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MISSÃO
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Bom dia, Sr. Phelps.
As pessoas que está a ver tornaram-se catatónicas inúteis
por serem usadas como cobaias
em experiências com um composto chamado B-230.
É uma droga super-hipnótica e controladora da mente,
que está a ser desenvolvida por este homem, o Dr. Karl Turek.
A solução para o problema de Turek
quantos aos efeitos colaterais catatónicos do B-230
está nas mãos de dois cientistas estado-unidenses desleais,
o Dr. Arthur Jarvis e a esposa, Vera,
que fizeram uma cirurgia plástica.
A deserção deles em Genebra está a ser tratada por este homem,
o coronel Borodin.
Assim que estiverem a trabalhar juntos,
o país de Turek terá em breve o poder de escravizar o mundo livre.
A sua missão, Jim, caso decida aceitá-la,
é parar Turek e o B-230.
Como sempre, se o senhor ou algum membro da Força M.I.
for capturado ou morto,
o Secretário negará ter conhecimento das vossas ações.
Esta gravação autodestruir-se-á em cinco segundos.
Boa sorte, Jim.
FORÇA DAS MISSÕES IMPOSSÍVEIS
PRODUÇÃO
ARGUMENTO
REALIZAÇÃO
Serão pelo menos duas horas
até o B-230 saturar o sistema de água.
O jantar é às cinco.
Terás de chegar ao topo da torre antes das três.
Certo.
Meredyth...
Esta é a nossa droga. Vamos chamar-lhe Voliticon.
O Willy terá de fornecer os sintomas necessários.
O Voliticon é um composto inerte estável,
completamente desprovido de efeito.
Satisfará a máquina analítica do Turek,
mas não o seu o computador. Então...
- Redes de memória? - Certo, Jim.
Devo passar pelo compressor do sistema de refrigeração às nove.
O Turek espera que a Meredyth trabalhe com ele no B-230.
Se tudo correr bem em Genebra,
o coronel Borodin não deixará isso acontecer.
De certeza que consegues convencer o Borodin a alinhar no Voliticon?
Sim.
O Turek preteriu-o quando ele pediu uma revisão promocional.
O Borodin sabe, odeia o Turek.
Aceitará qualquer hipótese de o deter.
Estas fotografias são dos Jarvis depois da cirurgia plástica.
Iam ser enviadas para o coronel Borodin. Nós intersetámo-las,
e estas são as fotografias que ele receberá.
Paris, como estão os teus estudos jurídicos?
Bem. Os golpes certos neste cartão
darão ao major Deva as qualificações necessárias.
E o major Deva espera conduzir o julgamento
com algum brilhantismo,
desde que eu consiga a testemunha-surpresa.
Vais conseguir. Com a ajuda disto.
Só contém um tranquilizante.
A Meredyth fornece o realismo.
Jim, quão perto está o Turek?
Muito perto, Willy.
Ao contrário do nosso Voliticon, o B-230 funciona mesmo.
Ainda tem efeitos colaterais catatónicos,
mas é apenas uma questão de tempo até o Turek ou outra pessoa
fazer um avanço decisivo.
É por isso que parar o Turek não é suficiente.
Temos de acabar completamente com a ameaça da droga.
Senão, o B-230 poderá transformar homens em escravos funcionais.
- Sede da Segurança do Estado. - Extensão 246.
- Sim, posto número dois. - Fala o general Bolgrad.
Um major Deva está a caminho do estacionamento.
Pare-o. Mande-o voltar ao meu gabinete imediatamente.
- Não o vejo general. - Como assim, não o vê?
Ele está a caminho do estacionamento.
Saiu com os rolos errados de fotografia.
Mande-o voltar ao meu gabinete imediatamente.
Sim, general. Assim que o vir...
Dr. Turek.
Vice-primeiro-ministro...
Dr. Turek.
Outro fracasso, doutor?
Cada fracasso aproxima-nos do sucesso, coronel.
Esperemos que sim. Seria lamentável,
depois de gastar tanto dinheiro, acabar só com vegetais catatónicos.
O B-230 será um sucesso.
- Quando? - Em breve.
Defina "em breve".
Se pergunta se precisarei de mais fundos,
a resposta é sim, coronel.
Preparei uma apresentação
que mostrará quão próximo do sucesso está o B-230.
Major Deva. Major Deva.
Sim, que foi?
Foi chamado ao gabinete do general Bolgrad imediatamente.
Não posso parar agora. Terei de ver o general mais tarde.
Não, desculpe, major, é uma emergência,
algo sobre levar as fotos erradas.
Muito bem.
Há forma de chegar por aqui ao gabinete do general?
Sim, major.
Ao fundo desse corredor, vire à esquerda.
Os sinais guiá-lo-ão a partir daí.
- Excelente. - Na teoria.
- É muito encorajador, Dr. Turek. - Obrigado, senhor.
E, com a equipa Jarvis a ajudar, o trabalho será ainda mais rápido.
Mas os Jarvis não trabalharão consigo, Dr. Turek.
Não foi informado?
Que está a tentar fazer, coronel?
Todos sabemos que os Jarvis, mais particularmente Vera Jarvis,
sentiram que ela poderia ajudar muito neste projeto.
Foi por isso que desertaram, coronel.
Talvez. Mas o Arthur Jarvis tem uma abordagem totalmente nova.
É muito mais avançada do que o B-230.
Que nova abordagem é essa?
Um novo composto, o Voliticon.
Sugiro que, antes de se alocarem mais fundos,
veja uma demonstração prática.
Sim. Sim, claro.
Talvez possa explicar-nos como funciona o Voliticon, coronel.
Sim.
Sim, deixe-os entrar.
Acho que seria melhor se o homem que o inventou
explicasse o Voliticon, Dr. Turek.
Os Jarvis chegaram.
Borodin.
Se não o conhecesse,
diria que está a tentar sabotar o meu projeto.
Absurdo.
É apenas um pouco de competição saudável.
O coronel Borodin está a dar-nos problemas novamente.
Sim.
Mas só precisamos de sucesso total com um dos prisioneiros
e podemos livrar-nos dele.
Podemos livrar-nos de todos eles.
A próxima remessa de prisioneiros está pronta?
- Ia agora buscá-los. - Ótimo, ótimo.
Dr. Jarvis, que bom vê-lo novamente.
- Coronel Borodin. - Como está, Sra. Jarvis?
Creio que o primeiro encontro com o Dr. Turek será demorado,
já que a minha esposa teve uma viagem muito cansativa.
Compreendo.
Mostre à Sra. Jarvis os seus aposentos.
Vejo que ela mudou de atitude desde Genebra.
A Vera entende perfeitamente a situação, coronel.
- Fará o que lhe mandarem. - Acredito que sim.
O Turek está com pressa. Quero tirar-lhe todos os apoios.
Sem aliados.
Ante da reunião, quero informá-lo de algumas coisas que aconteceram.
- Terá um carro à disposição. - Obrigado.
Vim buscar o prisioneiro Stephan Koenig.
A linha caiu. Terei de ir a outro telefone.
O Dr. Turek quer o prisioneiro o mais depressa possível.
É para mostrar uma experiência ao vice-primeiro-ministro.
Eu próprio vou buscá-lo.
- Stephan Koenig? - Sim.
As suas autorizações, por favor.
Por aqui.
Entre.
Vice-primeiro-ministro Voss, tenho a grande honra de apresentar
o Dr. Arthur Jarvis.
- Bem-vindo ao nosso país, doutor. - Obrigado.
Já conhece o Dr. Turek.
Sim, Dr. Turek, conhecemo-nos há seis anos.
No Congresso Internacional de Bucareste.
A sua esposa apresentou um artigo brilhante
sobre o controlo dos padrões cerebrais
do comportamento muscular involuntário.
Onde está a sua esposa, Dr. Jarvis?
- A viagem foi exaustiva. - Retirou-se para os seus aposentos.
Entendo. Bem, estou ansioso por trabalhar com ela.
Creio que já lhe disse, Dr. Turek...
Sim, sim, não vou trabalhar com ela. Sim, eu lembro-me.
Porquê, Dr. Jarvis?
Porque o B-230 é um beco sem saída.
- É a sua opinião? - É a nossa opinião, doutor.
Às vezes...
Às vezes, é difícil encarar a realidade
de que seis anos de trabalho árduo foram em vão.
Deve ser como trabalhar para uma promoção
que não se consegue.
No entanto, o B-230 funcionará. Eu sei que sim.
Possivelmente, mas é tudo bastante teórico
em relação à descoberta do Dr. Jarvis.
Sim, coronel, o Voliticon.
Sim, sim. Doutor, que é esse Voliticon?
É um composto capaz de alterar os padrões elétricos no cérebro.
Não funcionará.
Realizei experiências nesta área.
Drogas dessa natureza são notoriamente instáveis.
Os resultados preliminares do Voliticon tiveram sucesso
além da minha projeção mais otimista.
Quando poderemos ver provas da sua descoberta, doutor?
- Amanhã de manhã, às nove horas. - Excelente.
Estou ansioso.
Senhores, estarei no quartel-general do general Zagin,
se precisarem de mim.
É bom vê-lo novamente, Dr. Turek.
Sim. De certeza que nos daremos esplendidamente.
Precisarei de um humano para a experiência amanhã, coronel.
Uma nova remessa de prisioneiros chegará em breve.
Escolha.
Deve ter o máximo de massa corporal.
Sim, aqui está um que atende aos requisitos. Stephan Koenig.
Posso separá-lo dos outros? Terei de fazer testes preliminares.
Vou pô-lo em isolamento assim que chegar.
- Dr. Turek. - Sra. Jarvis.
Posso entrar, por favor?
Não, foi um dia muito longo. Estou exausta...
Tenho de falar consigo.
Lamento, mas noutra altura.
Tenho perguntas muito importantes a que só você pode responder.
- Por favor, não entende. - Acho que sei o que se passa.
Posso ajudá-la, Sra. Jarvis, e precisará de ajuda.
Deixe-me entrar.
Sra. Jarvis, eles fizeram um excelente trabalho.
Sim, aproveitei a situação. Sempre quis ser bonita.
Foram mais do que bem-sucedidos.
Fiquei muito entusiasmado quando me disseram que vinha.
Sabia que poderíamos encontrar uma solução juntos.
Receio que não seja possível, Dr. Turek.
Sim, o seu marido diz que acredita que o B-230 é um beco sem saída.
É verdade?
Sim, é verdade.
Não acredito em si.
Ouça, tenho de pedir que saia.
- O meu marido está prestes a chegar. - Vai funcionar, não vai?
Responda.
- Não entende. - Entendo muito bem, Sra. Jarvis.
O coronel Borodin e o seu marido chegaram a acordo
e persuadiram-na a permanecer em silêncio.
Isso já é verdade, não é?
Responda!
Sim, é verdade. Agora, pode ir?
Não, senhora, não até me dizer que o B-230 vai funcionar.
Sim, vai funcionar.
E o Voliticon...
- O Voliticon é uma fraude, não é? - Não, vai funcionar.
Vai ser caro, mas vai funcionar.
Agora, sai ou devo ligar para o coronel Borodin?
Por qual devemos começar?
Não, leve-me a mim. Faça o que quiser comigo!
E faremos.
Muito bem.
O vice-primeiro-ministro chegará a qualquer momento.
Um atraso poderia insatisfazê-lo. Estará pronto?
Não sei. Preciso de mais tempo.
Coronel Borodin.
Sim.
Obrigado.
Ele chegou.
Tem de o atrasar dez minutos.
- Mas eu... - Preciso de tempo, coronel.
Está bem.
Não quero ler mais relatórios, coronel Borodin.
Quero ver a experiência.
- Bom dia, vice-primeiro-ministro. - Dr. Jarvis.
Sim... Bem, deixe-me começar por lhe explicar
como cheguei ao Voliticon.
De certeza que acharia muito fascinante, doutor,
mas daqui a uma hora tenho uma reunião com o primeiro-ministro
e gostaria de ir direto à demonstração.
Muito bem.
Os instrumentos que usarei hoje são o espectrómetro infravermelho...
Devido às experiências do Dr. Turek,
estou bastante familiarizado com os instrumentos, doutor.
Então, como sabe, o simulador analítico do cérebro
alimenta diretamente o computador.
O banco de memória do computador contém dezenas de milhares de factos
sobre os químicos, o cérebro humano e o sistema nervoso.
Então, o computador fará a si mesmo esta pergunta:
dado este conjunto de factos, o Voliticon destruirá a volição
sem produzir um vegetal catatónico?
Mais uma vez, deixe-me lembrá-lo
de que entendo todo o equipamento do laboratório.
Agora, prossiga com a demonstração imediatamente.
Sim, claro.
Composto estável.
Uma probabilidade de 92% indicou que o Voliticon
atende a todos os requisitos programados.
- Excelente, Dr. Jarvis. - Parabéns, doutor.
Obrigado, senhor.
Sabe muito bem que este relatório tem pouca ou nenhuma validade
sem a experimentação humana.
Acho que o Dr. Turek tem razão.
Fará efeito daqui a uns dez segundos.
- Como se chama? - Stephan Koenig.
Mude-o. Agora, é Josef.
Agora, sou Josef.
Muito bem. Quantos anos tem, Josef?
- Trinta. - Não, tem 25.
Tenho 25.
Só está a pedir ao sujeito que faça algumas mudanças de vontade.
Se a droga do Dr. Jarvis não oferece nada além disto,
sofre de todas as restrições e limitações da hipnose.
Quero dizer que a experiência só tem validade
se o sujeito fizer algo decididamente contra a sua vontade.
Exatamente.
Que sugere, Dr. Turek?
Peça-lhe que cometa suicídio.
Claro, Dr. Jarvis,
se acha que o Voliticon não passaria neste teste...
Dê-me a sua arma.
Lorkner.
- O vidro é à prova de bala? - Sim, vice-primeiro-ministro.
Se o teste do Dr. Jarvis falhar, não corremos perigo.
Pegue na arma, Josef.
Aponte-a à cabeça.
Continue, Dr. Jarvis.
Prima o gatilho.
Naturalmente, não queria desperdiçar um sujeito tão valioso.
Quero observar o seu comportamento nas próximas 24 horas.
Podem repô-lo no isolamento.
Baixe a arma, Josef.
Chegue aqui, Josef.
Não, não precisará delas. Ele agora é bastante fácil.
Vá com estes senhores, Josef.
Parabéns, doutor. Estou mais do que impressionado.
A maior parte dos fundos de pesquisa do próximo ano será para o Voliticon.
O B-230 vai funcionar. Eu sei que vai.
E por um quinto do custo do Voliticon.
Farei o que puder por si, Dr. Turek.
- Dr. Turek. - Fala a Sra. Jarvis.
Desculpe pelo incómodo, mas temos de falar imediatamente.
Sim, claro, Sra. Jarvis. Qual é o assunto?
Não posso explicar. Por favor, venha cá.
- Dr. Turek, ainda bem que veio. - Qual é o problema, Sra. Jarvis?
Disse-lhe que compilei as anotações sobre o B-230
e julguei ter encontrado a solução dos efeitos colaterais catatónicos.
- Posso vê-las? - Não as tenho.
O Arthur encontrou-as e escondeu-as.
Quando estava à procura delas, dei com esta mala trancada.
Abria-a e... veja.
Acho que o coronel Borodin lha deu.
Tirei as bala, mas e se o Arthur descobre?
Que vou fazer?
Estou tão assustada. Nunca pensei que chegasse a isto.
Quanto tempo demoraria a compilá-las de novo?
O quê?
Só alguns dias. Mas precisaria de um laboratório e equipamentos...
O coronel Borodin e o Arthur não tencionam deixar-me trabalhar.
Que vou fazer?
Mais corretamente, que vamos fazer?
O Voliticon funciona. Tão bem, que me tiraram o apoio.
Sobra-me muito pouco dinheiro.
Bem, então é só uma questão de tempo até...
Sim... para nós os dois.
A menos que avancemos primeiro.
- Como assim? - Acho que percebe muito bem.
Não, nunca escaparia. Assassinato está fora de questão.
Não disse que tínhamos de matar ninguém.
Vi uma experiência muito interessante hoje.
É um momento de glória para o seu marido,
e creio que a resposta de todos os nossos problemas.
- Como assim? - O Voliticon.
Um homem sob a influência dele fará qualquer coisa, até matar.
A si mesmo, a outra pessoa...
Quiçá a um amigo.
Compreendo.
- Mas e depois? - Depois?
Haverá vestígios da droga no sangue do Arthur.
Então, não pode haver vestígios do Arthur para autópsia.
É simples.
O Arthur atirar-se-á com o carro de um penhasco.
Há um não muito longe daqui. Mordo Cliffs.
É perfeito.
E, Sra. Jarvis, é a nossa única saída.
É melhor repor as balas. O Arthur precisará delas em breve.
A primeira experiência com a rapariga é promissora.
O seu lapso de catatonia só ocorreu após 20 minutos.
- Está agora a recuperar. - Ótimo.
Aumenta a dosagem e continua a experiência.
- O Voliticon foi bem-sucedido? - Totalmente.
Os meus parabéns.
A que devo esta gentileza?
Achei que poderíamos recomeçar.
Não achas que é um pouco tarde para isso?
Que acontecerá agora ao Dr. Turek e ao B-230?
Acabou tudo para ele.
Quando começarmos a produzir o Voliticon,
serei o chefe do instituto.
Vais recusar o cargo quando te for oferecido, Arthur.
Sim.
O Dr. Turek é teu amigo, Arthur.
Sim.
Arthur, onde escondeu as anotações da sua esposa sobre o B-230?
Destruí-as.
Vá buscar a sua arma, Arthur.
Traga-ma, Arthur.
Dê-ma.
Guarde-a, Arthur.
Agora, ligue ao coronel Borodin. Mande-o vir cá imediatamente.
Diga que tem um problema com a sua esposa
e que ela ameaça ir ao vice-primeiro-ministro.
Que faz aqui?
Arthur, mate o Borodin.
O quê?
Drogou-o!
Está morto.
É melhor guardar a arma.
Agora, vai pegar no corpo do coronel Borodin
e escondê-lo no porta-bagagem do seu carro.
Levará o carro para fora do complexo
e virará para sul, na autoestrada principal.
Prossiga 20 quilómetros até Mordo Cliffs
e, nessa altura, levará o carro pelas falésias.
- Entendido? - Sim.
- Está pronta. - Não! É a minha vez. Levem-me.
Levaremos, em breve. Guarda.
Sabe, Martyn, ela não é a mesma rapariga ali dentro.
Talvez o deixe assistir em breve.
Verá quão entusiasmante o trabalho científico pode ser.
Não, por favor! Não, por favor, não! Não!
Martyn!
Está morto.
CONTINUA...
Tradução e Legendagem NADINE GIL RTP - Produção
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