All language subtitles for Mission- Impossible S04 E04 The Controllers- Part 2

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Original subtitles

MISSÃO

MISSÃO IMPOSSÍVEL

Bom dia, Sr. Phelps. As pessoas que está a ver

tornaram-se catatónicas e inúteis,

por serem usadas como cobaias em experiências

com um composto chamado B-230.

É uma droga super-hipnótica e controladora da mente,

que está a ser desenvolvida por este homem, o Dr. Karl Turek.

A solução para o problema de Turek quanto aos efeitos colaterais catatónicos

do B-230 está nas mãos de dois cientistas estado-unidenses desleais,

o Dr. Arthur Jarvis e a esposa, Vera,

que fizeram uma cirurgia plástica.

A sua deserção, em Genebra, está a ser tratada por este homem,

o coronel Borodin. Assim que estiveram a trabalhar juntos,

o país de Turek terá em breve o poder

de escravizar o mundo livre.

A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,

é parar Turek e o B-230.

Como sempre, se o senhor ou algum membro da Força M.I.

for capturado ou morto,

o Secretário negará ter conhecimento das vossas ações.

Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.

Boa sorte, Jim.

FORÇA DAS MISSÕES IMPOSSÍVEIS

PRODUÇÃO

ARGUMENTO

REALIZAÇÃO

NO ÚLTIMO EPISÓDIO...

São pelo menos duas horas até o B-230 saturar o sistema de água.

O jantar é às cinco.

Terás de chegar ao topo da torre antes das três.

Certo.

Meredyth...

Esta é a nossa droga. Vamos chamar-lhe Voliticon.

O Willy terá de fornecer os sintomas necessários.

A Voliticon é um composto inerte estável,

completamente desprovido de efeito.

Estas fotografias são dos Jarvis depois da cirurgia plástica.

Iam a ser enviadas para o coronel Borodin. Nos intercetámo-las,

e estas são as fotografias que ele receberá.

Paris, como estão os teus estudos jurídicos?

Bem. Os golpes certos neste cartão darão ao Major Deva

as qualificações necessárias.

E o Major Deva espera conduzir o julgamento com algum brilhantismo,

desde que eu consiga a testemunha-surpresa.

Vais conseguir...

... com a ajuda disto.

Só contém um tranquilizante.

A Meredyth fornece o realismo.

Mas os Jarvis não trabalharão consigo, Dr. Turek. Não foi informado?

O que está a tentar fazer, coronel? Foi por isto que desertaram...

Talvez.

Mas o Dr. Arthur Jarvis tem uma abordagem totalmente nova.

Que nova abordagem é essa?

Um novo composto, o Voliticon.

Precisarei de um ser humano para a experiência, amanhã, coronel.

Uma nova remessa de prisioneiros chegará em breve. Escolha.

O coronel Borodin está a dar-nos problemas novamente.

Sim. Mas só precisamos de sucesso total com um dos prisioneiros

e podemos livrarmo-nos dele.

Podemos livrar-nos de todos eles.

Com qual devemos começar?

Não. Leve-me a mim. Faça o que quiser comigo!

E faremos.

Não, nunca escaparia. Assassinato está fora de questão.

Não disse que tínhamos de matar ninguém.

Vi uma experiência muito interessante hoje.

É um momento de glória para o seu marido,

e creio que seja a resposta para todos os nossos problemas.

- Como assim? - Voliticon.

Um homem sob a influência dele fará qualquer coisa, até matar...

A si mesmo, outra pessoa... Quiçá um amigo.

Que faz aqui?

Arthur...

... mate o Borodin. - O quê?!

Drogou-o!

Está morto.

É melhor guardar a arma.

Agora, vai pegar no corpo do coronel Borodin

e escondê-lo no porta-bagagem do seu carro.

Levará o carro para fora do complexo e virará para sul,

na autoestrada principal. Prossiga 20 quilómetros até Mordo Cliffs

e, nessa altura, levará o carro pelas falésias.

- Entendido? - Sim.

Sabe, Martyn, ela não é a mesma rapariga ali dentro.

Verá quão entusiasmante o trabalho científico pode ser.

Não, por favor, não! Não!

Martyn!

CONTINUAÇÃO DO EPISÓDIO ANTERIOR

Ele está morto.

Sem ele, não teremos julgamento.

A missão está dependente de o Borodin ser a tua testemunha.

Já não te sentes triste, pois não, Katherine?

Não.

Na verdade, sentes-te feliz, agora que o Martyn morreu.

Tê-lo-ias matado, se te pedisse, não é, Katherine?

Sim, teria.

E, agora, farás tudo o que te pedir.

Claro.

Abre a porta.

Vem cá, Katherine.

Katherine, vem cá.

Leve-a de volta para a enfermaria.

Alguma coisa?

Não.

Há alguma alternativa para o julgamento?

Não. Tentei todas as outras abordagens lógicas.

Nenhuma deles expõe o Turek e nenhuma deles força-o a usar o B-230.

O julgamento é a única opção.

Mas, Jim, não podes arriscar isso.

Sem o Borodin, é apenas a tua palavra contra a do Turek.

E preciso de provar a minha história, para que acreditem em mim.

Voltámos à estaca zero.

Sim...

Exceto...

Exceto se conseguirmos apresentar uma prova

que sustente a minha acusação.

Basta apertar o botão, Jim.

Certo.

Por esta altura, o Arthur já deve ter despenhado o carro. Liga-lhes.

Polícia militar, por favor.

Naturalmente, General Zagin, o Vice-Primeiro-Ministro ficou agradado.

Muito agradado.

O que vai acontecer ao doutor Turek?

Será eliminado, rapidamente.

Ainda que a Voliticon será mais cara, funciona.

Como doutor Turek, só temos probabilidades.

Mas conseguimos controlar o doutor Jarvis?

Penso que sim. Ele e o coronel Borodin têm um bom acordo.

Entre.

O que se passa, Major Alud?

O doutor Jarvis matou o coronel Borodin.

- O quê? - Não acredito.

É verdade. A sua esposa acabou de nos informar.

- Onde está o doutor Jarvis, agora? - Fugiu no seu carro.

Traga o Sr. Jarvis para cá. Bloqueie todas as estradas.

Sim, senhor.

- Isto pode ser muito estranho. - No que diz respeito à Voliticon?

Sim. O doutor Jarvis é o único que sabe a sua composição.

Estamos numa situação complicada.

Tragam o doutor Turek para aqui.

Talvez, ele não vá ser eliminado tão rapidamente, afinal de contas.

Já acertaste a história?

Sim. Esteve sempre no laboratório.

Boa, boa. Como está o progresso das experiências?

Estamos a aproximarmo-nos.

Ainda temos os efeitos secundários catatónicos,

mas o período em que a vontade do sujeito fica suspensa está a aumentar.

Faça o próximo conjunto de recálculos programados

e continue a experiência na rapariga. Além disso, aumente-lhe a dosagem.

Isso pode ser perigoso. Ela pode ficar num estado catónico permanente.

Não, não. Um choque ao seu sistema nervoso pode ser necessário.

Além disso, temos de aproveitar esta oportunidade.

Doutor Turek.

Sim, sim, General Zagin.

Sim, sim, vou já.

Há cerca de duas horas, o Arthur trouxe o coronel Borodin consigo, para casa.

Estiveram ambos a beber muito.

Estavam a celebrar o sucesso da Voliticon.

Porém, o ambiente mudou rapidamente

quando o coronel ficou evasivo em relação o momento em que o Arthur

deveria assumir a direção do Instituto. Fazia parte de um acordo entre eles.

Quando o coronel Borodin deixou de ser evasivo

e respondeu que iria demorar algum tempo, o Arthur ficou furioso.

E o coronel disse que voltaria a falar nisso quando o Arthur estivesse sóbrio.

Depois, tentou ir embora, mas o Arthur pegou na sua arma

e disse que ao coronel não ia a lado nenhum.

E, depois, a discussão foi ficando cada vez mais acesa

e, na segunda vez que o coronel tentou ir embora,

o Arthur disparou contra ele.

Obrigado, Sra. Jarvis.

Entre.

Acabaram de encontrar o carro do doutor Jarvis.

Despenhou-se em Mordo Cliffs.

O corpo do coronel Borodin foi encontrado na mala do carro,

carbonizado.

E o doutor Jarvis?

Aparentemente, saltou do carro.

Está vivo e sob custódia.

O que vai acontecer ao meu marido?

Vai ser julgado por homicídio, Sra. Jarvis.

Estou a perceber.

Posso voltar aos meus aposentos?

Sim, claro. Chegará um carro para si.

Terei todo o gosto em levar a Sra. Jarvis de volta aos seus aposentos,

se não tiver mais nada a acrescentar, Vice-Primeiro-Ministro.

Quero que este julgamento seja tão rápido e eficiente quanto possível.

Sim, Vice-Primeiro-Ministro.

Major Alud, será o procurador principal.

Não queremos implicações de nenhuma câmara secreta.

Analise os documentos

e encontre a pessoa mais qualificada para trabalhar na defesa.

Sim, senhor.

O que vamos fazer? Porque é que ele não morreu?

Não sei. Mas não podemos entrar em pânico.

Afinal, será a palavra dele contra a nossa.

Sim, mas...

Ninguém acreditará nele. Ele não tem provas. Só uma história tresloucada.

Acredita em mim, ninguém acreditará nele. Ninguém!

Esperava que não requerêssemos os seus serviços, Major,

mas o doutor Jarvis recusa-se a assinar a confissão,

apesar das provas esmagadoras contra ele.

General Zagin, exijo saber o que está a ser feito

em relação ao advogado que solicitei.

Foi-lhe apontado um pelo tribunal, o Major Deva.

Estou a perceber.

Que tipo de defesa é que esta vossa marioneta é suposta prestar-me?

Garanto-lhe, doutor Jarvis, que o Major Deva tem tanto de competente

quanto de imparcial.

É suposto acreditar em si?

Não o quero.

O sentimento está a tornar-se mútuo, doutor Jarvis.

Ou aceita o Major Deva como seu conselheiro, ou não terá nenhum.

Não me dá grande escolha.

Tudo bem.

O que aconteceu?

Quero que vás ter com a Meredyth. A morte do Borodin foi um acidente.

Sem o Borodin, o Jim não tem caso.

Tem, sim. Ele arranjou uma nova estratégia,

mas exigirá habilidades literárias.

Doutora Jarvis, quem disparou contra o coronel Borodin?

O meu marido.

Importa-se de explicar os eventos

que levaram ao trágico assassinato do coronel Borodin?

O Arthur tinha saído para o laboratório

para mostrar a experiência da Voliticon ao Vice-Primeiro-Ministro.

Depois o Arthur pegou na sua arma. O coronel Borodin tentou acalmá-lo,

mas o Arthur estava completamente furioso

e, quando o coronel tentou ir embora, o Arthur disparou contra ele.

Isso não é verdade! Não é verdade!

Não foi isso que aconteceu! De todo! Vera, o que me estás a tentar fazer?

Qualquer pessoa sob a influência da Voliticon, fará o que lhe for ordenado.

Sim. A vontade humana é suspensa.

Estou a perceber. Quem matou o coronel Borodin?

Bem, tecnicamente, fui eu, mas estava sob a influência da Voliticon.

Foi-me ordenado matar o coronel Borodin.

E quem lhe deu a ordem?

O doutor Turek.

Ele também lhe disse para despenhar o carro em Mordo Cliffs?

Sim.

Tenho uma pergunta hipotética.

Presumamos que o General Zagin estava sob a influência da Voliticon

e era-lhe ordenado que usasse as suas tropas para capturar a capital,

ou digamos que o Vice-Primeiro-Ministro tinha ordens para trair o seu país.

Protesto. Protesto estas perguntas.

Não teria escolha.

Não gostava do coronel Borodin?

Não nego que existia alguma fricção entre nós,

mas puramente num âmbito profissional.

Foi por isso que o ignorou

quando a sua promoção surgiu na conversa?

- Protesto. - Retiro a questão.

Também não gosta do doutor Jarvis, pois não?

Não, isso não é verdade, Major.

Mas não há amizade entre vocês.

Não houve tempo para desenvolver uma.

Mas houve tempo para tornar-se amigo da Sra. Jarvis.

Não. Como pôde haver?

Não vi a Sra. Jarvis até depois morte do coronel Borodin.

- Não a viu antes disso? - Não, senhor, não a vi.

Sem mais perguntas... Por agora.

Chamo a Sra. Vera Jarvis a depor.

Qual é, na sua opinião, a melhor droga? A B-230 ou a Voliticon?

Potencialmente, são de igual valor.

Mas preferia que a B-230, do doutor Turek,

fosse produzida ao invés da Voliticon, não é verdade, Sra. Jarvis?

Retiro a pergunta.

Como descreveria a sua relação com o doutor Jarvis

antes de ele disparar contra o coronel Borodin?

Não percebo.

Muito simplesmente, era amiga dele?

Ele amava-a?

Major, somos ambos cientistas. Por vezes, devido ao nosso trabalho,

tiveram de ser feitos alguns sacrifícios.

Estou a perceber. Nunca teve filhos, pois não, Sra. Jarvis?

Não. Nós...

Bem, o doutor Turek testemunhou que nunca a tinha visto

antes da morte do coronel Borodin, correto?

- Sim. - Mas eram velhos amigos.

Certamente, ele teria feito algum esforço para vê-la.

- Não. - Nunca telefonou?

- Não. - Nunca combinou um encontro?

- Não. - Nunca fez qualquer tipo de contacto?

Não!

Isto é-lhe familiar?

É um diário, Sra. Jarvis. O seu diário.

Como se atreve?! Isso é propriedade privada.

Não tinha o direito de ficar com ele.

É um diário pessoal que a Sra. Jarvis manteve durante os últimos meses.

Contudo, focar-nos-emos apenas nas últimas entradas.

Pode ler onde assinalei, Sra. Jarvis?

Sra. Jarvis...

Não.

É-lhe instruído que leia, Sra. Jarvis.

"Agora sei o que o Arthur pretende fazer comigo.

A arma prova as suas intenções.

O que posso fazer? Sinto-me sem escapatória.

Não há ninguém para quem me virar, exceto o Karl.

Mas não o posso envolver. Pode custar-lhe a vida.

Desde que cheguei, tentei evitar lembrar-me.

A Conferência de Bucareste foi há muitos anos e, ainda assim,

está tão presente e viva como se tivesse sido ontem.

Se ao menos tivesse tido a coragem para lhe dizer como me sentia,

quanto o admirava, quanto o desejava..."

Mais alto, Sra. Jarvis.

"Quanto o admirava, quanto o desejava.

Todos os anos com o Arthur pareceram décadas de miséria e de calosidade.

Não consigo evitar sentir que teria sido diferente com o Karl.

Todos os dias em que teríamos trabalhado juntos.

Todas aquelas noites."

Major, tenho...

Continue, Sra. Jarvis.

Bem, aqui, o material torna-se gráfico e não tem relevância para o caso.

Pode continuar a ler a partir daqui, Sra. Jarvis.

"Não tive escolha senão ligar ao Karl.

Acabei de falar com ele.

O som da sua vos entusiasma-me. Ele concordou em vir cá.

O Karl acabou de sair e deu-me, de alguma forma, forças para continuar.

Ele acredita que há uma solução para todos os nossos problemas."

É tudo uma fantasia. Uma fantasia. Nunca aconteceu.

Obviamente, a Sra. Jarvis não está em condições para continuar.

Sugiro que adiemos a sessão.

Também sugiro que, devido ao testemunho da Sra. Jarvis,

fique sob custódia, juntamente com o doutor Turek.

Mas não há acusações contra o doutor Turek.

Se o doutor Jarvis foi drogado e incriminado pelo doutor Turek,

acredito que o doutor Turek tudo fará para garantir a sua liberdade.

Se o deixar sair, o Estado ficará em grande perigo.

Coloque o doutor Turek em prisão preventiva,

juntamente com a Sra. Jarvis.

General Zagin, não fiz nada para merecer isto.

Não tenho alternativa, doutor Turek.

Mas partilho algumas das suas preocupações, Major Deva.

Apenas não acredito que a situação é tão perigosa

quanto está a querer fazer parecer.

Além disso, este é um incidente isolado.

Verdade. Mas pense na catástrofe que teria sido

se o Turek decidisse utilizar uma das suas drogas numa escala maior?

Mas não foi o caso. Se é que utilizou qualquer droga.

- É óbvio que... - Não, não. Peço desculpa, Major Deva,

mas não sinto que haja provas suficientes

para autorizar a remoção destes compostos

enquanto possíveis armas táticas.

Sim, senhor.

Mas se me permite uma sugestão...

Diga.

Pelo menos, deixe que a B-230 fique sob o controlo das Forças Armadas,

pelo menos, por agora.

Boa sugestão.

Ficarei feliz em levar isto a cabo, Vice-Primeiro-Ministro.

Obrigado.

Bem...

... estarei na casa de campo, se precisarem de mim.

Prepara-a para a experiência.

Como te sentes?

Vou prescrever outro tratamento.

Não, não. Mais não, por favor. Por favor, mais não.

Não te preocupes, Katherine. Depois desta vez, não haverá mais.

Não, por favor. Por favor.

Por favor. Por favor.

Não queres que seja à força, pois não, Katherine?

Por favor, mais não.

Não gostaria de te magoar.

Por favor.

Não, por favor. Por favor.

Não, não!

Não! Não! Por favor, não!

Por favor! Por favor!

Por favor. Não! Por favor!

Não! Não!

Quero ver o doutor Turek.

- Não. - O quê?

Não coma a comida.

Pus o B-230 na torre de água.

Numa questão de minutos, toda a base ficará catatónica.

Soube de como o julgamento correu e tive de fazer algo.

- Era a única solução. - Concordo.

- Vou buscar o carro. - Boa.

- Daqui fala o Major Deva. - Sim, Major Deva.

Aconteceu o que temia, Vice-Primeiro-Ministro.

Como assim?

Toda a gente na sede da Segurança do Estado foi drogada.

Acabei de voltar do laboratório. Levaram a B-230.

Acredito que faça parte do plano para libertar o Turek.

Vou tentar encontrá-lo. Venha já e traga ajuda.

Sim, claro, Major.

- O carro está pronto. - Muito bem.

Está na parte da frente do edifício. E em relação a eles?

Mata-os.

Adaptação e Legendagem MIGUEL MARTINS RTP - PRODUÇÃO

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