All language subtitles for Gladiator.II.2024.1080p.HDCAM.Dublado.ENG.V.2

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Original subtitles

GlADIADOR II

16 ANOS AP�S A MORTE DE MARCO AUR�LIO,

SEU "SONHO DE ROMA" FOI ESQUECIDO.

SOB A TIRANIA DE DOIS IMPERADORES

GETHA E CARACALLE A FLOR DA CORRUP��O.

SUA AGRESS�O CRUEL COMO A PRAGA PROPAGADA

QUE SE ESPALHOU POR TODO O IMP�RIO

A QUEDA DA CIDADE ETERNA � INEVIT�VEL.

S� PERMANECE A ESPERAN�A AQUELES QUE AINDA OUSAM SONHAR...

S� gentil, Hanno.

Por seus grandes nomes, chamamos-te para ajudar-nos.

Derrotar os romanos.

Destruir seus navios, suas m�quinas de guerra e seus soldados.

N�s venceremos.

Bruzasis.

Arisat.

Hanno.

N�o vieste fazer um sacrif�cio hoje.

Prefiro sacrificar o romano.

Onde tu

est�s, a� estou eu.

E onde tu est�s,

l� estou eu, para

sempre, minha esposa.

O vento est� muito forte. Enrolem as velas e comece a remar.

Enrolem as velas e comecem a remar.

Enrolem as velas e comecem a remar.

Remos na �gua.

Eles n�o t�m terras, exceto aquelas que roubaram.

Onde quer que v�o, deixam para tr�s a destrui��o e chamam isso de paz.

Esta � a Nova, a �ltima cidade livre da �frica.

E hoje, vamos para a batalha.

Orem para que o vosso Deus esteja convosco. Porque se n�o...

n�o h� deus.

N�o temos nada a temer.

Onde est� a morte, n�s n�o estamos l�.

E onde estamos,

a morte n�o est�.

Fiquem juntos e obede�am �s minhas ordens.

Mantenham a cabe�a erguida e observem o que acontece.

Soldados, preparem-se!

Preparem-se para o lan�amento!

Queimar!

Fogo!

Ataque!

Preparem as vossas armas!

De novo!

Arqueiros, preparem-se!

Atirem!

Levantem!

Atirem!

Arqueiros!

Fogo!

Baixem a torre!

Baixem a torre!

Remem para tr�s!

Remem para tr�s!

Baixem a ponte levadi�a!

A ponte levadi�a est� presa!

Arqueiros!

Ali!

Matem-na!

Arisat!

Arisat.

ARISAT!

Eu vou esperar por ti.

Inspecionem todos os cad�veres! N�o deixem nada para tr�s!

Estou a apanhar esta cidade...

em homenagem a Roma.

Vae Victis.

Guerra para os conquistados.

A seguir!

L� em baixo.

Para baixo!

Que dano eles causaram-te. Est�s bem?

Segura ela. Lentamente, apenas lentamente.

Segura isso.

Arisat?

Lamento, meu filho.

Eu tamb�m n�o tenho muito tempo.

Este pessoal est� a transportar-nos para algo que n�o poderei suportar.

Estou pronto...

para levarem-me para outro lugar.

Vais durar mais um pouco.

Eu lembro-me bem

quando eles trouxeram-te para n�s.

Mi�do solit�rio do deserto,

inofensivo, assustado.

Aceitaste tudo o que te ensinamos.

Encontraste o amor de Arisat.

E a tua alma recuperou.

Quando eu morrer

os meus ancestrais receber�o-me no outro mundo.

Quem vai receber-te, Hanno?

Terminei.

N�o deixes que eles mudem-te.

Viste este mi�do.

Agora tens que ir sozinho, Hanno.

Nunca deixes que eles encontrem-te.

Vai.

Vai.

- PORTO ROMANO, OSTIA -

Czar Geta.

Imperador Caracalla.

General Acacius.

Eu conquistei a Num�dia para si.

O seu imp�rio poderia eclipsar o de todos os imperadores que vieram antes de si.

Coroa-o com louros, irm�o.

Em homenagem � tua vit�ria,

realizaremos jogos no Coliseu.

Nenhum jogo � necess�rio em minha homenagem.

� uma honra para mim servir o Senado e o povo romano.

�s muito modesto, Acacius.

Isso n�o conv�m a um general t�o bem-sucedido.

A gl�ria � sua, n�o minha.

S� estou a pedir de uma pequena folga da guerra para passar um tempo com a minha esposa.

- Tua esposa? Sim.

Lembraste dos privil�gios que ela teve?

Onde ela est� agora para poder ignorar tal evento?

Ainda h� vit�rias por vir.

P�rsia.

�ndia.

Ambos devem ser conquistados.

Roma tem muitos assuntos.

E tem que aliment�-los.

Eu posso comer guerra.

O teus triunfos ser�o celebrados...

como uma homenagem � grandeza...

Povo romano.

ANTIUM, FORA DE ROMA

Macrinus, senhor dos gladiadores.

Fica perto.

Caros convidados.

Cidad�os de Antium.

Observem o destino...

os conquistados de Roma.

B�rbaros da Num�dia e seu chefe.

Jubartha!

Este � interessante.

Eu vou compr�-lo.

Parem! Abram.

General.

Minha mulher.

Agrade�o aos deuses que trouxeram-te para casa em seguran�a.

Agradece ao ex�rcito que protegeu-me.

Deixa-me alimentar-te.

Avan�a.

Fica pr�ximo � parede.

A arena � um templo sagrado.

Para os mais corajosos de voc�s, o caminho para a gl�ria passa pela arena.

Arena transforma escravos em gladiadores, e gladiadores em homens livres.

Tens vermes.

Eu conhe�o este.

Comes macacos.

V�o. Sentem-se. Comam.

Tu.

Hanno, levanta-te.

Qual � a tua l�ngua nativa? Eu falo todas elas.

N�o respondes porque n�o podes ou porque n�o queres?

Tudo bem.

A viol�ncia �...

l�ngua universal.

Vigo,

experimenta.

Se ele sabe como lutar contra macacos.

Vamos ver se ele tamb�m sabe lutar contra um homem?

Chega!

Muito bom!

Muito bom.

Fecha-os.

Traz ele para mim.

Mand�bula forte.

Bra�os fortes.

Cheiro um pouco melhor.

Ser�s bom.

� arte.

Sele��o de gladiadores.

Alguns escolhem artistas.

Alguns escolhem a for�a bruta.

Eu escolho a raiva.

O p�blico adora sangue e ama aqueles que amam sangue tanto quanto eles.

E tu, meu amigo, raiva...

jorra de ti como...

como leite.

Da teta de um cavalo.

Ser�s um verdadeiro lutador.

Mas n�o para ti.

Est�s certo, n�o est�s a lutar por mim.

Vou colocar-te no ringue. Lutas ou morres. A escolha � tua.

Mas de quem � a cabe�a que eu poderia

dar-te para satisfazer essa tua raiva?

Todos os ex�rcitos romanos.

Demais.

Tamb�m aceitarei o general.

General?

General Acacius?

Use a tua raiva a meu servi�o

e ter�s a cabe�a dele...

pronto para a tua espada.

Serve-me e ele te servir� Rejeita-me...

e vais morrer tamb�m.

�s vezes preferes deixar-me do que lutar em tuas guerras.

Essa foi a minha decis�o.

E eu posso viver com ela.

Mas minha paci�ncia com esses dois est� a acabar.

Podes ir para os teus aposentos.

N�o precisamos de mais nada.

Ouvir esposas e m�es a lamentar os seus mortos naquela praia da Num�dia.

Lucila.

Eu n�o posso mais fazer isso.

N�o vou desperdi�ar mais uma gera��o de jovens por causa da sua vaidade.

Se vou lutar em outra campanha, ent�o deve ser para substitu�-los.

Quando os teus soldados vir�o?

Eles chegar�o a Ostia dentro de dez dias.

Quantos ser�o dedicados apenas a ti?

Todos.

Os imperadores n�o t�m o apoio do povo.

As pessoas est�o cansadas da loucura, da tirania.

Qual � o sonho de Roma se

o nosso povo n�o for livre?

Por favor.

Bebida.

Pe�o desculpas. Macrinus!

Eu sabia que as prov�ncias n�o seriam suficientes para ti.

S� estou aqui para os jogos.

N�o ficar�s desapontado. Roma tem todos os jogos que pessoas como tu gostam de jogar.

Pessoas como eu, Thraex? Queres dizer pessoas como n�s.

Sei que nada acontece em Roma a menos que tu...

tu proves primeiro.

Porque estou aqui?

Descobrir�s em breve.

O que ouvimos que tu queres concorrer ao Senado, Macrinus?

Eu?

Sabes muito bem quem eu sou.

Eu nem sei usar um �baco, mas pelo que entendi...

� comum que os teus convidados apostem nesses eventos?

Qual o valor que tinhas em mente?

Mil den�rios de ouro.

Dois mil.

Dois?

Den�rio.

Afastem-se!

Afastem-se!

Meus imperadores,

senhores, senhoras e

senhores e senadores,

para a vossa divers�o, a arte da batalha.

Posso apresentar a voc�s, um b�rbaro,

que lutar� contra, meu poderoso Vincen!

- Este � o teu gladiador? - Isso mesmo.

Tr�s rounds, a lutar com as pr�prias m�os.

Espadas!

Queremos que eles empunhem espadas e lutem at� � morte.

N�o h� perd�o ou oferta de miseric�rdia.

Comecem a lutar, agora!

Mano, n�o vamos

matar-nos para divertimento deles.

Extraordin�rio!

Extraordin�rio!

Thraex, isso parecia caro.

Parab�ns. Obrigado.

Extraordin�rio.

De onde vens?

Fala.

Eu disse para responderes.

Vossa Majestade � das col�nias, ele s� entende a sua pr�pria l�ngua.

As portas do inferno est�o abertas dia e noite.

Segundo eles, a descida �

tranquila e o trajeto � f�cil.

Mas...

voltar do inferno e ver um c�u

feliz, essa � a tarefa mais dif�cil.

Virg�lio, Sua Majestade.

Poesia!

Meu Deus, muito inteligente. Obrigado.

Estou realmente entediado mas tu surpreendeste-me.

Meu �nico desejo � entret�-lo.

Estamos a divertir-nos, estamos realmente a divertir-nos.

Estamos divertidos.

E todos n�s mal podemos esperar para ver o teu poeta,

como ele se apresenta na arena. Assim como eu, Majestades.

Obrigado.

Vigo.

Vem comigo.

Lutaste bem hoje, mas tamb�m tiveste sorte.

Os versos que recitaste.

N�o os aprendeste na �frica. Tenho certeza disso.

Um bom verso pode ser ouvido ao longe.

Quem ensinou-te poesia?

Um oficial romano capturado.

Eu cuidava dele e ele contava hist�rias para passar o tempo.

- O que aconteceu com esse prisioneiro? - N�s o comemos.

Como fazem os b�rbaros. - Como fazem os b�rbaros.

E onde nasceste?

Porque o meu passado importa se o meu futuro � morrer por ti na arena?

Diz-me o que tiveste que fazer por dinheiro romano.

Gladiador...

pode comprar a sua liberta��o.

Sua liberdade.

Sonho romano.

Um escravo n�o sonha com a liberdade, mas um escravo que ele chamar� de seu.

Cicerone.

Isso fez parte da tua educa��o, Macrimus?

O que tiveste que fazer para ganhar dinheiro romano?

Prometeste-me a cabe�a dele.

S� lucrativo e poder�s conseguir a cabe�a de quem quiseres.

Pai, proteja-nos

e guie-nos.

Senadores.

Minha senhora.

Gostaria que pud�ssemos encontrar-nos em tempos melhores, minha senhora.

Tempos melhores vir�o.

E por que estamos aqui?

Devemos assumir o controlo da cidade?

E devolvamos Roma

ao seu devido lugar.

Um empreendimento emocionante.

Quando? No �ltimo dia de jogos.

O meu ex�rcito em Ostia est� � espera do meu comando.

Cinco mil soldados leais a mim.

Ele entrar� em Roma e depois no Coliseu

onde prender�o os imperadores pelos seus crimes contra o Senado e o seu povo.

Este plano � ambicioso e arriscado.

Governar�s Roma e...

Marco Aur�lio falou sobre devolver o poder ao Senado,

mas isso foi uma gera��o antes, e muita coisa mudou

O povo n�o tinha nada a esperar

por muitos anos.

Mas com o tempo

e dire��o.

Lucila, �s filha de Marco Aur�lio.

Ele tinha a minha lealdade.

E tu tamb�m tens.

Senador Thraex.

A pol�tica segue o poder, minha senhora.

Apanha o que pertence a ti

e o Senado ir� apoi�-la.

Obrigado.

ENTRADA EM ROMA

Comida! Comida!

Quando eles contaram-me sobre esse lugar

eles nunca mencionaram o mau cheiro.

Isto cheira mal, Hanno.

Bem, ter�s que suportar como eu sou.

O que � pior?

Lobo?

Aqueles g�meos eram exclu�dos.

Eles foram deixados para morrer nas colinas.

Aquela loba os encontrou, e os alimentou com o seu leite.

Eles foram criados por um animal, est� no sangue deles.

Como conheces este lugar?

Eu conhe�o o caos que eles trouxeram.

Esta cidade contagia tudo o que toca.

Nunca sonhei que seria t�o grande.

N�o caias nessa. Esta cidade est� doente.

A esc�ria b�rbara!

Thraex.

Quanto � nossa aposta.

Sim, o b�rbaro, n�o esqueci disso. Eu sempre pago as minhas apostas.

Eu s� queria sugerir que a tua sorte pode mudar,

digamos, o dobro ou nada.

Alinhem. Alinhem.

Jogar, jogar!

Imperador Caracalla!

Czar Geta!

Cidad�os de Roma.

Esses jogos sagrados

s�o realizados em homenagem � vit�ria romana sobre os b�rbaros n�midas.

V�o! Mexam-se!

E em homenagem ao comandante das legi�es romanas, General Justo Acacius.

E aqui com ele est� Lucila, filha do imperador Marco Aur�lio.

Acacius.

General.

Acacius! Acacius! Acacius! Acacius!

Fale para eles.

Nem sou um orador,

nem um pol�tico.

Eu sou um soldado.

Durante a guerra vi a coragem tanto de homens como de mulheres.

Uma vez nesta arena.

E, portanto, se pedirem alguma coisa aos deuses,

pe�am-lhes a mesma coragem.

Porque Roma precisa dela agora.

Do port�o sul...

eis os gladiadores de Macrinus!

E do lado dos imperadores Geta e Caracalla,

campe�o invicto, Gliseo, o Destruidor.

Esperem!

Esperem!

Eu os sa�do, C�sares!

Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo! Gliseo!

fiquem juntos e quando ele atacar v�o em dire��o � parede.

Porque deveria fazer isso?

Esperem!

Esperem!

Saiam!

Covardes!

Vamos!

Mano, esse � o poeta, n�o �?

N�o me lembro.

Esqueci completamente.

As portas do inferno est�o abertas dia e noite.

A descida � suave...

Eu esqueci.

Segundo eles, a descida � suave...

Segundo eles, a descida �

tranquila e o trajeto � f�cil.

Escudo!

Miseric�rdia! Miseric�rdia! Miseric�rdia! Miseric�rdia! Miseric�rdia!

Sangue.

Lucila?

Seremos misericordiosos?

Miseric�rdia.

Miseric�rdia! Miseric�rdia! Miseric�rdia! Miseric�rdia! Miseric�rdia!

Sem piedade.

Sua vida foi poupada pelos deuses...

Prefiro enfrentar a espada, do que aceitar a miseric�rdia romana.

Matar! Matar! Matar! Matar! Matar! Matar! Matar! Matar! Matar!

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

O caminho pela arena n�o

leva � liberdade, leva a isso.

V�o para as vossas celas.

Vamos.

As portas do inferno est�o abertas dia e noite.

Segundo eles, a descida �

tranquila e o trajeto � f�cil.

Eu venci-te! Eu sou o M�ximo, o salvador de Roma.

Scatto e Argento...

L�cio est� a salvo.

L�cio.

L�cio...

�s agora o �nico herdeiro do trono.

Tem gente que quer matar-te para poder assumir o poder.

Prometo que te trarei de volta assim que for seguro.

M�e, porque n�o podes vir comigo?

Tenho que ficar por ti e por Roma.

Lembra-te de quem �s.

E lembra-te que eu amo-te.

Eu amo-te.

Vem.

D�-me a sua perna.

Vai.

Vai.

Qual o teu nome?

Eu sou Ravi.

Eu sou m�dico.

Porque morrem mais pessoas por feridas infectadas do que l�, na arena.

Isso precisa ser limpo e costurado...

e isso vai doer.

Isto � o h�lito do diabo. � �pio.

� para dor.

Precisas respirar.

Estou aqui h� tanto tempo que eles nem me notam mais.

J� tive mais amputa��es do que posso contar.

- Como aprendeste o teu of�cio? - Porque perguntas?

Tens a m�o pesada.

Eu j� fui um gladiador.

Poderias vencer-me tamb�m com a tua for�a total?

Nesse estado, eu poderia vencer-te mesmo agora.

Mas, felizmente para ti, pousei a minha

espada e, portanto, passarei os meus dias

restantes a salvar vidas em vez de mat�-las.

Porque tal mudan�a t�o tarde na vida.

O que fazemos na vida ecoa na eternidade.

Eu sinto que j� ouvi isso antes.

Est� escrito em uma das tumbas,

onde guardam os ossos do gladiador.

Meu campe�o, sinto o cheiro do h�lito do diabo!

Incr�vel!

Campe�o,

ouviste aquela multid�o?

Ouviste aquela multid�o?

H� algo especial em ti.

Eu sabia disso desde o in�cio. A s�rio? Sim.

Os gregos chamavam-lhe thymos,

fuma�a,

raiva.

E a raiva � o teu presente.

Como o grande Aquiles.

Nunca deixes isso passar.

Isso levar-te-a � grandeza,

meu campe�o.

Obrigado,

por convidar-me.

Isto � realmente uma honra.

Ouvi dizer que �s o assunto principal na corte.

Sim.

N�s conhecemo-nos antes.

-A s�rio? -H� muito tempo.

Onde?

Servi no ex�rcito do seu pai na campanha africana.

Serviste com o meu pai.

tive a honra

de ler as suas medita��es.

A melhor vingan�a �...

n�o ser como aquele que feriu-nos.

Ouvi dizer que armaste metade das legi�es de todo o imp�rio.

E agora aqui, em Roma.

Crias influ�ncia a patrocinar gladiadores.

Fa�o isso por amor ao desporto.

E onde encontraste esses gladiadores?

Geralmente s�o prisioneiros de guerra

ou vagabundos.

Porque pergunta?

Um homem pode escolher lutar

e continuar vivo, na vida � igual na arena, n�o �?

Quem � esse?

Este � o meu pai em sua juventude.

Ela teve um filho.

� de conhecimento comum, quando o Commudus foi morto, o menino desapareceu.

Quem se importaria? Lucilla n�o se importaria.

Mais vinho! Mais vinho!

Afinal, ele tinha sangue real.

E o pai dele?

Supostamente, L�cio Verus.

Repara, foi um casamento arranjado. Ela tinha 14 anos.

As mulheres n�o eram o seu gosto.

- Alguns dias nem s�o do meu agrado. - Nem os meus!

N�o, n�o, n�o. Segundo rumores, ela tinha amantes.

E de acordo com esses rumores, o verdadeiro pai era Commudus.

V�s isso como amor fraternal.

Se ele morreu,

deve haver sobras.

E se ele sobreviveu, agora tu terias cerca de...

Bem, vamos calcular. Ele tinha cerca de 12 anos quando morreu.

De acordo com isso, ele teria...

Minha senhora.

Graco.

- Por favor, vem comigo. - Obrigado.

Gladiador.

Conheces-me?

Tens fam�lia?

Uma mulher.

Arisat.

Arisat?

Ela foi morta sob o comando do teu marido.

- Roma est� a afogar-se em seu pr�prio sangue. - E ainda assim aproveitas os prazeres do Coliseu.

N�o entendes.

L�cio.

N�o sei quem pensas que eu sou.

O meu nome � Hanno,

e n�o tenho m�e, ou pelo menos n�o consigo lembrar-me dela.

Eu lamento.

Se seu filho estivesse aqui, tenho a certeza que ele diria-te para n�o sofrer por ele.

Porque ele n�o seria o mi�do que mandaste embora, esse mi�do est� morto.

Podes pensar que tenho pouco valor.

Talvez penses que eu tra�-te.

Mas eu quero que saibas,

se n�o queres aceitar o amor da tua m�e

ent�o apanha a for�a do teu pai,

vais precisar disso.

Seu nome era Maximus Decimus Meridius...

e eu vejo isso em ti. Sai.

Minha senhora, devemos ir imediatamente.

L�cio eras amado.

Teu pai e eu am�vamos-te.

O teu nome estava em seus l�bios. Sai!

L�cio est� vivo.

Tens a certeza?

Sim.

Eu conhe�o o meu filho.

Falei com ele esta noite.

Posso t�-lo perdido para ele por causa do que fiz.

Mas ele est� vivo.

Amanh� � o terceiro dia de jogos.

A maioria dos lutadores n�o sobreviver�. Acacius...

tens que ajud�-lo.

- Ajud�-lo. - Sim.

Eu decepcionei-o.

Eu sei que sim.

Eu n�o posso decepcion�-lo agora.

O meu ex�rcito est� em Ostia.

Se esperarmos alguns dias...

Ele pode estar morto at� l�.

Acacius...

Eu daria de boa vontade a minha vida por Roma.

Mas n�o vou dar a vida do meu filho.

Um.

Dois.

E um.

Juntos! Simultaneamente! Simultaneamente! Simultaneamente!

E um.

E dois.

E um.

Parem!

N�o ir�s muito longe dessa forma.

S� ele. Tu afastas-te.

Vai.

Vamos ver at� onde consegues ir sozinho sem a tua equipa.

Preparar?

Um.

E dois.

Observa o tempo!

Vamos, mais!

Mais!

Deixem-no.

S� vinagre, meu amigo.

Chega de �pio para ti.

Bastante dor espera por ti na pr�xima vida.

N�o sei porque tu queres tanto for�ar nesta vida.

�s um homem livre, Ravi?

Livre?

Eu sou.

Larguei a minha espada e prometi nunca mais segur�-la.

E ainda assim escolhes este inferno?

Onde moravas antes?

Varanasi.

E porque n�o voltas l�?

Eu gostaria de poder.

Eu conheci uma mulher.

- Ha sempre uma mulher. - Sempre.

Ela � de Lundinium, na Gr�-Bretanha.

Ent�o agora, os nossos

filhos s� falam latim.

Os olhos da minha filha s�o azuis como os teus.

Somos romanos agora.

Cresci a ouvir hist�rias no colo do meu av�.

Ele sabia falar do sonho romano.

Era t�o fr�gil que tu

s� poderias sussurrar sobre ele.

Ou ele desapareceria.

Que tipo de sonho foi esse?

Sobre Roma, onde todos poderiam viver sob leis justas e ser protegidos.

Sobre Roma com o Senado.

Sobre Roma com esperan�a.

O teu av�, ele parece...

como um homem perigoso.

As probabilidades est�o contra ti.

As probabilidades est�o sempre contra mim.

- N�o te preocupes, velhote. - Ei...

Deverias descansar um pouco.

O teu povo precisar� de ti para liderar amanh�.

Isto � sobre sobreviv�ncia!

Sobrevivam!

Em nome de Poseidon, celebramos

a magnific�ncia da guerra naval.

Eles t�m atiradores, estejam prontos, obede�am �s minhas ordens.

Ficamos juntos e remamos como um s�! � assim mesmo? Isso mesmo!

-� assim mesmo? - Isso mesmo!

Hoje, revivemos a Batalha de Salamina.

Troianos contra Persas.

Atirem fora os remos!

E arrastem!

Arqueiros!

Arqueiros!

Arrastem!

Puxem!

Lado esquerdo, preparem-se!

Puxem os remos! Agora!

- Remos! - Remos!

Curvem-se!

Arrastem!

E arrastem!

Arrastem!

Mais uma zez!

Preparem-se para marcar!

Segurem alguma coisa!

Aguentem!

Pretorianos!

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

Em nome dos imperadores,

o vencedor � Hanno!

Quem fez isso?

Quem fez isso?

- Eu sou respons�vel! - Fui eu! -Eu sou respons�vel!

- Fui eu! - Fui eu! -A culpa foi minha! - Fui eu!

Geta vai querer se vingar de todos.

Aprendeste a disparar no mesmo lugar onde aprendeste poesia?

Tens sorte de n�o ter sido eu ou aquela flecha teria te encontrado.

Senta-te.

Tenho novidades para si.

Ele est� aqui, senhor.

Ainda est�s aqui.

Macrinus.

Bem-vindo.

Diz, estou a ouvir.

Sabes que esta � a minha casa agora.

Deves-me mais de 10.000 den�rios.

Est�s ciente disso? Eu tamb�m tenho outras coisas.

Pecu�ria... arte!

Talvez a verdade!

- O que queres? - A verdade.

Isso � o que eu quero.

Nada acontece em

Roma sem que tu saibas.

Tens a confian�a do senador.

Tens a confian�a da Lucilla.

Mas o mais importante, tens a minha confian�a.

Queres a minha lealdade?

eu possuo...

a tua casa.

Eu quero a tua lealdade.

Eu...

- Diz-me. - Ouvi...

por conspira��o.

Para derrubar os imperadores. Sim.

Mas o plano foi adiado.

Porque esta noite um gladiador deve ser resgatado da arena.

Mas n�o sei porqu�. Eu sei porqu� e tamb�m sei quem.

Faz as malas.

Rapidamente.

Aberto � guarda imperial!

Minha senhora, venha conosco.

Gra�as �s virtudes c�vicas de homens

como Thraex e Macrinus, o seu enredo �

descoberto.

Honra...

dignidade...

dado a voc�s por Roma.

Deitaram tudo fora com a vossa trai��o.

Por favor, Rei Geta,

torture-me se quiser,

mas n�o me d� serm�es.

O teu nome ser� esquecido!

Perdido para a hist�ria.

Est�s amaldi�oado, General.

Est�s a rir? Amaldi�oaste-me.

Eu n�o quero saber.

Com o tempo, tudo � esquecido. Os imp�rios caiem e os imperadores tamb�m.

Porqu� esperar?

Vou estripar ele! - N�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o.

Acalma-te! Acalma-te!

Sua morte deve ser p�blica.

P�blico?

Pendura as suas entranhas nos port�es da cidade e crucifique-a!

Crucifica-a! Leva-os embora!

Obrigado, Macrinus.

Vem.

Nestes �ltimos dias, eu

comecei a pensar em ti n�o como um sujeito,

mas como um amigo de verdade. Obrigado.

Muito obrigado, mas como amigo.

Devo aconselh�-lo a ter cuidado.

Acacius � um her�i romano,

e a crucifica��o � para ladr�es, crist�os.

Isso � muito comum. Ele � um traidor e deve morrer.

Concordo.

Mas no Coliseu o seu destino � decidido pelos deuses.

Deixe os deuses decidirem.

Sabes, acordei ontem � noite a sonhar com um rio escuro.

E desta vez o cruzei pela primeira vez.

De onde eu venho.

Atravessar o rio representa perd�o, representa salva��o.

E de onde eu venho isso significa que j� est�s morto.

Mas quando o vi, n�o tive medo.

Porque...

algu�m estava a esperar por mim do outro lado.

Quem � esse homem?

Cujo nome foi removido.

M�ximo.

Eu vi a luta dele uma vez.

Foi magn�fico.

Sabes, o meu tempo na arena foi depois do dele, mas...

muitos ainda falavam dele em sussurros.

Falei sobre ele...

E o que ele fez.

Eu o conheci uma vez.

Ele era gentil.

E ele n�o se curvava para ningu�m.

Vem comigo.

Vem comigo.

Quando um gladiador rebelde morre.

N�s os enterramos aqui.

O que fazemos na vida ecoa na eternidade.

Este � Argento e este � Scatto.

Sa�de!

Parem com isso!

Por causa de sua trai��o contra a vida dos imperadores e do

Estado romano o general Justo Acacius ele foi declarado inimigo do povo.

-Vae Victis. - General.

Acacius! Acacius! Acacius! Acacius! Acacius! Acacius! Acacius!

Da cidade derrotada da Num�dia,

duplo vencedor no coliseu.

Vai agora. Vae Victis.

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

Hanno!

- Senhor, entregarei a si toda honra que tenho. - Agora � tarde de mais.

Traidor romano ou her�i b�rbaro.

Deixem os deuses decidirem.

L�cio, espera.

Espera, espera!

Eu sou um instrumento,

cheio de vingan�a.

E eu destruirei o traidor.

Apanha-a!

Eu sei quem �s.

L�cio Vero Aur�lio.

Acacius ergueu a m�o.

Ele rendeu-se.

Deixem os deuses decidirem.

Os deuses deram o seu veredicto.

Faz o que tens que fazer.

Mas antes de eu morrer deves saber,

que eu amava a tua m�e Lucila.

E o teu pai,

M�ximo.

Eu morreria por ele.

Mata-o!

Deixa-o viver!

Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida! Vida!

Mata-o!

Mata-o. N�o posso!

- N�o! - Mata-o!

Acacius! Acacius! Acacius! Acacius! Acacius! Acacius!

Mata-o!

Mata-o! Mata-o!

Acacius!

N�o!

N�o!

Acacius!

Maldito sejas!

A morte � boa de mais para ti!

� assim que Roma trata os seus her�is?

Digam-me!

Se a vida dele n�o tem valor, quanto vale a tua ent�o?

Os deuses deram a sua palavra!

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

Para a vossa pr�pria seguran�a, deveriam retornar ao pal�cio.

Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno! Hanno!

Afastem-se, afastem-se!

T�nhamos um acordo.

Eu dei a ti ele e tu deixaste ele viver.

- E tu conseguiste o que querias.

Eu sempre consigo o que quero porque o deixaste viver?

Compraste um gladiador, n�o um escravo.

Eu tomo as minhas pr�prias decis�es.

Qu�o azul � o teu sangue?

Talvez o cora��o romano bata naquele peito.

O maior templo que Roma j� construiu, o Coliseu.

Porque � nisso que eles acreditam, poder.

Eles se re�nem aqui para ver os fortes matarem os fracos.

-Deve haver algo mais.

- N�o h� mais nada. - Deve haver uma Roma diferente.

- N�o existe outra Roma.

Sonhar...

Sonho com Roma.

� a fantasia de um velho.

Quem �s tu?

Qual era o teu nome antes de adotares o nome romano?

Nunca saber�s.

Eu tenho um destino.

Os deuses entregaram-te para mim.

E tu ser�s o meu instrumento.

Eu nunca serei o teu instrumento, nem nesta vida nem na pr�xima.

Esse n�o ser� o meu destino.

Mas eu vou matar-te.

O que mais eu poderia fazer?

Ele e a sua cadela queriam matar-nos.

N�o conseguiste ouvi-los? Eles querem as nossas cabe�as.

Os Pretorianos v�o deter esta multid�o como fizeram antes.

- �s respons�vel por isto. - Macaco sujo!

Talvez devessem levar

Dondus para outro lugar, para...

confort�-lo.

Perdoa-me a explos�o do meu irm�o.

A doen�a que infectou seus lombos espalhou-se para seu c�rebro.

E est� a piorar a cada dia. Vou argumentar com ele.

Eu estou a ver-te.

Eu estou a ver-te.

Caracalla, Caracalla.

Vamos, levanta-te.

Levanta-te, levanta-te. Tu n�o.

Ok, v�!

Agora, escuta-me.

O que foi?

Nada nunca � meu.

Tudo � sempre nosso, era assim mesmo no �tero.

Ele tentou tirar o meu cord�o

umbilical, para eu n�o ter mais ar.

- Lembraste disso? -Claro.

- Vem aqui, senta-te.

- Algo assim n�o pode ser esquecido.

- A minha consci�ncia obriga-me a fazer isso.

O que foi?

Senta-te. O teu irm�o...

ele pretende culpar-te por

isso, diante de todo o Senado.

Mas eu n�o fiz isso.

- Bem, h� um caos nas ruas agora. - Ele est� a mentir.

N�o h� pior testemunho do que um irm�o contra outro.

Isso � mentira. Ele sempre mente.

Mas ele pode ser muito persuasivo.

Ent�o o que eles v�o fazer comigo?

Eu nem me atrevo a pensar, mas imagina isto.

O que ele far� com Dondus?

O que ele far� com Dondus?

A decis�o cabe a ti.

Irm�o.

Baixa a faca.

- Est�s a mentir. - D� para mim.

- Tu sempre mentes. - D� para mim.

Olha para mim.

Olha para mim. Mentira! Deixa-me ajudar-te. Mentira!

Eu quero ajudar-te. Eu sempre protegi-te.

Porque eu amo-te.

Volta. Ajuda-me.

L�cio.

Eu n�o poderia imaginar que o destino traria-nos aqui.

E ainda assim aqui estamos.

Est� tudo de volta ao come�o, mandaste-me daqui embora, e o destino...

Retornou-me ao mesmo terreno onde morreu.

Este anel

pertencia ao meu pai.

Ele deu para o teu pai, Maximo, em sinal de confian�a.

Dei-o ao Acacius pela sua bravura.

Este anel pertencia � minha esposa.

Vou us�-lo ao lado do teu.

Lamento pelo Acacius.

Mas eu n�o conseguia ver o homem.

Ele era um soldado romano.

Havia um plano.

Ele preparou o ex�rcito em Ostia sob o comando de Dario Sexto.

O ex�rcito que ele deveria liderar contra os imperadores.

Acacius, M�ximo, Marco Aur�lio.

Eles viveram e morreram por Roma.

Todos n�s fazemos isso.

� verdade que eles pretendem matar-te?

Algu�m sempre teve uma espada no meu pesco�o desde o dia em que o meu pai morreu.

Mas agora que encontrei-te

isso n�o importa mais.

Eu n�o tenho medo.

J� estou acostumado a perder as coisas que amo.

Mas agora que encontrei-te. N�o tenho vontade de perder-te novamente.

Pareces com ele?

Cuidadoso.

Orgulhoso.

Eu n�o tenho a for�a dele.

Eu gostaria que isso fosse verdade.

Eu gostaria de poder dizer para sa�res daqui.

Vai agora.

For�a e honra.

For�a e honra.

Como imperador!

Convoquei o Senado para nomear meu primeiro c�nsul

e dar-lhe o poder de gerir as fun��es militares e civis do imp�rio.

Eu nomeio o cidad�o Dondus!

Viva Dondus!

Viva Dondus!

- Viva Dondus? - Viva Dondus!

Viva Dondus!

E como segundo c�nsul...

eu nomeio...

cidad�o...

Macrinus!

Viva Macrinus!

- Viva Macrinus! - Viva Macrinus!

Teremos um desfile triunfal para comemorar.

Teremos jogos.

E execu��es em massa.

Viva o imp�rio.

Viva o imp�rio.

Sentem-se.

Acontece que eu tenho

com boa sorte e muita ast�cia.

A orelha do segundo imperador.

Posso explicar tudo para ele,

e parar com a loucura na rua, mas...

para restaurar a ordem,

Eu devo ter poder

e comando do ex�rcito pretoriano.

Vamos votar?

Levantem a m�o?

- Sou a favor! - Sou a favor!

Eu sou o vosso humilde servo.

Baixem as m�os.

Podem sentar-se.

Roma deve cair.

Eu s� tenho que for�ar um pouco.

E depois da queda de Roma?

E ent�o?

� filha do seu pai.

Seu sonho de Roma nunca foi um sonho.

Ele era fic��o.

A melhor vingan�a � n�o nos tornarmos como aquele que nos feriu.

Eu tornei-me diferente do seu pai.

Ele falou de sonhos. Estou a falar sobre a verdade.

E a �nica verdade na minha Roma

� a lei do mais forte.

Eu era propriedade do...

imperador.

E agora eu controlo o imp�rio.

Onde mais, sen�o em Roma, um homem pode fazer isso?

Reconhece a marca do seu pai em mim?

Se precisar de alguma coisa

nestas �ltimas horas,

n�s garantiremos isso para si.

Sua morte abrir� o meu caminho para o trono.

Amanh� haver� jogos,

e neles,

o vencedor serei eu.

Ravi.

Podes entregar uma mensagem para Osti pela manh�?

- O que h� em Ostia? - Um ex�rcito est� l�.

Estou a pedir que arrisques-te a servi�o de algo maior.

Vai para �stia.

Leva este anel para o general. Para Dario Sexto, entendes?

Dario Sexto,

ele reconhecer� o anel de Acacius.

E...

o que devo dizer a quem

enviou-me com aquele anel.

Eu sou L�cio Vero Aur�lio.

Pr�ncipe romano.

Diz-lhe que estou a convocar o ex�rcito para defender a nova rep�blica.

- Devo confiar em ti? Sim. - A s�rio? Sim.

Ravi, preciso das tuas chaves.

Obrigado.

P�ra! Volta aqui!

Quem deu-te isto?

L�cio Vero Aur�lio.

Pr�ncipe romano.

N�s realmente temos que matar Lucilla?

At� ela morrer nunca ter�s paz.

Nunca.

As pessoas a amam. A sua morte incitar� uma multid�o.

Se ela morrer e o povo rebelar-se. Direi a eles que tenho a cabe�a de Caracalla,

e ent�o o povo aceitar-me-�. Essa, meu amigo, � pol�tica.

Devemos n�s? Sim.

Hoje, campe�o, ser� a tua �ltima luta.

E nosso mestre deu para ti...

espada de madeira da liberdade.

Mas tens que ganh�-la primeiro.

Hoje defender�s a tua m�e.

Madeira ou a�o, um espig�o ainda � um espig�o.

Espera por mim.

Em homenagem � nomea��o do Imperador Caracalla,

primeiro c�nsul Dondus, e o segundo c�nsul Macrinus,

e como puni��o por sua conspira��o contra o Imp�rio,

por sua difama��o da linhagem imperial

e incitando uma rebeli�o militar junto com o seu marido,

a rainha enfrentar� a justi�a divina nas m�os da guarda pretoriana.

Eu n�o sou um general,

mas somos todos soldados

e at� agora, lutamos por nada al�m de sobreviver mais um dia.

O que queres de n�s?

Bem, podem voltar para as vossas celas se esta for uma batalha que n�o querem travar.

Ou...

podem juntar-se a mim

e lutar pela liberdade que vai muito al�m destes muros.

-Sim! -Isso mesmo!

Houve um tempo em que a honra significava algo em Roma.

Nesta Roma,

Acredito que n�o exista mais.

Temos que encontr�-la.

E saibam disto,

Onde est� a morte, n�s n�o estamos l�.

E onde estamos,

a morte n�o �!

Pela minha espada?

For�a e honra!

For�a e honra!

For�a e honra!

For�a e honra!

Ningu�m diga que o imperador n�o � misericordioso.

A Rainha ter� um gladiador para se defender da Guarda Pretoriana.

Campe�o, Hanno!

Chama a cavalaria, p�ra com isto agora.

Esta � uma guerra, uma guerra real!

O ex�rcito de Acacius avan�a, eles est�o agora fora de Roma, senhor.

Ainda podemos flanque�-los. Eles n�o t�m mais de 5.000 soldados.

Quantos de n�s somos?

- 6000, talvez mais. - Vai at� � porta e segura-a.

Seu canalha sujo!

L�cio.

D�-me o arco.

Vai meu filho.

L�cio.

Um cavalo!

Nada pode matar este b�rbaro?

Meu nome � L�cio Vero Aur�lio.

Um homem n�o se torna imperador apenas pela linhagem, deve

ser tomado � for�a e mantido � for�a. �s esse tipo de homem?

N�o estou a lutar pelo poder.

Estou a lutar para libertar Roma de pessoas como tu e devolv�-la a eles.

Os pr�prios deuses querem que Roma renas�a e enviaram-me para cumprir essa tarefa.

E se os teus deuses mandassem-me aqui para matar-te?

� hora de acabar com isso, Macrinus!

For�a e honra, meu filho.

Esperam que eu fa�a um discurso.

N�o sei mais o que dizer, exceto que todos n�s j� conhecemos muitas mortes.

Que n�o seja mais derramado sangue em nome da tirania.

O meu av� Marco Aur�lio falou de um sonho chamado Roma.

O sonho pelo qual morreu o meu

pai, Maximus Decimus Meridius.

Sobre o ideal.

Sobre uma cidade para muitos e um ref�gio para os necessitados.

Sobre uma casa pela qual vale a pena lutar.

Sobre a casa que M�ximo defendeu durante toda a vida.

Esse sonho est� perdido.

Mas ser� que ousamos...

construir esse sonho juntos novamente?

O que dizem?

Sim!

Sim!

Sim!

Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! Sim!

Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! Sim!

M�e.

Fale comigo, pai.

Legendas: Fistfox

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