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Incomodas-me antes do meio-dia?
- És a minha mentora. - Sai!
A Dirty Harriette nunca perdeu um caso.
- É a Angelika. - Angelika?
A nossa filha desapareceu. Deitámo-la na cama,
e, de manhã, ela desapareceu.
Ligou o alarme às 19 horas.
Descobri que a minha mulher me traía.
Comeu o principal suspeito?
O Sakrat não pode ter feito mal à Nikola..
A Nikola é filha dele!
Eu vi-o a carregar a criança.
- Era o Dawid Szlezyngier? - Estava escuro.
Antoni Ekiel, que estaria a ajudar Sakrat,
foi encontrado morto num lago próximo.
O Tatarnikow usou o carro do Ekiel.
Vou conduzir até à fronteira.
- O que fazes aqui? - Sakrat Tatarnikow.
- Ele levou a criança. - Eu não sabia.
Tens pena dela?
Preciso de um condutor. Abrande!
- Quem o mandou? - A Chyłka está mal.
O Oryński é inexperiente.
Tem de começar a pensar em si.
Tens um plano para a defesa do Szlezyngier?
- Sim. - Vais recuperar a tempo?
O miúdo não vai conseguir.
És muito valioso.
És o único que acredita que eu não magoei a minha filha.
Vais aceitar o acordo.
Senão, a Angie começa a chorar no tribunal
sobre como o seu terrível marido ameaçou "matar a bastarda".
Eles estão a jogar sujo, Eu farei o mesmo com os cabrões.
Vis levar-me à casa de banho, e dar-me banho.
Grande coisa.
Se pudesses ver a tua cara agora.
O Tatar foi condenado na Bielorrússia. Ele estava melhor na Polónia.
- Faz sentido. - É o advogado daquele assassino.
Já o condenou.
- Retiraram as queixas. - Ela disse algo.
Ele arrancou-a das minhas mãos e ela caiu.
Depois levou-a.
Eu disse: "Meu Deus, Sakrat,
ele matou-a."
Tem de me dar algo, estamos a ir ao fundo!
Este homem não queria matar a filha.
Mas matou-a.
O seu único interesse é proteger-se a si própria.
Considero o arguido, Dawid Szlezyngier,
culpado.
Porque é que ele não nos lixou?
Estávamos feitos.
Podia ter pedido homicídio por negligência.
- Foi acometido por um sentido de justiça? - Foi só para a estatística.
Negligência era um risco, homicídio involuntário era mais certo.
Os chefes dele ficarão contentes.
Não acredito.
Conta-me a tua teoria da conspiração, Zordon.
Acho que ele sabe algo.
Algo que prova a inocência do Dawid.
O Aronowicz fazia parte de um acordo? Quem lhe pagou?
Quanto?
Algumas teorias revelaram-se verdadeiras.
Certo.
Nos manicómios, talvez.
Lamento.
Traz as tuas coisas.
Queres que viva contigo?
Para já, ficas no corredor.
Parece uma cama de cão.
Qual é o plano?
Uma cerveja?
Referia-me ao recurso do Szlezyngier.
Pedi a alguém para ficar de olho nele.
Contrataste um detetive?
- Chamavam-te Lâmpada na escola? - Não, porquê?
Às vezes fico cega pelo quão brilhante tu és.
Porque não segue a Angelika?
Ela vai ser cautelosa, ele não tem nada a perder.
Vai buscar cerveja!
- Olá. - Olá, Kordian.
Como está a Chyłka?
Está a recuperar. Sabem como ela é.
Senhor...
Junte-se a mim.
Ela começou a beber?
Não, porquê?
Ela estragou o caso todo.
Na verdade, ambos estragaram.
Diga-lhe isso.
- A Chyłka não gosta de... - Jovem...
Não tenho sentido de humor.
Têm algum plano para o recurso?
Estamos a trabalhar nisso.
Pode ser mais específico?
Diz à Chyłka que se ela perder este,
teremos de reconsiderar o seu estatuto na firma.
Ou seja?
Diz-lhe apenas...
... que estamos preocupados com o resultado deste caso.
- A Chyłka quer que pesquises. - O quê?
Mantém-te atento aos Szlezyngiers. Estão ambos livres.
O Dawid até o veredito ser definitivo. Não sei por quanto tempo. Vamos recorrer.
Mas estão ambos livres.
Vão socializar, fazer compras, transferir dinheiro.
Fazer chamadas, conduzir...
Até à data, não têm nada.
Temos um palpite de que estamos a ser enganados.
Vou tratar disso.
Ouve...
Conheces a Chyłka há muito?
Há alguns anos. Porquê?
- Ela foi sempre assim? - Assim como?
Não sei...
... impenetrável.
Eu tenho estado a tomar conta dela.
Trato das necessidades dela.
Amamentas?
Sim, seu idiota.
E eu não sei.
Não sei o que vai na cabeça dela.
E achas que eu sei?
Só sabes o que ela quer que saibas, percebes?
E homens?
Ela teve uma relação séria?
Isto é uma festa gay?
Anda, Kordian.
O Żelazny tem o teu primeiro cliente.
"Ela teve uma relação séria"?
Essa está boa.
Parece que esta coisa está a ser exagerada.
Conheço bem esta estrada, Há dez anos que me desloco por lá,
nunca tive problemas com a lei e de repente mudam tudo?
Olá.
E depois, de repente, mudam o sentido do tráfego?
De repente tens de dar lugar aos outros?
E ele também ia a acelerar. Eu estava cansado.
Já passava das 23 horas, mas...
Bebi uns dois copos de vinho no máximo. A minha noiva pode confirmar.
Tinha 1,5 g/l de álcool no sangue.
Eu sou um pouco leve.
- Falaste com o Kormak? - Sim, ele está a par de tudo.
- Todos perguntaram por ti. - Claro.
A galinha dos ovos de ouro está mal.
E não podem estar apenas preocupados?
São advogados, Zordon.
O Żelazny deu-me o meu primeiro caso.
Acho que subi para o rés do chão.
Um condutor embriagado ou deitar lixo para o chão?
A tua irmã não pode tomar conta de ti?
Ela não o fará.
Trouxeste carne?
A Joasia está?
Sim, claro.
Vai para casa, Zordon.
O quê?
Vai.
Como te sentes?
Bem o suficiente para te pôr na rua.
Eu fui ao hospital, mas a Magda disse
que era melhor não me veres.
Vai.
- Querida, essa raiva vai destruir-te... - Não te atrevas a chamar-me isso!
Ouve...
Vamos conversar.
Tiveste muitos anos para tentares ser um pai maravilhoso.
Tens razão. Fui um pai horrível, mas...
Mas adoro-te.
Vai!
Sai. Sai daqui.
Bravo! Bem-vinda de volta!
É bom ver-te. Sentimos a tua falta!
- Eu não. - Bem-vinda.
De volta do outro lado.
Saúde.
Garagem, dois minutos. Temos uma surpresa para ti.
Odeio surpresas.
- Porque não me disseste? - Porque diria?
Obrigada, malta.
Não vais deixar de fumar, mas podes andar num híbrido.
É menos poluente.
- Qual é o senão? - Não há nenhum senão.
Também gostava de ter o meu carro de volta.
Pois.
Nada mau, não é?
E o cartão.
Tira a fita, não consigo ver nada.
O que foi, Zordon?
- O recurso aproxima-se. - Eu sei.
É um caso público, daí estarem a ser rápidos.
O que fazemos?
Estou?
Está bem, meia hora.
Vamos.
- Sentimos a sua falta. - O habitual para mim e peixe para ele.
- Salmão? - Bife de atum.
Com certeza.
Isto é alguma partida?
Foste de férias com o dinheiro que te dei?
Primeiro tive de me educar, e depois tive de arranjar o equipamento...
- Para a vigilância. - És observador de pássaros?
- Quer saber o que eu descobri? - Não, idiota.
O seu cliente só saía à noite.
Dava um passeio de 30 minutos à volta do lago.
- Por volta das 22 horas. - Ele também corre?
- Decidi segui-lo. - Consegue-se ouvir tudo lá.
Mas eu tinha óculos de visão noturna.
- Tinha de me manter à distância. - E?
Três horas e meia.
Normalmente, faço em duas.
Em breve estarás de volta às corridas.
Espero que sim.
Mas, por outro lado, acho que prefiro isto.
Pelo menos não temo pela minha vida.
Liga ao Dawid.
Ele não atende.
E o contrabandista? Tínhamos um acordo com ele.
De curta duração, pelo que parece.
Pensei que ele se preocupava com a criança.
Só lhe interessava o dinheiro.
Tens o número dele?
Tenho. É o meu número.
Dei-lhe o meu telemóvel.
Ou melhor, ele levou-o.
Fecha isso!
Fecha isso, há jornalistas lá fora!
Estão a espiar-me, a tirar fotos!
- Não há ninguém lá fora. - Estão a espiar-me!
Tiram fotografias com uma câmara enorme!
Fica com ele.
Quer?
Pode dizer-nos porque se encontra com o sócio do Sakrat?
- Não sei do que... - Falo do Wito!
Encontra-se com ele regularmente.
Isso não é problema seu.
É, sim, pois estou a representá-lo.
Se fazem isto antes do julgamento,
não estou muito otimista quanto ao meu futuro!
Devia ter pensado nisso antes de matar a criança!
Saiam da minha casa.
Só quando me disser o que se passa.
Fora daqui, caralho!
Vamos.
Desde quando és tão agressivo?
Desde que alguém nos expulsa.
Mas que romântico.
De certeza que é aqui?
Não sei.
Fui espancado, estava bêbado e confuso.
Está aqui alguém.
- Talvez esteja morto. - Bebeu até à morte.
Temos de entrar.
Temos a obrigação moral de verificar se este tipo está bem.
Toca a andar!
O que estás a fazer? E se estiver morto?
Então, não se vai importar.
Ele está a respirar, está vivo. Reconhece-lo?
Não sei.
Diz ao Wito para vir imediatamente.
O que digo?
Não sei. Ele é teu amigo. Devias saber o que lhe dizer.
- Mas que merda é esta? - Surpresa.
Damos-lhe uma oportunidade antes de irmos à polícia.
Estão doidos?
- Temos o suficiente para te lixar. - Como assim?
Os encontros secretos com o Szlezyngier. Temos datas e horas.
- Seguiram-me? - Porque se encontram?
- Quem matou o Ekiel? - Acham que fui eu?
Não é o seu estilo, mas pode ter ajudado.
Como?
Eis o que penso que aconteceu.
O Dawid pagou-lhe para se livrar do Ekiel,
porque apercebeu-se
que o Ekiel poderia começar a perguntar-se se a criança que viu
estava viva ou morta.
- Sabe tão pouco... - Então, esclareça-nos.
Assim farei.
O Szlezyngier contactou-me e ofereceu-me bom dinheiro.
Eu tinha de procurar a criança e o Sakrat.
- Eu informava-o. - A sério?
- Foi isso. - Porque é que ele não nos disse?
- Isso não o prejudica. - Não faço ideia.
- E não quero saber. - Ainda não acabamos.
Acabámos, sim. Eu aviso quando encontrar o corpo.
Ele está a mentir.
O Dawid não lhe pagou para procurar a filha.
Como assim?
Um contrabandista de cigarros?
Sai.
O quê?
Vemo-nos em Białystok.
Mas...
Vais ficar aqui?
- Preciso de tratar de um assunto. - Eu ajudo-te.
Preciso de me preparar para o recurso.
Sozinha.
Entra!
Olá.
Odeio esse barulho à porta. Se quero ficar sozinha, tranco a porta.
Muito prazer.
Vamos comer qualquer coisa.
Está na hora da sobremesa.
Estou bem.
Pede um bolo.
- Eu quero a pavlova. - Eu também.
- Onde queimas tudo? - Na minha cabeça.
Obrigado.
- O que achas? - Não é mau.
O recurso. Não temos grande coisa.
É preciso manter o otimismo.
Novo tribunal, novos juízes. Talvez os convença a ficar do nosso lado.
Eles também podem contagiar-se com o teu idealismo e fé no cliente.
Queres dançar?
Não te estás a esticar?
Jogas bilhar?
Aprendi a jogar na Irlanda. Costumava lavar pratos lá.
Estamos a jogar bola 8. Eu tenho as riscas, tu as lisas.
Obviamente.
O objetivo é meter todas as bolas e a bola preta número oito no fim.
E se meter uma das tuas?
Não acontece nada.
E se a preta entrar primeiro?
Perdes.
E se eu te der com o taco na cabeça?
Ganhas.
Vamos ver se metes alguma.
Qual delas?
Vou tornar isto mais fácil. Tens de acertar na branca...
... para acertares na amarela
e a meteres no buraco.
- Dobra-te e abre as pernas. - Credo.
Tens de... Olha.
A direita para trás. Dobra a outra um pouco.
Inclina-te.
Esta mão, não.
Pousa a mão, faz algo assim.
Baixa a cabeça.
O que estás a fazer?
Não sei.
Estás prestes a cometer um grande erro.
Destruiria as nossas carreiras.
Vamos pelo menos jogar?
Já procurámos nesta zona.
Um cão encontrou-as nos arbustos.
O único final possível para este caso é que o tribunal confirme o veredito.
Só assim é que o direito e a justiça prevalecem.
- Com licença. - Há novidades sobre o caso?
Hoje, o Tribunal de Recurso de Białystok irá ouvir o recurso de Dawid Sz.,
condenado pelo homicídio involuntário da filha Nikola.
A defesa pede a exoneração do arguido
ou que o veredito seja anulado, dando lugar a um novo julgamento.
Mas sem novas provas no caso,
é difícil acreditar que o recurso seja bem sucedido.
É a ginecologista da Sra. Angelika Szlezyngier?
Sim.
Foi dispensada do sigilo profissional
e pode testemunhar livremente.
Acompanhou a gravidez da Sra. Szlezyngier desde o início?
Sim.
A Sra. Szlezyngier tentava engravidar há algum tempo.
- Pode fazer o favor... - A testemunha dirigir-se-á ao tribunal.
Com certeza.
Pode...
Pode tentar dar uma estimativa, mesmo que muito aproximada,
de quando ocorreu a conceção?
Sim. Foi uma gravidez saudável, por isso, não é assim tão complicado.
Terá sido por volta de meados de abril de 2014.
É possível que tenha havido um erro?
Terá sido em maio?
- Não. - Talvez em junho?
- Doutora... - Só estou a tentar perceber
se a Angelika Szlezyngier poderia ter tido qualquer indicação
de que Sakrat Tatarnikow era o pai da sua filha,
visto que a relação deles terá começado em julho.
As mulheres, por vezes, não sabem quem é o pai,
não é verdade?
Bem, não neste caso.
Então, ela mentiu?
Obrigada. Meritíssimo, não tenho mais perguntas.
Lembra-se do testemunho de Angelika Szlezyngier,
onde ela revelou que o marido não era o pai da Nikola?
Da imprensa.
Este foi um ponto de viragem no caso.
Ela afirmou que Sakrat Tatarnikow não faria mal à própria filha,
ao contrário do marido, que tinha o direito de odiar a bastarda.
Talvez.
Eu estava no hospital e não o vi ao vivo,
só pude pude ver o testemunho na televisão.
O desespero dela parecia genuíno.
Não me cabe a mim julgar.
A polícia trabalha com factos, e não em impressões.
Sim.
Tinham amostras de ADN. Testaram-no?
Sim.
Quem é o pai da Nikola Szlezyngier?
Dawid Szlezyngier.
Existe alguma possibilidade de erro?
Isso está fora de questão.
E a polícia foi capaz de determinar
quando é que Sakrat Tatarnikow apareceu pela primeira vez em Sajenek?
Terá sido em julho de 2014.
Obrigada, meritíssimo. É tudo.
Ficou para fazer os testes de ADN?
Zordon, és assim tão estúpido?
Achas que eu iria para o recurso de mãos vazias?
- Eu disse desde o início... - Tu disseste, eu disse.
Encontraram um pijama ensanguentado.
- É da Nikola? - Não, é do Pai Natal.
Ainda não há resultados.
Chyłka...
Pensei mesmo que ela estava viva...
A investigação assumiu a priori que o meu cliente tinha cometido um crime.
Todos os esforços foram direcionados para corroborar essa teoria.
Foi assumido que o homem visto no lago à noite era o meu cliente,
embora não saibamos quem era essa pessoa.
A barra de metal era alegadamente a arma do crime,
apesar de sabermos que o sangue lá contido era de antes do crime,
confirmado por peritos ao examinarem o penso rápido.
Nikola Szlezyngier brincava no barracão
e cortou-se na vara.
Poderá este objeto ter-se transportado do barracão para o bosque?
Nem sequer me atreveria a fazer a pergunta.
Seria um insulto à dignidade do tribunal.
Considero que se trata de uma falha inaceitável da investigação.
Se soubéssemos quem poderia ter colocado este objeto no sítio certo,
talvez a perspetiva fosse muito diferente
daquela que a acusação tem estado a insistir tão inflexivelmente.
A seguir, a morte misteriosa da única testemunha, Antoni Ekiel,
o que só confirma que há algo mais neste caso.
Por último, Sakrat Tatarnikow.
o amante de Angelika Szlezyngier e o alegado pai da criança.
Um homem que foge a tudo.
Um homem que desapareceu
na mesma altura em que que o caso veio à baila.
Sou a única que acha suspeito que ele tenha desaparecido aquando da Nikola?
Não estou a dizer que há uma ligação, não temos provas disso.
Estou a dizer que seria bom
olhar de novo para este caso com uma mente aberta.
A reabertura do caso para uma nova avaliação
atingiria esse objetivo.
Doutora...
Desde o início, o comportamento de Angelika Szlezyngier
é peculiar.
Ela telefonou-me a meio da noite, como se espera de uma mãe desesperada.
Mas comportou-se como se tivesse perdido o seu brinquedo favorito
e não a sua filha.
O marido dela parecia perturbado.
Ela, pelo contrário, pareceu-me neutra.
Recordo-vos que ela inicialmente escondeu a sua relação com Tatarnikow.
Porque faria isso?
Passemos ao aspeto crucial,
a mentira sobre o pai da Nikola.
Porque nos enganou deliberadamente?
Se sabemos que ela mentiu sobre algo tão crucial,
podemos acreditar no que ela diz?
Só há uma conclusão.
Angelika Szlezyngier queria livrar-se de Dawid Szlezyngier.
Com Sakrat Tatarnikow planeou apoderar-se do património do meu cliente,
cuja única culpa era o facto de não querer que a mulher o deixasse.
Ele amava-a.
Patologicamente, talvez.
Tendo tudo isto em conta, peço ao tribunal que ilibe o meu cliente
ou, em alternativa, solicite um novo julgamento do caso
num tribunal de primeira instância.
Em nome da República da Polónia,
o Tribunal de Białystok, presidido por este tribunal,
tendo ouvido o recurso da advogada de defesa,
reverte o veredito e passa o caso para um tribunal de primeira instância...
Eu confesso.
Eu matei-a.
Eu matei a minha filha.
Legendas: José Beltrano plint.com
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