório

- Que queria? - Espera um pouco.

Receção do quarto andar, por favor.

Sra. Sadner, receção do quarto andar, por favor.

Sra. Sadner?

A chamar a Sra. Sadner, receção do quarto andar.

- Sra. Sadner? - Que se passa?

Nada. Volta para a vigia ao quarto do Stone.

Desculpe, enfermeira.

Sim, senhor.

Trabalha aqui um Sr. Lesching?

Quem é você?

- O seu novo chefe, Sr. Lesching. - Novo chefe?

- Não sei do que fala. - Claro que sabe.

Falei hoje consigo ao telefone.

Sou o sócio do Stone.

Ele está lá em cima num ventilador. Pode nunca recuperar.

Tem aqui um belo laboratório.

Condensador,

equipamento de esterilização...

Ótimo.

- Que faz aqui? - Experiências.

Por exemplo...

Por exemplo...

Transformar morfina em heroína.

Pode parar de mentir, Lesching. O Stone contou-me tudo.

- Mas ele disse que era só... - Um negócio privado.

Bem, continua a ser, mas agora é meu.

Que diz, Lesching? Aceita ou não?

Ou negoceia comigo, ou com ninguém.

Não sei...

O Galvin está pronto para a entrega, mas tem de ser hoje à noite.

Recebe a mesma parte. Talvez até um bónus.

Tudo bem, aceito.

Ele deu-lhe uma amostra do produto para testar?

Sim.

É de muito boa categoria. Acabei de testar.

Onde está o Knowles?

Numa conferência. O Dr. Berman chamou-o.

Ótimo.

Espera lá fora.

Vai responder a algumas perguntas.

- Ouça, senhor... - Cale-se.

Se o Jonas Stone consegue realmente falar através de si,

é melhor começar a falar agora.

Que quer saber, Lou?

Quando nasceu?

No dia 9 de outubro de 1915.

Onde?

Nova Iorque, 23rd Street.

Que fazia o seu pai?

Pensei que inventasse uma melhor do que essa, Lou.

Nunca vi o meu velhote.

Nem sei quem era.

- Temos coisas de que falar, Lou. - Pode crer que sim.

Mas ainda não estou convencido. E não falamos até estar.

Coisas importantes, Lou.

- Por exemplo... - Um Sr. Lesching e um Sr. Galvin.

Exatamente. Sei tudo sobre eles.

- Sabe... - Sim.

Vamos ouvir a sua versão.

Bem, o Galvin trabalha num grande laboratório farmacêutico.

Anda a desviar a quota deles de morfina.

O Lesching é químico.

Eu instalei-o aqui na fundação.

Num bom laboratório legal.

Exatamente.

E tudo isso resulta numa bela fachada de narcóticos.

Fez um típico negócio do Jonas Stone.

Agradável e fácil, sem mim!

Todas aquelas coisas sobre o sócio júnior e...

... o número "És o meu rapaz"...

Como disse antes, Lou,

todo o homem tem direito a alguns segredos do sócio júnior.

Não podia ter fugas de informação até estar pronto para avançar.

Não queria que ninguém estragasse tudo.

Mas ia incluí-lo.

Juro, Lou.

Bem...

Agora, não tem escolha, porque já estou incluído.

O Galvin entrega a mercadoria hoje no laboratório, às 18h30.

Cem quilos.

Aposto que lhe exigiu alguns estratagemas.

É inteligente usar o Galvin.

Não é um fornecedor conhecido de narcóticos,

então, não há fugas para Nova Iorque.

Acho que usamos o dinheiro das dívidas para lhe pagar.

E o Lesching entrega o produto com rapidez suficiente

para reaver o milhão antes da reunião.

Era por isso que não queria que a reunião fosse adiantada.

Podia ser apanhado.

O nosso lucro virá depois.

Em cem quilos, dez milhões para um.

Nada mau, já que o milhão nem é nosso.

É melhor dar-me a combinação do cofre.

Claro, Lou.

Mais tarde.

Sr. Nicholson.

- Dr. Berman? - Sim.

- Como está o Sr. Stone? - Bem, não sei.

Foi por isso que lhe liguei.

Há coisas muito estranhas a acontecer aqui,

e tudo sob ordens do Sr. Merrick.

Como assim?

Bem, acho que deveria vir cá.

Muito bem, doutor, vou já para aí.

Certo, Galvin, o negócio está fechado.

Às 18h30 de hoje.

Está tudo combinado.

Não me interessa o que o Merrick diz. Abra a porta!

Abra.

Que pensa que faz aqui?

Ele vem comigo por um bocado, doutor. Sem discussões.

Vai consigo? Que se passa, Lester?

Não é da sua conta. Vamos.

Não vai levá-lo a lado nenhum. Vou chamar a Polícia.

Ou ele vem comigo, ou tiro o Stone daqui imediatamente.

- Assinou uma autorização. - Retiro a assinatura.

Não pode tirar o Stone daqui, vai matá-lo!

Ora, doutor...

Vamos deixá-lo decidir.

O Lester fica bem e volta em breve.

- Lester, ouça... - Doutor...

Quer continuar com as suas experiências, não quer?

É tudo muito incomum, mas o Sr. Merrick insistiu.

Onde está o Sr. Merrick?

- O Dr. Knowles? - Acabou de descer o corredor.

Mas que faz aqui todo este equipamento?

Não sei, senhor. Só cheguei há instantes, e eu...

"Dose de barbitúricos."

- Não acredito. - Que se passa?

Nada.

Não se passa absolutamente nada com este homem.

Jonas.

Venha, Jonas.

Nick? Que aconteceu?

Tenha calma, vai ficar bem.

- Que faço aqui? - Foi tramado, Jonas.

De que está a falar? Tramado?

Por quem?

- Enteou o Dr. Knowles? - Foi-se embora, Dr. Berman.

Saiu do hospital.

- Mas é um dos seus médicos. - Não, não é.

Foi por isso que lhe liguei, Sr. Nicholson.

Knowles? Mandou-o ir ter comigo, para aprovar a bolsa.

Nunca tinha visto ou ouvido falar do Dr. Knowles até esta manhã.

Ele chegou aqui consigo na ambulância

com uma autorização médica assinada pelo Sr. Merrick,

indicando o Knowles como seu médico.

Tentei montar a unidade de terapia intensiva,

mas o Knowles tinha o seu próprio pessoal.

Nem nos permitiu examiná-lo.

O Sr. Merrick disse que o Knowles tinha autoridade total.

Posso até mostrar-lhe os formulários...

Onde está o Merrick?

Vamos.

Espera lá fora.

Muito bem, abra-o.

Nove para a esquerda, Lou.

Que se passa?

Lou?

Que foi, Jonas? Que se passa?

Onde estou?

Lou.

Que sítio é este?

É o seu gabinete. Eu sou o seu sócio.

Tínhamos um acordo, lembra-se? Lembra-se do acordo?

Sim.

Sim, lembro-me do acordo, mas ele...

Ele está a lutar comigo, Lou. Está a dificultar.

Eu sei, Jonas.

Stone. É o Jonas Stone.

Concentre-se, são quase 18h30.

O Galvin chega a qualquer momento!

- Pronto, estou a tentar. - Tente mais!

Tente.

Vamos lá.

Seis para a esquerda.

Sete para a direita.

Ótimo.

- Sim. - Sr. Galvin para si.

Mande-o entrar.

Sim.

Olá, Lesching.

A carga chegou.

Acabei de a pesar e testar.

- Deixe-me falar com o Carson. - Claro. Vou passar-lhe.

A carga chegou e a qualidade é tão boa como a amostra.

Certo.

- Confirma-se. - Aqui, também.

Vamos falando.

Obrigado, Lester, foi uma grande ajuda.

Mas temo que a sua utilidade tenha acabado.

O quê?

Também se aplica a si, Jonas.

Não compreendo.

Flynn.

Leva-o e deixa-o algures, sem dó.

- Jonas? Como... Que está... - Olá, Lou.

Porque não me pergunta como me sinto?

Está vazio.

Toda a sua bela chantagem...

E o cofre também está vazio.

Aposto que fomos roubados.

Um milhão de dólares desaparecido.

Que ia dizer ao conselho depois de eu morrer?

Que eu tinha roubado o milhão?

Não é esse o caso.

O Jonas sabe.

O dinheiro foi para o negócio, o nosso negócio.

Foi você quem o engendrou.

Engendrar coisas parece especialidade sua.

Está nisto comigo, Jonas!

O negócio dos narcóticos. O seu negócio!

Pergunte ao Carson, ele sabe.

O Carson é o seu cão de fila. Você mente e ele comprova.

Eu ia entregar-lhe isto tudo.

Mas não soube esperar.

Jonas, eu posso explicar.

Está tudo claro, Lou.

Não tem de explicar nada.

Jonas!

Tradução e Legendagem NADINE GIL RTP - Produção

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