All language subtitles for Adoration.S01E04.1080p.WEB.h264-EDITH

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Original subtitles

Fiz merda, mãe!

Não fiques assim.

Também não diremos nada à Vera.

És uma idiota!

Giorgio?

Merda!

- Sim? - Bom dia, senhora.

O Giorgio Martini vive aqui?

Sim, é meu filho. Porquê? O que aconteceu?

Tens de vir connosco.

Porquê? O que fez ele? Giorgio?

Não te preocupes.

Está tudo bem.

- Vera. Para. - Larga-me.

Quem é? Olá.

- Onde está ela? - Enza.

- A tua filha? - O que se passa?

- Vera! - Abre!

Ela está aqui, certo?

Abre, traidora!

Porque fazes isto?

A tua filha chibou-se!

Abre!

Chega!

Abre!

Abre! Aparece!

Para, Vera. Não exageres!

Vai-te embora!

Estás a irritar-me!

Por favor, vai.

ADORAÇÃO

Dià, a polícia levou o Giorgio.

Liga-me.

- Olá, linda! Aonde vais? - Vai-te foder!

- Vá lá. - Jeitosa!

- Doutora! - Olá.

- Aonde vais? - Ver uma amiga.

Entra. Eu levo-te.

- Com tudo isto, não devias pedir boleia. - Não saía de casa.

- Amanhã. Hoje estou ocupada. - Põe o cinto.

Podes acelerar?

O limite são 70.

Ninguém o respeita.

Só os velhos.

A tua mãe disse-me que tu e a Elena eram amigas.

Não éramos chegadas. Andávamos com o mesmo grupo.

- A polícia levou o Giorgio de manhã. - Como assim?

Com algemas?

Não, mas foi num dos carros deles.

A culpa é minha.

A culpa não é tua.

Gian! Vens ou não?

Vi a Chiara ontem.

Falei-lhe do Giorgio e da Elena.

Caramba, amor!

Não sabes o que ele fez à Melissa.

- O que fez ele? - Gian?

- O Sandri tem de ir. - Já vou!

Depois dizes-me. Está bem?

- Onde estás? - Quase a chegar.

Mas não me apetece falar da festa.

Estou mal. Preciso que me abraces.

Eu percebo. Mas vamos ouvi-los. Está bem?

Tratas do bolo com o Sandri e ficamos sozinhos.

- 42... - Diz algo.

A ecografia da Bea é amanhã.

- Não podemos ignorá-la. - Gian.

- Está bem? - Está bem.

- Estou a chegar. - Até já.

- 140. - Não tenhas pressa.

Deixa-me olhar para ti.

- A Vane vai aparecer? - Ela vem aí.

Não está muito bem.

- E depois? - Só estou a avisar.

Era amiga da rapariga que morreu.

E não é claro porquê.

Mas que raio?

- Bea. - Vá lá, mãe.

Não gostavas quando ela vinha aqui.

E disseste que tinhas pena do Enrico.

Vou esperá-la no portão.

Bom dia.

Procuramos o Gianmarco Crociara.

Viemos confiscar o carro dele.

Espera, D'Angelo.

Até ao ano passado, o Giorgio Martini

estava na equipa profissional de remo.

Vê se consegues descobrir porque o expulsaram de repente.

Recolham uma amostra de ADN e mandem-no para casa.

Porque não disseste nada?

O Giorgio fez-me jurar. Não podia.

Saíam juntos há muito?

Não sei!

Não me lembro. Não sei.

- E se a Melissa matou a Elena? - De que raio falas?

Pode ter descoberto e ficado com ciúmes.

Ouve, Dià. Entendo que te sintas mal,

mas temos outros problemas.

Ele foi o último a ver a Elena viva.

Percebes que é mau?

Olha.

Vamos.

Giò!

Fizeste asneira.

Devias ter ido à polícia.

Ajuda-me. Quando a levaste a casa,

viste-a a entrar? Tens a certeza?

Está bem. Já acabou, certo? Ou ele não estaria aqui.

Não acabou nada, mãe.

Disseram-me para não ir a lado nenhum.

- Quem falou? - A Vanessa, claro.

O Gianmarco é muito estúpido para fazer isto.

Seja como for, temos de agir agora.

Arranjaremos um advogado.

Porquê? Ele disse a verdade.

A Vanessa está aqui. Com os Crociara.

E o pai do Gianmarco.

Porque não vamos para nossa casa?

- Tens vergonha da nossa? - Por favor, Vera.

Vá lá, imploro-te.

Diana, querida. Isto são assuntos de família.

Desculpa.

- Vai lá. - Ligo-te mais tarde.

A polícia também foi lá a casa.

Levaram o carro do Gianmarco.

Que vergonha. Já imaginaste?

Como já disse ao Gianmarco, antes de intervir,

quero saber se lhes disseste a verdade.

Claro que sim.

Acham que matei a Elena?

Olhem-me nos olhos. Acham?

Fui eu que contei à Chiara.

Porque tenho sempre razão sobre ti?

Porquê?

Porque sou uma cabra.

É o que pensam de mim. Larga.

Giorgio.

Vane!

Tínhamos um acordo. O que aconteceu?

- Pergunta à Melissa. - Porquê?

Ela contou-me o que lhe fizeste. És um merdas!

Senta-te.

Lamento incomodar, mas é importante.

É sobre a Elena?

Vi-a na noite em que desapareceu. Estava com o Giorgio.

- Onde? - À porta da casa dela.

Tinha ficado com a Vera

e passo sempre por lá quando volto. É mais rápido.

Lembras-te de que horas eram?

Foi por volta da meia-noite.

Primeiro pensei que era o Gianmarco. Porque era o carro dele.

Mas depois vi os dois a saírem do carro.

Beijaram-se.

Ela entrou e o Giorgio arrancou.

E viste tudo isto ao passar?

Não. Parei por curiosidade.

Pensei: "A melhor amiga da Vanessa e o namorado dela."

Parecia impossível,

porque o Gianmarco adora a Vanessa.

De facto, não era ele.

Porque não disseste logo?

Não queria o Giorgio em apuros com o Enrico.

São muito amigos.

E, sinceramente, também tive pena da Melissa.

Porquê a Melissa?

Lamento.

Pensei que soubesses. Está apaixonada pelo Giorgio.

Costumavam sair.

Talvez ainda saiam. Não sei.

Mas vi a Elena a entrar em casa e o Giorgio a arrancar.

Não pode ter sido ele.

Olá.

Podes baixar o volume, por favor?

Estás aqui.

Tem de ser.

Tenho de esperar pelos 18 anos para voltar para Roma.

Como correu hoje?

Correu bem.

Ouve, tirei umas horas de folga.

Queres ir à praia?

- Eu e tu? - Sim.

Porque não dizes o que queres?

Andas com o Giorgio Martini?

Já não.

Porque ele tinha algo com a Elena?

Daí terem acabado?

Tiraste umas horas de folga para me interrogar?

Melissa, ele pode estar envolvido no homicídio da Elena.

Preciso de saber como ele é.

Se achas que...

Não acho nada.

Posso ir para o quarto? Ou vais prender-me?

Posso comer uma sandes? Não estou bem.

Olha lá, não podes entrar aqui e sabes disso.

Vá lá. Sai.

Sai!

Não vás ao bar quando tens fome. Arranjas-me problemas.

Faz-me sinal e, se conseguir, trago-te algo. Está bem?

Não tocaste na Elena, pois não?

Vè?

Vera.

Como estás?

Então?

Quando a Teresa não está, lembras-te de mim.

Desculpa não te ter ligado.

Mas é complicado.

Estou um caco, obrigada.

E tu?

A Elena passou-te a tarefa?

Não.

Mas sinto-me uma merda.

Ontem, eu, o Enrico e o pai da Elena espancámo-lo.

- Parabéns. E isso excitou-te? - Não, já disse que me sinto uma merda.

Ouvi dizer que ele matou a Elena.

Mas depois percebemos que era treta.

Primeiro, bates-lhe e depois cuidas dele? És mesmo idiota!

Mas também és giro.

E tu és linda.

Posso dizer-te uma coisa? Promete que não te zangas.

Não, já começámos mal.

Se tiver de me zangar, zango. E não prometo nada.

O teu irmão era louco pela Elena.

Ele achava que ninguém sabia, mas eu e o Enrico sabíamos.

Mas na noite em que ela morreu, o Enrico estava em Cassino. E o Giorgio?

Não sei onde ele estava.

O que queres dizer com isso?

Preferia saber que tinha sido o Ricotta.

Estás doido.

Estás doido!

- Aonde vais? - Se abrires a boca, juro que te mato!

- Para! - Acabo contigo!

- A quem contaria? - Larga!

Crì?

Acabaste de chegar?

Sim.

Porque estás aqui?

Estava a dar uma sandes ao Ricotta. Olá.

Entra.

ABERTO

O segundo ADN no corpo da Elena é do Giorgio Martini.

Isso já não é novidade.

Ele admitiu que fez sexo com ela.

Não é, tens razão. É por outra coisa.

O quê?

Primeiro, o tipo é violento.

Foi expulso da equipa de remo por conduta antidesportiva.

Envolveu-se numa briga após uma derrota.

Depois, além da verdade, disse-nos um monte de tretas.

Certo.

Vemo-nos na esquadra.

Acho que fui a última pessoa a ver a Elena viva.

Não digas isso.

Esta situação é absurda.

Olá. Tudo bem?

Estás de biquíni? Não acredito.

- Agora sou uma durona. - Sim?

Perdi a virgindade, mandei um tipo de 30 anos à merda

e livrei o Giorgio de sarilhos.

Como assim?

Falei com a Chiara. Testemunhei a favor dele.

Que porra fizeste?

Ela acreditou, juro.

Acreditou em quê?

Que porra fizeste?

- Calma. Fi-lo por ele. - O que fizeste por ele?

Não pensas nas consequências?

Se ela acha que ele te disse para o fazeres, como vai ser?

Pensaste nisso? Não, porque és uma criança.

És estúpida.

- Vai-te foder! Odeio-te! - Vai tu! Desanda!

Desculpa.

Não me apetece, desculpa.

Tudo bem.

Porque és sempre bom para mim? Qualquer um ficaria zangado.

Não sou qualquer um.

- Amo-te. - Não queiras.

O que fazes?

- Vou para casa. - Como?

- Vou a pé, tanto faz. - Fica. Amanhã levo-te.

Quero estar sozinha. Não percebes?

Está bem, eu levo-te.

A Elena já se tinha posto a andar.

Não sei fazer nada. Exceto ser a menina bonita.

Onde estavas?

Mãe.

Estava aqui perto.

O Giorgio?

Está no terraço, a fumar.

Sabes que a polícia ligou?

Ele tem de ir à esquadra amanhã de manhã.

Porquê?

Não sei. Não sabemos nada.

O teu tio ligou a um advogado. Disse que é bom.

Graças a Deus que ele está aqui a ajudar-nos com dinheiro.

- Mãe. - Diz.

Tu e o Giorgio contaram-me tudo?

Não.

Afasta-te de mim. Se volto a ver-te aqui, conto à minha tia. Tens de ir!

Vai-te embora!

Já vais?

Sim. Porquê?

- Nada. Estava só a perguntar. - Queres dizer-me algo, Melissa?

Não... Talvez logo à noite.

É sobre o Giorgio?

Fala. Aconteceu alguma coisa com a Elena?

Não foi com ela.

Foi comigo.

Falemos, então.

- Podes? - Claro.

Está bem.

Conta-me.

Para! Podes parar?

Bom dia.

O Sr.Lenzi, o advogado.

- A minha cunhada Enza. - Senhora.

E o Giorgio.

- Giorgio. - Giorgio.

- Prazer. - Vamos.

Podemos falar no carro. Adeus.

- Adeus. - Adeus, mãe.

Adeus.

- Adeus. - Adeus.

Percebes a situação em que nos puseste?

Outra vez?

Percebes ou não?

Já para não falar do custo, porque a tua tia não pode pagar sozinha.

Mas sobretudo a má impressão...

A má impressão que demos aos pais do Gianmarco.

Sabias que falar significava envolvê-lo.

- Para, Manu. - Não vou parar!

Parar? Parar o quê?

Tens de pedir desculpa.

A todos!

Pede desculpa à tua tia.

Pede desculpa aos Crociara.

Percebeste?

- A Elena era a minha melhor amiga. - E a tua família, não conta?

- Fiz o que tinha de fazer! - E depois?

Deixa-a em paz.

- Deixá-la em paz? - Não vês que está a sofrer? Não vês?

... a nossa paz de espírito, o equilíbrio, tudo!

De que falas?

E por quem?

Por uma inútil...

- Basta! - ... que estava a pedi-las!

- Cala-te! - Não queres ouvir?

Não quero ouvir!

Céus!

És louca.

... a nossa paz de espírito!

Vou dar em louco!

Deixa-me pôr o brinco.

E se ela te mentiu?

Desta vez, não.

Nunca se contradisse. Nem uma vez.

Perguntou se eu achava que a culpa era dela

e um monte de coisas absurdas que nos vêm à cabeça nestas situações.

Bem,

uma alegação de violação agora seria ouro sobre azul.

Ela não quer. Não a posso forçar.

Não, mas podes aconselhá-la.

Ali vem ele.

Olha para ele.

O idiota.

Sabes o que é isto?

Eu digo-te o que é.

É o rastreio do GPS do carro do Gianmarco Crociara

da noite em que a Elena desapareceu.

Mas conta uma história diferente

da que nos contaste.

Não tens de falar.

Gostas de violência?

Não te podes aproximar da equipa de remo.

- Onde entra a Elena nisto? - Estrangularam-na.

Não foram nada meigos.

Não bato em miúdas nem as mato.

Giorgio, não a levaste a casa.

Saíste da escola à meia-noite e foste direto a casa do Gianmarco.

Nunca foste a casa da Elena.

Fui levar-lhe o carro.

Ele não sabia que eu estava com a Elena.

- Não tem nada a ver com isso. - Com quê? Com o homicídio?

Tu a teres estrangulado e levado para a floresta?

- Com quê? - Não foi isso que aconteceu.

Chega. Isto já foi longe de mais.

- Não tens de dizer nada. - Não, eu quero.

Já não consigo ficar calado.

A Elena queria sair daqui. Queria fugir comigo.

Irmos viver para outro lado.

Já me sentia mal por trair o Enrico, então, disse-lhe

que falaria com todos.

Que explicaria tudo.

Começámos a discutir.

- Vai-te foder! - Estavas pedrado?

Não.

Não.

Não. Ela saiu e entrou na escola.

Foi pelas escadas até ao telhado. Fui atrás dela para a acalmar, mas...

- Começou a gritar, disse... - Sai daqui!

Se te chegas, salto! Vai-te embora!

Então, eu...

... virei-me...

... e fui-me embora.

Deixei-a sozinha.

VENCEDORA

É uma ajuda, acho que estão bem.

Estão na outra sala. Não deve haver problemas.

Olá.

Vane.

Querida. O que aconteceu ao teu cabelo?

Estás diferente.

Estás linda.

Fui ao Giorgetti hoje.

Pedi à Diletta o trabalho da Elena.

Porquê?

Porque sim.

Tu não precisas de trabalhar.

Se precisares de algo, estou aqui.

Tenho saudades da Elena.

É o Giorgio.

Diz.

- Tenho de falar com todos. - O Enrico também?

Sobretudo ele.

E não daqui a um mês, posso ir preso antes disso.

Depois explico.

Vem cá.

Vamos ao pinhal para poderem falar.

Está bem. Obrigado.

Adeus.

Giorgio, o advogado foi muito claro. Já não podes falar.

São meus amigos. Devo-lhes isso. Sobretudo ao Enrico.

Não sei como aconteceu.

Não era algo que queríamos. Nós...

Não o procurámos. Não te queríamos magoar.

Amor!

Que tal estou?

Pareces um espantalho.

Pareço um espantalho?

Bem, na verdade...

Para!

Reza para não te apanhar!

Vá lá!

Estás bem? Para onde estás a olhar?

Deixaste-a lá sozinha.

Foderam, não foi?

E deixaste-a lá sozinha.

Deste cabo de tudo.

Tudo.

Eu sei, mas não a matei.

Têm de acreditar.

- Para baixo! Não! - Não!

Filho da puta!

Filho da puta!

Olá. A Diana está? Tenho de falar com ela.

Sim, está lá fora.

Porque mentiste sobre o Giorgio? Pediu-te para o fazeres?

A ideia foi minha. Ele não sabe.

Diana, perjúrio é um crime grave.

Só o queria ajudar. Ele não pode ter matado a Elena.

Como é que sabes?

Conhece-lo assim tão bem?

Sim.

E agora?

Nada. Felizmente para ti, não ficou nada registado.

Só tivemos uma conversa.

Olha para mim.

Estás apaixonada por ele?

Lamento.

É a marca de nascença?

Achas nojento.

Ainda tens muito que aprender, miúda.

Não sinto nada.

Porque não disseste logo?

És uma criança. És estúpida!

Não pensas nas consequências?

- Vai-te foder! Odeio-te! - Vai tu! Desanda!

Diana!

Diana!

Diana.

Estás louca?

Não me queria matar.

Assustaste-me.

Se queres pensar que me salvaste e queres algo em troca, tudo bem.

O quê?

Vamos. Vá lá.

Estás bem?

Começo no Giorgetti na segunda-feira.

Preciso de uns documentos. Como sou menor, não os consigo.

Está bem.

Amanhã ligo à Diletta e vejo o que ela precisa.

Obrigada.

Pai, não vou voltar atrás.

Querida, faz o luto à tua maneira.

Tu e a Elena eram lindas porque eram diferentes.

Sim?

Ela deixou um vazio.

Não tentes preenchê-lo no sítio errado.

Vou ver como está a tua mãe.

O que fazes?

Vê como estávamos bem antes desta tragédia.

Uma tragédia vivem o Paolo e a Stefania.

A filha deles foi morta.

A nossa ainda está connosco.

Viste o estado em que está?

Rasgou a roupa toda.

E agora quer trabalhar.

- O que vão pensar os Crociara? - Que importa?

Isso conta mais do que a tua filha?

Penso no futuro dela, Wà.

O tempo todo.

A Enza era igual com a idade dela.

Os rapazes eram loucos por ela.

Depois deitou tudo a perder.

Temos uma joia, Walter.

Não podemos deixar que se destrua.

Não temos merda nenhuma, Manu.

A Vanessa não é minha nem tua.

- Já está. Adeus. - Adeus.

Vamos.

Está tudo bem, pai.

Eu trato disso.

ASSASSINO! GENTE ASSIM MERECE SER PRESA.

ÉS UM FALHADO! ÉS VIL E TENS DE DESAPARECER

DEVIAS ARDER NO INFERNO! PRISÃO PERPÉTUA!

ASSASSINO DE MERDA!

Desliga isso.

Dói?

A ideia de ir preso dói mais.

Para que serve o advogado?

Ele pode mandar-me à merda por todas as tretas que lhe disse.

Mas não pode impedir a acusação.

O que significa isso?

Vou ser preso

enquanto continuam a investigar.

Queres fazer algo comigo?

Devíamos ter feito isto mais vezes!

O que raio fazes aqui?

- Também me queres matar? - Para!

Vamos embora.

Aonde vamos, Giò?

Deixo-te a minha lambreta.

Lembra-te de mudar as pastilhas,

senão estragas os discos.

- E cuida da mãe. - Para, isso parece um testamento.

Ouve-me, para variar!

Cuida da mãe e chega de tretas. Já não és criança.

Não quero a tua lambreta. Não percebes?

Ouviste o que disse?

Eis o que vamos fazer.

Vamos a Fiumicino,

apanhas o primeiro avião e vais-te embora.

Se me condenarem mesmo sendo inocente, mato-me.

Não vou fugir hoje,

mas não vou cumprir pena como inocente.

Não o farei!

Não o farei, está bem? Não o farei!

ESTABELECIMENTO PRISIONAL

Legendas: Cristiana Antas

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