Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
OS B�RBAROS
Era uma vez, h� muito, muito tempo,
existia um mundo de esplendor selvagem.
Uma Era feita para aventuras.
Uma Era de trevas, dem�nios e bruxaria.
Era uma �poca em que homens, mulheres e crian�as
eram governados pela espada.
Mas havia uma tribo, os Rekniks,
que tinham um livro tr�nsito neste mundo.
Na aurora do tempo, o seu antigo rei
trocou uma montanha de ouro por um rubi.
A pedra era m�gica...
E continha os segredos da m�sica, da felicidade e da bondade humana.
O rei s�bio sabia que isto era muito mais valioso
que todos os tesouros.
E assim os Reknikis tornaram-se os artistas do mundo.
Contadores de hist�rias e m�sicos, eram bem recebidos em todo o lado.
Eles adoptaram os g�meos �rf�os, Kuchek e Gore e uma menina, Kara.
E deram-lhe a marca Reknik da estrada aberta
para mostrar que tamb�m eles agora pertenciam � tribo.
E o Rubi passou de m�o em m�o...
...de gera��o em gera��o.
Nessa altura, uma jovem e radiante rainha, Canary...
tornou-se a guardi� da sua magia.
A fronteira fica longe?
N�o muito longe. Atr�s dessas colinas.
- Temos um problema. - Mais r�pido!
Mais depressa.
Greyshaft!
Toma. Tu sabes onde escond�-la.
- Eu n�o a posso abandonar. - N�o tens outra escolha. Vai.
Para tr�s. Meu povo s�o artistas, m�sicos e contadores de hist�rias.
Temos o direito ao livre tr�nsito! Isso est� escrito!
N�o. Isto � que est� escrito.
Est� na altura de aprenderem o vosso lugar e renderem-se.
Parem, por favor!
Agora j� entendes?
Tu e a tua magia. S�o minhas.
Onde est� o rubi?
Ponham-na em correntes.
Matem-nos!
N�o! Poupa-os!
Porqu�?
- Eles s�o m�gicos? - N�o. S�o �rf�os que encontramos.
Por favor. Eles s�o apenas crian�as.
Se os deixares viver eu prometo que farei tudo o que tu quiseres.
- Prometes que me vais obedecer? - Sim.
Enquanto eu viver, estes dois n�o morrem pela minha m�o...
nem das dos meus homens...
Se mantiveres a tua promessa.
As mulheres s�o vossas!
Parab�ns, meu senhor. Voc� capturou o pr�mio mais valioso.
E bastante caro tamb�m.
Onde est� o rubi?
N�o se preocupe, a pedra m�gica ser� nossa.
Levem-na para o meu har�m.
Estes dedos devem ser queimados, e as cinzas espalhadas.
Ou poder�o ser usados contra si.
Ent�o trata disso, feiticeira.
Qual de voc�s fez isto?
- Eu! - Eu!
N�o � s�bio, meu senhor, deixar estes escorpi�es viverem.
Fiz uma promessa, bruxa. N�o v�o morrer pelas minhas m�os.
Nem nas dos meus s�bitos.
Ent�o devem morrer pelas suas pr�prias m�os.
Eles s�o teus, mestre da imundice.
Atira-os para o fosso e come�a o seu treino.
Os irm�os foram separados e postos a trabalhar
na pris�o chamada "o fosso".
Suas aulas consistiam numa s� li��o.
Mata-o!
Mas eles recusavam-se a obedecer e rebelavam-se.
Por sua desobedi�ncia Kuchek era sempre castigado
por um gigante com um capacete negro.
Bastardo!
E Gor por um gigante com um capacete bronze.
Desse modo foram treinados a odiar quem usasse esses capacetes.
Mesmo assim permaneceram rebeldes e dif�ceis de vergar,
E cresceram at� se tornarem homens.
Mas n�o homens comuns...
Mas sim, b�rbaros!
O animal dentro deles tomou conta deles.
Ningu�m sabia se um irm�o se lembrava
ou preocupava com o outro.
Demasiado tempo tinha passado. E demasiado �dio.
C�o pat�tico, defende-te!
Defende-te!
Poucas mulheres usam j�ias tais como estas.
Belas j�ias!
Mais do que j�ias...
s�o como correntes para escravos!
Porque me fazes isto?
Encho-te de presentes...
Dou-te todo o meu tempo, os meus pensamentos.
Mas mant�ns-me numa jaula!
Tu enfeiti�aste-me.
Meu senhor, a altura chegou.
Saiam.
Saiam! Deixem-nos!
N�o, meu senhor.
Est�s a abusar, feiticeira.
Com raz�o, mestre.
H� muitos problemas na terra...
e o poder do Rubi j� pode estar nas m�os dos seus inimigos.
Est� a ficar fraco.
Eu...
ainda sou o mestre aqui!
Kadar!
Mas que poder tem se o seu cora��o � prisioneiro dela?
Ainda h� uma hip�tese de a fazer soltar a sua l�ngua.
- Os g�meos est�o prontos. - Eles est�o vivos?
Sim.
E prontos para morrerem � sua ordem, meu senhor.
- Que assim seja. - N�o. N�o podes!
Prometeste que n�o os irias matar!
Sim. E vou manter a minha promessa.
Os bastardos v�o matar-se um ao outro.
Com mil raios! O que � isto?
Muito bem, podes dar uma boa olhadela, seu idiota.
- Estou a olhar! - Sim?
Ent�o, suponho que me vais dizer o que est�s a fazer
com a minha cara!
Gor, seu idiota! Sou eu, Kuchek, o teu irm�o!
Sacana mentiroso! O meu irm�o est� morto!
Disseram-me o mesmo sobre ti!
Parem! Parem, por favor!
Parem, por favor!
- Canary! Ela est� viva! - Pois est�, seu burro.
E temos que sair daqui se a quisermos salvar!
Atr�s deles! Tragam-me as suas cabe�as!
- E agora? - Aqui!
Aqui!
Aqui.
Venham c�.
Olhem para o vosso tamanho. Hoje � o dia de sorte da Meni.
Porque n�o vem at� � gaiola e deixam sair a Meni daqui?
Onde � que voc�s v�o? Onde � que voc�s v�o?
Que bom...
Nada. Sem m�sica, sem cores. Sem nada.
� imposs�vel.
Com mil raios!
- Foi trabalho da China. - Ent�o, tirem-me daqui!
Vamos! Deixem-me sair daqui!
Se os Rekniks te prenderam a� deve haver uma boa raz�o.
S� um pequeno mal-entendido.
- Cuidado. Eles mudaram. - � isso que me deixa zangado!
- Ibar, o que aconteceu aqui? - Fiquem onde est�o, gordos!
- Gordo? Eu? - Tu!
Gordo? A quem est�s a chamar gordo, sua cabe�a de alce?
Apanhamo-los!
Ibar, basta de jogos. Somos n�s: Kuchek e Gor. N�s escapamos!
Est�o a mentir. Os g�meos morreram h� muito tempo atr�s!
V�o buscar a fora-da-lei! Vamos divertir-nos um pouco.
Enforquem os tr�s!
Esperem... Eu nem sequer conhe�o esses tipos!
Parem! Onde est� a Kara? Ela vai reconhecer-nos!
Sim! A Kara!
Kara? Quem � Kara?
N�o h� aqui nenhuma Kara. Ela deixou-nos h� muito.
Que o espect�culo comece.
Espera. Pergunta como ele sabia da Kara. Talvez...
� o meu irm�o. Observa isto.
Que tal me sa�?
Quase t�o bem como eu.
- N�o, espera! O que vais fazer? - Quero descobrir quem eles s�o.
Marido, vem c�!
� a Estrada Aberta. A marca da Estrada Aberta.
No sitio onde Nani a colocou.
Vamos. Temos trabalho a fazer.
Precisamos de armas para resgatar a Canary.
� in�til. N�o temos armas.
Al�m disso ningu�m � forte para se opor a Kadar.
Est�s a brincar?
- Olha para n�s! - N�s somos enormes!
Sei onde podem achar as armas que procuram.
Se algu�m n�o se importar de desamarrar estas cordas...
talvez eu n�o me importe de desamarrar a minha l�ngua.
Como sabemos se podemos confiar em ti?
Ibar disse que s� querias ouro.
Isso � verdade.
Se isso � verdade eu luto contigo.
Cala-te, nada de brincadeiras.
� melhor haver armas nessa taberna.
N�o te preocupes. No "Copo de Sangue" encontramos tudo.
Enquanto voc�s v�o tentar comprar as armas
vou tentar saber se podemos infiltrar-vos,
no pal�cio de Kadar.
Belo la�o. A prop�sito sabes dizer onde podemos comprar arma?
Armas?
Jacko!
Querem negociar, sim?
Querem que Jacko d� armaduras e armas. Sim? E dar�o ouro ao Jacko?
- Sim, algo assim. - �ptimo.
Agora mostrem ouro ao Jacko. Todo ele.
Querer enganar o Jacko!
O que � que eu te disse? Est�s sempre a exagerar.
Retira dali o anel.
Olha o que fizeste. Ele est� zangado.
Vamos negociar noutro sitio.
Esperem!
Esque�am o neg�cio. Jacko faz nova proposta.
Estou a ouvir.
Vamos fazer um jogo...
- de luta de bra�o. - Queres dizer...
Um bra�o de ferro?
Todo vosso ouro contra as minhas armas.
Est� apostado.
Mas se Jacko vencer...
- a mulher fica connosco. - Combinado!
- �ptimo. - O qu�?
Esperem l�. O que pensam que sou? A propriedade privada deles?
- Gore, sai da�. Ele � meu! - N�o, sai daqui.
- Eu fa�o isto! - N�o, sai daqui!
Est� bem.
Lutar � a minha vida.
- Quem � o teu amigo? - Este pequeno amor? O Froyle.
Diz ao Froyle para ir comer um rato.
Pronto?
Pronto!
- Pronto! - Come�a!
N�o � inteligente vencer o Jacko.
Eu sei. Mas meu irm�o � um pouco lento.
Acho que ainda n�o percebeu isso.
Parece que ele j� venceu.
Diz ao teu amigo para se comportar.
Assustaste-a!
Vai!
Soube que a rainha Canary est� a ser mantida no har�m de Kadar.
H� um t�nel secreto que vos pode levar at� l� dentro, sim?
Aqueles tipos est�o zangados.
Levanta-a.
Levanta-a.
R�pido.
- O que est�s a fazer? - Baixa-a!
Baixa-a.
N�o � nenhum problema! Um bom empurr�o e estamos dentro!
- D�-me espa�o. - Porque � que fazes sempre tudo?
- Kuchek, sai. - Eu fa�o-o! Tu fazes sempre tudo!
- Eu � que vou fazer isto! - Do que est�s a falar?
Quem est� a�?
Apenas mais uma rapariga trabalhadora que se atrasou.
Nada mal para uma rapariga trabalhadora!
Obrigada!
R�pido.
Mais r�pido, r�pido.
Segundo a minha informa��o... Estamos c�.
Deixa-nos fazer isso.
Se seguirem esta passagem devem ir directos para o har�m.
Fico aqui a vigiar os guardas. Sim?
A prop�sito, diz-se que Kadar est� t�o apaixonado por Canary
que negligenciou todas as outras durante anos.
Por isso, tenham cuidado.
Boa sorte.
Aqui!
- Canary! - Canary!
Esse sacana... O que � que ele te fez?
- Tu est�s bem? - Agora estou.
- Demoraram a vir c�. - Corremos, mas...
Esque�am. Voc�s cresceram.
E Kara?
N�o. N�o a vimos desde que o Kadar nos capturou.
Agora temos que sair daqui.
Esque�am isso. Se me libertarem alertam o Kadar e os seus homens.
- Sim, mas... - Escutem-me.
- Tem de achar a Pedra da Barriga. - O teu rubi?
Sim.
Devem devolver a magia aos Rekniks.
Greyshaft escondeu a pedra...
no dia em que fomos capturados.
Se ele cair em m�os erradas...
- N�o vai cair. - N�o enquanto n�s vivermos.
- Onde � que ele escondeu o rubi? - Em Limetree.
- Em Limetree? - Na terra proibida?
N�o h� tempo a perder.
Digam-me do que se lembram sobre Limetree.
Lembram-se das hist�rias de dormir que vos costumava contar?
- Bem... - Pensem!
Eu lembro-me. Era l� que os nossos antepassados enterravam o ouro.
Pois �! Uma montanha de ouro em troca da Pedra da Barriga!
- E era protegida por um drag�o! - Por um drag�o enorme!
E ele chamava-se Gravemaker. E ningu�m o pode derrotar sem...
- Sem... - Sem as armas sagradas.
- Eu sabia isso. - Eu sabia isso.
Devem ir ao t�mulo do antigo rei
onde encontrar�o as armas de que precisam.
Est� bem, mas tu vens connosco.
Se eu for, Kadar ir� seguir-nos. Eu ficarei bem.
- N�s voltaremos. - Eu sei.
- Gor, n�o. - Sim.
- Gor, n�o. - Sim.
- N�o. - Sim.
- N�o. - Sim.
Onde raios te meteste? Procuramos-te toda a noite.
Como "onde � que me meti"? Onde � que voc�s se meteram?
Estive aqui sentada toda a noite.
Que engra�ado. Mas os cavalos est�o ali � espera.
Tenta alcan�ar-me!
Esperem por mim!
Isto vai ensinar-te a n�o nos desafiares, feiticeira!
Onde est� o rubi m�gico? Fala!
Fala!
Chega!
Sua criatura pat�tica. O teu segredo foi revelado.
Em breve eu terei o rubi e os seus poderes
e tu ser�s apenas mais uma no har�m de Kadar.
Re�ne os meus guardas!
- Quem fez isso? A feiticeira? - Sim, meu senhor.
Selem os cavalos! Eu quero a China.
O poder do Rubi ser� meu.
Ningu�m desafia o Kadar.
Pensei que �amos para Limetree. Isto � a gruta citina?
Escuta. Presta aten��o, sim?
Temos que ir buscar as armas sagradas ao t�mulo do antigo rei.
Sen�o ficaremos indefesos perante o drag�o, entendeste?
Sim.
O qu�?
O Rubi!
Eu n�o gosto do machado. Eu quero a espada.
Eu quero o machado.
�ptimo, gosto mais da espada.
- N�o tens medo, ou tens? - Est�s a brincar?
- Quem diabos eram aqueles? - Eu esqueci-me de perguntar.
- E agora? - Olhem!
- Ent�o? - Ent�o o qu�?
Onde est� o rubi?
N�o sei. A Canary disse que o rubi estaria aqui!
- Onde? - Aqui mesmo.
- Aqui? - Sim, aqui mesmo.
- N�o est� aqui nenhum rubi. - Eu sei. Que queres que fa�a?
- N�o est� aqui nenhum rubi! - Que queres que eu fa�a?
- Ent�o o que vamos fazer agora? - Eu n�o sei!
- N�o sabes? N�o sabes como? - Eu n�o sei!
Eu devia matar-te agora. Eu devia de te matar.
Eu � que devia matar-te, feioso!
Olha para ti, seu magricelas de...
Cuidado!
Vamos lutar ou fugir?
Vamos fugir!
Olhem! R�pido!
Tenho uma ideia! Entramos para o buraco quando ele passar por cima
- ...matamo-lo. - N�s?
Quero dizer, voc�s!
Aqui, drag�o, drag�o!
Anda.
O Rubi!
O rubi. Onde est� o rubi?
Que queres dizer? N�o tens o rubi?
- Pensei que tinhas o rubi. - Eu n�o tenho o rubi!
Que desperd�cio de tempo. Tudo isto por nada.
Eu estava a combater o drag�o!
Eu n�o fiz nada? E este mijo de drag�o?
O rubi!
- N�o tire os olhos do Rubi! - N�o tire os olhos do Rubi.
Leva isto ao Ibar. N�s vamos salvar a Canary.
- Kara. - Quem?
Kara.
Espero nunca mais ter que voltar a este p�ntano de novo.
- Onde encontraste os cavalos? - Eles estavam � nossa espera.
Sabiam por instinto que n�s iriamos voltar.
Boa sorte.
- Achas que podemos confiar nela? - � claro. Ela � a Kara.
Nunca nos iria trair.
Porque vamos por aqui?
Porque por aqui � por onde eles menos nos esperam.
Surpreendemos Kadar por tr�s.
Desiste, Kadar.
Cada Reknik lutar� at� � morte antes de entregar o rubi.
Sil�ncio! Diz s� mais uma palavra e eu corto-te a garganta!
Em breve acharei os teus amigos.
Ser� a �ltima vez que os v�s.
Porque, hoje � o dia das suas mortes.
Gor! Kuchek!
Gor! Gor!
- � a Canary! - Vamos!
Perdeste a tua magia.
Antes com teu cantar e teu sorriso enfeiti�avas o cora��o de um homem
com promessas de felicidade.
Agora as tuas palavras est�o cheias de �dio e morte.
Em breve o poder do rubi ser� meu.
Nunca por�s as tuas m�os no rubi.
Apenas os olhos de uma �guia consegue olhar para o rubi.
Uma serpente ser� cegada por ele...
E a sua mente confundida.
Olhaste para mim como se tivesses fugido e estivesses livre.
Minha magia fez-te pensar assim.
Agora eu estou livre.
N�o...
Pin. Onde est�o os outros?
Onde est�o o Ibar e a Allura?
- O que aconteceu, crian�a? - Onde est�o Kuchek e Gor?
Acho que n�o v�o voltar.
Foram para a cidade para libertar a Canary.
Temos o rubi!
Mas deve estar amaldi�oado... Porque se transformou em pedra.
Isso significa que... a Canary morreu.
Que assim seja.
A can��o terminou, o riso silenciou-se...
- ...o sonho morreu. - Quer dizer que desistem?
Libertem os carros e partimos. Ainda podemos salvar nossas vidas!
Tentamo-lo mil vezes.
Quando cortamos uma vinha aparecem logo mais duas!
Milagre. Um milagre! Os Rekniks podem escolher outra rainha!
R�pido! Tragam todas as virgens!
- Somente duas? - Somente duas!
- De toda a tribo? - De toda a tribo.
Sim, sim!
R�pido.
N�o, n�o. Tem que ser algu�m!
Tu, crian�a! Anda c�. Depressa.
Eu?
- N�o. N�o. Eu n�o. - Tragam-na c�!
Solta-me, idiota!
Est�o doidos! N�o sou virgem!
Crian�a, n�o h� tempo para subtilezas!
Segurem-na e destapem o seu ventre!
- Mas, marido... - Sil�ncio!
Encaixou!
N�o vale a pena, crian�a. �s a rainha!
Marido... tu est�s louco! Ela n�o � uma Reknik!
N�o, espere! Esperem! Est� tudo bem.
Eu sou Kara.
� a Kara. A rainha!
Por aqui.
Voc�s est�o vivos!
Quero as r�deas.
Eu n�o gosto das r�deas. N�o gosto das r�deas.
�ptimo. Prefiro as r�deas.
LEGENDS BY DRAKKEN
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.